segunda-feira, 13 de março de 2017

CRISTAIS



 
Pistas e indícios dos Antigos. 

No trabalho que fizemos, na exploração que fizeram de Sírio, dos seus planetas e do seu povo, das suas quatro raças que em última análise se expandiram em catorze raças – um número válido. O trabalho que empreendemos acerca de Lemúria, essa terra que a imaginação esqueceu, essa terra que emergiu das brumas e que constitui o primeiro experimento de um novo tipo de ser humano, que surgiu através do vórtice de Sírio, do vórtice da Deusa, que surgiu das brumas, e que quando foi completado se retirou... Lemúria onde vocês definiram uma opção, onde se podiam ter retirado para as brumas fazendo dessa a vossa última encarnação física, há tantos e tantos milhares de anos atrás, mas onde ao contrário optaram por permanecer neste reino, permanecer neste experimento que certa vez iniciado não abandonariam. Uma decisão árdua, uma escolha dura, fruto do amor. E conforme os cristais foram cheios com conhecimento e distribuídos também vocês enquanto consciência determinaram continuar – reincarnar, sem dúvida, com toda a amnésia que tanto faz parte disso, nesse segundo experimento, da Atlântida e as suas três civilizações. E depois no mundo moderno.

Como com cada destruição da Atlântida, as pessoas na tentativa de escaparem, antes do fim depositaram cristais em diversos lugares por todo o mundo, e como cada uma das civilizações que procuraram escapar para uma dos catorze diferentes locais – o número tem importância. E depois no vosso mundo moderno à medida que evoluíam e descobriram a vossa herança e tradição, e o vosso caminho no tecido das vidas até esta encarnação, a fim de completarem o que começaram no que parecerá ter sido há muito tempo, de modo que esta poderá ser a vossa última encarnação se assim o preferirem.

Mas ao longo do caminho tem-se apresentado a influência dos Antigos. Que Antigos? Para alguns, para muitos de vós, houve uma altura na vossa infância ou adolescência, porventura nos anos do crescimento, poderá ser havida algo pessoal como que surgido do nada, que tenha contornado a esquina como se nunca tenha existido antes e tenha atravessado a vossa vida no que poderá ter parecido um momento, embora um momento que tenha sido eterno, e que depois tenha saído da vossa vida de forma tão misteriosa quanto tenha surgido, um Ancião, um homem ou uma mulher velhos que não fossem vossos parentes mas que de algum modo fizessem parte da vossa vida: Porventura um encontro breve, mas um encontro fortuito com um Ancião. Quem são esses Antigos? 

Nós descrevemo-los como Anciãos na expressão humana dos seres e das raças de Sírio, localizado no sistema planetário da estrela Sírio, os Anciãos que atingiram o estado translúcido antes da exaltação de serem elevados ao estado de seres de luz ou Os Resplandecentes de Sírio. Seres humanos! Num recipiente humano diferente da vossa forma humana; não homos sapiens conforme vocês definiram que foram mas seres humanos do sistema planetário Sírio. Os Anciãos que alcançaram o estado translúcido, ainda humanos antes de se transformarem nos seres de luz ou Resplandecentes de Sírio e no vosso planeta, nas terras que formam a Lemúria, os sonhadores, os sonhadores da Lemúria, os mais evoluídos do povo da Lemúria, dos seres humanos, alguns dos quais atingiram o estatuto de Anciãos e alguns dos quais completaram a sua metamorfose, tornando-se nos Antigos.

Na Atlântida, onde do mesmo modo existiram alguns Anciãos, mulheres e homens velhos, que eram os guardiães dos vales de cristal. E em cada uma das três civilizações das Atlântida, grandiosos vales de cristal que tinham cristais de dimensões com seis, nove, doze metros de diâmetro, de muitas toneladas, que compunham esses vales, no interior dos quais muitas vezes se viam templos de cristal, dotados de cristais arredondados com uma altura de seis a nove metros, grandiosos cristais geradores, grandes esferas como nunca viram ou como dificilmente conseguirão imaginar, cujos guardiães e zeladores não eram jovens, não aqueles que há pouco tinham atingido a idade adulta, mas esses Anciãos que, embora de corpos vagarosos e decididamente se movimentassem em câmara lenta e fossem tão velhos, o que lhes faltava em termos de vigor físico tinham muitas vezes mais em termos de magia. Sim, os Anciãos da Atlântida, os guardiães dos vales de cristal e dos vórtices de cristal. Sim, nos dias de glória eles acharam-se presentes e quando as coisas se deterioraram esses Anciãos foram vistos como velhos tontos e foram perseguidos dos vales e desses vórtices, quando na verdade os problemas (não que tenham sido singularmente provocados mas se agravaram). Os translúcidos, os Anciãos de Sírio antes de se tornarem nos seres resplandecentes de Sírio, os Antigos sonhadores da Lemúria que tinham completado a sua metamorfose, os Anciãos que foram guardiães dos vales de cristal e dos vórtices de cristal, tanto no vosso domínio como no domínio das fadas – não fadas dos contos de fadas mas das fadas que partilham desta Terra. Os Reis e Rainhas da luminescência alba do reino das fadas que são os Antigos, os Anciãos.

Mas há no vosso mundo humano, embora menos visíveis agora do que noutras alturas, menos visíveis agora onde não há lugar para anciãos, sejam mais ou menos antigos, Há os crones (seres idosos) e eremitas, seres humanos que na sua idade são verdadeiramente anciãos e verdadeiramente antigos. Mas nem toda a mulher que atinge os anos da idade da velhice se torna num crone ou num ancião. Nem todo o homem que alcança os anos de eremita (não os anos da reclusão, não esse tipo de eremitas) nem todo homem que atinge a velhice se torna num eremita. Mas tornar-se um crone ou num eremita, num Ancião, fz parte do processo.

Dos seres translúcidos de Sírio, até aos crones e eremitas do domínio humano (a tradição dos antigos) assim como no reino que é de cristal, onde também existem Anciãos passando pelos sonhadores, na plena metamorfose que atingiram, pelos guardiães e zeladores dos vales e dos vórtices, pelos reis e rainhas luminescentes do domínio das fadas...


Mas comecemos pelo óbvio: Os cristais possuem consciência. Vocês sabem disso, ou não estariam agora a ler sobre eles nem teriam a curiosidade que sentem acerca do trabalho e do despertar com os cristais. Vocês sabem que os cristais possuem consciência, mas mais correctamente será dizer que os cristais são consciência, consciência que optou por se expressar a si mesma no reino mineral, que optaram por se expressar na forma cristalina. Do mesmo modo que vós, que habitualmente dizem que possuem consciência, quando mais correctamente seria dizer que são consciência que optou por se expressar na forma humana. Os cristais e vós, cada um é consciência que escolheu expressar-se por formas muito diversas. Ambos, vós e os cristais, são tão distintos quanto podem ser, e no entanto tão semelhantes – consciência que elegeu manifestar-se na forma física; um na forma cristalina e o outro na forma humana. É importante que saibam que vocês são consciência, do mesmo modo que é importante que saibam que os cristais também são consciência. 

E o que também importa saber, que no vosso mundo actual se tornou ainda mais importante saber, por ao vosso redor e no universo estar a eclodir um enorme despertar que já teve início e que já se encontra bem encaminhado. Está a ocorrer um grande despertar que os pode conduzir além dos pesadelos e da mediocridade, que os pode levar e ao vosso mundo (para além dos pesadelos e da mediocridade) rumo a um futuro positivo de sonhos e de visões, a um futuro virgem e intocado pelas mãos humanas, de magia e de milagres. Está a ocorrer um enorme despertar, que os pode conduzir a vós e ao vosso mundo e que pode transformar o vosso trabalho num grandioso trabalho da vossa era actual e da era que está por vir.

Existe uma energia tripolar que busca tornar-se numa força unipolar neste vosso mundo de dualidade, neste mundo bipolar. Existe, pois, uma energia tripolar que procura tornar-se numa força unipolar. É isso que referenciamos como esse grandioso despertar que os pode elevar e ao vosso mundo (que pode elevá-los e ao vosso trabalho) rumo ao Grande Trabalho, e a um Novo Mundo.

Energia tripolar - existe o domínio da espiritualidade, e nesse domínio existe a vossa Terra, um campo de jogo chamado Terra; e nesse campo de jogo existe individualidade, designadamente individualidade humana. Esses são os componentes dessa energia tripolar. O domínio da espiritualidade, o campo de jogos da terra e a individualidade humana. E cada um deles está a mudar, está em ascensão, está a despertar. E no domínio da espiritualidade de Deus, da Deusa e de Tudo Quanto Existe, a Deusa está de volta. Ela jamais partiu, ela jamais foi a parte alguma, mas estava encerrada, desactivada, mas agora está de volta na devida linha deste domínio da espiritualidade, de deus, da Deusa, do Todo, a Deusa está de volta. E no campo de jogos, a Terra está a despertar, a consciência da terra, na sua devida linha ou consciência dos cristais. E na humanidade, a individualidade, a complexidade da individualidade está a despertar. E na devida linha da consciência humana – vós – na vossa individualidade humana, na complexidade. E assim aqui está, a emergir do Seu domínio, Deus, a Deusa, o Todo, a consciência dos cristais a emergir da devida linha da consciência da Terra e a vossa consciência a emergir na complexidade da consciência humana.

Mas para plenamente receberem o grande despertar... mas entendam uma coisa, sempre existiu despertar, sempre. Só que não como este. O despertar que está actualmente a ocorrer é revolucionário, despertar exponencial em cada um dessas áreas – domínio, campo de treinos e individualidade, nunca foi como se está a tornar: um despertar que de súbito se torna num grandioso despertar. E para receberem esse despertar e plenamente elevarem o vosso trabalho ao Grande Trabalho e receberem cada recompensa, para colherem a magnanimidade do sucesso, felicidade, luz e amor para vós e para o mundo com que tanto se preocupam, com tão grande beleza, benevolência e verdade, vocês precisam estar mais despertos, mais alerta, mais conscientes do que nunca.

Mas nesse sentido não estão sós; não precisam fazer tudo sozinhos. Não estão sós; nunca mais se verão sós. E embora o trabalho com os cristais não seja a única via para se tornarem mais despertos e mais conscientes. Mas é um meio elegante, um meio majestoso, uma forma mágica. Não é a única via, mas se aprenderem a despertar a consciência dos cristais, se aprenderem a trabalhar com eles, pode tornar-se para vós numa forma de criarem uma confluência, uma corrente conjunta da vossa consciência e da consciência que é chamada “consciência do cristal.” E nessa corrente conjunta de consciência, uma confluência de magia que pode ser verdadeiramente elegante.
Que coisa serão, pois, os cristais? Que constituirão eles no domínio físico? Queremos falar a respeito disso por ser importante que o compreendam, porque falar meramente das qualidades metafísicas do quartzo e de coisas desse género torna-se num conto de fadas um tanto deslocado e sem base de facto alguma, etc. E por também criar uma perspectiva para quem está por fora, por diversas razões e para quem associa aos cristais todo o género de actividades horrendas, etc., e as coisas horrendas que se dão com eles. E que não conseguem distinguir, por tornar difícil distinguir o que comporte de verdadeiro e o verdadeiro potencial de um cristal.
Conforme nós dizemos, olhem há toda essa literatura, toda essa informação, três quartos da qual é falsa. Mas como distinguirão o que é verdadeiro do que não é? Não queremos que entrem nessa do dizer: “Bom, esta fonte diz que isto é verdade e que aquilo é falso, etc.” Se o jogarmos nesse nível tratar-se-á do mesmo jogo, de modo que pretendemos dar uma olhada breve em certas das propriedades físicas dos cristais, porque então poderão operar com isso, a fim de entenderem o que seja válido e o que não seja relativamente aos cristais em combinação com uma certa verdade relativa à metafísica e à forma como a realidade opera, para que consigam decidir por vós próprios se isso não passa de um monte de porcaria ou se é informação válida que possam usar e com que possam trabalhar sem ter que estar a estruturar antecipadamente ou a interrogar-se sobre quem estará a falar a verdade. Vocês poderão descobrir quem fala a verdade, o que representa uma ideia curiosa, bem o percebemos, mas seja como for queremos que o experimentem, de modo que queremos olhar um pouco para as propriedades físicas.
Assim, e antes de mais, a crosta da vossa Terra é composta de vários químicos, certos elementos, e noventa e nove por cento dessa crosta terrestre é composta por oito elementos particulares, que do mais frequente ao menos frequente são: Antes de mais o oxigénio; a coisa mais abundante na vossa costa terrestre e por isso mesmo na vossa realidade é o oxigénio. O segundo é a sílica. O que mais abunda a seguir ao oxigénio é a sílica e a seguir têm o alumínio, que constitui o terceiro – absolutamente. E depois há o ferro. E a seguir ao ferro há o magnésio, depois o cálcio, o sódio e o potássio.
Esses oito elementos compõem noventa e nove por cento do que compõe a vossa crosta terrestre em toda a singularidade e diversidade que a caracteriza e em meio a todas as diferenças como norte e sul, este, oeste, etc. Esses são os elementos que mais predominam. E o cristal de quartzo constitui uma combinação de oxigénio, a coisa mais comum que têm, e silicone, a segunda coisa mais comum de que dispõem, e envolve uma combinação em que dois átomos de oxigénio se combinam com um átomo de sílica. E a forma como essa combinação opera, sem nos adentrarmos demasiado na área da química, é que um átomo é composto por um núcleo conforme bem estarão cientes, um neutrão, um núcleo central em torno do qual roda um certo número de electrões, num padrão arredondado e em certos níveis, à semelhança de conchas de electrões que viajam ao redor de modo que um electrão representa uma concha; se houver dois electrões, geralmente continua a existir uma concha por eles se emparelharem numa dupla, mas se existirem mais deverá resultar em duas conchas, três conchas e várias outras conchas formadas pelo padrão desses electrões. E basicamente pode ser descrito como o vosso Sol, no centro do vosso sistema solar mais Mercúrio a rodar em torno dele. Ora, Mercúrio não altera a sua órbita, sabem, não ultrapassa além da de Plutão nem para trás e para diante, mas permanece numa elíptica constante e a uma distância constante do sol, no que a isso diz respeito em particular.
Uma concha. A concha seguinte é formada pelo quê, Vénus, que na concha que forma não roda de encontro a Mercúrio na rotação e distância permanentemente constantes que descreve na elíptica à semelhança da Terra e de Marte em todo o seu percurso. Pois bem, o átomo de forma similar tem o seu núcleo e electrões que giram em torno dele numa órbita aleatória, reconhecidamente, não como os vossos planetas numa órbita sistemática mas aleatória, só à mesma distância na concha em que operam. E o que acontece aqui é que na concha externa não existe em número suficiente pelo que se juntam e deixam de lado um electrão de uma outra molécula, ou melhor de um outro átomo, para formarem uma molécula e assim dois átomos de oxigénio e um de silicone combinam-se e encaixam, por as conchas externas ficarem preenchidas com os electrões delas próprias e das outras e assim ficam ligadas em conjunto.
Por essa altura não criam um formato um a um mas as moléculas ligam-se umas com as outras; de novo, as conchas exteriores ligam-se muito à semelhança desses brinquedos de chapa, em que precisam segurar as coisas neles e elas ligam-se e criam uma estrutura elaborada dessa forma capaz de ligar, contanto tão longa e tão logo fique preenchida e não consigam colocar mais. Por isso estão limitados nesse sentido, mas a combinação em particular é formada por dois átomos de oxigénio e u átomo de sílica combinadas a fim de criarem uma molécula que se vai ligar a outras moléculas e formar uma treliça que nesse sentido constitui o quê? Uma volta em espiral de trinta graus, uma hélice que dá uma volta de trinta graus e que dá seis voltas até ficar completa e voltar ao ponto onde terá iniciado e uma vez mais, e outra e mais outra.
Não muito diferente da hélice formada pelo vosso ADN em cada átomo do vosso corpo, nem diferentemente da espiral formada pelo vosso sangue ao percorrer as vossas veias e artérias. O sangue não flui através delas mas espirala num ângulo de trinta graus ao longo das veias do vosso corpo, etc., para cima e para trás e ao redor e esse tipo de coisa, a mesma espiral; seis voltas até completar o círculo. E os cristais constroem-se dessa forma, constroem-se através dessa energia espiralada composta por moléculas de sílica e de oxigénio combinadas e travadas em conjunto, entrelaçadas, e a formar a solidez e a dureza daquilo que é caracterizado como quartzo ou cristal, e de resto de todos os cristais; diferentes combinações que resultam em diferentes formas, diferentes espirais, mas o quartzo é aquele que apresenta uma volta de trinta graus e que dá seis voltas até atingir o círculo e assim temos a forma natural composta por seis lados do quartzo de cristal.
Agora, há certas energias bastante interessantes que ocorrem no caso do quartzo - no caso do cristal e em particular no do quartzo. Há energia no exterior, há energia no interior, e nós chamaremos sinergia a essas duas energias em termos da energia do todo. Se pegarem num pedaço de quartzo, num pedaço de cristal e o pousarem e pegarem num martelo, ou num martelo de borracha ou algo e lhe baterem com ele, estarão a colocar esse cristal sob tensão, estão a comprimi-lo; por instantes mas de uma forma significativa, estão a comprimi-lo. Ora bem, o que acontece quando fazem isso, é que certos desses electrões de que falamos, que se encontram na cobertura exterior deslocam-se, saltam, à semelhança porventura do caso de pegarem num cacho de uvas e o abanarem, situação essa em que algumas das uvas poderão soltar-se por estarem maduras.
E nesse sentido, quando o golpeiam ou comprimem, ou o colocam sob pressão, na superfície inferior do cristal isso vai libertar electrões. Bom, isso poderá ser comprovado no laboratório, por um fluxo de electrões constituir electricidade. E quando golpeiam um cristal, ele acende-se; talvez não o suficiente para poderem ler um livro à luz que gera, mas ele acende-se. (Riso) E mesmo num compartimento escuro, se pegarem num cristal e o golpearem de uma forma significativa, conseguirão ver uma erupção de luz a olho nu. É por isso que por entre a maioria dos Índios desta parte ocidental dos Estados Unidos, sempre que descobrem cristais nos acampamentos e coisas muito frequentadas assim, eles lhes batem e libertam faíscas (luz) porque quando os golpeiam, eles libertam electrões, e a luz que enceram, aprisionada, é libertada. A vossa realidade é toda composta de luz, conforme temos vindo a dizer sempre que referimos o aprisionamento da luz nas partículas subatómicas, nos Neutrinos e nos Quarks e nos Charms e em vários outros do género, que por sua vez incluem a uma determinada faixa vibratória os electrões e os protões que criam a matéria, etc., etc. falamos acerca disso desde o seu processo ao máximo.
A luz constitui luz aprisionada, e essas partículas subatómicas que são luz aprisionada, ao serem golpeadas libertam a luz e vocês reparam numa explosão de luz, os electrões libertam-se, ao que se chama energia piezoeléctrica (Piezo = energia estimulada pela compressão. Piro = energia estimulado pelo calor). O que acontece nesse sentido, golpeiam-no e ele liberta esses electrões, e depois quando deixam de o golpear ele volta a captar outros, por existirem montes de electrões a flutuar ao redor, não é?
Existem muitos átomos de oxigénio no vosso ar, felizmente, e eles andam a flutuar ao redor. E assim, vocês golpeiam o cristal e facilmente os eletrões passam a desmembrar-se por um processo de cisão e vão para outra parte qualquer, e após esse golpear ou essa pressão ter terminado o cristal passa então a reunir electrões – assume outros. E vocês golpeiam-no de novo e eles libertam-se, alguns são soltos no exterior enquanto outros são recolhidos. E sucessivamente, para trás e para a frente e vocês continuam a bater no cristal repetidamente e ele liberta essa carga, essa luz.
Ele não diminui, porque assim que deixarem de lhes bater ele recolhe outros electrões, para os voltar a libertar uma vez mais, e esse é o princípio básico do funcionamento da agulha do vosso fonógrafo. É um pedacinho pequenino de quartzo, feito porventura de diamante ou safira, ou quartzo, nos discos estragados dos dois lados, mas seja como for, é isso. O pequeno quartzo percorre um sulco, sulco esse que é curvo, enquanto o quartzo segue a direito; daí que esbarra nos lados, constantemente a esbarrar para um lado e para o outro, razão porque têm um anti derrapante e um contra peso para contrabalançar todo esse material mirabolante para lhes poupar os discos, mas o mesmo sucede em termos de ser golpeado, os cantos desse sulco. Não é preciso muito para obter uma certa energia eléctrica, claro que não, porque o golpear constante dos cantos liberta uma carga eléctrica que por sua vez é transferida e mecanicamente ampliada para despois se tornar no som, mas sugerimos aqui que seja como for, assenta nesse princípio de funcionamento – golpear o quartzo para o levar a libertar a luz, a electricidade que contém, os seus electrões, sem jamais se desgastar, supostamente – bom, desgasta-se quanto a isso, mas não por causa de tal acção. Mas representa a energia piezoeléctrica que flui no exterior do cristal.
Agora; não só libertam luz do cristal através da pressão como também lhe colocam luz – luz sob a forma de electricidade, luz sob a forma de pensamento. O cristal obterá demasiados electrões e incha, engorda. E engordará até que eventualmente quebre? Não. Devido a que a electricidade alterne a sua corrente, não é, em termos de corrente A C D, e mesmo o facto de a direccionar nesse sentido sofre flutuações e não flui directamente, o que sugerimos é que o que acontece é que ele se acende, ou incha e volta a encolher; para trás e para diante. E é por isso que têm relógios de cristal, não é? Tempo exacto definido por cristais de quartzo, etc. Leva uma pequena bateria que coloca uma pequena carga no cristal, e o cristal responde para fora e para dentro muitas, muitas vezes por segundo; e tudo quanto os relojoeiros precisam fazer é calcular quantas vezes o faz por segundo, o que poderá ser computorizado e inserido no relógio de modo que um cristal que vibre a determinadas frequências por segundo, toda a vez que completar esse número de vibrações, isso levará o ponteiro dos segundos a mexer-se. E toda a vez que o ponteiro dos segundos se mexe sessenta vezes, o ponteiro dos minutos mexe-se, e toda a vez que o ponteiro dos minutos se mexer sessenta vezes o ponteiro das horas mexe-se. Simples! Basicamente é o processo. Porque quando colocam electricidade no cristal ele expande-se, e contrai-se. Ele vibra – ele vibra – e a frequência da vibração é constante em cristais do mesmo tamanho, sem que importe onde o obtenham.
Se obtiverem uma fatia de cristal de Madagáscar e outro do Arkansas e outra ainda do Alasca, e fizerem passar uma corrente eléctrica através deles todos, contanto que tenham um tamanho idêntico, todos eles vibrarão a uma mesma velocidade constante. Assim, golpeiam-no e libertam luz; colocam-lhe energia e libertam energia, libertam vibração. Colocam-lhe vibração e ele liberta luz, colocam luz nele e ele liberta vibração. Energia piezoeléctrica. Energia piezoeléctrica que flui à superfície do cristal e não dentro dele, à superfície apenas, na borda externa. Porque dentro, todo o conjunto se acha de tal modo apetado que os electrões não vão a parte nenhuma. Encontram-se todos completa e impecavelmente apertadinhos, mas é no bordo que tem espaço de sobra, de forma que o apertam e apertam uma pequena vida, uma pequenina luz, apertam até soltar esses pequenos electrões. Preenchem-no com a energia da vida, que é transferida por muitas coisas desde o pensamento até à electricidade, e o cristal obtém tantos electrões que se expande e contrai e vibra; a energia piezoeléctrica a operar – isso no laboratório, não é só por parecer agradável, mas é o que ele faz.
Os rádios de cristal e todo o uso que agora se dá aos cristais; nos computadores não utilizam esse tipo de cristais. Abram-nos e não descobrirão nenhuns, mas chips sintéticos feitos de silicone que funcionam como cristais e já iremos falar acerca disso dentro de instantes. Mas seja como for, esse é o princípio básico aí contido, nesses pequenos chips que conseguem armazenar e transferir informação por meio de vibração.
Bom, isso engloba a energia superficial; mas, e que dizer da interior? Bom, a energia contida no interior do cristal constitui uma energia em espiral. Cresce numa treliça em espiral, cresce desse modo, numa volta de trinta graus e seis voltas até completar um círculo. Completa seis voltas por círculo porque trinta numa circunferência de trezentos e sessenta dá seis, certo? Por o círculo completa trezentos e sessenta graus, etc., etc.
(NT: Aparentemente este cálculo apresenta um erro, porque seis voltas completam apenas 180 graus, e não trezentos e sessenta.)
Mas é a mesma volta que o vosso ADN dá, a mesma volta que o vosso fluxo sanguíneo descreve no vosso corpo; mas é um giro poderoso por ser amplificador.
Assim tem uma energia no interior que funciona diferentemente da energia no exterior, mas ambas as energias trabalham em conjunto de modo a levar que o cristal irradie energia. Porque a energia ao fluir de dentro confere pressão sobre o exterior e desse modo cria o efeito piezoeléctrico quer estejam presentes ou não sentados a esfregar um bastão e continuam a fazer isso, porque ele funciona por mote próprio, por a energia que flui através dele, a energia que flui no vosso universo, a energia da Terra, no determinado número de ciclos por segundo que apresenta, fluir automaticamente através dos cristais, por eles fazerem parte da terra quando lá se encontram. E assim esse fluxo de energia piezoeléctrico, tanto em termos de libertação de energia sob a forma de luz e da libertação de vibração, constitui uma limpeza. E ambas as energias criam uma energia que irradia, uma sinergia de ambas, um todo que é maior do que a mera soma das suas partes: Dentro e fora, e dentro e fora juntas – três formas diferentes de energia todas quais podem ser-lhes bastante úteis, e que em última análise utilizarão se usarem os cristais como poder ou ferramentas de crescimento.
Bom, outra coisa que é importante compreender, que é em relação à sílica. Areia. A segunda coisa mais predominante no vosso planeta, e muito predominante no vosso corpo, por possuírem tremendas quantidades de sílica no vosso cérebro. Cristais líquidos – oxigénio e sílica em constante formação e reforma no vosso cérebro, assim como em diversas outras partes do vosso corpo – tremendas quantidades de sílica. A sílica é chamada de semiconductor; soa a palavra extravagante, não? Pois bem, sabem por exemplo que o cobre é um condutor de electricidade. Ligam um gerador eléctrico e num terminal colocam um fio de cobre, ligam-no e verão que conduz a electricidade com toda a clareza. A água conduz a electricidade, assim como várias outras coisas. Já outras não conduzem electricidade, e por isso podem pegar no mesmo fio e envolvê-lo em borracha, e com a borracha a envolve-lo deixa de ser conductor. A sílica constitui um semiconductor – que conduz e que não conduz – por vezes conduz e por vezes não. Essa é uma característica muito importante, porque o que pode ocorrer com a sílica é que podem armazenar uma carga na sílica, e não armazenar uma carga noutro pedaço de sílica, porque por vezes conduz e por vezes não conduz - é semiconductor.
E todo um sistema binário que é o vosso sistema de computador, acha-se fundado no facto de poderem colocar uma carga em certos chips de sílica e de não conseguirem colocar uma carga noutros chips de sílica. E a combinação de “On” e “Off”, “Yes” e “No”, 1 e 0, cria todo o mecanismo que em última análise representa o vosso extravagante processador de texto que percorrem com um rato. (Riso)
Por isso os ir informar (aos chips) e o computador tem registos que lhe dizem que se tiverem três chips ligados e um desligado isso significa determinada coisa, e que se tiverem três chips desligados e um desligado isso significará outra coisa, ou um ligado e outro desligado… todas essas possíveis yes no, yes no, on off, on off, 0,1, 0,1, black white, carregado, não carregado. Um sistema binário está na base de todo o funcionamento do computador, assim como de muitas outras funções definitivamente, que ocorrem; muito diminutas e muito amplas, mas o que aqui sugerimos é que seja a capacidade que a sílica tem de armazenar uma carga.
(NT: Não nos esqueçamos de que o controlo da velocidade de informação é conseguido pela manipulação dos electrões, ao nível molecular, e levá-los a funcionar como “interruptores,” o que representa a função do microchip. Todavia, à altura da sua criação, que foi creditada a Jack Kilby, em 1958. Mas, não será de estranhar que só recentemente se tenha conseguido ver o comportamento do electrão à medida que faz o percurso ordenado, décadas após da criação dos microprochips? O que deixa antever uma reversão na ordem da criação, ou invenção, por comprovar que só agora começamos a obter uma visão do comportamento dos electrões através de um sistema que a IBM usa de litografia óptica, chamada Pico Second Imaging Analyses, processos de implantação de Íons, etc.
Outro meio de transmissão de informação moderno é a fibra óptica, que é constituída por um fio mais pequeno do que um cabelo humano que contém cristais no seu núcleo que conseguem fazer passar uma imensa quantidade de informação, pelo facto da luz ser reflectida para o interior a partir da interface conseguida entre a camada central e a de vidro, externa, que ultrapassa enormemente a compreensão científica que temos da matéria. A sua origem também nunca foi questionada. É como que tivesse surgido do nada. Sabe-se que Charles Kuen Kao pesquisou e foi pioneiro ao conseguir um aproveitamento da luz, mas por que razão não é o seu nome familiar nessa área e se perdeu no processo?)
Agora, armazenar uma carga significa o cristal, que é composto de um terço de sílica, duas partes de oxigénio – quer dizer, é sílica (areia) e oxigénio (ar), não é? Ele é capaz de armazenar uma carga! É fascinante, porque então pode armazenar energia, então poderá armazenar um pensamento. E é assim que o podem empacotar com conhecimento – um conhecimento binário, que ulteriormente poderá ser libertado muito à semelhança da possibilidade que têm de empacotar um computador com conhecimento, encher-lhe a memória, encher-lhe a sílica com cargas positivas ou negativas ou “On” “Off” até ficar repleta, e de seguida traze-lo de volta. Mas se o computador falasse na sua própria língua composta por “On” “Off”, vocês não entenderiam coisa alguma do que diria, pelo que dispõem de formas codificadas de compreender do mesmo modo que a vossa mente tem formas codificadas de compreender por a vossa mente estar também repleta de sílica. Podem armazenar informação – alguns de vós terão percebido isso (riso) “Eu lembro-me disso!” Conseguem armazenar uma carga na vossa “cabeça”; o vosso cérebro liberta electricidade, e luz. Não o percebem por se achar bem encaixado no crânio para ficar protegido… “Oh, não consigo recordar… Ah, já me lembro!” (Riso)
Podem criar pressão no exterior ou no interior por acção do pensamento, entendem? Para fazer com que liberte essa informação, ou essa informação armazenada – e essa (de armazenamento) é a função que cabe à sílica. Acha-se nos cristais e acha-se em vós; vocês não são um cristal, nem o cristal é pessoa alguma, mas ambos são consciências em formas diferentes, e o que sugerimos é que conseguem comunicar morfogenicamente se por nenhuma outra forma. Mas comunicam.
Mas mais, já que o oxigénio é a coisa mais abundante de que dispõem e a sílica é a segunda coisa que mais abunda, a combinação de ambas é a terceira coisa mais abundante, que são os cristais. A rocha mais comum no vosso planeta é a rocha ígnea que é um terço cristal. E depois há cristais por toda a parte – por toda a parte – por crescerem de uma forma prolífica. Alguns não são de tão boa qualidade quanto outros, mas crescem de uma forma bastante prolífica. Alguns não possuem todas as boas qualidades mas abundam de uma forma prolífica.
Mas têm cristais líquidos; os cristais no estado líquido ou sólido ainda têm as mesmas propriedades. E essas são as propriedades físicas de tudo quanto um cristal tem que ver. É um pedaço de rocha fascinante que o cristal é. E com respeito às suas propriedades metafísicas, já que não conseguem vê-los necessariamente no laboratório mas conseguem vê-lo na vida do dia-a-dia, quando os utilizam e quando trabalham com eles? Sete qualidades diferentes, claro está. (Riso) Antes de mais, um cristal tem a capacidade de equilibrar e de harmonizar. Com base na lei da ressonância, quando uma frequência, uma vibração se junta a outra vibração diferente, em última análise essas duas vibrações tornar-se-ão uma mesma. Se uma é rápida e a outra lenta, ou a lenta acelera, a rápida abranda, ou ambas encontrar-se-ão algures pelo meio. Mas em última análise tudo ressoa à mesma frequência. Por isso, quando têm um cristal que ressoa a uma frequência particular constante, permanecerá na mesma; vocês estão com ele e que pegam nele, mas ele não vai mudar mas sim vocês. Isso poderá tê-los enganado por muito tempo, mas não obstante vocês mudarão, sem sombra de dúvida. Ninguém o mantém na língua mas em última análise mudarão. (Riso)
Não podem, na verdade muita gente descobre que não pode estar muito tempo perto dos cristais sem descontrair um pouco, mas sente-se equilibrada no sentido de uma certa harmonia. O pior dos problemas que pode ocorrer é que parecem não manter a vossa atenção quando estão perto de cristais – em particular a vossa, aquela que tenta usar, aquela que ressoa e que além disso a que é ajustada para vós. E, conforme diremos mais tarde, podem empacotar muito conhecimento e energia nele. Vocês podem alterar-lhe a vibração para estabelecer a frequência, para que quando pegarem nesse cristal, independentemente do local onde se encontrem, ao pegarem nele, ele possa puxar por vós.
Ora bem, certo é que também o podem perturbar ou diminuir a frequência, mas podem reencaixotá-lo nesse sentido particular, se o tentarem. Peguem no cristal e apliquem-no sobre o vosso martírio e autocomiseração e fealdade e sentimentos de horribilidade e podridão e pavor e a seguir coloquem-no na estante e, “Ei! Segurei no meu cristal por um bocado e de súbito comecei a sentir-me terrível e triste e podre. Diz-se, nesse sentido, que se teve cuidado, mas a vibração encontra-se nele, e se segurarem nele como deve ser, vocês poderão elevar-se para a sua vibração sem que a dele desça ao nível da vossa; se não pegarem nele de forma apropriada poderão conduzir a coisa directamente para vós, e aí ficarão com duas versões de vós próprios – sozinhos no vosso poço de desespero. (Riso) Portanto, ele pode equilibrar e harmonizar.
Em segundo lugar, ele consegue reunir e armazenar informação, conhecimento, compreensão, percepção, por causa das propriedades da sílica ele consegue armazenar. Devido à espiral e ao campo de energia decorrente da energia piezoeléctrica à superfície, não opera a energia electromagnética; não, é uma energia diferente, um tipo diferente de electricidade. Mas trata-se de uma energia piezoeléctrica que todavia atrai e por conseguinte consegue reunir conhecimento, e consegue armazena-lo. Alguns de vós, que conhecem isso trazem os vossos cristais aos seminários e seguram neles enquanto ouvem tudo quanto é dito, porque os vossos cristais estão neste exacto momento a ouvir tudo quanto é dito e a armazenar essa informação. Eles podem reunir e armazenar, de modo que quando chegarem a casa e tentarem recordar-se do que terá sido dito em relação a algo, podem aceder a isso através do cristal. “Ora, tem lá paciência…!” Certamente que podem!
Tivemos alguém que tinha um cristal consigo e que teve que comparecer num encontro, uma mulher jovem que tinha um encontro marcado com um homem de negócios da alta esfera do poder, que por acaso era desdenhoso, conhecido pela capacidade que tinha de espremer o sangue a um nabo, ou enganar um menino e comer-lhe o pão. (Riso) Mas seja como for, o que pretendemos sugerir é que, ao precisarem encontrar-se com essa gente particular e se preocuparem por não conseguirem lembrar-se de tudo, que é que fazem? Armazenam num cristal, um pequeno cristal inócuo, e colocam em cada uma das suas faces a informação de que querem falar, pelo que nesse encontro seguram no cristal de uma face até à seguinte, a fim de recordarem tudo quanto têm que dizer. Tudo quanto tenham armazenado, libertam a informação à medida que forem prosseguindo. Manipulam-na na perfeição. Não se esquecerão de uma só coisa, muito para sua estupefação (assim como humilhação). (Riso)
Na realidade ele é capaz de juntar informação, ele reúne a informação, razão porque quando se sentam ao redor da vossa casa de mau humor, o cristal reúne isso tudo. Por isso, tenham cuidado com o que dizem e sentem ao redor de um cristal, por ele os estar a observar a toda a hora e estar a reunir cada pedaço da informação. A seguir pegam nele e espremem-no e seguram nele, digamos que o mantêm num equilíbrio apropriado e numa posição adequada, o que é bastante fácil de fazer, mas seja como for eles são capazes de reunir e de armazenar informação.
Em terceiro lugar, conseguem amplificar, projectar e direccionar a energia. Amplificar a energia sem sombra de dúvida, por meio dessa espiral, e é capaz de dirigir essa energia por intermédio da espiral, à medida que ela se mover e for dirigida dessa forma. A energia piezoeléctrica que liberta esses electrões pegam de volta electrões e pode atrair eletrões da energia do vosso pensamento. por isso podem reunir a informação nele e projectá-la por meio de um cristal. Apontá-la, a fim de a projectarem, para dessa forma influenciarem. Pode amplificar, projectar e dirigir a energia.
Em quarto lugar pode ser muito útil na transformação; querem transformar alguma coisa com respeito a vós próprios? Têm alguma qualidade que tenham tratado de alguma forma... não serve de atalho, em termos aqui de terem um problema e recusam-se a tratá-lo, recusam-se a processá-lo, recusam-se a examiná-lo, recusam-se a lidar com ele, recusam-se até mesmo a ter ideia dele, mas podem sentar-se com o cristal e dizer: "Vamos lá, transforma este sacana!" Não funcionará! Mas se fizerem o vosso trabalho de casa e confrontarem e aprenderem o que precisam aprender e o libertarem pelo melhor de que forem capazes, e ainda assim trazerem isso agarrado a vós, então poderão sentar-se com o cristal e libertá-lo e transformar essa energia dentro de vós para mudarem, ou para transcenderem. Quarto componente - transformar ou transcender.
Em quinto lugar: O cristal pode ser usado na perfeição e de forma potente para condensar e focar a energia. A quinta posição corresponde à terceira, entendem? Na terceira posição pode amplificar, dirigir e projectar. Também pode condensar e focar a energia como um laser. Uma energia poderosa. É desse modo que pode ser usada para matar alguém. Não o recomendamos. (Riso) Com toda a clareza, não é coisa que recomendamos. Mas seja como for, pode focar e condensar a energia de uma maneira negativa, mas pode linda e maravilhosamente focá-la de uma maneira positiva. Consegue focá-la de maneira precisa.
Em sexto lugar, os cristais conseguem comunicar uns com os outros. Eles falam uns com os outros a toda a hora. A ideia egocêntrica de que somente as pessoas podem falar nesse sentido é bastante... com sorte... minguante. Eles falam entre si de uma forma bastante concisa. Por todo o mundo; não são restringidos pelo tempo e espaço, etc. É por isso que um cristal no Connecticut é capaz de falar com outro na Ásia e passar informação de um lado para o outro, e fazê-lo a toda a hora. É por isso que um cristal que segurem é capaz de captar informação em qualquer parte do vosso planeta ou no vosso universo, onde quer que hajam cristais. Reconheçamos que vocês precisam ter sensibilidade; não é só esperar que balbuciem de forma suficientemente sonora para poderem ouvir enquanto passam, embora alguns de vocês consigam. Mas em grande maioria não conseguem, por eles serem muitos discretos. Eles conseguem comunicar e fazem-no; e vocês podem comunicar através deles e junto com eles.
Finalmente, os cristais podem funcionar com toda a clareza a fim de proteger e curar. Nesse sentido funciona como o oposto da primeira qualidade, de equilibrar e de produzir equilíbrio e harmonia que possam protegê-los; um campo de energia, uma bolha de energia, um borrifo de energia, uma parede de energia que os proteja do vosso próprio ego negativo e de mais alguma coisa de que se queiram proteger. E pode curar; pode ser usado para curar, como um instrumento de cura. Não pode curar por si só, mas pode funcionar como instrumento de cura e de protecção.
Essas são as propriedades metafísicas, em combinação com as propriedades físicas do que os cristais compreendem e daquilo para que podem ser usados e de como podem ser agregados. Os cristais são consciência e não só rochas. A maioria do material que leem tem alguma validade em termos das propriedades materiais que lhes delegam, mas geralmente encara os cristais apenas como rocha, uma rocha comum fascinante, que faz coisas especiais. Aqueles que assistiram ao seminário “Leis Secretas da Consciência,” distanciam-se muito em termos das possibilidades que têm, arruínam essas perspectivas do que de ridículo apresentam, etc. "O cristal disse-mo na noite passada..." e essa coisa amalucada. Mas o que conta é que os cristais são consciência, todas as células representam consciência, todos os átomos possuem consciência, cada pedaço de energia traduz uma consciência, e aqui sugerimos que o cristal seja uma consciência rarefeita (subtil), é uma consciência muito evoluída do reino mineral. Não diremos que seja a mais evoluída, por não ser o mesmo, não o podermos descrever nesse sentido; mas é um mineral muito evoluído, dotado de uma enorme quantidade de consciência. E sugerimos que ele aceita o conhecimento que recebe e vê, antecipa, dessa forma, como um mestre em silencio, detentor da sabedoria. Sugerimos que o cristal detém essa sabedoria por a ter experimentado, detém-na por ter sido acondicionado com tal sabedoria.
No filme "2001" publicado há tantos anos atrás, que é um arquétipo nas qualidades fascinantes que encerra, dá-se a descoberta de um monólito de uma época primitiva. E esse mesmo monólito é depois descoberto na lua, e esse mesmo monólito é descoberto em Júpiter ou no espaço exterior, sugerindo de algum modo uma ligação existente entre os três, sugerindo um propósito, que pode ser maior do que o dos cientistas primitivos e dos cientistas avançados que procuram quebrar-lhe o código, abri-lo e descobrir o que encerra o e conhecimento que comporta. Na verdade o cristal funciona muito à maneira que a ficção procura sugerir subtilmente relativamente ao funcionamento do monólito, pelo facto de conter informação e de transmitir informação. E o que nós sugerimos é que apresenta um elo poderoso na união da consciência. Por isso há carma que pode ser desenvolvido em torno dos cristais; vocês abusam deles e maltratam-nos, e podem desenvolver carma. Ao passo que se maltratarem um pedaço de rocha ou um pedaço de cascalho, etc., é pouco provável que venham a desenvolver carma.
Com certas plantas, sugerimos que contraiam e não contraiam carma, e com certos animais seja do mesmo modo, mas como cristal há em definitivo o potencial de desenvolverem carma, pelo que é importante, muito embora vós próprios crieis o carma, ele ainda pode ter afeitos deletérios, caso não o criem adequadamente ou não o libertem apropriadamente. Por conseguinte o uso adequado e a compreensão dos cristais é com efeito muito importante para entenderem por que estão de volta actualmente, a razão por que estão de novo a emergir de novo, e não apenas como coisa bonita e brilhante e uma moda excelente de pedras e cristais de exibição, não. Compreender a sua história, as suas origens, o sagrado que envolve, desde a época vetusta da Lemúria, levados adiante; as civilizações surgiram e desvaneceram-se enquanto os cristais (e mais algumas coisas) permaneceram. Compreender as suas propriedades físicas e metafísicas, ter uma noção da consciência que encerra são os passos iniciais no desenvolvimento efectivo de uma compreensão que em última análise conduzirá ao vosso próprio uso mais efectivo e potente dos cristais; de, num certo sentido, cocriar, trabalhar com eles em harmonia.
Vocês precisam acompanhar o cristal, ver como se sentem e para que o vão usar, qual é a intenção que têm com o uso desse cristal particular – se virá a ser um cristal que produz e irradia que emita energia no exterior com propósitos particulares ou para cercar energias e coisas desse tipo, porque aí, a inclusão pode resultar na perfeição. Se vão usar o cristal com o propósito de vidência e ler o futuro e ver o passado no futuro; essas inclusões podem servir de maravilhosos pontos focais. Para os usarem de maneiras diversificadas as inclusões podem ser úteis e podem ficar abafados e muito nublados, pelo que sugerimos que não venham a obter o que pretendem deles, certamente. Por isso, para terem um certa quantidade de clareza, sugerimos que o melhor seja que a ponta do cristal seja claro enquanto a base pode ser um tanto nublada, em termos de um cristal comprido dessa natureza. E que numa bola de cristal será bom ter alguma parte dela, ou que seja grande parte clara, dependendo das vossas próprias preferências, mas que uma pista diminuta de qualquer coisa, que poderá não ser mais que uma bolha, pode representar um acesso formidável, um ponto focal para vós.
Transcrição e tradução de Amadeu António



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