quarta-feira, 19 de abril de 2017

VACINAÇÃO


SETH:

"Muitas doenças na verdade são processos de promoção da saúde. A Varíola, o Sarampo, e outras doenças que tais da infância a seu jeito “inoculam de uma forma natural” o organismo, de modo que venha a ser capaz de lidar com outros elementos que fazem parte do corpo e do ambiente corporal.

Quando as crianças civilizadas são inoculadas em ermos médicos contra tais doenças, porém, elas geralmente não revelam os mesmos sintomas, e numa medida significativa os processos de protecção naturais são impedidos. Tais crianças poderão, pois, não acabar contraindo a doença contra a qual são protegidas em termos médicos – mas poderão na realidade vir a tornar-se presa de outras doenças mais tarde durante a vida que caso contrário não ocorreriam.

Falo aqui em termos gerais, porque lembrem-se de que as vossas crenças e pensamentos pessoais e emoções tornam-se causa da vossa realidade. De modo que ninguém morre antes do seu tempo. O indivíduo “escolhe” a altura da morte. Porém, é verdade, que muitos cancros e condições tais como a Sida resultam por o sistema imunitário ter sido amplamente adulterado que não se dá margem ao corpo de seguir os seus próprios procedimentos de equilíbrio.
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"Não estou a aconselhar os meus leitores a recusar-se a vacinar os seus filhos, uma vez que actualmente precisam considerar a vacinação, devido à proeminência que tenha alcançado na vossa sociedade. Contudo, é bastante possível que a própria ciência com o tempo venha a descobrir o lado desafortunado dos efeitos colaterais de muitos dos procedimentos a que recorre, e comece a reavaliar todo o procedimento.

É verdade que algumas populações nativas – particularmente do passado – se viam livres de muitas das doenças que são consideradas naturais pela medicina ocidental. Também é verdade, evidentemente, que algumas sociedades primitivas perderam vastas quantidades populacionais por causa da doença. Contudo, alguns desses exemplos, foram causados precisamente pela súbita introdução da medicina ocidental.

Não condeno a medicina ocidental em si mesma, porém, mas apenas aponto os muitos aspectos prejudiciais. A ciência médica acha-se igualmente em estado de transição, e é igualmente importante – se não mesmo mais - que examine os conceitos que defende assim como as suas técnicas.
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EPIDEMIAS – CONTAGIOSAS - INFECCIOSAS
A época das gripes é, de certa forma, um exemplo de um padrão manufaturado psicologicamente que pode por vezes produzir uma epidemia manufaturada. Por detrás de tais anúncios existe a autoridade da profissão médica, assim como a própria autoridade dos vossos meios de comunicação. Não podeis questionar a voz que ouvis na rádio. Ela não se apresenta corporificada e presume saber.

As próprias vacinações pouco bem geral conseguem, e podem ser potencialmente perigosas, em particular quando são dadas para prevenir uma epidemia que de facto tenha ocorrido. Podem ter um valor específico, mas no geral são prejudiciais, e confundem os mecanismos corporais- e delineiam outras reacções biológicas que podem não transparecer, digamos, durante algum tempo. 

Seth 
The Way Toward Health



Não obstante a vacinação consistir num princípio não estranho à homeopatia, (contrariamente ao que certas correntes postulam) por se fundamentar com base na premissa da cura pelo semelhante, curiosamente ser um dos únicos aspectos dessa corrente a ser aceite e a ter repercussão na alopatia, e não obstante ter obtido alguns bons resultados em épocas de surtos históricos, até mesmo esse ramo da ciência se preocupa por elucidar para os potenciais riscos, sobretudo das doses massivas ministradas nos infantes.
Fazendo jus a tal movimento, procuramos sempre contrabalançar as tendências vigentes com um incentivo à pesquisa, ao não-conformismo relativamente às correntes de “catequização,” que, mais ou menos ilustradas, carecem de um maior aprofundamento e conhecimento de facto, para o que de bom grado concorremos com os nossos esforços e parecem preocupar-se mais com uma massiva “inoculação” no sentido da rápida (e muitas vezes cega) adesão.

A primeira falácia que a as vacinas apresentam começa pelo facto dos médicos crerem fervorosamente que sejam responsáveis pela erradicação  de muitas doenças infecciosas mortais. Estamos sempre mais ou menos na iminência de que a Organização Mundial da Saúde venha anunciar uma data concreta em que conta que efectivamente doenças como a polio, o sarampo ou a difteria sejam erradicadas do planeta. Tal fervor incentiva a classe a produzir cada vez mais vacinas as responsáveis pelas mortes de adultos como as acompanhantes dos infantes, a maioria benignos, como sarampo, papeira e varicela, o que resultou numa massiva ministração nas crianças em idade escolar e sobretudo durante o primeiro anos de vida.

A Organização Mundial da Saúde até patrocinou um programa de desenvolvimento do que imaginaram poder vir a ser um Santo Graal geneticamente modificado de libertação controlada, uma supervacina contendo o ADN bruto de até 40 doenças diferentes numa tirada, para ser injectada na boca de um recém-nascido, com reforços a intervalos intercalares durante toda a vida.

Há vacinas a ser desenvolvidas para a asma, para as otites, e para as doenças respiratórias, para a Sida, para o cancro e até para precaver a gravidez. Porém, é com vacinas que os tecnocratas do Admirável Mundo Novo perdem toda a explicação sobre a doença e a sua prevenção, devido a que a fé que os move seja não inabalável que chega a impedir que os médicos reconheçam provas factuais que demonstrem os perigos e as ineficácias de certas vacinas, ou mesmo do caso de doenças em crianças que tinham sido vacinadas contra elas. Também é responsável por converter médicos e cientistas, de outro modo razoáveis, em pessoas intimidadoras e histéricas que bradam com os dissidentes e recorrem à chantagem emocional para intimidar pais no sentido da submissão, e recorrem a apelos emotivos para argumentar os seus pontos de vista.

Já vimos as campanhas que os diversos governos da Europa e dos Estados Unidos são capazes de promover para convencerem os pais a vacinarem as crianças em idades escolares contra a rubéola, o sarampo. Nos Estados Unidos, nação em que os direitos e liberdades dos cidadãos foram durante anos a fio coartados sistematicamente, os pais foram ameaçados com a retenção de benefícios de saúde caso não ministrassem aos seus filhos a vacina tríplice VASPR. Claro que não publicaram virtualmente qualquer informação contra os efeitos secundários há muito aceites pelas instituições governamentais internacionais. E no Reino Unido, a campanha anunciava publicamente que iria erradicar para sempre o sarampo das Ilhas Britânicas.

O Departamento de Saúde Britânico dinamizou uma das campanhas de imunização mais ambiciosa alguma vez vista nos países industrializados, informando os pais sobre o facto de os efeitos secundários das doses de reforço serem altamente improváveis, tendo sido cuidadosamente estudado o ocorrido com grande número de crianças nos EU. De facto as provas em que tais alegações se baseavam eram mais do que escassas. Antes da campanha receberam um faz da parte dos responsáveis do Programa de Imunização Nacional Americano a explicar que as únicas provas da segurança dos reforços se baseavam em questionários enviados a estudantes universitários que tinham recebido tais reforços. Os cientistas médicos consideraram esse tipo de estudo uma medida de segurança altamente imprecisa de base não científica e sem eficácia. A segurança real das reacções ou das doses de reforço ainda não era conhecida, uma vez que o teste ainda não se encontrava completo.

Mas, o que é pior, o Serviço Laboratorial de Saúde Pública do Reino Unido concluiu um estudo antes do início da campanha, e este demonstra que as crianças a quem tinha sido inoculada a vacina VASPR tinham três vezes mais probabilidade de sofrer convulsões do que aquelas que não tinham recebido. Dois terços dos casos de convulsão eram devidos apenas à componente sarampo. O mesmo estudo concluiu igualmente que a vacina elevava cinco vezes acima do esperado o número de casos de ocorrência de uma doença rara de sangue. Esse estudo foi referido durante a campanha, tendo sido  apenas publicado na literatura médica, e somente quatro meses depois do final da campanha.
Mais recentemente, o Governo Britânico acelerou a introdução de uma vacina completamente nova e ainda não testada para a meningite C, oferecendo-a a todos os estudantes universitários na Grã-Bretanha, com base em testes de curto prazo, no máximo de algumas semanas. Embora um quinto das crianças num dos ensaios tenha adoecido, esta informação nunca foi veiculada aos pais que consentiram expor os seus filhos a esta vacina.

Uma vez que as vacinas representam o exemplo ideal da Medicina moderna - o totem do triunfo da medicina sobre a doença - os testes científicos são os mais sujeitos à manipulação da opinião médica para pintar um quadro positivo num resultado negativo, ignorando quaisquer consequências que não desejam ouvir. Como sempre, a tendência que impera é a dos fins justificarem os meios, e neste caso, esses fins são tão megalómanos quanto a pretensão dos dirigentes governamentais que têm ânsia de protagonismo.

na América, o Governo norte americano pediu à Academia Nacional de Ciência que procedesse a uma revisão de toda a literatura médica e reportasse cabalmente quais os perigos conhecidos e comprovados, caso existissem, das várias vacinas para crianças. Em dois relatórios separados, o instituto de Medicina da Academia, que reunira pediatras de topo e cientistas médicos para tal tarefa, concluiu que as nove vacinas tinham potencial para causar um sério dano. Embora essas conclusões tenham acabado por ser incluídas em fichas de informação detalhadas e distribuídas aos pais antes da vacinação dos seus filhos, a Comissão Nacional da Vacinação na Infância pressionou no sentido da não edição das fichas, com o argumento de que criaria confusão nos pais.

Na Grã-Cretanha, o Departamento de Saúde encomendou um relatório sobre a vacina da tosse convulsa ao Professor Gordon Stewart, que trabalhara no Departamento de Medicina Comunitária da Universidade de Glasgow e também como assessor da Organização Mundial de Saúde, que estudava a vacina há muito tempo. Quando os seus estudos mostraram que os riscos da vacina prevaleciam sobre os benefícios, o Departamento de Saúde e da Segurança Social encaminhou o relatório para a Comissão de Segurança na Medicina, que optou por não actuar. Neste ambiente de excesso de zelo, entre o acelerar da "conquista" de todas as doenças possíveis, onde toda a reputação assenta na defesa da vacinação a todo o custo, ninguém faz uma pausa para analisar os possíveis efeitos a longo prazo da introdução de 12 ou mais antigénios diferentes nos sistemas imunitários imaturos de uma geração de bebés com menos de quinze meses.
os epidemiologistas nunca investigaram se existe um limite máximo de inoculações que um bebé pode tolerar, a partir do qual todas as outras lesões subtis - asma, problemas de aprendizagem, hiperactividade ou otites crónicas, p. exemplo - se manifestam. De facto, ninguém elaborou qualquer estudo de segurança a longo prazo. o Dr. Anthony Morris, ex director de virologia da FDA e do Instituto Nacional de Saúde, afirma: "Só ouvimos falar das encefalites e das mortes. mas existe todo um espectro de reacções entre a febre e a morte, e são essas coisas que nunca são reportadas."

No âmago do processo lógico presente por detrás da vacinação está a teoria da imunidade do rebanho - ou seja, se existir uma vacinação em massa contra uma certa doença, ela irá naturalmente desaparecer. O problema te de tal linha de abordagem, assenta claramente numa abordagem de contornos tirânicos: eliminar uma doença é mais importante, aos olhos da Medicina, do que a saúde do seu filho, que pode ser prejudicada por uma vacina, ou do que o direito de decidir o que é melhor para a sua família. Se decidirmos contra a vacinação dos nossos filhos seremos considerados  não só pais imprudentes como também cidadãos irresponsáveis na nossa comunidade Em muitos países as crianças são obrigadas a ser vacinadas para poderem frequentar a escola - uma política que viola claramente uma série de liberdades constitucionais (caso não delegassem a sua interpretação apressada a membros de comissões inexperientes e de lealdade duvidosa). Neste clima de histeria, o governo e a comunidade médica constituíram o seu direito de insistir em administrar uma substância a um menor, sem que possam garantir a sua segurança - um direito que ninguém até agora tentou desafiar nos tribunais.

A premissa da vacinação ergue-se no pressuposto de que injectar uma pessoa com uma bactéria enfraquecida ou um vírus desactivado desencadeie no organismo um processo de desenvolvimento de anticorpos à doença, conforme acontece quando se adoece naturalmente. Mas, a medicina conhecerá o período de tempo em que as vacinas actuam? Tudo quanto os estudos científicos habituais conseguem mostrar, uma vez que são feitos a curto prazo, é que as vacinas podem criar anticorpos no sangue. Mas pode acontecer que elas façam com que os anticorpos subam desmesuradamente, durante um curto espaço de tempo, o que contraria a premissa. Na verdade, a presença de anticorpos no organismo pode não representar a única forma de o corpo reconhecer e de se defender. Muitos indivíduos que contraíram difteria nunca chegaram a desenvolver anticorpos à doença.

Está exemplificado que foram encontrados anticorpos do sarampo no sangue em apenas um de sete crianças vacinadas, que acabaram por contrair sarampo. E no entanto, não tinham desenvolvido anticorpos, quer da vacina quer da doença. Ultimamente, o Laboratório da Saúde Pública de Londres, concluiu que um quarto dos dadores de sangue entre os 20 e os 29 tinha uma imunidade insuficiente à difteria, embora tivessem sido vacinados em bebés. Tal percentagem duplicou no grupo etário dos 50 aos 59 anos.

A criação da vacina, em si mesmo, é processo estranhíssimo, porque é feita de agentes patogénicos que supostamente são atenuados ou enfraquecidos por processo dito “em série.” Uma variante do vírus é feita passar por 50 células animais com a intenção (pressuposto) de que tal acção o leve a um enfraquecimento. Mas não só o processo é mistificador como as células seleccionadas parecem proceder de escolha arbitrária. A vacina da pólio passou por rins de macaco, a do sarampo passou por células de embriões de galinha, o vírus da rubéola através de células de coelho ou de pato, e a febre-amarela através de camundongos e células de embrião de pintainho.

Depois, entre as vacinas administradas aos infantes, encontram-se agentes como da tuberculose ou BCG, a tríplice sarampo/papeira/rubéola ou VASPR, a vacina oral da poliomielite e a vacina da varicela. Muitas dessas vacinas são compostas de antigénios vivos, uma vez que os antigénios mortos não funcionaram.

As vacinas inactivas são feitas de componentes da doença – por exemplo, células inteiras, toxinas, moléculas sintetizadas – que tenham sido desactivadas pelo calor, pela radiação, ou por químicos. A vacina da poliomielite de Salk, a da difteria e a da tosse convulsa/tétano, a da hepatite B e a da meningite encontram-se entre as mais comuns. Supostamente, a vacina inactiva deveria impedir a possibilidade do antigénio se reproduzir no receptor, por se pretender muito simplesmente, que estimule a circulação dos anticorpos. Contudo, isso não é claro, e problemas sérios com vacinas inactivas desafiaram a sua suposta incapacidade de se reproduzirem no receptor.

Depois há a questão dos mitos associados às vacinas:

1. AS DOENÇAS SÃO ELIMINADAS MERAMENTE EM RESULTADO DA VACINAÇÃO
2.AS DOENÇAS CONTRA AS QUAIS NOS VACINAMOS SÃO MORTAIS
AS VACINAS PROTEGEM-NOS DAS DOENÇAS
4. OS EFEITOS SECUNDÁRIOS DAS VACINAS SÃO RAROS E, NA SUA MAIORIA, LIGEIROS

Os excipientes
As novas doenças em vacinas
A VASPR e o Autismo
As alternativas à imunização

Enfim, uma panóplia de considerações sem-fim que devem ser objecto do interesse de um pai no sentido de se informar devidamente antes de alinhar pelas correntes autoritárias, e poder decidir em consciência. Sim, porque só quem está ciente dos dois lados da questão e tem que definir uma escolha com responsabilidade pode decidir – decisão essa que é pessoal e intransmissível, digam os entendidos o que disserem.





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