terça-feira, 23 de maio de 2017

VIBRAÇÃO E CURA





ROYAL RIFE
VIBRAÇÃO E CURA

Sim, é o Dr. Rife quem fala; eu passei pela experiência mais fantástica de todas as vidas, nascimentos e renascimentos de mundos e de galáxias. Fui levado ao desejo natural da humanidade do planeta actual a fim de entender o próprio começo da sua força vital, uma força que, muito antes da criação da luz já constituía esta concha externa do desejo. E assim, nesse desejo vejo, por intermédio do microscópio clarividente, a corona desse desejo a mover-se para a força da luz, algo sobre o que li há eternidades atrás no vosso mundo do "Que haja luz, e a luz passou a existir," produto da força desse desejo. E a continuidade da vida que moveu toda a identidade, ou em que cada uma gradualmente se moveu rumo aos seus objectivos finais e representação da criação, sem que fosse restringido a uma abordagem individualista por aquilo que era requerido nos eventos da história para dar início ao homem na sua aceitação e necessidade do papel da reincarnação.

E essa reincarnação era requerida a fim de que a humanidade satisfizesse o seu destino original, um princípio de despertar para a sua criatividade, e para a unidade que tem com um vasto infinito que excede em muito a compreensão que tenho do vosso. Podemos somente dizer que essa criação ou esforço criativo constitui aquele intenso desejo que possuímos dentro de nós, uma sede não saciada pelo que pensamos que devíamos ter na força sólida e material da energia, mas ao invés a expansão do desejo a fim de vislumbrar a grandeza e o significado da vida, que anda agora a deslocar-se pela periferia do vosso planeta Terra.

E aí move um retorno por completo àquela compreensão da Unidade, Unidade essa que na sua originalidade nunca esteve destinada a ser parasítica. Nunca esteve destinado que uma coisa devesse alimentar outra, mas que eventualmente todas as condições se alimentassem umas às outras para poderem sobreviver, e para mover o círculo da vida na sua continuidade conforme conhecem e compreendem.

Por meio desse microscópio de criação espiritual, vemos que toda a vida se acha contida numa simples gota de aqua, ou água. E dessa água provêm todas as forças desse desejo que combinam todas as coisas em todos os mundos, em todos os indivíduos, em toda a energia sólida e refinada, o significado da criação.

Mas a expressão do desejo no tocante à beleza da vida, que é concedida aos vossos reinos vegetal e animal do mesmo modo, sem que, contudo, seja alguma vez limitada pelo abuso desse privilégio de conhecer o simples expediente de entrar num corpo de carne, de passar para diversos mundos e para diversas vidas, o que constitui somente uma escola - de representação poder-se-á dizer, da penetração numa condição sólida a fim de expiar porventura a roda cármica iniciada há biliões de anos pelo desejo do núcleo da vida que se impregnava de materialidade.

Essa humanidade, sem encontrar o caminho de volta, busca o objectivo final do que constitui a justiça, a compaixão e a humildade, a plenitude da verdade, a plenitude daquilo que exemplifica a força de Deus nas suas acções, actos e significados.

Quando olhamos além da ilusão do que aceitamos aprender e experimentar e a atrair a nós, aqueles que iniciaram a magnificência do esforço criativo de há eternidades, e semelhante aos grudes que mantêm os vossos mundos todos coesos, e uma vez mais, refere o magnetismo e a atracção da substância celular da forma física - uma gota de água delicadamente colocada, poderão dizer, na cobertura exterior do que é mundo e o seu significado. No entanto essa gota de humidade de força de vida pode ser penetrada na plenitude do que constitui um microscópio, ou mesmo as gotas de água na força celestial que os telescópios conseguem comandar e ainda assim começar a ver, e que proclamarão um começo e uma compreensão de novos sistemas estelares, que no entanto, em toda a sua grandiosidade, é essa simples gota de água que vibra repleta de vida. Poderão chamar-lhe uma antiga ameba, a célula da vida, contudo imbuída dos poderes da vastidão que encontram no vento, no ar, na água e no céu.

E assim, o homem, na sua humanidade, para viver pelos modos do verdadeiro equilíbrio da vida, carece da compreensão de que toda a célula da anatomia humana - que existem aos biliões - é constantemente reciclada, ou reincarna, e substitui aquelas que morreram em função das actividades que colocamos sobre a mente e no corpo (a mente é abstracta na força cerebral) e assim, percepção de que cada célula possui aquela consciência que a dirige para a coordenação de todos os movimentos e de todos os instantes e de todos os segundos da vida na forma física.

Porém, essa forma não consegue operar na dignidade que caracteriza a sua criação, quando é submetida a curto-circuitos pelas constantes exigências da própria vida. Formas de ansiedade, formas de depressão, formas de limitação que conduzem à carência de uma apreciação que o leve a dirigir-se a cada célula para lhe transmitir a força do amor que merece, para lhe conceder respeito que merece, para que, uma vez mais, o significado do amor responda pela sobrevivência dessas células.

Eu descobri na minha vida terrena, tal como descubro na situação de agravamento de uns quantos indivíduos que podem tirar um momento para apreciar as células do fígado a mover-se em sincronia com os sucos pancreáticos do organismo, ou do baço a estender a capacidade que têm de incorporar a riqueza do sistema endócrino na sua inteireza. Assim, sem a apreciação desse corpo, dessa gota de água, gota de água essa que no entanto contém todas as coisas necessárias que permitam o funcionamento da própria anatomia - de modo que, quando se apresenta a consistência do sentir do pavor do que chamam de morte, doença, enfermidade da vida, a criação do que é chamado temor, incerteza, quando deixam de carregar em vós a dignidade, o direito - de se encontrarem e de terem aceitado uma posição no mundo pela vossa própria vontade, para seguirem os vossos diferentes caminhos.

Jamais termina, por o contentamento da humanidade residir no reconhecimento de que o que não é conseguido numa vida poderá ser conseguido noutra. Mas sempre há uma projecção, nessa criatividade do desejo, que lhes permite ver que direcção ou caminho tomar na vossa realização e continuidade, rumo a um pleno despertar espiritual e sentido do vosso caminho, na própria criação.

Uma vez mais, o corpo não pode estar sujeito a tais incertezas, aos receios da vida, por isso lhe interromper o livre fluxo de cada célula que vibrar na milionésima forma de expansão da sua vibração. E assim, à medida que a vibração sofre alteração, também se transforma de uma doença do viver numa doença do corpo - o que não o qualifica para se tornar na força de Deus que pretende representar.

Conforme vejo a humanidade presentemente, são as pessoas que sufocam a força das suas células, por não reconhecerem nem conseguirem atribuir a cada célula o seu devido respeito. Mas isso constitui um esforço inconsciente quando se reconhece a euforia, a intensidade do sentir.

Mas não esqueçamos que na hábil simulação da própria natureza existe uma abundância de curas - não paliativos, mas curas - na fragrância que vocês colhem do arbusto lilás (Syringa vulgaris) ou da rosa. Ou do feno recém-cortado, cuja inalação dessa fragrância constituía uma delícia para mim, em catraio, que pode ser usada como afrodisíaco; ainda assim, estimula os ciclos reprodutivos de cada célula, e não só aquelas que são usadas na criação e na procriação da vida.

É uma vez mais encontrado na apreciação do magnetismo e da projecção do reino animal que trata e cura - no toque da sua pele em todas as suas diversas formas vibratórias. É por isso que os animais são produzidos diferentemente e lhes atribuem diferentes nomes, por cada um possuir uma vibração diferente de cura e conseguir acalmar as dores da humanidade que não sente contentamento rumo à plenitude do seu desejo espiritual.

Agora, na busca que empreendi na carne por intermédio do microscópio pela causa das doenças terminais, tive o privilégio ver além da cultura colocada diante da lâmina do microscópio. Sentado durante horas a observar a actividade além da concha de revestimento da célula, e trazer o que representava a condução da limitação que dava origem à doença à plena luz do equilíbrio necessário.

Por conseguinte, precisei fazer deslocações com o Dr. Cole, com os professores e os mestres de grupos Essénios, daqueles dos antigos continentes há muito desaparecidos, como o da Lemúria e da Atlântida, a fim de compreender o processo de rejuvenescimento da vida, e para por fim penetrar na totalidade da Unidade, dando início ao desejo que tinha de ver a alteração do que constituía o começo de toda a vida.

Aí descobri que nessa plena compreensão, não só o corredor do desejo de expressar e de satisfazer a criatividade da vida, mas vi com toda a clareza qual o simples significado e realização de toda a vida - e de todas as atmosferas da vida, mas que todas as coisas se movem apenas no espectro da vibração, nesse efeito ondulatório que se vê quando uma pedra é lançada nas águas plácidas. E cada vibração - e existem biliões e biliões que representam todos os sistemas estelares, e todas as outras formas de humanidade existente noutros sistemas. Mas tudo edificado sobre a influência vibracional constituiu o começo do próprio corpo humano.

Poderão dizer que a ameba terá explodido da força da origem da humidade ou da gotícula de água, por toda a vida vibrar a partir dessa gota de água que vibra em toda a criação. A prova reside no facto de não podermos sobreviver sem a hidratação do organismo, a inalação ou ingestão das águas da pureza (que não mais existem no vosso mundo), mas que foi um imperativo que expandiu a força vibratória no corpo. E por conseguinte, esse corpo - que vibra inteligentemente, não por um acto de graça, da boa vontade ou de um acto de Deus, mas vibra para conseguir a sua continuidade - e para viver no mesmo organismo por tantos anos ou séculos quanto lhes aprouver viver - mas somente no desagrado e nas limitações da vida se aceita a teoria da morte, a qual não tem existência. A morte jamais esteve incluída nessa gota de humidade. E só constitui morte por na aceitação do mesmo se tornarem vítimas da casa mortuária e da sepultura.

Uma vez mais, ao alargar este horizonte rumo à visão da herança da doença (mal-estar) em que o homem se colocou, eu vi a sincronização externa da célula como portadora de uma concepção saudável, herança essa que criou uma rigidez ou casca de negatividade sobre a célula. E a célula, ao ver-se incapaz de se hidratar a si mesma, por fim tornou-se numa forma de malignidade que os químicos não conseguiam curar - nem tão pouco curarão as necessidades que actualmente alastram pelo vosso mundo.

É o reconhecimento da existência de uma vibração de completa cura de qualquer doença quando é sabido e compreendido que só a vibração destrói e reconstrói essa célula no organismo, o próprio mundo, ou noutros mundos. Pois nada alguma vez se perde uma vez depositado na força criativa do som; daí que venham a descobrir, se experimentarem os diferentes anéis sonoros, aquilo que constitui um equilíbrio no próprio corpo.

Uma vez mais, eu convidava as pessoas a experimentar diferentes sons; não só a força da sua própria natureza -- mas uma grande cura da própria garganta (desde o lábio até ao corpo) por poderem descobrir curas para a garganta e a laringe, por no processo do entoar se pôr em marcha a essência primária daquilo a que chamam o “EU SOU” de toda a vida, o som “OM.”

Mas isso ramificou-se a uma descoberta maior, creio que lá por volta de 1934-35 (não estou certo quanto à data) mas em que descobri pelo uso da clarividência do microscópio na lâmina da doença que estava ser observada, que toda e qualquer cura pode ser conseguida por meio do som da vibração.

Ainda assim, nas escolas de ensino médico, eles empregam o moto do Primum Non Nocere  "Antes de mais, não prejudicar," mas fazem mais mal por intermédio do uso da química, e por meio das tentativas de corrigir o organismo por meios químicos, quando a influência vibratória é tudo quanto é necessário para conduzir a força da célula a um equilíbrio. Mas aí precisam alargar a compreensão da mudança de qualquer atitude, sentimentos e formas de pensamento que tenham causado a condição que tenham herdado em virtude de todas as suas tolices.

Assim, é sensato fazer uma pausa e reflectir no vosso próprio espírito sobre o que é a vibração, e o significado que tem. E a título de teste convido-os a pegar numa célula apresentada a qualquer dos vossos cinco sentidos, e a ver o imediato da reacção que evidencia ao lhe colocarem uma forma-pensamento. Por exemplo: Não será espantoso que consigam pensar dirigindo-se ao vosso pé e lhe ordenem que se mova?

Mas qualquer situação da vida, sejam as condições que as pessoas representam pela trágica compreensão de que quando atingem os cinquenta começam a murchar, e de que as suas emoções começam a esfriar, ou de que as chamas do desejo tendem a esmorecer, por o homem ter aceitado a derrota – quando, se ele perceber que é invicto, que é potente, ele sai revigorado e expressa nos seus corpos uma abertura plena para com a grandiosidade do comando que exerce sobre toda a célula. Mas não terei dito que todas as células estão em vibração, e que todas as células, por entre os milhões que existem, estão a trabalhar em prol do benefício definitivo do vosso ser? E não será assim até mesmo no que toca aos grandes meios da acção receptiva da feminilidade, que descobrimos que duplica mesmo a quantidade de células existentes na positividade da masculinidade?

Porquanto aí reside o receptor e o dador da continuidade da vida, que uma vez abrangido, e uma vez expandido até à apreciação da vida, os conduz a um sentido intuitivo mais profundo e a um significado do seu ser na plenitude da própria natureza. Contudo, a natureza não passa de uma gota de água lançada no seio da criação, que permite que todos e cada um partilhe do néctar da constância da sucessão de vidas, do movimento rumo a esse objectivo final numa jornada mais curta - por meio do que, na constância da busca médica e nos convites dos hospitais e das agonias e dores que tentam compensar com a papoila da morfina, o homem descobre que encurta a sua vida, pelo que precisa voltar uma e outra vez.

Mas o propósito que me leva a entrar neste período específico do vosso planeta e da humanidade, está no sentido rumo àquilo para que a humanidade está a despertar por direito próprio - a busca de uma via alternativa para a sua saúde, as suas curas. Mas gradualmente há esperança de que venha a compreender a frequência vibratória do seu próprio ser, a ponto de compreender que está sempre no comando do seu corpo - ou que se trata simplesmente, conforme a ciência diz, da “Mente acima da matéria.” Mas assim como pode dirigir e comandar o seu corpo até atingir a perfeição, que consta do sopro da humidade existente no corpo, também poderá corrigir as condições que tenha imposto a si próprio, ou nas suas limitações ela não encontra esse desempenho que lhe alargue os horizontes da sua dupla expressão da essência celular.

Isso está a ter lugar nas convulsões da mudança que atinge o vosso mundo; é o desaparecimento do médico. Porque na vastidão do vosso mundo em mudança, da alteração que o seu corredor orbital está a sofrer no esquema das coisas, voltará a despertar a totalidade da humanidade rumo aos seus direitos de nascença e ao reconhecimento disso. Mas que não impere a insensatez quanto à possibilidade de, nas convulsões da vossa Terra e atmosfera que se estão a verificar, surja um salvador que mitigue as feridas de que padecem. Nem que surja uma voz que proclame aquilo que consiste na negatividade, ou aquilo em que popularmente acreditam como sendo o Anticristo, por o homem precisar proceder à sua própria expansão rumo ao reconhecimento de si próprio, à dignidade e propósito de vida que tem, que é a coisa irrevogável a combinar com a Unidade de todas as coisas. Mas uma vez mais, se o homem apenas considerar a gota de água, descobrirá nela uma expansão da compreensão que ele não encontra ao seu redor.

Pergunta: Poderemos conversar, Dr. Rife?

Rife: Certamente.

Pergunta: Fez uma maravilhosa descrição, muito esotérica, mas gostaria da saber que outra abordagem, que não a esotérica poderia fazer. Deveremos envolver-nos com o tipo pensar do dia-a-dia da humanidade, com o que a medicina fez ou o que os médicos fizeram por tal associação para realmente destruírem a humanidade? Acha que deveríamos tratar da questão de como inverter essa destruição ou fazê-la voltar ao normal?

Rife: Não é nosso propósito degradar as boas intenções de muitos dos médicos e terapeutas; temos, em vez disso, a intenção de comunicarmos por intermédio destas palestras que podemos utilizar como uma forma de orientação, de modo que nos eventos como aulas ou reuniões de indivíduos, eles possam colocar estas questões e receber a mais simples das respostas compreensíveis. Contudo, revela-se esotérica na abordagem que faz da origem de traduz toda a vida, por só poder ser transmitida assim, de uma forma esotérica, por não poderem expressar o infinito por meio da linguagem ou dos significados da vida conforme a conhecem na forma material.

Pergunta: Esse era o meu propósito ao suscitar a questão, descobrir se as intenções que tinha seriam as de se referir mais a um tipo de vida material.

Rife: Somente quando reconhecerem como se curam se forem o vosso próprio médico, mas utilizando a força da vibração, daí as introduções dadas ao que constitui o perfeito exemplo da saúde, que reforçarão a autoestima de que necessitam para desfrutarem da continuidade da pena saúde.

Pergunta: Esse era exactamente o propósito que tinha. Para que, se tivéssemos que começar do zero um assunto particular que tivéssemos em mãos, tais como os transplantes, o aborto, e coisas desse foro, fosse dentro dos princípios do que está a tentar estabelecer.

Rife: Desejamos dar corpo à expressão do que designaram como todas as doenças de modo a dar-lhes uma resposta, e uma oportunidade das pessoas contribuírem com a plenitude do seu ser rumo à derradeira imagem da saúde. Mas isso seguir-se-á à medida que cada discussão das diferentes doenças for trazida à baila, e se verificar a reviravolta necessária que pode ser conseguida pelo que vocês chamam de condição do mundo da Sida do presente. Assim como as vossas condições cancerígenas e as diversas doenças e enfermidades a que o homem dá aceitação – embora na compreensão da Sida, lembram-se de que foi criada pelo homem, pelo que tem que ser controlada numa condição de força vibratória para a levar a um completa paragem.

Pergunta: Bom, então peguemos na Sida como questão inicial por parecer constituir a praga dos tempos actuais. Número um, na sua ideia, como deveríamos abordar o paciente ou o público para uma prevenção da Sida? Depois, a sua possível cura por meio das suas próprias capacidades e o seu método vibratório...

Rife: Podemos usar os timbres do círculo musical da vida, e mais será discutido nesse sentido mais tarde, por indivíduos que foram chamados de génios do vosso mundo. Acederemos à fonte dos timbres ad música da vida, juntamente com aqueles mestres com que se familiarizaram, tal como Chopin e Beethoven, e de os reunirmos para irmos além daquilo que têm como escala diatónica, até à escala cósmica da criação onde uma nota que repercute pode curar uma centena de pessoas numa área específica de uma doença do corpo. Preciso partir, mas mais virá.

Grupo: Obrigado, Dr. Rife.
Da autoria de Elwood Babbitt, c/ permissão de Daria Babbitt
Traduzido por Amadeu António







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