quinta-feira, 8 de junho de 2017

CRIME E CASTIGO - MISCIGENAÇÃO OU ERRADICAÇÃO



CRIME E CASTIGO
INTEGRAÇÃO INDIVIDUAL & RACIAL
MISCIGENAÇÃO VS ERRADICAÇÃO
É excelente vir até aqui e conversar convosco. Não que esteja muita gente aqui reunida esta noite. Mas, quem precisa de muita? Se conseguir chegar a uma, embora esteja de que isso não seja muito favorável ao Mark, por ele precisar viver do que faz, mas é assim que é. Se nos tornarmos professores ou desempenharmos alguma função de professor, precisamos saber que não vai até ao mundo, excepto ao mundo do indivíduo. e ir ao encontro do indivíduo é uma enorme realização, porquanto no devido curso, se conseguirmos chegar ao indivíduo, ele por sua vez chegará a outro e assim sucessivamente. E assim os professores à semelhança de qualquer um numa outra profissão, deve concentrar-se no que está a fazer, prestar atenção ao que está a fazer e não buscar resultados. Não é necessário fazer isso porque os resultados sempre serem aquilo que devem ser, e não mais que isso. Maxine.
Maxine: Sim.
Estás a passar bem?
Maxine: Obrigado, estou bem.
Sofreste um pequeno incidente com a tua filha e aquele homem estranho?
Maxine: Tivemos, sim.
O que a lei deseja é encarcerá-lo, mas não creio que o façam muito bem, porque encarcerar alguém por tal ofensa não é suficiente, a menos que lhe ensine algo sobre a sua vida; a menos que o condicione de forma mais inteligente. De nada adianta colocar um leopardo numa jaula na expectativa de o vir a soltar entre a população. um leopardo jamais poderá vir a ser outra coisa que não um leopardo. Se quiserem que seja de outro modo, precisarão treiná-lo. É em função do seu treino, do seu condicionamento, do seu próprio tipo de vida, carnívoro. De modo que precisam ensiná-lo a deixar de o ser. Acontece o mesmo com os seres humanos, os criminosos, e coloca-los numa jaula de nada adianta, porque se forem intrinsecamente assassinos eles voltarão a matar de novo. Isso já foi provado muita vez, não?
Assim, isso deveria mostrar às autoridades que a abordagem que fazem do crime não é muito inteligente. Esse indivíduo, devido às contínuas frustrações que tem carregado na sua vida, busca qualquer escape dos desejos que o acometem. Ele precisa ser treinado para não o fazer. Existem milhares de homens e de mulheres desses a perambular pelas ruas. Razão porque é inevitável que existam crimes desse tipo – esses a que me refiro - a toda a hora, por ninguém parece estar preparado para os treinar a pensar de modo diferente. Parecem pensar que essa gente quer ser assim. mas não é uma questão de querer, é que eles não têm outra opção, por não saberem como pensar de forma diferente.
É claro que têm consciência de estar a cometer um crime, mas isso não os irá deter. esse é um sinal agudo da falta de amor de que essa gente padece, um grito desesperado de ser desejado, de ser valorizado. Isso torna a mente doentia, e as mentes doentias precisam ser tratadas se esperarem que venham a ficar bem.
Pergunta; Yada, não será essencialmente uma questão de reconfiguração dos padrões neurológicos?
Exactamente.
Annie: Então, será de uma boa lavagem cerebral que necessitam? Não será o método mais efectivo que temos neste momento para isso o da hipnoterapia?
Exacto. Nas mãos de um médico inteligente, sim.
Annie: Então, parece-me a mim que, se a fórmula de um bom programa pudesse ser apresentada e grupos de teste pudessem experimentá-lo e ele mostrasse resultados, a coisa pudesse falar por si.
Pois. Entende, até que recebamos educação do exterior, não poderemos ser educados do interior. Depois de termos sido educados a partir do exterior, então disporemos algo com que trabalhar, pelo que poderemos educar-nos, dar continuidade à educação, expandi-la. Já referi isto anteriormente e vou dizê-lo de novo – a maior porção da humanidade é insana, e à medida que a vossa população aumentar verificar-se-á que o crime sofrerá um tremendo incremento. Chegará tempo em que, se nada for feito no sentido da reeducação... (frase incompleta no original) cometidos nas ruas à plena luz do dia. Mas ainda virá a ser pior. O cidadão só que tenha inteligência precisará carregar armas para se proteger, por os criminosos aumentarem exponencialmente.
Tirar a vida não ajuda muito, e agravar as medidas punitivas não deterá o crime. Há uma velha história sobre isso proveniente da China, em que numa pequena província se verificava a presença de muitos assaltos por parte de carteiristas. Decerto que já terão ouvido esse tipo de coisa, não? A coisa agravou-se ed tal modo que os conselheiros da província precisaram estabelecer leis mais severas, ou assim não tenham pensado. A última lei que decretaram foi a que todos quantos fossem apanhados a roubar carteiras passassem a ter as mãos cortadas. Isso constitui castigo severo, não? Deverão supor que tenha parado. Toda a gente da aldeia foi convidada para assistir às execuções na praça. No dia das execuções a praça encontrava-se repleta. Mas no dia seguinte, descobriram que se tinha verificado mais roubo por parte dos carteiristas do que em qualquer outra altura. Porquê? Por se terem instaurado as condições propícias a isso.
Annie: A aglomeração de gente na praça.
Evidentemente. Mas ninguém pensou nisso. E se criarem condições favoráveis ao crime terão crime. É isso que têm aqui no vosso mundo actual, no vosso sistema social actual, por as condições se acharem presentes. Vocês criaram-nas e ignoram essas condições, e só lhes ocorre a ideia da punição.
Annie: Yada, terão havido algumas tentativas bem-sucedidas ao longo da nossa história registada, de alguma civilização ou grupo em qualquer nação que tenha conseguido essa reabilitação bem-sucedida e o tenha demonstrado por registos que tenham chegado até nós?
Soba forma de registo não estou certo, mas esse tipo de crime - roubo de carteiras - prevaleceu por toda a parte no mundo onde imperasse uma cidade ampla ou cidade em que pudesse ser praticado. Mas Estás igualmente a referir outros crimes.
Annie: Sim, um esforço de reabilitação de um modo relativo porque tenha sido bem-sucedido. Por outras palavras, que se possa usar como exemplo.
Não sei se existirão registos disso mas entre os Maias existiu uma civilização aprimorada em que toda a gente recebia cuidados, e as suas necessidades eram satisfeitas. As pessoas eram consideradas, a sua vida era considerada, as suas necessidades.
Maxine: Ao jeito socialista?
Sim.
Maxine: Por aqueles que tinham funções de autoridade terem consciência da necessidade real?
Exacto, exacto. Se vocês não tiverem necessidade de crime, não haverá crime. Mas deixem as pessoas sem educação, sem compreensão, sem suprimento de alimento e de abrigo adequado e estarão a retirar-lhes a dignidade que lhes assiste. E se lhes tirarem a dignidade humana transformam-nas em animais. Isso propicia condições favoráveis ao crime, a indiferença que os líderes revelam para com as massas. Mas vocês encontram-se numa situação embaraçosa a esse respeito, por acreditarem - independentemente da falsidade que a crença apresente - que o indivíduo deveria tomar conta de si próprio. Desse modo permitem-lhe que se transforme por sua própria conta por qualquer forma que deseje. Mas quando as pessoas não têm educação e são entregues à mudança por conta própria elas assemelham-se a animais, e irão cometer crimes. Não o podem evitar. Àquelas pessoas que têm educação vocês sabem que isso não sucederá. Mas não me refiro à educação livresca. Refiro-me à educação com respeito à natureza da vida e de tudo o que envolve. Há muita, muita gente com formação académica que é criminosa, alguns dos quais são mais perigosos do que o indivíduo pobre e o inculto.
O CRIME - O indivíduo sente-se inseguro e marginalizado. Sente que toda a gente é indiferente em relação às suas necessidades. Numa democracia tal como a vossa, vocês criaram falsas ideias com relação aos seres humanos. Democracia é onde os dirigentes de uma nação se preocupam, por essa ser a sua posição, a sua razão de ser. É a sua função pensar nas pessoas, ou seja, em cada um. Mas, que estão a fazer? Vocês encontram-se muito mais alinhados pelo comunismo no que toca ao conhecimento de cada um que o vosso governo tem a toda a hora. Vocês estão todos numerados e catalogados pelo vosso governo e pela polícia, pelo que eles têm tanto interesse em vós quanto isso. Mas, que dizer dos interesses mais importantes - do vosso bem-estar, p.ex.? Porque se vocês se tornarem numa ameaça para a vossa sociedade exigirão que a polícia esteja sempre a postos. Não podem confiar em ninguém por toda a gente estar a lutar pela própria satisfação individual. Assim, enquanto esse padrão tiver continuidade vocês terão crime na vossa nação, e do pior tipo. E ele irá aumentar. Sofrerá um incremento.
Igrejas, templos religiões, crença em Deus de nada adianta a uma pessoa que tenha o estômago vazio, assim como a carência demonstrada na educação do que envolve a vida, tudo constitui a pior forma de crime cometida contra as pessoas. A crença em Deus não impedirá as pessoas de fazer o que acham que devem fazer.
A MORAL - A moral é uma noção individual de justiça; não é uma ideia nem sentimento de massas. É um sentimento individual, de modo que a elaboração de leis morais de nada adianta. Para o indivíduo que não carece delas, porque criá-las? E para aquele que carece delas, elas de nada valem, por elas as não seguirem. Não podem!
A condição de toda a criança que venha ao mundo físico deveria ser registada pelo governo, não só sob a forma de um número, mas enquanto um ser humano. Que virão a ser as suas necessidades nesse ambiente? Ela deve ser educada num sentimento de segurança, para que seja considerada. Isto não quer dizer que não possa trabalhar por iniciativa própria. De facto precisa que a ensinem a fazer isso. A liberdade individual nas mãos dos sãos é da maior importância. Já nas mãos dos insanos nada significa.
O EXEMPLO QUE VEM DE CIMA - Pior - que é que pensam que o homem da rua irá pensar e sentir com respeito à retidão, à lei, se considerarem o facto de que os líderes da vossa nação, muitos deles se encontram habitualmente expostos ao pior tipo de criminosos? Caso os vossos líderes não ajam desse modo, como poderão esperar que as pessoas ajam desse modo? Válida e correctamente? Não, penso que aquilo que a vossa nação necessita é de uma reeducação de cima até baixo. Ameaças de punição ou ofertas de recompensas não demovem aqueles que não conseguem pensar de forma inteligente. É tão simples quanto isso.
Bom; querem falar sobre alguma outra coisa?
Pergunta: Yada, poderei perguntar-lhe se está ciente daquele crime das oito estudantes de enfermagem que se deu?
Estou.
Pergunta: Então está consciente dele?
Estou, sim.
Pergunta: Nesse caso poderei pedir-lhe que faça alguma observação relativamente à situação, quanto ao que terá motivado a acção?
Esse homem é insano, é um psicopata. Algures ao longo do percurso da experiência de vida dele, as estudantes fizeram-lhe alguma coisa, e ele procura vingar-se.
Pergunta: Nesse caso está a confirmar que o homem tem cadastro de psicopata?
Estou, exactamente.
Pergunta: Então, eles terão alguma boa hipótese de o encontrarem? (NT: Tratou-se de Richard Speck, que exercia profissão de lixeiro e era semi-analfabeto e que cometeu o assassinato no dia anterior a esta sessão)
Têm. Agora, ele não abandonou as redondezas do local onde cometeu esses crimes. Ele ainda aí se encontra e voltará a fazer o mesmo se não o apanharem em breve, por ele nutrir um profundo ódio pelas estudantes.
Há muitos anos no país a que chamam Inglaterra houve um homem que ficou conhecido como "Jack o Estripador." Ouviram falar dele?
Audiência: Ouvimos.
Ele era um homem muito esperto. Era médico. Esse homem contraiu uma doença mortal por parte de uma prostituta - a sífilis. Assim, a partir daí, ele definiu o objectivo de matar tantas prostitutas quanto conseguisse. O padrão da vingança acha-se igualmente instilado neste homem que matou as estudantes.
Pergunta: Não teve qualquer receio da retribuição que pudesse vir a sofrer?
Não, não.
Pergunta: Ele não encontrou o seu alívio?
Não.
Comentário: Não encontrou alívio.
Não, daí que eu diga que, se o não apanharem dentro de poucos dias, ele voltará a atacar de novo. Também afirmo que ele ainda anda ao redor do local onde ele cometeu esses crimes.
Comentário: Bom, eu acho que ele está a aprecia a publicidade que está a ter.
É claro. Por causa disso ele pode expor-se a ele próprio. Maxine, terás alguma coisa a dizer-me, por obséquio?
Maxine: Bom; foi simplesmente espantoso que esse homem tenha podido matar oito estudantes, e como, por uma qualquer forma, elas não tenham sido capazes de o travar, porquanto foram oito contra um, a menos que elas se tenham sentido aterradas de morte.
Elas ficaram todas muito aterradas.
Annie: Yada, haverá alguma forma por que seja capaz de prestar ajuda a este tipo de coisa?
Creio que não, creio que não. Vejam bem, se eu o fizesse, conseguirão imaginar a tremenda publicidade que nos seria dada não só a nós mas ao Mark, o que levaria a que as pessoas não o largassem constantemente para as ajudar nisto e naquilo.
Pergunta: Creio que conseguimos perceber isso, ele ver-se-ia encurralado.
Pois.
Pergunta: E eventualmente alguém haveria de vir atrás dele e ele não quer esse tipo de exposição.
NÃO.
Comentário: Creio que eu poderia responder a parte da pergunta que a Maxine fez. No estado de espírito em que ele se encontrava na altura, isso quase seria quanto bastaria para as deixar praticamente num frenesi e num estado de catalepsia, de modo a não poderem fazer o que quer que fosse.
Exactamente.
Comentário: Ele haveria de apresentar uma tal irradiação de caos, um tal estado de terror aterrador que ficariam praticamente em estado catalético ou hipnotizado. Não será isso verdade?
É, é verdade. Frequentemente, nós humanos entramos em pânico de modo que deixamos de pensar, e tornamo-nos irracionais. Começamos a correr em qualquer direcção. O que constitui a pior coisa que nos pode acontecer, entrarmos em pânico por qualquer coisa, por perdermos controlo da capacidade que temos de raciocinar.
Comentário: Suponho que as raparigas se encontrem em muito mau estado do outro lado, não?
Evidentemente. Encontram-se em estado de choque, sim, todas elas, e estão a ser vigiadas. Afortunadamente uma dessas senhoras escapou. Ela terá tido um vislumbre desse homem?
Maxine: Ela forneceu uma descrição dele e disse ser capaz de o identificar. (NT: Corazón Amurao)
Então, o melhor será que a coloquem sob custódia.
Comentário: Já puseram.
Maxine: Ele encontra-se sob custódia.
Comentário: Ela virá a tornar-se num alvo, eles percebem isso?
Esse indivíduo tem aproximadamente 1,74 a, 1,79m de altura. Ele é magro e tem cabelo escuro mas não apresenta uma compleição lá muito boa - tipo pálido. Mas dizes que eles tenham uma descrição dele?
Maxine: Sim. Creio que a rapariga terá dito que ele teria cerca de 1,82m. Creio que ele foi descrito como um pouco mais alto.
Comentário: Sob essas circunstâncias seria realmente difícil obter uma perspectiva avantajada.
Sim, claro, por em primeiro lugar ela se encontrar aterrada, e depois, por se encontrar numa má situação no chão e ter que olhar para cima. Ele poderá ter parecido maior. Agora, com respeito àquele indivíduo e à tua filha. Percebes que esse indivíduo constitua uma ameaça entre as crianças, por ele poder entrar em pânico quanto à possibilidade delas o acusarem, e que uma vez em pânico seria capaz de matar? Nisso reside o perigo.
Pergunta: A tua filha foi magoada, Maxine? A tua filha mais nova?
Maxine: Bom; ela não foi magoada, mas ele tentou ir atrás dela.
Não só atrás dela como atrás de um catraio pequeno também, não?
Maxine: Sim.
Os pais do pequeno terão apresentado queixa?
Maxine: Apresentaram.
Muito bem. O problema está em que, colocar esse indivíduo na cadeia não irá resolver o problema, a menos que o afastem para a vida toda, durante o resto da sua vida. Mas isso tão pouco resolverá a questão, por na cadeia ele passar a tornar-se indulgente com outros jovens e quando eles saírem eles virão a fazer o mesmo. Sem educação não pode haver segurança. O homem é um animal, um animal muito selvagem quando não é educado de forma inteligente, por estar permanentemente em estado de pânico. e insegurança equivale a pânico.
Annie: Estou muito satisfeita que o Dr. Sudo vá enviar ao Mark (e a outros médiuns) algumas dessas coisas que porventura os auxilie situação diabética em que se encontra. Nós que pertencemos ao Círculo apreciamos tudo que é feito pelo bem do Mark, por também ser feito pelo nosso bem. Não estás a trabalhar mais?
Maxine: Não, estou de férias.
De férias, ah. Há quanto tempo não estás a trabalhar?
Maxine: Bem, já estou fora há quase uma semana, e ainda tenho outra semana.
Estás a desfrutar das férias?
Maxine: Ah, estou. É muito bom não termos que nos levantar cedo para ir trabalhar. Gosto muito disso, muito mais do que de trabalhar.
Pois, por na verdade teres trabalho a fazer em casa. Tomar conta do teu filho pequeno é uma tarefa que em si mesma é muito importante.
Maxine: Há sempre imenso que fazer.
Pois. Bom, meus amigos, haverá alguma coisa mais que desejem que eu diga?
Comentário: O mundo está repleto de perguntas e de poucas respostas, sobre por onde começarmos e onde pararmos. Uma pergunta suscita muitas outras, que haveremos de fazer?
Creio que fazer é muito mais importante que falar. Falam demasiado acerca dos vossos problemas e na realidade muito pouco chega a ser feito com respeito a eles.
RACISMO - O vosso problema da raça está a aumentar e vai piorar, por se encontrar nas mãos daqueles que não têm educação, e eles irão usá-lo de modo a que passe a servir os seus próprios propósitos. Deixou de ser um protesto. É um impulso para satisfazer os próprios problemas que têm com as coisas físicas, roubar e matar, caso necessário. E muitos deles matarão embora ser apanhados signifique punição para eles. Eles são violentos. Vivem nas suas mentes de animal. Estes tumultos não estão a ser cometidos pelo pensador negro, mas pelos que são insanos, por aqueles a quem está a ser negada uma educação apropriada, pelo que não sentem qualquer compulsão de recorrer à violência. De facto estão à procura dela.
Pergunta: Será isso um escape para o seu impulso de vingança?
Exacto, e nada mais.
Comentário: Bom, não conheço nenhuma forma porque os agentes de imposição da lei poderão lidar com isso, por também ser um instrumento político. De modo que não se pode lá muito bem sair a combater o fogo com o fogo, por lhes vir a custar uns quantos votos. Só está a provocar uma guerra civil.
SOLUÇÃO - O que devia ser feito, segundo creio, seria um certo número de brancos e de negros educados serem reunidos e fazerem com que esses brancos e negros se disseminem por entre os brancos e negros e os reeduquem. Se movam por entre eles nos meios em que esses crimes tenham probabilidade de deflagrar.
Pergunta: Mas, isso não irá acontecer por essa via, Yada.
É claro que não, porque, conforme disse, tornou-se numa coisa política.
Comentário: Mas agora não há estado intermédio algum. Não existe salvaguarda dotada de inteligência moderada que os atravesse, para possibilitar que alguém o faça como diz que deveria ser feito. Mas decerto que eu não desafiaria o seu discernimento, só que se afeiçoa mais do tipo...
É demasiado tarde.
Comentário: Pois, é demasiado tarde.
Sabes que há um velho ditado que diz que criamos a condição que, se não for propriamente equilibrada cairá no desequilíbrio e destruirá todos à sua volta.
Comentário: Todos do mesmo modo.
Exacto.
Comentário: Mas há uma pequena coisa a que chamamos ganância que deu início a toda a confusão.
Claro.
Comentário: Pelo que equivale à colheita dos resultados naturais.
Correcto. Em primeiro lugar, o homem branco dificilmente poderá esquecer como tratou o homem negro durante muito tempo. Assim, o homem branco está agora a colher os "ventos que semeou," por a maioria dessa gente por essa altura não passar de selvagens e de incultos. Traze-los para a vida citadina e ministrar-lhes um pequeno tipo de educação, educação livresca, não erradicou o selvagem do seu íntimo. Eles sentem-se maltratados. Sentem a própria insegurança
Comentário: Encontram-se deslocados do seu elemento.
Exacto. Muitos deles ressentem a cor da pele que têm. E essa condenação pessoal decerto conduz à destruição em todas os sentidos.
Pergunta: Por sentirem o contraste existente entre eles próprios e os brancos - da civilização branca?
Exacto.
Comentário: É isso que os leva a amaldiçoar o facto de terem nascido
Exacto.
Maxine: Yada, isto suscita uma outra questão. Porque serão negros?
Isso não suscitaria igualmente a questão do porquê de vocês serem brancos?
Maxine: Claro que sim.
Comentário: Não fui eu quem perguntou isso, Yada, foi ela. RISO
O meio ambiente.
Maxine: Quer dizer que tenha sido a origem que tiveram?
Sim, o tipo de país em que nasceram, o tipo de ambiência. Tudo isso tem que ver com a mudança da estrutura celular e a criação de padrões genéticos que respondem pela pigmentação enegrecida da pele. No grande norte, as condições propiciaram a coloração branca. Mas porquê? Essa é a questão que nunca fui capaz de responder, o porquê de tudo. É simplesmente a forma como é.
Comentário: A diversificação das raças também proporciona um grande desafio quanto ao crescimento da espécie humana, por causa da diferença e a maior oportunidade de aprendizagem existente entre elas. É um desafio. Se fosse tudo uma mesma, vocês haveriam de ficar muito apagados, pois que haveria um maior status quo - não estou a expressar-me bem.
Pois. De qualquer modo as pessoas sempre encontrarão desculpas para se odiarem mutuamente até que tenham aprendido a amar-se. Até que tenham amor por vós próprios, não poderão amar os outros, por os não conseguirem compreender. Se não se compreenderem a si mesmos - como conseguirão compreender os outros? Amor significa compreensão. Já o afirmei pelo que a repetição disso não magoará. No devido tempo virá a existir uma só raça e eventualmente essa raça terá a pele branca. Mas não haverá mais quem sofra imposição para além da população negra?
Senhora: Sem dúvida.
Claro que sim. Porque é que esses povos não se erguem?
Comentário: Bom, a maior parte deles ao longo de gerações gozaram de uma cultura altamente desenvolvida. Tinham uma melhor estirpe. Provavelmente existirá uma multiplicidade de razões.
Pois, e uma delas reside no facto do homem negro ter tido origem nas selvas onde era considerado um selvagem desde o começo. Mas, não terão vocês conhecido muitos selvagens brancos?
Comentário: Claro que sim, sem dúvida.
Por toda a parte o homem tem dois aspectos, um é insano e o outro é são. Essa guerra entre os dois aspectos constitui uma verdadeira guerra. Porém, seria muito menos se mais pessoas se preocupassem com o seu meio - o que é. E o que é, traduz-se basicamente por ignorância. É isso que leva os humanos a odiar-se uns aos outros. A ignorância de que padecemos leva-nos a sentir ódio por nós próprios. O homem tem muitos, muitos problemas Mais ninguém fora de si o faz por ele. Ele fá-lo, pelo que é responsável.
Se os patriarcas de uma cidade, quando isso começou, realmente sentissem interesse pela cidade, pelo povo, toda a gente que compreendia, as favelas não poderiam ser criadas. Mas onde não impera um interesse desses impera a política, o ganho e a busca do proveito pessoal sem consideração pelos outros. Isso cria as favelas, em primeiro lugar nas mentes dos patriarcas da cidade, e elas por sua vez alastram a toda a cidade. Eles “apadrinharam” as favelas, não?
Comentário: Bem, eu acho que sim.
Pois, pois é claro.
Comentário: Contudo parece haver certas pessoas que simplesmente não se consegue ajudar. Não têm a sensação de serem dignas de qualquer coisa e são difíceis de auxiliar.
É como tu disseste antes, passou demasiado tempo. Creio que o tenhas dito... (indica o homem)
Comentário: Bom...
Mas será realmente, será sempre realmente demasiado tarde para fazer algo acerca de uma situação má? Não. Existe somente um tempo para começar, que é agora. Mas como hão de começar quando têm aqueles que são representantes da cidade, vilas e aldeias, que fazem jogos políticos. Na realidade eles têm uma mentalidade criminosa. Não existe honestidade, sinceridade, ou pelo menos não em pessoas suficientes. E isso é o que precisa haver, a sinceridade. Misturar o homem branco com o homem negro não os irá levar a amar-se um ao outro. De facto irá levar a um incremento do ódio. Primeiro precisam ser educados na compreensão um do outro. O que estão a fazer é demasiado perigoso com isso a que o homem branco chama de integração. Como irão integrar e fazer com que resulte quando têm duas mentes insanas com que trabalhar, a negra e a branca?
Não acham que colocar dois animais diferentes numa jaula irá levar a que se matem um ao outro, ou pelo menos à morte de um deles? Precisam treiná-los a estarem juntos. Colocarão um cão e um gato juntos se não tiverem sido condicionados a isso? Contudo, vocês insistem em fazer justamente isso e esperam obter resultados maravilhosos e que uma generosidade amável se desenvolva entre eles.
Muita gente casa-se. Por causa das aparentes diferenças existentes entre macho e fêmea, crê-se que estejam interligados. Mas a feminilidade e a masculinidade são uma coisa individual. Elas cobrem muitíssimas mais coisas para além do sexo. Amor é o apreço que sentem pelas qualidades dos outros, mas o amor não pode ser inculcado pela mente insana, por não possuir noção de similitude, de aptidão, de qualidade, nenhuma. Só procura satisfazer os seus impulsos imediatos e isso é tudo. Daí que a grande maioria dos casamentos acabem naquilo que chamem de divórcio; poderá ser de outro modo?
As pessoas não podem ser postas juntas até que tenham sido condicionadas para estar juntas, e o primeiro factor de condicionamento para o indivíduo é compreender a vida, o que é a vida.
Comentário... Qual terá sido a força que está por trás da integração? Será uma...?
É política. A forma que está a resultar e da forma que está a ser tratada constitui entre determinadas pessoas uma determinação para destruir os gentios. É esse o objectivo. Agora, a consciência disto fará muito mais do que levá-los a muito pessoalmente excepto a querer odiar os judeus?
Comentário: Não conheço muitos deles. Eu próprio não chego a ter contacto com eles pessoalmente, mas gostaria de saber a razão disso.
É isso que está por trás disso, uma vontade de destruir os gentios por uma miscigenação, pela reprodução de formas inferiores, para criar cada vez melhores escravos.
Pergunta: Será mais isso do que comunismo?
É, porque os comunistas têm os seus próprios ódios pelos negros e pelos Judeus no seu país. Na Rússia existe um grande ódio pelos Judeus. Na verdade não conheço nenhum lugar por todo o mundo em que não haja ódio pelos Judeus.
Pergunta: Os Judeus não exploram sempre as nações em que se instalam, e tanto quanto podem?
Fazem-no, mas porquê? Por terem sido explorados. Eles foram escravizados pelos povos que são chamados de Gentios!
Pergunta: Então isso representa um “ajuste de contas”?
Exacto. Uma vez mais voltamos aos factos; na vossa Bíblia Cristã é dito: “Conforme semearem assim colherão.” Não conseguem evitar isso, é uma lei.
Comentário: Bom, eu não o consigo ver. Eu não creio que isso suceda, por ser uma coisa demasiado volumosa de enfrentar na natureza humana, uma coisa em demasia para se controlar (esse ajuste de contas).
É contra ela. Exactamente, a natureza humana, não?
Maxine: Soa a planeamento monetário.
Comentário: A interesses monetários, sem dúvida, pois bem, é. São os interesses monetários que estão por trás disso.
Claro, é a busca de poder
Comentário: Sabe daquele rei que foi a Nova Iorque e que fez uma observação com respeito aos Judeus, que era um rei daquelas nações Árabes. Pois bem, recentemente ele foi alvo de um tratamento vip (tapete vermelho) na nossa capital, e quando regressou a Nova Iorque ele fez um comentário qualquer acerca dos Judeus. Olha o que foste dizer! Ele excomungou-se de toda a esfera da burocracia da cidade Nova Iorque e do estado de Nova Iorque.
Decerto, e porque não? Por a maioria lá ser composta de Judeus.
Comentário: E de Judeus adinheirados.
E de Judeus adinheirados. Bom; o Hitler procurou destruir os Judeus. Terá ele conseguido que os gentios fossem mais amados pelos Judeus? Claro que não. Aumentou esse ódio, mas ao mesmo tempo o povo Judeu estava a destruir a Alemanha economicamente.
Comentário: Foi por isso que ele os quis destruir, provavelmente. Ele não queria competição.
Exacto. Bom, o Hitler tinha boas intenções de início, só que meteu-se pelo caminho errado, com a violência e a morte. Uma mente psicopata não consegue mudar coisa nenhuma para melhor, apenas para pior.
Pergunta: Ele ainda terá uma mente psicopata?
Ainda tem e quando regressar aqui tem a intenção de voltar a fazer o mesmo, caso consiga recordar-se. Sim, ele não está arrependido.
Pergunta: terá ele consciência das diferentes dimensões actualmente?
Sim, tem, é claro. Mas o homem foi igualmente um metafísico.
Comentário: Sim, estou inteirado disso.
Por isso ele sabia, e conhecia a lei, só que agi contra ela, e procurou produzir o equilíbrio pela instauração da violência e do desequilíbrio. Mas a violência só gera mais violência. Não há como fugir a isso.
Pergunta: Por quanto tempo terá ele que ficar do outro lado? Esta é uma pergunta meio estranha de se fazer, já que não me diz respeito, só que na condição em que ele se encontra, isso não lhe garantirá um período de tempo prolongado do outro lado?
Não. Ele precisa nortear-se com relação à altura de regressar ao mundo, mas como a maioria dos desejos que tem são e natureza física, não lhe terá dificuldade em voltar ao mundo físico muito em breve. Entendam, a única forma por que o homem pode ficar longe do mundo físico é pela compreensão do que é espiritual.
Pergunta: Ele entronar-se-á com alguém do seu séquito?
Para o ajudarem a alterar as perspectivas?
Pergunta: Não, daqueles que ele enviou para lá de forma prematura.
Ah, mas é claro. Só que não há nada que qualquer deles possa fazer com relação a isso, pelo que se mantêm afastados uns dos outros. Ele acha-se bem isolado, excepto o facto de ter os seus correligionários
Comentário: Ah, claro. Ele terá o seu próprio grupo.
Sim, e eles animam-no constantemente e animam-se a eles próprios, evidentemente, na esperança de voltarem e de o tentarem de novo. Ele sente rancor pela perda da vida antes de conseguir realizar o que se tinha disposto a fazer. Mas, como poderia ele possivelmente consegui-lo antes de partir?
Mark Probert
(#136) - 15 Julho de 1966 em San Diego, Califórnia
Tradução: Amadeu António

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