segunda-feira, 19 de junho de 2017

MARK PROBERT - EXCERTOS


Meus amigos, eu escuto toda a conversa acerca da Lua e dos Russos colocarem lá um satélite e o que alguém alega quando afirma que essa máquina tenha sido destruída pela gente do espaço. Meus amigos, não gosto de andar com contos e ditos nem de negar o que alguém diga, mas se estiverem interessados na verdade, creio que é uma tolice considerar essa ideia da gente do espaço destruir esse satélite russo. Talvez eu não disponha de uma prova material de que isso tenha sucedido, mas se as minhas palavras lhes valerem de alguma coisa, em verdade lhes digo que não o fizeram. Essa máquina russa não chegou a alunar. Aterrou numa substância rochosa. Caso tivesse aterrado no que daqui pareceria um corpo, ter-se-ia perdido, enterrado muitas milhas na substância feita de pó de silicone. Muito em breve enviarão lá macacos e darão início a outra raça humana.
Os macacos deram início à raça aqui, por ter envolvido sempre tipo uma macacada. Alguns dos vossos cientistas do campo da biologia e da antropologia alegam que o homem descende dos antropoides, que é um macaco, não obstante o nome que lhe derem. Mas esse não é o nosso entendimento. O ser humano constitui uma espécie em si mesmo, e não uma ramificação dos antropoides. O homem teve origem enquanto homem, só que ele não tinha este aspecto tão extravagante que tem hoje. Era mais o que vocês chamam “tosco.” Esse ser humano viveu sob condições existentes no mundo por essa altura, que eram extremamente violentas. Mas aquilo que designam por Natureza concebe todas as coisas de modo a sobreviverem ao ambiente em que se inserem, contanto que operem, porque quanto mais experiência a força vital obtiver enquanto opera um corpo de qualquer tipo, humano ou não, mais hipóteses tem de aqui retornar, num ser humano.
Esta vossa terra já foi sacudida e torcida, voltada e dilacerada pela Natureza. O homem já passou por tudo isso, pelo que será de supor que ele resista a qualquer outro processo. A terra constitui uma escola para o homem. Mas existem outras escolas dessas nos espaços que se encontram além do vosso sistema solar.
Há Marte, e se examinarem detidamente descobrirão ser um corpo muito mais velho do que a terra, não tanto pelos nos quanto pela degeneração. Quando um planeta começa a perder a água que contém, o mais provável é que venha a morrer. Foi isso que sucedeu com Marte, ela perdeu a sua água por uma evaporação mais rápida do que a terra. Já o afirmamos antes e vamos afirmá-lo de novo, que aquelas marcas que veem em Marte não são canais de água, mas ranhuras, fendas no solo. Vocês têm algo da mesma ordem no Grand Canyon, o qual, à distância, se parecem com as marcas de Marte. A única diferença está em que não têm tantas na terra quantas as que existem em Marte.
Existiram outrora seres semelhantes a humanos em Marte, que tiveram que criar os satélites semelhantes a corpos ao redor de Marte, de modo a conseguirem abandonar o planeta., por se verificarem tantas tempestades de poeira e ventos violentos que ultrapassavam a capacidade que qualquer ser humano teria em suportar.
Pergunta: Essas fendas dever-se-ão à desidratação?
Devem, pelo que diria que melhor seria que essa gente não falasse acerca do que pensam que sabem sobre Marte, ou ficarão com a cara vermelha.
Vénus não se encontra hoje habitada da mesma forma que Marte foi, mas na história de Vénus existiram seres da ordem humana, só que não devem imaginá-los muito à vossa semelhança por causa das condições existentes em Vénus, que haveriam naturalmente de produzir um corpo um pouco diferentes daquele que vocês possuem. Ao redor de Vénus existem vastas nuvens de gases mortais. Contudo, a maioria desses gases encontram-se a enormes distância do corpo de Vénus, só que impedem que o sol de passar à semelhança daqui na terra. Mas é bastante mais quente do que aqui, por se achar próximo do sol. A maioria dos outros planetas exteriores estão inteiramente desabitados. É terrivelmente frio; as temperaturas que atingem transformaram esses planetas em mais ou menos blocos de gelo congelados. Mas vão fora do vosso sistema solar e busquem planetas que se encontrem numa melhor posição para formar vida, e descobrirão milhões deles! Muitos deles são ocupados por seres muito semelhantes a vós.
Pergunta: A sua atmosfera deve assemelhar-se muito à nossa. Terão uma ionosfera ao redor dela?
Têm. Esse precisa ser sempre o caso, ou nenhuma vida poderá ser criada nesse planeta. Estas são algumas das coisas que poucas das mentes leigas pensam quando falam das gentes do espaço e da sua proveniência.
Existem algumas raças de gente no vosso planeta que não tiveram origem na terra. Foram trazidas para aqui de outros planetas que se situam além do vosso sistema solar e desenvolveram-se aqui numa raça característica. Foram apenas trazidos alguns espécimes com objectivos experimentais que obtiveram êxito, mas isso sucedeu há muito tempo atrás, de modo que aqueles que ainda vivem actualmente são descendentes desses seres.
Pergunta: Yada, se a lua foi atingida pela outra lua, os seus habitantes terão vindo para aqui?
Não. A ocorrência não deu ao povo lunar tempo para evacuar.
Agora, há outra história que poderá dar-lhes o que pensar. Meus amigos, existe o que é chamado “outros reinos e outros espaços.” Mas o melhor que têm a fazer é ouvir e ajuizar pelo melhor que puderem, tirar as vossas próprias opiniões quanto à verdade ou falácia do que for dito. Eu sei ser verdade que o homem é muito mais grandioso do que muitos homens supõem, e que tudo quanto nasce da carne, terá, em qualquer altura que regressar á origem, para não voltar a nascer de mulher nunca mais. Disso tenho eu conhecimento, mas prova-lo é coisa que não posso fazer, nem tem cabimento na minha intenção. Vou resumi-lo pelo melhor que puder, de modo a traçar-lhe suma descrição do que quero com isso dizer.
A Bíblia Cristã menciona dois seres humanos que caíram do estado de graça do Eterno Criador, e diz que isso não Lhe agradou, pelo que Ele os jogou no mundo material. Antes de serem expulsos do Estado Paradisíaco em que se encontravam, A Luz era caracterizada por algo completamente além do que o homem físico conheceu da criação. Era um estado de espírito caracterizado pelo EU SOU. Não sei que tipo de quadro isso lhes traçará, mas a mim descreve um quadro de uma beleza além de toda descrição. Nenhuns deuses mantiveram o homem em parte alguma, o homem veio por vontade própria à sua criação que hoje é chamada mundo material.
Quando uma pessoa se torna inventora, quando inventa algo passa a viver naquilo que inventa, envolve-se na sua criação. É por isso oque parecem tão ranzinzas aos demais, por se perderem para o mundo exterior. Perdem-se na sua própria criação. “Perdido” é um termo pobre, que envolve uma potencial decepção, frustração e confusão. Mas quando esses inventores se perdem, eles perdem-se. O mesmo sucedeu ao homem antes de ter consciência de ser ele próprio, ou digamos, antes de ter noção da realidade. Adão não é a palavra correcta. Deveria ser Atman, que quer dizer o Princípio Inicial da Vida situado no segundo Princípio designado por Matéria. Quando o homem criou o mundo tridimensional ele fê-lo empregando o que é chamado de “som.” Ele produziu o mundo material das três dimensões, e de seguida perdeu consciência da sua Natureza Divina enquanto Criador. Então começou a subir a escada das condições materiais para se perder ainda mais, até ficar sem lembrança nenhuma respeitante à sua origem.
Ele criou um corpo sensorial, o único tipo de corpo em que ele poderia tornar-se um com o mundo material. Mas isso tornou-se numa faca de dois gumes para ele, por ser hipnótico, por os sentidos se encontrarem sob controlo hipnótico. Todos os sentidos estão sujeitos à sugestão, e o homem chegou a crer que vive num mundo da realidade, tangível, e aceitou sinceramente a ideia da cor, do som. Mas não existe cor alguma. A matéria não possui qualquer desses estados que os sentidos procuram dar-lhes a entender que existem. Foi por isso que os antigos mestres ensinavam que o mundo da matéria é um mundo da ilusão. Não o afirmavam no sentido de darem a entender que o mundo físico não existia. Ele existe com base nos sentidos. É um mundo dos sentidos, pelo que não existe. A propriedade da matéria que não a que o homem sente é algo completamente diferente.
Vocês veem o vosso grande sol brilhante. Pudessem vê-lo com outros olhos e vê-lo-iam com uma cor enlameada profunda. Não acho que viesse a gostar muito disso. Houve um tempo em que tiveram um corpo composta por uma massa de olhos. Toda a superfície do corpo era composta por uma massa de olhos. O corpo mexia-se por acção da luz, e quando o sol desaparecia no horizonte, ele não se mexia. Quanto mais o sol brilhasse mais ele se mexia. Hoje, algumas pessoas apresentam uma grande sensibilidade cutânea, sensibilidade para com a luz. Certas pessoas que são invisuais desenvolveram a capacidade de identificar as cores através do sentido da sensação. Todos os sentidos se podem inverter, pelo que quando perdemos um sentido outro possa tomar o seu lugar. O corpo constitui uma máquina esplêndida. Mas não irá desenvolver-se mais; de facto, com o tempo virá a perder muitas das partes que actualmente possui.
Nós afirmamos no passado que a maioria dos seres humanos “vão para a sepultura” aos poucos; as amígdalas, as adenóides, o apêndice, os dentes, as unhas, o cabelo, pouco a pouco vão perdendo a vida. Há outras pessoas que parecem agarrar-se a tudo e mais alguma coisa e vão de uma só vez. Mas seja como for que vamos, vamos no devida altura. É um tanto estranho que para alguns de nós... a ideia de perdermos aquilo a que tanto nos acostumamos, mas vou-lhes dizer uma coisa; o corpo que passarem a ter depois será igualmente tangível no reino para que forem, e vocês poderão criar para vós próprios céu ou inferno. Ninguém os poderá levar a fazer isso nem pagar para o fazerem.
O homem criou Deus à sua imagem e semelhança. Vocês ouvem comentar como o Deus da vossa Bíblias Cristã é vingativo e irado, mas de vez em quando alguém afirma que Ele é também é amor. É sempre alguém mais quem vai para o inferno, nunca nós – nós vamos para o céu.
Se ao menos o homem tivesse conhecido a verdade desde o começo, ele teria podido conhecer o poder de que goza, o poder de criar. Mas agora, conforme está, ele tem vontade de culpar mais alguém por aquilo que cria – ele não foi quem o fez, mais alguém o deverá ter feito. Isso, caso corra para o torto, porque se correr bem, ele passará a reclamar todo o crédito.
Mas não quero que se sintam mal ou desconcertados por eu dizer que estejam errados. Pensem nisso caso ainda tenham dúvidas. Considerem-no e vejam a que conclusões chegam. O sistema sacerdotal transformou o que é chamado “Criação de Deus” numa coisa retorcida. O homem precisa sempre pôr-se de joelhos e rastejar na sujidade, e pedir perdão por existir. Se nasceram um ser grandioso, precisam ser grandes. Porque assim vivê-lo-ão. As massas vão ao templo num dia especial, Domingo, e escutam o pregador sem mesmo saberem que esse dia é um dia pagão de adoração do sol, do grande deus Ra.
No antigo paganismo não ensinavam que o Sol era Deus, excepto às massas. Os dos sistema sacerdotal estavam melhor informados E o sol era adorado por ser reconhecido como o doador da Luz. Sem ele não podia haver vida. No meu tempo nós adorávamos o sol. Na cidade de Kaoti em que vivia nós recusávamos viver de modo diferente do da maioria das pessoas da minha civilização. Tínhamos em mente a fonte de luz, e não implorar misericórdia a um deus, nem para que eliminasse os nossos inimigos. Vocês hoje ainda fazem a guerra como os antigos bárbaros. Aida estão em guerra! E que é que fazem? Oram pela ajuda de Deus para que elimine o vosso inimigo. Umas quantas pessoas professam o “Não matarás.” O que não quer dizer que possam matar por uma razão particular. Não lhes concede qualquer latitude para matar, mas o deus de Moisés disse: “Olho por olho, dente por dente.” Assim, sentem-se justificados para fazer uso da pena capital.
Pergunta: Qual será o verdadeiro sentido disso: “Olho por olho e dente por dente”?
Se conhecerem a vida, se conhecerem a verdade, a verdade do vosso próprio ser, não recorrerão à violência sob nenhuma condição, por saberem que a violência só gera violência, e não resolve os problemas.
QUE SER ESPLÊNDIDO É O HOMEM!
Pergunta: Yada, ainda incorreremos no perigo de um dilúvio?
Não, não. Vocês ouvem falar muito da terra estar a inclinar o seu eixo o que automaticamente trará grandes inundações pela terra. Não, a inclinação terá lugar só que não de uma vez só. Têm muitos terramotos e tempestades em diferentes locais da terra, alguns dos quais poderão ser muito violentos, mas não terá isso sucedido antes? E a terra ainda aqui está. Houve um há pouco que devastou uma grande extensão da Índia e da China, e por “devastou” quero dizer, reorganizou-a. Aquilo que é conhecido na Índia como “a corcova” é achatada e alagada. Milhares e milhares de pessoas foram mortas nessa cheia, muito mais, um número mais vasto do que os vossos jornais anunciaram. Florestas possantes foram completamente alteradas.
Audiência: Num artigo com direitos autorais que li dizia que alguns soldados nessa área viram o solo abrir-se e engolir homens e cavalos. No entanto o redator não conseguiu cobrir tudo porque parte do país ode isso ocorreu estava ocupado pelos Comunistas e ele não pode obter acesso.
Não, eu não me preocuparia de todo com as condições geológicas que estão por vir. Eu preocupar-me-ia com o que é, onde me encontro, com o que estou a fazer. Isso é vida, porque a realidade reside no que estamos a fazer a um dado instante. O que quer dizer que devíamos tentar sentir a importância do que quer que estejamos a fazer a qualquer instante, por poder ser o último que venhamos a ter na terra.
Muita gente leva uma vida que dizem detestar e isso reflecte-se nelas, uma vida porventura de trabalho árduo (faina, labuta). A labuta está em fazerem algo que não gostam de fazer. Certas pessoas aqui na vossa aterra certa vez perguntaram ao meu colega Professor Luntz que é que ele durante o período de férias. Ele disse que não precisava tirar férias, por amar aquilo que faz. E se vocês amarem aquilo que fazem, não precisarão de férias. As férias são necessárias para aqueles que trabalham num emprego de que não gostam, e que lhes dá a volta à cabeça, e literalmente os mata.
Tenho tido quem venha até mim e me pergunte: “Yada, que acontecerá a fulano de tal que cometeu suicídio?” Ah-ah! Toda a gente anda a cometer suicídio. Alguns comem tanto que estão a cavar a sepultura, outros cavam a cova de tanto que se apoquentam, e outros ainda trabalham até se matarem; todos estão a cometer suicídio. A diferença entre o que utiliza ou recorre a uma faca ou a uma arma de fogo está porventura numa acesso imediato ao outro mundo, e esses é só uma questão de tempo...
Recuemos nos séculos aos ditadores que o mundo já conheceu. Onde estarão eles agora? À semelhança dos mansos (submissos), eles herdaram a terra – 1.80m dela. A resignação não leva a parte alguma; a compreensão levar-nos-á a algum sítio. A vida levar-nos-á a qualquer parte. A resignação é sinal – não de um ser humano – mas de inferioridade.
Vou voltar ao que afirmei antes. Se quiserem contestar o que afirmei há pouco, que vocês são Deus, e acreditarem que algum deus exterior grandioso criou isto, então vivam-no! Expressem isso respeitando-se e tendo amor por vós próprios. Ter amor por vós é ter amor por todos e por tudo o mais. Quando se levantarem da cama, pensem:
“ESTE É O MEU DIA.” E quem será esse “meu”, ou “eu”? Eu, Deus, EU SOU, este é o meu dia. Eu sou deus. Neste exacto momento sinto-o. Confio na Luz. Sim, podemos ter um corpo enfermo, mas ainda podemos viver confortavelmente nele se tivermos confiança em nós próprios. A cada manhã e a última coisa pelo anoitecer quando forem para a cama, digam a vós próprios: “OBRIGADO, OH GRANDE LUZ EM NÓS, POR ESTE DIA MAGNÍFICO.” Embora as coisas não lhes tenham sido favoráveis, lembrem-se que cada experiência, independentemente de serem agradáveis ou desagradáveis, constituem uma lição sobre como viver. Eu sei que é muito difícil. Eu já sofri no corpo. Sim, muito.
Uma vez mais, volto ao que afirmei anteriormente, não peçam por menos problemas na vossa vida, peçam por mais. Todas as sementes de hoje são as flores do amanhã. Isto não são simples balbucios, mas as verdades da vida, o tipo mais elevado de equilíbrio mental e de inteligência.
Mark Probert
Traduzido por Amadeu António


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