quinta-feira, 28 de abril de 2016

VOZES III





WILHELM REICH

Durante o exercício que fez na qualidade de psiquiatra, o doutor Wilhelm Reich descobriu que a causa básica de muitas das doenças tanto mentais quanto físicas se deviam ao estresse emocional interno criado pelos seus pacientes devido à incapacidade que tinham de expressar com liberdade as sensações sexuais.

Isso ocorreu devido a uma série de falsas crenças que foram incutidas às pessoas pelos pais, pelas sociedades e pelas religiões do seu tempo. Por exemplo, não se deviam masturbar para removerem as tensões sexuais, ou um casal precisava estar casado antes de poder ter relações sexuais.

Ele chamou à energia necessária para manter o corpo saudável “Energia Orgônica.” Trata-se de uma energia que tem cor violeta (quando vista por meios clarividentes) e que se expande ou aumenta quando nos sentimos felizes e em paz com o mundo, e que decresce ou diminui por acção da preocupação ou do estresse.

Um dos maiores problemas do presente que a humanidade tem é o desejo de destruir – pessoas, animais, e o meio ambiente – tudo em nome da ganância. Isso diminui a camada protectora do Orgônio, o que produzirá mudanças catastróficas na terra, no ar, no fogo e na água.

A saúde é mais bem conseguida pelo aumento da energia do Orgônio do corpo, em vez de pelo uso de drogas. Se removermos o estresse da nossa vida e começarmos a fazer uso do riso e desfrutarmos do viver, então o Orgônio no corpo aumentará e a saúde e a vitalidade poderão ser alcançadas.


A Natureza de Deus, a Origem da Sida, Mudanças Terrestres

Saúdo-os na pessoa do Doutor Wilhelm Reich, médico psiquiatra, alguém que tentou atingir o significado da expansão espiritual, ou das manifestações, conforme lhe chamam no vosso mundo, e claro que não foi bem-sucedido diante da desaprovação que recebeu em decorrência de se ter voltado para além do que é chamado de medicinas da vida ou procedimentos normais inerentes à profissão médica. Mas uma vez mais, não tenho estado por esta área ou zona da energia a ponto de ter esquecido o propósito do retorno à Terra para poder adiantar as causas e as verdades do que parece agora permanecer dormente nas racionalizações a que as pessoas se vêm compelidas a sujeitar-se. Mais me deparo com o facto de não se tratar de processo de concepção química nem farmacêutica do que representa o alívio ou ajuda do corpo na manutenção do seu quadro de saúde.

Descobri que a única cura reside nas plenas verdades existentes dentro de vós próprios e da vossa atitude mental salutar com relação a tudo quanto vemos. Conforme poderão concordar, a vida é na sua maior parte curta e quanto mais a apreciarem, mais libertação terão dos problemas resultantes daquilo a que chamam de enfermidades do corpo. Mas regresso de novo ao vosso mundo para lhes transmitir algumas advertências carinhosas – que poderão aceitar ou pôr de lado – mas vocês vivem num ciclo de energias que não é saudável para o corpo humano. Descobri que isso constitui o equilíbrio necessário nas energias do Orgónio por que me debati por trazer ao mundo e descobri igualmente que, quanto mais trabalharmos rumo às tecnologias sólidas da vida, quanto mais trabalharmos com aquelas coisas que não conduzem ao equilíbrio interno ou frequências da vida, mais problemas inconstáveis causamos ao organismo e mais interrompemos a estrutura celular que tenta manter o quadro de saúde que procuram.

Por exemplo, observo os vossos costumes modernos ou computadores – os quais destroem as forças do próprio sistema imunitário, e descubro que impõe uma forma de perda de memória na estrutura no cérebro e descubro também que todas essas forças elétricas não são saudáveis em relação à experiência normal do que utiliza o cérebro na solução dos problemas da simplicidade. Mas uma vez mais, as pessoas estão sujeitas e possuídas para avançar rumo àquilo que chamam de forma humana assim como o vosso mundo e ao seu avanço rumo à ideia da rejeição do que é chamado morte, em relação ao que concordo, não ter que constituir - nem constitui - a mudança final por que passamos. Mas uma vez mais os advirto de que virão a descobrir que todos os defeitos que estão actualmente a acontecer à estrutura material da vida se devem a estas condições e mudanças produzidas pela modernização e pelos problemas forçados da vibração com os quais as células do organismo não conseguem atingir o equilíbrio em sintonia, que mais representam a desarmonia do que a harmonia da vida. Descobrirão que geram limitações nas leis da criação e da procriação. Estão a destruir a contagem seminal da espécie masculina e a causar danos incalculáveis às trombas de Falópio e ao útero do organismo feminino. Devido também a essas exposições, esses costumes modernos situam-se num método de autodestruição que não conduz às forças da natureza. Mas é de evitar a todo o custo avançar em todas as tecnologias forçadas da vida, embora possam alegar que precisam ganhar a vida; lembrem-se de que este é um retorno do vosso planeta à natureza. E acha-se iminente nos próximos meses terrestres que têm pela frente. Se estiverem interessados procurarão altitudes mais elevadas e aqueles reforços que encontramos nas profecias antigas. Encontrámo-las também em algumas das formas de literatura questionáveis do que chamam de costumes estabelecidos da religião. Mas também as encontramos nas antigas crenças que constituíram os começos do vosso mundo e nos seus continentes perdidos os quais vejo elevar-se de novo. E assim, se houver alguma forma por que possa ajudá-los, então ficarei encantado por poder fazê-lo.

Pergunta: Terá alguma previsão a fazer quanto ao próximo grande terramoto?

Doutor Reich: Descobrirão isso não vendo o tempo, não vendo uma profecia a partir da deformação das mentes que buscam o significado da depressão ou dos costumes das suas próprias limitações – mas não vamos olhar o que recebemos através de um portal do espírito – olhemos o mundo que irão encontrar na terra, no ar, no fogo e na água como tem sido referido e alertado. E, conforme constatam essas mudanças na terra, no fogo, no ar e na água, verão que existe uma posição fixa que se acha em concordância com os mestres das forças que governam as frequências vibratórias do vosso mundo – pelo que poderão procurar a maior agitação especialmente dentro do vosso próximo ano de 1993, por volta de Maio. Verão isso na primeira metade desse mês e verão que mudará por completo as zonas costeiras em todos os quatro pontos cardeais, inclusive por todas as ilhas do vosso mundo; as vossas Ilhas Britânicas, os países Escandinavos e a separação do vosso próprio país por acção de vasta exposição de ondas ou de maremotos que esvaziarão os Grandes Lagos no interior da nação. Por isso, em última análise, à medida que alcançam 1994 e 1995, embora uma vez mais observem os sinais nos céus que verão menos de um milhão de indivíduos a habitarem a vossa Terra. Assim, é a vossa razão para buscarem altitudes mais elevadas; é a maneira de procurarem tornar-se auto suficientes. É a vossa maneira de dar início, enquanto grupos de indivíduos, às comunidades de sobrevivência por virem certamente a necessitar delas.

Mas isto não lhes é transmitido para lhes encorajar o desespero, nem tão pouco à guisa de situação de desalento. Constitui o programa de iluminação de que estão à procura através do qual compreendam a vossa própria identidade e o propósito que têm na vida, com o que contribuem para todo um novo crescimento do vosso planeta e daqueles indivíduos que nele nascerem. Assim, encontram-se num processo de aprendizagem, quer tenham ou não consciência disso. Descobrirão que se tornarão mestres ou auxiliares daqueles que buscarem compreensões acerca da vida em que não conseguem penetrar, devido aos condicionamentos de que padecem na vida. Assim, estão a ser preparados para os amanhãs conforme indiquei, e isso vejo-o com toda a clareza. E ao ver isso, e pelo que foi visto nos écrans cósmicos do que chamam de futuro, que revelam sem quaisquer sinais de dúvida quanto á capacidade psíquica, que estão a assistir a profundas violências. Estão a assistir ao desespero, aos suicídios. Estão a ver o que pelos movimentos que tenho empreendido por todo o vosso mundo constitui o canibalismo que parece tornar-se popular nas vossas áreas congestionadas. E mais que isso virá a suceder, pois que descobrirão que, conforme pensam nos continentes perdidos de há vinte e cinco e trinta mil anos atrás, conforme o entendem, verão que viveram neles certa vez, verão os começos que tiveram neles, e o propósito que têm agora à medida que assistirem a todo esse mundo novo a abrir-se diante de vós.

Pergunta: Terás alguma data a apresentar?

Doutor Reich: A única que posso propor é por simpatia com o profeta Nostradamus, Edgar Cayce e outros avatares do passado que descobrirão estar em concordância com a data aproximada de 8 de Maio do vosso próximo ano, aproximadamente entre as sete e as sete e meia da manhã, quando descobrirão que as vossas zonas costeiras de oeste e ao sul deixarão de existir. Por conseguinte, um aumento de erupções vulcânicas no fundo dos oceanos que causará enormes maremotos e uma enorme lavagem e purificação do vosso planeta, uma vez mais. A razão principal por que refiro estas coisas, e sem querer provocar-lhes qualquer receio, embora a natureza humana não aprecie ouvir a verdade, ainda assim vo-la endereço por os vossos modos actuais de vida se prenderem com o significado do que os conduz ao auxílio na regeneração do planeta e da própria humanidade. E embora não tenham consciência disso, é por isso que acodem a todas estas reuniões e a todas estas pesquisas que têm feito. Terá ficado claro?
        
Pergunta: Enviar-nos-á Deus auxiliares espirituais de modo a conseguirmos ajudar estas pessoas durante essas mudanças?

Doutor Reich: Depende do que consideram ser Deus, que representa o equilíbrio daquilo a que chamam de acções vibratórias receptivas e positivas na vida, e que nada tem que ver com o que chamam de personificação. Pelo menos, nas excursões que tenho empreendido por aqui, jamais encontrei esse criador de que falam. Mas em toda a essência de significado, os vossos guias e mestres espirituais no devido curso preveni-los-ão quanto à mudança de endereço que deverão fazer ou ao local onde deverão permanecer por entre as diversas comunidades. Estou a revelar-lhes aquilo de que os mestres falam de modo a poderem ter sonhos sequenciais profundos. Terão visões profundas e dejá vus. Além disso também darão por vós subitamente a penetrar diferentes divisões da memória de vidas passadas, conversas que terão, e essas condições (estados) alteradas – em que os previno com respeito a elas, e conseguirão recordar que deverão segui-las de à letra. Terá ficado claro?

Pergunta: Não propriamente. Acredita em Deus?

Doutor Reich: Eu acredito em Deus, mas creio que Deus tem assento em todo o indivíduo e em todo o objecto quer animado ou inanimado. Não creio num Deus que os julgue, e quanto mais me tenho movimentado por entre estas diversas energias, mais descubro que todos nos encontramos dentro na nossa fonte espiritual - a manifestação da unidade de toda a vida. Mas é-me dado perceber e respeitar os condicionamentos que as pessoas adoptam por precisarem agarrar-se a alguma coisa ou adorar uma figura representativa que lhes move a esperança de uma eterna primavera no coração humano.

Pergunta: Terá alguma informação quanto à origem da Sida e do serviço que nos está a render nesta época?

Doutor Reich: A origem da Sida brota do significado original do que foi a lepra. Isso foi descoberto nos tempos da Roma antiga. Surge actualmente através bexigas e úlceras e da corrosão da carne, por acção de bactérias microbianas estranhas. Atacam o que designam por sistema imunitário. Mas a Sida constitui uma condição criada pelo homem para que não encontrarão cura até que se verifiquem reajustamentos no vosso mundo que se situam a anos de distância.

Foi criada pelo homem com respeito a experimentos feitos pelos vossos cientistas ao tentarem descobrir uma vacina que pudesse curar outras doenças terminais, e no decurso de experiências levadas a cabo junto de indivíduos dispostos a tornar-se no que se poderia chamar de “cobaias,” para finalmente ser transmitida da pessoa em que estava a ser experimentada por intermédio de diversas agulhas e vários instrumentos usados no exercício ou intercâmbio médico. E assim conduziu a humanidade onde ela se encontra actualmente, ainda mais profundamente embaraçada com esses ataques e vírus em resultado do que, ao buscarem tecnologias mais aprofundadas conforme lhes dei conta, aumentaram o aspecto negativo dessas condições em vez de os ajudar a resolvê-las.

Pergunta: Como foi que passou a viver no lado de lá após ter passado deste plano?

Doutor Reich: Na experiência de deixar a forma física encontrarão muitas áreas ou dimensões ou vias que poderão usar rumo ao plano final em que as forças espirituais se encontram, segundo o que me é dado compreender; qualquer forma de plano astral ou o que chamariam de jardim de infância, por a “casa” que edificam pelo pensamento enquanto se acham na Terra ser aquela em que irão permanecer até que mestres ou ajudantes os possam passar para outras salas de aulas e da experiência e no devido curso voltem a reincarnar. Mas é essa habitação do amanhã que é erigida, mas aquilo que tem lugar dentro de vós conforme veem no vosso mundo são mestres bem intencionados que procuram ajudar as pessoas com os problemas que têm, sejam eles quais forem. Mas será até mesmo aí que descobrirão que muitas pessoas não acreditam nos seus mestres por não conseguirem aceitar o facto de terem passado da substância celular para a identidade espiritual dos átomos que compõem o seu ser total.

Pergunta: Poderia repetir a informação relativa à mudança a verificar-se na população após as mudanças que se verificarem na Terra?

Doutor Reich: À medida que avançarem para enormes eventos cataclísmicos, descobrirão que ficará menos de um milhão de pessoas no vosso planeta. Mas encontrarão por entre esse milhão de pessoas mestres semelhantes a vós, embora não estejam cientes disso, que auxiliarão aqueles que virão a regenerar o planeta à medida que o renascimento tiver de novo início no vosso mundo.

Pergunta: Doutor Reich, conte-nos mais acerca dos efeitos nocivos que os computadores provocam no organismo. Haverá algum período limite diário em que possamos utilizá-los ou deveríamos deixar de os utilizar por completo?

Doutor Reich: Deviam deixar de os utilizar por completo e evitar a todos os custos permanecer na sua proximidade, em especial a feminilidade da vida, por destruir a possibilidade de partos normais e contribuir para o risco de retardamento e de defeitos de nascença.

Pergunta: Há um produto no mercado que supostamente nos protege dos raios prejudiciais emitidos pelos computadores. Será esse produto eficaz?

Doutor Reich: Bom, não sou técnico nem engenheiro eléctrico. O que é visto com toda a clareza não é quais são os engenhos que se encontrem dentro desse pedaço de computador. É resultado das frequências de radiações que não são normais nas forças magnéticas ou naquilo que designam por electrolise da própria forma física. Interrompe as sinapses do organismo e podem tornar-se bastante prejudiciais, do mesmo modo que a força eléctrica da vida que usam nos vossos cabos de tensão, que também não são saudáveis. Por aquilo que descobri ao conversar com o indivíduo que foi Tesla, no espírito, estou plenamente de acordo quanto à corrente eléctrica directa constituir a única corrente segura a usar. A corrente alterna é o que causa a maioria da afectação óptica e enfermidades na família humana do presente.

Pergunta: Aquela senhora diz que é o produto que esse Tesla desenvolveu.

Doutor Reich: Mas ainda não se enquadra na perspectiva salutar do que é conhecido como frequências ou correntes directas, mais do tipo de voltagens baixas do que as que estão agora a usar. Isso inclui as vossas concepções modernas do que me é dado a entender ao me deparar com engenhocas de que nunca tive conhecimento, como por exemplo, o vosso forno de micro ondas que constitui a condição mais perigosa a que se poderão expor, por poder provocar danos na tiroide a ponto de provocar problemas no crescimento e na estrutura óssea. Também interrompe o fluxo da glândula pituitária que se enquadra nas forças da vida e que os move para uma maior iluminação espiritual do vosso ser.

Pergunta: Então, o aparelho que utilizo não me está a proteger das forças electromagnéticas.

Doutor Reich: Nada lhes protege a forma física. Nenhum escudo poderá ser criado que lhes proteja a frequência de cada célula do vosso corpo. Desse modo, o objectivo final e o que lhes recomendaria fortemente a todos é que comprem um teepee, uma tenda, e que vão viver para os bosques e que levem um modo de vida simples. Seriam muito mais felizes e expor-se-iam muito mais a coisas mais espirituais.

Pergunta: Haverá alguma terapia que resulte com as crianças autistas que não tenha sido usada e que devesse sê-lo?

Doutor Reich: As crianças autistas na verdade nascem com a sensibilidade da recordação de vidas anteriores. Haverão de descobrir que são artistas na expressão a que chamam de pintura, desenho, engenharia, ou em especial no uso das tonalidades musicais em que a criança em tenra idade é capaz de executar peças de música clássica das mais difíceis sem nunca terem tido qualquer lição na vida. Por isso, a criança autista deveria ser encorajada na recordação do seu princípio de reincarnação. Mas ainda assim, isso não é suportado em meio aos condicionamentos de vida que têm ao vosso redor. Isso é igualmente válido em relação ao retardamento de que os indivíduos podem padecer. Mas hão de descobrir que, se se dirigirem ao seu espírito dentro do retardamento de que padecem, é um princípio cármico de causa e de efeito que terão escolhido de bom grado satisfazer na presente vida independentemente da desvantagem ou dificuldade que possa compreender. Isso contribui, claro está, para (a visão que o vosso) próprio mundo (tem) de que nunca deveriam ajudar um desfavorecido desses por estar a cumprir uma causa e efeito ou a equilibrar qualquer injustiça que possa ter perpetrado contra um outro indivíduo numa outra vida. Assim, são apenas corpos contínuos que envergam para cumprir essa causa e efeito por não percebermos na desvantagem nem na forma física mais do que isso para podermos visar o espírito e entender a razão porque padece da aflição que tenha trazido ao mundo. Terá ficado claro?

Pergunta: Mais ou menos. Quando as pessoas usam as suas energias para auxiliar as crianças autistas, como é que isso poderá entrar em conflito com o papel cármico que tenham na terra?

Doutor Reich: Será uma ajuda se lhes mostrarem (aos desfavorecidos) os valores espirituais e os encorajarem a buscar em vidas passadas e a perceber que se encontram na posição que aceitaram na presente lei da causa e do efeito. Tem os seus méritos mas precisa ter raízes aprofundadas na condução da criança para experiências e lembranças passadas e assim reforçar a recordação que leve a criança a um pleno equilíbrio entre corpo e espírito.

Pergunta: Então, a terapia de vidas passadas é uma necessidade?

Doutor Reich: Certamente! Por toda a gente, e isso incluir todos os indivíduos de terras e galáxias que comportem outras formas de vida e a sua orientação e propósito – por esse ser o sentido de toda a permissibilidade – a de lhes serem ensinados esses sentidos inerentes ao que lhes é revelado. E toda a gente, conforme foi referido, tem alturas em que sabe e sente o que terá sido em vidas anteriores. Têm e sentem-se atraídos para quadros e cenas específicas. Deparam-se com indivíduos que sentem ter conhecido por muitos e muitos anos. De modo que a lei da atracção precisa ser igualmente respeitada. Mas há muitas crianças nos domínios do espírito que ainda estão a expandir-se rumo ao que virá a ser seu “património” mas que buscam mais o cumprimento da lei da reincarnação.

Pergunta: É meu entendimento que, já que toda a música de hoje é no formato digital, se ache “em desequilíbrio.” Poderia comentar isso?

Doutor Reich: Em que sentido?

Pergunta: É meu entendimento que, uma vez que toda a música á registada apenas no formato de CD, seja reproduzida apenas na frequência digital e não analógica.

Doutor Reich: Por não tocar nas frequências do que designaria por música da natureza. Mas é importante que dentro das sete leis do universo, conforme o entendo, e das sete leis que governam a oitava das notas da escala diatónica do mundo, que as artificialidades feitas (do som e da música) não possam ser toleradas quando comparadas àquilo que tem assento no verdadeiro equilíbrio ou timbre que experimentam, não só nas músicas da natureza, mas também nas que encontram nos seus próprios padrões rítmicos inerentes ao próprio organismo. E isso representa uma sintonização com o processo celular do organismo assim como com a energia espiritual. Mas os meios artificiais que são empregues nos timbres e nos sons não os habilitam a voltar o espírito para um maior entendimento da vossa identidade.

Nota do Editor: Ficou evidente que o doutor Reich provavelmente não compreendeu por completo a pergunta. Em ocasiões anteriores o doutor Reich, o doutor Rife e Einstein comentaram a relação existente entre som e música e a saúde: É o som ou música específica, em vez do método de gravação, que tem importância. A música deveria ser calmante e relaxante, e não abrupta e discordante. Por a maioria dos sons ser naturais e rítmicos, tal como o da queda de água, ou o da rebentação das vagas, serem benéficos.

Pergunta: Recomendaria hipnoterapia juntamente com a terapia de vidas passadas como um bom tratamento para as crianças autistas?

Doutor Reich: Certamente que sim! Isso seria igualmente encorajado pela criança. Por os catraios possuírem um forte talento para o reconhecimento daquele que realmente são, e quererem alguém junto de quem se possam aconselhar, mas claro está, os modos ou hábitos dos pais não aceitam dar atenção à imaginação da criança.

Pergunta: Terá consciência do seu ser ter estado presente noutras épocas tal como nesta?

Doutor Reich: Certamente! Por sermos o miolo deste átomo, como dizem, e descobrirmos desde o próprio começo, que reporta a biliões de anos atrás quando pela primeira vez se terão tornado numa impressão digital ou identificação dentro do esforço criativo da própria infinidade. Assim, todas as coisas que representam e que colectaram ao longo do percurso ou vidas permanece convosco por poderem aceder à bela dádiva das recordações; algumas que os atraem para o passado, ou para o presente, ou para o futuro conforme é chamado. Mas lembrem-se, muitas das coisas que não entendem são o processo de sintonizarem mundos em que terão vivido que não fazem parte do mundo que habitam no presente. Assim, descobrirão vida em todas as galáxias por que tenho passado nos extremos externos da criatividade. E elas ainda estão a registar agora e constam de actos de que terão feito parte nesses mundos. Além disso, poderão considerar que estão a atrair aquilo que esqueceram nessas galáxias e que atrai a vós identidades ou indivíduos há muito tempo esquecidos por haver uma enorme armada de alienígenas a passar para a vossa Terra no presente.

Pergunta: Então, o mundo em que habita insere-se numa existência não linear?

Doutor Reich: Certamente! Nós vivemos na expressão correspondente ao grau de vibração que temos connosco em qualquer altura. Mas evidentemente isso significa que estamos a avançar no quadro de todas as acções, e de milhares de milhões de lembranças, e de cenas que estão em constante movimento através da força do nosso ser.

Pergunta: Haverá terapias para a criança autista, daquelas que se utilizam nas pessoas ditas “normais” que se empregue na hipnoterapia?

Doutor Reich: Deviam ser empregues na hipnoterapia e no que a senhora sugeriu que eu inventei, a caixa do Orgónio que foi destruída pelos vários governos, por não poderem tolerar a descoberta do que designamos por continuidade da vida e por poder romper as crenças religiosas estabelecidas. Assim, descobrirão o que essa hipnoterapia faz – expandir a influência da força da vibração e avançar na direcção dos objectivos que dão à criança ou à pessoa uma profunda compreensão dela própria. Contudo, lembrem-se também, conforme me é dado entender a lei da causa e do efeito, que se a pessoa ou a criança aceitar essa limitação na sua vida, deverá segui-la e não poderá ajustar-se a uma cura para tudo, por o cumprimento da causa e do efeito conduzir a criança a uma outra vida que é livre das limitações que o carma lhe possa ter imposto. Terá ficado claro?

Pergunta: Há um conceito de universos múltiplos que está actualmente a ser debatido pelos que canalizam. Existirão mundos paralelos ao nosso em que diferentes cenários estejam a ocorrer em simultâneo? Além disso, se as pessoas puderem decidir em que universo ou mundo entrar, poderão decidir passar para outro durante as mudanças, e assim não ser afectados por elas?

Doutor Reich: Nada é alguma vez destruído. Sabem que podem destruir a forma mas nunca o espírito e a pessoa passará para a energia que melhor se lhe adequar para usar na compreensão dos percursos de vida que tenha pela frente, e assim perceber que o lugar específico ou a energia específica deve estar de acordo com a lei da causa e do efeito e ao mesmo tempo facultar uma perspectiva ilimitada ao indivíduo que tenha buscado uma verdade ou compreensão espiritual quanto à sua própria identidade. Quanto mais aceitarem a expansão dos horizontes das vossas faculdades espirituais, mais buscarão, e mais fácil virá a ser descobrir a esfera da energia ou da vibração em que darão por vós, em que se verão.


Pergunta: Poderá dar-nos alguma informação acerca da actual situação económica e da mensagem subjacente que comporta?

Doutor Reich: A questão do dinheiro no vosso mundo, independentemente do país que envolva, enfrenta uma das mais profundas depressões que actualmente se movem através da força do vosso mundo. Nós, do espírito, vemos que, quanto mais há indivíduos que buscam meios e modos de melhorar a vossa economia, menos isso pode ser conseguido. Por não verem que a vossa economia é controlada pelos 12 banqueiros mundiais (NT: Reserva Federal) que detêm uma minoria de poder e que nos processos do lucro por formas estranhas do presente o tempo tende para a manipulação da vossa economia até descobrirem que estão a voltar às bases da vida. Isso provavelmente não soará muito útil, mas é o que é chamado de modo de oferta e procura ou de rendimentos decrescentes conforme o entendo no âmbito do significado das moedas. Assim, precisam regressar à vida mais simplista que se encontra diante de vós no presente.

Pergunta: Uma pessoa sente-se cheia de depressão, só de o ouvir. Poderá comentar isso?

Doutor Reich: A depressão é oriunda dos vossos temores e das incertezas e da rejeição do que escutem como verdade, por não conseguirem suportar no sentir a existência desta enorme violência e este processo de purificação da vossa Terra. Parte da vossa depressão pode advir daqueles (que estejam) intimamente associados com a vossa vida assim como dos pensamentos poluidores que os rodeiam, por na vossa sensibilidade serem capazes de captar essas formas de pensamento e de lhes provocar a mais profunda das depressões.

Pergunta: Em termos dos mentalmente enfermos, isso dever-se-á a um desequilíbrio químico na estrutura corporal, que os conduz à depressão, ou dever-se-á a este problema social?

Doutor Reich: É um problema do que teve início no momento da concepção da vida, quando o esperma vai ao encontro do óvulo e a concepção tem início, a menos que se dê um completo electrólito ou força gerada durante as primeiras três horas dessa concepção. Aí, gera-se uma causação dos bloqueios mentais de retardamento. Mas uma vez mais, isso é algo que se acha incluído no que chamam de lei de causa e efeito. Mas lembrem-se que todo indivíduo aceita esse caminho antes de nascer, e chega mesmo a aceitar os pais, as circunstâncias e os ambientes que possam melhorar a compleição do que chamam de lei de causa e efeito. Em verdade, é por isso que o exercício médico nem sempre compreende o significado da morte súbita infantil, que não se deve à ruptura do corpo do próprio bebé, mas à decisão da parte do espírito dentro do corpo que não querer (continuar) e de retornar ao Oceano de Vitalidade até que possa de novo renascer.

Pergunta: Uma senhora gostaria de saber se a vida que (o senhor) leva é feliz.

Doutor Reich: É feliz na medida em que sei que o livre-arbítrio constitui a lei em todas as condições da vida e estou a atrasar qualquer consideração de retorno à estrutura mortal até que se proceda a alguns ajustamentos adicionais no vosso mundo. Sinto-me afortunado pelo trabalho que estou a empreender com vários médicos por aqui e por estar a aprender mais acerca dos valores espirituais da vida e a descobrir igualmente – por estar a encorajar as pessoas a perceber que assim como elas pensam assim se tornam. É um expandir dos horizontes do nosso próprio espírito como o que estou a empreender, que me dá o regozijo para que contribuí enquanto estive no corpo físico.

Pergunta: O senhor ri e diverte-se, doutor Reich?

Doutor Reich: Certamente! Descubro que encontro um enorme prazer em me fundir com outras energias pelo que no vosso mundo material chamam de sexualidade. É de uma força mais refinada e deliciosa e por conseguinte, não limitada ao que os outros desaprovam nos condicionamentos da vida material. Por isso podem esperar ansiosamente por uma enorme sensação de euforia por forma das vossas próprias expressões do espírito e indicações e propósitos de vidas por vir. Tem sido um prazer dirigir-me a vós e fico na esperança de que considerem com isto aquelas coisas que tiverem ficado bem claras, como o facto de não estarmos a profetizar de um modo descuidado, mas de estarmos a profetizar do que veem do ponto de vista das vossas próprias limitações na consideração da terra, do ar, do fogo e da água. Eles são as vossas directrizes para o movimento e a mudança, simplifiquem a vossa vida e regressem à mais simples forma de sobrevivência. Estou de partida, que haja paz dentro de vós.



EDWARD FOOTE

A humanidade precisa perceber que o seu corpo existe somente como um meio para o seu espírito operar no mundo físico. Além disso também precisa perceber que o mundo físico não passa de uma ilusão. Assim que o perceber, poderá habilitar-se a tornar-se o seu próprio médico e a curar-se de qualquer padecimento patológico. A doença é produzida pelo medo. No caso de muitos trata-se simplesmente do medo de viver em vez de um problema específico qualquer que lhe provoca estresse e enfermidade. Muitas vezes os vossos temores são carregados de uma vida para outra, até que sejam enfrentados e desapareçam.

A humanidade enraizou-se de tal modo no mundo material que perdeu lembrança da sua origem espiritual. Ela precisa recuperar a harmonia de que certa vez gozou com a natureza.

“Todo indivíduo elege os pais com plena consciência do que a próxima vida venha a ser. Lembrem-se de que não existem acidentes. Trata-se simplesmente da lei da causa e do efeito (carma) a operar.

Se toda a gente pudesse reconhecer-se enquanto a força omnipotente da criação, e deixasse de pensar no criador, dariam por si livres dos desígnios eclesiásticos da ignorância e das restrições astronómicas do materialismo de que se cercam” – quando o gênero humano perceber que é de Deus, então poderá começar a perceber os dons normais do espírito e gozar de perfeita saúde.


SOBRE A ORIGEM DA DOENÇA

Doutor Edward Foote

Não estou bem certo se os sons provocados por esta laringe estão a vibrar na presença de formas materiais que se reúnam no vosso planeta Terra.

Grupo: Sim, estamos a escutá-lo.

Doutor Foote: Não estou certo disto ser uma realidade ou uma ilusão, ou se estarei a experimentar aquilo que ensinei nas áreas da esquizofrenia de pacientes do passado, ou se estou a sofrer de ilusão de grandeza; contudo, esta jornada para a forma física que já deixara faz aproximadamente um século, constitui uma experiência vívida da forma com nos sentimos acerca da concepção da vida no ventre, e da opressão experimentada aquando da primeira inalação de ar nos pulmões físicos quando o espírito se torna numa alma viva dotado de recordação na forma física do ser.

Bom, sinto-me como que espremido num túnel  muito estreito que parece estar repleto  com toda a espécie de ruídos com que me sinto confortável, por ter escutado muitos desses ruídos quando usava o estetoscópio em experiências passadas.

Por conseguinte, na esperança de que o som que emito vibre por intermédio desta laringe e de que possa contribuir num apequena medida para todos os diferentes tipos de cura agora proeminentes no vosso planeta.

Tenham em mente que, embora tenha estado ausente neste século , ainda assim estudei e trabalhei nos laboratórios espirituais em ligação com aquilo que provoca doença, a razão e o porquê dela alguma vez ter tido início na forma física ou na composição fisiológica do ser humano e descobrir sentidos muito mais profundos em concorrência com os meus próprios colegas sobre as diversas energias.
Estarei a ser ouvido no vosso planeta Terra?

Grupo: Sim, estamos a ouvi-lo muito bem.

Doutor Foote: E você é médico?

Comentário: Creio que o tenha sido numa outra vida.

Doutor Foote: Mas aqueles que pressinto à sua volta são indivíduos que também estão a vibrar na forma física?

Grupo: Somos cinco nesta sala, que estamos a ouvi-lo.

Doutor Foote: Mas eles realmente situam-se na forma física?

Grupo: Sim.

Doutor Foote: Não os consigo distinguir na sua composição física, nem tão pouco distinguir a fisionomia que apresentam ao mundo; contudo, agradeço-lhes o facto da energia usada (dispensada) na minha primeira experiência de retoma do contacto com a estrutura celular do organismo físico.

Queria contribuir numa medida reduzida para o significado dos diversos instrumentos de cura empregues no mundo actual. Mas através de uma perspectiva obtida por intermédio dos diversos quadros de imagens no cosmos, semelhantes aos quadros de imagens do mundo, revi por entre uma multiplicidade dos campos do pensamento, a ligação que a nascente da liberdade da humanidade tem do dano celular e da constância provocada pelo avançar dos anos de uma vida de quinhentos a seiscentos anos de vida terrenos e além disso, sem a agitação das perturbações biológicas que trouxeram a produção das doenças do mundo.

Para ser justo, primeiro a humanidade precisa ter uma profunda consciência de que vive num forte quadro ou condição física do qual não passa simplesmente de uma silhueta de forma material que lhe permite operar enquanto espírito, ou aquilo que é designado como um sopro de vida na vasta panorâmica de toda a eternidade.

Percebendo que a silhueta que enverga com base no sopro de vida constitui uma ilusão, e simplesmente uma condição animada que relaciona aos sentidos do mundo: planta, animal, vegetal, à própria Terra, ao núcleo do magma da Terra, e a tudo quanto vibra nas revoluções do vosso planeta. Por conseguinte, pelo próprio autoconhecimento que alcança ele torna-se no seu próprio médico, no capitão do sentido do seu ser na vida. Ao se permitir o prazer de abrir os sentidos do espírito, os sentidos da alma; ou seja, a vista, a audição, o paladar, o toque e o sentir acham-se em alinhamento directo com os sentidos espirituais, os sentidos da alma, e os dois afastados que se acham alinhados no exterior da anatomia física e que são conhecidos por  centro coronário ou roda da energia ígnea, e também, claro está, se expandem à criação da vida.

Isto não é para confundirem com a questão do que serve como crenças padrão estabelecidas da religião; não uso, de jeito nenhum, de preconceito em relação às crenças de quem quer que seja nem quanto aos sentimentos que tenham, ou atributos, mas descubro uma ligação em cadeia com a doença que me trás prejuízo contra a religião estabelecida, por não passar de uma adúltera de temores que despertam na humanidade muitos dos males de que padece.

Para o expressar na linguagem simples do leigo, os seus medos provocados pelo desconhecido ou o oculto, instalados dentro deles, provocam aí um rompimento do que constitui o fluxo mais maravilhoso de átomos celulares na forma física; um mecanismo tão grandioso que exigiu milhões de anos a aperfeiçoar desde as imperfeições de que inicialmente padeceu enquanto ovo cósmico em busca de expansão e plenitude na reclusão da vida.

O meu parecer, e de forma concorrente com o de muitos outros avatares designados como salvadores do mundo (aqueles que foram canonizados na forma adoptada pela Igreja) dá crédito ao nascimento da humanidade enquanto um sopro de vida interligado a todos os outros sopros da vibração que deram lugar à gestação da iluminação das trevas para a luz, que por sua vez constituíram a mãe e o pai do que todos sentem no presente sopro da sua própria expressão, a do desejo.

Assim, o desejo que tinham de se expressar num mundo material levou-os a começar a usar os sentidos do espírito, da alma e do corpo, e a funcionar na terra; ainda assim, dispondo sempre da faculdade de se moverem em qualquer vibração dimensional, qualquer galáxia, ou em qualquer órbita da expressão conforme quisessem.

Assim, fui forçado a compreender que não existe uma influência controladora, enquanto deidade, que a partir das partes externas do céu controlasse as pessoas quais fantoches num espectáculo de Vaudeville, conforme fora tornado proeminente no mundo do passado; e consequentemente, ao entrarem no mundo através do ovo cósmico, e ao perceberem por intermédio do seu desejo de se moverem por entre a beleza dos mundos - que existem numa enorme multiplicidade - e desfrutarem dos sentidos físicos, da alma, dos sentidos espirituais já sintonizados com uma enorme pureza da força, porém, permitindo que a forma física desfrutasse do propósito que tinha na Terra.

A razão porque tudo isso teve início representou o começo da lei da causa e do efeito da humanidade. Não foi ordenado a partir do alto, mas ao invés a humanidade concebeu a causa e o efeito devido a toda esse empenho rumo a objectivos finais numa busca física ou material, que a levou a perder o caminho de vista na senda da faculdade de se transferir igualmente para milhões de sistemas estelares.

Assim, a causa e o efeito tiveram início quando o homem, na sua rudeza e desempenho insidioso no reconhecimento da força do espírito se obscureceu com a materialidade. Dessa forma o deseja torna-se uma vez mais proeminente de retornar ao cosmos externo. Mas ao perder o jeito e a capacidade devido a uma nuvem de desejo material nas condições da Terra, considera agora rumo a uma completa renascença, digamos que a um recondicionamento dessa pequenina voz delicada da intuição, ou da imaginação que impele a humanidade rumo ao reconhecimento que dentro de si se acha aquilo que constitui o seu reconhecimento de novo do espírito, da alma e do corpo; desse modo reafirmando simplesmente a cada um de que é Deus por direito próprio.

Mas para não abandonar o significado do termo “Deus,”, o que na sua origem chamava de “bem,” quando o ovo cósmico se autoproclamou e o grandioso “Eu Sou” ou “Om” repercutiu através dos céus.

Assim a vibrar dentro de uma silhueta a humanidade pensa que seja condição que exista para sempre que lhe imponha uma limitação, por a humanidade não conseguir sobreviver sem percepção espiritual, disposição espiritual para reconhecer as forças das reincarnações, ou do que é designado por metempsicoses, quando esbarramos no Buda ou a força de Javé ou de todas as deidades presentes em todas as diversas culturas da vida.

Desse modo a humanidade está à beira de grandes convulsões da sua Terra – Por Terra não me refiro àquela que pisam com os pés materiais, mas à forma física que está a entrar em convulsões e despertares por intermédio dos sues próprios esforços por ver além do que ele chama de confortos da criatura ou de prestar tributo àquilo que ele chama shequels (NT: Medida antiga de peso que correspondia grosso modo a 180 grãos) e moedas de cobre.

Assim, pois, a devoção que presta ao ser interno é o que o conduz à pureza e reconhecimento do seu espírito interior e expande as causas e efeitos da vida até onde situe os desejos por expressar talentos que tenham sido herdados de vidas anteriores; ainda assim, se essa causa e efeito não permitir que reconheça esse sonho ou ambição, ou representa ruma continuidade de uma vida passada – não caberá no âmbito da beleza dos sonhos reconhecer que na continuidade da vida, aquilo que não tenha sido completado numa vida encontre satisfação noutra?

Assim, no decurso dos acontecimentos humanos, tem constituído uma bênção disfarçada oferecer à humanidade a lei da causa e do efeito, que ele próprio pôs em marcha. E assim, isto inclui igualmente, conferir-lhe o próprio equilíbrio, o da feminilidade, ou da força receptiva da própria vida, e mover o elemento positivo da masculinidade para a combinação além do que admite ou consente a criação e a procriação, que permite que o esperma e o óvulo vibrem uma vez mais para provocar a passagem de uma outra humanidade para o mundo.

É a combinação de macho e fêmea na expansão da vibração cósmica para onde as condições de honra dos diversos talentos da clarividência, clariaudiência ou clarisensualidade, possam todas ser interpretadas através dos cinco sentidos. Mas muito embora empreguemos uma linguagem estranha para lhes dar conhecimento delas, ainda batemos na ideia básica dos cinco sentidos básicos do corpo.

Mas uma vez mais reforço a necessidade de respeitar os dois sentidos físicos exteriores ao corpo, para reconhecerem as recordações doa alma a que poderão chamar de sonhar, devaneio, ou pensamento positivo.

Descobri um enorme dano na capacidade que a humanidade tem de permitir que os germes, ou os aspectos negativos biológicos, penetrem na estrutura celular da humanidade. Creio que já terão afirmado que o homem se tenha orientado no sentido de se tornar num tolo instruído, por ter permitido que a senda da doença se tivesse escancarado mais do que seria normalmente tranquilo, se ele tivesse seguido a senda do Índio. Aqui vemos que o homem perdeu a escola da natureza em favor do que chama de áreas da tecnologia as quais não professo compreender, mas no objectivo final essas tecnologias deverão representar a derrota da humanidade. Elas podem ajudar e ajudam no âmbito das condições dos assuntos materiais, mas nesse labirinto das chamadas inspirações técnicas, a humanidade expõe-se a um assalto à rapidez que ele situa na vida, que não se dá na sequência normal dos eventos que facultam à humanidade as várias acelerações do espírito, da alma, e do corpo.

Desse jeito a humanidade rivaliza com os chamados meios educacionais, e a humanidade força-se à negação da existência do espectro a que chama de morte, e percorre uma via selvagem rumo a objectivos finais de insatisfação que trazem não uma fase de contentamento mas ao invés descobrem-no qual verme nervoso biológico à espera que se dê uma osmose que lhe faculte uma perspectiva geral do ovo cósmico da sua desova de vida, que poderia ter ocorrido há biliões de anos conforme lhes é dado conhecer o tempo.

Assim, uma vez mais, a saúde de uma pessoa situa-se no seu processo e compreensão de que o espírito e alma  que brotam do sopro inicial de vida na forma física constitui o curador absoluto. E conquanto encontre auxílio ao longo do caminho junto daqueles que possuam uma força positiva acelerada de vida, ainda permanece sujeito às muletas do seu próprio enigma, das suas limitações de crenças e de ideias. Assim, ele dá atenção à palavra impressa, dá ouvidos às vozes dos chamados educadores e filantropos e daqueles que os levariam a crer possuírem as chaves da força da vida.

Quando conseguirem purgar-se da vossa própria doença, e, pelo simples expediente de se reconhecerem como um rio cujas majestosas águas de beleza correm pelas atitudes da intensidade de sentimento que é sentida ao nível do plexo solar ou região do diafragma, muito antes de se tornar num pensamento que tenha acento no cérebro.

Por conseguinte, a humanidade precisa reconhecer a intensidade dos sentimentos, e vibrando com base numa atitude de bem-estar, expandir o alcance do processo diafragmático, ou cavidades intuitivas do devaneio ou da imaginação.

Enquanto médico de clínica geral, sempre acreditei enquanto me encontrei no corpo, mas mesmo fora dele, da existência na humanidade de energias nunca sonhadas pela ciência ou pelas buscas médicas. Mas a maior que o homem devia usar num esforço mais acentuado de expressão é a sua imaginação.

Com certeza, a ciência não consegue ver ou definir uma imaginação, e dir-lhes-á que não existe elemento tal no organismo. Mas a que expressão deveria a vida ser reduzida no seu vaio se a humanidade não tivesse alguma coisa que lhe inspirasse a imaginários de valores intuitivos que podem gerar a plena essência daquilo que são. Mas nunca, nem por um instante, alguma pessoa se atreva a pensar que represente um acidente biológico ou romperá o matiz e lamentará ao seu redor que não terá pedido para nascer; correção, se fazem favor: todo indivíduo junto aos portões da maturidade ao entrar na gravidez dos úteros percebem e tem consciência do que se passa antes de eleger esse útero, esse esperma, ou esse óvulo.

E o factor decisor está em que cada um constitua uma ilha de energia conhecedora da vida com outros indivíduos, somente para dar oportunidade à lei da causa e do efeito, de que eles em si mesmos terão sido parte nas experiências passadas e por conseguinte, encontram leis mútuas de atracção com parentesco que os terá atraído ao seio da vida uma vez mais.

Nada, descubro eu, sucede por acidente ou coincidência. Diria antes que todos os acidentes e coincidências são causadas pela perspectiva limitada que a humanidade tem com respeito à sua própria força da energia. Mas se eu pudesse apresentar-lhes ao vosso olho mortal a grandiosidade da força elétrica, ou o que é designado de “Prana” no círculo dos mestres, que vibra por entre os milhões de células existentes no vosso corpo físico, que morrem e renascem a cada segundo de cada sopro. E o quão frágil essa força eléctrica pode ser quando coloca sobre si própria o que é conhecido por inteligência do cerebelo que leva a humanidade a olhar para a perspectiva materialista da vida, e a ignorar a própria dignidade que representa.

Atrever-me-ia a dizer, se toda a humanidade pudesse reconhecer que é, ela própria, a força omnipotente da criação, e não pensar em qualquer criador, dariam por si livres do que são os desígnios eclesiásticos da ignorância, e das limitações astronómicas do materialismo de que se rodeia.

Por isso, contribuo para o facto do homem carecer de uma certa dose de compreensão da vida numa existência física, mas para além dos meios de comunicação não existe propriamente necessidade de estabelecer um reino da Terra com base numa demonstração flácida da tecnologia. E pensar que ele dê continuidade a isso num corpo por tantos anos quantos possa desejar, e ainda assim reconhecer que possui a capacidade, pelo constante empenho de correr para o médico quanto padece de uma doença que possa debilitar-lhe a continuidade da vida na forma física.

Conforme mo é dado ver, a partir do olho clínico, são as atitudes que repercutem nas reacções do indivíduo que levam a que o esplendor da estrutura celular eléctrica seja limitada no desempenho de seu dever, para permitir ao homem uma plena expressão da saúde física. Torna-se doença por intermédio da contribuição da vida quando as células não se vêm livres para desempenhar o seu dever; e desse modo, todas as células na esplendorosa maquinaria da vida, cada uma das quais possui a sua própria missão, quando se vêm impedidas pela limitação da pessoa envolvida então o estrangulamento dessa célula no desempenho do seu dever num dado órgão provoca cancros como aqueles que actualmente encontram no vosso mundo. O aumento da pulsação na garganta é causado por forma similar, por a humanidade ter esquecido o silêncio da beleza e a beleza do silêncio, e desse modo sentir que deve executar uma continuidade da expressão da garganta que desde logo não é natural.

Porque no início o homem comunicava de espírito para espírito, ou por telepatia – um para o outro, mas perdeu tal capacidade ao vaguear pelas zonas materialistas que pensou ser vida. Assim, ele perdeu o caminho para a sua fonte interna e para o facto de constituir apenas um segmento da criação; que conforme certa vez foi entendido – lhe confere liberdade dessas restrições e o capacita a permanecer na dignidade e de poder dizer: “Eu sou a bondade de Deus,” e permitir que todos os actos adúlteros  da religião caiam pelo caminho, por isso em si mesmo constituir uma das muitas constrições que não permitem que as células funcionem na anatomia humana conforme a conhecem.

Caso tenha gasto demasiado da vibração, pelo desculpa. Mas tenho tanto que desejaria dizer, mas espero que a humanidade escute, por ser da mais elevada das verdades; e onde quer que haja plena verdade, a plena justiça será exercida nas forças de toda a humanidade.

Eu sou o doutor Edward Foote, e voltarei a vir à vossa presença uma e outra vez, desde que haja acolhimento pelo conhecimento da verdade. Não vou aliviar o carácter desculpável de quem quer que seja de ficar doente, quando a totalidade e a beleza da vida se encontram ao alcance de todos quantos veem na sua autoestima e dignidade, a senda da vida que buscam.

As respostas encontram-se sempre aí; passam simplesmente por ficarem sossegados e escutarem. Porquanto nessa turbulência da imaginação, chegam respostas além daquilo que poderão encontrar numa luta limitada com os objectivos da incerteza que puseram em marcha. Espero ter sido útil.

Grupo: Muito obrigado. Poderemos falar, doutor Foote?

Doutor Foote: Certamente.

Grupo: Como poderá uma pessoa experimentar e aprender a arte da cura espiritual? Começando pelo começo da condição de neófito, poderíamos ajudá-la no sentido de a iniciarmos?

Doutor Foote: Nos caminhos da cura há o clínico geral, mas é-me dado actualmente compreender que há os especialistas em toda a doença conhecida no mundo. E imagino que muitos viverão como reis às custas dos pobres, por na especialidade que pratica ignorar as condições da cura que se acham todas incluídas na essência espiritual do próprio bem-estar.

Responder à vossa pergunta constitui uma enorme ramificação rumo às forças de cura da natureza, à cura das forças das ervas, e mesmo à magnitude do que é designado por camadas do ozono do vosso mundo, o vosso cinturão de Van Allen, as extensões para com os perímetros externos das estrelas que são procurados pelos vossos pioneiros do espeço externo.

Mas examinando em retrospecto as curas, em que na vossa própria habilidade exemplificam capacidade, constitui a ampliação – não esqueçam o que conseguiram noutras vidas – o desejo de servir, e de servir por intermédio de diversos tipos de vocação. Mas a acrescentar a essas várias vocações, que não examinei no âmbito da privacidade da vossa vida, ainda os habilita a combiná-las de forma a aumentarem as forças de todo o magnetismo das camadas externas da vibração, as quais podem ser condutoras ao serviço de alguém que esteja em sofrimento ou em desconforto.

Por conseguinte, não se trata tanto de questionar a condição em que isso seja produzido, mas antes o facto de o homem não poder viver por muito tempo no mundo, o que em retrospecto representa mais um grande doador do que um recebedor.

Suponho que devo usar o termo bem conhecido chamado amor,” mas o seu significado final de luz, alma superior, vibração e energia, conforme me foi dito, constitui aquele desejo íntimo de atracção para expressar não só para além do campo biológico, mas para se mexer por entre os mais completos preceitos da sua força espiritual no próprio corpo. Isso envolve igualmente a proximidade com as leis da criação e da procriação, que também deveriam ser honradas, por representarem a plenitude da expressão pessoal em todas as coisas.

E assim, não só na dádiva da cura seja por que método for, lembrem-se de que o que tem importância é a projecção de formas de pensamento expressadas a partir da tela da intuição ou da imaginação que podem acudir como imagens ou quadros internos. Não tem necessariamente que visualizar e ser parte da essência material no próprio mundo, mas simplesmente um expressão de intensidade de serviço para com a humanidade contribuirá para isso, de modo que a corrente da boa vontade flui.

Grupo: Doutor, pensará que a vasta quantidade de enfermidades existentes nesta Terra hoje seja responsável pela ausência de amor de que a humanidade padece?

Doutor Foote: É a carência de boa vontade que promove a doença. É a incapacidade de humanista para com a humanidade de ver cada um como uma entidade espiritual, que segue a sua própria senda de expressão pessoal, não pelo controlo, mas reconhecendo as mudanças constantes, e expandindo e abrangendo a humanidade toda, independentemente da sua raça, credo ou cor.

Por cada um representar uma flor no vasto jardim do amor que carece de carinho e de estímulo, afecto, inclusão, e ver as intensidades respeitadas pela alma e pelo espírito, e a expressão biológica da própria vida.

Grupo: Será a ausência de amor que primeiro cria a enfermidade, ou será a doença que provoca a ausência de amor? Por que estão tão intimamente ligadas que se torna difícil distinguir.

Doutor Foote: A distinção não advém do reconhecimento de qual vem primeiro. Nenhum delas veio primeiro por na sua neutralidade, lembra-te de que  sem a boa-vontade para com o reconhecimento da força espiritual no sólida essência da vida, a humanidade não consegue funcionar sem a totalidade daquilo que representa enquanto átomo individualizado, ao expressar pela vasta força da própria vida.

Grupo: Muito bem, então agora estamos de regresso à causa do que a humanidade realmente tem em falta, ou seja, a educação espiritual.

Doutor Foote: É, mas descobrirão que nos próximos dias na vossa Terra, muito embora eu não seja profeta, nem alguém que alegue possuir grandes poderes de vidente, diria que as vastas mudanças a ser operadas no vosso mundo nos próximos anos que têm pela frente, representarão um despertar para a humanidade e a ajudará a reconhecer a senilidade espiritual em que se encontra. Porque nenhum processo, seja ele democrático ou republicano, poderá operar sem a essência espiritual incorporada em todas as suas leis, e em todos os órgãos governativos da sociedade.

Grupo: Poderia fazer uso de umas quantas palavras com relação à profissão médica de que foi membro? E recordará todos os nomes atribuídos às doenças? Não existirá realmente apenas uma enfermidade do corpo?

Doutor Foote: Uma enfermidade do corpo e uma humanidade inteira que os médicos poderão tentar aliviar, mas que só a pessoa poderá curar, e essa palavra singular é “medo.”

Grupo: É verdade, toda a gente tem medo de alguma coisa.

Doutor Foote: A suprema consideração que vejo ao penetrar no vosso mundo é – uma humanidade sofredora que tem medo de viver e que se sente apavorada com a morte. Não me é dado ver autoestima, dignidade própria – respeito pela força vibratória da vida na concha física. Assim que se instaurar o respeito e a atenção para com o espírito, então a humanidade reunirá o seu mundo durante as próximas alterações que estão pela frente. Estão a chamar-me. Agradeço-lhes o tempo passei convosco.

Grupo: Obrigado.


DR. ROYAL RIFE

Durante os anos 30, e por intermédio do dom da visão clarividente, o doutor Royal Rife foi capaz de estudar os efeitos dos campos eléctricos oscilatórios tanto em tecidos saudáveis como em tecidos enfermos do organismo. Utilizando um telescópio de luz polarizada que lhe permitiu ver a aura da célula quando inspecionada, foi capaz de desenvolver um aparelho simples para a cura de qualquer doença. Ele notou que os organismos da doença podiam ser destruídos por meio de frequências específicas de oscilações sem prejudicar as células saudáveis.

Devido a que tal desenvolvimento tenha parecido extremamente pouco ortodoxo e apresentasse a possibilidade de uma potencial enorme perda para as companhias farmacêuticas e para as associações médicas dessa era, acusações penais foram movidas contra o doutor Rife com base no exercício de charlatanismo. Em retrospecto, parece que o sistema judicial se empilhava contra o Doutor Rife, porque ele foi condenado e mandado para a prisão (onde acabou por falecer). Todas as suas anotações e o equipamento foram roubados e destruídos.

A vida consiste toda numa taxa vibratória. A aura de uma célula abrange o espectro completo da cor (se visto por alguém dotado na visão dessas cores). A energia do corpo é vista como redemoinhos ou girândolas coloridas (Chamadas chakras).



A Sua Vida e Invenções

Doutor Rife: Não sou estranho nenhum a esta inserção da força espiritual na substância material da vida. Contudo, sou um tanto estranho, por ser a primeira vez que sou colocado no corpo ou na substância física de um outro indivíduo. Assim, se parecer um tanto vago em determinadas áreas, retribuirei a vossa compreensão mais tarde.

Mas depois, eu venho por causa do que é bem verdade, que é que “os eventos que se avizinham estendem a sua sombra,” conforme o velho adágio. Assim, tem havido muito murmúrio ou conversa da parte de vários conhecidos teus (não os trataria por amigos mas antes por conhecidos) com respeito às considerações que o Sr. Reich fez, ou a todas as condições que os cientistas reconheceram na sua perícia, tal como o Albert Einstein e aqueles há muito tempo esquecidos como estadistas das Américas.

Mas onde quero chegar, e antecipando o que foi dito quanto aos modos da taxa vibratória, é ao núcleo de toda a vida. Mas tenho tido o privilégio de conversar com o espírito de Einstein, e nós concordamos em muitos aspectos que pareceriam redundantes, designadamente ao mundo... mas permitam que diga que sou o doutor Rife. De facto creio que terei sido mencionado por um dos teus conhecidos há algum tempo, na conversa que tiveram, creio bem, no seu lar material.

Mas mais importante, eu venho para resolver os problemas mais em benefício do mundo, e por ser capaz de desafiar a autoridade do sistema que provocou o meu encarceramento, a minha morte, e tudo por uma questão daquilo com que estão familiarizados: o ódio, a ganância e a avareza da vida, o egoísmo.

Assim, quero entrar neste corpo para conversar convosco acerca da plena autorrealização da própria vida. O que eu descobri em – ora vejamos, creio que terá sido em 1935. Estou plenamente certo disso e creio que já terão passado uns bons anos desde essa data, não?

Pergunta: Estamos em 1989, Dr. Rife.

Doutor Rife: Pois. Então, em meio ao sinceros esforços que envidei descobri que a cura para o cancro ou para qualquer doença terminal representavam um verdadeiro desejo da minha parte – ou seja, conceder à humanidade uma realização pessoal mais plena que fosse além das abordagens científicas e médicas normalmente empregues. De modo que há já um maior esclarecimento quanto ao que conheci quando me enderecei a ti ao chegar – designadamente a capacidade que tive de usar a clarividência ou a força visionária da vida, que me tinha sido incutida em criança.

Por conseguinte, só estudei medicina para poder promover o sentido e a compreensão da vida além daquilo a que chamam aplicação de remédios, as diversas abordagens empregues na preservação da vida na forma física. Assim, isso trouxe-me o estudo do vírus do cancro, e a descoberta do que chamamos de filtragem feita pela filtragem do vírus ou das condições que tiverem causado a doença por meio desses filtros; por conseguinte, pôr em acção, por meio do microscópio, embora alguns vírus escapassem ao método de filtragem, e desse modo anulassem o objectivo do que poderia ter sido uma vacina, ou derrotassem o próprio objectivo do presente regime do profissionalismo médico.

Aí descobrir que a minha clarividência podia alcançar além daquilo que o olho do microscópio podia ver, e eu podia ver essa bactéria negativa a mover-se no que se pensava constituir um excelente filtro quando, tal como estava, não estava ser bem-sucedido. Mas ao me sentar durante horas a olhar ao microscópio, e usar da minha visão interior por essa visão (vamos chamar-lhe isso) comecei a ver a vida dessa bactéria. Comecei a ver as suas acções e as reacções mútuas que evidenciava para com a força específica de toda a criação, que é muito simplesmente a vibração - sem precisarmos acrescentar mais floreados à língua Inglesa, ou aos termos técnicos que outros gostam tanto de empregar.

Como continuei com uma forma de alterar a vibração de modo que o vírus pudesse ser neutralizado, também a máquina que inventei produziu uma gama vibratória específica em conjugação com o que esse objecto passou a vibrar. Mas em face da compreensão, evidentemente, dos biliões de vibrações soltas pelo átomo interior e exterior da criação, gera-se um contrapeso de modo que se instala uma neutralidade no propósito, a ponto das forças negativas da vida poderem ser derrotadas.

Por conseguinte, nos eventos que provavam isso para além de toda a refutação, eu ameacei não só as sociedades farmacêuticas como a profissão médica em geral; consequentemente, a autodestruição do que eu tinha provocado começou em mim por um derrotismo através do qual, por meio da eventual mudança e prisão, encarceramento, me alcei num voo de desprendimento de um corpo fatigado.

Mas não existia qualquer cura para uma enfermidade negativa, pelo que se coloca a questão do porquê dos médicos estudarem a doença em vez da saúde. Mas ao estudarem a saúde percebam que a natureza cura, e não os medicamentos. Ou seja, se as vibrações do corpo estiverem em sintonia com essa unidade da vida com que estou certo estarás familiarizado.

Vocês dispõem de um corpo; uma máquina tão eficiente que os pode carregar por centenas dos vossos anos terrestres sem desgaste nem rompimento. Contudo, quando o corpo é colocado fora do contexto de uma vibração positiva e mais no de uma densidade negativa de vibração, conforme o entendem, então permitem que os portais dos vírus ou germes negativos se abram e eles penetrem no sistema imunitário do corpo.

Claro que suponho que o mesmo que ocorreu em 1935 ou 1936 seja mesmo que no vosso tempo presente. Há uma derrota provocada pelas condições das igrejas e daqueles que são em certa medida bem-intencionados, mas não se pode ensinar adequadamente o caminho nem o fruto da vida se não se estiver cativado pelo processo de afastar os caminhos ocultos ou misteriosos da vida onde não existe mistério algum, mas antes simplicidade.

E isso é causado dentro desse condicionamento do que é a força do amor, o amor de tudo quanto vibra, quer seja animado ou inanimado, ou o que chamam de vivo ou morto. Que um mundo, que poderão chamar de pedregulho a girar sem rumo no seu caminho orbital, tenha o seu fôlego tanto na inalação como na expulsão desses gases de origem negativa… e a humanidade convide a força positiva permitindo desse modo se sinta regozijada, e reconheça o sistema que eu começara a apreciar, é apenas uma pedra no longo caminho juncado do cosmos – um sítio, poderão dizer, para expiação do vosso carma. Ou onde o fazem numa ocasião de júbilo, onde esse carma pode ser expiado antes que a terminologia da morte dê uma estrutura ao vosso cérebro.

E assim é movendo-nos no âmbito destas atitudes específicas – que é recordar esta ideia que foi fomentada não só pelo Espírito que habita nesta casa, mas também – é essa vida a manifestação de uma série de atitudes que desempenham na humanidade a plenitude do seu bem-estar. Se padecerem de uma alma doente ou de um espírito enfermo, então gozarão de má saúde na forma física. Mas o homem não pode atribuir as responsabilidades que tem na vida a um Deus personificado nem culpar os anjos que detenham autoridade pelas impurezas do corpo, por os pensamentos reflectirem a qualidade de sintonização com a própria vida.


A que te cabe em específico (para uma pessoa presente) e sem crítica, é a de olhares para o esqueleto que carregas por aí. Verifica-se nas leis cármicas, por exemplo – mas não de modo nenhum negativo, que a esperança da juventude seja aquilo que tenha exigido as maiores actividades para além dos valores das vossas qualidades intuitivas, poderíamos dizer, ao quererem demonstrar os poderes do que vocês chamam de espírito desportivo da vida. Isto não atingiu a sua plenitude, por o vosso caminho se ter desviado para o que eram as buscas espirituais, mas entretanto os ressentimentos que tinhas, ocultos ou expressados ao teu próprio modo para com os outros ao teu redor, provocou uma reacção mútua interna no sistema. Assim, no diagnóstico – que tu não pediste - foi provocada não uma doença, mas antes o acúmulo de uma névoa vibratória nessas áreas ou juntas que são necessárias para que a qualquer altura ou período substanciares a tua vida mais nos esforços externos do que nos internos que agora estás a sentir, e na enorme paz que desce sobre ti.

Assim, se revitalizares e perceberes e falares com essa área específica que te limita com respeito a uma mais plena expressão da vida, então descobrirás que ao falares com ela, removerás todo o ressentimento oculto ou manifesto, que reside no interior dessa secção das juntas. Isso representará a liberdade de que ultimamente tens falado, inerente à própria força do teu bem-estar, e consequentemente comandará o desempenho do que tiveres dito no exercício dessas juntas. Mas mais importante ainda, quer a exercites ou não, está em concentrares uns instantes do teu dia na inalação de oxigénio, de modo a intencionalmente dispersares a própria essência dessa névoa (acumulada numa idade precoce). Espero não ter provocado ressentimento seja de que tipo for.


Comentário: Doutor Rife, como poderia eu possivelmente ficar ressentido com uma informação espantosa como a que me transmitiu?

Doutor Rife: Ressentir-te por me ter intrometido na tua vida pessoal, coisa que não tinha intenção de fazer. Mas fi-lo mais como uma demonstração ou analogia daquilo que provoca a doença em qualquer área que seja do organismo.

Por exemplo, vê a condição artrítica que muitas pessoas actualmente contraem. Isso não é coisa que possa ser curada pelos profissionais da profissão médica; é curado se a pessoa procurar esses ressentimentos ocultos, os admitir e afastar essa névoa que se tenha agregado nessa área, transmitindo-lhe assim a aceitação daquilo que passará a animar no corpo. Alguns buscarão simpatia ou piedade, outros sentir-se-ão contentes com a cura médica - que não representa cura em absoluto; mas outros ainda buscam a luz da sua compreensão interior, e são capazes de admitir os seus fracassos assim como os sucessos que tiveram.

Assim, o assunto em questão é posto não só perante o mundo; nós trouxemos uma cura completa para cada doença, ou gérmen conforme é conhecido no mundo, e uma realização pessoal da paz e do equilíbrio do corpo.

Mas seja como for, uma vez mais, a humanidade não quer a compreensão da paz e da harmonia, as pessoas preferem argumentar e discutir umas com as outras acerca de condições do foro da religiosidade, ou mais do foro político ou que mais plenamente ignorem aquela condição que ninguém pode aceitar, de que possam viver para sempre numa estrela no cosmos. Mas a questão, uma vez mais, está em se verem a vibrar como um diapasão, que regista cada fenda da vibração ou plenitude da vida.

Por isso, aí encontramos essas derrotas, no facto de que pela aceitação disso produzam nos vossos dias presentes uma expansão dos vírus negativos. Mas eles ganham rapidamente caminho por entre o corpo, a mente e o espírito do homem, por ele acolher no cérebro condicionamentos que lhe negam a paz e a plenitude do próprio corpo.

Assim, aqui temos soluções que devem ser satisfeitas em que o indivíduo pode tornar-se na sua própria máquina vibratória, e nós inventores não precisemos inventar processo artificial nenhum que remova o vírus, que essa pessoa tenha trazido a si. Ou mesmo examinando o útero de toda a vida, em que no momento em que as células se integram umas com as outras, se obtém o núcleo do convite de uma outra alma espiritual para o mundo; por conseguinte, essa alma na iluminação obtida através da plena realização pessoal produz a continuidade da expressão que o vosso mundo está porventura a sentir agora, não estou bem certo, uma perspectiva mais alargada acerca da plenitude de toda a vida.

Isso não se pode encontrar na religião nem na política, nem na profissão médica; as drogas constituem uma muleta flácida para o temor e os condicionamentos do homem. Mas creio ter discursado por tempo suficiente, e agradeço-lhes pelo menos o facto de me terem permitido vibrar na condição material.

Pergunta: Poderia colocar uma questão?

Doutor Rife: Certamente.

Pergunta: Ao reflectir no caso do impedimento que a profissão médica lhe impôs, de não autorizar a introdução da sua invenção, que é que faria hoje, agora que dispõem de tudo isto à sua frente? De que modo mudaria?

Doutor Rife: Não revitalizaria a máquina de vibrações. Teria voltado a representar a minha derrota e o meu assassínio, poder-se-ia dizer. Preferiria muito mais procurar uns quantos esclarecidos no vosso mundo, conversar em seu nome ou com eles, de modo a suscitar a compreensão de constituírem o capitão de todos os mares de tranquilidade.

Pergunta: Isso é formidável! Só mais uma pergunta: Gostaria de ver a sua máquina na terra actualmente? Teria ela algum propósito nos dias actuais?

Doutor Rife: Creio que no próximo ano será trazida à atenção de mais indivíduos, por parte de um apto assistente que tive enquanto no corpo. Porém, ainda encontrará derrotismo, por vocês não poderem derrotar esses vastos cartéis da ganância - que é tudo quanto são. Assim, descobrirão que deverá ser a natureza a comandar as leis que deverão ser obedecidas, de modo que iminentes estão as coisas vibratórias de que o doutor Reich lhes deu conta, a fractura da camada do Orgônio. Acredita em mim quando te digo que poucos restarão, e aqueles que procurarem esconder-se ou colocar a cabeça na areia, perecerão. Mas não estou a ser negativo, por sempre existir esperança, por sempre haver regeneração, reincarnação. Assim, é um privilégio conversar contigo, por a bandeira da verdade jamais ser negada. Eles sofrem, mas da negação não se falava no começo da criação.

Pergunta: Doutor Rife, tentaremos publicar estas palavras por escrito, de modo que certas pessoas possam lê-las e esperar compreender a sua mensagem.

Doutor Rife: Não só isso, meu amigo, mas ensina-os. Tu tens essa oportunidade. A melhor das saúdes para ti uma vez mais. Obrigado.


Mais debates sobre as vibrações, o pensamento e a saúde celular


É o Rife quem lhes fala. Foi-me dirigido um pedido da parte das forças supremas do infinito, por um mensageiro, para que procedesse a um reforço da harmonia com respeito às especificidades da célula corporal.

Concordei em uma vez mais penetrar neste meio de comunicação a fim de reforçar os sentidos da distribuição das células, e revelar como cada uma vibra na sua própria frequência da vida; por conseguinte, reforçar a própria ideia da harmonia e da respiração, e do que compreenda as interrelações da concepção celular, em benefício daqueles que gostariam de uma compreensão mais clara do processo celular do corpo terreno, e mais uma vez para lhes traçar um paralelo informativo com respeito à célula; porquanto será concedido que façam perguntas com respeito a este discurso relacionado com o que sei ser verdade, e com respeito ao que disseram antes do meu momento de entrada na forma carnal uma vez mais.

Não é qualquer razão que seja dada para uma reformulação ou reestruturação do que já foi abordado pelos e por intermédio desses mestres do alto. Confesso que não sei o que significará “alto”, mas sei de um pedido emitido por uma dessas forças de cor grandiosa de um encanto na completa expressão do roxo, cor que engloba todas as cores que vibram como rodas de fogo com a própria forma física.

A célula constitui uma expressão complexa e sensível do começo original do vosso ser, que não pode ser julgada por uma certa quantidade de anos, pelo tempo, nem pelo calendário que é usado no mundo. A célula constitui uma unidade de força em espiral que emana as cores especiais do vermelho, do laranja, do amarelo, verde, azul, violeta e do roxo, ou púrpura. A primeira cor de interesse será o círculo vermelho do magnetismo vibratório das ondas de luz, e das frequências específicas de energia que tocam a reactividade da energia para poder projectar a cor necessária para a compreensão do seu propósito, e de como cada cor representa uma parte específica do todo da própria forma física.

Abordar essas cores é coisa que terá tido cabimento da habitualidade do que costumava fazer quando me encontrava na Terra, e que na Índia e em países distantes é conhecido por chakras ou rodas de energia ígnea, e que são compostas conforme foi referido, pelas suas sete frequências de energia do vileta de toda a criatividade, que uma vez expandida inclui todas as cores; por conseguinte mudando todas as coisas desde as cores até ao branco puro ou ao dourado puro que conhecem como a luz do dia que veem sobre a vossa Terra.

Mas, para reforçar uma vez mais o significado da célula que pertence ao corpo humano; e não tenho dúvida de que no esquema mais vasto das coisas do passado, ou do que digo ao meu jeito, de tudo e todas as coisas, é o sentido e o código, suponho que se poderá dizer o código genético de um indivíduo específico. Um indivíduo que não só herda traços da parte dos pais, como também herda a genética do espírito e da alma que compõem a trindade de propósito desta unidade que já foi abordada antes de mim.

Para os familiarizar com o trabalho que fiz quando estive na forma física, constituiu um esforço por encontrar maneira de romper o impasse da doença inerente à anatomia humana, assim como com respeito às enfermidades do reino vegetal e animal; e assim, voltei-me para o microscópio. Ao contemplar as diversas células nessa abrangência, ou microscópio, notei que a célula apresentava uma pulsação de vida. Notei a semente da respiração, a coroa da alma, e a expansão dessa célula por meio da forma que o meu pensamento e sentimento ou a atitude que sustentava a dada altura lhe imprimiam.

Assim me convenci, embora eu não compreendesse as implicações da visão interna, nos momentos e nas muitas horas que gastei a observar ao microscópio, que estava a ver a vida através da luz clarividente do meu olho físico, e que estava a discernir aquelas pulsações que vos referi.

Por fim, notei nessa pulsação vibratória, que a força do meu pensamento influenciava essa mancha ou amostra de sangue colocada sob o aspecto da ampliação do instrumento referido. Coloquei, pois, gotas enfermas de sangue humano no diapositivo, e reconheci e compreendi no meu íntimo que, se fosse capaz de alterar as pulsações de qualquer espécimen pela força do pensar ou do sentimento, então existiria uma vibração ou uma perturbação em ondulação, do que parecia inicialmente ser a tranquilidade do plasma do sangue.

E gradualmente, por meio de experimentos, descobri que ondas de som ou vibração específica, podiam tanto aumentar a tonalidade (grau de vigor e de tensão) da saúde da célula, ou qualquer som abaixo da nota normal “C” (NT:Correspondente ao Mi na nossa escala Europeia), provocar a rapidez dessa doença ou malignidade para a qual parecia não existir cura, nem forma de trazer um quadro mais saudável a um corpo enfermo.

Notei esse efeito vibratório, assim como aquilo em que consiste o som, que de momento não cobrirei, por mais estar para vir sobre essa ideia, mas eu trabalhei inteiramente com a frequência vibratória da célula, que abrange as diversas coroas da força viva, e reuni uma realização bem-sucedida na detenção de qualquer doença por essa frequência vibratória. E por meio da tentativa e do erro, e de constantes experimentos, descobrimos um timbre específico de energia para cada porção da doença na forma física; por isso, curei casos de cancros terminais, de tumores e de doenças malignas que não podiam ser operadas por processos normais.

E embora tenha transmitido isso a vários colegas, fui confrontado com uma total indiferença, com a ameaça à licença do exercício de medicina que tinha, e correu o boato de que o doutor Rife tinha perdido o são juízo e exagerado pelas bandas daquilo que não podiam sondar, nem tão pouco se atreviam.

Assim, daquilo que vi ao microscópio com um olho clarividente, eles não conseguiam ver nada. Assim, descobri que a atitude influenciava a própria busca, pelo que eles queriam saber e compreender o que eu tinha descoberto. E para minha enorme aflição, o meu instrumento foi destruído, eu fui considerado mentalmente retardado, em consequência do que passei algum tempo na cadeia por causa dos meus interesses.

Uma vez mais no vosso mundo isso começa a suceder no encantador processo do que lhes foi endereçado pelas forças supremas. E quando surge a oportunidade de novo do homem deter a capacidade no âmbito do seu esclarecimento, de ver que pode tornar-se no seu próprio microscópio, no seu próprio monitor ou qualquer que seja a força que seja necessária para curar a doença; por conseguinte, provar para além de toda a dúvida que todos possam ter isso que o vosso mundo e todos os mundos ao vosso redor penetram numa enorme iluminação em que a palavra “partilha” se torna uma obrigação, e de cuidarem daqueles que buscam verdades, e ainda assim, como muitos dos meus anteriores colegas, não podem aceitar devido ao medo do oculto ou do desconhecido com que se deparam nos campos exploratórios da medicina, conforme o abordamos no presente.

Lamento que outros colegas meus não tenham conseguido ver aquilo que eu vi. E lamento dizer que alguns que o terão admitido em privado, o viessem a negar publicamente porque se o que eu descobrira podia revolucionar o campo da medicina, então os médicos só poderiam aplicar o seu ofício no que foi chamado de abordagem médica com base num interesse limitado.

Agora descubro, e ainda tenho a oportunidade, sem rancor, ódio ou ressentimento para com aqueles que me perseguiram no passado, que se me tivessem dado ouvidos por altura dessa descoberta, então teríamos tido um percurso fácil de suportar na procura da plena saúde.

Mas francamente, e sem qualquer reserva ou intimidação para com o corpo por intermédio do qual falo, que escutassem com o sentido numa cura completa e não no alívio do órgão doente, então não teria vindo neste momento para dizer, na mais completa verdade, que por causa das invejas, por causa dos ressentimentos, por causa da ganância e da posição cerrada da autoridade médica, que teriam negado a essa dádiva espiritual a sua expansão plena ao mundo da humanidade.

Mas vislumbro uma luz no fundo deste túnel da compreensão, e vejo que não lhes chegará por intermédio da medicina, nem da religião, nem das igrejas. Chega-lhes por meio do subtil veio da verdade, que via a questão do que seja melhor para a humanidade.

Mas para referir uma vez mais o propósito que tinha nas células, é o de ver onde esses mestres, que abordaram a questão dessa harmonização, terão mencionado que as células do corpo e que toda a referência ao plasma do sangue, ou ao ectoplasma que rodeia a criação da própria célula, que a plena expressão total rumo ao mundo seja ela própria um micróbio. E a humanidade enquanto grupo colectivo busca através do periscópio da luz do seu olho, e vê a totalidade em que vive e tem o seu ser e o seu alento. E nessa visão clarividente deprecia o medo da medicina e da religião, e uma vez mais assume o papel da recordação do tempo em que foi amiba, e que não mudou desde o começo da forma sólida, mas apenas em proporções de altura e largura e dos enormes melhoramentos que sofreu nos diversos órgãos do corpo; alguns dos quais deixaram apenas um fragmento da sua comprovação no organismo.

Mas ainda assim no processo dessa evolução para a força dotada que existe na criação, o homem é o criador, e não está sujeito ao capricho do jogador de xadrez que desloca os cavaleiros e os peões arbitrariamente, carente das qualidades reflectoras do que eu referi ter visto na força da vida ao microscópio. Compreender essa célula é também expandir a força de todas as condições celulares.

Espero que quando deixar este corpo tirem um instante para tocar numa haste de relva, e perceber que tocam numa célula viva da Terra que respira, e saibam que tocaram num indicador daqueles biliões que na realidade são a vossa própria mão de Deus.
Poderei responder a algumas perguntas da vossa parte?

Pergunta: Bom, agradeço a mensagem, que constituiu uma surpresa inesperada. Já falei consigo antes e gostei de tudo quanto disse. Você tem sido mencionado e referido por muitas das entidades. A cura que produziu já foi referida muitas vezes. Mas aquilo que gostaria de saber é que mencionou que iriamos aprender muito mais sobre o timbre e a cor com os mestres. De que é que estava a falar, doutor Rife?

Doutor Rife: Falando mais do que são as várias energias que circundam o que designamos por célula, não professo conhecer para além da célula corporal, os vários mecanismos que possam dizer que pertençam à alma, ou ao espírito, ou ao alento. Mas tenho uma crença implícita na verdade disso, por uma condição não poder viver ou existir sem a outra.

Por isso, peço a todo o indivíduo que dê atenção a esta conversa para se sentar em silêncio na sua mais confortável posição e para que reflicta no que lhes foi dito. Se desejarem uma prova, então falem para as células do vosso próprio corpo, não por um pedido choramingado, num tom covarde para serem curados se forem merecedores disso. Vocês estão destinados a comandar o templo em que vivem, mas com um comando que brote do respeito e da dignidade, com afecto e ternura, e não sentindo que devam ser cruéis no conhecimento de que comandam os mecanismos do vosso corpo.

Pergunta: Só mais uma pergunta. Você mencionou curas pela vibração destinadas ao corpo enfermo, e isso realmente representa o uso efectivo de som através de uma frequência vibratória. Agora, isso representa um trabalho com as cores, por cada cor produzir a sua própria frequência sonora, e vocês declarou que cada doença que viu ou que diagnosticou começara a apresentar alterações em face de diferentes frequências, o que significa diferentes cores. Então, o som e a cor funcionam junto, por isso, faça o favor de explicar.

Doutor Rife: Por falar no termo “vibração,”, só para clarificar o termo conforme foi referido anteriormente. Haverão de ver que se deixarem cair um objecto pesado, uma pedra ou um seixo, digamos, na água imóvel, o efeito ondulatório repercutirá para o exterior a partir do centro, rumo ao horizonte do que quer que abranja essa água no seu círculo de retenção.

Cada onda constitui uma vibração em si mesma. E cada onda também se situa abaixo daquela que vês com o olho físico, e haverás de ver que essa pedra que terá perturbado a imobilidade da água afunda-se no lago, o que poderá ser comprovado, por também registar sons de tonalidade, que poderão ser provados, segundo me é dado compreender, pelo peso da água que afecta um submarino no oceano. Existem várias zonas neutras em que uma força de vibração ricocheteia o som que se assemelha a um sonar, que não consegue penetrar as zonas neutras ou aquilo que chamam de “água pesada.” (NT: Composto formado por moléculas que contêm um átomo de oxigénio e dois de hidrogénio mais pesados, chamados deutérios.) Sobre isso poderás falar com alguém mais qualificado do que eu, mas só uso isso como amostra do que reforça esta taxa vibratória de cada célula no organismo de que falamos no presente.

E sei que desde que entrei no espírito, me tenho sentido maravilhado e fascinado ao perceber que, com os milhões e biliões de células existentes no corpo humano, que nascem a cada sopro e que e morrem a cada hálito do corpo, que cada uma dessas células possui a sua própria vibração. O que corresponde a biliões de células a operar na força graciosa do templo chamado corpo. E estou seguro de que, que aqueles que se interessam pensarão nisso, e que conhecerão um prodígio semelhante ao que conheci.

Pergunta: A parte surpreendente relativa a isso está em que à medida que nos tornamos mais espirituais, a taxa vibratória muda, e as cores alteram-se.

Doutro Rife: E isso torna possível, segundo me é dado entender com os mestres aqui, experimentar a levitação do corpo, pela realização pessoal resultante do conhecimento de que esses biliões de células pesam tanto quanto uma pena. E se pensarem numa pena, poderão tornar-se numa, e mover-se pelos vários prazeres que as pessoas buscam presentemente na Terra. Eu chamo a isso um prodígio, não achas?

Pergunta: Bom, é o pensamento, e o pensamento é capaz de tudo.

Doutor Rife: Que mais dirias ao abordar esta questão da célula, que achas que aqueles que estejam a seguir-nos gostariam de saber?

Pergunta: Já estive com pessoas que viram auras. Eu penso que todos quantos tenha conhecido acreditem que existe somente uma aura, mas entendo que existam três auras, não?

Doutor Rife: Conforme encaro a questão, existem três auras ou halos ao redor da célula, da alma, e da sua forma. Assim, o mesmo é válido não só relativamente às células, como também ao que é conhecido e ao que existe, uma alma e um espírito. Gostaria de acrescentar que, se não puderem acreditar no espírito, então bem que poderão admitir que não inalam oxigénio para os pulmões, com o propósito de reabastecer o cérebro e as células com a energia de que necessitam para realizar o seu trabalho. Por isso, não me resta a menor dúvida, porque quando me encontrava na forma física, tive recordações de ter sido um médico num passado distante, e de também ter estado enormemente interessado em algum momento do Egipto, onde terei sido o que o vosso mundo chama de psiquiatra, e ter lidado com problemas do foro da mente que não são de fácil compreensão.

Assim, podemos dizer que haja uma reincarnação da célula, assim como uma reincarnação do espírito e da alma. E acho que a prova satisfaz bem, a menos, claro está, que estejam irremediavelmente perdidos pelos condicionamentos do nascimento e do crescimento.

Pergunta: Assemelhar-se-ão os psiquiatras dos dias actuais àqueles do período Egípcio?

Doutor Rife: Bom, eu honro os psiquiatras, de que porventura não terei tido tanto assim no corpo material do Rife que fui; porém, conheci o doutor Wilhelm Reich aqui no espírito, e tive muitas conversas com ele com relação ao que seja a capacidade dos homens ou mulheres especificamente clarividentes de compreender as mudanças que não permitem um fluxo normal da força do cérebro ou recordação. Contudo, seria bastante seletivo quanto ao psiquiatra e suporia que saberia o que andava a fazer, por eu sentir, como um ministro ou uma pessoa da fazenda, que não se achem qualificados para falar acerca da força da vida, a menos que sejam dotados de completa clarividência para abordarem os muitos problemas que rodeiam o que designam por complexidades do próprio viver.

Pergunta: Doutor Rife, o que me é dado conhecer ao conversar com as entidades, é que me parece que temos um mundo de profissionais que parecem realmente não saber nada sobre a espiritualidade. E o que realmente precisamos é de um mundo de profissionais que gozem do dom da clarividência, porque assim seriam capazes de curar as enfermidades das pessoas.

Doutor Rife: Eu levaria isso um passo adiante à possibilidade de todos gozarem de clarividência, só que com uma nota de advertência, a de que a usassem apenas para o bem da criação e não a afundassem na lama do interesse pessoal nem do egocentrismo, em benefício próprio.

Pergunta: Ganância, quer o senhor dizer.

Doutor Rife: Esse é o perigo.

Pergunta: Então agora, se dispuséssemos de gente clarividente e honesta, que creio ser o que os espíritos dos mestres apontam, e aquilo de que estamos em busca...

Doutor Rife: Bom, essas questões podem ser decididas pelos vossos esforços e pelos esforços daqueles que os rodeiam. Mas sei que da perspectiva que tenho do mundo surge um enorme despertar no futuro não tão distante assim. Assim, a prova residirá nos corredores que se abrem diante de vós, a revelação e o assinalar do vosso caminho para a realização desta verdade, deste amor e compaixão.
Os meus melhores pensamentos para ti e para todos.

Pergunta: Muito obrigado, doutor Rife.



CRIAÇÃO DE DOENÇA, CHAKRAS, ERVAS, REMOÇÃO DA NEGATIVIDADE, ABORTO

Dr. Rife: Bom, terão algumas perguntas acerca da conversa passada que tive convosco? Estou a par do Dr. Cole ter dito que tinham certas condições de cunho incerto, e eu desejaria esclarecer antes de passarmos para outros aspectos da cura.

Pergunta: Está bem, falemos da capacidade que o homem tem de criar doenças internas, e referir os diversos nomes que lhes são dados. Que será que o homem está a fazer para criar essas doenças? Entende a questão, Dr. Rife?

Dr. Rife: Entendo, mas também escutei o Dr. Foote, e creio que ele se referia ao medo da vida como causa de muita dessa doença.

Pergunta: Tem razão, ele respondeu assim, mas…

Dr. Rife: Isso não parece ser suficientemente bom para vós, não será?

Pergunta: Não, por eu estar a tentar chegar a entender a ideia de que o homem manifesta as suas próprias doenças. Não sei se o que tem por base se deverá tanto assim ao medo, mas ele manifesta as suas próprias doenças. É quase como levantar-se da cama pela manhã e dizer: “Caramba, como me sinto mal,” e passarmos a sentir-nos mal pelo resto do dia; ou dizermos que não nos sentimos bem, mas que mesmo assim vamos trabalhar e esquecer tudo relativo a esse mal-estar.

Dr. Rife: Mas ele nessa conversa não acrescentou a parte das atitudes que as pessoas usam?

Pergunta: Acrescentou, sim, mas eu gostava de pegar nesse aspecto particular e de o separar, de modo a ser tratado isoladamente. (A esta altura o doutor interrompe o que estava a ser dito)

Dr. Rife: Creio que aquilo de que estão à procura, e peço desculpa se te interrompi. Creio que aquilo de que andas em busca se enquadre na herança das doenças, aspecto que também precisa ser considerado. Estão cientes, evidentemente, daquele padrão de condições cármicas (causa e efeito) que carregam de vidas passadas, em que tenham mostrado indiferença em relação ao serviço para com a humanidade que os cercava, e trouxeram esses efeitos de causa e efeito que podem constatar.

Por exemplo, no corpo humano apresentam-se marcas de nascença, deformações, e assim precisamos reconhecer isso – bom, sejamos liberais e demos quinze por cento conforme estão familiarizados com a percentagem, a saldos cármicos que a pessoa esteja a tentar alcançar na vida; assim, carregará desfigurações no corpo humano, ou padecerá de distorções dos sentidos causados por desilusões nos pontos de vista que tenham da vida; e os seus sonhos tornar-se-ão pesadelos no processo do sono, ou como quando as suas ondas alfa e ômega de acham no ponto mais baixo do equilíbrio. Assim, podemos seguramente asseverar que por esses quinze por cento será causado por essas condições cármicas que tenham regressado à Terra para saldar. Não gosto de dizer “restituir,” mas antes equilibrar, de modo que trazem essa doença hereditária de uma vida passada com eles; mas é claro que muitos indivíduos, devido a inseguranças de que padecem na vida, gozam de uma saúde pobre.

Pergunta: Era exactamente onde eu pretendia chegar.

Dr. Rife: Bom, isso foi por eu ter notado na conversa que tiveste acerca da força do amor – sem a qual a pessoa pereceria; e refiro-me ao amor da própria autoestima ou dignidade, ou do que o corpo posa envergar, masculino ou feminino, e de terem tempo suficiente para se relacionarem com as forças da cura que encontram na natureza: a árvore, ou a relva, ou as flores. Entendido?

Pergunta: Sim, entendi. Mas também me referia à força do amor, que habilitam a pessoa a dizer que tem vontade de viver por desfrutar da vida por ter um estímulo ou motivo para prosseguir. Já ao inverso, a pessoa que leva uma vida de infelicidade é mais inclinada à doença por não desfrutar do viver, e por não ter nada a dizer acerca dos vizinhos ou amigos.

Dr. Rife: Bom, não sei quem o terá dito. Não faz realmente diferença nenhuma, mas agrada-me a ideia de inalarem Deus e de exalarem as condições negativas do corpo. Por isso, praticaria o que chamo de inalar Deus e expelir a doença. Se não for nada que tenha dito,  terá sido algo que terei ouvido ao longo dos corredores da vida; não sei onde, mas sei que isso é verdade. Haverá mais alguma pergunta da parte dos que estiveram presentes na última vez? Vejo que têm uma nova luz na sala.

Pergunta: Trata-se de um jovem de dezasseis anos; é o primeiro encontro dele.

Dr. Rife: Excelente força de imaginação e capacidade criativa nas artes da engenharia, se cuidar de as seguir. Notei, ao observar os quadros do seu passado, que ele teria dado um excelente engenheiro durante o período de César, por ter sido capaz de construir os vastos viadutos e Roma. Mas não importa, haverá mais alguma pergunta da parte daqueles que tenham estado presentes?

Pergunta: Dr. Rife, se alguém não tiver muita coisa cármica inata que esteja a causar doenças e por aí fora – mas talvez mesmo que tenha – se afirmar que é Deus a cada dia e inalar Deus e exalar negatividade, isso não seria demasiado potente?

Dr. Rife: Sim, mas permaneceria na zona da neutralidade, por a responsabilidade da pessoa está em satisfazer o carma que tenha trazido à Terra para cumprir, quer seja bom ou negativo. Uma vez o padrão do carma seja compreendido, a razão para retornarem à Terra ou a razão para virem para os pais que tiverem escolhido, a neutralidade permanece a mesma não obstante o que possa dizer por qualquer via da afirmação.

Pergunta: Então, como haverá de descobrir o que seja carmico? A afirmação não ajudaria a abrir a percepção para a saúde?

Dr. Rife: Não até que o consiga reconhecer, digamos, o factor do saber que inclua na forma física que lhe diga porque se encontra na Terra e o que procura satisfazer. Toda a gente lhe dá ouvidos, mas tenta enfiá-lo no armário do remorso. Isto responderá à tua pergunta?

Pergunta: Então, realmente precisamos tirar um tempo para nos conhecermos, não?

Dr. Rife: Correcto, e para indagarem junto da região do plexo solar, ou o acento de toda a vida que se situa no próprio umbigo, onde o cordão foi cortado após a nascença, que é onde a questão a que suponho no vosso vernáculo de rua chamam de “questão que induz as reacções mais fortes.” Toda a gente tem intensidades de sentimento dessas, e caso não seja por simpatia com o que lhe tenha sido inculcado ou acreditado, procurará sufocá-lo, e com esse sufocar ficará doente.

Pergunta: Ouvimos tanta gente dizer que o sentem no plexo solar, mas descubro que sempre que sinto alguma coisa, o sinto no coração.

Dr. Rife: Bom, eles acham-se ambos interligados pelo que é chamado de extensão umbilical, que se estende do umbigo até à região do coração. É por isso que têm o que é chamado de chakra do coração, ou roda ígnea. Assemelha-se à – bem, sabem quando recordo o garoto que fui no vosso mundo do passado, tínhamos os nossos fogos de artifício e aquelas coisa que chamam àquelas coisas que giram e que emitem faíscas?

Pergunta: “Fogo preso.”

Dr. Rife: Pois é, é exactamente esse o aspecto que os chakras têm, ao rodarem da esquerda para a direita. E o chakra do coração acha-se mais estreitamente ligado à região do umbigo do que os outros chakras ou rodas ígneas. Mas claro está que a sensibilidade que sentes é oriunda da cor violeta, que alinha estreitamente com a intensidade e reacção para com as forças invisíveis que se movem ao vosso redor e em vós. É óptimo, de modo que prestam atenção a isso e descobrem que a jornada terá início, quando sentem uma reacção no umbigo ou na região do diafragma. Entendido?

Pergunta: Enquanto os outros pensam no que vão perguntar, posso fazer mais uma pergunta?

Dr. Rife: O Sr, Cole entrou aqui em cena para se certificar da última conversa que tivemos, certificar-se de que não deixava nada obscuro de forma que as pessoas não compreendam. Achas que isso tenha sido verdade?

Pergunta: Não, descubro à medida que leio a conversa não tão obscura que teve, que comecei a compreender aquilo que achava ser esotérico. Mas na minha maneira de pensar, que evidentemente é física, estou a tentar obter uma informação mais aprofundada destinada à humanidade sobre as razões porque adoecemos e como os pensamentos nos afectam.

Dr. Rife: Bom, sejamos justos e consideremos os milhares e milhões de anos atrás em que a humanidade terá começado a sofrer dos diversos estados de falta de saúde. Descobrirão que antes que a saúde precária tenha começado a dominar a humanidade, foi igualmente colocado no saber das vibrações, poderíamos dizer, as forças curativas da natureza. Quer dizer, o homem não precisou ficar doente para desfrutar das diversas ervas do mundo. Por exemplo, um dos melhores colaboradores do sangue, e uma defesa contra doenças terminais, é a raiz da salsaparrilha. A humanidade usava-a não só por adoecer, mas como defesa contra qualquer  bactéria estranha que predominasse no mundo, para atacar o organismo do corpo e desse modo procurar destruí-lo.

Lembrem-se de que a natureza contém todos os remédios que a humanidade precisa para as diversas enfermidades em que possa incorrer ao longo do seu percurso de vida. Mas lembrem-se igualmente que essas ervas foram plantadas como linha de defesa e que não são para ser usadas como método panaceia como se tornou popular na homeopatia, a qual deveria ser respeitada pelo que é capaz de fazer.

Lembrem-se de que a humanidade nos seus primórdios era equilibrada nas visões espirituais que tinha, era capaz de viajar dentro e fora do corpo físico e no mundo material sem qualquer problema; era como o voltar da página de um livro bem redigido. Mas no decurso dos eventos que conduziram à fixação nos pontos de vista materialistas, a humanidade perdeu o caminho de volta à desincorporação, ou às desmaterializações, telecinesia, ou às coisas da osmose que a força do prana é capaz de operar. Por conseguinte aqui reside uma linha de defesa que há muito foi esquecida, a qual concordo que deveria ser ressuscitada. Mas lembrem-se, ele não aumentou a bactéria da negatividade até se tornar desesperadamente fixado na materialidade, e nas leis da sua própria criação.

Pergunta: Que é que sugeria que a humanidade tentasse para corrigir a negatividade, e que lhe desse algo rumo ao que trabalhar?

Dr. Rife: Simples. Despertem-lhe a espiritualidade interna; reconheçam as forças inerentes aos princípios da reincarnação reconheçam as palavras do salvador, se é que se lhe pode chamar tal coisa, ou que qualquer avatar tenha alguma vez enfatizado: “O que eu fiz, vós vireis a ser capazes de o fazer e mesmo mais.” Sócrates declarou isso, Aristóteles e Platão, de modo que, quem poderá negar as forças da beleza, com que em especial tiveram associação no Kahlil Gibran. Bom, ele falou em ver a beleza subjacente à criação e de não sofrerem com a antiguidade da vida nem com as suas crenças tradicionais, como os exemplos puritanos do sufrágio da humanidade; e assim, ele fez a observação mais no sentido de que “Boston, Massachusetts não passava de uma casa rançosa de decadência.”

Pergunta: Que mais se poderá esperar?

Dr. Rife: Não obstante as crenças que tenham uma parte a desempenhar nisso. Mas recorda que a humanidade, creio que perdeu a sua dignidade, o sentido que tinha dos valores e da sua autoestima, da sua efervescência espiritual que se encontrava no início dos vossos anos iniciais da fundação dos vossos Estados Unidos por exemplo.

Pergunta: Pois, o maior prazer que sinto é no que estou actualmente a fazer. Quando sou capaz de ajudar as pessoas sinto prazer nisso.

Dr. Rife: Bom, tu conquistaste isso por o teres buscado ao longo dos anos. Isolaste-te do egotismo e egocentrismo da humanidade, e fizeste poucos amigos e muitos inimigos. Portanto a busca que empreendes não se tem centrado no mundo, mas na invisibilidade que o circunda e a ti. Sugeria que quanto à cura absoluta, que situasses música, ou mais música na força do teu ser.

Pergunta: Enquanto a ouço, ou no decurso do dia?

Dr. Rife: De qualquer jeito. Dispensar um tempo para escutarem a música da natureza reforça-vos as energias.

Pergunta: Ultimamente não tenho escutado muito, tenho que comprar algumas fitas.

Dr. Rife: Bom, não só essa música, mas associar a cura com a força invisível do vento, do som, poder-se-á dizer, da copa das árvores da vida, ou o reconhecimento do alvorecer, ou quando o dia irrompe no vosso mundo, que é delicioso escutar os sons da natureza, por em todo gorjeio expressarem a força da cura.

Pergunta: Além disso, a música em fitas com os sons do oceano, os sons do vento e dos pássaros – fitas da natureza.

Dr. Rife: Isso é a força de cura da natureza. Mas descobrirás – e estou ciente de que no passado na carga de pacientes que tive e no estudo e o trabalho que exerci nos hospitais – que muitas curas eram influenciadas ao se enviar a pessoa para a costa, e dizendo simplesmente: “Escute ao rugido do oceano.”

Pergunta: É irónico como esta água me veio à ideia. As poucas pessoas com quem trabalhei, procurei inspirá-las com a queda de água ou o rio.

Dr. Rife: Bom, por que percentagem de água será o corpo constituído?

Pergunta: Noventa e oito porcento, ou algo do género.

Dr. Rife: Certamente, dois porcento de química. Por isso toda a gente na verdade representa uma queda de água ambulante.

Pergunta: Exactamente. É o que eu procuro usar, e resulta.

Dr. Rife: Certamente. Bom, tu não acreditas, mas resulta.

Pergunta: Eu acredito, e sabes que me parece estranho. Quero dizer, que havemos de esperar!

Dr. Rife: Bom, digamos que te sentes estupefacto, e que estejas a compenetrar-te em ti próprio por meio da tua própria capacidade.

Pergunta: Eu sou um crente, um crente irresoluto.

Dr. Rife: Bom, terão mais alguma pergunta que diga respeito a esta preleção ou conversa que tivemos da última vez?

Pergunta: Não me ocorre pensar em mais nada. Mas sabe como é, quando se conversa com um punhado de médicos, eles praticamente dizem todos a mesma coisa por formas diferentes. Não será verdade?

Dr. Rife: É, mas também é verdade que há certos casos em que o pensamento bem-intencionado embora limitado na busca do diagnóstico espiritual ainda se esforça por servir e por ajudar a humanidade por intermédio dos processos químicos da cura.

O único prejuízo que apontaria ao exercício médico é o de que pode aliviar mas não pode curar. De modo que cabe realmente ao indivíduo curar-se a si mesmo e toda a gente possui essa capacidade assim que conseguir entra rem harmonia com o seu ser. É um problema que confronta a humanidade no presente conforme me é dado vê-lo do meu ponto de vista.

A humanidade é demasiado séria. Quero dizer, quando olhamos para a vida na forma física, realmente é uma comédia cósmica, levá-la demasiado a sério. Quando se está e sintonia com o espírito jovial da vida, encontra-se um profundo consolo de cura mais profundo do que quando se está sob a preocupação constante ou a agitação quanto ao que o próximo dia possa trazer, ou de onde venha a sair o prato de alimento seguinte ou de onde possamos angariar o próximo dinheiro de que precisemos a seguir.

Creio que acharão popular no vosso mundo quando descobrem um terapeuta que tem o dom de curar pelo riso. Ah, já pude ver isso pela observação de como opera e já curou mesmo doenças terminais, rir tanto e durante por tanto tempo que suporia que o riso deixa as bactérias endoidecidas de forma que abandonam o organismo. É a única forma por que o posso expressar.

Pergunta: Bom, é o nosso campo, não?

Dr. Rife: É, mas o que estou a afirmar é que o riso ou o bom humor, e concordo com Mark Twain quando ele diz que quando não se tem sentido de humor, estamos mortos do pescoço para cima.

A vida deveria ser boa disposição e liberdade em relação a todas essas limitações que o homem impõe sobre si mesmo. Assim, essas imposições que situa sobre si próprio constituem o começo da sua doença. Por isso eu praticaria a afirmação “Eu sou ilimitado,” a toda a hora, mesmo no caso da adversidade. Gradualmente põe-se uma vibração diferente em movimento que faz parte das fontes de cura da vida.

Pergunta: Sabe, doutor Rife, isso faz-me lembrar uma conversa à lareira que tive. Cada vez estou a gostar mais disto.

Dr. Rife: Bom, há-de descobrir que as maiores curas são as da natureza. Se tivesse tempo suficiente para ficar no topo de um monte e permitir que a velocidade do vento lhe passasse pelo corpo, isso poderia dissipar as bactérias através dos próprios poros da transpiração da pele. Claro que isso é algo que deveria ser praticado, e que era praticado pelos Astecas e pelas tribos Índias. Mas precisa ser feito com a pele exposta. O vento curou muitos casos que pareciam desesperados para os Índios, os Índios Hopi, por exemplo, eram grandes crentes no vento e no ar, que usavam em exercícios que no vosso tempo pensam seja alguma coisa nova que contribua para as clínicas de cura, mas eles usavam a força do ar em profundos exercícios de respiração. Eles exercitavam-se nas florestas, nos ambientes naturais da humanidade, e não prejudicavam o corpo deixando-se encurralar no cimento que têm no vosso mundo de hoje.

Eu cheguei à conclusão que tanto do vosso mundo foi coberto de cimento, que a Terra não tem mais a capacidade de respirar como devia, em consequência do que sofre as mesmas limitações que a humanidade, e nesse sofrimento a humanidade herda essa limitação. Por todos os mundos precisarem respirar ou entrarão em convulsões e encolherão, coisa que haverão de descobrir que a Terra fez nos passados cem anos ou isso, e nesse encolher e convulsões, produz as mudanças que se destinam agora ao melhoramento da humanidade, ao força-la à iluminação que procura negar.

E assim, as impurezas do vosso ar actualmente, eu sou testemunha de que é difícil mover-se através da espessa camada negra daquilo a que chamam de oxigénio, entrar no vosso mundo para falar convosco. Por a humanidade, na sua indiferença para com as leis da natureza, criou os seus próprios bancos de nevoeiro que são auto destrutivos não só para o sistema respiratório como também empesta a humanidade com estados que derrotam os médicos, de dores de cabeça, acrimonia, ansiedades crónicas, depressões, forjadas por uma deficiência de oxigénio na respiração para estabilizar as células do cérebro.

Pergunta: Eu tentava curar com as mãos. O meu paciente visualizava as áreas enegrecidas do seu corpo, e então veio a queda de água, e a seguir a cor, que era a cor apropriada para o local do seu corpo. Que foi que aconteceu exactamente?

Dr. Rife: O magnetismo da cura que correu pelo teu ser a partir das energias externas dissipou as cores negativas que ele visualizou no seu corpo por meio da própria clarividência e a tua força de cura afastou-o e enviou-lhe um sangue novo e novas forças de cura para essa área específica. Contudo, lembra-te que isso exigiria mais tratamentos para poder estabilizar e manter as cores luminosas da cura nessa área específica. Torna-se imperativo reconhecer, por intermédio do trabalho que empreendes por meio do factor absoluto da cura, que ela não se torna absoluta até que o paciente perceba que assim que tiver visto as cores a afastar-se do que ele te descreve pela observação que faz (ou da observação que ela faz) então isso volta a reincidir até que que finalmente se esclareça por meio do seu próprio livre-arbítrio e pela constância do trabalho que lhe dedicares.

De forma alguma isso denota um fracasso da tua parte; deve-se simplesmente a que ainda esteja a viver na incerteza, pelo que um fiapo de dúvida pode derrotar o factor absoluto da cura. Hás-de descobrir que os avatares do passado passaram pelo mesmo problema, quer o que ficou conhecido por Jesus, ou Rousseau, ou aqueles do passado que fizeram uso da força de cura.

Pergunta: Acerca dessa cor de que estava a falar, da próxima vez que falar com ele de novo, que haverei de esperar que ele esteja em busca se ele estiver a progredir?

Dr. Rife: Não é o que ele espere, é o que o encorajares a dizer-te, a cor específica que ele vê dentro dessa área específica, e a seguir reconhecer a mudança que tem lugar ao trabalhares sobre essa área. É também reconheceres a energia de que falas, ou esse paciente, como um vasto problema de hemorroidas crónicas, que pode ser em parte transferido do próprio cólon.

Pergunta: Bom, eu descobri isso, mas não sabia das hemorroidas por isso nunca ter sido declarado.

Dr. Rife: Bom, ele apresenta um estado crónico nessa área, e representa a causa do medo da eliminação – o que provoca que ele não honre a acção peristalse do próprio intestino, assim purgando o seu sistema de estados indesejados de toxicidade. Consequentemente, o adiamento dessa condição devido à dor causada pelas hemorroides, provoca os estados que me são dados constatar que vibram no intestino grosso, e que ascende até causar uma condição de secreção excessiva de bílis no estômago.

Pergunta: Que é que sugere? Terá algum auxílio que me dê, ou prefere que use o meu próprio trabalho?

Dr. Rife: Eu concentrar-me-ia na sua área de cura e no caso dele, assim como em muitos outros, descobrirá que impurezas no sangue é o que está a provocar o estado em que ele se vê actualmente. Esse processo de eliminação foi de tal modo objecto de abuso que produziu grandes estragos no intestino grosso e causou aquilo que percebo como condição de hérnia, ou efeito de ampola na curvatura inferior do intestino que conduz ao próprio recto. Claro que o adiamento da eliminação constitui um dos grandes problemas da humanidade, por estarem sempre preocupados com o facto de precisarem sentir-se confortáveis no próprio lar, ou não frequentarem instalações sanitárias que não conduzam a um conforto desses. Mas a eliminação, quando a peristalse apela ao organismo para eliminar, ela precisa ser atendida ou estarão a convidar impurezas que se passarão para a corrente sanguínea por um processo de osmose. E assim, a causa de danos a si próprio pode ser rastreado em muitas pessoas até essa falta de eliminação independentemente do local ou das circunstâncias.

Pergunta: Doutor, será verdade que aqueles que padecem de prisão de ventre crónica geralmente retêm, ou têm tantos problemas que não permitem que seja eliminado do sistema, tipo problemas familiares ou de outra natureza?

Dr. Rife: Têm problemas domésticos, problemas pessoais, ou lembranças tênues de desatenção para com tais estados em criança. Quer dizer, muitas crianças não são vigiadas atentamente quanto ao processo de eliminação, de modo que ao longo dos anos, isso provoca uma condição crónica conhecida como prisão de ventre.

Pergunta: Consideraria que a prisão de ventre seja a raiz principal da maioria das enfermidades corporais?

Dr. Rife: Sim, porque muitos são os que revelam completa indiferença e desrespeito pelo processo natural da eliminação, e adiá-lo provoca essas impurezas que frustram o diagnóstico no vosso mundo dos medicamentos.

Pergunta: Poderia dar-nos um remédio para ajudar as pessoas a afrouxar essa prisão de ventre?

Dr. Rife: Certamente, uma colher de chá de mel todos os dias conduzirá a peristalse a uma maior actividade e desempenho.

Pergunta: Bom, é óptimo, obrigado. Essa nunca tinha ouvido antes.

Dr. Rife: Nota que não estou a falar de um purgativo, estou a falar de um processo natural a cujo uso que a natureza os convida; e aqui estamos a respeitar muito simplesmente o mel da abelha. Tanto o cone como a colmeia. Comer o cone da colmeia é óptimo para os processos da eliminação ou com o tempo, das úlceras gástricas no estômago.

Pergunta: Outro dia fui mordido por um vespão, e coloquei um pouco de mel sobre o dedo, e passados uns minutos a picadela tinha desaparecido.

Dr. Rife: Certamente, e é nisso que muitos dos remédios dos antigos constituem panaceias, mas a química não o consegue.

Pergunta: Poderíamos falar um pouco acerca do crescimento das células, da reconstrução das células, e do porquê de muitas entidades terem dito que o corpo é feito para viver por um longo tempo?

Dr. Rife: Certamente. Toda a vez que movem o corpo de determinado modo – dedos, braços, mãos, ou mesmo o aparelho do pensar, células são destruídas aos milhões a cada segundo e um milhão nasce para as substituir - é a experiência orgástica constante do que chamamos simplesmente de células positivas e receptivas, que se unem constantemente, alargam, expandem, separam, se tornam segmentos de nova energia a que chamamos células, de forma que o corpo possa dar continuidade ao seu factor de crescimento. Mas ao situarem em vós o reconhecimento dessa constância da vida, então assumem uma atitude completamente diferente em relação ao que representa um quadro da saúde.

Pergunta: A título de exemplo, dê-nos algo que possamos visualizar.

Dr. Rife: Bom, como hei-de dizer isto da melhor maneira e nos termos mais simples que não sejam médicos – bom, deixa-me colocar isso deste modo – existem duas metades do cérebro, o direito e o esquerdo. O esquerdo é espiritual, o direito é intelectual. (NT: Aqui denota-se um erro, que talvez seja de perspectiva, simplesmente, por ser justamente ao contrário) Ora bem, quando a pessoa nasce, as duas metades do cérebro acham-se cerradas, juntas, firmemente unidas. À medida que o corpo cresce as duas metades do cérebro começam a florescer para o exterior, e o crânio expande-se junto com ele, de modo que a comunicação não sofra nenhum desastre. Assim, o cérebro torna-se num impulso ou num centro em relação a tudo quanto esteja a acontecer no organismo.
Agora, todas as células são receptivas ou positivas, macho ou fêmea. Mas suponho que a forma simples de o enunciar seja que tais células se acham em constante acção de coito ou relações sexuais a toda a hora, e que se expandem a partir daí até formarem instantaneamente as novas células que têm lugar a partir dessa união de células macho e fêmea.

Assim, é como um processo contínuo que obtêm quando têm filhos no vosso mundo, mas só requer um pouco mais de tempo; só que no corpo é conseguido instantaneamente.

Pergunta: Bom, eu tenho vindo a tentar regenerar as minhas células até ao estado da juventude. Tenho um retracto meu de quando era jovem, e penso em mim e imagino-me como esse jovem. E sinto estar a reverter a esse estado, a reverter a minha idade.

Dr. Rife: Devias, por poderes reverter a idade à fase da puberdade. Mas lembra-te também de que deves permitir que as energias se revertam a elas mesmas, por cada inalação que tiveres feito desde o começo da limpidez, precisa ser revertido para te conduzir de volta ao teu começo original daquela idade do que designais por virilidade.

Assim, à medida que te mantiveres a difundir isso, isso tornar-se-á num parte de ti, e tu revertes para a idade da juventude, coisa que as pessoas começarão a notar. Assim, na tua sabedoria, não começas a explicar como terás revertido o processo da vida desde logo por não acreditarem em ti, e se simplesmente sorrires, isso deixá-los-á mais confundidos do que se tentares explicar o processo.

Certamente, para o colocar em termos simples, assim como uma pessoa pensar, assim se tornará. Sabes que é verdade que o carácter de um homem se regista na face.

Pergunta: Mas como isso é verdade!

Dr. Rife: Certamente. Portanto, essas são as coisas que consideras, e as coisas que queres conseguir simplesmente é simplesmente saber que estão aí, que pode ser conseguido, que será conseguido. Tu és quem comanda, mas permite que aconteça no devido curso dos eventos; não o vais conseguir num momento de magia.

Pergunta: Eu sei disso, e vai levar tempo, mas gostaria de o ver suceder e de ser o que é que acontece.

Dr. Rife: Está correcto.
Mas as senhoras parecem estar muito silenciosas e reticentes à conversa. Será por eu ser um médico, ou por não estarmos a vibrar correctamente, ou por eu estar a falar demais? Qual será?

Pergunta: Não, eu apreciei tudo quanto disse, e gostei do comentário que fez acerca do sentido de humor. Certamente que consigo compreender e encontrar uma relação com isso á medida que procuro manter o meu riso, e esquecer todos os estresses passados e tudo o mais. Realmente apreciei, foi demais.

Dr. Rife: Bom, estás num novo caminho, portanto desfruta dele. É tudo quanto esperavas antes mesmo de vires à Terra, e as coisas que estás a cumprir.

Pergunta: Eu sei que é estupendo.

Dr. Rife: E tu, minha jovem?

Pergunta: E eu também gostei muito de o ouvir e de ler a última palestra que deu. Uma pergunta que eu tenho, em relação à qual ainda me sinto curiosa é sobre todos os químicos e hormonas que são dadas aos animais e às plantas, por ingerirmos todos esses alimentos. E gostaria de saber o quão prejudicial isso será para nós, e que é que poderemos fazer. Realmente não sabemos quando compramos as coisas que colocamos os nossos corpos. Pergunto-me o que será que poderemos fazer para aliviar quaisquer problemas resultantes da ingestão desses tipos de alimentos.

Dr. Rife. Concordo contigo, jovem. Se o homem conseguisse perceber a essência do que está a ingerir no presente, tornar-se-ia num idiota por ter que vomitar a toda a hora. Isso reporta-nos de volta aos velhos alimentos; isso é imperativo. Por exemplo, se eu regressasse à forma física que tive, a dieta a que me submeteria seria constituída por sementes de vida; ou seja as sementes do vosso girassol, por exemplo, e o cardo (mariano) ou voltaria à forma da raiz de salsaparrilha ou mesmo ao ginseng da China, que haverão de descobrir que é a raiz que se assemelha à figura humana e que conduz à força da energia no corpo. Actua como um afrodisíaco; mas também representa uma estamina (energia) que ajuda bastante as células.

Mas haveria de voltar à ingestão das sementes de vida, que são possuem o maior valor. Mas os alimentos actuais são tão prejudicados pelos pesticidas, e também pela poluição do ar, que haverão de ver que é difícil os limentos respirarem e crescerem como deveriam.

E no devido curso estabelecem uma protecção ao vosso redor, e conforme sugeri, falem para as células do vosso corpo, por valer a pena ter suficiente tempo. Por exemplo, gostaria de ver formar-se diferentes clubes no vosso mundo; poder-se-ia dizer, o clube pancreático, ou o clube do baço ou do fígado, sabem, onde um punhado de pessoas se juntasse e conversassem relativamente à forma como apreciam o baço que têm, os pequeninos insectos que comporta que operam para manter o baço saudável; demonstrar respeito pelas várias células que operam em todos os órgãos; essa é a linha de defesa que podem activar dentro de vós.

Sentir apreço pelo corpo é outra forma que têm de expressar essa linha de defesa que devem ter, mas também manter uma atitude bastante optimista para com todas as coisas, de modo a que as células possam operar adequadamente.
Vocês vivem numa cidade, não? Zonas de uma intensa poluição atmosférica?

Pergunta: Não.

Dr. Rife: Mas existe uma condição a que ninguém no vosso planeta escapa. As vossas chuvas são tão impuras presentemente, e destroem a vossa água, que é a fonte de vida. Eu teria todo o cuidado por purificarem a vossa água como linha principal de defesa e prevenção contra qualquer químico que possam encontrar nela.

Pergunta: E com relação à carne, será melhor não ingerirmos carne?

Dr. Rife: Bom, se eu me encontrasse no mundo actualmente, conforme lhes disse, haveria de me tornar vegetariano em todos os aspectos, por perceber que as vossas carnes são medicadas, o que é bastante doentio para as células do organismo.
Mas a carne jamais se faz necessária, e jamais foi destinada à alimentação. Os animais são mestres no cumprimento da vida e transmitem um monte de força de amor incondicional. Assim, procuraria as condições que não passassem pela carne. Haveria de ver que o frango é bom se for organicamente criado. Tu tiveste alguma experiência com a carne organicamente criada, não?

Pergunta: Tive sim.


Dr. Rife: Esses são bons, mas quaisquer carnes – ou especialmente encontro muitos problemas ao observar a humanidade nas doenças de que padece; descubro que muito do desconforto e dor causados ao pâncreas (que provocam inúmeros estados de diabetes em que a insulina se faz necessária por administração intravenosa) porque o que liquida mais o pâncreas do que qualquer outra coisa é a ingestão de qualquer carne de porco. Por isso, evitem-no a todo o custo.

Mas, na medida do que declaraste, as condições das sementes – mordisca essas sementes durante todo o dia, já que a semente do girassol é muito importante. Ou a vitamina C que podem obter dos vegetais, que é mais valiosa do que aquela que conseguem a partir da vitaminas sintéticas; mas elas são excelentes, só que não tão potentes quanto a potência que obteriam das forças naturais da natureza que vejo constituírem um problema devido às chuvas ácidas e à poluição que acomete o vosso planeta.

Pergunta: Doutor Rife, eu tenho estas placas púrpuras que tenho vindo a fazer uso - eu só queria saber o que pensa dela e do seu uso. (NT: Chamadas Gerador de Harmonia Púrpura de Tesla, que constam de placas de alumínio anodizado e posteriormente pintado cujas propriedades energéticas foram modificadas de forma que os átomos e electrões estejam em ressonância com a energia subtil do universo denominadas Chi, Prana, ou Orgónio, são empregadas o aumento da frequência de vibrações da pessoa que as use e a diminuir as vibrações negativas. Supostamente actua sobre dores e ferimentos)

Dr. Rife: Elas acham-se ligadas na posição fixa do que chamam de “Toda a Criação.” Instantaneamente constituem uma reacção positiva em relação à própria força celular. Hás-de ver que aliviará de imediato dores ou desconfortos do sistema muscular ou dos ligamentos, além de lhes conceder uma defesa contra os inimigos naturais de que se vêm rodeados na vossa atmosfera. Mas mais está por vir, porque tentaremos ter o Tesla aqui a falar directamente, o autor da sua descoberta.

Pergunta: Óptimo. Agora gostaria de lhe fazer uma pergunta e saber o que pensa sobre o aborto.

Dr. Rife: Porquê? Não há nada de errado com o aborto, jovem menina. Se verificares a natureza verás que ela aborta todos os dias. Verás árvores que abortam galhos, animais que matam as crias quando são ameaçadas por uma ofensiva qualquer que possa advir de um outro animal.

A condição que a humanidade não percebe, é a de que um feto no seio da vida não se torna numa alma ou espírito vivo até que inspire o primeiro alento de vida. Até aí não passa de uma massa de ossos, de músculos e de células. Reage e move-se num oceano de água no útero por reagir ao processo do pensar por que a mãe passe num dado momento. Por vezes simula as suas atitudes após ter nascido, conforme era popularmente conhecido nos meus dias  como a idade dos “terríveis dois.”

Se um aborto for desempenhado antes dos três meses, ou se estender mesmo até aos três meses, não representará perigo para a mãe, ou a remoção do que chamamos unicamente de actividade celular do embrião da vida em formação

Pergunta: Mas, caso seja feito após os três meses, envolverá algum carma?

Dr. Rife: Não, mas há perigo para a mãe, isso é fundamental. Pode ocorrer cancro uterino, por exemplo, ou danos nas Trompas de Falópio; mas é perigoso após o terceiro mês, para a mãe.

Eles eram usados nos tempos de Roma, mas recua mesmo aos tempos primitivos das expressões meio-civilizadas da humanidade, e deveria ser honrado. Em vez de trazerem uma criança ao mundo para passar fome e se ver desprovida dos afectos maternais, e sofrer mais do que é expelido pela aspiração do que representa o aborto.

Pergunta: Doutor, a pergunta que eu queria fazer é sobre o sistema imunitário e uma droga estranha que entre no organismo. Quando uma pessoa se encontra doente e o sistema imunitário procura curar essa ferida, e aí subitamente é-nos administrada uma droga, que é que sucede ao sistema imunitário? Acorrerá ele para a droga a fim de a eliminar?

Dr. Rife: Cria um problema maior por destruir tantas células, ou corpúsculos das células, quanto destrói aquelas que tenham invadido o corpo enquanto bactérias.

O problema não assenta tanto no que a droga representa, por uma vez mais voltarmos ao que o género humano produz em termos de atitude que tem para com qualquer bactéria que lhe tenha penetrado no corpo. A condição mais significativa do medo provocará uma resposta esmagadora em relação à bactéria e derrota o sistema imunitário. De modo que o médico se vê forçado a dar uma ajuda qualquer. Assim, sim, é prejudicial; mas para poder superar a bactéria, cabe transmitir tranquilidade ao paciente e dispersar-lhe os temores, por isso ser o que poderá conquistar a doença mais do que qualquer outra coisa. Isso ficou provado na forma física, nos meus tempos, ao ministrar um placebo ou, por exemplo, uma pílula de açucar e dizer ao paciente que lhe ministrava uma nova droga ou uma nova pílula mágica que lhe iria curar o estado em que se encontrava. Assim que isso é dito ao paciente ele recupera rapidamente, mas tudo quanto dispõe é da pílula de açúcar, de modo que isso prova este negócio de que a mente domina a matéria.

Pergunta: Certamente. Bom, aquilo a que me referia após ter constatado no caso de alguns amigos que foram hospitalizados, é que lhes foram ministrados tantos tipos diferentes de drogas e tantas formas distintas de testes a ver o que sucedia aos seus corpos. Poderia comentar o caso de injecções múltiplas e das drogas que recebem?

Dr. Rife: Bom, o motivo, uma vez mais, não está tanto na droga ou no que o médico procura diagnosticar; está em reconhecer que muitos pacientes não são nutridos com o acalento do respeito e da atenção que lhes são devidas a eles ou a outros, de modo que inventam doenças ou gozam de uma saúde deficiente e desejam permanecer no abatimento por a depressão decorrente, por não serem tratados como semelhantes, seres humanos.

As observações que faço ao percorrer algumas das ruas das vossas cidades, por exemplo; jamais vi as pessoas sorrirem ou falarem umas com as outras, Jamais vi um homem tirar o chapéu à senhora por isso lhe conferir um sentido da própria dignidade feminina. Jamais vejo gestos de cortesia desses que constituem a necessidade da humanidade – atenção uns para com os outros. Porquanto isso pode provocar essa doença de que falamos.

Pergunta: Também acreditará que o paciente seja afectado pelo que dizemos constituir subnutrição?

Dr. Rife: Subnutrição sob que aspecto?

Pergunta: Alimento, falta de vitaminas ou assim.

Dr. Rife: Bom, vejo a população dos Estados Unidos amplamente nutrida, mas carente de alimento por os alimentos não serem plantados em bons ambientes. E os alimentos que são forçados a crescer à força de químicos são prejudiciais para a anatomia do ser humano; e assim, dir-se-ia que muitos dos vossos alimentos não passa de comida frugal (forragem) que não se faz necessária e que não contém os nutrientes que sugeri à jovem, das sementes que se ingere.

Pergunta: Existe uma enorme diferença, relativamente aos anos trinta, em que o senhor era médico.

Dr. Rife: Bom, quando eu era catraio, eu era sempre encantador, e dificilmente conseguia esperar pela Primavera para ir para fora e comer dentes-de-leão até me fartar e não me poder mexer.

Pergunta: Decerto que temos muitos dentes-de-leão pelas redondezas.

Dr. Rife: Bom, comam a flor amarela (da mesma planta). Não se esqueçam da cor amarela, daquilo que faz ao corpo; a lei do amarelo, todos esses espectros da cor são o que nutrem igualmente o corpo.

Pergunta: As pessoas geralmente nunca comem a flor amarela do dente-de-leão.

Dr. Rife: Bom, nós costumávamos quando eu era catraio – gostávamos de comer trevo (NT: Uma vez mais, a flor amarelada que é excelente para equilibrar a acidez excessiva, acentuando a alcalinidade). Mas não vejo as pessoas a saírem em busca dele, por pelo que me é dado observar, muitas pessoas parecem pensar que se achem poluídas, por alguma vaca poder ter passado e descarregado matéria fecal sobre ele, de modo que não devam comê-lo.

Pergunta: Mas isso só o torna mais doce.

Dr. Rife: É verdade. É natural. É o processo de reciclagem da vida, mas estão a chamar-me, pelo que havemos de debater outras coisas se quiserem mencionar o assunto no futuro, que eu regresso. Foi agradável estar convosco.


Grupo: Obrigado. Volte sempre. (NT: Ele voltaria para falar sobre a gordura de origem cármica, conforme haveremos de ver)




BertraND Russel


Bertrand Russel (1872 – 1970) foi um filósofo Britânico, versado em lógica, matemático, historiador e crítico social. Em diversas alturas da sua vida ele imaginou-se por seu turno um liberal, um socialista e um pacifista. Russel conduziu a revolta Britânica contra o idealismo no início de 1900. É considerado um dos fundadores da filosofia analítica.


Russel entra no corpo de Babbitt e trava conversa com o grupo. Leva um certo tempo a sentir-se orientado no corpo e pede o auxílio do grupo para descobrir onde se encontra, a seguir ao que, os elementos do grupo travam conversa com ele.

Bertrand Russel: Eu sou Bertrand Russel, e fui maculado pelo cepticismo. Fui exilado e pisoteado por tentar ao meu modo trazer à humanidade através do cepticismo um sentido mais pleno de vida como o que está presentemente a atravessar.

Pergunta: Se bem me lembro, você foi um pacifista, certo?

Bertrand Russel: Sim.

Pergunta: Que foi que aprendeu durante a sua estadia no mundo espiritual?

Bertrand Russel: Nem uma só coisa, de verdade. Andei ao redor de outros mundos em busca, junto com outros habitantes, que também têm andado em busca. Encontrei uma maior crença na vida mas ainda me encontro num dilema, por ainda não ter descoberto esse Deus mítico ou caminhos pavimentados a ouro, nem todos esses salvadores do passado. Descubro que ainda me encontro limitado àquilo que conheci na Terra, e embora tenha frequentado diversas aulas de busca espiritual, ainda não consigo estender aceitação a coisa nenhuma.

Pergunta: Conte-nos algumas das coisas que tenha aprendido.

Bertrand Russel: Bom, aprendi o significado de mais coisas na vida, a aceitação do regresso à Terra pelo renascimento. Não me estou por forma nenhuma  apresar, mas descobri em benefício do interesse próprio o que no meu tempo teriam sido os sufragistas. Descubro que a verdade da questão é que o nascimento de uma criança não se transforma numa alma viva até que inspire o primeiro alento de vida. Fico contente por ouvir isso por esmagar a ideia da vida não passar de um conglomerado de células e de tecido até que nasça para o mundo. Tenho-me interessado por essa perspectiva ao participar nestas aulas subordinadas ao sentido da vida e ao propósito que tem. Consigo aceitar tais coisas mas quero alcançar um horizonte mais vasto, e chegar a falar para essa imagem, que creio não existir. Estou a aprender da mesma forma que vós.

Pergunta: Conte-nos algo acerca dos mundos que visitou.

Bertrand Russel: Bom, vejamos. Há muitos. Visitei o vosso Órion que se encontra a anos luz mas que ainda é o que se encontra mais próximo da vossa Terra. Estive num chamado Solarian, que se situa nas forças interiores das energias mais refinadas da vida. Visitei alienígenas, mas claro que eles sempre se interessam por que eu converse com eles acerca dos alienígenas da Terra. Mas aprendi umas quantas coisas, só que não estou capacitado para regressar à Terra, nem tão pouco o quero no presente. Que pensarão as senhoras? Parecem estar muito caladas.
                                                                                                      
Pergunta: Eu estava a prestar atenção enquanto falava. Sou muito adepta do Dalai Lama do Tibete e o trabalho que empreende. O país dele foi invadido pelo governo Chinês e ele emprega meios não violentos para negociar com o governo Chinês. Gostaria de saber se terá alguma opinião acerca do trabalho que ele empreende.

Bertrand Russel: Bom, o homem constitui um mártir ou aquilo que chamariam de salvador. Vocês tiveram o vosso Cristos, é claro, ou o homem chamado Jesus. Tiveram Moisés, e aqueles de elevada instrução filosófica. O Dalai Lama encontra-se no posto certo da vida conforme o encaro, e pelo que me foi dado compreender que corresponde através das próprias formas de pensamento que anima quanto à meditação, no padrão cármico dele, àquela acção de causa e efeito que está a equilibrar-se e que constituiu um tempo em que os seus Tibetanos foram guerreiros que matavam e mutilavam e destruíam. Ele actualmente está a ajustar isso nesta altura em que a paz passa pelo conhecimento, e o amor e a compaixão é para se cumprir. Sê-lo-á num período curto de tempo, embora não consiga mais compreender o tempo. Diria que contribui para uma compreensão mais plena da própria vida.

Pergunta: Que será que provoca as condições de tumor?

Bertrand Russel: Fico satisfeito por ter colocado a questão por só merecer um termo, que é “medo. O medo mata. Já assisti aqui a suficientes aulas ministradas por sábios e sábias para ter noção de que esse medo constante que toda a gente carrega no seu condicionamento da vida interrompe o fluxo normal de cada célula na sua operação para manter o equilíbrio em cada órgão vital do organismo. Além disso, a enorme negação da sexualidade presente no mundo; a retenção da experiência orgástica (o que denota um sentido diferente do que Platão enunciou na conversa que teve sobre a retenção do sémen. O Sr. Russel refere-se mais à negação da sexualidade ou ao orgasmo) provoca um acúmulo de energia de natureza negativa sobre as células do organismo.

(NT: Na verdade, é-me dado entender que estas perspectivas no geral referem a retenção da energia primordial, ou libido como se diz em psicologia, que sempre se expressa, a bem ou a mal)

Negar a força da criação e da procriação é a razão porque em recente debates encontramos homens do clero que são grandes sofredores de cancros da próstata que tem existência ou as grande preocupações cancerígenas que se prendem com a retirado do seio de freiras que no celibato que professaram negaram a força do que se acha na compaixão por toda a vida. Agora, este é o meu ponto de vista, entendem, o que eu aprendi da parte de indivíduos de sabedoria deste lado, nestas diversas salas de aulas da vida. Por isso, é posicionar-se no lugar do medo ou dos condicionamentos ou dos códigos e aspectos morais da vida. A única preocupação que tem sobrevivido a toda a humanidade é a lei do Amor de que creio que o mais recente orador falou. Mas não é amor por uma coisa, mas por todas as coisas quer elas seja da realidade ou possam chamar de ilusão. Assim, superam o medo e superam a doença.

Pergunta: Mas, e como é que superamos o medo?

Bertrand Russel: Pela afirmação constante de serem a força da criação. Não há nada que lhes seja negado; pelo rompimento com todos os condicionamentos que tinham ao entrar no sei da vida antes de nascerem. Pelo desfrutar da força da dignidade de cada célula do vosso organismo. Falam com as células e na conversa que tiverem com elas unam-nas na unidade que representam.

Pergunta: E a que se assemelhará o sistema de Órion e as suas civilizações?

Bertrand Russel: É uma civilização bem avançada; para verem ao que me tive que aclimatar. As formas que eles utilizam são diferentes. Não possuem uma anatomia humana normal que vocês têm. São mais magros. A cabeça é de maiores proporções, e em muitos casos os órgãos vitais são duplicados. Mas encontram-se enormemente avançados no que concerne ás leis da vida e da perfeição, conforme o sentido que conhecem da palavra. E não tenho dúvida quanto às coisas que ouço que ocorrerão, que provavelmente conversarão com um no próximo ano ou durante aquelas coisas que trouxerem mudanças à vossa Terra.

Pergunta: Quando fomos para o oeste uma senhora mencionou os conflitos que se travavam entre as forças da luz e das trevas com respeito a Órion. Alguma vez terá tido oportunidade de consultar a história deles? Será real?

Bertrand Russel: Eles não são infalíveis na raça deles do mesmo modo como aquela existente na Terra. Têm os seus lunáticos que terão escapado à velocidade da sua galáxia e que terão invadido a Terra por formas que não terão conduzido às normas da vida; e procederam a experimentos no campo da ginecologia do nascimento e da concepção. Mas foram recolhidos pela força por patrulhas que os eliminarão por perturbarem os habitantes de outros planetas. Isso não está em concordância com as leis da criação. Por isso, foi apenas uma lição significativa que é dada a alguns que não conseguem entender ou perpetuar os próprios desejos.

Pergunta: Obrigado.



...

Bertrand Russel: Dado que fui um ateísta no corpo do Bertrand Russel do passado, dado que fui um agnóstico na observação das condições materiais da própria humanidade, considerei um favor pessoal que me é dirigido, penetrar no corpo desta pessoa para me dirigir aos ouvidos moucos de uma humanidade em sofrimento. No vosso mundo actualmente tornou-se popular a ideia de que actualmente esteja a suceder uma grande renascença da vida, pelos desejos daqueles que buscam a plena iluminação, e com essa iluminação buscam externamente a pompa através das superstições e das tradições de todas as religiões do vosso mundo presente. Não percebem que os bem-intencionados líderes espirituais dos dias actuais não estão a cumprir com a realização espiritual da vida, mas que estão simplesmente a abrir uma caixa de Pandora para com todas as condições irrelevantes concernentes ao progresso do homem.

Por isso, desde que eu voei para esta energia espiritual da criação plena sou capaz de afirmar livre e abertamente, bem como de forma inequívoca, que sim, existe um Deus, só que não é passível de ser personificado, nem habita templos de grandiosidade nem de grandes formas de exploração, mas que percebo esse Deus em todas as coisas, quer no grão de poeira como nas magníficas energias que rodeiam todas as galáxias e sois com que nem sequer sonhar conseguem na inteligência e lógica que tão populares são nas crenças do género humano dos dias presentes.

É propósito meu esclarecer aqueles que buscam a plenitude de todo o valor espiritual. E com esse desejo colectivo também o vosso mundo penetra numa transição maior do que a que é percebida por todos os meios científicos. Sim, o vosso mundo irá alterar a trajetória orbital que está a seguir; sim o vosso mundo passará a gozar de uma nova liberdade com respeito ao seu propósito e origem, que é uma cobertura ou uma sobreposição da terra, do fogo e do água, e pela aderência ao mesmo irá possibilitar a vida sólida conforme lhes é dado conhecer no vosso mundo do presente. Mas uma vez mais, tais mudanças na plenitude dos sentidos que envolvem, por na realidade aqui representarem não uma figura no mundo, mas uma obstrução, uma sombra nas forças da luz da vida, conforme (os princípios) da fotografia em que acreditam e não nas “fotografias” (imagens) que penetram na vossa força cerebral e força mental, e que os ligam à grandiosidade que representam de Deus por direito próprio, de Cristos ungidos na vossa própria energia - dons do espírito esses que se acham amplamente abertos a todos.

Dirijo-me apenas àqueles que se abrem amplamente à plenitude do significado que têm no mundo, que não assenta no acidente nem na coincidência, o que significa que a minha vida foi puramente acidental e que fico satisfeito por me ter dispersado desse mundo da carne que me dificultou a compreensão superior da vida e me revelou que a continuidade da dor e do sofrimento é criada pelo homem e produzida pelas restrições impostas pelas suas próprias limitações, em vez de perceber a plena fonte ilimitada do seu ser. Assim, a quantos se me desejem dirigir, eu estou aberto às vossas perguntas.

Pergunta: Eu gostaria por lhe pedir se poderia fazer o favor de dizer alguma coisa… creio que a maioria de nós ficará confusa e que se deixe apanhar nas malhas do pensar do ego ao pensar que de algum modo seja uma coisa, uma coisa sólida que devamos salvar da morte e tudo isso, quando na realidade se trata de um processo, o que eu creio que seja de qualquer modo. Será mais um movimento do que uma coisa concreta. Poderia fazer o favor de falar sobre isso?

Bertrand Russel: Primeiro, eu tive a delicadeza de me identificar, pelo que lhe peço que seja respeitador e se identifique.

Pergunta: Eu chamo-me Jeff Thompson.

Bertrand Russel: Então, em resposta à pergunta que me dirigiu, a mente vê-se constantemente limitada pela sua personalidade - a fachada da carne envergada por sobre o espírito – e não percebe a essência plena da sua criação total.

Pergunta: Sr. Russel, chamo-me Mélanie Turner. Que acha que resolveria as dificuldades que a nossa civilização atravessa presentemente, que acha que melhor poderia curar o planeta?

Bertrand Russel: Não existe uma solução, por o mundo ter passado além daquilo que chamam de “ponto irreversível.” Assim, uma vez mais, o vosso mundo entra nas suas convulsões do mesmo modo que aconteceu no passado. E a aceitação de que do caos total vem a percepção plena da própria vida, do seu significado e propósito, formando desse modo todos para uma solução perfeita para aquilo que chamam de “perfeição.”

Charles Happgood: Com isso presumirá possivelmente que venhamos a envolver-nos numa guerra generalizada ou…?

Bertrand Russel: Vocês acham-se agora envolvidos numa guerra que se transforma numa condição generalizada maquinada por uns quantos indivíduos que vão além da ganância e que buscam o domínio do mundo. Não culpem as nações do vosso mundo, mas aqueles que vos controlam o dinheiro e os vossos modos de vida ambiental.

Pergunta: Parece-me dar-se um enorme empenho por conter a maré no sentido da salvação do ambiente e por fazer alguma coisa de positivo. Isso estará por esta altura a revelar-se infrutífero, ou…?

Bertrad Russel: Conforme afirmei, essa salvação do ambiente passou além daquele ponto de irreversibilidade. O homem teve a sua oportunidade de criar um jardim de beleza, ou de fazer (da Terra) o seu local de limitação e de negatividade. Assim, pela aceitação das limitações e do materialismo da vida ele negou a própria perfeição em que busca a compreensão de si mesmo e de toda a criação… Assim, conforme declarei, eu fui um ateu. Eu descobri o meu deus, mas o meu Deus era eu próprio. Mas se eu tivesse optado por me voltar para dentro, e afastado a atitude de agnóstico que mantive na minha mente, então poderia ter percebido uma glória maior da expressão da vida sórdida que levei. Eu deixei a Terra mais no desapontamento do ressentimento e do cinismo, mas dirijo-me apenas às mentes iluminadas e não àqueles que fazem ouvidos moucos aos grandiosos valores da espiritualidade.

Presentemente deixo-os.



EDGAR CAYCE

Um dos maiores profetas e clarividentes do século 20. Colaborador do Dr. Seymore Weiss, a mediunidade de Cayce possibilitou que o Dr. Weiss diagnosticasse doenças e sugerisse remédios. Cayce também forneceu leituras de vidas passadas a milhares de pessoas.


A DESCRIÇÃO DA SUA VIDA E DO RELACIONAMENTO QUE TEVE COM O DR. WEISS

Cayce: Bom dia para todos. Lamento interromper-lhes o discurso, mas disponho somente de uma certa quantidade de forças para vir e falar-lhes a todos os que estão a ouvir esta conversa. Conseguem ouvir bem a minha voz, ou devo tentar falar mais alto?

Grupo: Nós ouvimo-lo bem.

Cayce: Nunca falei muito alto. Bom, dou por mim do outro lado do totem, poder-se-á dizer, e venho na companhia de um colaborador que tive enquanto no corpo. Creio que já conhecem o Dr. Weiss, não?

Grupo: Conhecemos, sim.

Cayce: Sim, bom, sou Edgar Cayce, e quis aqui vir, e com o sapato no outro pé, ver como é estar num corpo diferente num tempo diferente da Terra, com pessoas que parecem ser propícios a este trabalho que irá ganhar um enorme destaque no ano que vem conforme o Sr. Cole diz.

Algumas das profecias que fiz, evidentemente, não se comprovaram como deveriam de acordo com o tempo, mas lamento dizer que no condicionamento do tempo, as forças do pensamento do livre-arbítrio das pessoas em coletividade podem mudar o destino traçado que possa ter visto na altura.

Assim como as do grande vidente Nostradamus, ou as de todos os homens e senhoras que estiveram envolvidas no esforço espiritual; o que não quer dizer os do meu tempo que buscaram a hipnose para falar com os filhos que tinham sido mortos da guerra. Foi uma posição popular, diria eu, a do espiritualismo, que teve o seu tempo, mas a essência da continuidade da vida não pode ser abalada por nenhuma forma de ciência nem por ninguém que deseje uma completa prova.

Percebo que ninguém – mas se eu estiver a falar de mais, digam-me para partir.

Grupo: Nunca. Nem pensar!

Cayce: Ninguém poderá honestamente dizer, nas percentagens das matemáticas, que acredita no contínuo processo da vida, por precisarem testemunha-lo primeiro, por intermédio de um sentido espiritual, parente dos sentidos físicos, e dos sentidos que se situam além do corpo físico.

Assim, vocês vivem actualmente num momento da frequência de vibração em que essa ciência alega, e como as pessoas na Terra habitualmente diriam, que o homem constitui um enorme erro das galáxias; que o seu objectivo final esteja em se tornar estrume para o jardim. Este é a perspectiva que têm. Mas agora descobrirão mais do que em qualquer outra altura no presente século, que as pessoas andam em busca dos dons da intuição, da intensidade da imaginação, de que a ciência sem dúvida alguma zombaria nos seus momentos de lazer.

Mas vocês sabem, pergunto-me se alguma vez terá ocorrido às pessoas, a terrível existência que não teriam na Terra se não dispusessem de imaginação. Expressem com liberdade por meio de expectativas e de ideias que brotam do coração e da alma, recordações reais de vidas que tiveram no passado. Poderão dizer que sejam fantasias, só que pensamento algum, quer inspirado ou não, desejo ou sonho algum será apenas uma volúvel quimera. É em vez disso u processo de sintonia na direcção de alguma vida ou algum incidente experimentado há milhões de anos.

Assim, afirmo que a vida constitui uma fragrância fantástica e bela em que assim que o homem alcança a plena autoestima do seu espírito e alma, comece a ver os horizontes mais vastos em dimensões exteriores do que passará a ser mais visto por eu ter sentido e lido a palavra sagrada; de facto li-a página a página a cada ano da minha vida. Mas depois, também me é dado descobrir, que não passam de fios rompidos da tapeçaria dos grupos Essénios, ou daqueles santos de Qumram em que Jesus, conforme descobri, terá aprendido as maneiras delicadas de aparecer e desaparecer, ou de alimentar milhares de pessoas do prana contido no oxigénio, que alimenta a substância física. Por o corpo físico exigir muito pouco alimento, por no esquema de toda a vida, seja ele qual for, representa o dom dos sentidos do corpo e daqueles que interagem a partir de todas as coisas no vosso plano da Terra e nutrem a força interior daquilo que designam por espírito ou pão.

Mas sabem que mais, o aroma de uma rosa pode valer-lhes por três refeições se ao menos lhe apreciarem a fragrância e colocarem uma pétala nos lábios e a trazerem a vós com todo aquele amor de que falam – a luz, a alma suprema ou unidade espiritual de tudo, a vibração e a energia.

Mas ao contemplar o meu maior desapontamento que tive na pessoa do meu filho Hugh Lynn, é um desapontamento que se deve a ele ter tentado conduzir o material da crença ao espírito, mas ele próprio não tenha tido as qualificações nem a sensibilidade para se voltar para a iluminação do seu espírito. O meu filho não foi humilde; o meu filho deixou-se apanhar numa atitude do tipo “mais santo do que tu,” e desse modo deslocou-se na sua vibração. Por não o ver – embora não lho desejasse – que tenha sido uma criança espiritual, nem estivemos nós por forma nenhuma unidos. Somente no passado, quando ele foi um médico, e vivíamos juntos no que foi a velha Roménia no vosso mundo; mas também pela sua recusa de servir na humildade da vida. Desse modo a história espiritual da humanidade repetiu-se, e lá está ele a vibrar na sua mágoa, um mundo solitário de isolamento.

Mas ninguém tem parentesco, por todos constituírem uma ilha isolada daquela magnífica energia da criação, e não criador. Não existe personagem místico nenhum nos céus. Existe somente a deslumbrante beleza das forças vibratórias, e poderão conhecê-las pelas ondas dos vossos oceanos à medida que tocam as vossas praias. Mas também elas entoam um cântico celestial a que o homem não dá ouvidos. Mas agrada-lhe o som das ondas, por os íones existentes nessa atmosfera da Terra lhe trazerem saúde e auxílio à química incerta do corpo.

Mas estamos a entrar - deverei partir?

Grupo: Não, estamos a gostar da sua conversa.

Cayce: Assim, estamos a entrar num tempo em que uma vez mais a condição da mulher se torna da Divindade da criação, por a sensibilidade e intuição, imaginação e força do amor de que goza, e a capacidade de ser doadora de vida, e alguém que recebe vida do seu companheiro. Mas uma vez mais, quem não será vítima das leis da criação, das leis da atracção?

Mas uma vez mais, haverão de ver, aqueles que se acham aqui reunidos – mas atrevo-me a dizer, ao olhar para vós, que cada um tem uma missão espiritual à sua frente – que verão agora à medida que as convulsões da natureza usurparem o vosso ar, o fogo e a água. Estranhos acontecimentos serão vistos pelas multidões na vossa atmosfera e nos céus do vosso mundo e mais começarão a entrar em sintonia com vozes, sensações que não conseguem entender. Esses são os pobres que precisarão ajudar, por não poderem esquecer que eles se acham condicionados pelas falsidades das religiões inventadas, já que não sabem em que acreditar nem para onde se voltar.

Assemelha-se a respeitar cada com a sua autoestima e a avançar por entre as fronteiras da verdade por eu ter descoberto com toda a sinceridade que, embora a crença que tinha no corpo do Cayce que tive se baseasse num Deus personificado, ainda assim encontro-me actualmente capacitado para descobrir que essa força omnisciente é a força que conhecem como Verdade.

Mas não tem que ver com o facto de contarem mentiras inofensivas uns aos outros, a que chamávamos diplomacia e tato nos meus tempos. A verdade reside dentro de vós mas deem ouvidos ao velho provérbio: “Sê verdadeiro para contigo próprio.”

(NT: De Shakespear, Hamlet, Cena 1 Acto 3: “Se acima de tudo para contigo fores verdadeiro não poderás ser falso para com nenhum outro homem.”)

Ousem pronunciar as vossas crenças com suave e delicadamente, como os ventos que acariciam os vossos campos de feno. Por todos estarem em busca de respostas para as suas forças da vibração e saberem interiormente que cada um de vós lhes poderia dizer alguma coisa, mas na vossa hesitação será somente por não se terem aberto amplamente para um dom talentoso.

E assim haverão de ver que todos vós possuís dons do espírito. Eles aumentarão e arrastá-los-ão para a plenitude do vosso nascimento num novo mundo e num grandioso assombro. Mas reforçam a ideia da falsa crença ou da acolhedora esperança no coração humano, da existência de um Pai Natal nos confins do espaço, que escuta as vossas orações e as súplicas de auxílio que proferem. Mas tal figura não existe.

Por todos constituírem Deus por direito próprio. Lembrem-se de fazer uso disso na força da vossa humilde compaixão. As leis imutáveis da força de Vishnu não fazem distinção da carne humana nem do vosso mundo nem dos seus domínios. Por a Criação não ver o que chamam de agonia e morte e tortura nem as desumanidades que o homem pratica contra todas as coisas. Por o grande segredo residir no autoconhecimento, poderão destruir a forma, porém, jamais o espírito.

E o Espírito, tal como o ímpeto biológico do nascimento e do renascimento no canal do parto do corpo, comanda e exige essa continuidade da vida, mas estão à vontade para encarar isso como uma injustiça, ou como uma forma dócil da natureza dizer: “Alinha o ventre da vida pela plenitude do amor.”

A natureza é persistente por na Terra, em dias determinados, buscar a força da criação uma vez mais e o direito de satisfazer essa criação. Ainda assim, entristece-me pensar na hipocrisia que a humanidade demonstra ao não perceber que toda a pessoa na terra possua o direito inalienável de tomar as suas próprias decisões.

Mas que o homem poderá brincar de Deus com os sentimentos de outra pessoa e dizer que o aborto, o divórcio, e todos os presentes estados por que passam na Terra constituam pecado? Creio que em eras passadas da história terá existido um papa sensato que terá dito que a humanidade se encontrava tão enredada na culpa do pecado original que se esquecera de que não existia inocência original nenhuma.

Assim, que fiquem em paz é o que eu gostaria de dizer, meus filhos, por estar muita coisa por vir pela frente. Mas o vosso mundo renascerá de novo, e se abrirem as vossas portas espirituais para com os céus exteriores, verão que a fada fôlego um milhão de mundo que nascem, um milhão de Terras que perdem a sua capacidade funcional. Mas todos crescem até àquela colha efervescente de vida, àquela continuidade da verdade; mas afinal de contas, eles iniciaram o processo.

Perdoem-se se falei demais, mas acho a vibração agradável, e estou ansioso por continuar o meu trabalho.

Pergunta. Poderia fazer-lhe uma pergunta, Edgar?

Cayce: Caso queiram que continue, mas não me quero impor forçadamente a vós.

Pergunta: Edgar, eu li alguns dos livros da sua vida, mas não sei como aferir a verdade que encerrem. Mas uma coisa que nunca me saiu da mente foi que sempre ensinou catequese. Será isso verdade? Foi uma pessoa da Bíblia?

Cayce: Fui, mas não te esqueças que ensinei encargos a inocentes da terra que necessitavam dessa compreensão específica – não das minhas palavras, por as palavras não serem importantes. Eram as mensagens implícitas que vibravam entre mim e as crianças. Mas embora questionasse muito o sentido literal da palavra, fui afortunado ao conhecer essas crianças e pessoas em vidas anteriores quando fui um professor. A lei da atracção trouxe-mas a mim uma vez mais. Segui o modo convencional da Igreja, mas não esqueçam que também emiti um espírito de verdade para com as crianças, eplo que servi por essa forma.

Pergunta: Então, poderei dizer que usava a Bíblia só que à sua maneira?

Cayce: Não na forma que era costumeira crer, não. Não posso dizer que me sentisse confortado com a Bíblia, por grande parte dela ser redigida no vernáculo das ruas, cuja aceitação tinha dificuldade em assumir. Nunca consegui entender, por exemplo, o Levítico do Velho Testamento, onde constantemente adverte: “Não resistas ao aguilhão, ou ao poder quando é grande.” Bom, essa dificilmente é uma citação que usem nos vossos círculos sociais. Mas, é claro, todos a conhecer-se uns aos outros, e Maria a José. Era uma batalha constante; os catraios, as crianças queriam saber o que é que esse “conhecer” significava. Mas era igualmente difícil, nos meus dias, abordar as questões do que se passava a coberto da família, sabem.

Pergunta: Bom, a razão por que pergunto acerca da Bíblia – não é que esteja a tentar pegar consigo, tudo quanto quero que faça é que apresente às pessoas que sejam seguidoras literalistas da Bíblia o que terá descoberto nas doutrinas da Bíblia, em comparação com a forma como as pessoas ensinam a Bíblia hoje, como os evangelistas na televisão.

Cayce: A religião tornou-se num escárnio, muito mais no vosso mundo moderno. Mas não podem culpar os evangelistas por tirarem proveito da credulidade das pessoas; eles percebem os condicionamentos, mas se procurarem mais fundo por entre os esforços eclesiásticos, descobrirão que inventaram histórias e que haveriam algumas verdade vistas de forma mais confortável na Bíblia do “cinturão do milho,”
(NT: Região mais especializada no cultivo do milho nos Estados Unidos, chamada cinturão dos grãos)
que se encontram enterradas nas parábolas, verdades de força espiritual. Mas, agora a vantagem está em ver as religiões desabar, as igrejas e a casa da moléstia a que chamam de Vaticano serem arrastadas para o fogo da dúvida, por nada ficar de pé a menos que se erga em fundações de verdade.

Sabem que há algumas velhas palavras que sou capaz de recordar: “Os moinhos dos deuses moem devagar, mas moem fino.” O que significa que poderá levar dez vidas até que a justiça venha a ter lugar no vigor dos indivíduos, das populações, ou mundos. Mas, mais uma vez, lembrem-se de que precisam perder o conforto que têm pelo tempo, pelo calendário e pelo espaço, por aquilo que são ser o momento da vibração dentro da força do vosso corpo.

Pergunta: Edgar, que pensa da A.R.E., a fundação que foi estabelecida em sua honra na Virgínia?

Cayce: Não serão bem-sucedidos, por não mais vibrarem naquela área específica da vibração em que ensinei no presente. Mas conforme te disse, o meu filho Hugh Lynn fornicou com o trabalho da minha vida a um tal ponto que já não representa a chama da verdade, mas antes um negócio em que ele se viu aprisionado, por intermédio da sua própria intelectualidade.
Reparo que os outros não estão a falar, mas o provável é que se sintam aborrecidos comigo, e queiram que me vá.

Grupo: Não, estamos apenas a ouvi-lo.

Cayce: Desejaria que fossem ávidos na busca de questões, mas não desejo colocar palavras na boca deles.

Pergunta: Eu tenho uma pergunta a fazer. Que é que vê quando olha para as pessoas da Terra com respeito às presentes crenças religiosas que têm em comparação com as de há um tempo atrás?

Cayce: No colectivo da humanidade, já o vemos numa ruína. Mas contemplo o vosso mundo e vejo agonia e desespero nas almas dos homens e mulheres. Vejo-o no aviltar da natureza, que clama por alívio da espada e da serra do homem. Mas ainda é considerado pelos indivíduos, por ainda haver outros que devem levar adiante a espada do espírito. Eu fiz a minha parte. Agora compete a vós fazer a vossa. Porque à medida que a natureza entra cada vez mais em convulsões, conforme me é dado ver um anel de vulcões a entrar mais em erupção cada vez mais mortais, e vejo os maremotos a varrer terras que para vós pareceriam irredimíveis. Mas não é um desespero. Mas sempre, quer seja neste mundo ou noutro qualquer, continuaremos a lutar na plenitude da verdade.
Possam as bênçãos divinas da verdade tocar cada um de vós.


Dr. Seymore Weiss

sobre a relação que teve com edgar cayce
a origem do vírus da sida
a sexualidade e a saúde

Dr. Weiss: Sim, sou Seymore Weiss, médico para com e que trabalhou por intermédio de Edgar Cayce. Entrei neste momento específico não com base na preocupação com questões de saúde do indivíduo, mas ao invés por preocupação para com o mundo com base nas condições negativas do corpo que se fazem agora sentir de forma rampante através das vossas sociedades.

Pergunta: Bom, Dr. Weiss, antes de entrarmos isso, poderia responder-me ao seguinte: Você é o médico que que trabalhou através de Edgar Cayce, que melhor ficou conhecido por "O Profeta Adormecido," certo?

Dr. Weiss: Correcto.

Pergunta: Então, quando ele entrava em transe profundo a fim de produzir os seus diagnósticos, você fazia parte disso, certo?

Dr. Weiss: Era eu. Eu encarreguei-me por completo da forma física dele, querendo com isto dizer que ele não retinha nenhuma memória do que acontecia durante o que designavam por hipnose profunda.

Há duas preocupações de relevância que temos em relação à Terra: Primeiro, consideram aquilo a que chamam esgotamento do sistema imunitário. Em segundo lugar, estão muito mais preocupados com uma compreensão profunda do que designaremos por sexualidade da humanidade e do próprio mundo em si mesmo, e como as leis da criação ou procriação alinham pelo que chamamos o verdadeiro retracto da saúde tanto no corpo, no cérebro, como no próprio corpo espiritual.

Primeiro, a condição que causa o esgotamento da imunidade do corpo foi causado há anos por vírus injectados em indivíduos de carácter questionável, conforme lhes chamam. Poderíamos dizer, voluntários com inclinação de cariz homossexual.

A tentativa feita com o vírus escapou à detecção do que se pretendia que fizesse, de forma que atacou o sistema imunitário da humanidade, e vocês enfrentam uma condição galopante que não parece ter cura: Contudo, encontrei um outro médico aqui nas energias, conhecido como Dr. Rife. Ele foi um cirurgião ou médico que aceitou a verdadeira teoria da vida, de que as coisas vibram numa frequência específica de energia. Ele descobriu que o problema dessa doença - por exemplo, a malignidade das células ou cancro - se devia à fuga do vírus através do processo que é conhecido por filtragem.
Ele descobriu e inventou o processo da maquinaria vibratória, digamos, uma máquina que conseguia liquidar qualquer vírus de natureza negativa nus poucos tratamentos pela submissão a essa máquina.

Pergunta: Está a falar sobre a Sida e o cancro, que constituem as epidemias dos dias actuais.

Dr. Weiss: Bom, não nos fiquemos por uma doença mas todas. Ele era o que designariam por visionário; um clarividente que podia olhar ao microscópio e apurar as condições da célula, para além do que designaremos por seus colegas que só o investigavam a olho nu. Bom, ele chegou a ver e a entender a experiência vibracional de cada célula e ao redor da célula. E se conseguisse conduzir a vibração a um equilíbrio (o que representa uma das leis do universo) ele conseguiria curar tais condições. Por aquela unidade que todos buscam, por exemplo: a acção feminina ou receptiva da vida, oposta à acção positiva da masculinidade da vida - ou seja, conduzir os opostos a uma unidade pelo equilíbrio da vibração, ele poderia curar essas condições de imediato.

Mas parece que o vosso mundo da humanidade, digamos que devido à ganância, as suas máquinas foram destruídas e ele foi colocado na prisão para aí acabar por morrer. Mas na esperança de que um assistente agora se mova na sua liberdade do aprisionamento, deva tentar reactivar algumas das notas que foram salvas, e talvez uma vez mais se possam verificar curas maravilhosas: e não me refiro a alívio que só um médico pode dar, mas cura para todo o mundo, junto com uma profunda compreensão da riqueza espiritual, ou uma vez mais, o equilíbrio da vida que o mundo não parece ser capaz de operar no presente.

Pergunta: Por outras palavras, os benefícios, que referem que para todas as doenças existe uma causa.

Dr Weiss: Causa e efeito.

Pergunta: Certo, portanto, se nos livrarmos da causa, o efeito quase se curará a si próprio.

Dr. Weiss: Exacto.

Pergunta: Bom, com respeito ao Edgar Cayce, disse que tudo quanto era proferido por Edgar Cayce era informação transmitida por si, ou seja, é capaz de lidar com diagnósticos de uma forma mais simplista do que a ciência médica, como as compressas de óleo de castor e coisas do género?

Dr. Weiss: Bom, nem tudo tinha cabimento na minha competência, por eu ter que penetrar diferentes dimensões dotadas de uma força mais expansiva para poder descobrir o conhecimento de que carecia do que poderão designar por mestres.

Pergunta: E vocês encontrava esses mestres no seu lado, ou noutro lado?

Dr. Weiss: Correcto.

Pergunta: Muito bem, e esses mestres transmitiam-lhe a informação e partilhavam-na consigo, ou investigavam juntos, ou como era?

Dr. Weiss: Tratava-se mais de uma convocação de diferentes forças energéticas que compreendiam as leis da criação, a forma como operavam, e no que a preocupação da humanidade, que curiosamente, o vosso planeta Terra é o que mais se acha mais afastado do centro criativo da própria unidade, ou seja o que for que lhe queiram chamar.

Pergunta: Bom, gostava de verificar uma coisa, Dr. Weiss, sobre quando o Edgar Cayce inicialmente - ele era um fotógrafo que costumava adormecer na sua câmara escura de revelação das fotografias - quando foi que soube que iria assumir o controlo, e controlá-lo de um tipo de energia possessiva na sua mente - trabalhar com ele através das leituras de transe?

Dr. Weiss: Bom, estendamos a tua percepção um pouco mais do que o fundamento no negócio de uma vida. Não te esqueças que todos exercemos atração uns sobre os outros. Nós, o Edgar e eu próprio somos uma célula de energia espiritual que se dividiu, podíamos dizer, no começo de toda a criação.

Pergunta: Por outras palavras, nasceu nela.

Dr. Weiss: Correcto, mas o poder que ele tinha, poderia dizer, na verdade era parcialmente meu quando me encontrava na unidade de todas as coisas, que o moveu em diferentes vibrações das dos meus próprios interesses. Mas gradualmente, a lei da atracção reuniu-nos e ele veio a servir nas energias sólidas da Terra e da carne ao passo que eu servi no mais refinado das energias.

Pergunta: Bom; sinto curiosidade em saber porque razão no tempo particular em que viveu, um pouco  antes do Edgar Cayce, não foi?

Dr. Weiss: Certamente. Mas o viver constitui a continuidade de toda a vida. Nada alguma vez morre ou definha, a menos que careça da nutrição da companhia e da plena compaixão de toda a vida, em todos os planetas, e vibre numa plenitude de atracção umas em relação às outras, e seja essa compaixão que mova toda a vida rumo ao seu derradeiro objectivo da verdade.

Pergunta: Além disso, fez isso por opção ou foi seleccionado para vir ao encontro do Edgar Cayce especificamente?

Dr. Weis: Não fui seleccionado mas conforme referi, terei conhecido o Edgar como um duplicado homólogo da energia daquilo em que formávamos uma totalidade ou unidade de vida - afastando-me disso em diferentes direcções, mas servia o mesmo interesse no que dizia respeito à humanidade.

Pergunta: Então, as suas expectativas foram satisfeitas?

Dr. Weiss: Foram, mas lembrem-se, não é uma só humanidade. Existem mundos que pululam de vida e que constatarão em anos futuros, outros planetas que se movem ao longo da periferia do vosso mundo.

Pergunta: Por outras palavras, iremos ter visitantes de outros sistemas planetários?

Dr. Weiss: Sim, mas a atracção que é produzida na maioria dos modos, tal como estão a ouvir falar disso e o veem nos vossos filmes. E as pessoas acham-se profundamente interessadas no facto de virem ou não a salvar esta raça da humanidade.

Pergunta: Mas pela percepção actual que tem, poderemos nós, poderão eles...?

Dr. Weiss: Não posso classificar isso, jovem, por não ser versado nos modos da profecia ou do que designam por estar à frente. O meu interesse centra-se unicamente no que Hipócrates ensinou na expressão do simples serviço que prestou à humanidade. Creio que encontrarão essa máxima por todas as vossas escolas médicas, que é a de "não causar mal algum." Por outras palavras, a natureza faz 95% da cura e o médico 5%.

Pergunta: Na recomendação que faria relativamente a uma questão tão simples quanto a pressão arterial alta, que poderia possivelmente em relação a isso?

Dr. Weiss: Quer falemos da condição da pressão sanguínea alta ou falemos da condição da diabetes, ou de uma pulsação acelerada ou de um coração vacilante, podemos responder-te por um entendimento colectivo de toda a humanidade, de todo o vosso reino vegetal, todo o vosso reino animal. Mas isso é presunção do saber do género humano, o de ser superior a tudo quanto o rodeia. Pelo que tudo quanto edificaram em temos de tecnologia não passa de condições - digo condições de estresse, ansiedade, incerteza, profundezas da solidão que só podem conhecer. Todas essas interacções, acções e interacções, são o que movem a lei do equilíbrio de todas as células, de modo que elas não operam no seu funcionamento normal do que designam por interesse terreno.

Pergunta: Está bem. Bom, vocês encontra-se sentado a meu lado, no corpo do Babbitt. Ao se ver na prisão dessa pessoa, conforme lhe chama, ou habitáculo ou templo, poderá perceber alguma coisa com respeito a mim (que me encontro sentado a seu lado)? Tipo tocar-me com respeito a alguma coisa física que possa apresentar-se mal?

Dr. Weiss: Com respeito aos diagramas coloridos do teu espírito, alma e corpo, o espírito apresenta matizes de um violeta forte que te conduzem no sentido da força da intensificação do amor  que te provoca os momentos de, digamos, uma agradável ansiedade por encontrares a realização dessa solidão (que discuti antes) ou querer atingir o âmago da vida que se avizinha de vós. Aqui observamos a alma, ou a casa das recordações, que são as tuas vidas e experiências anteriores, e essas traduzem-se por profundos matizes de azul. Portanto, isso situa-te na "verdade da percepção de Deus" que se encontra à vossa frente. O corpo opera em tons de laranja, que representa o equilíbrio da consecução que está a ficar mais forte. É a força da cor que opera as leis da criação e da procriação, ou do que designais por sexualidade.

Pergunta: E com respeito aos amarelos e verdes?

Dr. Weiss: Os amarelos e verdes constituem os tons mais leves daquilo que não opera no espírito. Elas expandem-se mais para o exterior a partir do que diremos serem as vossas recordações da alma.

Pergunta: O mesmo em relação ao vermelho. Considera que essa seja a cor de uma vibração mais baixa?

Dr. Weiss: Bom, baixo no sentido de não possuir a força da energia que encontram no espectro das outras cores.

Pergunta: Então, por outras palavras, essas cores que acabou de referir - isso será o que percebe que me rodeie ou que eu emane?

Dr. Weiss: Certamente.

Pergunta: Será assim que percebe a vida material actualmente?

Dr. Weiss: Tu és material!

Pergunta: Pois, eu sou físico, mas perceberá toda a vida humana por tons coloridos, tipo auras e coisas dessa natureza?

Dr. Weiss: Certamente! Todas as coisas operam por cores, e só por terem uma forma sólida não quer dizer que sejam sólidos. Na verdade operam numa ilusão, numa corrente da mais refinada energia. Vocês aceitam a força sólida por constituírem uma força sólida, contudo, inconsistente em relação a todas as coisas que os rodeiam.

Pergunta: Então, por outras palavras, estou de perfeita saúde?

Dr. Weiss: Não vejo nada de errado em relação ao teu corpo físico, nem tão pouco ao teu espírito ou alma. Sinto que enfrentas longevidade, e que ainda nem sequer alcançaste o começo das percepções com relação àquilo com que trbalahas – aquilo que se ecnontra pela vossa frente, mas se avizinha agora de vós de um modo muito completo.

Pergunta: Por outras palavras, pareço estar de saúde, não?

Dr. Weiss: Eu diria que sim.

Pergunta: Isso é encorajador, bastante encorajador. Agora, virá a verificar-se alguma mudança? O Edgar Cayce realmente deixou a sua marca no mapa, em especial no que toca à nação dele e ao redor do mundo; os remédios que prescrevia vendem actualmente e ele é encarado como tendo sido um grande profeta. Será alvo de algum encorajamento ou, estou á procura de termo que traduza “aplauso” pelo que fez por ele?

Dr. Weiss: Eu não creio que aplauso…

Pergunta: Crédito.

Dr. Weiss: Credito ou fama, sorte e tudo isso que é consideração aqui – certamente não me é devida. Não foi o Edgar nem ninguémn da sua família quem se sacrificou um tanto para ele poder fazer aquelas coisas a que chamam “leituras.”

Pergunta: Por favor, comenta com respeito aos médicos de hoje e a sua educação).

Dr. Weiss: Bom, os doutores da vossa época actual padecem de uma enorme fraqueza que eu creio que Hipócrates não explicou ou expressão na sua preocupação com respeito ao bem-estar da humanidade. Os médicos pecam pelo mal de estudarem as doenças em vez da saúde, e vocês atraem a vós aquilo que estudam. De modo que atraem doença assim como atraem riso. Trata-se do caso do que prefiram atrair a vós próprios.

Pergunta: Eu sei que os médicos tratam, mas não curam. A que se deverá isso?

Dr. Weiss: Eles não têm a capacidade de curar, por em si mesmos, por em si mesmo saberem que podem aliviar uma condição mas não curar. Cabe ao indivíduo manter uma lei de equilíbrio com o espírito, alma e corpo, ou perder a essência da vida que se acha no seu corpo.

Pergunta: Então, a força de cura acha-se dentro do próprio indivíduo?

Dr. Weiss: Ao longo de todas as escrituras Sânscritas que virão a descobrir em tempos vidouros, da sociedade Cóptica da vossa pirâmide de Gize, de que tu fizeste parte, mas não recordas – que se abrirá amplamente e informações concernentes às simples expressões do “médico cura-te a ti mesmo,” ou “assim como o homem pensa assim é.” Estas foram todas as leis que foram apresentadas desde o próprio começo da criação, mas o homem destruiu-as com os seus pontos de vista materialistas. É bom ter assento nas atitudes materialistas da vida, mas vocês precisam do equilíbrio e da essência da força espiritual, caso contrário murcham na vinha da vida.

Pergunta: Então, por outras palavras, ter uma boa atitude de pensamento positiva, coisa em que o aspecto da visualização certamente nos poderá ajudar.

Dr. Weiss: Bom, jovem, é disso que se trata. A vida traduz-se por toda uma série de atitudes. Em que assentam as tuas a cada instante? Devo deixar-te mas retornarei.



Dr. Seymour Weiss

CANCRO E EXPRESSÃO DE ENERGIA EMOCINAL/MASTURBAÇÃO E ORGASMO 1993




Este é o Dr. Seymour Weiss, que serviu de controlo para o homem Edgar Cayce, quando ele se encontrava no vosso mundo, por vezes nas leituras e todos os interesses relacionados com as fontes espirituais e materiais de cada indivíduo.

Como poderei servi-los?

Pergunta: Boa noite, Dr. Weiss, uma das minhas amigas, foi submetida a biopsias em ambos os seios para remover uns caroços, e foi-lhe sugerido fazer uma mastectomia no direito, mas ela dirigiu-me uma série de perguntas que me pedia para lhe colocar com respeito à questão. A primeira, é que ela queria saber se irá ficar bem. Outra é se essa mastectomia será necessária. Acho que esta deveria ser a primeira pergunta.

Dr. Weiss: E que sintoma ela apresenta?

Pergunta: Supostamente ela apresentará uma condição pré-cancerosa ao longo de todo o seio, ou terá sido isso que lhe foi dito. Ainda não se terá desenvolvido num cancro por completo, mas por parecer estar a alastrar e ter desenvolvido caroços, um dos quais foi removido anteriormente para reaparecer posteriormente, foi-lhe recomendada uma mastectomia.

Dr Weiss: Eu não concordo com a remoção do seio ao ver o corpo celular da pessoa em questão, por os sintomas se acharem mais ligados à supressão do sistema endócrino que está relacionado por completo com a força dentro do próprio corpo. O enfraquecimento das sinapses, ou impulsos nervosos, que se estão a processar em câmara lenta em resposta, é visto como o problema mais significativo na supressão dos instintos maternais nela.

Parece apresentar um ressentimento que foi gerado no momento da concepção, entre o esperma e o óvulo, as influências da estrutura celular da mãe, e, claro, a própria perspectiva dela atingir a ovulação plena da sua força vital. Mas não é saudável suprimir esse sistema endócrino ou os instintos maternais, nem a necessidade de aliviar os problemas emocionais envolvidos, na totalidade. Neste caso, recomendaria, a fim de lhe assegurar de que existe uma cura para a condição dela, que ela se vire para aquele remédio recomendado para o cancro que está a ter uma enorme proeminência no vosso mundo, cada vez mais, que creio estar interligado com os vossos médicos Canadianos, se não estou em erro.

Isto acarreta diversas ervas e várias condições vibratórias que, se seguidas, podem restaurar-lhe um quadro evidente de saúde. A sensibilidade dela podia não tolerar a invasão de qualquer tipo de cirurgia. E por precaução em relação às enormes complicações que podem vir a ocorrer anos mais tarde, no que toca a ela, é que fortemente recomendamos que reconsidere e que realinhe os seus padrões emocionais, e que não se afaste das forças presentes na feminilidade.

Pergunta: Uma das preocupações principais dela está em que, se ela adiar a cirurgia que lhe foi recomendada, mais tarde venha a desenvolver uma situação cancerosa.

Dr. Weiss: Bom, o argumento apresentado em defesa disso que foi recomendado tem base nessa fórmula que pode ser preparada e que pode aliviar a condição total que se evidencia presentemente.

Pergunta: Muito bem. Ela também está apreensiva com respeito ao seio direito, por essa condição poder espalhar-se ao direito, do mesmo modo que já está a afectar o esquerdo. Presumo que esteja a dizer que esta seja uma manifestação decorrente do seu aspecto emocional. Se ela não fizer coisa nenhuma e avançar com a mastectomia, que prognosticaria o senhor em relação ao seio direito?

Dr. Weiss: Espalhar-se-á a todas as áreas do corpo em questão devido à instabilidade desses problemas emocionais, e à supressão de todos os instintos maternais. Isso leva-nos à fórmula indicada que pode curar as condições que agora se apresentam. Mas deverão apresentar-se reincidências até que ela se volte para uma maior realização da sua feminilidade e liberte as preocupações emocionais que sejam causadoras ou neutralize aquilo que se encontra neutralizado com respeito a tais condições, que conduzem a que a parte externa do seio ou do corpo, endureça sob condições que lhe tragam malignidade.

Pergunta: Mas ela coloca uma pergunta de carácter geral que endereça às outras mulheres. A nossa sociedade parece estar a sofrer um incremento de cancro. Bom, no caso particular dela, o senhor parece realçar o facto dela precisar dar uma maior expressão à feminilidade dela. Quererá isso dizer deixar de trabalhar, passar a ter filhos, mudar de atitude? Poderia detalhar isso de forma específica no caso dela e depois no da população em geral?

Dr. Weiss: Recomendo vivamente a qualquer uma com a sensibilidade dela que precisa masturbar-se, precisa alcançar uma maior satisfação na experiência orgásmica, o que constitui a exigência da criação e da procriação da vida. A humanidade ou a sociedade da vossa actual vibração de vida desaprova todas as coisas relativas à necessidade de libertação, o que produz o que chamaremos o elixir da vida. A negação da expressão normal das tensões emocionais precisa ser considerada nesta plena satisfação ou alcance da experiência orgásmica, lição essa que é constatada no reino animal e vegetal, através da polinização. Mas a sociedade parece desaprovar a própria essência do que gera um enorme equilíbrio do espírito, da alma e do corpo, que não é expressado na normalidade da vida conforme deveria ser. Daí a congestão resultante das forças do pensamento, sentimentos de culpa infundados, e tentativas de se mover numa sociedade que não parece perceber o potencial total relacionado com a vida, e a necessidade que tem, não só no sentido da procriação mas que leve o corpo aos aspectos harmónicos da vibração necessários, para a consecução da plena saúde.

Pergunta: Uma das… não diria preocupações, mas conversas que tivemos dizia respeito à possibilidade dela ter filhos e ao momento oportuno para isso, e quanto ao lugar que o aborto e a contracepção tenham nisso. Ela teve uma educação cuidadosa no seio de uma família Católica Romana, e afirmou que se por um golpe do acaso engravidasse agora, ela pensava que jamais conseguiria passar por um aborto.

Dr. Weiss: Não seria aconselhável ou sensato na condição de sensibilidade que ela apresenta, devido à leveza da vibração. Mas quer ela se case ou permaneça no isolamento da sua individualidade, seria uma enorme ajuda se concebesse e trouxesse um filho ao mundo, através do que poderia gerar uma libertação das energias do útero, assim como das glândulas mamárias, e em resultado induzir um relacionamento normal com base na força do amor nela própria. Mas devido aos treinos que recebe no campo da religiosidade, o mito e a superstição são algumas das causas primordiais que conduzem a humanidade aos problemas de ordem negativa em que se vê rodeada.

Pergunta: Eu não quero interpretar mal o que me está a dizer, mas estará a dizer que se ela tiver um filho isso lhe provoque um reequilíbrio do sistema endócrino que a ajude a aliviar este problema que se lhe manifesta nos seios?

Dr. Weiss: Seria saudável mas não seria duradouro, a menos que ela altere o sustento da sua força do pensamento juntamente com isso.

Os mestres religiosos, em toda a concepção da crença eclesiástica, cujos maiores receios resultam das manipulações tiveram origem no Concílio de Trento, nas heresias assim como no que envolveu o Monge Constantino,* assim como as próprias religiões que brotam da carência do homem para controlar a humanidade, os seus códigos de Ética e Moralidade, que permitem que o corpo sufoque. Se virem os reinos animal e vegetal, verão que são normais em todas as experiências e expressões de vida. Mas adestrar uma pessoa num temor específico, quanto ao que é visto no corpo de que falas, é sobremodo prejudicial para o próprio corpo.

(* NT: Constantino o Africano, um monge fluente nas línguas árabe, persa e grega, que influenciou enormemente o mundo médico europeu com suas traduções)

Pergunta: Ao não me achar especificamente informado do programa Canadiano, que actitudes mentais ou exercícios específicos deveria ela tentar alcançar ou fazer, para a ajudar a curar-se, ou para lhe aliviar essas condições?

Dr. Weiss: Libertar as tensões e o estresse acumulados pelas reacções provocadas quando ela não passava de um feto no útero da vida, influenciando assim as formas de pensamento expressadas pela mãe durante o período da gestação. Isso influenciou o que se achava igualmente presente na imediação das acções e das formas de pensamento igualmente presentes no esperma da vida. E como se constata essas culpas que são transferidas na produção das suas actividades, isso levou-a a ponto de ela não gozar de uma livre fluência ou de liberdade de expressão, mas em vez disso conter dentro dela todas essas condições que não conduzem à saúde do corpo. Estarei eu a ser claro?

Pergunta: Está, mas para darmos continuidade a isso, que tipos de pensamentos ou de receio se encontrariam na proximidade quando ela era um feto, que ela tenha abrangido nela própria?

Dr. Weiss: A herança inconsciente das formas de pensamento presentes no programa de adestramento do seu passado, assim como nos dos seus antepassados que seguiram as considerações da religião universal. Mas essas transferências são encontradas não só nas áreas da religião, como também na política.

Pergunta: Poderia ser mais específico, em particular quanto às ideias que tenham expressado?

Dr. Weiss: A da aceitação da dualidade da vida, a da personificação de Deus, a aceitação em que foram adestrados dos receios do céu ou do inferno. O que teve origem nesse adestramento deprime os impulsos normais da vida e estabelece sentimentos de culpa que provocam no sistema endócrino ou na totalidade do próprio corpo, a rejeição do fluxo normal dos estados de saúde.

Pergunta: Presumo que, por “dualidade de Deus” se refira ao conceito de tudo ser bom ou mau…

Dr. Weiss: Ou o que é chamado céu e inferno. Mas, é evidente que, quando se crê na dualidade da vida, gera-se um curto-circuito na própria força da unidade daquilo para que a humanidade tem vindo a trabalhar há eternidades.

Pergunta: Uma pergunta que não vem a propósito… Ela recentemente recebeu uma leitura da parte da minha amiga Elizabeth Libolt da Florida, que sugeria que a Laura se submetesse à cirurgia. Que carma envolverá isso e porque razão terá a Elizabeth sugerido isso?

Dr. Weiss: Por ela não compreender as profundas implicações do que é visto nas vidas passadas no que toca ao espírito do corpo que estás a examinar. Ela só considera o superficial do que consta da normalidade dos procedimentos resultantes das influências que a rodeiam na forma do que o seu profeta percebe a partir do plano astral. Nós trabalhamos a partir do círculo completo do desígnio esotérico, junto com todos os médicos envolvidos no que diz respeito às medicinas espirituais, ao invés dos métodos primitivos que eu constatei nos treinos que recebi no que respeita à consideração das questões materiais do corpo e aos modos em que eram feitas as operações cirúrgicas, com total desconsideração pelo que representavam os sentimentos internos e as atitudes da pessoa. Mas lembrando também que descobrirão mesmo que as operações não devem ser feitas a menos que a lua ou os signos astrológicos estejam em completo equilíbrio com a pessoa envolvida. Mas isso será penetrar em questões de cariz esotérica que beneficiariam outros na busca que empreendem dos entendimentos astrológicos da própria vida.

Pergunta: Na relação que tenho com a Laura, por vezes sinto que não obstante o que eu faça, ela percebe isso como um erro. Um dos amigos dela disse que eu opero a partir da minha cabeça e que a Laura opera a partir do coração.

Dr. Weiss: É mais que com “cabeça” e “coração” queira referir-se a altura em que eras um Rabi e ela estava afiliada contigo na vibração própria de uma irmã. Nós não vemos, nem achamos que possa querer dizer um casamento entre os dois, que não conduziria a um livre fluxo ou expressão de cada um de vós. Por conseguinte, o teu elemento ou companheira, ou satisfação da vida, é visto mais no que será o ano de 1995. Isso representará a coordenação das tuas vidas passadas com a tua presente vida, mas não te associará a ninguém que conduza à perspectiva espiritual que tens da vida até ao referido ano.

Pergunta: Bom, sinto estar como que à espera que algo aconteça, mas num certo sentido é um tanto decepcionante por inicialmente ter mesmo sentido que esta relação pudesse levar a alguma parte. Tenho que admitir que é um tanto decepcionante.

Dr. Weiss: Bom, podia representar numa forte ligação entre vós, no que diz respeito aos fluxos normais e demandas do próprio corpo, mas envolve-lo nos padrões representados nos teus padrões cármicos, descobriras que se daria uma satisfação compatível, uma proximidade e uma ligação, mas não no âmbito do que se apresenta diante de ti, que te activa a vida, que se situará mais no ano indicado.

Pergunta: Eu gostaria de fazer uma pergunta acerca da saúde pessoal de que gozo de momento, por me ter sido dito que a asma de que sofro resulte de ter sido sufocado ou decapitado em outras vida. Isso é tudo muito bonito mas que poderei fazer com respeito a isso agora?

Dr. Weiss. Debruça-te sobre isso em períodos de meditação sempre que pensares nisso e permite que a visão se torne numa parte integral do que poderás chamar de sequência de sonho ou mesmo por um deja vu, ou reconhecimento de indivíduos que venham a entrar no teu caminho, que tenham tido culpa nesses crimes cometidos contra o teu corpo. Não será uma acção permanente ou um movimento conjunto mas apenas para que vejas como e porque isso terá surgido dos ensinamentos espirituais que professavas no passado.

Pergunta: Para além destas revisões de vidas passadas, que é que poderei fazer com respeito a algumas ervas ou medicamentos que possam ser úteis?

Dr. Weiss: Na tua vibração, as coisas constritivas como os medicamentos não têm efeito duradouro, nem indica que quaisquer formas químicas ou drogas possam suster a força da vibração dentro de ti, o que são indicações do intenso acto de ensino e de amor que nutres por grande parte da humanidade, enquanto o Rabi indicado, em especial nos processos dos tempos de Roma. Esse evento e o que provocou a continuidade da tua vida no presente período terá assim um enorme valor à medida que atingires o ano indicado. 1995 vê que os padrões do carma atinjam um pleno equilíbrio, e com respeito aos teus mundos em mudança que afecta igualmente a totalidade das tuas acções e do serviço que cumpres para com a humanidade uma vez mais.

Pergunta: Quando a Laura teve uma leitura com o Elwood, foi-lhe revelada uma vida passada em Roma em que basicamente o que ela disse provocou a sua morte e a do marido. Terei eu estado por alguma forma envolvido nisso?

Dr. Weiss: Certamente! Foste alguém que a defendeu, pelo respeito que tinham por ti enquanto Rabi. E aqui encontrarás de novo a atracção no sentido de se juntarem de novo em serviço com relação a ela ao se esforçar por alcançar um maior equilíbrio na vida. Desempenhas na actualidade o papel de conselheiro, de professor e de advogado, no entanto na ânsia que tens por servir outros, isso provoca-te uma restrição onde podia envolver um interesse romântico. Mas claro que isso se acha limitado e evidentemente a consecução do que vemos, na posição fixa de 1995. Contudo, com respeito ao que nos interessa, a forma física da senhora em questão, está a fórmula de ervas que deveria ser iniciada de imediato, que lhe purificará a forma física mas não aliviará por completo o que nela se acha implantado pelo gérmen do medo.

Pergunta: Poderá ela eliminar o medo por meio da meditação ou de visualizações?

Dr. Weiss: Deixando de andar em volta das preocupações do medo mas acabar com elas, o que activaria o desejo que tem dos instintos emocionais e maternais. Mas isso, do ponto de vista dela, é um passo que necessita de cuidadosa consideração. Mas assim que ela passar isso, todas as condições que ela sente sob o aspecto da moralidade, sentirá uma libertação do estresse e das questões do corpo.

Pergunta: Haverá algum cristal que possam ser-lhe útil?

Dr. Weiss: Não no âmbito desta questão por não ter por onde os cristais possam absorver a radiação que têm dentro deles (os seios?) devido aos fortes adestramentos que a conduzem a um desconforto e fragmentação do corpo espiritual e da alma.

Pergunta: Pela mesma razão, haverá algum cristal que seja útil na eliminação da asma de que padeço?

Dr. Weiss: Expandindo-te até à não-aceitação do que ocorreu contigo terás uma visão da sufoco por que passaste no passado, que te alinhará mais com a compreensão da razão porque essa condição prevalece em ti, embora venhas a sentir a mudança numa condição normal de vida, só que é com base nessa formação e trabalho que atingirás os objectivos finais do porquê te encontras na Terra.

Pergunta: Presumo, acertada ou erradamente, que a artrite que sofro no pescoço e alguns dos problemas nervosos que tenho brotem como recordações de ter sido decapitado noutras vidas, ou morto na guerra. Haverá alguma coisa que possa fazer para aliviar a condição da artrite?

Dr. Weiss: Somente quando te afastas das responsabilidades materiais que tens para com a tua vida, o teu mundo interior e pela missão espiritual porque te encontras no mundo. Aquilo de que podes livrar-te é de todas as suas condições relacionadas com o mundo. Verás essas condições que se verificam no pescoço do corpo espiritual que residem nas correntes sanguíneas da sua contraparte física. Gradualmente, à medida que tiveres oportunidade de te passar para os campos do ensino, descobrirás o auge que procuras.

Pergunta: Haverá alguma coisa que eu possa fazer, não necessariamente para rejuvenescer o corpo, mas para o tonificar de novo ou deixá-lo em melhor forma no geral que não pelo abandono do materialismo da vida?

Dr. Weiss: Mudando as formas do teu pensar e adoptando o teu princípio EU SOU, e pelo reforço constante do: “Eu sinto-me bem de corpo e mente,” fazendo uso das forças da visualização a fim de atraíres aquilo que quiseres ser em termos de saúde assim como na expansão da clarividência e no serviço que podes prestar e que virás a fazer pelos outros. Mas conforme declarei, e eu verifiquei cuidadosamente o quadro das vossas vidas e da tua presente, o ano 1995 anuncia essa oportunidade dos ensinamentos espirituais, e assim, até essa altura, traz-te restrições que não são aceitáveis no âmbito do espírito mas cuja causa é da responsabilidade do mundo.

Pergunta: Eu conhecerei a pessoa que em termos cármicos venha a entrar na minha vida em 1995, ou será uma completa estranha?

Dr. Weiss: Tu sabê-lo-ás por ser alguém a quem poderás chamar de alma gêmea, alguém que esteve em mais vidas contigo, nas ocupações que tiveram na Terra, mas tu conhecê-la-ás de imediato pela força do equilíbrio que cada um constatará no outro. Será como aquela frase popular do: “Amor à primeira vista.”

Pergunta: Interessante. Uma última pergunta. Tanto o Dr. Fisher como a Força Cósmica disseram-me que eu me encontrava presente no início da criação. Bom, eu presumo que isso se aplique a todos, mas eles indicaram que não é necessariamente norma.

Dr. Weiss: No exemplo do teu espírito e da intensidade, tu és visto como cocriador em toda a força do infinito. Daí os ventos que correm para além do que designais por quilómetros por hora e velocidades que, no sentido etérico, por fim tenham avançado e explodido no que conhecem como força sólida da vida. Aquilo que chegaste a ver e a entender pelos cinco sentidos do corpo. Por conseguinte, nessa velocidade da cocriação tu fragmentaste-te no átomo que representas mas ainda reténs o intenso desejo de servir outros e outros mundos assim como aquele em que te moves actualmente.

A intensidade de tentar levar a que os outros alcancem a plena realização, o pleno potencial da sua própria cocriação, só que no teu caso tem lugar no quadro da intensificação de querer servir sempre a humanidade. E nesses desejos, ao converteres esse átomo, a camada exterior da energia sólida e os mundos começaram a formar-se devido ao abrandamento dos ventos que sopravam, e nesse abrandamento criaram o que chamais de ilusão da forma sólida. Por conseguinte, o teu constante passar para dentro e para fora de um ciclo de encarnações, ou esse processo que chamam metempsicose, retratou essa intensidade que na tua cocriação trás plena realização à compreensão da frase originária dos tempos arcaicos de outrora: “Eu estou no Pai e o Pai em mim.” Só que “Pai” aqui significa a Totalidade da Unidade e não uma personificação.

Assim, os teus pensamentos e desejos mais íntimos e o no serviço externo que prestaste no quadro anterior à humanidade, conduz-te à plenitude do que buscas. Mas lembra-te de novo, que o ano de 1995 é fixo, e será quando expandirás e desfrutarás os frutos da recordação e visões que poderão ajudar as reminiscências da sociedade, deixadas no teu mundo.

Pergunta 2: Dr. Weiss, voltando de novo à fórmula Canadiana que recomendou à Laura, tratar-se-á da fórmula ESSIAC?

Dr. Weiss: Correcto. Que deveria ser usado de imediato no que toca à senhora em questão. Mas deixa que te diga meu jovem que, se a cirurgia for efectuada e usarem químicos, a sensibilidade da energia contida no recipiente de carne poderia não tolerar os medicamentos bem-intencionados, na condição em que ela se encontra. Aquelas coisas que fossem postas em prática de forma material sobre o corpo oxidariam e tornar-se-iam toxinas e causariam uma passagem intempestiva do corpo para o espírito. Terá ficado claro?

Pergunta: Não. Quando refere químicos referir-se-á à quimioterapia?

Dr. Weiss: Qualquer processo químico usado como um eflúvio. Por exemplo, a anestesia, ou a administração de ingredientes específicos antes da cirurgia. Ou qualquer ingrediente que bombeiem para dentro do seu sistema no decurso da cirurgia, por revelar o adelgaçamento das artérias, com que terá problemas decorrentes de não romperem noutros locais como essa mastectomia ou as condições em que se sintam justificados para operar. Asseguro-te que a fórmula de ervas lhe trará uma remissão completa e então gradualmente, à medida que ela puder anuir mais em pleno com a compreensão dos sues medos secretos e latentes para com a vida, levá-la-á a uma completa transição no que ela vê como as capacidades que tem no âmbito da clarividência ou de sentidos superiores com respeito às condições psíquicas. Terá ficado claro? Eu quero deixar isto claro…

Pergunta: Creio que sim. O que está a dizer é que ela poderá passar por uma reacção adversa extrema a quaisquer medicamentos ou drogas administradas antes ou durante a cirurgia.

Dr. Weiss: Correcto.

Pergunta: Mas ela foi recentemente submetida a uma cirurgia e parece ter-se dado bem.

Dr. Weiss: Mas há consequências com que não quereria que ela se inquietasse, só que eu recomendo fortemente a fórmula indicada que poderá ser de enorme auxílio no seu caso específico.

Pergunta: Poderá alguém explicar o que contém essa fórmula?

Dr. Weiss: Isso foi formulado por alguém interessado na ideia Canadiana. Aqui a senhora presente poder-te-á dar o significado e a orientação.

Pergunta: Obrigado.

Dr. Weiss: Prepará-la-ia tão breve quanto possível.

Pergunta: Entretanto, Dr Weiss, será que a acupuntura ou as ervas Chinesas poderão ser-lhes úteis, ou algumas das modernas alternativas?

Dr. Weiss: Eu recomendaria fortemente a Quiroprática, assim como a Acupressura. Mas, uma vez mais, a fórmula necessária no interior das artérias e das veias e de todo o sistema circulatório encontra-se nas ervas que lhe trarão um quadro pleno de saúde.

Pergunta: Mudando ligeiramente de assunto, que perspectiva e opinião tem da homeopatia?

Dr. Weiss: É uma das mais excelentes condições, ou coisas mais úteis da vida que alguma vez foi descoberta no mundo. Recomendo fortemente a partir daquilo em que consiste, do meu ponto de vista. E espero que se torne mais popular do que presentemente é no vosso mundo.

Pergunta: Como é que funciona?

Dr. Weiss: Funciona pela utilização de uma doença, que é a doença de que o corpo padece, que a leva a uma condição neutra. Digamos que seja a doença da tuberculose, por exemplo; se suprirem o germe da tuberculose ao corpo isso produzirá a neutralização do germe ou da bactéria em causa. Possui méritos muito maiores do que a química ou as cirurgias do presente.

(NT: Hipócrates, no período da antiguidade clássica, legou-nos um postulado que se divide em três abordagens, hoje grandemente contestadas ainda: VIS MEDICATRIX NATURAE ou a Natureza Cura, que circunscreve a tendência natural que a natureza procurar o equilíbrio, a SIMILA SIMILIBUS CURANTUR ou a Cura pelo Semelhante, usado na Homeopatia desenvolvida por Hanemann, e CONTRARIA CONTRARIUS CURANTUR, ou cura pelos agentes contrários que é o princípio actualmente praticado na alopatia.)

Pergunta: Mas no actual contexto isso não será necessariamente benéfico para a Laura.

Dr. Weiss: O que aconselhamos é a presente orientação que lhe demos, e que mais tarde satisfaça as necessidades maternais, e claro, o princípio orgásmico, que liberta a maioria da tensão presente no sistema.

Pergunta: Voltando de novo à Homeopatia, presumo que a radiestesia ou algo nessa linha possa estar associado à Homeopatia. Será isso correcto ou não?

Dr. Weiss: Não entendo por completo a radiestesia por nunca ter sido exposto ao que envolve. O que posso dizer é que voltagens fracas usadas por qualquer via da corrente eléctrica são conducentes à electrólise que se produz ao corpo humano.

(NT: Equilíbrio homeostático que se traduz pela propriedade de regulação do ambiente interno de modo a manter uma condição estável por um ajuste do equilíbrio dinâmico de alguns factores chamados eletrólitos, que basicamente se resumem aos mais importantes: sódio, potássio, cálcio e o magnésio. Quando os níveis do corpo pedem qualquer um desses elementos, isso é sinal de desequilíbrio electrolítico. Se os níveis de sódio, por exemplo, estiverem baixos, sentimos vontade de comer salgados.)

Pergunta: Muito bem. Adoptando uma perspectiva mais globalizada, na nossa presente sociedade parecemos padecer de uma epidemia de cancro mamário nas mulheres, e da próstata nos homens, talvez devido ao envelhecimento da população. Poderia comentar isso, se faz favor?

Dr. Weiss: O mundo está a entrar numa situação do que é chamado de querer equilibrar a vida na sua plenitude. Descobrirão isso no avanço que a medicina está a ter, e nos meios naturais de cura, e no que é chamado condições psicossomáticas que envolvem o mundo da consciência plena da própria humanidade. Aí verificamos, conforme se pode constatar pelas condições da humanidade, que se enquadra na condição de cancro que se manifesta por todo o corpo. Achamos no cancro uterino, em especial em freiras da fé, a negação da expressão normal da vida, ou a necessidade de coito necessário para libertar em profundidade as inquietações ejaculatórias que conduzam o sistema a um maior equilíbrio. Querendo com isto dizer que se pudessem ver negada a polinização aos reinos animal e vegetal, ou a atracção normal que têm uns pelos outros, certamente que a vida terrestre não teria continuidade, conforme disso sabem actualmente.

O que aqui constitui o maior problema, conforme constatamos no vosso mundo, deve-se ao aumento e à intensidade do medo, da fadiga e do estresse de todos quantos se devotam às inquietações materiais, que são sinal da assinatura da sua sentença de morte. Não existe uma plena expansão espiritual e da iluminação da verdade. E onde não existir verdade, verifica-se a transição da chamada morte.

Pergunta: Numa conversa anterior que tivemos recentemente com Bertrand Russel, este tópico foi suscitado como uma das preocupações que têm que ver com a prevenção do excesso de uma população mundial excessiva, caso todos exercitem o direito que têm ao orgasmo.

Dr. Weiss: Não pode existir uma população excessiva à face do vosso mundo. Descobrirão que, nas forças da natureza, no vosso mundo de plantas e animais, ou mesmo dos mamíferos marinhos, quando um certo desequilíbrio se verifica na lei da procriação, ele trás consigo uma praga que destrói uma vasta percentagem da humanidade. Isso teve lugar nas experiências passadas de todas as eras e de todos os empreendimentos humanos. Mas não se terá devido tanto às doenças que estiveram comprometidas com a falta de condições sanitárias, mas a um controlo da totalidade da humanidade e do mundo imposta pelas leis do equilíbrio. E esse equilíbrio não será negado. Mas é claro que a crença intrínseca na personificação de um ser supremo que isso revela constitui uma enorme falácia, por existirem mais orações não atendidas do que milagres.

Pergunta: Bom, evidentemente que, se a população ultrapassar os recursos alimentares iremos ter ou uma fome e, ou, possivelmente deslocações populacionais e pragas ou doenças. Como conseguiremos uma condição social estável sem que se desenvolvam tais extremos?

Dr. Weiss: Isso deve-se a que as pessoas não tenham expandido a compreensão espiritual do que as atrai à forma sólida, vida após vida. Vivem mergulhadas numa profunda condição de senilidade espiritual que invade a humanidade, o desafio do que ela nega, o caminho da morte. Mas a morte não existe, mas tão só um estado transitório para uma outra frequência vibratória, para depois regressarem à Terra para aprender as lições necessárias. Mas é tudo feito com base nesse equilíbrio do amor e da compreensão das leis que conduzem toda a criação.

Pergunta: Dr. Weiss, penso que seria útil a muita gente, se nos pudesse dar alguma informação sobre os diversos estágios que experimentamos ao transitarmos do mundo corpóreo, ou aquilo que experimentamos como morte.

Dr. Weiss: Refaz a pergunta, está bem?

Pergunta: Certamente. Que é que experimentamos quando morremos?

Dr. Weiss: O que experimentam quando o objecto ou corpo passa de um pensamento para outro. Um simples desapego de um pensamento ao assumirem o outro e permitirem que o pensamento anterior feneça na lembrança da mente, porém, sustentando o que constitui as frequências colectivas que erguem a casa do amanhã, para aqueles que fazem a transição. Mas na aceitação da morte torna-se numa parte da anatomia humana. Afecta todas as células do corpo, inverte a força do vosso pensar para o da inexistência de morte, mas uma simples continuidade de uma vida para outra, a forte crença de que a vida avança em frente, a e que a criação não será negada. Isso é o que em larga medida os poderá levar a um melhor retracto da saúde no espírito, no corpo e na alma.

Pergunta: Nesse caso, aquilo que está a dizer é que, se nós acreditarmos na validade da reencarnação, a nossa consciência possa avançar de uma vida para outra. Mas que acontece com o corpo? Permanecerá o corpo saudável?

Dr. Weiss: Referes-te aos estertores da morte?

Pergunta: Possivelmente. Quando fala do rejuvenescimento do corpo, estará a dizer que o corpo permaneça saudável por muito mais tempo do que aquele que percebemos presentemente como de uns oitenta anos?

Dr. Weiss: Aquilo por que a ciência médica se esforça mas que ainda não entende, é que a máquina humana enquanto um milagre resultante da constante razão vibratória pode viver por oitocentos ou novecentos até um milhar de anos, a seguir ao que, pelo entendimento, poderá deixar o corpo para assumir outro com respeito ao padrão cármico que essa pessoa esteja a cumprir nesse dado momento. O que quer dizer que o corpo que usa pode ser rejuvenescido pelas vossas formas de pensamento e visualizações e pela constante afirmação do que é encontrado nos antigos Pergaminho do Mar Morto, nos fragmentos da Biblioteca de Alexandria, junto com os de outros edifícios, que estão agora a vir à luz, as forças dos pergaminhos que encerram as verdades descobertas na força da compreensão da vida e do seu sentido.

Ou seja, desde que as vossas igrejas não neguem as traduções, coisa que já foi tentada naqueles que foram ameaçados de assassinato, que renunciaram ao propósito que tinham de publicar as verdades sobre a vida… Portanto, em termos médicos e em todas as áreas da cura, de cujo objectivo final se depreende ser essa completa continuidade da vida. Mas não existe, nem nunca existiu morte, o que serve de reforço aos modos como se destrói a forma mas não o espírito, forma cuja destruição é provocada pelo espírito dentro dele que se acha confinado às limitações da vida. Vocês tornam-se naquilo que aceitarem. Terá ficado claro?

Pergunta: Na verdade ficou. A última frase que referiu, “Vocês tornam-se naquilo que aceitarem,” tem diversas implicações. O que dá a entender é que o universo constitui uma criação mental…

Dr. Weiss: E estou a afirmar que se nos tornarmos plenamente aceitáveis em relação ao potencial ilimitado de toda a vida nas suas formas, tem-se controlo sobre as frequências que governam todas as formas do empenho criativo.

Pergunta: Tenho que pensar nisso.

Dr. Weiss: Conforme foi dito nas passadas histórias da vida, “Conforme o homem pensa, assim ele é.”

Pergunta: Vou voltar a uma questão, se me for permitido, com respeito a isso de se ser parte do sopro cósmico; eu sempre presumi que toda a gente faz parte do sopro cósmico.

Dr. Weiss: Só que com base em toda a diferença de frequência - por não existirem dois átomos que sejam iguais. Assim como nenhuma impressão digital se assemelha a outra. Cada um possui uma identidade de frequência, e dependendo da profundidade do vento cósmico em que são jogados a partir do seu movimento circular na totalidade de todas as condições das atmosferas. O teu espírito move-se desde a origem interior ou do núcleo da criação dos ventos. Não há um que não se tenha de bom grado afastado do perímetro exterior desse vento possante que não conhece limites com respeito a circunferência ou quilometragem.

Pergunta: Muito bem. Porque estaremos presentemente a assistir a um acréscimo da intolerância no que designarei por fanatismo religioso no nosso mundo?

Dr. Weiss: Os problemas residem, uma vez mais, no controlo que o homem exerce sobre os sistemas de crenças da maioria das pessoas. Isso ocorre em especial nas religiões. E quando a verdade não é apresentada gera-se a constante limitação e aceitação da morte.

Pergunta: Tenho a forte impressão de que a presente situação mundial que temos vindo a debater se assemelha bastante ao que tem sucedido nas actividades políticas e religiosas da Atlântida, antes de ter afundado nas águas.

Dr. Weiss: É a mesma coisa no vosso mundo actual quanto ao que causou o desaparecimento do continente perdido da Atlântida, assim como o da Lemúria. Descobrirão que o vosso mundo entra numa enorme convulsão, cuja ocorrência está presentemente a ser activada.

Pergunta: É evidente que temos vindo a debater entre nós as mudanças terrestres previstas para a Costa Oeste. Muitos psíquicos estão a aventar a hipótese de vulcões subaquáticos e de alguns outros fenómenos. Que poderá comentar acerca disso? Que será que vê para a parte da nação em que vivemos, no noroeste?

Dr. Weis: As perspectivas que tenho são limitadas, por não achar que seja um profeta. Aquilo que posso dizer é que a aproximar-se do vosso mundo está quer o desvio ou convulsões das sete placas da vossa Terra, que se acham de acordo com as leis inerentes à criação, os seus esquemas de cor assim como todas as coisas pertinentes às coisas espirituais a que dizem respeito a lei da própria criação e da própria cocriação. Essas convulsões acham-se no imediato que se vos apresenta por diante. Posso ver o que é entendido pelos sete anos de silêncio, que quer dizer que se sobrevive com base no engenho e na prática, o que representa um ponto de vista salutar que permita ao homem activar as suas próprias faculdades na vertente das forças psíquicas. Mas descobrirão que nos meses que se vos acham pela frente, e mesmo durante o vosso ano actual, se verificarão mudanças sem precedente na área das divisas (dinheiro) do mundo, e claro, na da falta de alimento que provocará uma enorme intolerância como aquilo que constatamos de trágico no vosso mundo como “canibalismo,” que piorará mais nas áreas restritas ou congestionadas da vida. Estão a alcançar mais a forma de cortes e reduções em todas as acções, tanto na política como na religião, e será o sentido da vossa preservação pessoal com base nas doutrinas e significados do que os trás à Terra.

Pergunta: Muito bem. Duas perguntas. Que irá suceder à nossa moeda, por achar que, em alguma altura venha a sofrer mudanças, e querer saber se poderá sugerir alguma sobre o “quando” e “como.”

Dr. Weiss: Onde deverá ser?

Pergunta: Sim, senhor.

Dr. Weiss: Situem o vosso entendimento no que é predito pelo profeta da antiguidade. A necessidade é de uma maior elevação, cuja sobrevivência reside na defesa do respeito pelo vosso corpo e pelo dos outros por causa dos saqueadores e vândalos que aparecerão pelo vosso mundo, e não se deixarem extinguir pelos vossos militares nem por todas as vossas formas de governo. O processo do que actualmente pode ser visto como assente no engano deverá atolar-se pelos próprios lodos da limitação. Por isso, é imperativo que, pelo menos encontrem refúgio e que sejam capazes de o atribuir a vós próprios a qualquer instante.

Pergunta: O doutor disse que iriamos ter problemas com a nossa moeda. Que coisa prevê? O dinheiro virá a tornar-se inútil?

Dr. Weiss: À medida que o vosso tempo ou o ano progride durante o presente período do ano, o seguinte será um ano de completo colapso da vossa ordem social. As moedas são manipuladas pelos doze banqueiros mundiais, (NT: Reserva Federal) e actualmente eles estão a depositar todas as suas esperanças em interesses estrangeiros, o que representará o precursor da activação de uma ditadura mundial (NT: A tão apregoada Nova Ordem Mundial) que não será bem-sucedida mas que provocará uma enorme redução da vossa humanidade.

Pergunta: Quando fala da demolição da nossa ordem social estará a aventar a total anarquia ou o quê?

Dr. Weiss: Total anarquia e total indignação da parte daqueles que são pressionados pela minoria daqueles que controlam o vosso mundo, e juntamente com isso, as vastas mudanças por que o próprio mundo está a passar. De modo que o mote assentará na autossuficiência, cuja orientação e propósito irão constatar, durante os três meses que se vos apresentam pela frente.

Pergunta: Espere lá, esse é um novo prazo que está a apresentar. Mencionou autossuficiência em dois ou três meses?

Dr. Weiss: A necessidade de tratarem de conseguir essa capacidade de autossuficiência será exigida num prazo de três meses, em que constatarão actividades a suceder no vosso mundo e por todo a parte. O que te trará um incentivo mais profundo para perceberes o objectivo espiritual que tens no mundo.

Pergunta: Muito bem. Então, os eventos dos próximos dois ou três meses destinam-se a ajudar-me a recordar e a convencer-me de que tudo isso é real e de que preciso de prosseguir com o meu acto.

Dr. Weiss: E para recordar àqueles que te rodeiam, que andam em busca de respostas e que se sentem insatisfeitos com aquilo que veem no próprio mundo.

Pergunta: Certo. Foi-nos dito por vários oradores, para esperarmos a determinada altura - não diria interferência mas ajuda – quase no sentido de uma acção de táxi, de deslocamento das pessoas por todo o mundo para nos dar uma ajuda, por parte dos extraterrestres.

Dr. Weiss: Os alienígenas virão a desempenhar uma função por expressões dos Orions, dos Selenianos e dos Lactar das galáxias que fazem parte da vossa própria herança, e outros deverão seguir-se-lhes. Existe uma vasta armada de milhares de naves de energia que presentemente se estão a deslocar para o vosso mundo. Verão que os vossos militares se encontram num estado de alerta permanente por aquilo que dizem e pelo que escutam nas vozes dos aparelhos técnicos de rádio e electrónicos. Na verdade eles monitorizam aquilo que sabem serem alienígenas, e sentindo-se ameaçados por eles tentarão defender a humanidade contra o que designam por “invasão.”

Pergunta: É meu entendimento, decorrente de um material canalizado que encontrei algures, que esses alienígenas alegam não estar a invadir-nos e que sempre tiveram bases aqui, antes mesmo da humanidade existir. Não é numa questão de invasão que estão envolvidos…

Dr. Weiss: Eles estão a mover-se no sentido do objectivo final de um serviço pela humanidade, porque assim que activarem os interesses do egoísmo e da derrota, e da congestão de se sentirem (e quererem sentir) imortais na forma física, eles por sua vez passam para o serviço à humanidade e conduzirão o vosso mundo a um equilíbrio com o deles.

Pergunta: Muito bem.

Pergunta 2: Certa vez ouvi dizer, com base num material canalizado, que o nosso mundo fazia parte de uma planeta mais vasto chamado Antron de que um pedaço se fragmentara e para se transformar no que é actualmente a Terra. Poderia comentar isso?

Dr. Weiss. É as duas esferas de que originalmente a Terra fazia parte, mas num tamanho mais agigantado do que aquele que percebem actualmente. Tratava-se de um mundo formado numa unidade, que não compreendia continentes nem ilhas. Mas com as maneiras que a humanidade usa no esforço que empreende na busca do eterno Graal da vida, derrotaram o propósito da magnitude dessa unidade da Terra. Agora proclama-se a si mesma uma vez mais, não obstante a terminologia que é usada. Vejo-me restringido nessa acção da verbalização, mas percebo-o como uma ampliação que ocorre uma vez mais à medida que penetram no novo século que está para chegar. Isso inclui as seis galáxias que rodeiam a vossa Terra, uma das quais se localiza no centro, a que chamam a própria Terra, e diz respeito a todas as leis da criação.

Pergunta 2: Obrigado.

Pergunta: Qual será a origem do que é presentemente chamado de cinturão de asteróides? Terá certa vez sido um planeta?

Dr. Weiss: Asteroides são aquelas Terras que explodiram, ou sistemas estelares que em si mesmo se tornaram numa força de extinção da força vital. Movem-se quais cadáveres mortos nas forças de toda a energia.

Pergunta: Terá existido algum planeta entre Marte e Júpiter que tenha explodido e criado o que chamamos de cinturão de asteróides?

Dr. Weiss: Correcto.

Pergunta: Que nome terá tido tal planeta?

Dr. Weiss: Esse ficou conhecido como planeta Laconia. Hão-de ver que isso está em conformidade com a letra “L” do vosso idioma Inglês, que constitui a força da vida e do amor, e que se regenera uma vez mais, ao se tornar parte do alargamento do vosso mundo nos tempos futuros.

Pergunta: Por que razão terá ele explodido?

Dr. Weiss: Por falta de suficiente compreensão do sustento espiritual necessário. Similar ao que a vossa humanidade está a usar na atenção egoísta que está a dar à vida. Daí que a força espiritual tenha decaído a ponto de a vida não poder ser sustentada. Tendo, evidentemente, em mente que todo grão de areia constitui a uma frequência vibratória da vida. E onde em parte a formação dos vossos cristais de luz e de cura encontraram a sua fundação.

Pergunta: Poderia isso ser evidência do facto desse planeta ter atravessado uma guerra e ter sido destruído por armas, ou que terá sucedido?

Dr. Weiss: A guerra daquilo que representa o intelecto contra a força espiritual da energia conhecida como leis da intuição ou da imaginação ou do sentimento. O vosso mundo entra agora nessa condição em que se torna assustador sentir, e assim se ignora a fonte interna do reconhecimento daquilo que representam enquanto Espírito na carne.

Pergunta: Nesse caso não foi necessariamente um planeta onde as pessoas sofressem sob o jugo do materialismo e tenham rebentado com elas próprias devido às crenças que tinham, foi? Terá antes sido devido às atitudes mentais que adoptaram para além do uso das armas físicas?

Dr. Weiss: Deveu-se ao facto de viverem numa faixa demasiado estreita de restrições e de aceitação do que chamavam condições materiais da vida. Na verdade não existe um mundo em que estejam a viver; na realidade não se encontram sob a ilusão de átomos que tenham consolidado com a aceitação do que chamam de um mundo no corpo e de todas as acções respeitantes à sobrevivência da humanidade. O que não conseguem entender é que, se aceitarem a ideia, não obstante uma folha na árvore deve murchar e cair com base nas condições da mudança da própria árvore. Mas se examinassem mais a fundo descobririam que a folha ainda lá se encontrará em toda a sua glória. Mas se aceitarem a ideia de que ela morra e caia por terra, isso será o que constitui a ilusão sob a qual padecem.

Pergunta: Está bem. Terás mais alguma pergunta?

Pergunta 2: Não.

Pergunta: Desde que fomos até Sedona no verão passado e conhecemos alguém que alegava ser luciferiano, tenho sentido curiosidade quanto a quem ou ao que eles sejam ou onde estejam.

Pergunta 2: Eu não ouvi isso.

Pergunta: Dr. Weiss, terá ouvido falar em algum grupo de pessoas que a determinada altura tenha existido e que se tenham chamado luciferianos?

Dr. Weiss: Não estou a par de interesses desses.

Pergunta: Está bem. O planeta que rebentou, disse que se chamara Lacranium, ou…?

Pergunta 2: Laconia.

Pergunta: Laconia? Parece pouco provável…

Pergunta 2: Foi Laconia mesmo, está certo. (Riso)

Pergunta: Está bem. Com respeito à reencarnação, eu sempre supus de algum modo os nossos animais de estimação nos seguissem. Presumo que isso seja correcto.

Dr. Weiss: Decerto que eles o fizeram desde o próprio começo da vossa primeira vida no planeta. E eles seguem-nos mas presumem e produzem diferentes corpos daqueles que tenham conhecido em experiências passadas. Ou seja, à medida que eles amadurecem no seu intelecto material podem mudar para um corpo maior e regressar sob formas animais diferentes que correspondam à forma como os venham a servir uma vez mais.

Pergunta: Estarei eu a admitir correctamente que uma pessoa não volta como um animal mas permaneça uma pessoa?

Dr. Weiss: Não há forma por que um espírito regresse a uma frequência vibratória menor. Ou seja, o espírito nos ciclos da humanidade pertence à força mais expansiva presente na criação. Aqueles de uma frequência menor são todas as coisas que observais ao vosso redor, mas elas deviam receber igual tratamento e compreensão por se enquadrarem plenamente no que torna possível a ilusão que aceitam ao vosso redor.

Pergunta 2: Eu tenho lido literatura sobre os Nativos Americanos e vejo como falam de podermos tornar-nos num lobo ou num animal, como parte do xamanismo. Quererá isso dizer que o xamane enquanto ser humano que é se une ao espírito do lobo ou assim, e que produz algum tipo de manifestação?

Dr. Weiss: Tu podes manifestar quando compreenderes as leis da manifestação da tua própria capacidade, por os animais de estimação que tens em tua casa estarem bastante em sintonia com o próprio começo da tua primeira vida, que pode ter ocorrido há milhões de anos atrás. Eles acham-se intimamente em sintonia com a tua frequência, e no teu desejo poderás manifestar mesmo aqueles que tenham deixado a tua vida pelo que designas como “morte.” Contudo, devo aconselhar-te de que trazer para tua casa um leão ou um elefante ou um crocodilo, seja que animal for, deverás entender que deves obedecer à lei de os devolver à sua energia por causa da nutrição necessária.

Pergunta 2: Obrigado. Bom se quisermos manifestar uma vida material, um animal a partir do espírito, de modo que possamos vê-lo, precisamos entender que quando ele vier precisa ser capaz de regressar, temos que permitir que regresse. Dar uma ajuda no regresso, para que possa obter sustento no espírito.

Pergunta: O que será que acontece se não o fizer?

Pergunta 2: Não sei; essa é uma boa pergunta.

Pergunta: Que acontece se não o sustentamos ou permitimos que regresse ao espírito?

Dr Weiss: Se não perceberem a lei do seu regresso bem que podem tornar-se na satisfação do seu apetite.

Pergunta: Está bem. Temos que o alimentar. Já que o tempo é uma ilusão, mas vou dizer, à medida que tempo passa, e a vibração de toda a gente evolui, presumo que as vibrações dos animais também evoluam e se tornem mais refinadas. Eventualmente não ascendemos todos e os animais tornam-se humanos enquanto nós vamos para um outro estado?

Dr. Weiss: Não, eles vão permanecer na sua posição fixa, mas assumem a completa forma de uma iluminação, onde reconhecem a unidade de todas as coisas. Isso é o que sucederá na nova era do mundo que se encontra pela vossa frente.

Há uma mensagem que desejo deixar-lhes, que é o interesse dos humanos da vossa vida que endereçam mais orações às energias exteriores da criação. Isso traduz-se pelas condições dos vossos soldados de volta à Terra, aos seus lares, e as grandes complicações que têm com as questões médicas. Quando uma pessoa entra na violência da vida e sucumbe à responsabilidade de outras nações e nacionalidades e raças, ela passa para áreas onde existem vírus ou germes que, ao flutuarem no ar, se podem alojar nos tecidos do que é chamado pessoa saudável ou defensor da nação que tenta auxiliar.

Assim, irão descobrir que isso não é sabedoria, o vosso governo estar a depositar energias da humanidade em áreas queimadas por essas bactérias que estão a causar problemas e que ainda irão tornar-se mais proeminentes com o regresso daqueles homens que servem nas costas longínquas. O que representa um aviso dirigido a toda a gama de crenças do governo, de que sob circunstância nenhuma deveriam ajudar ou servir essas nações. Isso envolve carma, e por fim quando se extinguir, vocês terão uma oportunidade de se erguerem de novo como uma nova nação e uma nova nacionalidade.

Pergunta: É evidente que se está a referir a uma de duas coisas: ou às tropas que se situam na Somália e/ou às experiências das tropas que regressam do Kuwait e do Iraque.

Dr. Weiss: Estamos a dizer que os soldados trazem incorporados nos músculos e nos tecidos aquilo que inalaram pela respiração no fedor da morte e pela fome, que podem desencadear o fabrico de larvas que também inalam e exalam condições não condutoras à anatomia humana. Deveria dar-se uma completa retirada de todas essas nações, caso contrário irão verificar-se muitos problemas de doenças que não são compreendidas pela vossa classe médica.

Pergunta: De acordo com artigos de jornal isso está a começar a suceder. O que poderá ser feito para ajudar esses indivíduos?

Dr. Weiss: Vocês não podem prestar qualquer auxílio a esses indivíduos, por não existir antídoto para a condição que se acha impregnada nas forças internas dos músculos e tecidos do corpo, que provocam fadiga, e que provocam uma lenta embriaguez do próprio sistema. Descobrirão igualmente que sofrerá relevo nos diagnósticos, mas não apresentarão um significado correcto da causa da doença. E assim, o conselho é, com respeito às leis do carma, que a vossa nação evite o auxílio a qualquer país.

Pergunta 2: Isso será um problema para aqueles que vivem ao redor desses soldados. Ou seja, poderão esses soldados disseminar a doença com que se encontram infectados pelos vizinhos?

Pergunta: Ou pelas suas famílias?

Dr. Weiss: Refaz a pergunta, se fazes favor.

Pergunta: As doenças que os soldados trazem consigo poderão ser transmitidas aos familiares?

Dr. Weiss: Não. Por a doença ser da natureza daqueles de quem contraíram que se encontravam em processos de morte, bactérias essas que brotam dos flancos da morte e do sofrimento. Mas não podem existir curas para essas doenças, por não terem cura.

Pergunta: Em essência… está a falar de uma bactéria física ou do que chamarei de bactéria vibratória?

Dr. Weiss: Falo de condições que piorarão, para as quais não existe cura.

Pergunta: Acho isso bastante surpreendente por sempre termos achado que nas palestras que tem dado a outros, se tirarmos proveito do espírito poderemos ser capazes de manifestar curas.

Dr. Weiss: Mas quantos conseguirão tirar proveito do espírito e da força da sua própria individualidade e neutralizar a condição que lhes foi arranjada? Aí está aquela ignorância do que a humanidade seja ao querer prestar serviços àqueles que são menos afortunados do que eles. A parte cármica do colectivo de nações, e isso provoca o alastramento do problema. Seria sensato difundir este aviso pelas vossas tropas ou militares que se encontrem nessas áreas. Haverão de ver que ainda se irá tornar num problema maior do que aquele que presentemente é visto.

Pergunta: Procuraremos publicar isso em algum tipo de meios…

Pergunta 2: Pois, em jornais ou no que conseguirmos.

Dr. Weiss: Então preciso deixá-los, por o corpo mo estar a assinalar, pelo que irão precisar marcar um outro encontro com base no interesse do que entendo ser uma audição dos mestres dos planos exteriores, que possuem um completo entendimento das formações das diferentes variações dos cristais que são de natureza curativa.

Pergunta: Obrigado.
Material canalizado por Elwood Babbitt
Traduzido por Amadeu António 
Com permissão de Daria Babbitt