domingo, 14 de maio de 2017

HISTÓRIA DO UNIVERSO - SEGUNDA SÉRIE



FORMAÇÃO DO UNIVERSO 2

Boa noite. Estou encantado por esta oportunidade de conversar convosco uma vez mais. Eu disse na semana passada que ia pedir ao "instrumento" para ditar, por assim dizer, uma informação para um folheto, mas não o fiz devido a eventos que se deram na vida dela: a morte de uma amiga e o trauma emocional. Mas vamos ter um alinhamento de sequências temporais para vós, da próxima vez, não desta vez.

Terão alguma pergunta referente ao material com que estivemos a trabalhar na semana passada; terão alguma pergunta particular?

Pergunta: Uma resposta de que não me lembro muito bem. Terás dito que o espírito evolui mais rapidamente encarnando, digamos, do que no espírito?

No plano terrestre. Sim, por no plano espiritual vocês não lidarem com emoção, e no plano físico disporem de emoção. E a emoção constitui um dos maiores factores de aprendizagem que existe no universo, entendem, por poderem enredar-se de tal modo nelas que podem chegar a parte nenhuma. A emoção representa um forte mestre, e a forma como lidam com elas faz muita diferença na vida.

Pergunta: Julian, em que período de tempo terá vindo Sanat Kumar animar o plano da Terra?

Muito bem, isso ainda não tinha surgido há um certo tempo. Temos vindo a manter isso em sequência, o mais que pudermos. Aquilo que quero que entendam é que, ao falar do que ocorre, também procuraremos traçar paralelos para uma compreensão religiosa. Têm muitas analogias nos vossos éditos religiosos que constituem um meio de explicar os fenómenos. Também deve ser reconhecido que Adão não era um homem conforme vocês conhecem o homem. E que os dias da criação não compreendem dias conforme os dias que vocês conhecem. Cada "dia" dos que são mencionados nas escrituras compreendem milhares de anos de evolução cada um. Assim, quando leem que "no primeiro dia Deus fez..." e no quinto e no sexto, precisam reconhecer que isso se reporta a períodos evolutivos e não períodos como o dos vossos de sete dias. Marcam os planos evolutivos que trouxeram aquilo que era o movimento e o ser etérico à forma, de uma natureza etérica. O primeiro homem não pensava - simplesmente existia, estão a entender? Daí que tivesse que se dar uma evolução rumo ao processo do pensar, da fala, do ouvido etc, no plano etérico - muito antes da cristalização na densidade do plano físico.

Pergunta: (Ininteligível)

Sim, estão actualmente a passar para o período evolutivo desse sétimo dia. Estão a chamar-lhe era de Aquário. Estão a passar da directriz de Peixes do espírito para a assimilação Aquariana do espírito; do espírito orientado para o UM, para o espírito orientado a partir do UM - o Deus Vivo de novo. E a vossa era de Aquário compreende 2600 anos. De modo que têm de novo um período evolutivo.
Ora bem, em determinados estudos ouvirão falar das raças do homem, mas essas raças 
do o homem nada têm que ver com o negro, o branco, o vermelho e o amarelo. As raças do homem têm que ver com os ciclos da evolução chamados Giros, e cada Giro desses de evolução que ocorreram trouxeram um novo factor, como o que passou da ausência de pensamento... Vejam bem, quando ouvem falar em homem dotado de determinado número de apêndices e de uma mente capaz de pensar, etc. Mas o homem desses estágios iniciais não era dessa natureza. Era destituído de pensar no sentido em que possuía uma mente, porém não tinha qualquer orientação a dar-lhe, nem uso. Tinham todas as partes, porém, nenhuma forma de chegarem a saber como utilizá-las. De modo que os Giros evolutivos, ou raças do homem começaram a tornar-se naquilo que o homem tinha que aprender - a direcção do pensar, a aceitação do som, a capacidade de compreender por intermédio do olho - todos os sentidos precisavam entrar em acção. E com cada dos sentidos desenvolvidos deram-se períodos de tempo de evolução, tais como dois ou três mil anos. Não ocorreu da noite para o dia. E isso foi ainda no plano etérico, no estado não sólido.

E então o homem, ainda nesse estado... (ruído de interferência) Não só se encontrava o homem na forma etérica como era UM, era macho e fêmea. Quando Deus criou o universo Ele criou todas as coisas com a faculdade de se perpetuarem a si mesmas, e isso incluía o homem; o homem tinha a faculdade de se perpetuar a partir de si mesmo, no começo, na forma etérica.

Agora o homem auto perpectuava-se e depois o homem decidiu que queria deambular pelo universo, o que lhe foi concedido, por lhe ter sido concedido o livre-arbítrio, assim que se tornou capaz de compreender. E assim, com tal livre-arbítrio ele teve decisões a tomar, porque se ele quisesse entrar pelo universo adentro e retornar a fim de ter experiência, isso era-lhe permitido. Originalmente o homem estava destinado a ser o companheiro do Pai e a partilhar o universo e tudo quanto significava. Mas o homem deixou-se enredar pelo universo e começou a desejar experimentá-lo cada vez mais, e logo se separou ao se tornar macho e fêmea, um distinto do outro, o que nas vossas alegorias é representado nos termos da Queda do Homem - ele não mais era Um mas separado, e agora precisava ter um companheiro para procriar. A criação da mulher a partir da Costela de Adão representa a separação dessa unidade, enquanto Adão se encontrava ainda no corpo etérico; não era ainda um homem solidificado. E assim, a separação tornou-se na Queda da Graça.

Pergunta: (Ininteligível).

Isso não passa de alegoria, entendem? Adão e Eva existiam sob a forma do homem. Isso sucedeu eternidades antes, na forma etérica, à medida que Adão ganhava solidez. Agora ele acalentava o desejo de existir em separado, e com esse desejo a vontade começou a ter expressão, e essa vontade começou a criar uma separação,  no sentido de querer ser livre para fazer aquilo que quisesse e de querer ser um com o Pai, e não ser capaz de misturar ambas essas vontades. Essa vontade ficou conhecida como a escuridão da ignorância, e o desejo de unidade, ou princípio do amor, tornou-se na luz. E havia anjos das trevas e anjos da noite - aqueles que não desejavam ser companheiros do Pai, mas que só queriam experimentar o universo. E isso também levou eternidades, e não ocorreu de repente.

Nisso se patenteia a completa transição do corpo etérico para o corpo físico, por diversos modos. A fusão de animal com animal, a entrada do espírito nos corpos dos animais a fim de experimentar a energia deles, e o consequente aprisionamento do espírito, período em que tiveram formas compostas por metade homem e metade animal e besta, conforme vem descrito na vossa mitologia; referências desses meios homens e meios animais, as coisas que ocorreram nessa formação inicial.

Pergunta: Eles eram seres sólidos e físicos?

Ainda eram etéricos, mas que estavam a tornar-se sólidos. Precisam ter em mente que cada uma dessas categorias de homem que foram criadas homem, besta, planta e animal, cada uma na sua própria espécie por assim dizer, cada uma no sentido de se tornar maior na sua própria espécie, cada uma destinada a projectar ou a procriar na sua própria espécie. Quando as formas espirituais começaram a cruzar-se, acabaram produzindo bestas, bestas essas que em todas as mitologias representam aquilo a que chamam "mal," mas que eram seres etéricos aprisionados.

Também há que considerar que quando a energia se mistura com outra energia, ela tem que aceitar a densidade dessa energia, ou a expansão dessa energia, não importa qual. E assim, o homem viu-se na situação de se fundir com um universo que se estava agora a densificar e a consolidar. Consequentemente, á medida que essas energias passaram a adoptar essa densidade, elas também precisaram adquirir densidade. Teve início o factor "solidez." Bom; no período antecedente da Lemúria ainda existia o corpo etérico; a densidade ainda não tinha começado, mas a mente tinha tido início. E assim, o processo do pensar teve início. É por isso que ouvirão dizer que o período da Lemúria representou o período da telepatia. Porque, embora o corpo ainda não fosse sólido a faculdade do pensamento tinha começado a operar.

E assim a comunicação dava-se por uma fusão de mente com mente. O período da Lemúria durou milhares de anos, e durante esse período o homem passou do etérico dotado de mente, para o etérico dotado de sentidos, até que por fim do período da Lemúria a solidificação se tornou de novo factor. E assim, pois, era o homem na sua experiência inicial conforme o concebem.

Pergunta: Ter-se-á ele afastado de Deus nesse período?

Afastou, sim. A separação acentuou-se somente no sentido em que experimentou tudo isso, e esqueceu aquilo em função do que fora originalmente criado. Ele estava destinado a partilhar do universo, só que enquanto companheiro do Pai, e não na fusão que estabeleceu com o universo. De modo que ele se afastou de Deus, e com isso sobreveio a memória interior de há eternidades atrás, de ser algo com que se achava relacionado e assim, nos períodos iniciais, surgiram os múltiplos deuses. Ele sabia que devia existir uma Força, sabia que devia haver algo com que supostamente deveria estar em harmonia, porém, não recordava o Criador. Por isso, sabia que precisava encontrar uma razão para aquilo que existia no universo, de modo que os deuses se multiplicaram, um deus para cada coisa.

Bom, existiam deuses – mini deuses, por assim dizer – no reino vegetal, no reino animal e por aí fora, a que chamava “Senhores” que é uma outra palavra para mestres – forças angélicas que tratam dos diversos elementos. Pegou nesses “senhores” e fizeram disso “O Senhor” – O Senho do Mar, O Senhor do Ar, O Senhor do Fogo, O Senhor da Água e O Senhor...” de tudo que quisesse. De certo modo, precisava encontrar um elo com aquilo que reconhecia que estava a perder, sem saber muito bem o que era que estava a perder. Não é fácil encontrar uma resposta para uma coisa nebulosa. E por se ter afastado disso por tanto tempo, não sabia como voltar a relacionar-se de volta com isso.

Pergunta: Durante esse período do corpo etérico, existiria um certo elo de ligação com as vidas sucessivas?

Não, na fase do corpo etérico não existia reincarnação. Vocês eram livres para desfrutar do universo, conforme virão a ser de novo. O mundo foi criado para partilharem dele junto com o Pai, pela experiência dele. Só que o livre-arbítrio e os desejos afastaram-no dessa partilha.

Pergunta: Então, por essa altura, não existia tempo conforme o conhecemos.

Exactamente. Mas tão pouco existe tempo actualmente conforme o conhecem, caso soubessem disso. (Riso geral) Mas tens toda a razão, David. A questão está em recordar que o tempo conforme o conhecem é produto do homem.

Pergunta: (Inaudível)

Ele não os conhecia enquanto passos conscientes. Ele desenvolveu a mente ainda no corpo etérico... Isso deu-se após a criação, porém, ainda assim, antes da queda. A Queda não se deu até que a separação de macho e fêmea se verificasse no Um. Ainda se encontrava em contacto com o Pai. O homem sofreu a queda com a separação e os desejos. À medida que os sentidos se solidificaram, a queda tornou-se bastante distinta. Não foi como se todos passassem pela queda a um só tempo, mas verificou-se o princípio do dominó, por assim dizer; um foi e a seguir outro, e depois outro, e por aí fora. Os Senhores das Trevas representam a polaridade negativa, e os Senhores da Luz representam a polaridade positiva. São aquilo com que o homem entra em harmonia e por que se rege, por assim dizer. E é por isso que alguém consegue mudar o padrão do seu pensar e assim alterar a sua energia e a sua vida.

Pergunta: (Inaudível)

Sim, quando o homem se encontrava junto do Pai no corpo etérico dotado de mente, dispunha de uma compreensão telepática total de todas as coisas existentes no universo, inclusive O Criador. Qualquer um de vós dispõe da capacidade de compreender e de conhecer O Criador em vós exactamente neste momento, e é com isso que estão gradualmente a entrar em sintonia, ao permitirem tornar-se na centelha mais vasta interior, em vez da pequena. Isso é muito importante.

Comentário: (Alguém lhe assinala a água, que deve beber)
Muito obrigado. Vou tomar um gole, por ela estar ressequida. Não sei porque alguém desejará possuir um corpo. Realmente não sei... (Riso geral) É tão denso! Só que eu estou a experimentar bastante nele, e estou a aprender mais e mais e mais… Por isso, não pensem que as forças angélicas não aprendem por que aprendem.

Pergunta: (Inaudível)

Todas as almas foram criadas ao mesmo tempo, embora nem todas as almas encarnassem ao mesmo tempo. Há algumas almas que estão agora a entrar, que são “almas novas,” embora a maioria das que entraram sejam “almas antigas” devido à Era de Aquário. Por “almas novas” quero referir que nunca tinham estado no corpo físico.

Pergunta: Se todas as almas foram criadas a um só tempo, porque teria isso que se perpetuar a si mesmo?

Por o objectivo estar no facto de que o universo iria crescer, e o acto de se perpetuarem fazer parte do começo da redução da energia, desde a força mais elevada até à mais baixa se verificou a necessidade de perpetuar. O universo estava em expansão, mas isso não ocorreu no período dos “sete dias,” por assim dizer. Já se ia verificar uma ampliação disso para a alegria do homem, enquanto companheiro de Deus. E assim, tudo foi feito num movimento perpétuo, por ter que existir para todo o sempre.

Pergunta: As almas existem para todo o sempre...

As almas já estavam em existência; cada alma era capaz de se perpetuar. Só que agora, com a separação, precisavam existir dois para perpetuar a espécie. A lei do universo dizia que, como o homem se densificou e passou a viver no universo, as leis desse universo passariam a governá-lo. E as leis desse universo implicavam que uma espécie dependesse de outra para a sua subsistência, conforme se verifica na baga que é comida pela ave, e a ave é comida pelo gato, e o gato por outro animal qualquer. Isso mantinha o equilíbrio. Assim, existia equilíbrio no universo, e é o que perdeu o equilíbrio actualmente, entendes? 

Pergunta: Quando a queda se verificou e a alma se dividiu em polaridades, quererá isso dizer que uma alma se tenha tornado duas, u uma alma tornou-se duas metades?

Uma alma dividiu-se em duas, por se ter tornado num todo em si mesma. Bom; irão deparar-se com uma diferenciação nas várias doutrinas que versam sobre isso. Algumas dirão que uma alma se terá dividido em duas partes. A alegoria diz que a costela de Adão foi transformada na mulher. Na realidade tratou-se de uma divisão da alma, mas cada alma resultante dessa divisão tornou-se num todo em si mesma, por causa da faculdade que tinha de se perpetuar. A primeira divisão trouxe integridade a cada uma das partes, que por sua vez depois se separaram de novo ao fim de um período de tempo.

Torna-se difícil traduzir em termos passíveis de explicação, por ser tão difícil compreender algo que nunca tiverem sido capazes de ver. Eu entendo que seja difícil, mas torna-se importante que reconheçam isso desde logo. Deus desejou-os como seus companheiros, e para voltarem de novo a ser Seus companheiros, um dia. De cada vez que o homem se envolveu intensamente com o universo nos planos das energias inferiores, mais difícil se tornou reencontrar o caminho de volta. Por agora ele se encontrar envolvido com as emoções, com os desejos e tudo quanto cada espécie podia dar e receber mutuamente, pelo que se tornou numa operação muito difícil e densa.

Com a vida na Lemúria, no começo, assim como na parte inicial por se encontrar ainda na forma etérica, não havia necessidade de qualquer forma de abrigo nem de alimento, não havia necessidade de coisa nenhuma excepto pensamento. Uma vez mais, o homem tinha o desejo de experimentar cada vez mais o plano físico de modo que ficou dependente das coisas terrenas (conforme as conhecem) para sobreviver.

Ao se misturar com essas coisas essa dependência aumentou e a energia alterou-se, e teve início a solidez. Assim, lá pelo final do período da Lemúria, após cerca de dois ou três mil, anos, teve início a forma sólida. Agora, nessa forma sólida, a mente ainda funcionava pelo poder telepático, e nem todos os Lemurianos tinham alcançado a mesma densidade. Ainda havia alguns que não eram completamente sólidos; podiam ter contornos e forma, mas não densidade. Agora, os Lemurianos tornaram-se nos enxertos dos Atlantes. Tornaram-se os residentes da Atlântida num corpo não denso, ou não completamente sólido. A sua solidez conclui-se durante o período Atlante.

Por essa altura já imperava a necessidade absoluta de todas as coisas que o homem requer – tempo para arranjar alimento e tempo para arranjar bebida e uma habitação para se abrigarem e se protegerem dos elementos. Surgiu um novo aspecto no homem. Na parte final da Lemúria, eles viviam em cavernas; na parte inicial da Atlântida, eles habitavam em cavernas. O período da Atlântica levou milhares e milhares de anos a desenvolver o que constituía um potencial, e desse potencial veio o seu desejo de construir e de criar e de trabalhar com o poder do cristal, o qual, por sua vez, se inverteu e uma vez mais, se perdeu.

Pergunta: (…)

A Lemúria e a Atlântida eram uma coisa só. A parte inicial da Lemúria tornou-se no que viria a ser a Atlântida; e vocês irão descobrir isso, quando a Atlântida e os artefactos forem descobertos, alguns dos quais se revelarão diferentes dos outros. Isso será por existirem vestígios da Lemúria que foram deixados. Uma cultura assumiu a outra, literalmente.

Pergunta: (…)

Sim, mas eles formam uma cultura, conforme estávamos aqui a referir. Os lemurianos foram o enxerto dos Atlantes.
Os Lemurianos seriam considerados a raça acastanhada e os Atlantes a raça vermelha, conforme vocês referem nos termos da pigmentação da pele.

Pergunta: (…)

Lembra-te de que alguns deles ainda não tinham formado por completo o corpo sólido, pelo que para se mexerem no que vocês chamam de corpo “astral” era coisa comum, e os planos astrais levaram alguns para outras áreas. O mesmo ocorreu na queda da Atlântida. Antes da queda da Atlântida, foram enviados emissários para o Egipto ao redor do mundo, para o Tibete, para as regiões Polinésias, de modo que esses éditos culturais eram levados pelo mundo. Alguns escaparam antes da Atlântida se afundar e também foram para esses locais. Em cada uma dessas áreas procuraram perpetuar o conhecimento e a tecnologia que tinham alcançado, mas não foram lá muito bem-sucedidos; havia muito poucos que dessem ouvidos nesse período inicial.

Pergunta: (…)

Sim, mas isso não surgiu de imediato. Sim, isso fazia parte da sua tecnologia.

Pergunta: Bom, se a Lemúria era a cultura clássica na terra, e a Atlântida foi a segunda, qual terá sido a origem do Egipto, da Polinésia e do Tibete?

Está bem; deixa que explique. Essas eram as populações “enxerto” que se tinham disseminado desde a Lemúria. A Lemúria foi um estado muito avançado mas o avanço que alcançaram veio em termos de destreza mental e não de tecnologia. Gradualmente lá se desenvolveu uma certa tecnologia, mas não muita. Era muito simples – como transportar algo – esse tipo de coisa.

Entretanto, a população “enxerto” tinha-se disseminado a outras áreas, por se terem passado milhares de anos em que as culturas foram sendo formadas, enquanto as duas culturas principais tentavam alcançar os máximos critérios da mente. As outras culturas não estavam orientadas para amente da forma que a Lemúria e a Atlântida estavam. O facto de os Lemurianos constituírem os “enxertos” dos Atlantes realçaram a telepatia e enfatizaram a capacidade mental, de modo que a mente começou a operar e levantou voo como o vento.

O único problema foi que, à medida que amente se desenvolveu, projectou-se além da telepatia rumo á tecnologia até que na parte tardia do final da Atlântida eles já não eram telepatas e dispunham de instrumentos que falassem por eles. Os primeiros Atlantes tinham discussões inteiras, combates, pelo uso da telepatia mental e pelo uso da Força.
Pelo uso da capacidade mental, eles ergueram muralhas de poder a fim de bloquearem determinadas áreas que ninguém conseguia penetrar; mas à medida que a mente se voltou para a tecnologia e se afastou das forças interiores e da telepatia, começaram a depender da tecnologia.

Pergunta: (…)

Muito bem. Não quero deixar de dizer que descobrirão muitas semelhanças entre o vosso mundo dos dias actuais e a época da Atlântida. O homem, uma vez mais acha-se propenso para a tecnologia. A única diferença está em que tenham passado para a Era de Aquário, que trás a esperança do homem estar igualmente a trabalhar esse eu interior, e venho consequentemente a deixar esta era tecnológica em segurança.

Pergunta: (…)

A Força a que me referia é a capacidade mental de direcção que o homem tem do poder interior, que constitui o Pai. Todo o poder interior que têm provém de Deus, o Sopro da Vida. Quando é soprado pela vossa capacidade de direcção mental, ele é capaz de tudo.

Pergunta: Só gostava de ligar isso à história dos primeiros tempos. O continente da Lemúria existiu antes (...) se prestaram atenção à Oração da Grande Invocação, ela fala de Amor, que constitui a Lei do universo; Luz, que é o Princípio do universo; e de Poder, que constitui a Manifestação do Universo.
QUE A LEI DA LUZ E DO AMOR E DO PODER OPEREM.

Pergunta: (…)

É difícil de lhes dar; não existe data. Deveria ser de milhões de anos antes de Cristo.

Pergunta: (…)

Está errado. O home é homem desde o começo…. Parte disso procede da combinação do espírito humano com os animais no começo, onde eles eram um tipo de coisa que era metade homem e metade animal, e foi então que o homem pela primeira vez caminhou sobre quatro patas e posteriormente sobre duas – coisa que aconteceu, sabem. Ele não tinha muito que ver com a gravidade quando surgiu pela primeira vez. Ele era capaz de voar, de rastejar, ele conseguia fazer o que quisesse, entendes? Portanto, assim que o homem começou a avançar, começou a ter lembranças, tal como vocês contam histórias da carochinha aos vossos filhos, ou falam dos bons velhos tempos, ou algo desse tipo. Os “bons velhos tempos” acarretavam lembranças de tempos em que tinham sido essa coisa de metade homem e metade besta. De modo que a lenda tornou-se mitologia, etc.

Pergunta: (…)

Os cristais da Atlântida ainda lá se encontram e voltarão a ser descobertos.

Pergunta: (…)

Ele não foi obrigado a isso; passado um tempo desejou-o… se observarem a vossa vida actual, e pensarem nas decisões que tomam – qualquer um de vós nesta sala -- no decurso desta vida dirão: “Houve muitas que tomei que foram erradas, que poderiam ter sido melhores.” E assim, nos começos do tempo foi concedido livre-arbítrio ao homem e el começou a associar-se ao universo, e chegou a alcançar densidade na sua vibração; surgiram os desejos, e a partir desse momento ele começou a tomar decisões – algumas boas, ou tras más.

Pergunta: (…)

Ele desejava companhia. Por Ele ter este universo, que Ele queria partilhar. Ele queria distribuir amor, partilhar o universo. E assim, Ele criou companheiros.

Pergunta: (...)

Então, poderão viver conforme deviam ter vivido no começo, em perfeita harmonia e amor, numa existência universal, numa vibração que não era a da densidade, e desfrutar disso, conforme creio que se possa referir.

Pergunta: (...)

A Atlântida está a surgir. Lá pelo ano de 2050 estará ao de cima; e será experimentada. As suas vibrações serão experimentadas antes de surgir.

Pergunta: (…)

Não, não. É simplesmente que à medida que o homem começou a experimentar vibrações trocadas entre si com vibrações que não eram suas, ele alterou a sua própria vibração. É quase como uma criança, que possui uma vibração própria, mas que também apresenta alguma vibração dos seus pais, pelo que qualquer coisa que se misture com outra sai tocada por essa vibração.

Pergunta: (...)

A vida vegetal e mineral já existiam por essa altura, e já estavam a procriar e a desenvolver-se. Todo este universo fora criado para que o homem desfrutasse dele junto com o Pai, só que ele deixou-se enredar pelo factor da solidez. Ele foi criado por meio do movimento, expansão e contracção, mais a orientação do Pai, que sempre existiu e sempre existirá. Agora, vamos parar com as perguntas até mais para a frente. Quero falar convosco um pouco sobre a Atlântida.

No período inicial da Atlântida, quando o corpo ainda não estava por completo solidificado, ainda imperava alguma comunicação telepática e o uso dos poderes internos. Esses poderes foram usados para mover montanhas, para cavar lagoas de água e para a protecção contra os animais que tinham alcançado maiores proporções e que controlavam o seu respectivo domínio. E assim, foram criadas barreiras de matéria mental que manteriam afastado aquilo que era destrutivo.

Os cristais foram descobertos durante parte desse movimento. Não eram de vidro nem de diamante mas uma pedra acinzentada porosa e muito pesada que tinha a capacidade de fazer passar a energia pelos seus poros e secções, que transmutavam a energia noutros sons, o que significava outras frequências, diferentes vibrações que alteravam as coisas. Vocês dispõem actualmente no vosso mundo do raio laser. O raio laser era usado na Atlântida através do direccionamento da energia através do cristal. É a alteração das frequências que possibilita isso.

E assim, por essas poderes conseguirem cortar as pedras, eles começaram a construir belos edifícios de pedra, estruturas semelhantes a mármore, por esse poder conseguir cortar a pedra, e a sua força mental conseguir guiar as pedras até ao lugar definitivo. Tudo era conseguido por meio do poder e não de instrumentos. O cristal criava mais poder, e a fonte do poder começou a tornar-se mais importante do que a própria vida. O poder começou a ser usado como um jogo de poder em vez de um meio de existência e assim que isso ocorreu a Atlântida começou a estremecer. Deram-se explosões criadas nos últimos anos pelo mau uso do poder do cristal, um poder contra outro. Isso, por sua vez, tornou-se na destruição e queda da Atlântida.

Por a Atlântida ter criado a sua destruição, levou consigo, ao afundar, um débito cármico dessa destruição. Lá pelo final, quando começaram a surgir aqueles que ainda mantinham um sentido de harmonia começaram a inquietar-se com a tomada do controlo que a tecnologia tinha conseguido e partiram e começaram a ir para outras paragens, e a juntar-se numa tentativa de voltarem a reintegrar a capacidade de usar o poder mental no seu verdadeiro sentido. Começaram a ensiná-lo, e faziam-no por transmissão oral, sempre de mestre para discípulo, de modo a ficar consolidado na mente e a ser transmitido.

Quando a Atlântida caiu e levaram a informação para outras terras, ao princípio rejeitaram-na. Eles não o queriam usar, por não fazer sentido para eles. Os Atlantes tentaram levá-los aos Faraós, e eles riram-se deles. Tentaram levá-los aos sacerdotes nos templos e também eles se riram na cara deles. Em resultado, em muitos casos, foi aos escravos que foi ensinado o poder. Eventualmente os sacerdotes e as sacerdotisas dos templos tornaram-se receptivas e aprenderam o poder, o qual se tornou parte da sua doutrina daí em diante - mas sempre para uns quantos seleccionados, e nunca para as massas. Eles receavam que o poder em demasiadas mãos criasse, uma vez mais, a destruição que a Atlântida tinha conhecido.

Agora, a vida na Atlântida era muito fácil no seu período inicial, por tudo ser movido pelo poder. O alimento era frugal, na sua maior parte à base de frutos e de grãos, embora comessem algum peixe e estivessem em sintonia com o mar. Na sua maior parte os edifícios eram de pedra, muitos dos quais eram abertos e comportavam telhados e pilares e muitos – do que haveriam de chamar – palestras eram aí dadas. A escola era coisa obrigatória, durante o período Atlante. Toda a gente ia à escola, só que o que era ensinado nos anos iniciais era o uso do poder; e o que era ensinado nos últimos anos era o uso dos cristais. Assim, ao descobrirem os cristais que podiam criar a tecnologia para criar o poder, sem que o homem o criasse mais a partir do seu íntimo, eles voltaram a mesa sobre eles próprios e criaram a sua própria queda. A assim, a Atlântida afundou.

Agora, no Egipto, as pirâmides foram construídas por meio da instrução do uso da força; Foi usada a levitação, a telecinesia, foram usados todos os poderes para construir esses edifícios. Os próprios edifícios destinavam-se a representar o poder do movimento perpétuo. Eram para criar uma energia que se devia tornar num movimento perpétuo que não poderia ser travado.

Na área das Américas do Sul, estavam a ser construídas estruturas piramidais similares, uma vez mais, sob a direcção que essa mesma gente “enxerto” dispensava aos Índios. Elas encontram-se alinhadas umas pelas outras. Existem centros de comunicação nas montanhas do Tibete que também se encontram alinhadas com as pirâmides. Estavam destinados a tornar-se factores de comunicação do futuro assim como factores de comunicação dessa época. O poder era para ser direccionado para o crescimento das culturas a fim de auxiliar essa comunicação.

Eles estavam a instalar uma rede de locais que podiam tornar-se habitados pelo homem. Essa foi uma época muito importante, porque à medida que o tempo progrediu, os ensinamentos começaram a ficar esquecidos pelo caminho. E aqueles que originalmente tinham detido os ensinamentos, o uso das forças, passaram-no através do seu período de vida natural e os mais novos deixaram de o ensinar, e uma vez mais teve início o mesmo ciclo de não o transmitirem em frente, e de o deixar esmorecer. Assim, actualmente há somente uns quantos neste mundo que estão em sintonia com essas forças, e há quem as tente recuperar. Mas na medida em que forem recuperados de uma forma essencialmente espiritual coo eram para ser, eles voltarão de novo a servir a humanidade; mas se forem trazidos de volta para servir de instrumento de destruição, ou de instrumento do ego e da ganância, eles voltarão uma vez mais a destruir a humanidade. E só o homem poderá determinar o modo como venham, a ser usados – se positiva ou negativamente.

Lembrem-se de que a sabedoria não é sabedoria até que seja usada construtivamente. Todo o conhecimento do mundo, desses poderes, de nada lhes servirão, a menos que assentem numa partilha positiva e construtiva, e isso é importante para o homem, por com a vossa tecnologia actual estarem em paralelo com muita da que a Atlântida tinha. Por isso, precisam ter muita cautela com isso.

Pergunta: (…)

Muito bem; a sua reprodução (dos cristais) tornou-se evidente lá pelo meio do período Atlante à medida que a solidez e a densificação se acentuaram, junto com o período curto de vida. Entendam que estou a falar no vernáculo dos vossos dias, conforme entendem o termo “período de vida.” Na verdade vocês têm uma única vida caracterizada por muitos capítulos. Cada uma das vidas que vocês conhecem constitui um capítulo dessa vida única do trânsito da alma; na realidade não é uma vida separada.

Pergunta: (...)

Nos primeiros períodos esses capítulos duravam muito mais do que actualmente, por eles ainda disporem de um sentido de harmonia. Durante o período da Lemúria ainda se encontravam em sintonia, pelo que o tempo médio de vida podia ser de cem anos. Para aqueles que estavam outra vez a entrar de novo em harmonia no Egipto, seria de cento e cinquenta anos. A tecnologia actualmente está a aumentar o tempo médio de vida do homem, mas esse mesmo período médio de vida pode ainda ser incrementado por meio de uma harmonia interior com o Eu Superior.

Pergunta: (Sobre o povo da Georgia, que vive mais tempo)

Deve-se a uma sintonia com o universo. O seu trabalho e tudo quanto fazem constitui a sua vida. A vossa vida não consiste em proverem às necessidades do corpo – em parte é isso, mas o resto é aquilo a que chamam “correria” da vida competitiva. E se não andarem a correr, pensarão que algo esteja mal. Mas eles tiram tempo para repousar, quando se sentem cansados do trabalho, e não se forçam; levam uma vida simples, mas uma vida dedicada a essa simplicidade. E por causa disso gozam de uma maior longevidade.

Pergunta: Julian, disseste que o cerne básico da verdade implícito a todas as religiões; como se há-de cortar aquilo que o homem embelezou para chegarmos ao cerne da verdade?

Muito bem. Precisas ter em mente que as leis do universo foram as leis da religião. Da religião da realidade. “Amem-se uns aos outros.” A lei da causa e efeito ou acção e reacção, que se torna carma; essas são as leis do universo que foram definidas por altura da criação do universo. Toda a harmonização é conseguida através delas. Se não amares não poderás ser uma pessoa religiosa. Se não fores responsável pelas tuas acções - se não fores responsável pelas causas que moves – não podes estar em harmonia com Deus independentemente do número de templos que frequentares.

(Continua)

FORMAÇÃO DO UNIVERSO 3
Pergunta: (...)

Trata-se de um processo lento que está a ser criado pela inclinação do eixo da Terra e a mudança nas vibrações da Terra. Trata-se de um deslizamento da crosta, por assim dizer. O que gera a oportunidade da terra vir a dar à luz a partir do seu interior, novos minerais, novos elementos etc., entendem para poder reabastecer aquilo que se acha em estado de uso indevido por esta altura e tão empobrecido. 

Pergunta: (...)

Na realidade irá afectar tudo no universo, por envolver uma mudança de vibração. Se algum de vós alguma vez tiver tido a sensação do tempo estar a mover-se tão rápido que não o conseguem acompanhar e se admirarem da maneira como o dia anterior, e a semana anterior, etc. tiver corrido. É a escalada das energias que estão a sentir, como se estivessem a correr para se manterem a par das coisas. Na realidade não estão a ocorrer a uma maior velocidade do que antes, mas a vossa vibração sofreu uma escalada de modo que sentem a escalada das vibrações do universo a ocorrer, de modo que tanto o homem quanto a matéria se equilibrem à medida que o universo se alterar. Assim, dão por vós em diferentes frequências em diferentes alturas.

Pergunta: (...)

O homem sempre foi homem; independentemente do estado de evolução que tenha atravessado, ele foi homem. Muitos dos mitos que existem procedem da mistura de homem com a matéria; o homem etérico misturava-se muitas vezes com a vida animal, a fim de experimentar a sua vibração, e alguns desses homens enamoraram-se demasiado por toda essa coisa, de modo que acabaram com os mitos de metade homem e metade cavalo, (centauros) sátiros, sereias, etc. Mas o homem foi sempre homem, seja qual for o estado em que se tenha encontrado. Foi por causa de tais atitudes que a vossa mitologia chegou a surgir, dado que definitivamente ter um fundo de verdade. Mas o homem foi sempre homem desde o começo. E contrariamente à ideia do homem ter procedido do macaco, o macaco é que se iguala ao homem.

Pergunta: (...) 

O homem permanece homem e o animal, mas por vezes o animal é melhor, sabem? Não é uma crítica - é uma observação.

Pergunta: (...)

Ah, não, existem "espíritos maus" por o espírito representar aquilo que o homem tiver sido anteriormente. Por outras palavras, se eu for uma pessoa má, conivente, sórdida na carne, quando me tornar num espírito a natureza que virei a possuir será má, sórdida e conivente - enquanto a personalidade prevalecer. E caso esteja inclinado a prender-me à terra, essa personalidade persistirá por eternidades. Somente quando me libertar na direcção da luz que a personalidade começará a desvanecer-se e a totalidade ou a realidade do meu ser começará a assumir o controlo.
Eles escolhem com base na compreensão que têm. Se a pessoa achar que não venha a deparar-se com um temor celestial ou que não venha a ser capaz de existir sem os seus objectivos, então isso será exactamente o que virá a sentir do outro lado. A menos que tenha uma crença de um tipo qualquer que as sustente no movimento rumo à aceitação do mundo deste lado, poderão sentir-se em apuros ao enfrentá-lo.

É por isso que a espiritualidade deve servir de percursor dos fenómenos psíquicos. Quando se encontram espiritualmente evoluídos os instintos psíquicos abrem-se automaticamente no sentido da orientação e protecção apropriadas. Quando alguém declara que vai experimentar jogos psíquicos e não está se encontra orientado no sentido de Deus nem se encontra equilibrado em si mesmo, está a brincar com o fogo. Está a expor-se a tudo quanto quiser vir ao seu encontro. E há muitas coisas que pretendem regressar e experimentar o corpo terreno e passar pela experiência terrena de novo, por se encontrar ainda dependente dos planos materiais, e querem estar de novo neste plano.

Por isso, a possessão não representa mito nenhum, e é por isso que desejarão estar orientados no sentido espiritual - para conhecerem o Deus interior, e para estarem equilibrados em vós próprios, antes de começarem a brincar com poderes que têm bastante realidade, e que poderão não ser capazes de enfrentar. Uma pessoa dotada de um ego desconforme que se imiscua no trabalho psíquico sem nenhuma orientação espiritual, sem equilíbrio interior em breve irá descobrir que está em sérios apuros, por o "eu" vir a desejar experimentar qualquer coisa, e consequentemente a pessoa vir a convidar qualquer coisa que queira usá-la para vir. Só para poder dizer: "Olha o que eu fiz!" Mas depois fica presa, sabem. Por isso, torna-se essencial ter uma orientação espiritual.

Mas sabem que mais, isso estende-se muito atrás, não é apenas uma regra desta cultura, mas retrocede ao começo dos tempos. Essa é uma das razões que na história dos primórdios da Igreja e da religião muita coisa foi escrita contra a mediunidade, os profetas e os videntes. Por procurarem proteger os analfabetos e aqueles que achavam não ser capazes de tomar tais decisões por si próprios.

Pergunta: (...)

Tu estás a conceber que o desenvolvimento seja sinónimo de psiquismo, mas o desenvolvimento quer dizer a interacção no universo, seja em que altura que se encontrem nesse universo. Por isso algumas vidas achar-se-ão bastante em sintonia com a mente, outros com o coração ou apenas com o trabalho físico. Vidas há em que vivem e morrem pela espada, digamos assim, e outras em que isso não acontece. Isso dever-se-á à área particular do desenvolvimento da alma que tiverem elegido para a experiência dessa vida particular, em que se focam. Há um propósito somente, que é o aperfeiçoamento da alma que a conduzirá de volta ao seu estado de pureza que pode voltar a existir.

Pergunta: (...)

Pode não ter sido assim tão evoluída; poderá ter evoluído nesse seu aspecto particular, mas poderá ter tido outros aspectos que não tenham evoluído tanto quanto isso. Assim como também poderá ter entrado na vida seguinte e jogado tudo pelo cano abaixo.

Pergunta: (...)

Não, precisam estar equilibrados em vós próprios, física, mental e espiritualmente, para poderem experimentar a unidade.

Pergunta: (...)
............
Poderá optar por voltar; não pense que isso seja inferior, tu não sabes se é, mas estás a julgar. A pessoa que pareça ser inferior, segundo o conceito que faças dela, poderá ser muito superior a ti, e aquilo que esteja a experimentar poderá ser o que tenha que experimentar nessa vida ou em meio ao que estiver a passar. As pessoas regressam por diversas razões; para desenvolverem um aspecto de si mesmas que ainda não tenham desenvolvido, para trazerem assistência a mais alguém no seu desenvolvimento espiritual, por poder encontrar-se aqui enquanto catalisador. Sabem que o vagabundo que anda a vaguear pelas ruas pode ser o catalisador para o desenvolvimento da alma dos familiares, no que quer que necessitem, pelo que poderá ser uma alma bastante evoluída. Só conseguem apurar pela rama e julgar pela superfície, mas pode ter muito mais do que pode parecer.
......
A Atlântida está a ressurgir, e lá por volta do ano 2050 estará completamente ao de cima, e voltará de novo a unir a ilha de Bimini à área da África. Pensam em mudanças da massa terrestre como algo de novo por ser a primeira vez que chega à compreensão cultural que têm, mas precisam lembrar-se de que aproximadamente a cada 3000 anos a Terra atravessa uma coisa do género, que significa a mudança vibratória para a seguinte – aquilo que chamam “volta” ou revolução da consciência e da evolução. De forma que isso não é nada de novo; sê-lo-á para vós, mas não para o universo. Nenhum factor de evolução envolve uns quantos meses nem uns quantos anos, mas eternidades. Cada um dos Dias da Criação, na percepção que fazem do tempo, teria durado cerca de três mil anos, de modo que se traduz por um processo prolongado de crescimento.
...
“…Precisam compreender literalmente que sempre que a negatividade conduza o homem à destruição, a natureza intervirá, que é o que está a suceder com as mudanças terrenas que se estão a verificar…”

Pergunta: Queria perguntar-te mais acerca das mudanças terrestres, em particular com respeito à Califórnia, Los Angeles. Seria possível dares-me algum tipo de data quanto à altura em que essas mudanças significativas venham a dar-se, particularmente se nos encontrarmos envolvidos com coisas mais substanciais e não venha a ser bom permanecer lá…?

(Sorri, e é seguido de riso) Terça-feira, dia 28. (Riso generalizado) Está bem. Lembrem-se do seguinte: Há quatro anos ter-lhes-ia dito que a costa da Califórnia iria desaparecer. Mas a luz gerada pelos grupos de oração que trabalharam em prole da salvação da terra actualmente deixam apenas umas centenas das faixas terra mais baixas em risco. Ora bem, isso não significa que o resto não venha a ficar molhado, mas quer dizer que não irá desaparecer. Por isso, em vez de se preocuparem quando venha a ocorrer, comecem a dirigir energia de total segurança, certo? Nada irá suceder de mais significativo por vários anos, pelo que dispõem de imenso tempo.

Pergunta: Falaste de mudanças e conforme disseste, há cinco anos atrás pensarias que grande parte da Califórnia viesse a… e agora que a mudança… nesse caso, se a luz endereçada e os pensamentos bons estiverem a resultar, até mesmo poderá vir a verificar-se em termos de desastres, não será?

Absolutamente!

Pergunta: Mas ainda teremos tempo, com essa menor possibilidade, ainda estaremos a dirigir-nos para uma mudança da consciência mais significativa?

Estais a atravessar mudanças significativas e mudanças terrestres a ponto de a sobrevivência do homem se tornar necessária, entendes? Se o homem continuar a comportar-se para com a natureza conforme tem vindo a comportar-se, não irão ser capazes de sobreviver mais do que vinte e cinco anos. Assim, as mudanças precisam eclodir para lhes proporcionar aquilo de que precisam para ser capaz de fazer algo em que possa confiar. Assim, dar-se-ão mudanças terrestres e vastas mudanças na consciência do homem; mas não precisam vir a ser destrutivas. Assim, pelo amor de Deus, essa é a razão por que os que disseminam a desgraça e o fim estão a apresentá-lo em termos tão desoladores. É como dizerem que têm o copo maio vazio ou meio cheio. Vejam-no cheio. Visualizem este mundo vivo, a sobreviver e a amar por estarem a dirigir-se para a fraternidade. É isso que toda esta coisa envolve.

FORMAÇÃO DO UNIVERSO 4

Pergunta: (Poderias passar-nos algum conhecimento acerca do caminho da iniciação (…)?
Bem, aquilo que precisam ter sempre presente é que quando referimos o desenvolvimento e o crescimento e o desabrochar, estamos a abarcar milhões de anos. Também precisam reconhecer que há e que tenha havido um “povo semente,” proveniente dessa manifestação inicial até ao presente que se encontra em posição de ensinar e de ajudar os outros a dar um passo em frente. Quando ouvem o termo “alma antiga,” isso nada tem que ver com a idade, mas sim com a compreensão e a compreensão, etc. Todas as almas foram criadas ao mesmo tempo, mas algumas optaram por experimentar mais e com mais frequência, em função de uma maior expansão e de uma maior crescimento, etc., e poderem assumir a posição de darem a volta e prestarem assistência aos outros, muito à semelhança do eremita do Tarô.

O caminho da iniciação foi o mesmo ao longo de todas as culturas, mas ainda assim diferente. Por outras palavras, alguém sacrifica-se a certa sabedoria e a certos conhecimentos e faz uso deles de uma maneira positiva em benefício da humanidade. A iniciação adaptou-se à cultura; onde o Egipto tenha apelado a uma separação, a vossa cultura poderá apelar ao envolvimento. E é por isso que procuro imprimir nas pessoas que não seja suposto regressarem a elas, porque se o fizerem estarão a afastar-se do progresso, em vez de irem no seu encalço. Será suposto pegarem no que tenha sido trazido à luz então e aplicá-lo à vossa cultura e tempo e avançar com isso. Isso é que importa.

Por isso, sempre houveram oportunidades e mestres, mas poderão não se manifestar da maneira que leem. Alguns poderão não se envolver de uma forma evidente, mas tornar-se voluntários para a frente, como quem diz. Porque, para que alguém possa ajudar o próximo, precisa ser capaz de compreender aquilo por que o outro passa. Além do facto de saberem ser necessário ter um “povo semente” presente para prestar auxílio. E alguns vieram uma e outra e outra vez, para ajudar a humanidade.

Agora quero retroceder à Lemúria e à Atlântida por um instante, por elas terem sido tão importantes no processo evolutivo e terem representado os primeiros passos na consolidação do homem e a primeira vez em que o homem se terá colocado na posição de se colocar – desde a posição de ser etérico, na de um ser sólido – ao longo de milhares de anos, embora ainda no contexto da cultura da Lemúria.

A Lemúria atravessou o mesmo padrão de crescimento da Atlântida, mas o povo da Lemúria começou a partir ao longo de milhares de anos, e a ir para outras áreas – “povo semente!” Em cada um dos diferentes êxodos por que passaram deveria haver sempre mestres específicos que os acompanharia. Esse foi o caso do estabelecimento da Índia, da Pérsia e do Tibete, etc. Os Incas provieram do fundo Lemuriano! Quando a Atlântida uma vez mais começou a experimentar o êxodo, uma vez mais ao longo de milhares de anos – sabem que toda a gente tem a impressão de que a Atlântida tenha sido derrubada. Mas alguns sobreviveram e muito antes dela cair, num preparativo baseado no facto de ser bastante evidente que iria cair. Os emissários do futuro já tinham sido enviados para estabelecer o mundo, e para nessa colonização instilar algum conhecimento de integridade.

Quando a Lemúria passou pelos seus próprios problemas e fim, eles tiveram base no fogo. Periodicamente o homem o homem passou por catástrofes que instauraram mudanças. A Lemúria sofreu explosões internas motivadas por gases naturais, fogo, etc., por lidarem com gás natural com base em atitudes defensivas contra animais, que eram muito mais predominantes nesse tempo, e por terem atingido a mais elevada taxa na densificação com o tempo. Contudo, começaram a experimentar um pouco demasiado a sério tais gases e provocaram enormes explosões internas na Terra, que conduziram ao colapso e ao afundamento da Lemúria.

A Atlântida foi muito mais lenta (no afundar), e foi pouco a pouco; partes da Atlântida começaram a quebrar e a afundar, mas não foi senão até à terceira catástrofe que a inundação (dilúvio) teve lugar, inundação essa que foi atraída pelas atitudes do homem. A Atlântida cresceu em termos tecnológicos mas não cresceu em espírito, razão porque volto a falar disto, porque a menos que o homem cresça no espírito agora, para poder equiparar o crescimento tecnológico, estará a criar a atitude repetitiva dessa época e prepara-se para mais uma volta, por assim dizer, para mais uma mudança. Tratem de procurar fazer por que essa mudança decorra de um aspecto natural motivado pelo “povo semente,” e não pela negatividade nem pela ganância do homem.

Ora bem; os Atlantes foram ao Egipto, à Pérsia, a área asiática da Malásia foi quase na totalidade Atlante na povoação que teve. Precisam ser reconhecido que o que eles levaram foi toa a tecnologia, mas também toda a espiritualidade que a acompanhava, de modo que ao longo dos tempos foram capazes de permitir que o homem crescesse. Porque o facto de alguém chegar subitamente a determinado local com o conhecimento e a sabedoria daquilo que tenha existido antes não quer dizer que as pessoas desse local de súbito passam a dispor dele, por o “povo semente” jamais poder deter a evolução nem o desabrochar espiritual dos outros. Assim, por essa altura – e até que a receptividade se instaurasse para lhes poder facultar o volume de crescimento necessário – precisaram deixar que passasse um tempo, por assim dizer. Assim, há sempre aqueles que têm mais conhecimento do que lhes é permitido. Há aqueles que liderarão quando o tempo da liderança estiver maduro, e isso teve lugar em todo o padrão evolutivo que tenha existido.

Com o desaparecimento da Atlântida, o padrão de desenvolvimento que a Lemúria e a Atlântida tinham passado atingiu a área do Egipto, da Pérsia, do Tibete e da Índia, e a disseminação teve um novo impulso, sendo que a única diferença assentava no facto de por essa altura o homem estar de novo a enfrentar a evolução só que na forma sólida. Agora a vibração tinha atingido uma densidade que o levava a ancorar-se no plano terrestre por acção da gravidade e pelo facto de toda a evolução precisar decorrer de um trabalho nessa densidade.

Agora meditam para alcançar uma compreensão mais esclarecida e subsequentemente conduzem essa compreensão à vibração mais densa do mundo e trabalham-na, porque se não o fizerem não terão chegado a nenhum lugar. Lembrem-se que é na forma física que se desenvolvem e por conseguinte é na actividade física que o conseguem. A sintonização espiritual ajusta-se ao mais elevado ser em vós, mas tudo quanto esse ser superior lhes trás deve focar-se no mundo físico. É demasiado importante e toda a gente precisa recordar isso. Não o consigo reiterar o suficiente, a ponto de me tornar enfadonho.
Por se assistir demasiado à procura de um caminho e acorrerem a um beco ou caminho que lhes promete um enorme esclarecimento. Com poderão obter a iluminação nele se não tiverem ideia do que tiverem feito aqui? Essa vossa parte superior, que possui plena compreensão de toda a iluminação, acha-se à disposição para trabalharem com ela neste mundo físico. Entrando em sintonia com a força superior alteram e mudam a comunidade física ao vosso redor, e tornam-se alguém em cuja companhia será agradável estar – ou não. Criam harmonia com todos ou isolam-se, mas tudo isso tem que ver com o vosso universo – por vocês serem o vosso universo e cada um de vós – os pensamentos e as acções que têm etc. – afectam o vosso universo.

Ai, a minha “trela”... (Julian, ficou emaranhado no cabo do microfone) Não estou nada habituado a isto. (Riso geral) Devo dizer que a evolução por que passo tem lugar por meio de coisas destas. (Riso geral) É verdade. Por precisar aprender a entender estas coisas que não têm lugar na minha vibração, para poder (…) este instrumento; razão porque o aprendo. Quando lhes falo e lhes digo que por meio desta comunicação ambos sofremos um crescimento, isso corresponde exactamente à verdade. Por até eu precisar entender o vosso mundo, para os poder ajudar nele, independentemente do quão possa tornar-me numa “semente.” Portanto, estou presa pelo fio, o que é coisa que acontece, mas agradeço a Deus pela oportunidade e pelo privilégio.

Bom; precisam reconhecer que toda a cultura que tenha existido terá que ter passado por um processo evolutivo de novo. Por outras palavras, não foi senão por altura da quarta dinastia, no Egipto, que começaram a ter a verdadeira sabedoria Atlante em uso – muito embora tenha existido há muito mais tempo que isso. Então, suficiente gente terá absorvido o conceito de poder ser usada e por conseguinte as pirâmides puderam ser usadas com essa compreensão. Claro que percebem que a levitação foi empregue na construção da pirâmide, tal como no tempo da Atlântida o poder da mente tinha sido usado.
Qualquer um de vós é capaz de mover qualquer coisa existente nesta sala, com a mente. O único problema está em que assim que alguém o obtém, se enamora pelo poder, e isso torna-se numa proeza do ego, e lá se vai a coisa pelo cano abaixo. Entendam que todos vós estais destinados e gozar desses poderes – eles não constituem qualquer segredo. A única razão porque parecerão constituir um segredo deve-se ao facto de terem que ter sido passados oralmente, por a maioria das pessoas ser analfabeta. Assim, o ensino era sempre transmitido de mestre a discípulo, ao adepto, ao iniciado, àquele que se tivesse comprometido com o trabalho, e quando isso era feito, a aceitação desse discípulo tornava-se facto universal.
Devido a que, à medida que o homem evolui também começa a reorganizar a sabedoria, e algumas das vertentes da sabedoria cruzaram com coisas tão antigas a ponto de serem amalgamadas com relatos do homem-besta, inerentes ao desenvolvimento inicial. O homem sempre teve a ideia de conseguir melhoramentos em relação ao seu semelhante anterior, e isso corresponde ao desejável no que diz respeito são desenvolvimento.

Precisam sempre reconhecer a sabedoria antiga de modo a poderem identificar a que cultura terá pertencido, assim como ao tempo em que tenha sido redigida, e preparar-se para carregar a sua essência e sabedoria e a usá-las no presente, só que sem tentarem imitar num outro tempo de desenvolvimento. Por outras palavras, no período inicial da Índia a (…) era queimada com propósitos espirituais especiais. Pois bem, se tivessem nascido nas culturas Ameríndias isso seria completamente aceite e usado. E se quisessem compreender essa cultura nos dias de hoje, conseguirão ler acerca disso e compreende-lo, o que não quer dizer que seja suposto que se ponham a uma esquina a queimar (…), para além de não fazer a menor ideia onde a irão descobrir. Aproveitem a sabedoria que foi conquistada por essas culturas mas não procurem ser aquilo que não são, por não serem egípcios da quarta dinastia, nem são índios, fazem parte da carne e do sangue deste século vinte, e têm um desabrochar a fazer nos actuais moldes da iniciação. Aprendam tudo quanto tenha ocorrido antes, mas vivam e cresçam nesta cultura.

Bom; ouviram falar da Fraternidade Branca. Ela existe, mas nada tem que ver com a cor, mas antes com o facto de reflectir todas as cores. É a pureza do homem na condição de fraternidade, mas tem existência no mundo invisível, e tem-se manifestado no plano material enquanto parte do desabrochar da era de aquário. Estou a mencionar este tema por terem surgido várias perguntas do interior com respeito ao que é que a vossa cultura irá fazer nos próximo períodos de tempo. Devem reconhecer que nesta era de aquário utilizem a sabedoria do passado, a qual representa a sabedoria com que nasceram, que é o que muitos chamam de senso comum. É o sentido superior intuitivo que possuem dentro de vós, ao qual, quando lhe dão atenção os conduz até ao fim, sem que interesse onde os conduza.

Antes de mais, reconheçam que o caminho de cada um é diferente, e que, por conseguinte, onde ele os conduza pode não ser onde conduzirá os demais. Portanto, é a proficiência específica, ou dom ou sabedoria, que possuem dentro de vós; desenvolvam-na, usem-na, não se separem dela. Isso é verdadeiramente espiritual e conduzi-los-á a um maior desenvolvimento, porque no futuro, toda a faculdade que tiverem desenvolvido irá ser necessária - todas as capacidades, seja conhecimento físico, mental ou espiritual virão a ser necessárias. Está aí a chegar uma nova fraternidade do homem, não baseada na interacção física mas na interacção espiritual, e o mundo físico irá reflectir o que suceder a partir de dentro. Por isso, aqueles de vós que lidarem com finanças irão reconhecer que se irão dar alterações nos valores, e que algumas daquelas coisas a que dão muito valor actualmente, não virão a ter o mesmo valor elevado no futuro.

Pedras de todo o tipo virão a ter um enorme valor - as pedras preciosas - o ouro e a prata ainda virão a ter uma certa importância, mas o cobre e a platina adquirirão maior valor e irão começar a ter uma importância idêntica, à medida que a vossa extração mineral sofrer uma alteração. Nos próximos ciclos desta mudança que se irá verificar na crosta terrestre, irão ser extraídos a partir do centro novos minerais, novas pedras preciosas. Com o ressurgir da Atlântida, surgirão de novo os cristais e a capacidade de os utilizar que por essa altura lhes irá ser dada por parte daqueles que estão a ensinar, a quantos se acharem receptivos a isso. Vão ser aquilo a que chamam tempos difíceis, porém, não devastação. Aquilo a que na vossa sociedade chamam de "apertar do cinto," e talvez os padrões que adoptam de alimentação não venham a ser iguais àqueles que actualmente adoptam, e provavelmente muito melhores, à medida que o homem realmente começar a reconhecer aquilo de que o seu corpo necessita.

No campo médico surgirão curas para o cancro, para o diabetes, para a tuberculose, aparecerá um método de o colmatarem por intermédio de oscilações nas frequências (harmonias) o rompimento da coluna vertebral nos paraplégicos, o que habilitará aqueles que tenham estado incapacitados de caminhar; muitas dessas coisas não se acham assim tão afastadas. Verão que a medicina descobrirá que o magnésio e o zinco são dois dos mais importantes ingredientes existentes no vosso corpo - pelo menos no que toca aos minerais - e começarão a criar uma forte sintonização entre os medicamentos e a nutrição. De modo que, aqueles de vós que se acharem orientados para o nutricionismo - no que diga respeito aos estudos - fiquem sabendo que essa será uma parte importante do futuro, e que todo o auxílio que precisarem poderá ser obtido, por isso prossigam com os estudos.

A vossa forma de governação sofrerá uma alteração; haverá briga no governo, decepção, muito semelhante àquela que existiu na Atlântida, e a seguir dar-se-á uma purificação, e o vosso governo começará verdadeiramente a representara voz do povo e não se tornará numa ditadura, na medida em que as pessoas não permitirão que tal suceda. Agora; a menos que se sintam aterrorizados com todas estas coisas, deixem que lhes garanta que não será nada a que não consigam sobreviver - conquanto estejam em sintonia com o eu superior espiritual, com aquilo que se encontra dentro de vós. Por que toda a sabedoria de todas as fraternidades e de todas as eras estarem agora a tomar a dianteira nesta era de aquário. É a era em que passam do ditado do espírito para a assimilação do espírito, em que os vossos aspectos religiosos deixam de ser exteriores e dirigidos a vós e começam a ser vividos interiormente através de vós - é isso que dá corpo à fraternidade.
.........

Precisam reconhecer que esta transição e ciclo levarão um tempo muito prolongado e não sucederá da noite para o dia. Mas precisam recordar que todo o som se acha no silêncio, e assim, será no silêncio que a fala terá lugar. Na comunicação de um eu superior com outro sem uma comunicação verbal inicial, até que se crie uma harmonia que então permitirá uma fala universal que será entendida independentemente de quem estiver a falar para quem.

Pergunta: Que propósito se encontrará por detrás dos gráficos gigantes (…)?

Antes de mais, esses desenhos gigantes assim como as estátuas gigantes da Ilha de Pascoa são tudo remanescentes de “sementes” da Atlântida. Esses desenhos constituíam uma comunicação, mapas conforme poderão imaginar, para aquilo que haveria de vir de cima, ou além que seria etérico e universal, no sentido de uma influência planetária. Tal como as pirâmides constituem (…) de comunicação, também essas representações pictóricas representação direcções para aquilo que se encontraria além. Fala de uma interacção entre planetas.

Pergunta: (...)

Era usado como unidade de medida mas também aloja aquilo que ainda está para ser. Algo que não lhes posso revelar. Quando os Pergaminhos do Mar Morto, que muito em breve serão apresentados ao conhecimento comum, quando as páginas perdidas chegarem ao conhecimento comum, então ocorrerá uma maior compreensão disso, compreensão que não poderá ter lugar até que a sequência do devido tempo para poder ter um valor apropriado para a evolução. Mas sim, também representava uma unidade de medida.

Pergunta: (...)

De acordo com o lado da cerca em que estiverem. Contudo, vocês irão descobrir que possuem uma medida universal do mesmo modo que possuem uma linguagem universal.

Pergunta: (...)

Dar-se-á uma troca de conhecimento universal por essa altura. Mas também quero que compreendam que ninguém conhece a condição do semelhante. Só por uma pessoa não meditar nem frequentar as vossas aulas particulares de desenvolvimento ou assim, não significa que essa pessoa não venha a receber um aviso por essa pessoa poder ter uma fé absoluta em praticar o que seja correcto sem que nunca venha a ter conhecimento da existência de coisa alguma quanto a meditação ou desenvolvimento espiritual. Tenham cuidado com a forma como julgam, por ser com o juízo que perdem. Ninguém sabe em que posição está o outro.

Por vezes divirto-me quando ouço alguém comentar: “Sabes, não é lá pessoa muito espiritual.” Isso leva-me a pensar que estejam a falar deles próprios, por estarem a deitar tudo por terra, com isso.

Durante o intervalo tiveram algumas discussões interessantes aqui, e como alguns têm curiosidade com relação ao que está a suceder, vamos falar um bocado acerca dessas discussões.

Quando eu falei de cura convosco, mencionei que o verde constituía a cor geral da cura. É a cor básica da cura por ser a cura do renascimento, da regeneração e a cor da emanação do coração. Portanto, a questão está em que, quando leem que uma cor específica seja usada num órgão específico ou doença, que é que fazem? A primeira coisa que precisam reconhecer é que cada curador representa um indivíduo único dotado de uma energia própria. Por isso, não poderá projectar com sucesso uma cor de cura com que não se ache confortável. Por conseguinte, se uma pessoa não puder usar, como veículo de amor, uma cor que alguém especifique, não faz sentido tentá-lo. Utilizem uma que achem aceitável. Mas o verde constitui sempre a cor básica da cura.

O segundo aspecto dessa pergunta, e antes de mais, mas a razão por que por vezes certas cores sejam especificadas para órgãos específicos deve-se a que esse órgão vibre a uma taxa similar à da cor mencionada.

Pergunta: (...)

Claro, claro. Mas conforme eu disse, cada curador é um indivíduo único. De modo que alguns conseguem visualizar a cor muito bem e gostar de usar a cor como veículo da sua energia. Outros não a conseguem visualizar e simplesmente dizem: “Que assim seja!” Seja como for, ninguém cura. É a energia divina que cura através de vós. Assim, não precisam recear senti-lo, por não o estarem a fazer. Não precisam preocupar-se e podem “passar a bola” (descartar a responsabilidade) e dizer que Ele não o tenha feito. (Riso)
O objectivo está em que, sim, servir de veículo para o amor é curar. Dizer: “Deixa-me ser um canal da energia divina.” Mas a razão por que devem entender que isso seja necessário é porque para que a energia dessa vibração se manifeste no mundo físico precisa vir proceder de um ser físico. Também precisa ter a sua consciência. Assim, a partir do estado puro de coisa nenhuma precisa vir ao ser conceptual e à emanação através da vossa vibração para que isso aconteça. Pelo que o curador é muito importante, por ser aquele mago que diz: “Eu carrego-a e dirijo-a.”

O segundo aspecto dessa questão era tinha que ver com cercarem-se de luz branca crística para se protegerem, e que determinada leitura tinha declarado (assegura-te de o teres entendido bem, minha querida) que isso te pode desligar das outras pessoas e não seres capaz de interagir tão bem. Se se isolarem por qualquer forma que seja, também não irão interagir com os outros. Mas se acreditarem de verdade na vossa pureza, não recearão qualquer interacção. Assim, o que fazem quando sabem que se cercam de luz, cercam-se com base na pretensão de se protegerem de todas as coisas negativas, e de que somente aquilo que for correcto e adequado para vós venha a ser verdade. Assim, não só erguem um muro como criam um filtro. Não tem importância que deixem essa protecção ao vosso redor, que ainda podem (…) Creio que essa tenha sido aquela que queríamos ouvir.

MUDANÇAS TERRESTRES

Há aqui uma outra questão com respeito às mudanças físicas que virão a dar-se. Bom, conforme se verifica em cada ocorrência de um ciclo de mudanças da Terra, aquilo que está na borda vai para baixo; aquilo que está no meio vai para baixo enquanto o que estiver na orla sobe, e à medida que uma desce empurra a outra para cima. Tem que se dar um deslocamento. Por altura de 2050 a Atlântida terá subido, e descobrir-se-ão capazes de pisar onde jamais o terão feito antes. E muitos de vós fá-lo-ão, porque se não o conseguirem podem voltar numa próxima vida e desfrutar disso nessa altura. Isso sucederá. Haverá… Nas regiões sul do vosso país as águas correrão para o interior. A costa oeste começará a esboroar, em especial na região a sul. A costa leste na região sul também será rebaixada. Onde quer que exista um rio, descobrirão uma mudança ao longo desse rio. Todo o estuário, toda a rota sofrerá uma alteração, o que não quer dizer que seja mau, por a alteração poder trazer o curso de água e levar à terra toda aquela riqueza (adubo) que tem estado a repousar sob o seu leito.

Com as mudanças terrestres dar-se-á um novo amadurecimento da terra, para que uma vez mais possa produzir. Haverá de novo novos minerais, um novo solo. As áreas dos oceanos que passarem para dentro trarão a magnifica riqueza das algas marinhas que possuem uma capacidade curativa formidável, uma tremenda qualidade nutricional e que constituem um rico adubo para os vossos solos.

Têm que reconhecer que o deserto do Gobi a determinada altura foi um jardim de um verde luxuriante, e que não foi senão devido a que a Atlântida tenha feito que fez, conforme vocês dizem, que chegou a tornar-se deserto. E os estados do vosso Médio Oriente encontravam-se todos sob as águas, a determinada altura, esta área esteve totalmente coberta por água a determinada altura, e subiu. Algumas áreas do centro oeste afundarão e outras subirão. Por isso, não se deixem assustar mas interroguem-se, “Onde deverei estar?” E permaneçam aí.

Quando o tempo da mudança desses ciclos ocorrer, o vosso pensar será diferente, e não será: “Como poderei abandonar o meu sofá vermelho e o meu piano?” O vosso pensar será: “Onde poderei praticar o trabalho de Deus? Será aí que estarei.” E sabem que podem encontrar uma felicidade formidável numa forma de viver simples. Uma das razões por que se sentirem felizes deve-se a que os impostos desapareçam. (Riso) Não mais impostos. Mas o homem encontrará forma de as voltar a impor; não se preocupem. Ele sempre o faz.

Pergunta: (...)

Irão descobrir que existirá alguma radiação, mas não quase tanta quanto a maioria das pessoas pensa, porque com as mudanças irá haver um grande seguimento para profundidades que não podem ser penetradas, pelo que na realidade representará uma vantagem. Algumas das coisas que parecem muito negativas neste momento constituem na verdade o prólogo de alguma acção positiva futura.

Pergunta: (...)

Fazem parte das mudanças da Terra. Cada desastre carrega evidentemente um lado negativo que pode ser percebido, mas essas coisas estão a conduzir a atenção para o que pode ter lugar para muitos. O acidente de Three Mile Island foi uma das melhores coisas que alguma vez aconteceu no vosso universo, por as pessoas que pensavam que não poderia acontecer aqui, subitamente passarem a perceber que podia. E assim, uma coisa aparentemente muito negativa na realidade tornou-se num passo muito positivo rumo a um controlo adequado. Qualquer catástrofe natural irá ter o seu lado triste, todos aqueles milhões de árvores a ser abatidas; só que esses milhões de árvores irão alimentar a terra, e aquilo que tiver sido trazido para o exterior desse vulcão irá nutrir o solo. E isso virá a ser de novo uma área saudável. Enquanto isso terá levado o homem a pensar.

O homem torna-se muito plácido ao pensar que não possa acontecer, mas as pessoas agora sabem o que uma coisa dessas pode provocar. E por vezes uma catástrofe une as pessoas mais fortemente e com uma maior pureza do que alguma outra coisa. Por isso, sim, existe um lado negativo em qualquer catástrofe, não só em relação àquilo que é humano mas em relação àquilo que é vida animal e vegetal e mineral, por fazer parte de um padrão de compreensão para o futuro.

Pergunta: (...)

O homem compreende aquilo que deseja compreender. E se desejar compreender este conforto sob qualquer forma que seja, poderá legitimamente ter vontade de sair por aí e apanhar frio ou deixar de se alimentar ou encher-se de lama. O que há a recordar é que a lei universal do carma se acha sempre em vigor; a lei da causa e do efeito acha-se sempre em vigor e não pode ser travada. Por isso, muita coisa ocorrerá em vidas que terá sido atraído por aquilo que tiver sido cometido anteriormente. Além disso, as atitudes do homem. O homem jamais precisaria ter problemas se se unisse e pensasse de igual forma (no sentido de concorrer para um mesmo fim). É sempre uma iniciação, um teste da crença. Aquele que é capaz de fazer jorrar coisas grandiosas acerca da fraternidade, até que a encontre no lar, entendem…… (interrupção súbita da gravação) Recordem que em vez de combaterem a energia desperdiçada do que tiver ocorrido e do porquê…… (interrupção súbita da gravação) acatem a lição e aprendam com ela.

Quantos de vós terão tirado essa lição e dito: “Que faria eu, se algo assim sucedesse?” Sabem, quando se dá um incêndio num prédio, toda a gente o acha terrível, mas quantos irão para casa e se questionarão se os filhos conhecerão uma via de evacuação, para o caso de se dar um incêndio? O homem tornou-se plácido e assim precisa por vezes enfrentar o facto de as coisas poderem ser diferentes. O que não quer dizer que o homem deva andar em busca de sarilhos, mas significa que…… (nova interrupção na gravação) uma positiva. E é isso que está a suceder; o homem está a começar a compreender que pode ter que fazer isso.

Pergunta: (Ainda relacionada com o incidente de Three Mile Island)

Claro, claro; não o amaldiçoem mas abençoem-no. Vou salientar um ponto – fazem marcação de pontos por reiterar declarações de uma só palavra um milhão de vezes? (Riso) Preciso fazê-lo, porque se moverem negativismo relativamente a uma situação negativa, ampliam a negatividade. Se a abençoarem modificam-na. Sim, o homem precisa tomar uma atitude, e precisa ser positiva. O homem precisa estar disposto a dobrar uma até à outra, mas não com a ideia de ceder; com a ideia da aceitação. Dizer “Somos um e podemos trabalhar juntos rumo a um só mundo.

Abençoem sempre o vosso governo, pois só Deus sabe o quanto está carente de auxílio, abençoem-no. E eu não estou a ser crítico, estou apenas a apontar factos. Ele carece de auxílio. Por isso, abençoem-no e pelo amor de Deus votem, façam aquilo que puderem para alterar a situação ao vosso redor. Isso faz parte da iniciação, por assim dizer. O homem tem a responsabilidade por criar o seu universo. E ele fá-lo por meio destas coisas todas. Mas e não usar de mais nada senão “eu,” “mim,” o ego, não irá poder livrar-se do fogo.

Vocês estão a assistir no vosso mundo à criação cada vez em maior número de comunidades, cada vez mais um viver cooperativo a ser formado, por vezes por necessidade. Mas no dar e receber e no intercâmbio do amor e na ajuda mútua para um estilo de vida melhor – não baseada em coisas, mas no pensar, o homem está a alterar o seu mundo. E isso é o que importa; a maneira como pensam a cada instante da vossa vida, e não numa altura específica. Não é a forma como conduzem o desfile, mas aquilo que fazem a cada passo da vossa vida também contribui para esse desfile.

Continua
Autores: Serafim Julian & June Burke
Direitos de Autor: Sul Srour







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