segunda-feira, 19 de junho de 2017

MARK PROBERT - EXCERTOS


Meus amigos, eu escuto toda a conversa acerca da Lua e dos Russos colocarem lá um satélite e o que alguém alega quando afirma que essa máquina tenha sido destruída pela gente do espaço. Meus amigos, não gosto de andar com contos e ditos nem de negar o que alguém diga, mas se estiverem interessados na verdade, creio que é uma tolice considerar essa ideia da gente do espaço destruir esse satélite russo. Talvez eu não disponha de uma prova material de que isso tenha sucedido, mas se as minhas palavras lhes valerem de alguma coisa, em verdade lhes digo que não o fizeram. Essa máquina russa não chegou a alunar. Aterrou numa substância rochosa. Caso tivesse aterrado no que daqui pareceria um corpo, ter-se-ia perdido, enterrado muitas milhas na substância feita de pó de silicone. Muito em breve enviarão lá macacos e darão início a outra raça humana.
Os macacos deram início à raça aqui, por ter envolvido sempre tipo uma macacada. Alguns dos vossos cientistas do campo da biologia e da antropologia alegam que o homem descende dos antropoides, que é um macaco, não obstante o nome que lhe derem. Mas esse não é o nosso entendimento. O ser humano constitui uma espécie em si mesmo, e não uma ramificação dos antropoides. O homem teve origem enquanto homem, só que ele não tinha este aspecto tão extravagante que tem hoje. Era mais o que vocês chamam “tosco.” Esse ser humano viveu sob condições existentes no mundo por essa altura, que eram extremamente violentas. Mas aquilo que designam por Natureza concebe todas as coisas de modo a sobreviverem ao ambiente em que se inserem, contanto que operem, porque quanto mais experiência a força vital obtiver enquanto opera um corpo de qualquer tipo, humano ou não, mais hipóteses tem de aqui retornar, num ser humano.
Esta vossa terra já foi sacudida e torcida, voltada e dilacerada pela Natureza. O homem já passou por tudo isso, pelo que será de supor que ele resista a qualquer outro processo. A terra constitui uma escola para o homem. Mas existem outras escolas dessas nos espaços que se encontram além do vosso sistema solar.
Há Marte, e se examinarem detidamente descobrirão ser um corpo muito mais velho do que a terra, não tanto pelos nos quanto pela degeneração. Quando um planeta começa a perder a água que contém, o mais provável é que venha a morrer. Foi isso que sucedeu com Marte, ela perdeu a sua água por uma evaporação mais rápida do que a terra. Já o afirmamos antes e vamos afirmá-lo de novo, que aquelas marcas que veem em Marte não são canais de água, mas ranhuras, fendas no solo. Vocês têm algo da mesma ordem no Grand Canyon, o qual, à distância, se parecem com as marcas de Marte. A única diferença está em que não têm tantas na terra quantas as que existem em Marte.
Existiram outrora seres semelhantes a humanos em Marte, que tiveram que criar os satélites semelhantes a corpos ao redor de Marte, de modo a conseguirem abandonar o planeta., por se verificarem tantas tempestades de poeira e ventos violentos que ultrapassavam a capacidade que qualquer ser humano teria em suportar.
Pergunta: Essas fendas dever-se-ão à desidratação?
Devem, pelo que diria que melhor seria que essa gente não falasse acerca do que pensam que sabem sobre Marte, ou ficarão com a cara vermelha.
Vénus não se encontra hoje habitada da mesma forma que Marte foi, mas na história de Vénus existiram seres da ordem humana, só que não devem imaginá-los muito à vossa semelhança por causa das condições existentes em Vénus, que haveriam naturalmente de produzir um corpo um pouco diferentes daquele que vocês possuem. Ao redor de Vénus existem vastas nuvens de gases mortais. Contudo, a maioria desses gases encontram-se a enormes distância do corpo de Vénus, só que impedem que o sol de passar à semelhança daqui na terra. Mas é bastante mais quente do que aqui, por se achar próximo do sol. A maioria dos outros planetas exteriores estão inteiramente desabitados. É terrivelmente frio; as temperaturas que atingem transformaram esses planetas em mais ou menos blocos de gelo congelados. Mas vão fora do vosso sistema solar e busquem planetas que se encontrem numa melhor posição para formar vida, e descobrirão milhões deles! Muitos deles são ocupados por seres muito semelhantes a vós.
Pergunta: A sua atmosfera deve assemelhar-se muito à nossa. Terão uma ionosfera ao redor dela?
Têm. Esse precisa ser sempre o caso, ou nenhuma vida poderá ser criada nesse planeta. Estas são algumas das coisas que poucas das mentes leigas pensam quando falam das gentes do espaço e da sua proveniência.
Existem algumas raças de gente no vosso planeta que não tiveram origem na terra. Foram trazidas para aqui de outros planetas que se situam além do vosso sistema solar e desenvolveram-se aqui numa raça característica. Foram apenas trazidos alguns espécimes com objectivos experimentais que obtiveram êxito, mas isso sucedeu há muito tempo atrás, de modo que aqueles que ainda vivem actualmente são descendentes desses seres.
Pergunta: Yada, se a lua foi atingida pela outra lua, os seus habitantes terão vindo para aqui?
Não. A ocorrência não deu ao povo lunar tempo para evacuar.
Agora, há outra história que poderá dar-lhes o que pensar. Meus amigos, existe o que é chamado “outros reinos e outros espaços.” Mas o melhor que têm a fazer é ouvir e ajuizar pelo melhor que puderem, tirar as vossas próprias opiniões quanto à verdade ou falácia do que for dito. Eu sei ser verdade que o homem é muito mais grandioso do que muitos homens supõem, e que tudo quanto nasce da carne, terá, em qualquer altura que regressar á origem, para não voltar a nascer de mulher nunca mais. Disso tenho eu conhecimento, mas prova-lo é coisa que não posso fazer, nem tem cabimento na minha intenção. Vou resumi-lo pelo melhor que puder, de modo a traçar-lhe suma descrição do que quero com isso dizer.
A Bíblia Cristã menciona dois seres humanos que caíram do estado de graça do Eterno Criador, e diz que isso não Lhe agradou, pelo que Ele os jogou no mundo material. Antes de serem expulsos do Estado Paradisíaco em que se encontravam, A Luz era caracterizada por algo completamente além do que o homem físico conheceu da criação. Era um estado de espírito caracterizado pelo EU SOU. Não sei que tipo de quadro isso lhes traçará, mas a mim descreve um quadro de uma beleza além de toda descrição. Nenhuns deuses mantiveram o homem em parte alguma, o homem veio por vontade própria à sua criação que hoje é chamada mundo material.
Quando uma pessoa se torna inventora, quando inventa algo passa a viver naquilo que inventa, envolve-se na sua criação. É por isso oque parecem tão ranzinzas aos demais, por se perderem para o mundo exterior. Perdem-se na sua própria criação. “Perdido” é um termo pobre, que envolve uma potencial decepção, frustração e confusão. Mas quando esses inventores se perdem, eles perdem-se. O mesmo sucedeu ao homem antes de ter consciência de ser ele próprio, ou digamos, antes de ter noção da realidade. Adão não é a palavra correcta. Deveria ser Atman, que quer dizer o Princípio Inicial da Vida situado no segundo Princípio designado por Matéria. Quando o homem criou o mundo tridimensional ele fê-lo empregando o que é chamado de “som.” Ele produziu o mundo material das três dimensões, e de seguida perdeu consciência da sua Natureza Divina enquanto Criador. Então começou a subir a escada das condições materiais para se perder ainda mais, até ficar sem lembrança nenhuma respeitante à sua origem.
Ele criou um corpo sensorial, o único tipo de corpo em que ele poderia tornar-se um com o mundo material. Mas isso tornou-se numa faca de dois gumes para ele, por ser hipnótico, por os sentidos se encontrarem sob controlo hipnótico. Todos os sentidos estão sujeitos à sugestão, e o homem chegou a crer que vive num mundo da realidade, tangível, e aceitou sinceramente a ideia da cor, do som. Mas não existe cor alguma. A matéria não possui qualquer desses estados que os sentidos procuram dar-lhes a entender que existem. Foi por isso que os antigos mestres ensinavam que o mundo da matéria é um mundo da ilusão. Não o afirmavam no sentido de darem a entender que o mundo físico não existia. Ele existe com base nos sentidos. É um mundo dos sentidos, pelo que não existe. A propriedade da matéria que não a que o homem sente é algo completamente diferente.
Vocês veem o vosso grande sol brilhante. Pudessem vê-lo com outros olhos e vê-lo-iam com uma cor enlameada profunda. Não acho que viesse a gostar muito disso. Houve um tempo em que tiveram um corpo composta por uma massa de olhos. Toda a superfície do corpo era composta por uma massa de olhos. O corpo mexia-se por acção da luz, e quando o sol desaparecia no horizonte, ele não se mexia. Quanto mais o sol brilhasse mais ele se mexia. Hoje, algumas pessoas apresentam uma grande sensibilidade cutânea, sensibilidade para com a luz. Certas pessoas que são invisuais desenvolveram a capacidade de identificar as cores através do sentido da sensação. Todos os sentidos se podem inverter, pelo que quando perdemos um sentido outro possa tomar o seu lugar. O corpo constitui uma máquina esplêndida. Mas não irá desenvolver-se mais; de facto, com o tempo virá a perder muitas das partes que actualmente possui.
Nós afirmamos no passado que a maioria dos seres humanos “vão para a sepultura” aos poucos; as amígdalas, as adenóides, o apêndice, os dentes, as unhas, o cabelo, pouco a pouco vão perdendo a vida. Há outras pessoas que parecem agarrar-se a tudo e mais alguma coisa e vão de uma só vez. Mas seja como for que vamos, vamos no devida altura. É um tanto estranho que para alguns de nós... a ideia de perdermos aquilo a que tanto nos acostumamos, mas vou-lhes dizer uma coisa; o corpo que passarem a ter depois será igualmente tangível no reino para que forem, e vocês poderão criar para vós próprios céu ou inferno. Ninguém os poderá levar a fazer isso nem pagar para o fazerem.
O homem criou Deus à sua imagem e semelhança. Vocês ouvem comentar como o Deus da vossa Bíblias Cristã é vingativo e irado, mas de vez em quando alguém afirma que Ele é também é amor. É sempre alguém mais quem vai para o inferno, nunca nós – nós vamos para o céu.
Se ao menos o homem tivesse conhecido a verdade desde o começo, ele teria podido conhecer o poder de que goza, o poder de criar. Mas agora, conforme está, ele tem vontade de culpar mais alguém por aquilo que cria – ele não foi quem o fez, mais alguém o deverá ter feito. Isso, caso corra para o torto, porque se correr bem, ele passará a reclamar todo o crédito.
Mas não quero que se sintam mal ou desconcertados por eu dizer que estejam errados. Pensem nisso caso ainda tenham dúvidas. Considerem-no e vejam a que conclusões chegam. O sistema sacerdotal transformou o que é chamado “Criação de Deus” numa coisa retorcida. O homem precisa sempre pôr-se de joelhos e rastejar na sujidade, e pedir perdão por existir. Se nasceram um ser grandioso, precisam ser grandes. Porque assim vivê-lo-ão. As massas vão ao templo num dia especial, Domingo, e escutam o pregador sem mesmo saberem que esse dia é um dia pagão de adoração do sol, do grande deus Ra.
No antigo paganismo não ensinavam que o Sol era Deus, excepto às massas. Os dos sistema sacerdotal estavam melhor informados E o sol era adorado por ser reconhecido como o doador da Luz. Sem ele não podia haver vida. No meu tempo nós adorávamos o sol. Na cidade de Kaoti em que vivia nós recusávamos viver de modo diferente do da maioria das pessoas da minha civilização. Tínhamos em mente a fonte de luz, e não implorar misericórdia a um deus, nem para que eliminasse os nossos inimigos. Vocês hoje ainda fazem a guerra como os antigos bárbaros. Aida estão em guerra! E que é que fazem? Oram pela ajuda de Deus para que elimine o vosso inimigo. Umas quantas pessoas professam o “Não matarás.” O que não quer dizer que possam matar por uma razão particular. Não lhes concede qualquer latitude para matar, mas o deus de Moisés disse: “Olho por olho, dente por dente.” Assim, sentem-se justificados para fazer uso da pena capital.
Pergunta: Qual será o verdadeiro sentido disso: “Olho por olho e dente por dente”?
Se conhecerem a vida, se conhecerem a verdade, a verdade do vosso próprio ser, não recorrerão à violência sob nenhuma condição, por saberem que a violência só gera violência, e não resolve os problemas.
QUE SER ESPLÊNDIDO É O HOMEM!
Pergunta: Yada, ainda incorreremos no perigo de um dilúvio?
Não, não. Vocês ouvem falar muito da terra estar a inclinar o seu eixo o que automaticamente trará grandes inundações pela terra. Não, a inclinação terá lugar só que não de uma vez só. Têm muitos terramotos e tempestades em diferentes locais da terra, alguns dos quais poderão ser muito violentos, mas não terá isso sucedido antes? E a terra ainda aqui está. Houve um há pouco que devastou uma grande extensão da Índia e da China, e por “devastou” quero dizer, reorganizou-a. Aquilo que é conhecido na Índia como “a corcova” é achatada e alagada. Milhares e milhares de pessoas foram mortas nessa cheia, muito mais, um número mais vasto do que os vossos jornais anunciaram. Florestas possantes foram completamente alteradas.
Audiência: Num artigo com direitos autorais que li dizia que alguns soldados nessa área viram o solo abrir-se e engolir homens e cavalos. No entanto o redator não conseguiu cobrir tudo porque parte do país ode isso ocorreu estava ocupado pelos Comunistas e ele não pode obter acesso.
Não, eu não me preocuparia de todo com as condições geológicas que estão por vir. Eu preocupar-me-ia com o que é, onde me encontro, com o que estou a fazer. Isso é vida, porque a realidade reside no que estamos a fazer a um dado instante. O que quer dizer que devíamos tentar sentir a importância do que quer que estejamos a fazer a qualquer instante, por poder ser o último que venhamos a ter na terra.
Muita gente leva uma vida que dizem detestar e isso reflecte-se nelas, uma vida porventura de trabalho árduo (faina, labuta). A labuta está em fazerem algo que não gostam de fazer. Certas pessoas aqui na vossa aterra certa vez perguntaram ao meu colega Professor Luntz que é que ele durante o período de férias. Ele disse que não precisava tirar férias, por amar aquilo que faz. E se vocês amarem aquilo que fazem, não precisarão de férias. As férias são necessárias para aqueles que trabalham num emprego de que não gostam, e que lhes dá a volta à cabeça, e literalmente os mata.
Tenho tido quem venha até mim e me pergunte: “Yada, que acontecerá a fulano de tal que cometeu suicídio?” Ah-ah! Toda a gente anda a cometer suicídio. Alguns comem tanto que estão a cavar a sepultura, outros cavam a cova de tanto que se apoquentam, e outros ainda trabalham até se matarem; todos estão a cometer suicídio. A diferença entre o que utiliza ou recorre a uma faca ou a uma arma de fogo está porventura numa acesso imediato ao outro mundo, e esses é só uma questão de tempo...
Recuemos nos séculos aos ditadores que o mundo já conheceu. Onde estarão eles agora? À semelhança dos mansos (submissos), eles herdaram a terra – 1.80m dela. A resignação não leva a parte alguma; a compreensão levar-nos-á a algum sítio. A vida levar-nos-á a qualquer parte. A resignação é sinal – não de um ser humano – mas de inferioridade.
Vou voltar ao que afirmei antes. Se quiserem contestar o que afirmei há pouco, que vocês são Deus, e acreditarem que algum deus exterior grandioso criou isto, então vivam-no! Expressem isso respeitando-se e tendo amor por vós próprios. Ter amor por vós é ter amor por todos e por tudo o mais. Quando se levantarem da cama, pensem:
“ESTE É O MEU DIA.” E quem será esse “meu”, ou “eu”? Eu, Deus, EU SOU, este é o meu dia. Eu sou deus. Neste exacto momento sinto-o. Confio na Luz. Sim, podemos ter um corpo enfermo, mas ainda podemos viver confortavelmente nele se tivermos confiança em nós próprios. A cada manhã e a última coisa pelo anoitecer quando forem para a cama, digam a vós próprios: “OBRIGADO, OH GRANDE LUZ EM NÓS, POR ESTE DIA MAGNÍFICO.” Embora as coisas não lhes tenham sido favoráveis, lembrem-se que cada experiência, independentemente de serem agradáveis ou desagradáveis, constituem uma lição sobre como viver. Eu sei que é muito difícil. Eu já sofri no corpo. Sim, muito.
Uma vez mais, volto ao que afirmei anteriormente, não peçam por menos problemas na vossa vida, peçam por mais. Todas as sementes de hoje são as flores do amanhã. Isto não são simples balbucios, mas as verdades da vida, o tipo mais elevado de equilíbrio mental e de inteligência.
Mark Probert
Traduzido por Amadeu António


domingo, 18 de junho de 2017

INUNDAÇÕES - LEGALIZAÇÃO DO AMOR - A MORAL SEXUAL E O AMOR



VAMPIRISMO
Magia Branca e Magia Negra, o caminho da mão esquerda e o caminho da mão direita, que apresentam um enorme diferença entre si. Bom; enquanto as forças naturais da vida não se interessem pelo bem nem pelo mal, excepto o homem, e por a mente humana ser uma mente criativa, cabe-lhe optar por o caminho que desejar adoptar. A natureza não deixa que nos desculpemos pelos erros que cometemos, nem nos dá crédito algum quando fazemos algo que apresente equilíbrio com a vida, além de nos mantermos equilibrados por causa da forma como pensamos e agimos.
Quando começamos enquanto estudantes do oculto, não temos inclinação para a gentileza, para o que os humanos chamam de bondade, e podemos muito facilmente deslizar do caminho da luz para o das trevas; por vezes sem que o percebamos inicialmente.
Aquele que adopta o caminho da mão esquerda, é quase certo que venha a caminhar para a morte pelo que é chamado completa insanidade; por uma grave cisão da personalidade ou esquizofrenia, uma esquizofrenia que passe por uma deterioração das células do cérebro. Por causa disso, para que se empreenda um trabalho oculto de um tipo equilibrado, precisarão ter comunicação com um espírito inteligente e bem-intencionado, e justamente o tio contrário para alguém que não queira bem e que procure adoptar o caminho da mão esquerda. Em qualquer evento, qualquer prática oculta necessita de ajuda do mundo do espírito e o buscador do caminho da mão esquerda, aquele que procura tornar-se um mago, passado um tempo sofre de alucinações estressantes que o distraem. Quando não compreendemos avida, procuramos poder, para auto-engrandecimento.
Foi isso que aconteceu ao grupo que se separou da fraternidade branca e se rotulou de sistema sacerdotal, o que veio a tornar-se conhecido como a hierarquia do Catolicismo. Durante um longo período de tempo essa gente recorreu às práticas da magia negra para conseguir os seus poderes, para poderem usá-los no controle das pessoas. Muitos desses poderes fora acumulados de certas práticas sexuais em que aqueles envolvidos convocaram a ajuda de seres espirituais que são magos negros no mundo do espírito.
Um mago branco no mundo do espírito é alguém que no mundo físico não utiliza os seus poderes sexuais para esse tipo de coisa. Na realidade o mago branco trás energia ao iniciado para utilizar nos seus rituais; não lha retira. Na maioria das sessões mediúnicas dos vossos tempos modernos, a maioria desses seres retira energia não só do médium ou mago, por ser isso que ele é, mas retira de toda a gente que toma parte nessas sessões. É por isso que tantos numa sessão mediúnica em que decorra especialmente fenómenos físicos, perde energia, e o médium, frequentemente fica exausto após uma sessão. Não podem restituir essas energias, precisam repousar durante um tempo até que as revigorem, por não lhes ser dada pelas entidades. Na realidade essas entidades retiram a energia e cingem-se a vós e vivem das vossas energias o tempo todo.
Muita gente anda sempre cansada. Exames físicos não mostram nada de particularmente errado que se passe com elas para que percam energia dessa maneira, e talvez essa gente tenha atendido a sessões, mas terão passado muito tempo a andar por entre as pessoas, multidões, o dia todo. Bom, há muitos que são captores. Por vezes são conhecidos na terminologia oculta como vampiros; não do tipo que suga sangue mas que retira energia daqueles que os rodeiam. Depois há o outro tipo que dá; não param de dar, mas não sabem como proteger-se. Estão sempre a verter a sua energia. Essa gente por vezes é conhecida como detentora de uma psique muito fraca.
A psique muitas vezes estende-se do corpo na maior parte do tempo, pelo que se tornam vulneráveis àqueles que são vampiros; por ser por intermédio desse corpo psíquico que se estende que são vampirizados. Muitas vezes pensa-se que seja pela aura. Isso poderá ser verdade somente se a aura apresentar lacerações ou rasgões. Em certas escolas de pensamento, os alunos dessas escolas são alvo de uma cura que lhes restabelece a aura, é ajustada ao corpo físico de novo e de seguida a aura é selada; o que evita que venham a ser alvo de ataques psíquicos.
Pergunta: Já senti que certas pessoas me estavam a drenar as energias. Haverá maneira de nos protegermos disso? Eu tinha consciência disso estar a acontecer, mas não sabia como...
Há uma maneira muito simples, se te recordares de a fazer. Depois de teres estado numa multidão por algum tempo, volta para casa e, ou toma um banho de água completamente fria, ou coloca os pulsos e as mãos em água fria até à altura dos pulsos. Deita água na parte de trás do pescoço, e se possível no estômago. Isso tem efeitos maravilhosos de te fazer repousar após ter sido feito. A primeira vez é verdadeiramente chocante.
Pergunta: Será isso melhor que um banho completo?
É. Mas vê bem, os Católicos, há uns anos atrás, ensinaram os seus seguidores a não tomar banho, por saberem que podiam banhar limpar-lhes algumas das vibrações da doutrina Católica. Mas isso soa a superstição... mas, para aqueles que achem que isso não passa de superstição, tudo bem, não há discussão, não há mais nada a dizer; mas, para aqueles que sabem como as sugestões operam no corpo, esses poderão ver o quão verdadeiro isso poderia ser.
Pergunta: Enquanto se verte essa água fria nos pulsos e por trás do pescoço, isso limpar-nos-á as forças?
Limpa. Aquilo que isso faz de verdade é retirar as vibrações daqueles que tiverem estado agarrados a vós ou que vocês tenham estado a reunir enquanto tiverem estado a trabalhar entre a multidão. Agora, nos vossos tempos modernos creio que haja algum ensinamento acerca da radiação, o que é chamado “chuva radioactiva.” Alguém deveria ensinar alguma coisa acerca do “alinhar.”
Aquilo que ia dizer é que onde uma pessoa possa ter estado exposto a uma forte chuva radioactiva, uma das coisas que deve fazer é escovar a roupa por completo e de seguida tomar um banho com um sabão forte qualquer. Vocês não conseguem ver a radiação do mesmo modo que não conseguem ver as vibrações daqueles que os rodeiam que lhes são projectadas e que acumulam nas vossas roupas assim como no vosso corpo.
Comentário: Talvez seja por isso que nos sentimos tão bem quando tomamos um banho de chuveiro.
Pois, vocês não lavam tanto a porcaria, por as pessoas da era moderna não necessitarem de todos os banhos que realmente tomam, por não terem um tipo de trabalho assim sujo nem se defrontarem com esterco. Para a pessoa que empreende trabalho manual e que transpira muito, isso é excelente. Mas, para muitos de quantos não fazem trabalho pesado, todos esses banhos são desnecessários e mais, não são bons, por eliminar os óleos protectores do corpo. Se tiverem sentimentos de culpa, vão lá tomar banho, por estarem a tentar limpar esses sentimentos de culpa.
Comentário: Aquilo de que ela estava afalar é quando nos encontramos numa situação em que desejamos proteger-nos por enquanto. O método mais simples, se injectarmos, possivelmente a técnica seja semelhante ao método....... e a pessoa deva incorporar isso enquanto permanece na área onde esteja a infectar que a protegerá mais do que ampliará de qualquer fonte que lhe retire poder.
Pois, é claro. Mas, quantos conhecem essa prática?
VOCÊS PODEM FAZER ISTO (Faz uma demonstração: As mãos ao longo do corpo, as mãos estendidas para a frente, ao redor das costas do vosso corpo dizendo:
EU ENCONTRO-ME PROTEGIDO NA LUZ
A MINHA AURA ENCONTRA-SE SELADA
NINGUÉM EM NADA CONSEGUIRÁ ATRAVESSÁ-LA.
Comentário: Creio que o St. Germain também advogava algo assim. E também convocava a luz violeta.
Comentário: Eu ia tentar isso, mas pareceu-me um pouco uma idiotice, por não conseguir ver a luz. Que será a verdade e o que não será a verdade? É a velha questão, entende?
Sabes, o homem jesus, ele diz: “Eu sou o caminho e a luz,” recordar isso é proporcionar a ti própria uma protecção constante. As forças negativas não conseguem passar pela luz. Não tens que ver luz nenhuma; ela encontra-se presente. Contudo, precisas visualizar tão bem quanto puderes que te encontras na luz e que és da luz.
Comentário: E mantenho a mente nisso mais ou menos constantemente. E formamos um certo tipo de perfeição em nós, que arremessa toda a força negativa...
Sim, é verdade. Como poderão pensar na negatividade quando têm a mente repleta do “positivo”? Agora, poderão dizer: “mas, não podemos manter isso constantemente na ideia.” Não precisam manter isso na mente consciente e qualquer forma. Só precisam fazer que isso passe do vosso eu consciente para o que é chamado de subconsciente, ou inconsciente- COLOQUEM-NO NO VOSSO EU INCONSCIENTE.
Pergunta: Como haveríamos de saber se a nossa aura fosse danificada ou rasgada como mencionou?
É claro que não haveriam de saber, mas há alguns que conseguem ver a aura e aplicar-lhe um tratamento quando a veem rasgada e selá-la. Contudo, vocês podem fazer isso vós próprios. Em grande medida, aquilo que rasga a aura é o vosso tipo de pensamento. Pensar aquilo que vocês chamam “satisfações animalistas.” Depois de termos expressado a nossa natureza animal não procuramos selar a luz da aura.
A MORAL SEXUAL E O AMOR
Não é que eu seja contra a natureza animal, por isso pertencer ao mundo físico; é a natureza do mundo físico contanto que respeitemos as leis que governam o mundo físico, não nos pode prejudicar. A luxúria gerada em relação a outro sem amor, sem afecto, sem uma noção de compreensão dessa outra natureza, é ataca-la, vampirizá-la.
Muito mais violação é cometida mentalmente do que fisicamente, e nem toda por homens. Diz-se que no vosso mundo, que quando certos homens olham uma mulher, a despem; mas algumas mulheres também fazem isso. Agora, pensar uma coisa e não a actualizar é prejudicial. Um pensamento de desejo pode crescer e caso não o expressem, ou de algum modo detiverem esse tipo de pensar, ele não parará de crescer, e em breve rebentará convosco, e dar-lhe-á cabo do sistema nervoso. É por isso que tanta gente se encontra nos hospitais mentais, as suas mentes foram atravancadas de pensamentos negativos ou de pensamentos positivos que deixaram de expressar e em que não tentaram deixar de pensar. Tornaram-se obcecados, não por acção de fantasmas mas obcecadas pelo pior tipo de espectros, chamados “desejos insatisfeitos.” É dito no vosso mundo que um homem casado vive mais do que um solteiro.
Comentário: Vinte anos.
É claro. Algum esperto contrariou isso dizendo que só parecem viver mais. (Riso) mas a verdade é que cuida dos desejos sexuais pelo que não tem que andar sempre a pensar nisso, o que é prejudicial para o sistema nervoso. Agora, no verdadeiro casamento, não só os seus desejos sexuais são tratados como o seu amor e a necessidade que tem de amor, de verdadeiro afecto. Agora, observando os vossos casamentos modernos, diria que na maioria dos casos, um homem que case comete suicídio. Não será triste? E porquê? Por se ver confrontado com a satisfação dos desejos mentais e físicos de mais alguém que não o ama, ou a quem ele não ama, e assim, pouco a pouco, chegam a sentir cada vez menos desejo um pelo outro, e mais se acumula a fúria interna, mais ressentimento, mais vontade de afastamento. Isso dá cabo do sistema nervoso e torna tanto a mulher como o homem impotente. No que diz respeito à mulher, é chamado frigidez. Ela entregou-se sem amor ao homem, apenas pelo instante de satisfação que obteve nos estágios iniciais da sua associação, ele fez o mesmo. Assassinaram-se um ao outro e ao mesmo tempo, cometeram suicídio.
Se um homem e uma mulher realmente se amam, entre eles não existe contenção, nem pode haver, por cada um saber que o outro está a pensar por ele, nele, no seu benefício, e nada fará que vá contra o seu benefício. Automaticamente o seu amor será daquele tipo que os não deixará ter dúvidas um com relação ao outro. Apenas quando não têm amor é que o ciúme penetra, por o ciúme ser possessão e não amor. É possessão: “Eu sou senhora de ti,” diz ela. “Mais ninguém te pode ter senão eu.” Não que realmente queira essa pessoa, mas busca a satisfação pessoal. Isso pode, e habitualmente acontece, conduzir ao assassinato e ao suicídio.
Já tive pessoas que vieram ao meu encontro, pessoas casadas numa grande aflição, cada um das quais mostrava não só falta de amor como o ardor interno do ódio, pessoas casadas há muito, muito tempo. Se, com o passar do tempo, não envelhecermos juntos, faremos o contrário e afastar-nos-emos, e forçar duas pessoas a permanecer juntas por a lei ou a sociedade o decretar, é cometer um crime. Os homens deviam ter leis que dificultassem mais o casamento e que facilitassem mais o divórcio. É muito mais fácil, tanto mais que não precisam de fazer uma grande despesa para se separarem, fazem um acordo. Querem-no manter? Realmente querem continuar? Realmente pensam assim tão bem um do outro, apreciam tanto quanto isso um ao outro? Ou seja, sentem amor. Não consigo suscitar outra questão que possa colocar a um homem ou a uma mulher casada. Mais nenhuma questão relativa ao que deveriam fazer. Aquilo que deviam fazer evidencia-se por si só. Mas depois de eu lhes colocar a pergunta: “Amam-se um ao outro?” Se não conseguirem responder à pergunta, então não tenha mais nada a dizer-lhes, excepto que se separem.
Discordam de mim? O ódio acumula-se e o ódio mata; não há como fugir a isso.
Uma outra coisa que têm no vosso mundo, em que a mulher pode despojar o homem de todas as suas posses por ele se querer deixá-la, ou por ela querer deixá-lo. Isso não é justo, por uma vez mais gerar um enorme ódio em que o homem quer fazer alguma coisa para se afastar do jugo que é o fardo financeiro.
Ah, uma outra instrução insana que vocês têm em que duas pessoas permaneçam juntas porque tiveram filhos, e as crianças necessitarem da mãe e do pai, só que quando reina o ódio entre eles, eles estarem a pedir não só apuros para si mas envenenam as crianças, envenenam-lhes os sistemas nervosos, as mentes, os corpos; passam-lhes toda a sorte de doenças. Ah, as vossas leis não são leis, são meros planos de controlo – é tudo – destituídas de qualquer afecto. Planos para dominar, para controlar, para forçar uma pessoa a toda a gente.
Poucos conseguem dizer que amam e falarem verdade. Caso duas pessoas não tenham amor uma pela outra, se o único impulso que as move for a satisfação sexual, o seu casamento será uma coisa morta. Não há como contornar isso, e porquê? Porque passado um tempo um homem e uma mulher começam a afastar-se um o outro, por não mais conseguirem aquela satisfação sexual que conseguiam no começo. É o que vocês Americanos chamais de “batido” e o homem e a mulher querem encontrar uma novidade.
Não passamos de fraudes para nós próprios, meus amigos, quando fazemos esse tipo de coisa, pretensiosos e depois pagamos as consequências, não há como contornar isso. Mas muitos sofrem as consequências de põem-se a bradar para os céus: “Porque será que isto me aconteceu?” Deveria acontecer a mais alguém? Quando algo lhes acontece de negativo para a vossa natureza, vocês pensam com os vossos botões “Não podia ter acontecido a uma pessoa melhor.” Sem qualquer sentido de bazófia, mas por saberem lidar com essas coisas.
Sinto tristeza quando vejo que acontecem coisas de cunho negativo a outra pessoa que eu sei que não faz ideia do que lhe aconteceu – a ele ou a ela. E assim isso deixa-me num estado de confusão e de tristeza e aí acorrem a buscar auxílio. O auxílio externo nunca chega, por não ter cabimento. Precisamos encontrar esse auxílio dentro de nós, caso contrário estaremos constantemente a percorrer o caminho negativo.
Se se voltarem para dentro de vós próprios quando algo correr mal com o casamento, não culpem o vosso parceiro, culpem-se a vocês. Se ele e ela perceberem que ambos têm a culpa da mesma forma, de algum modo ambos começarão a procurar fazer algo com relação a ele, cada um à sua maneira. Até que comecem a procurar em vós próprios - a estudar a vida interior – não passarão de animais. Vocês precisam tornar-se humanos, não nascem humanos, só que padecem dessa ilusão sempre que vêm outro do vosso tipo a nascer num corpo nu e de pele suave e a levantar-se e a caminhar e a falar. “Eis um ser humano,” dizem vocês. Grande erro.
Aqueles que têm amor um pelo outro podem ser temperamentais um com o outro, mas se existir amor, eles conseguem abandonar o mau-humor e ficar de bem de novo. Quando vêm uma discussão acesa entre parceiros, algumas pessoas pensam que isso seja uma tragédia; por vezes forçam isso e transformam-no numa tragédia.
Dizem que no mundo além do vosso, aqueles que têm amor um pelo outro, podem voltar a encontrar-se. Poderão, entendem? Eu digo que poderão, não que venham a encontrar-se; por o ser humano ser composto por muito mais do que o que o olho consegue discernir, e do que ocorre aqui. Que dizer de outras vidas? Pode haver uma coisa proveniente de uma outra vida, que por altura da morte responda por um total separação entre os dois. PODEM NUNCA MAIS SE ENCONTRAR, seja o que for que a palavra “nunca” possa implicar.

ENERGIA
O corpo humano tem uma grande resistência e um enorme potencial para todo o género de coisas estressantes que o acometam – para as combater, para as controlar, para se alçar acima delas ou para simplesmente VIVER com elas. Tem havido muita gente que tem sofrido as mais terríveis doenças e que tem vivido durante anos.
Um desses homens, dos tempos mais modernos, digamos, foi o grande artista Miguel Ângelo; esse indivíduo sofreu enormemente todos os dias da sua vida, e no entanto viveu até os 90. E aquele outro que praticava o conhecimento oculto, o Gurdjieff, já ouviram falar dele? Esse tipo, quando decidiu abandonar o corpo e passar a existir sem ele, a autópsia a que o seu cadáver foi submetido revelou cicatrizes no corpo e males que o deviam ter matado muitas vezes. Portanto, a resistência do espírito no sentido de controlar as acções da matéria.
Um dos seus discípulos, o que se chamava Ouspensky – após muitos anos de estudos e da prática das coisas ocultas foi-se mentalmente abaixo e foi confinado a um hospital psiquiátrico durante um tempo. Bom, se conseguem viver com uma doença e continuar bem, também conseguirão continuar com uma doença mental. Mas, uma vez mais, precisam saber como. Ouspensky não atingiu aquele estado de saber como. O seu sistema nervoso não foi capaz de permanecer no controlo. No estudo de coisas ocultas (esotéricas), e mais, na tentativa de praticarem essas coisas, há sempre o perigo de sofrerem um esgotamento nervoso. A menos que tenham sido condicionados durante muitos anos, a controlar emocionalmente e na abnegação emocional, é quase certo que venham a sofrer um esgotamento por causa do emocional. Os médiuns, a maioria deles, com o tempo, sofrem esgotamentos mentais. Muitos do quantos não chegam a sofrer, encontram uma saída qualquer por meio do que chamais de práticas imorais, pela adulteração do corpo, assim como da mente. No caso dos médiuns que são capazes de produzir efeitos físicos de materialização, a maioria deles morre em resultado dessas práticas. O corpo físico sofre um esgotamento; a estrutura celular transforma-se num tecido aguado e gorduroso.
Na maior parte as mulheres são capazes de fenómenos físicos com muito mais frequência do que os homens, por a mulher estar mais inclinada a ser emocional e a gerar uma maior agudeza nas suas emoções; ou falta de estabilidade, digamos, falta de estabilidade essa que tende a aumentar na medida em que continuam a praticar o seu talento.
Comentário: Você diz que nada se ganha com isso. Não poderia isso ser usado – uma vida usada como ponto de reflecção, e nós aprendermos a não o fazer de novo? Não entendo que coisas dessas sejam desperdiçadas, muito embora sejam mal utilizadas.
É claro. Nada é realmente desperdiçado por não existir vazio algum onde o possa ser. Entendes o que quero dizer? Resumindo, não há onde colocar a energia senão onde ela tem existência, e o mundo físico é um mundo de energia; e não existe mais nada, de verdade. Claro que não é ISSO que é; não, a energia não é energia. Vocês têm um dito: “Uma rosa é uma rosa, é uma rosa, por com qualquer outro nome terá um aroma igualmente doce.” E assim é com a energia, que não passa de um termo. A energia é energia, mas se tivesse qualquer outro nome funcionaria exactamente na mesma.
Para nós, do Círculo, assim como outros que, sem dúvida procederam a estudos para descobrir que essa coisa chamada energia é a substância de construção da mente. Agora, isso parecerá que eu tenha dito alguma coisa, mas precisam ter cuidado. Precisamos sempre ter cuidado com o significado das palavras que usamos na descrição de algo junto dos outros.
Eu afirmo que a energia é os blocos de construção da substância criativa da mente. Mas aí surge evidentemente a questão: “Que coisa será a Mente?” É uma palavra aplicada a uma condição que não pode ser designada. Só é designada por uma questão de conveniência. Vocês têm essas substâncias quentes, energias que correm por essas lâmpadas, a que chamam electricidade, electricidade essa que tem diferentes tipos, certo? Contudo, seja qual for esse tipo, ainda é electricidade, e a electricidade é energia em funcionamento de uma dada maneira, num dado modo ou método. É o mesmo de que todo o material do universo é feito – electricidade – numa actividade a que chamam positivo e negativo. Aquilo a que chamam átomo consiste simplesmente numa actividade de formas de movimento que actuam entre positivo e negativo. Essas formas de movimento geram diferentes tipos de actividade para além do que é chamado electricidade; criam superfície. Além disso, ao passarem pelo cérebro, criam ideias, por excitarem os electrões presentes no cérebro, nas células, que por sua vez produzem pensamentos com base nessa excitação – tal como a excitação gerada nas lâmpadas cria a luz.
A materialização e a produção de apports e todo esse tipo particular de actividade necessita de energia. Por regra, essa energia é retirada do corpo do médium e de alguém que compareça na prática dessa materialização.
Pergunta: Quantas pessoas se encontrarão desse lado neste momento para possibilitar que fale através do Mark? De quantas pessoas precisa para tornar isso algo bem-sucedido? Não precisa responder a isso, mas eu sei que requer energia de AMBAS as partes.
Ah, sim. O esforço por reunir energia do vosso lado implica um enorme consumo de energia do nosso lado. Não conseguimos mover uma só partícula de energia sem o uso de energia proveniente de um outro lugar qualquer. Além disso, ao extrairmos energia, produzimos energia automaticamente. O próprio movimento que precisa ser feito para reunir energia cria automaticamente mais energia. O movimento, a energia, é por vezes chamada cinética. Bom, há seres que não precisam tirar essa substância vital de outro ser humano. São capazes de a reunir na maior parte noutro lado. Se tiverem necessidade de alguma forma de comunicação com o vosso mundo, conseguem reunir energia quase em qualquer sítio – das plantas, dos animais. Não precisam retirá-la ao ser humano caso não o queiram.
Ao nascer, ao virem ao mudo, faz-se necessária uma enorme dose de energia de modo que a entidade que entra automaticamente – faz parte da actividade de vir ao mundo, da natureza do ser que entra, criar essa energia com os esforços que empreende por aqui chegar. Não é auxiliado; ela não lhe é dada. Ela precisa criá-la, caso contrário não consegue vir aqui; ele não tem nada com que aqui chegar. O que quer dizer que não podemos tirar sem restituir, nem dar sem tirar – e essa é uma lei maravilhosa em que ninguém perde. Não podem perder. Só poderão perder se pensarem que não necessitam de assistência de qualquer lado, se pensarem estar sozinhos. Mas ninguém está sozinho. Todos dependemos – não só uns dos outros, como das coisas que nos rodeiam no nosso ambiente, que o compõem.
Podemos desvitalizar-nos, assim como podemos ser desvitalizados pelos outros. Mas aquele que nos vampiriza as energias de outra pessoa irá ter que usar essa energia de qualquer forma. E por causa da forma coo a conseguiu, pode vir a sofrer enormemente por a ter tirado dessa forma. Ninguém o irá punir; a natureza não se interessa com o que fazemos ou com o que deixamos de fazer. Se quiserem ir para o inferno, ou subir às terras altas do céu isso é convosco. Se isso lhes trouxer prazer, façam-no. Não existe nenhum AGENTE externo que os castigue nem recompense, excepto VOCÊS! Por isso, que esperam? Lembrem-se somente que vocês vivem numa existência que é governada por leis de causa e efeito. Mas sabem que mais, não podiam ter encontrado um juiz menos misericordioso, por ele não ter qualquer noção daquilo a que chamam piedade, nem remorso. Esses são conceitos do ser humano, da mente humana. Na natureza não existem condições tais como bem e mal, a natureza nada sabe com respeito a isso. O homem cria os seus deuses e vive pelo melhor de que é capaz com eles.
Pergunta: Quando uma pessoa atinge esse ponto de encarar tudo e de perceber, de o viver realmente, e não perceber bem nem mal, não deixará de estar connosco aqui?
Bom, se não partir por vontade própria, será auxiliada por causa das mentes sem educação e apavoradas que não as conseguem tolerar. A mente sem educação e apavorada encontra-se sempre emocionalmente perturbada. Essa pequena mente representa o burro esquizofrénico, que ESPERA coisas; que QUER coisas. Não se preocupa com os outros, apenas se interessa consigo próprio. Mas essa é a natureza das coisas.
O ser humano cuidou durante muito tempo de viver na ilusão de ser algo muito especial. E de certo modo é. Só que se viver nessa mente esquizofrénica, ele não difere nem um pouco ou chega a ser superior ou melhor do que quer que seja. Não é senão quando o ser humano deixa o nevoeiro animalista da sua mente esquizofrénica que se torna algo especial. E que será esse algo especial? Torna-se consciente de ser o CRIADOR. Eu não disse “Deus,” disse “Criador.”
Agora, quando se atinge esse estado de consciência, muitos pensarão que saia por aí disparados a voar para o espaço ou para a terra do nunca, para um estado perpétuo de nirvana, e que aí deixe de sentir interesse pelo sonho físico. Isso é errado. Caso fosse verdade, não teria havido gente como Gautama ou Jesus e muitos outros. Que foi que eles fizeram? Correram disparados para o Nirvana para se regalarem com o prazer do seu vasto conhecimento? Não, optaram por se manterem aqui e por ajudar o homem aqui no mundo físico. Optaram por regressar, por ficar e por sofrer o que o resto da humanidade sofre, por ajudar os outros a superar a dor e o sofrimento.
Deque vale esse estado de consciência superior se simplesmente forem sentar-se a glorificar-vos a vós próprios? “Ainda agora cheguei – adeus!” Sim, meus amigos, enquanto a vida consistir num desenvolvimento individual, mas a realização não é somente para o indivíduo. Ele PRECISA partilhá-la. Vamos para o lar? Sem dúvida – porém, só para repousar, o que vocês chamam de férias. Retornam à Luz para recuperar energia e equilíbrio para que possam voltar refrescados e prontos para transmitir o mel da vida que tiverem reunido. É maravilhoso. Não tenho palavras para o descrever. Partilhar esse mel que tiverem reunido – caso contrário não o chegarão a provar. O paladar vem da partilha.
DIETAS E INGESTÃO DE CARNE
Só mais uma coisa. Vocês, meus amigos, têm coisas de importância mais vital a fazer no mundo do que usar o vosso tempo na tentativa de se alçarem acima da vida natural por terem aqui vindo para viverem aqui. Não existe glória alguma em vier do prana. 
As dietas. Não existe glória alguma em deixarem de comer carne. Não ganham nada por deixarem de comer carne, a menos que seja por uma questão de saúde, mas por mais nenhuma. Se tiverem uma vida de um labor árduo, e usarem muitos os músculos, a carne será excelente e o corpo necessitará dela, por carecer de um forte combustível. Mas se não estiverem envolvidos no uso laborioso dos músculos, a carne pode ser-lhes prejudicial. Caso a comam em excesso, com o tempo pode envenenar os rins. Pode poluir-lhes a corrente sanguínea. Contudo, não deixem de comer carne por sentirem que vão prejudicar o espírito do animal de quem a retiraram; ele não se podia interessar menos. Depois de o terem abatido, ele não se podia importar menos com o que fazem à sua carcaça. E não provoca nada desconcertante no mundo espiritual nem em nenhum outro estado de consciência.
Os animais não têm ideias dessas. Atravessam um instante de pavor quando a morte se abate sobre eles, caso venham a ter conhecimento disso; isso leva os seus corpos a descarregar uma substância chamada adrenalina. E quando isso não é usado, el apode liquidar o animal do mesmo modo que pode eliminar o ser humano, provocando-lhe um ataque cardíaco. Agora; ele projecta essa noção de medo no organismo sob a forma de uma vibração, um determinado número de ondas; e quando ingerem essa carne, vocês absorvem esse medo nos vossos corpos. Vós ou qualquer outro que não seja versado nestas coisas achará que isso não passe de superstição. Mas eu não me importo com o que os outros pensem daquilo que digo. Não me importo que o aceitem ou rejeitem. Cabe a mim dizer o que tenho que dizer. Aceitem-no ou rejeitem-no; isso é convosco. Quando se alcança a noção a que chamam amor pela vida, a crença que se tem nas coisas cessa, e chegamos a SABER, e a saber que sabemos – seja o que for.
Uma dieta à base de água, por um tempo, é excelente, mas sugiro que não abusem. A prática da ingestão unicamente de água significa que devam ter atingido um sentimento pela vida, um sentimento qualquer real. E se usarem a respiração com uma dieta à base de água, mais poderão purificar o corpo. Por purificar refiro a libertação dos venenos do organismo por meio da respiração apropriada. Mas posso não lhes dizer que tipos de respiração sejam esses, por não querer que os pratiquem sem supervisão de um professor terreno.
PONTO SEM RETORNO
Só há um espaço limitado no vosso mundo onde poderão ir respirar ar puro – mas puro na medida do que diz respeito às toxinas – como aquilo a que chamam gazes. Mas não conheço nenhum local actual na vossa terra, onde possam ir em que não absorvam radiação mortal. Porque é que acham que as forças da natureza puseram uma ionosfera ao redor da vossa terra? Para a proteger das partículas potentes. Agora rebentaram as vossas bombas e usaram os diversos tipos de máquinas radioactivas mesmo por dentro do envoltório chamado ionosfera. Assemelha-se ao fluído no ovo – se romperem esse fluído a gema esvai-se, a essência do ovo desaparece, não é?
E a vossa terra encontra-se envenenada. Há um certo número de anos atrás eu falava sobre esse assunto da radiação atómica, e na altura disse que, se o mundo do homem continuasse por mais um ano a provocar radiação dentro desta terra, ele teria atingido o ponto sem retorno. E vocês ATINGIRAM esse ponto sem retorno, embora não tenham consciência disso, mas façam o favor de ver o incremento que o cancro tem tido, a leucemia, e os crescentes casos de problemas cardíacos. Essas partículas estão a retirar as substâncias vitais dos organismos O Estrôncio 90 está a ocupar o lugar do cálcio, mas primeiro precisa destruir o cálcio!
Meus amigos, independentemente do que os vossos cientistas afirmem com respeito a um pouco de radiação, não existe tal coisa – tanto quanto não existe um pouco de gravidez! Ela acumula-se; a radiação acumula-se. Vocês recebem um pouco hoje, um pouco amanhã; e o pouco que recebem hoje não vai desaparecer. Assim, pela acumulação, ela revelar-se-á a si mesmo através das doenças.
Conquanto seja verdade que o homem nasce da radiação, ele não pode voltar a ela sem morrer. Aparecem certas criaturas pequenas, têm origem, ou nascem em ácidos muito potentes. Mas assim eu saem para o exterior, se as voltarem a colocar de novo no ácido, matá-las-ão. O salmão – o salmão regressará ao lar para desovar de novo? Ele vai para morrer. Ele desova, mas morrerá, para que o novo salmão possa vir a surgir. Vocês não podem regressar á vossa origem e permanecer os mesmos. Quererão regressar à Luz? Não podem, porque assim que o fizerem morrem. O vosso Livro Cristão diz que não podem ver a Deus e continuar a viver. Quem poderá olhar o sol e não cegar, não é? Eu penso que sim. Querem ir às montanhas respirar ar puro, ou o que chamam de ozono. Isso requer toda uma vida e prática, de esforço constante em que o que busca dá por si a executar um desafio mortal. Poderão dizer-me que não têm medo, mas meus amigos, sem negarem isso, há algo muito mais importante que precisam fazer antes de trilharem esses caminhos como o de respirar o ar puro.
Não desperdicem a vossa vida assim. Será de longe melhor que procurem viver inteligentemente, de maneira útil COM o vosso semelhante. Uma coisa é buscar a vida espiritual e outra completamente diferente vivê-la. Um coração cálido é muito mais capaz de perceber do que o cérebro, do que a mente; por o entender, obterem noção disso por intermédio do eu que sente. Pensem nisso: Do eu que sente – que é o centro do vosso ser no mundo físico.
INUNDAÇÕES
Esta conversa sobre a água – leva-me a pensar que não se vão verificar mais eras glaciares, mas eras aquáticas. O mundo irá sofrer grandes inundações, e depois de cada inverno as inundações aumentarão.
Comentário: Já está a suceder.
Pois, mas irá aumentar mais à medida que os anos forem passando, pelo que irão ter que fazer algo para impedir terríveis destruições provocadas pelas cheias. Não sei que vos dizer para fazerem, mas irá suceder em muitos, muitos lugares, e poderá muito facilmente acontecer aqui também. Nos próximos anos, embora não veja que ocorra tal desastre aqui em San Diego num futuro muito próximo, eu sei que pelo Este e pela zona Meio Oeste e em muitas partes da Europa irão dar-se graves inundações.
O gelo dos polos está a derreter – não tanto a partir do topo mas antes do fundo, por o solo, a terra estar a aquecer. Do quê? Em resultado de uma mais potente radiação que está a penetrar nos polos. E está a penetrar justamente através do gelo até ao solo. Está a provocar um mais rápido colapso na química da terra, o que gera excesso de calor.
Tem havido muito medo, e tem havido há muito anos entre determinados povos, de os polos subitamente mudarem de lugar e de afogarem todos. Mas esse não é o caso. Os polos têm vindo a mudar, só que lentamente. Com a destruição da Atlântida, não foi nenhuma deslocação súbita dos polos que provocou a inundação da Atlântida e afogou todos; a deslocação atingiu um pico em que muita água caiu dos céus. Lembrem-se também de que no passado, onde actualmente se situam os pólos, eram regiões tropicais isentas de gelo. Houve muitos animais que vocês chamariam de animais da selva – como o elefante enorme, o mastodonte – um animal muito peludo e dotado de enorme presas – assim como outros animais que dificilmente seriam vistos nos vossos dias. Virá a surgir de novo um tempo em que os polos serão tropicais e em que, quem quer que sobreviva às enormes inundações descobrirá que uma grande civilização certa vez existiu em ambos os polos. Descobrirão pirâmides que ficaram enterradas vastos séculos debaixo de toneladas de gelo.
A mudança está a chegar, sabem, meus amigos? Está a chegar. Quando? A altura não é importante de referir. Não lhes adiantará nada saber quando por eu também não saber ao certo. Eu observo determinados efeitos que estão a ter lugar, mas a julgar pela velocidade do aumento do calor que verifico a cada ano no solo, posso sugerir que dentro de alguns anos sofrerão vastos dilúvios por toda a terra. Entretanto, o sol está a sugar cada vez mais água, e para cúmulo, quando as águas elevarem os níveis, provenientes do degelo, inundarão os oceanos e alagá-los-ão.
Pergunta: Qual será o ponto sem retorno, Yada?
Quer dizer que há pouco que possam fazer para deter o avanço da radiação no vosso mundo. Essa radiação está a envenenar o homem. Os danos já foram provocados. Vocês usam DDT para se livrarem da mosca. É por isso que atingiram o beco sem saída em relação à mosca. O homem pensou que com um determinado veneno se livraria da mosca, só que não contou com a natureza e a capacidade que tem de condicionar o corpo de modo a precisar de mais veneno para o liquidar. O veneno poderá matar a primeira, segunda e terceira gerações, mas quando isso suceder, aqueles que lhe resistirem e sofrerem com ele – na mente criativa da mosca – terão aprendido a criar um corpo mais resistente de modo que quando voltar possa aguentar mais veneno antes que ele o liquide.
O homem já foi apagado da terra diversas vezes. Não quero insinuar que o homem venha a ser destruído, ou que inundações venham a destruir a raça humana. Mas mesmo que isso ocorra, pensam que venha a ser o fim do ser humano? É claro que não. Por essa altura, quando ele for destruído, ele terá criado meios de superar a água enquanto local de habitação. Ele virá a ser capaz de viver nela.
Acontece o mesmo com todos os animais, todos os insectos, todos os peixes, todas as aves. Quando as condições se alteram, durante o processo da alteração, essa mente criativa inicia um condicionamento desses corpos para poderem habitar no ambiente com um revestimento mais protector – aquilo a que chamais unidade de sobrevivência. O homem é – em termos físicos – um produto do seu ambiente. E na medida em que essa coisa individual que é – pessoa ou seja o que for – se condicionar para viver de modo mais confortável nesse ambiente, mais tempo viverá nela.
Vejo-o a ir para os mares, para os céus – o homem acha-se presente por toda a parte e no decurso do tempo irá provar isso. Por entre os vossos cientistas há muita conversa de unca vir a chegar às estrelas – por o homem não ter sido feito para chegar às estrelas – segundo o que é dito por entre os vossos cientistas. Vocês poderiam entender isso, se fosse proclamado pelo vosso sistema sacerdotal, mas entre os vossos cientistas? Alguns deles pertencem ao sistema sacerdotal e não deveriam estar na ciência. O homem haverá de chegar onde quiser chegar, sem que haja nada que o detenha excepto ele próprio.
Virá tempo em que, quando se verificar a mudança dos gelos nos polos, hão de encontrar civilizações – algumas delas em óptimas condições debaixo do gelo. Descobrirão pirâmides, e essas pirâmides revelarão ser das primeiras pirâmides a ser construídas no mundo. Se percorrerem de volta a história do homem descobrirão que praticavam o sepultamento de toda a sorte de coisas. O guerreiro era enterrado com os seus utensílios de guerra; os reis com as suas jóias e as suas esposas e frequentemente com alimentos que os acompanhavam, para que não passassem fome no pós-vida.
Existiu aqui um povo na América do Norte, muito antes da chegada do índio de pele vermelha, que se assemelhava aos Chineses, só que mais brancos do que amarelos, dotados de ossos da face mais altos e olhos verdes. Alguns deles eram de compleição mais avantajada em vez de mais escura aqui. A razão disso está em que vieram das terras da neve e do gelo. Eles possuíam uma civilização razoavelmente boa quando foram destruídos por fendas e enormes tempestades, além das alterações provocadas nos gelos em diferentes partes do mundo, o que lentamente os levaram para fora do seu país. Eles dispersaram-se e com o tempo acoplaram com gente de outro tipo de pele.
O homem tem criado civilizações e tem-nas destruído de bom grado há milhões de anos. Os povos chamados “Judeus”, digamos antes Hebreus,” porque Judeia é a religião, enquanto Hebraica é a raça. Essa gente teve origem nas montanhas dos Himalaias. Durante a maior parte do tempo não alteraram a sua consanguinidade ao não acasalarem com outras raças. Foram um povo que se concentrou na arte de recolher dinheiro.
Diferentes raças de povos, sendo dotadas de naturezas diferentes criaram coisas diferentes. Algumas construíram belos edifícios. Era uma arte – a beleza. Os antigos Gregos eram um desses povos. Em África, existem certas tribos que tanto abominam a sujeira que adoram a limpeza. Esses seres têm um Deus Serpente pequeno.
Na minha civilização, existia um povo pigmeu que viva nas árvores nas florestas, que adoravam o Sapo Albino. Seres pequenos dotados de enormes estômagos. Não eram anões nem pigmeus, mais homens em tamanho miniatura, mas uma combinação de ambos. O anão possui uma cabeça grande e um tronco pronunciado, mas pernas curtas. Esse povo pequeno era bem proporcionado para o seu tamanho. Já com o pigmeu é diferente; por vezes têm a cabeça grande, porém uma característica dos seus corpos é o estômago inchado. A maioria deles tende para a maldade, mas à semelhança de todo ser humano, se for tratado inteligentemente e não se permitirem assustar-se com eles, eles mostram-se amigáveis.
LEGALIZAÇÃO DO AMOR
Há uma certa senhora que eu conheço que pensa estar grávida. Já não é mais uma rapariga; de facto já atingiu aquela idade que é chamada de menopausa. Ela passou or uma certa operação e por vezes sente que o local a que foi operada não está bem. Ela pensa que talvez não seja isso que lhe esteja a causar os problemas, mas que possa estar grávida. A despeito da idade que tem, ela tem relações com um indivíduo – o que é a coisa mais natural que se pode ter com um homem. E aquelas que não têm – ou têm algo errado com ela emocional ou física ou mentalmente, por essa ser a função natural do corpo; do mesmo modo que a comida e a água, ou qualquer outra função do organismo. É natural, só que o vosso meio procura tornar isso numa coisa má quando é feito fora do casamento legal ou matrimônio.
Bom; os casamentos legais são óptimos para aqueles que planejam ter filhos; é bom para as crianças. Mas é óbvio que não é bom para os adulto, pelo que, que é que acontece? O casamento ocorre por as vossas leis o ditarem. As pessoas frequentemente presumem que estão apaixonadas umas pelas outras, quando a verdade é que são levadas a isso por um desejo criativo natural. Mas ao lhes incutirem que é errado e que é mau, não conseguem expurgar o sentimento de culpa da mente quando se submetem ao teste de tentarem ser naturais, o que conduz a todo tipo de doença do corpo, do sistema emocional e da mente.
Na vossa Bíblia Cristã diz que o homem chamado Paulo disse: “É melhor casas do que arder de paixão.” Que acham que seja suposto dizer com isso? O casamento não é uma coisa que possam legalizar, mas uma forma natural de comunicação entre homem e mulher. Significa um relacionamento sexual. Mas vós no vosso meio, ao ensinarem que o sexo é uma coisa má, vocês podem constatar o que fazem uns aos outros – até mesmo no casamento. Muitos homens e mulheres foram frustrados nos seus desejos naturais uns pelos outros, o que automaticamente cria uma acção anormal. Se forem verdadeiramente vitais não podem tornar-se celibatários. Poderão dar ao mundo a aparência de praticarem o celibato, mas pode estar certos de que não o fazem. Recorrem a um tipo qualquer de sexo, e na maior parte das vezes, a formas chamadas anormais.
Olhem o que fazemos a nós próprios e depois culpamos os outros, ou algo que nada tem que ver com o que fracassamos fazer. Fracassamos viver de acordo com as leis naturais da vida – não de boa vontade, o que o torna ainda pior. Não porque queiramos vier dessa forma mas por as nossas frustrações, as nossas culpas, as nossas vergonhas se tornarem tão expressivas. A sociedade em que vivemos gera esse tipo de coisa. Cria criminosos e torna as pessoas normais, naturais, de espírito são doentes e más nas suas acções.
Os vossos jovens, quando as forças vitais são expressivas neles, dizem-lhes para não praticarem o sexo, que é errado! Meus amigos, eu afirmo que só existe uma forma de sexo que constitui um mal, que é quando um se entrega ao outro e partilham as suas forças vitais de quem não têm respeito, nem honra, nem amor, nem verdadeiro afecto. ESSA é a maldição.
Pergunta: Será isso adultério ou não?
Essa é a PIOR forma de adultério, a pior forma por não só desonrarem o parceiro, nem lhe tiram a dignidade natural, mas fazem-nos igualmente a vós próprios. Também saem a perder. Podem pensar que saem ilesos e que isso não resulte em nada, quando o fazem; mas por dentro, algo sucede. E esse algo, sendo uma lei natural, as reacções que provoca podem ser dolorosas. Podem não acontecer durante anos, de modo que a vítima não sabe de que é vítima.
Pergunta: responderá isso pela crescente taxa de impotência que se verifica entre os homens, em idades cada vez mais tenras? Homens com 35 e 40 anos veem-se subitamente impotentes. Será isso por a troca de energias não ser mútua?
Exactamente. Por ter sido aviltada. Vejam bem, os animais são sazonais: eles não têm o que o homem tem – a capacidade de pensar, de raciocinar. Sentem o impulso e movem-se com base nesse impulso, naturalmente. Mas o homem é um pensador. Mas, quando não pensa e se mexe, mete-se em sarilhos, no sofrimento.
Pergunta: Deparamo-nos com uma dicotomia perigosa para o ser humano. Entre os 15 e os 25 ainda não estão em idade de casar, mas estão prontos para se reproduzirem e muitas vezes amam-se mutuamente. Numa situação em que pretendam ter relações sexuais – caso o façam, a sociedade precisará olhar pela descendência e envenenará essa descendência pela natureza do seu nascimento. Que havemos de fazer aqui?
Antes de responder a isso desejo terminar o que ia dizer a essa senhora; pela observação que pude fazer, ela não se encontra grávida. Ela tem problemas com o tecido cicatricial derivado de uma operação anterior; ela também tem alguns problemas com os órgãos femininos. Eu não entendo o que é ma apresenta um problema qualquer aí, além do tecido cicatricial. Mas ela pode estar razoavelmente segura – digo razoavelmente, mas acho que devia ir a um médico e tentar descobrir. Mas pela observação que faço, ela não se encontra grávida. Não estou certo se isso a vai deixar alegre ou triste; isso é problema dela.
Vocês têm ensinamentos tão falsos. Que poderá ser dito aos jovens quando nada há a dizer aos mais velhos? Os mais velhos têm o que podem chamar a sua folia, é claro. Mas vejam bem, não podem legalizar o amor; não podem legalizar o sexo. É como tentar legalizar a comida. Essas coisas são naturais. Mas precisam ensinar às pessoas não só a comer adequadamente para viver, mas a ter relacionamentos sexuais para viver – não para toda a vida – não é a isso que me refiro. Quero dizer para viver, para estabelecerem as suas comunicações com e para a vida e não para a morte. Por se destruírem um ao outro, porquanto, que é que sucede? Em quase todos os casos os jovens recorrem ao que é chamado comunicação sexual legal. Eles chegam a recear uns aos outros mais tarde, quase chegam a odiar-se. As moças sentem-se traídas pelo homem, ou os jovens sentem-se envergonhados por lhes terem dito que, mesmo com o consentimento dela, ele está a cometer violação prevista pela lei. E assim, que é que sucede? Caso a moça queira, ou os pais, poderão apresentar queixa contra o rapaz e enviá-lo para a prisão – e com uma pena que pode atingir os 50 anos.
Passa-se o mesmo com o vício das drogas. A atitude Americana para com os consumidores de drogas seria engraçada caso não fosse trágica. Acham possível que, colocando um tigre de Bengala atrás das grades durante seis meses, ele não venha a ser o tigre que era quando de lá sair? Que as suas listas venham a cair e que ele venha a tornar-se num gatinho inofensivo? Um viciado em drogas é doente! Um ladrão crónico é doente. O indivíduo inteligente, o indivíduo são, não faz essas coisas. A vossa sociedade não terá consciência disso?
Bem sei que alguns dos vossos maiores escritores e autores e gente altamente inteligente forma viciados em drogas, o que não quer dizer que tenham sido menos doentes do que o homem vulgar sem educação, que vive na pobreza. Ah, não. Os vossos hospitais estão repletos de gente emocional e mentalmente doentes. Aparentemente não têm nada de fisicamente errado. Que é que os vossos médicos fazem com relação a isso? Procuram toda a sorte de drogas para lhes ministrar, algumas das quais são parcialmente bem-sucedidas. Aplicam-lhes tratamentos por choques eléctricos no cérebro.
Pergunta: isso fará algum mal?
Claro que sim!
Pergunta: Alguma vez fazem bem?
Não, não fazem. Produzem um breve período de alívio das tensões emocionais e mentais, mas não um alívio duradouro.
Bom, meus amigos, não quero proferir afirmação alguma no sentido de dizer que alguém tenha atraído isso a si. Já o afirmei e muitas vezes a expressão foi mal interpretada. “Eu fiz que isso me acontecesse.” Conquanto não faça mal dizer isso, - que nós levamos a que tudo nos aconteça - não tem importância dize-lo entre nós, por saber que entre vós aqui presentes, vocês gozam de suficiente compreensão para pelo menos assumirem responsabilidade por vós próprios. Mas a maioria as pessoas não alcançou esse estado – da responsabilidade.
Meus amigos, o indivíduo que aqui vem ao mundo da matéria, corre o maior perigo. Ele uca se encontrou em tal perigo durante todo o seu tempo até vir ao mundo da matéria. Nunca. Perigo de destruição do seu ser mental, em que o cérebro é inicialmente abalado com tais sacudidelas emocionais de todos os lados; e caso não seja condicionado na forma de viver em tais tempestades de modo a conseguir sobreviver, ele é aniquilado por ela; ele é destruído nela. E muita vez carece de muitos mais anos do que aqueles do mundo físico antes de conseguir recobrar de novo a normalidade. Pensam que não existam insanos no pós-vida? Nem lhes posso dizer!
Por cada criminoso, aquele que não é criminoso partilha de alguma da culpa. A sociedade é feita de pessoas. Ninguém foge a isso. Onde quer que estejamos, somos responsáveis por tudo quanto acontece. A minha civilização desmembrou-se pelas mesmas razões que vocês estão a sofrer com a restauração da vossa civilização, por causa da cegueira, da indiferença para com a responsabilidade pessoal, do que resulta a cobiça e a ganância, o ódio, por o ódio constitui o sentimento profundamente enraizado de não se ter valor, da falta de estima. Isso gera dano, primeiro dentro de nós, e depois disseminamo-lo ao nosso redor por formas violentas.
Eu observei os tumultos que se deram no vosso país. Se eu fosse humano eu teria ficado CHOCADO! Eu diria que estava horrorizado! Mas eu fiz o que vocês, com o tempo, devem fazer – conseguir algum conhecimento sobre a vida, de modo a não me chocar tão facilmente. Eu encaro essas coisas como formas de acção e sei que com o tempo o homem sairá disso. Só que ele precisa aprender a tornar-se responsável, ele precisa que lhe incutam que é responsável por tudo – não só pelo que faz, mas pelo que pensa, por toda a acção brotar do pensar.
Vocês deviam ter um tempo nas escolas em que tivessem professores que tivessem uma boa preparação em psicologia humana, que pusessem em prática dizer aos estudantes a ficar um tempo sentados em silêncio, e de seguida perguntar-lhes o que estavam a pensar. Então os estudantes diriam ao professor porque estavam a pensar dessa maneira e o que fazer com as ideias, como utilizá-las de modo a que não regressem a eles e os destrua, com sentimentos de culpa e de vergonha.
Mark Probert
Tradução: Amadeu António