quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

À MERCÊ DOS VOSSOS PENSAMENTOS



Fico encantado por ver tantos amigos aqui nesta noite e como de costume tenho uma mensagem para vós e, conforme é também habitual, quero que façam uma coisa. Quero que vigiem os pensamentos que têm. Metade do tempo vocês deixam que eles escapem, e não percebem aquilo que estão a pensar. Bom; vocês culpabilizam muitas das vossas dificuldades com base na reacção subconsciente, e em particular nos vossos momentos de fraqueza pensam que não têm controlo. Deixam que os pensamentos se desenrolem, mas não tendes consciência daquilo que pensais. Não se detêm para examinar o pensamento. Pensam, por exemplo, “Eu sinto-me mal,” ou “Isto dói,” ou então pensam, “Este mundo em que me encontro por vezes é imundo.”
Conforme lhes disse com frequência, o vosso corpo reage aos vossos pensamentos. Ora bem, de nada adianta tirar dez minutos por dia para afirmarem para vós próprios boas sugestões e dizer: “Eu sou corajoso, eu sou resistente, eu sou saudável, e jovem e rico,” e passar o resto do tempo a dizer para vós próprios, “Estou mal, estou a envelhecer, e sinto-me dorido, ou é um mundo nojento.” Portanto, muitas vezes vocês permitem que pensamentos desses lhes tomem toda a vossa atenção consciente.
Vocês estão a hipnotizar-se. Não pensariam em ir a um hipnotizador para que ele lhes dissesse que estavam a ficar mais doentes a cada passo ou que o mundo estava a ficar mais repugnante a cada instante, ou que o vosso braço ou pé ou cabeça ou ouvido lhes estava a doer mais a cada fôlego. Procurariam que esse homem fosse punido e achariam todo o assunto era uma obra do mal, no entanto vocês fazem isso a vós próprios amiúde e depois dizem com toda a inocência cega como é que isso chega a acontecer, porque é que se sentem doentes ou com dores, ou porque estão presos neste universo imundo. Todavia, não alteram a maneira de pensar. Utilizam a sugestão do mesmo modo que leem um parágrafo de um livro que achem que deviam ler, talvez por cinco minutos, mas depois permitem que os vossos pensamentos assumam o controlo por completo o que faz com que pareça que não têm controlo.
Bom; não estão a usar o contro lo de que dispõem. Nenhum de vós está indefeso quanto à alteração dos acontecimentos, à alteração da vossa saúde ou da vossa realidade neste instante. Ninguém é responsável pelo próprios pensar consciente que têm excepto vós próprios. Agora; poderão ter erguido maus hábitos de pensamento, mas podem reconhecê-lo e mudá-lo. Toda a vez que disserem que estão impotentes, ou que estão a deslizar para o caos, quer recebam ou não uma gargalhada, ou quer o digam ou não de uma forma bem-humorada, vocês na verdade estão a empurrar-se mais para o caos que estão a criar a cada fôlego que tomam por não fazerem um esforço por alterar a natureza do vosso pensar. E é isso que vocês precisam fazer, exercer o vosso próprio controlo.
Conforme todos vós sabeis, e não é novo, o vosso mísero corpo altera-se com cada pensamento e com cada emoção que têm. Se viverem no luxo da autocomiseração e nas sensações de caos, então precisarão culpar-se por isso. Não podem culpar mais ninguém, e cabe-vos a vós, a cada um de vós individualmente, vigiar a natureza dos vossos pensamentos, porque com os pensamentos que tiveram vocês criaram o corpo que têm, as realidades individuais que conhecem. Vocês criam o pequeno dedo do pé e cotovelo e a pupila dos vossos olhos e as vossas pernas. Quando permitem que os vossos pensamentos saiam desenfreados numa correria e excedam os limites, então a vossa vida transforma-se numa loucura. Notem que isto não entra em contradição com o que eu referi acerca da espontaneidade.
Contudo, quando tiverem permitido que hábitos negativos assumam o controlo, então precisam traçar a linha de demarcação para que os hábitos negativos derrubem a disciplina. Os hábitos negativos derrubam até mesmo a espontaneidade por todos os pensamentos de boa-fé e de saúde e de vitalidade desaparecerem sob tais pensamentos que ministram a vós próprios qual veneno numa colher, quer essa colher seja de pau ou de prata. Ora bem; isto aplica-se a todos os presentes de uma maneira ou de outra, por não haver que não possa melhorar, e isso inclui o vosso amigo Ruburt, só que vocês não se compreendem nem conhecem. Se não fizerem ideia do que estão a pensar, e se não conseguirem alterá-los sempre que o quiserem, então ficarão à mercê dos vossos próprios pensamentos.
Bom; após esta pequena mensagem animada, vou deixar que façam um intervalo, por me querer assegurar de que permanecem saudáveis e fortes e de que têm os olhos em bom estado, de modo a poderem ler “O Material Seth.” O que quero enfatizar é o seguinte – todo pensamento constitui uma realidade electromagnética em si mesmo, uma realidade magnética única. Agora, o vosso pensamento cria padrões em dimensões que vocês não percebem. Habituam-se a pensar em determinados padrões mais do que noutros. Agora, quando permitem que os pensamentos negativos predominem na vossa mente consciente, então expõem-se mais aos pensamentos negativos dos outros. É-lhes dada uma protecção natural, mas vocês enfraquecem essa protecção quando os vossos pensamentos conscientes são negativos. Isso não só sucede nos estado consciente, como também se expõem mais no estado dos sonhos para com comunicações telepáticas provenientes dos outros, de cunho negativo. Sois vós quem abre esses canais por intermédio desses pensamentos, num tipo de contágio psíquico em que vocês são o agente. Vocês não só atraem condições negativas, pois, no mundo físico que conhecem, como se expõem a elas na realidade dos sonhos.
Ora bem; vocês podem alterar isso mudando o padrão dos pensamentos que têm. Não só atraem padrões idênticos quando acordados, como também enquanto dormem, de modo que estabelecem um padrão viciado quando se tornam negativos. Os sonhos negativos que têm, reforçam, pois, o padrão do estado desperto. Vocês captarão com os vossos sentidos físicos precisamente aquilo que lhes interessa. Se se sentirem interessados por desastres e andarem à procura deles, então telepaticamente captarão desastres de modo que os vossos sonhos sempre parecerão negativos e repletos de presságios. Se, porém, o padrão dos pensamentos conscientes que tiverem for positivo, então o cunho dos vossos sonhos será idêntico.
(Para um aluno) Ora bem; o padrão dos pensamentos conscientes que têm e dos subconscientes é o mesmo. Por isso, pelo udo dos sentidos internos nesse dia tu sentiste o impulso de te meteres no carro, por conscientemente estares em busca de pensamentos negativos com o uso das capacidades extrassensoriais. Por meio das tuas capacidades extrassensoriais tu captaste um desses padrões negativos, seguido do impulso ou do pressentimento e achaste isso bastante justificado. Por conseguinte, aqueles de vós que são negativos, descobrirão isso reflectido não só na vossa vida do estado desperto como também nos vossos sonhos.
Agora; a mudança pode ser miraculosa quando mudarem o cunho dos pensamentos conscientes que têm. Vocês podem ver as mudanças a ocorrer. Soa simples e é simples se o aplicarem, mas são vocês quem precisa conhecer a natureza dos pensamentos que têm.
Comentário: “Lá no fundo temos um pensamento negativo e depois dizemos: “caramba, isto está errado,” e procuramos mudá-lo. Não acha que isso seja assim tão fácil.”
Um só pensamento negative seria seguido de um mais positivo. Lembra-te do que estavas a dizer antes sobre os ciclos. Padrões de pensamento e padrões de emocionais, por si só alterar-se-iam um no outro do mesmo modo que a tempestade se transforma em bonança. Somente quando permitem que fortes pensamentos de cunho negativo prossigam de forma irrestrita e indulgente é que se tornam numa barreira que retêm os pensamentos de cunho positivo e vocês incorrem em dificuldades. Caem no hábito sem perceberem que o fizeram, hábito esse em que os pensamentos predominantes que têm sobre vós e sobre os outros são todos negativos, quando muito poucos chegam a ter de positivos, e assim os de cunho positivo não têm oportunidade de crescer. É aí que a dificuldade emerge. Não lhes estou a dizer para se sentirem de tal modo apavorados com um pensamento negativo que têm que queiram correr a esconder-se a um canto ou debaixo dos cobertores, ou dizer: “Oh, isto é um pensamento negativo, preciso mudá-lo logo,” e ficarem meio aterrados. Estou a dizer-lhes que quando se tornam indulgentes para com tais pensamentos ou os favorecem durante um período de tempo de modo que eles se tornem habituais, então precisam alterá-los e ninguém o conseguirá fazer excepto vós próprios. Mais ninguém exerce controlo sobre os padrões do vosso pensar, e vocês haveriam de se sentir altamente chateados caso alguém o fizesse.
Comentário: “Um problema constitui uma coisa negativa.”
Um problema não precisa ser uma coisa negative. Um problema constitui um desafio. Só é negativo quando o encaram por esse aspecto. Geralmente um problema constitui uma oportunidade de mudança, crescimento e desenvolvimento. Agora, a conversa que estavas a ter era mais efervescente do que a minha. Porém, quero assegurar-me de que a qualidade efervescente continua, e é essa a razão porque falo nestes termos esta noite.
(Para uma aluna:) Tens alguma pergunta, nossa senhora sentada no sofá azul com tranças castanhas? Vou deixar que façam tosos um intervalo, mas quero que entendam que estas técnicas são para usar. Não se trata de uma teoria a que deem ouvidos ou leiam e depois esquecem. É para ser posta em prática ou de nada servirá. O conhecimento que não é aplicado às pessoas não é conhecimento.
Comentário: “Eu ouvi um médico dizer que a raiva e a ansiedade conduzem à destruição das células humanas.”
Eu já lhes disse isso à minha própria maneira diversas vezes… Podem todos fazer um intervalo.
Quando tiverem sentimentos de forte agressão admitam-nos como legítimos e aceitem-nos com base na legitimidade que têm. Não os neguem. Agora; quando os aceitarem e sentirem, a própria aceitação e reconhecimento traz-lhes algum alívio, e os sentimentos, em certa medida, começam logo a dissipar-se. Quando recusam aceitá-los, eles acumulam-se e conquanto recusem reconhecê-los, mais continuarão a acumular-se até adoptarem uma carga explosiva. Se os sentimentos normais de agressão forem aceites assim que sentidos, eles não lhes trarão problemas, mas dissipar-se-ão. Nessa altura a actividade física será excelente. Digam o que lhes passa pela cabeça com sinceridade. Se o fizerem, então não sentirão necessidade de exagerar ao expressarem esses sentimentos. Estão a entender-me?

(Um outro aluno:) “Mas não precisamos faze-lo necessariamente àquele que esteja em causa, precisamos?”
Não tem que ser, mas pode ser. Se alguém os irritar, deviam admitir honestamente o facto de que os incomodam. Essa é a primeira questão. Não precisam dizê-lo à pessoa, mas podem faze-lo, mas se optarem por recusar ignorar esse sentimento, ele acumular-se-á até que um belo dia o infeliz em questão faça qualquer coisa simples e inocente e vocês desancá-lo-ão ou pior, desenvolverão uma batida no joelho, por quererem acertar-lhe e não se atrevem a isso.

(O mesmo aluno:) "Eu dirigi uma palavra há uns dias a alguém a mandá-lo para o diabo.”
Há uma diferença entre isso, estendes, que é um reconhecimento salutar de um sentimento e a indulgência, o exagero do sentimento que os embrutece em relação a tudo o mais. Percebes a distinção? Assim, não receies os sentimentos emotivos. Aceita-os, por eles serem salutares e espontâneos. Somente quando se recusam a aceitá-los é que se acumulam cargas que se acumulam. Se assim for, na primeira tentativa que fizerem para conviverem com a expressão da emoção, poderão deparar-se com um certo exagero. Se assim for, a actividade física será um excelente modo para que isso dê certo, nem que seja apenas esmurrar a cama Não batam nas paredes, por ser danoso para as paredes e para a vossa mão. Até mesmo as vossas juntas astrais poderão ficar a doer.
Comentário: “O sonho que tive há uns meses atrás que envolvia sessões respeitantes ao meu problema do ombro terá sido legítimo?”
Foi, sem dúvida, e por um lado, eu achei o simbolismo do mingau excelente.
(Para outro aluno:) Dirijo-me agora a alguém que se encontra directamente por detrás de mim, já que tenho olhos por detrás da cabeça do Ruburt. Ora bem; o excesso de indulgência para com as emoções negativas é pior do que uma indulgência excessiva para com pensamentos negativos. Tu tens amor pela natureza e amor pela existência que podes sufocar com excesso de indulgência para com as emoções negativas. Quando amas profundamente a vida torna-se muito fácil caíres no desespero, e quando comparas as relações humanas ideais com as relações que existem no mundo conforme ele é, é muito fácil entrares em desespero; porém, se cederes ao desespero então não poderás ver a beleza existente, por o desespero a comer qual lixívia; assim, agarra-te à beleza e resguarda-a bem assim como a vitalidade dos pensamentos e das emoções que tens, e a vitalidade natural como resguardarias a vida, por isso ser a tua vida.
Façam um intervalo.
(Durante o intervalo uma aluna falara em ir a Virginia Beach)
(Após o intervalo, dirigindo-se a uma outra aluna:) Eu vou ficar de olho em ti com respeito ao período que passares em Virgínia Beach. Se te expressasses a ti própria com respeito a certas questões não apanharias resfriados, e se usasses todos os insights que devias ter colhido nestas aulas, não estarias constipada. Se permitisses exteriorizar a expressão total das ideias interiores que tens de acordo com certas linhas que se prendem com o teu filho mais velho, não terias apanhado este resfriado. Contudo, é fácil recorrer ao mel e ao vinagre; pelo uso de mel e de vinagre tu simplesmente livras-te da constipação mas não descobres por que a contrais. Deixas de aprender algo sobre ti própria que devias conhecer de modo que, quando a tosse passar, e quando problema surgir de novo, tu arranjarás uma enfermidade diferente de modo a descobrires um remédio diferente. O mel e o vinagre são coisa reles. O autoconhecimento é caro, porém, custam muito mais. Esses remédios internos e os remédios reais não vêm em pacotes pelo que não os encontrarás no supermercado, nem são ervas que possam ser ingeridas ao pequeno-almoço, embora sirvam de medida intermediária, e nada há de errado com as medidas intermediárias.
Porém, se quiseres chegar ao verdadeiro conhecimento de ti própria e à razão verdadeira dos sintomas, então há maneiras de o conseguires e eu dar-tas-ei. Elas não irão ser tão amargas quanto o vinagre. Bom; em breve vou dar a sessão por encerrada, mas antes, deixem que faça umas quantas simples observações.
(Para uma outra aluna:) A nossa protectora da máquina ali no canto está a sair-se muito bem e está a conseguir bons avanços.
(Para um aluno:) Por traz de mim, este camarada por detrás da cadeira de balanço; olha o que eu te digo e resguarda a vitalidade e o amor que sentes pela vida e pela tua mulher e filho e pela nova vida que vês estar a emergir nele, e não deixes que as outras emoções te destruam a paz de espírito. Ora bem; a paz não é coisa maçante. Paz não quer dizer um rosto sóbrio nem pensamentos maçantes. A paz é verdadeiramente jovial e emocionante e pode ser tão boa ou melhor do que qualquer viagem, de modo que se fores viajar, então até aos bons pastos verdejantes que brotam nos relvados. Viaja igualmente pela tua vitalidade e pelas florestas verde claras que te brotam na mente e retira a força e a paz delas.
(Para o Theodore:) Bom; o nosso decano também vai bem e dado o que tens e o que estás a fazer, podes dar-te melhor.
(Para a aluna da viagem:) Tu e este teu amigo que está aqui, vou juntá-los aos dois no estado de sonhos e leva-los nuns passeios que os deixará a cabeça à roda e a cantar de contentes, e quero que o Ruburt anote isto, também. Começamos esta noite. Haverá uma série de três episódios.
(Ned:) “Haverá algum preparativo ou algo que eu possa fazer para o conseguir melhor?”
Dá a ti próprio a sugestão de te vires a lembrar, mas quando o fizeres, fá-lo com convicção. Não: “Vou tentar recordar,” mas antes: “Vou ficar alerta para o que me suceder no estado dos sonhos e vou lembrar-me.”
Bom; vou dirigir a todos uma boa noite, e desejo que tenham boas férias das aulas, que eu compensarei o tempo perdido, mas gostaria de lhes ver um sorriso no beijo para variar. A alma que não sorri é coisa verdadeiramente melancólica.
(Brad pergunta sobre atitudes positivas em relação aos seus próprios problemas)
A) Deixa de ser indulgente em termos de autocomiseração. B) Deixa de ser indulgente com as projecções negativas que fazes no futuro. Deixa de ser indulgente em relação ao desamparo que sentes. Pára de lembrar a ti próprio o quão amarga a tua experiência presente é. Pára de dizer a ti próprio que te encontras impotente e que não há nada que possas fazer para modificar o teu humor. Pára de te deleitares nos pensamentos e emoções negativos que tens. Tu consegues isso parando agora. Toda a vez que deres por ti a pensar: “Como hei-de suportar isto?” diz, em vez disso: “Muita gente tem problemas mais graves do que eu.”
(Brad:) “Eu faço isso constantemente.”
Tu não o lembras a ti próprio e depois admites um milhar de pensamentos negativos pelo meio.
(Brad:) “Eu segui em grande medida as tuas indicações, mas neste momento estou a deixar que as emoções me governem em grande medida por toda a lógica do mundo não me ter trazido nenhum benefício. Eu quero a Margo de volta.”
Tu queres a tua obsessão. Nesse caso, permiti que goze da individualidade que lhe assiste enquanto pessoa, e respeita os seus sentimentos. Não tens o direito de esperar uma mudança nas atitudes dos outros, nem de os tratar como um objecto, ou de os querer independentemente dos seus desejos. Todo o teu pensamento neste momento é negativo. Tu precisas conceder à mulher liberdade na tua ideia, assim como a ti próprio.
(Brad:) “Eu quero reconquistá-la e sentir física e mentalmente que sou capaz. O homem a quem eu corri rompeu o nosso casamento!”
Ele não rompeu o vosso casamento. O vosso casamento já estava rompido há anos.
(Brad:) “Isso foi algo que eu não percebi.”
Tu percebeste-o. Agora, essas são verdades que não enfrentas e ficção que não contas a ti próprio. Precisas aprender a aceitar-te e à tua situação conforme ela se mostra. Vós os dois sentiam-se infelizes juntos por ambos terem criado um realidade infeliz. Quando aprenderes a criar uma realidade positiva por ti próprio então serás capaz de ajudar alguém mais a criar a sua.
(Brad:) “Que não necessariamente ela?”
Não necessariamente ela, mas ela não é o problema. Os pensamentos e emoções que tens é que são o problema.
(Brad:) “Não terão melhorado ultimamente?”
Muito pouco. Bom; concede a ti próprio alguma liberdade dos pensamentos negativos e concede-lhe liberdade na tua mente. Concentra-te no que tens de positivo. Ora bem, isso inclui a tua saúde, a tua vida e a tua subsistência. Desfruta da sensação de estares vivo Aprende de novo a reeducar-te de modo a compreenderes o que a felicidade subjectiva é e a seguir a veres como te sentes e a entenderes o teu problema.
Bom; após a minha animada mensagem da noite, dou-lhes as boas noites.
Seth - Aula de PES, 21 de Julho de 1970
Tradução: Amadeu António



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