sábado, 3 de junho de 2017

TABACO, ÁLCOOL, ARTRITE REUMATOIDE (EXCERTOS)





A primeira coisa que precisamos perceber é a verdade de que nós, o homem, não morre. Passamos para um outro nível. Isto aqui é um tipo de graduação – a maneira difícil de o conseguir, não é? Mas é assim que é conseguido. Devíamos morrer de forma consciente – ou seja, devíamos perder a consciência durante um breve período de tempo antes de nos tornar conscientes de novo. Esse período é chamado estado pós-morte. Uma vez mortos, parecemos tão inocentes quanto quando nos encontramos a dormir. Já viram alguém no estado de sono. Parecem inocentes, uh? Pensamos que não estejam a pensar, nem a ter sensações com respeito a nada e que não saiba o que esteja a ocorrer no sonho externo. Mas não deixem que essa inocência os iluda, por se estar a verificar uma maior acção no caso dessa pessoa, quando está a dormir, do que quando se encontra acordada. Há mais acção a decorrer com essa pessoa quando o seu corpo está a dormir, do que quando ela acorda e tem consciência do mundo físico – muito mais. A mente é mais penetrante, e ela está a viver na mente. Aqui, vivemos num corpo activo mas grande parte do tempo andamos a dormir – o pior tipo de sono a que se chama ignorância, e não conhecimento.
Meus amigos, tive a honra de ter tido alguma comunicação com o respeitável Sr. Edgar Cayce. Ele encontra-se actualmente, e pela primeira vez, em paz por se achar mais consciente para com a verdade do que ele andava a fazer, do que estava quando se encontrava no corpo.
Meus amigos, muita gente pensa que eu seja um espírito, um fantasma, um espectro. Toda a gente sabe aquilo que sou – excepto eu. Isso leva-nos a sentir quase como se estivéssemos nus, de tão expostos! Mas não há nada que nos leve a sentir tão nus do que subitamente perceber a verdade acerca o nosso ser e da vida. Na ignorância sentíamo-nos melhor envoltos, mas então subitamente despertamos, e que choque o que apanhamos! Que choque! “Eu não sabia que tínhamos continuidade para além da sepultura! Eu simplesmente não sabia.” Também há quem diga: “Eu tinha conhecimento, só não sabia que não existia céu onde viesse a ser salvo e onde Deus iria querer enviar-me para entoar glórias ao redor do Seu trono, para todo o sempre.” Não percebem que com isso estariam a submeter Deus a um inferno? (Riso) Tão poucos de nós conseguem entoá-los bem, e depois, o diabo é matreiro, e não quer que cantemos, mas tão só que usemos a pá – e ninguém gosta de usar a pá, em especial para carregar carvão! É aquilo a que chamam manter o fogo vivo! (Riso)
Com toda a seriedade, meus amigos, eu não sou espectro nenhum, nem fantasma. Não sou nem uma concha astral nem um espírito. Espírito significa alento, ou sopro. Gostariam de ser apenas um alento que andasse por aí pelo tempo e pelo espaço? Alguém na audiência disse que nos estudos que fizera quanto à sobrevivência física, chegara à conclusão de que talvez deixássemos um pequeno resíduo. Pequeno, quanto? Um bocado de alguma coisa – muito menos um pequeno resíduo. Quererão ser um pequeno resíduo?
Vocês, tal como eu, são consciência. Quão mais razoável isso não soa, do que espírito. Vocês são consciência, e uma consciência maravilhosa. Pouco a pouco vão despertando para esse facto. Mas então, quando o aceitarem sem receio, sem ansiedade, a faculdade de um deus que possuem, a vossa vida sofre uma mudança. Porque será que sofre uma mudança? Por começarem a desejar assumir responsabilidade por vós próprios. Essa responsabilidade por vós próprios é da maior importância, por o ser humano constituir o seu mundo. No passado, antes de 1945 não fazia mal deixar as responsabilidades pela vossa vida a cargo de um deus. Mas vocês não o podem fazer mais, por VOCÊS serem esse deus.
Ultimamente tenho andado a escutar pelo vosso mundo, e por vezes ou todos ouvidos; de vez em quando, também me revelo muito falador, mas na maioria, as pessoas preferem alguém que seja um bom ouvinte e não um falador. E ultimamente tenho ouvido dizer que Deus está morto. Era capaz de me rir, mas não creio que me apeteça. Não tem tanta piada quanto isso, por o ser humano precisar ter alguma coisa a que se agarrar, algo – não em que crer, por isso não ser suficiente. Ele necessita de algo que lhe dê coragem para viver; e é preciso coragem para vier no vosso mundo.
Para morrer, nenhuma coragem é necessária – pelo menos eu creio que não, por ouvir muita gente a dizer num pranto: “Parem o mundo que eu quero sair!” É uma expressão moderna, mas como não o podem deter, o melhor é que saltem, ou acabem de outro jeito qualquer. É chamado suicídio. Muita gente no vosso mundo comete suicídio – tanto novos como velhos, por terem atingido o fim da corda – da sua corda de conhecimento, da sua corda de compreensão. E por causa disso, o seu sofrimento é incrementado.
O Deus que existe não pode morrer. Só o deus que não tem existência pode morrer. É uma simulação, uma coisa criada pelos humanos – para recuar até há milhares de anos atrás, quando o homem de repente percebeu que precisava de alguém junto a ele: quando ele percebeu que era de uma espécie diferente da do resto dos animais. Não podem fazer mais. O homem está verdadeiramente a despertar. Ele irá jogar fora o jugo hipnótico que lhe foi colocado ao pescoço por aqueles que queriam e que precisavam que ele acreditasse neles como fonte de conhecimento – os poderes instalados, que procuram controlá-los, quando dormem.
Na verdade precisarão tomar o que estou a dizer como a última palavra da verdade? Meus amigos, cada um de vós vive esta vida só. Nós vimos aqui sozinhos. Se conseguissem perceber que os outros não são algo diferente de vós, que ELES SÃO VOCÊS, uma só consciência, uma só mente... Somente diferem nos corpos, por a mente una, a fonte da criatividade, constituir um maravilhoso criador. Cria pelo prazer de criar. Demasiado do mesmo para ela é um aborrecimento. Reparem que eu referi “ela” e não ele. “Ele,” o deus masculino, encontra-se morto. O homem não carece mais dele. Esta mente criativa do homem cria a luz, aquela maravilhosa força atractiva que reúne, não só seres humanos, mas todas as coisas.
Pensem só, meus amigos no quão grandiosa e atractiva essa força é. Imaginem que, se tiverem um corpo aqui, e outro aqui, e eles fossem os únicos corpos existentes no espaço. Digamos que estavam separados por milhões de anos-luz de distância. No decurso do que o homem chama tempo, eles reunir-se-iam. Haviam de se descobrir um ao outro porque, mesmo a essa enorme distância, verifica-se aquele maravilhoso sentido de rapport entre si. Um não pode estar sem o outro, por precisar dele e querer que venha para si, por não ser nada sozinho. Porque vimos sozinhos e fazemos as coisas sozinhos, e nos vamos sozinhos? Ainda precisamos uns dos outros da forma mais premente – macho e fêmea.
Quão difícil – para alguns, está a ter lugar no vosso mundo uma natureza insuperável, devido à enorme luta que a mente do homem empreende, no esforço que faz por despertar. Um dos problemas é o que é causado pelo excesso de população. Bom, uma das indicações disso deveria deixá-los mais aterrados do que o rebentamento da bomba atómica. É que o homem é muito prolífico. Vocês pensam que os coelhos sejam prolíficos? O coelho humano é muito mais.
Agora, pelo facto de alguém ter alcançado consciência disso começou a impor um embargo à produção de Deus. Pensem nisso - um embrago! O que quer dizer que não pode fazer mais de vós. É triste, mas o mais triste é que, com todo o embargo que impuseram com todo o esforço humano que movem contra a criação, isso não irá resultar – em especial da forma que estão a tentar. O homem precisa ser educado para que veja a necessidade de limitar o número de habitantes terrenos. Vocês precisam tornar-se responsáveis por vós. Somente então farão algum esforço por deter isso. O homem educado volta os seus esforços, não só para a criação de outros seres humanos como ele, mas para actuarem sobre as ciências. Ele aprende a usar as forças criativas na construção de um mundo mais inteligente e mais são para habitar. Agora, não conseguiria fabricar suficiente número de contraceptivos que detivesse o problema; a única forma é através da educação.
Meus amigos, o segundo problema é a raça. Mas se pararem para pensar a sério nisso, perceberão que as raças humanas não mais poderão permanecer apartadas. Os seres humanos são seres humanos – brancos, negros, vermelhos, amarelos... Primeiro são seres humanos, e depois são deuses que estão em construção. No passado, antes do homem iniciar este percurso de despertar, isso estava tudo bem; era esperado da vossa parte. Ainda se encontravam demasiado ocupados a desenvolver-se física e mentalmente. Na verdade – quer se goste ou não disso, que está fora de questão – não tenho conhecimento de alguma altura em que a natureza o tenha consultado, antes de produzir o que era desejado na terra. Tê-los-á algum dos “deuses das tempestades” consultado ultimamente, a saber se quereriam um pouco de chuva ou se prefeririam ser varridos pelas águas? (Riso) Vejam bem, no passado, quando imperava a necessidade de água, quando grassava a seca em qualquer parte, tornava-se demasiado irritante para o homem acreditar que o seu deus o tratasse dessa maneira; assim, ele arranjou maneira de negociar essas coisas com deus, que esse deus parecia reter. “Querido Deus, eu fiz tanto por ti, fazes-me um favor? Precisamos de água. Estamos a morrer de sede. A terra encontra-se árida. Onde estás?”
Há homens santos, que por vezes se reúnem e dizem: “Oremos.” E oram e oram... “Dá-nos água, dá-nos água, água.” Isso não é jeito de o fazer, mas eles não sabiam disso, de modo que Deus lhes deu água e varreu com eles! Esqueceram de dizer quanta. “É água que vocês querem? Bom, aqui vai!” E lavava a terra e as pessoas com ela.
Meus amigos, há um jeito de orar por água; dizem quanta querem. A Grande mente criativa está extremamente consciente da quantidade que querem, e dar-lhes-á apenas essa quantidade. Precisamos fazer as coisas ao acaso e deixar que os deuses adivinhem o que queremos dizer. Precisamos saber.
Uma pessoa contrai uma doença. Após o mundo médico não conseguir fazer tanto por ela, ela decide apelar a Deus. Ele sente o que está errado com ela. Não procura negá-la. Primeiro, aceita-o: “Isto é o que tenho, e isto é o que quero que me ajudes” Concentrem-se. Essa grandiosa mente criativa em vós escutá-los-á. Agora, por vezes, alguns de nós não o conseguem de imediato; apelamos a mais alguém. São os “curandeiros.” Por vezes esses seres curam pela imposição das mãos sobre vós; outras vezes pela cura à distância. Outras vezes vão a homens ou mulheres como o grandioso Sr. Cayce, e ele diz-lhes o que se passa de errado com elas. Mas ele faz algo mais: diz-lhes PORQUÊ.
Isso é o que importa: porque estão adoentados. A vossa doença veio do nada? Isso é o que os vossos médicos parecem acreditar, por lhes ministrarem pílulas e os cortarem à faca. Por vezes lembram-se de voltar a costurar! (Riso) Os homens e mulheres da sociedade médica fazem o melhor que conseguem, mas não querem que vocês morram. É que trabalham até ao limite dos seus conhecimentos, e por vezes isso não é suficiente.
Por vezes uma pessoa vai ao médico e ele ministra-lhe pílulas – na maior parte de açúcar, água e farinha. Que combinação mais interessante. Que é que isso faz à mente do homem, ao crente nas pílulas? De nada lhe adianta de modo que ela muda de doutor. Ele devia ter mudado de pílula que a sua capacidade mágica de se curar o teria ajudado com a sua crença. Imaginário. Bom, se uma pessoa não gozasse desse maravilhoso atributo da imaginação ainda deveria estar no zoológico, como um animal. Mas essa coisa maravilhosa chamada imaginação tirou-o do zoo e continua a fazê-lo. Só que ela não consegue imaginar a extinção das enfermidades. Não que eu sugira que o façam, por as enfermidades de que padecemos serem o resultado dos nossos medos, ansiedades e frustrações – todas as doenças, e digo mesmo TODAS. Alguns de vocês poderão questionar-me nisso, as tudo bem. O organismo humano assemelha-se a um dínamo. É um centro de energia e as energias são direccionadas para as diferentes partes do corpo – primeiro por meio do sentimento. O sentimento move o sistema nervoso, a interacção. O sentimento produz imaginários na nossa mente, quanto à maneira como essa energia deve operar, e ela opera de imediato. Mas se tiverem bloqueios de temor, insegurança ou incerteza, não se curarão até que desobstruam esses bloqueios.
Vocês dispõem de homens e mulheres no vosso mundo chamados “psicólogos” e “psiquiatras.” Em suma, médicos da mente. Aqueles que necessitam de tais médicos deviam consultá-los, mas façam o favor de recordar que eles não os curam sem a vossa ajuda. Vocês precisam lutar; precisam aprender a fazer o que lhes pedem. Precisam praticar; precisam ter consciência das vossas próprias necessidades. O maior terapeuta mágico que têm, que por vezes usa a voz, usa o canto, a entoação de palavras, não o fará se tiverem esses outros espinhos na mente e no corpo emocional – chamados profundos medos e culpas enraizados. Todos já terão ouvido falar do quão quente é o inferno Cristão, mas ele não se aproxima dos nossos próprios sentimentos de culpa, que nos podem tirar os ossos. É por isso que o Sr. Cayce, ao revelar às pessoas aquilo de que padecem e ao sugerir o que deviam fazer – esse era o limite a que podia chegar no trabalho com elas. Não as podemos obrigar a empreender essas coisas. E conforme estão inteirados, esta vida é um Faça-Você-Mesmo. “Ah, não consigo. Não o consigo sozinho. Que alguém me ajude!” Eles poderão dar uma ajuda, mas isso será tudo.
É dito que o homem Jesus - quando a mulher foi até ele e lhe tocou as vestes, e com isso foi curada - lhe disse: "Senhora, a sua fé curou-a. Você fê-lo; me culpe a mim. Eu tenho mais que fazer. Você foi quem o fez, e precisa percebê-lo." Sabem porquê? Ele não queria acatar com a responsabilidade dela voltar a adoecer! Não, Ele sabia que era por isso que ele era um mestre, um grande avatar, um realizado, e disse: "Eu encontro-me no mundo, mas não sou dele." Ele deveria ter ajuntado, no mesmo fôlego "Sorte a minha!" e dizer que vivem num mundo criado pelos sentidos. Cerrem todos os vossos sentidos e vejam o que lhes sucede; verão para onde vai o mundo; apagar-se-á qual chama de vela.
Os antigos afirmaram que o mundo é um mundo de ilusão, mas não queriam com isso dizer que não seja real, apenas que a sua realidade decorre dos sentidos - não das coisas que vocês veem e sentem e escutam - isso são medições dos sentidos. O mundo real não se parece nada com aquilo para que estão a olhar. São massas de substâncias rápidas a que vocês chamam de energia. Nada permanece estático. Existe apenas uma coisa estática, que é chamada mudança - e não a velocidade da luz. A mudança é a única coisa eterna mas não precisam que lhes diga isso. A melhor maneira de o perceberem é olhando-se ao espelho! (Riso) Nada lhes confirmará isso mais rápido do que ele!
Quando fiquei a conhecer a verdade eu ri, por ser tão prazenteiro saber. Mas também ri, por subitamente perceber em que ignorância tinha vivido. E cheguei a sair dela. Verdade. Ah, a Luz, a Luz da vida. Despertei para a verdade.
Meus amigos, acaso duvidem de que eu seja um ser por direito próprio - não a coberto do direito do Mark, mas do meu - o Mark não passa de um instrumento; eu utilizo o cérebro dele para comunicar com o mundo físico. Bloqueio-lhe os sentidos e contorno-os quando o coloco num estado de transe. Contorno os centros que lhe pertencem, através dos quais ele opera no mundo físico, e utilizo centros que ele jamais toca. Mas acaso duvidem de que tenho uma realidade própria, procurem descobrir se vocês possuem alguma realidade - e ao fazê-lo, quando descobrirem essa realidade, também me descobrirão, por nós vivermos uns nos outros.
Não saltamos para parte nenhuma ao morrer. Habitamos a grande mente cósmica e, por essa condição enquanto condição que é se assemelhar bastante ao mundo em que habitam, todos habitamos a mente una, mas posso garantir-lhes que é muito parecida com o mundo em que vivem. Que quererei dizer com isso? Cada um de nós habita um mundo diferente, sabem, mas eles têm todos o mesmo aspecto. Vivemos juntos. Reconhecemo-nos uns aos outros. Reconhecemos o aposento mas, em boa verdade, habitamos na mente - mente, e não espaço-tempo. Espaço e tempo não constituem entidades separadas da vossa consciência. Vocês criam-nas e continuam a criá-las. Vocês espelham-nas por precisarem fazê-lo. Podem conduzir essa necessidade de tempo para qualquer estado de consciência que desejem.
Mas sabem que mais? Não poderão acompanhar o tempo por toda a parte; vocês não vivem no tempo. Vivem por "ritmos" - plural. Toda a existência se move a partir do tempo para os ritmos em que começou a criar. Vivem num mundo de ritmos - alfa, beta, gama - um, dois, três - tic toc, tic, toc. Cuidado com o toc! Uma colisão no tempo, uma colisão com a ansiedade, uma colisão com a culpa e a vergonha e todas essas coisas negativas. Ritmos. Repito-o esta noite - alfa, beta, gama - ou, se preferirem ir mais longe ou até ao fim, alfa e ômega. Querem contestar?
RAIZ DAS ENFERMIDADES
Todas as enfermidades têm início na mente. Têm início nas atitudes - nas atitudes que sentimos em relação ao que se passa no mundo externo. Nenhuma experiência prejudica uma pessoa - nem uma só. E nenhuma experiência por si só nos faz bem - nenhuma. São as nossas atitudes que nos prejudicam ou despertam, nos edificam, educam, ou nos conduzem à insanidade. Esse é o problema do homem; ele não é um pecador; ele é apenas doido!
EMOÇÕES
As emoções são a força motriz da mente. Elas exercem pressão sobre o corpo humano. Tudo quanto experimentamos com os sentidos é experimentado por meio da pressão - a pressão da luz sobre o nervo óptico, para ver; a pressão exercida pelo alimento sobre as pupilas gustativas para nos levar a saborear; a pressão exercida sobre a pele, nos terminais nervosos, que nos levam a sentir.
TABACO
O tabaco; não é por eu ser puro que não o aprecio, mas é que envenenamos o sistema com ele, e depois admiramo-nos com as causas das nossas doenças. Temos vontade de culpar o tabaco. Mas não é culpa do tabaco; vocês estão a fumar frustrações, ansiedade.
ÁLCOOL
Vocês ingerem ansiedades; e muitos ficam embriagados com a ansiedade enquanto o álcool desaparece; beber, sem essas ansiedades deixa-os doentes.
DROGAS
Muitos sistemas rejeitam drogas. Não toleram ser viciados em drogas ou em álcool. Somente o sistema de uma pessoa doente pode fazer essas coisas. Por isso, não me irrito nem perco a paciência com um alcoólico. Procurem entendê-lo, ou a ela - a razão porque bebe, e não o QUÊ. Se apenas se interessarem pelo que bebe, em breve também vocês passarão a beber! (Riso)
ARTRITE
Poderão apelar dizendo que um bebé contraia artrite ou qualquer outra doença. Claro que sim. Mas então poderão dizer que, a ser assim, o bebé tenha contraído a artrite reumatoide das ansiedades? Alguns bebés parecem corroborar essa hipótese, hu? Mas isso é o que lhes estou a dizer, um bebé só é bebé no tamanho que apresenta. É tanto um adulto quanto vocês, mas é ainda simplesmente incapaz de se mexer e de manipular o seu corpo. Mas dêem-lhe tempo, e ele virá a ser. Um bebé é tão antigo quanto a criação. Ele criou registos - deverei dizer de dez experiência ou de dez milhões delas? Neste mundo vocês querem números exactos para tudo, só que não o consigo fazer, por vivermos na consciência e não no tempo - ou sequer ritmos.
Meus amigos, muito tem sido dito acerca da reincarnação, do renascimento. Mas isso parece ser aquilo que estou a referir quando digo que o bebé é tão velho quanto o tempo, pelo que desejaria dispor mais disso chamado tempo - que não tem existência - de modo a poder ser mais esclarecedor acerca do assunto, por ter lugar justamente no contexto do que referia acerca da artrite reumatoide, do cancro e da diabetes.
Este tipo, o Mark padece de diabetes; e toda a gente quer que nós do Círculo o curemos. Mas nós não lha demos! Irão tirar algo a alguém que não lhe tenham dado? Isso seria um roubo, mesmo ligado a um padecimento. Mas nós já padecemos muito disso, não precisamos do dos outros.
Meus amigos, se eu pudesse voltar à vida da pessoa descobriríamos a causa original - não só da artrite reumatoide, mas de outras formas de padecimento que trazem convosco de vida para vida. Muitos dos que não acreditam na reincarnação, partirão daqui a dizer que acreditam. Mas não o façam, por eu não acreditar nela conforme vocês acreditam quando fazem menção do termo. Para mim não é uma crença; é um FACTO! E isso faz toda a diferença.
Crença. Eu creio. Terão conhecimento? Isso é o que é importante, e não aquilo em que acreditam. Ninguém se importa que creiam por todos terem crenças suas; mas muito poucas têm factos próprios. E isso é importante. É por isso que lhes digo para não crerem naquilo que lhes digo; não o façam. Não façam disso uma crença. Observem tudo, procurem por toda a parte a fim de conhecerem a verdade. Isso é o que importa. Isso será sinal de que o homem está a despertar. O homem está a despertar para isso. Vocês quererão crescer bem ou quererão permanecer doentes? Não me cabe a mim escolher; vocês são quem está a viver, e são vocês que precisam despertar.
Eu não lhes disse que era um Mestre. Isso é um conceito vosso, não meu. Mestre em quê? Mestre em meter o nariz nos assuntos dos outros. Fará de mim um mestre o facto de lhes dizer como viver? Caso eu fizesse isso não me restaria tempo para viver a minha vida. Mas é suposto todos os seres espirituais andarem por aí a predizer o futuro e a dizer-lhes o que fazer: “Façam-no! Façam-no!” Eles gostariam de os ver fazê-lo, em especial se isso lhes trouxer sarilhos. Aqueles a quem chamam de espectros mostram-se por todas os salões de sessões. Eles estão sempre convosco, conforme um grande homem certa vez disse com respeito aos pobres. Sabem quem foi, não?
A diabetes vem de uma série de choques que perturbam o pâncreas e que geram más condições nas Ilhotas pancreáticas de Langerhans, que vão perturbar a actividade do fígado que por sua vez decompõem o material tóxico e o torna reutilizável. O choque. Não é o açúcar em demasia nem o amido em demasia; essas coisas levam-nos a engordar. Não lhes provocam a diabetes. O açúcar branco é letal para vós, por ser capaz de produzir uma doença chamada neurite.
ARTRITE REUMATOIDE
A artrite reumatoide provém da ansiedade, amplamente produzida pela doença chamada gonorreia. Vocês poderão dizer que contraíram essas doenças da parte de mais alguém mas não contraíram. Vocês criaram-nas, ao estarem no local errado à hora errada, e por se interessarem somente com as vossas satisfações. O que fizeram não comportava afecto, qualquer interesse pelo vosso parceiro – apenas interesse próprio, e o interesse próprio constitui um veneno, é mortal.
Isso devia ensinar-lhes uma outra lição: a de que não podem obter o que não é vosso. Tão pouco podem rejeitar aquilo que é vosso. Não podem. Portanto, toda a vez que pensarem estar a perder alguma coisa, o melhor é que a esqueçam. Não lhes pertence; esqueçam-na. Querem-na? Aceitem-na. Essa é a única maneira de se sentirem livres. Não tentem tomar posse de algo, por essa coisa em breve se apossar de vós. Não serão capazes de se livrar dela, e parecerá cola sobre o papel.
Não entrem em relações com aqueles por quem não sentirem afecto, isso matá-los-á. Eu sei que ignoraram esta advertência – tudo bem, por cada um dever agir da forma que deve agir. Não pode fazer de outro jeito. Nós ou somos sãos ou insanos. Qual serão vocês?
LONGEVIDADE
O respeitável Sr. Cayce era muito bom neste tipo de coisa. Ele podia dizer-lhes: “Tudo quanto lhe posso dizer é que pense antes de agir.” Como trata o seu corpo? Que é que come? Que é que bebe? Como relaxa – ou será que chega a fazê-lo? Embora eu não possa ver como alguém no mundo possa relaxar! (Riso) Estou a fazer disto uma piada. Claro que sei como relaxar, e que vocês podem relaxar, e que precisam fazê-lo caso queiram viver a vossa vida com prazer e com alegria.
As pessoas perguntaram-me, “Yada, quanto tempo vou vier?” Eu pergunto-lhes: “Quanto tempo querem viver? Porque uma coisa que os matará mais rápido do que qualquer outra coisa é chamado tédio. Querem viver muito tempo? Permaneçam activos; desfrutem da vossa vida, e façam coisas que os entusiasmem, que lhes agite o sangue. Em vez de se entregarem à pressão arterial alta, agitem o sangue com uma boa circulação. Tenham gosto pelo que fazem. Querem viver muito tempo? Esses são os segredos da longevidade. Quando viverem desse modo, terão paz de espírito. Quem poderá desfruta da vida sem paz de espírito? Quem conseguirá viver a vida, vive-la de verdade procurando apossar-se dela ou de alguma coisa nela? Não se apossem. Lembrem-se de que tomam emprestado, não são senhores. Tomam tudo de empréstimo e depois devolvem-no, e por vezes num montante fixo.
No devido tempo os cientistas aprenderão como aplicar energia aos centros cerebrais para levar as células nervosas a crescer. Essa será a única forma por que conseguirão alcançar alguém que tenha sofrido danos cerebrais. Danos cerebrais significa perda de células; encontram-se mortas. As células cerebrais raramente despertam – quase nunca. Por vezes são danificadas pela química, outras vezes por pressão em demasia sobre a cabeça ao nascer.
Por vezes, a entidade que chega não completou a natureza do seu corpo. Ao fazer isso pode esquecer de fazer os olhos, e nascer cega. Pode esquecer fazer células cerebrais. Já conversei com diversos pais que têm filhos que não construíram células cerebrais apropriadas. Por vezes isso constitui uma condição cármica – a qual, conquanto possa não ser verdade, será melhor do que culpar Deus por Deus não poder fazer nada a respeito. Vós próprios fazeis.
Querem voltar aqui com um óptimo corpo, com um corpo saudável? Procurem parentes saudáveis. Não se permitam retroceder a este mundo; venham a ele conscientemente. Saibam o que estão a fazer. Meus amigos, a grande maioria das pessoas vem a este mundo de forma inconsciente. Pensem nisso! Inconsciente, sem saber. O que é triste.
Agora é demasiado tarde por não poderem voltar atrás. Mas podem prosseguir. Então, se desejarem regressar, tentem antes de mais procurar apurar as razões porque querem voltar. Muitos são atraídos a este mundo pelos seus desejos insatisfeitos – os desejos produzidos no corpo físico. Lembram-se deles, mas isso é tudo quanto lembram.
Se tivéssemos tempo, gostaríamos de lhes falar acerca da retrogressão da consciência humana. Pode acontecer. Mas não creio dispor agora de tempo – eu tenho, porém, vós não, não por mim mesmo. É hora de irmos. Meus amigos, é sempre tempo de ir. Vocês têm um ditado – um ditado interessante e verdadeiro – “É mais tarde do que pensas.” Numa fracção de segundos todos vós podíeis ser transportados deste mundo para o astral. Numa só fracção de segundo! Quantos de vós estarão preparados para ir? Terão as vossas malas conscientes feitas? Não é meu propósito assusta-los; pretendo animá-los, chegar à vossa consciência. Isso levá-los-á a rir, por toda a criação ser verdadeiramente construída com base no riso dos deuses. E quem serão esses deuses? VÓS sois! Que seres formidáveis sois. Que preciosa gema, só para fazer uma abordagem física.
Muita gente vem ao meu encontro e diz: “Yada, não fará um fenómeno físico qualquer para nós? Materialize-se, se faz favor.” Eu tenho vontade de dizer “AH?” Vocês querem excitar-se em relação à vida? Então olhem-se ao espelho. Verão o ser mais excitante que alguma vez existiu, o mais maravilhoso. Ah ah. Fenómenos. Querem ficar admirados. Os discos voadores estão a chegar, e com eles vêm aqueles seres! Mostre-nos um fenómeno! Olhem-se ao espelho que haverão de sentir respeito por vós próprios e de se honrar.
Mark Probert  SESSÃO #164, 31 Maio 1066
Tradução: Amadeu António



Sem comentários:

Enviar um comentário