sexta-feira, 14 de outubro de 2016

DA ENFERMIDADE À CURA



Vamos falar uma vez mais sobre a cura. Quando iniciamos este debate em Abril, com a primeira parte intimtulada “Cura; A Natureza da Saúde,” focamos muita atenção no que traduz essa mesma saúde.

Neste entardecer vamos concentrar ainda mais a nossa nossa atenção naquilo que a enfermidade traduz e no modo de a corrigir, mas é importante começar por uma revisão dessa questão tão crítica e essencial quanto a seguinte: Em que consiste a saúde?

A maioria realmente não faz ideia daquilo que a saúde compreende, e só consegue identificar a enfermidade de forma directa como mal-estar, em diversos graus que desembocam na morte. Mas a natureza da saúde é mais difícil de apontar, só que é importante saber. Para serem eficientes tanto na vossa cura como na cura dos outros, precisam de algo em cujo sentido se possam encaminhar, e não apenas de algo de que devam fugir.

Torna-se igualmente importante compreender o que significa a saúde por na actividade da cura ser importante saber quando tiverem terminado. Importa ter um padrão, um critério qualquer para poderem decidir se terão baseado um estado de saúde suficientemente eficaz para poderem progredir. Vocês não precisam gozar de óptima saúde, não precisam ter tudo na perfeição nem a cem por cento para poderem funcionar de forma magnífica; apenas precisam ser suficientemente eficientes, saudáveis o suficiente, razão por que importa dispor de um critério do que a saúde subentenda, de forma a saber quando devem parar a cura a um determinado nível para se voltarem para a acura de alguns dos outros corpos que têm.

Vejam bem, vocês têm cura que tem lugar no corpo físico, no corpo físico, mas além disso também existe o corpo emocional e o corpo psíquico – todos quantos fazem parte do que nós chamamos Eu Limitado. Mas para além do Eu Limitado existe a sinergia dos componentes limitados que resulta no Eu Espiritual, e que também carece de cura. Para além desse Eu Espiritual existe a Alma e a Consciência Superior, embora essas sejam partes reconhecidamente saudáveis. Podem contar com isso. Mas a RELAÇÃO que têm com a vossa alma e com a vossa consciência superior também precisa ser estabelecida num estado salutar e de uma base efectiva. E assim, sem mais critérios, podem deixar-se ficar pelo aspecto material e pensar que se sentirem bem, tudo o mais deva estar igualmente bem. Todavia, sugerimos que seja pelo estabelecimento de um critério destes, e de uma consciência do que a perfeita saúde traduz, que saberão quando avançar em frente rumo ao tratamento do seguinte dos “corpos” limitados, e a seguir rumo ao aspecto do Ser em evolução e ao aspecto do Ser evoluído, e sanar as relações respectivas. Por conseguinte, torna-se importante saber em que consiste a saúde no trato que dispensam à enfermidade e na restauração desse estado de saúde.

Então, que coisa compreenderá a saúde?

Bom, em primeiro lugar salientamos que não significa um contínuo estático, como é habitualmente definido. A saúde não significa esse tipode coisa estática que são capazes de definir em termos que tais: 0 saúde=morte, ou falta de vida ou de saúde, e 100% representado a vida e algo que poderá ser chamado de imortalidade. Não pode ser definida por um contínuo desses por não ser estática, mas além disso por um contínuo desses não ter em consideração a qualidade dessa vida. Com efeito, uma pessoa cuja existência esteja ligada à maquinaria de um hospital num estado vegetativo e de morte cerebral e seja mantida viva por intermédio da electricidade, encontra-se viva – só que nos interrogamos da qualidaded dessa vivacidadde, não é? Será essa uma condição que possa ser descrita em termos de saúde? Por não considerar a qualidade da vivacidade.



Além disso, a medição num contínuno não considera qualquer outra saúde a apontar para além daquela do físico - evidentemente que poderão situar a saúde física que tenham num contínuo que vá do zero aos cem, e até memso a vossa saúde emocional ou intelectual, e talkvez ir tão longo a ponto de situar a vossa saúde psíquica nesse contínuo, mas que coisa irão fazer da vossa saúde espiritual, que irão fazer com a vossa alma e a vossa consciência superior, onde irão indicar isso nesse contínuo sequencial? Não se enquadra!

Além disso, a abordagem contínua que fazem da saúde pressupõe que a morte seja coisa ruim. Que, se caírem nesse contingente horrível, tenham fracassado. Ora bem, isso envolve uma certa contradição, por a função do plano físico consistir na aprendizagem de tudo quanto puderem, tudo quanto tiverem decidido aprender e reunir isso tudo para eventualmente poderem abandonar este corpo – o que representa o morrer. (Riso intimidado) O resultado final, o culminar da encarnação física assenta na morte! Todavia acham que isso seja mau e errado. Também há quem os encorage a permanecer vivos para sempre – o que representaria a prisão por excelência, a punição, não? Quando tivermos conseguido concatenar tudo, vocês morrem para todas as vidas que tiveram no passado, ou vidas concorrentes conforme seria mais adequado dizer, e saem do corpo e examinam tudo e tentam descortinar tudo e analisam todas as vidas que tenham tido em conjunto e decidem se querem retornar à condição física ou se irão avançar para diante. A decisão de retornar baseia-se no facto de terem mais a fazer. A decisão de prosseguirem baseia-se no facto de terem feito o que tinham a fazer.

Por conseguinte, morrer e prosseguir para diante – viver para sempre, com efeito, por significar morrer para o corpo e viver no espírito - em última análise consiste no objectivo final. Só que com base no contínuo a maioria das pessoas encara a morte como coisa funesta, coisa que não deve ter lugar, e como um fracasso. Bom, reconhecemos que a morte na “hora errada” pode assumir conotações dessas, mas qualquer coisa na hora errada pode ser alvo de uma conotação dessas! O que nos leva a inferir que tudo na devida hora seja magnífico! Só que um contínuo de zero a cem não permite isso e pressupõe que a morte deva ser acto que não devamos cometer se tivermos qualquer noção de gosto.

Além disso, uma abordagem contínua dessas imprime uma pressão espantosa no preconceito relativo à idade e ao envelhecimento, e é sobremodo erróneo por levar as pessoas a desejar permanecer jovens, e a esticar a pele do rosto até ficar incrivelmente apertada e até arranjarem todo tipo de complicações. (Riso) Por tentarem permanecer num contínuno desses num desses polos extremos e recearem avançar até ao outro extremo. O envelhecimento é visto como algo trágico, e algo imperdoável. Isso resulta da abordagem do contínuo do zero aos cem, e é por isso que não funciona.

Não, a saúde não representa um estado estático mas um estado dinâmico que se acha em constante mudança e em constante expansão – um constante crescimento rumo à consciência e à percepção. Então, em qua consistirá a saúde nesse processo dinâmico?

Antes de mais, a saúde significa o avanço rumo à aprendizagem, e o cumprimento da aprendizagem da diversão e da criação consciente de êxito. Em segundo lugar, a saúde engloba as liberdades, as acções, os dons e alegrias do viver que proporcionam a vós próprios e depois - em seguida - estendem e inspiram nos demais. É isso que a saúde quer dizer.

Em terceiro lugar, a saúde constitui um meio para um fim, e não representa um fim – o modo como obtêm êxito, e não somente o facto de o obterem. É a maneira como obtêm a liberdade de que dispõem, o modo como obtêm as dádivas da vida, a maneira como fazem determinada coisa (atitude) o modo como experimentam e expressam a vossa alegria.

Em quarto lugar, a saúde plena representa a vivacidade – vivacidade essa que comporta amor, confiança, antecipação e entusiasmo – a vivacidade com que vivem a vossa vida e exploram a vossa realidade. É o amor, a confiança, a expectativa com que vivem a vossa vida e exploram a vossa realidade.

Em quinto lugar, a saúde é o meio que utilizam para atingir essa relação expansiva, abrangente, viva e carinhosa com Deus, com a Deusa e com Tudo Quanto Existe. A saúde é o “meio” da vossa espiritualidade. Mesmo no caso daqueles que não creem ser espirituais, por toda a gente ter uma relação com Deus, mesmo que não o tarem por Deus. Mesmo que achem que esteja limitado àquele Deus da Bíblia ou àquele Deus das religioes orientais em que tenham sido criados ou que subsequentemente tenham conhecido. Ainda dispõem de espiritualidade mesmo que nunca tenham pronunciado o termo ou referido em voz alta. Mesmo que aleguem ser ateus, têm uma realção com Deus, pelo que a saúde constitui o meio da vossa espiritualidade, o meio com que alcançam esse relacionamento abrangente, vivo, carinhoso com Deus.

Em sexto lugar, a saúde constitui a implementação da maior das liberdades, a qual assenta na responsabilidade. Do maior dos dons, o qual consiste na escolha e na subsequente decisão. A saúde constitui o estabelecimento do maior acto, o qual se traduz pelo amor por vós próprios e pelos outros, ser amados por vós próprios e pelos demais. A saúde constitui a mais significativa das alegrias, a qual se traduz pela vossa própria cura e em seguida pela dos outros. A saúde é a procura da maior ou mais elevada das verdades – a vossa verdade. E por fim e em sétimo lugar, a saúde traduz-se pelo conhecimento, conhecimento do modo de obtenção da diversão e do contentamento, conhecimento de criar êxito do modo consciente. Tem início no movimento de se acercarem dessa realização, e completa-se no conhecimento do modo de obterem êxito e da maneira consciente de o criarem.

Outro dia tivemos alguém que numa encantadora conversa privada connosco nos disse:

“Sabe, eu sei como fazer dinheiro. Eu tenho consciência de conseguir isso. Mas sabe que mais? Não sinto mais nenhuma apreensão com repseito às minhas finanças, porque ainda que tudo quanto tenho me fosse tirado, ou desaparecesse por quaisquer meios, eu sei ganhar dinheiro, por isso não tenhao qualquer receio disso.”

E é desse conhecimento de conseguir essa diversão (graça) que se trata. De como criar êxito conscientemente. Elimina o medo, elimina o tão apregoado risco, e elimina a competição e que os leva até aquele estado de domínio e de boa-forma. Esse é o critério da função dinâmica, do estado em constante mudança e expansão da sensibilização e da percepção em que assenta a saúde. Assim como do nível físico, emocional, metnal, psíquico, espiritual, da alma, e da consciência superior. Pegando nesse critério e aplicá-lo a cada um desses níveis vocês poderão estabelecer um sentido de saúde perfeita. Também podem estabelecer um snetido do rumo que queiram tomar.

Isso é o que a saúde engloba. Mas nesta tarde vamos falar da enfermidade e da cura. Essas são as partes mais suculentas. Bem sabemos que a saúde não seja tão soculenta, mas façam o favcor de entender que é essencial, porque sem ela, tudo o mais perde a importância. Além disso entendam que a saúde é a forma como vivem a vossa vida, a forma com exploram a vossa realidade, a forma como retornam ao lar.

Então agora tratemos da enfermidade.

A enfermidade consiste na desorientação, na alienação, na desordem, e, ou, no fracasso. Não a morte, mas as enfermidades, por comportar uma diferença; quando morrem deixam de estar enfermos. A enfermidade manifesta-se igualmente nas mensagens codificadas como são, (sonhos, bem como sinais de variada ordem) que o vosso EU Superior, Alma, Eu Superior tenta comunicar-lhes. A enfermidade traduz-se por essas mensagens codificadas que procuram alcançá-los numa tentativa de lhes transmitir algo, de lhes dar um contributo qualuer. Por isso, quando desenvolvem uma enfermidade, se não prestarem atenção a tais mensagens e não as procurarem; mas não só procurá-las como dar-lhes atenção, e não só dar-lhes atenção como também fazer qualquer coisa com respeito a elas a fim de responderem ao chamado ou às mensagens - então tudo o que fizerem não passará de uma manipulação dos sintomas.

É irónico ver como os curadores ou terapeutas da Nova Era criticam os alopatas (NT: Terapeutas da prática médica tradicional ou interventiva, ou “médicos”; existem outros ramos de terapia, como a naturopatia, a homeopatia; a psicossomática é uma abordagem interdisciplinar que integra várias especialidades da medicina e da psicologia) por eles apenas tratarem os sintomas. Completamente correcto; a crítica é amplamente fundada. Mas se os métodos alternativos que esses curadores lhes sugerirem não os ajudarem a descobrir essas mensagens e não os ajudar a encontrar as respostas para essas mensagens, então tudo o que estiverem a fazer também poderá não passar de tratamento ou manipulação de sintomas.

Os verdadeiros terapeutas, independentemente dos métodos que empreguem, ajudá-los-ão a descobrir (caso ainda não o tenham feito) o que a enfermidade lhes está a transmitir, e ajudá-los-ão subsequentemente a responder a essas mensagens, a fazer qualqeur coisa com respeito a elas. Isso é aquilo que o verdadeiro terapeuta tratará, assim como da cessação subsequente dos sintomas e do retorno à saúde perfeita. Não importa que utilizem a Acupunctura ou o Shiatsu, os cristais, a cirurgia psíquica, a massagem, o equilíbrio das energias, a imposição das mãos ou a cura espontânea. O verdadeiro terapeuta irá trabalhar a causa da enfermidade, e as mensagens que ela encerra, e em seguida procurará um modo particular de focar essa energia na cessação dos sintomas e no restabelecimento da plena saúde.

Portanto, quais serão as mensagens que o vosso Eu Superior está a tentar transmitir-lhes? De que modo as poderão interpretar? Esse é o problemas que precisam descortinar. Mas não conseguem, não conseguem. Não têm de ir consultar ninguém em busca dessas respostas. Podem tentar descobri-las por si próprios.

Agora há diversas questões que podem colocar a vós próprios enquanto passo inicial rumo à cura, Primeiro passo na inversão dessa estagnação chamada enfermidade e voltarem à corrente da saúde perfeita. E reponder-lhes. Chegamos a hesitar colocar essa cláusula, mas fomos levados a perceber que precisamos acrescentá-la. Responder igualmente às questões.

“Eu não entendo, eu formulei as perguntas, porque não melhoram os sintomas?” (Riso)

Mas não se trata de ritual nenhum, sabem, em que vão até ao quintal e formulem as questões num tipo qualquer de evasão. (Riso) Importa são as respostas, não é? E depois, aquilo que fazem com essas respostas. Mas há diversas questões a responder. Mas é assim que começam, o passo inicial assenta na descoberta ou percepção de um tipo qualquer de desorientação, alienação, desordem ou fracasso no vosso sistema. Colocar essas questões. Não engloba tudo mas é um começo.

O primeiro passo da Cura: As Sete Perguntas a Colocar e a Responder

Primeiro: “Que mensagem está o meu Aspecto Superior a tentar comunicar-me?”

Segundo: “Em que consistirá esta resposta ou a reacção que estou a obter?” Vejam bem, a enfermidade não é somente a mensagem. É-o no sentido mais amplo, mas no sentido específico também representa a resposta que obtêm. É igualmente uma reacção. Quando fazem asneira na vossa realidade, provocam em si mesmos um efeito de reacção. Quando o vosso prezado polícia insiste em os parar na estrada por estarem a rodar com excesso de velocidade, isso constitui uma reacção destinada a fazer-vos abrandar por estardes a circular demasiado depressa, uma resposta destinada a abrandá-los e a apelar à vossa atenção. Quantos de vós já não terão sido multados para a seguir continuarem a cair em desordem dez, vinte ou trinta minutos mais tarde? Da mesma forma, o corpo transmite-lhes uma reacção:

“Sinto uma dor ou uma certa rigidez ou algo que me está a dizer para abrandar.”

Muitas vezes o mecanismo de resposta passa por isso, de modo que a segunda questão que fazem é: “Que será a resposta que estou a obter por via desta desordem, desorientação, alienação ou fracasso com que me vejo confrontado neste instante?”

Terceiro: Interroguem-se quanto às premissas, crenças e atitudes conflituosas que estarão a provocar-lhes essa estática e essa interferência na vossa realidade. Isso é o que a enfermidade traduz: estática e interferência que os conduza à consciência de precisarem usar clareza. As vossas frequências acham-se deslocadas. Por estarem a abrigar crenças conflituosas, das quais a menor não passa, conforme já sugerimos, com tal rapidez que por fim vão além deste corpo físico, ao mesmo tempo que acreditam que a morte signifique algo de negativo. Isso evidencia um conflito. Ambas essas crenças dão-se mal, provocam atrito, e geram estática e interferência. Poderá não aser exactamente já, mas a determinado ponto causarão, e pode ser isso que a enfermidade lhes esteja a tentar dizer, via consciência superior. Portanto, que crenças e atitudes se acharão em conflito de modo a produzir essa estática, essa interferência?

Quarto: Esta é árdua e uma que não querem examinar, em particular se não estiverem a sentir-se bem, o que comummente é o caso quando se encontram doentes, não?

“Qual será a manipulação ou a potencial manipulação que esta enfermidade comporta?”

“Não sou eu! As minhas costas realmente doem-me. O braço com efeito encontra-se partido. Com efeito estou a sangrar.”

É bem verdade, mas em que consiste a presente ou potencial manipulação decorrente dessa doença?

“Ainda não cheguei aí, mas constato que poderei chegar se a mantiver, pelo que a vou travar.” (Riso)

Nós concedemos-lhes um pouco de margem de manobra, não é? Mas essa é uma significativa questão a responder. E como sabem, sempre existe uma resposta. Algumas das interrogações nem sempre encontram resposta, reconhecidamente. Mas esta encontra. A primeira e a quarta, e a última, sempre encontram resposta. Gera-se sempre uma manipulação, ou uma potencial manipulação baseada no modo, nos meios como se conduzem desse ponto em diante.

Quinto: “Que poderei libertar ou aliviar na minha realidade?” Por a enfermidade também ter o propósito de prover uma libertação e um alívio. Se tiverem algum tipo de desordem ou de estresse com que estejam a lidar, por vezes, ao resolverem isso e ao começarem a libertar esse incómodo, isso plasma-se num efeito doentio que o corpo passa a assumir. Frequentemente passa pela libertação de toxinas no organismo, como acontece com alguns que passam a apresentar manchas, que podem ir das simples espinhas aos sulcos (mentonianos) e aos furúnculos. Podem ser muitas vezes vistos como a libertação…

A maior parte das mulheres que têm problemas com o ciclo menstrual, em que se revela particularmente doloroso, e que os médicos chauvinistas lhes dirão que isso só tem lugar na cabeça delas, no entanto são bem reais e comummente passa pelo faatco do coro estar a libertar a toxicidade no organismo, através do fluxo sanguíneo que represetna o organismo a querer libertar-se disso. Consequentemnte, essa “enfermidade” caracterizada por toda essa dor e por todas essas cólicas que as levam a passar um dia ou dois na cama, pode representar uma forma de libertação e de alívio no organismo. Essa libertação e alívio podem ser presentes, mas podiam ser no vosso passado, assim como podiam ser no vosso futuro, ou numa outra vida qualquer. Portanto, certas enfermidades constituem a libertação ou o alívio dauilo com que tenham estabelecido contacto mas ainda assim seja real para vós – uma energia de uma vida passada. E vocês estão a desenrolar a energia dessa forma.

Existem outros modos de o conseguir, mas esse é o que escolhem. Se o puderem compreender, poderão decidir se continuarão a libertá-lo desse modo ou se passarão a preferir outro modo. “O que possivelmente possa estar a libertar ou a aliviar no meu organismo.”Essa é uma outra indagação que poderá ficar em branco, por não lhe darem uma resposta.

Sexto: “De que modo irá o meu corpo cooperar com a programação que eu conseguir implementar?” Esta inquirição também pode não receber uma resposta cabal. Por vezes, quando a vossa programação se acha inactiva ou quando programam algo que não esteja em curso ou que não faça sentido à vossa mente subconsciente, e que os esteja a conduzir a parte nenhuma, um Aspecto Superior vosso poderá responder com uma reacção sobre a forma física a fim de os notificar de que isso não conduz a parte nenhuma. E assim, o vosso corpo poderá cooperar com a programação.

Isso não se refere necessária nem somente à programação externa que possam aplicar às vossas meditações. Pode representar a programação das restantes 23 horas e meia do vosso dia:

“Quem me dera poder recomeçar de novo. Quem me dera poder recomeçar tudo de novo. Quem me dera que a minha vida pudesse começar de novo!”

Isso é programar. E o vosso corpo pode muito bem cooperar prendando-os com um cancro, por ser isso o que o cancro faz. Reverte o crescimento das células; elas param de crescer e de funcionar normalmente, e começam a voltar a um estado semelhante ao do útero. Assim:

“Pudera que eu começasse de novo; pudera que eu começasse de novo…”

Equivale a dizer:

“Quem dera que eu estivesse morto!”

É uma programação.

“Quanta chatice; quanta chatice; quanta chatice!” (NT: Chatice, que no Inglês Americano é referido como Pain in the Ass)

Isso é programar! (Riso)

“A vida é uma dor de cabeça! Este emprego só me trás dores de cabeça. Não sei se conseguirei sobreviver. Tu ainda virás a ser a ser a casua da minha morte…”

Dores de cabeça!

Todes esses pequenos clichés que as pessoas jogam ao redor. Porque chegam a tornar-se clichés? Por as usarem uma e outra e outra vez; é nisso que se resume um cliché, não? Tudo pequenas programações com que o vosso organismo poderá passar a cooperar. E de que forma envolverá isso a enfermidade? Por vezes não envolve, mas noutras vezes envolve, pelo que é sempre bom examinar, interrogar-se quanto a essa questão

E por último, a última questão a colar a vós próprios: “Que lição ou lições poderia ter aprendido, ou estarei a aprender, com base nesta enfermidade?” Quer dizer, enquanto padecerem disso o melhor é que aprendam alguma coisa, não é? Vejam, nem tudo acontece pela melhor das razões. Tudo acontece. E como tal, bem que podem torná-lo no melhor de que forem capazes. Se padecerem de alguma coisa menos horrenda, tentem chegar a saber alguma coisa, pelo menos façam com que compense, com que seja válido.

Se colocarem a si próprios essas sete perguntas e as responderem com sinceridade, terão dado o primeiro passo de gigante rumo à cura. E se não o conseguirem descobrir por si próprios, podem obter alguma ajuda da parte dos vossos “amigos,” dos vossos “conselheiros,” o Eu Espiritual, a Consciência Superior. Vocês também possuem uma realidade sincronística (sinais e acontecimentos) que lhes está constantemente a proporcionar um retorno. É uma questão de escutarem e de prestarem atenção. Mas se, sinceramente colocarem essas questões e as responderem, terão causado uma dobra gigantesca no sentido da saúde, ao abandonarem a estagnação da enfermidade e começarem a regressar ao estado de fluxo da saúde.

Portanto, que mensagens serão transmitidas? Comecemos pelo sistema de chakras, o básico que pode acudir-lhes à ideia; o sistema espiritual de centros chakras:

O primeiro chakra situa-se na área do cóccix e prende-se com a matéria da segurança física. Sugerimos que toda enfermidade (conforme definida por nós enquanto desorientação e alienação, desordem ou fracasso) nessa área inicial do primeiro chakra que inclui a parte inferior das costas, ocóccix, o rectum, as porções iniciais do cólon, tudo quanto se acha ligado ao primeiro chakra – tudo isso tem que ver, de uma forma ou de outra, com a segurança física, sem sombra de dúvida. E aquilo a que basicamente isso de reduz é à afirmação de que têm medo que o tapete lhes venha a ser tirado debaixo dos pés, ou que venhama cair redondinhos (de cu no chão.) E quando têm tipos de receios desses, associados a questões ou dúvidas quanto a dinheiro insuficiente ou a uma saúde insuficiente, a questões ligadas à possibilidade de duração do relacionamento, ou se poderão vir a morrer na falta dessa pessoa, se virão a conseguir uma carreira, etc., todos os tipos de insegurança tendem a plasmar-se nessa região chakra soba uma forma quaquer de desordem ou de aflição, angústia. Receio em torno da insegurança.

O segundo chakra situa-se na área dos genitais, que têm que ver com o prazer, que inclui o sexo, porém, não só. Inclui igualmente outras formas de prazer, prazer gastronómico. Por isso, quando têm uma indigestão por terem comido em demasia, sugerimos que isso não tenha necessariamente que ver em particular com o terceiro chakra, mas pode ter que ver com a culpa que abrigam ou restrições de prazer nesse sentido da gastronomia, do sexo e do prazer intelectual e dos prazeres físicos de ordem recreativa, etc. Toda a área que esteja realcionada com o prazer concernirá o segundo chakra. Que também inclui outras enfermidades, por existirem muitas, conforme alguns de vocês saberão. E outras formas de desordem como tumores, dificuldades com a próstata e coisas desse gabarito no caso dos homens. Mas os incómodos ou desordens que acodem a essa região ou área dos genitais têm que ver com as mensagens que surgem em torno do prazer. Geralmente por não o assimilarem, por não gostarem disso e por o recearem e pensarem que não o mereçam, ou por recearem que venham a ser punidos por isso – esses tipos de coisas. E assim é aí que tudo isso se combina.

Agora, o terceiro chakra, que basicamente se cinge à áre intermédia do corpo, o estômago ou as glândulas endócrinas ou o pâncreas, ou isto e aquio e aqueloutro, essa região que vai desde ligeiramente abaixo do umbigo até à parte inferior da caixa toráxica. Esse é o terceiro centro chakra que tem que ver com o processar ou o tratop das emoções negativas, ou auelas emoçõe s que tradicionalmente são designadas como negativas – a raiva, a mágoa, o medo, a dúvida, o ressentimento, resistência, ciúme e frustração. Esse stipos de coisas que geralmente classificam como negativas, é disso que fala essa região:

“Não consigo digerir isso; não consigo processar isso por completo, não o consigo esquecer. Acha-se alojado como uma rocha.”

Também pode sugerir aquelas emoçõe da alegria e da felicidade que recusam enfrentar. Por vezes também surge nessa região do terceiro chakra.

O quarto chakra cosntitui o centro do coração. Não o coração. O que se prende com o amor. Amar-se a si mesmos primeiro, e de seguida o amor pelos outros. Dificulades com a área do peito, seja por meio de condições como a de hérnias no esófago, ou com o coração, as artérias e as veias, ou com o que quer que aí se situe. Até mesmo os pulmões, para o efeito, têm que ver com problemas que andam ao redor ou dizem respeito ao amor.

“Encontro-me num estado qualquer de desorientação, de alienação, de desordem ou de fracasso com relação a questões de amor. Com medo dele, a resistir-lhe, não creem merecê-lo, relutância em dar amor, relutância em receberem amor, sentir-se sufocados pelo amor, sentir-se entupido pelo amor, a crença de que o amor envolva sofrimento e mágoa diversas definições que têm do amor que se plasmam na área do peito, que é o centro do coração.

O quinto chakra é o da garganta e tem que ver com a expressão, com a expressão externa ou a aceitação interna. E tem igualmente que ver com todos os chakras abaixo dele: Se eu tiver receio de expressar as inseguranças que sinto: primeiro chakra/quinto chakra. Se tiverem receio de pedir aquilo que querem: segundo chakra/quinto chakra. Não querem falar do que se passa com as vossas emoções: Terceiro/quinto. Não conseguem dizer: “Eu amo-te.” Quinto chakra! Têm vontade de expressar qualquer coisa – quinto chakra! Ou: “Não consigo engulir isso! Não consigo admitir isso!”

Não somente:

“Não consigo ouvir o que tens a dizer.”

Mas:

“Eu não vou digerir o que me disseste.”

Quinto/terceiro chakra.

“Eu não me modificarei por acção do que disseste, nem me amarei mais.”

Quinto/quarto.

“Não vou colher nenhum prazer dos teus elogios.”

Quinto/segundo.

“Não vou colher nenhuma segurança.”

Quinto/primeiro.

“Não vou admitir qualquer comunicação.”

Quinto/quarto/segundo/primeiro. Tróide e paratiróide, laringe, esófago, até à boca, mandíbula, dentes, língua, tudo quinto chakra. Geralmente é tão acima quanto vão no que diz respeito às mensagens provenientes dos chakras. Mas geralmente não criam enfermidades no vosso sexto chakra; não geram agonia em relação ao vosso sexto chakra. Geralmente esse está acima de tudo isso, mas na verdade os problemas relacionados com a cabeça podem ter que ver com o sexto ou o sétimo chakra, com a intuição e o vosso portal da espiritualidade.

Supomo sque se estiverem absolutamente determinados a manter esse portal espiritual fechado independentemente de todos os esforços envidados por aqueles que os rodeiam para o abrir, a despeito dessas partes que se encontra dentro de vós e acima de vós para o abrir, supomos que poderiam desenvolver determinadas enfermidades que estão relacionadas com isso, como tumores no cérebro e diversos tipos de congestão que outros no cérebro que produzam coisas tais, das quais a menor poderá não ser ataques que certa gente associa ao coração, mas os ataues na verdade representam uma condição não do coração mas da cabeça, e por conseguinte muitas vezes tentam deixá-los em espera, rebelar-se, ficar assolados em relação à abertura dessa área, entendem.
Mas geralmente o sexto e o sétimo não se acham envolvidos nessas qeustões associadas à enfermidade física. Ora bem, esse é o sistema de chakras básico conforme o conhecem, que está relacinado e que sempre se relaciona com essas preocupações. Claro que quando refeimos isto, claro que reservamos uma enorme latitude, muito movimento com respeito a isso em particular. Mas a questão base nuclear é essa que descrevemos. Assim, se tiverem problemas em particular relacionados com os vossos chakra podem começar a dar atenção à mensagens, a entender a reacção, começar a descobrir os padrões de interferência, descobrir como poderão manipular e o que estejam a tentar obter com essa manipulação. Vejam onde poderão estar a libertar e a aliviar energia negativa nesse fluxo, vejam onde também poderão estar a cooperar e a programar ao redor de coisas que tais. Quando derem por vós a dizer:
“Eu simplesmente não consigo digerir isto; não consigo aceitar isto; só me dá vontade de vomitar; não consigo engulir o que me dizes, por ser tão difícil enguli-lo…”
Esses tipos de programação e de cooperação. Vejam o que conseguem chegar a apurar com relação à segurança, ao prazer, à expressão das vossas emoções negativas, à expressão do amor que tenham e à expressão do vosso estado de ser.
Agora, também há um sistema de chakras que se estende pelas extremidades do corpo.
O primeiro chakra está relacionado com os vossos pés:
“Avançar com o pé direito,” “Sentes-te firme?” “Eu estou firme.”
Segurança física!
O segundo chakra, tem que ver com o prazer na zona dos tornozelos. Tornozelos fracos, bater com os tornozelos, entorces dos tornozelos, quebras dos tornozelos, obviamente que nem preciso será dizer que está associado ao prazer de todos os tipos. Rasgar o tendão de Aquiles no campo de ténis, e danificar o tornozelo por um ano ou dois. O melhor será que averiguem se mobilizam alguma resistência à diversão na vossa vida.
“Pensarei que só devo trabalhar, trabalhar e não fazer qualquer recreação?”
Poderão querer examinar essas questões. Já terão notado como por vezes os tornozelos parecem entrar em colapso por causa por baixo de vós sem qualquer razão aparente? (Riso) terceiro chakra. Tem que ver com as barrigas das pernas.
Quarto chakra – joelhos. Amor. O terceiro chakra – as emoções negativas, as emoções que retêm e não expressam. Varizes, decerto que estão associadas a isso. Joelhos, estão ligados ao quarto chakra. Revela a flexibilidade que têm, não? A capacidade que têm de dobrar os joelhos, de os esticarem, de fazer todo o tipo de coisas com eles. O amor, tanto por vós próprios com pelos outros, é demonstrado nos joelhos. A cintura pélvica basicamente, as coxas e a cintura pélvica têm que ver uma vez mais com a expressão, o quinto chakra.
Por isso já podem cer agora com os vossos genitais tanto se acham ligados ao prazer como à expressão do prazer, dependendo do sistema chakra que referirem. É aí que a sobreposição se verifica. Portanto os pés têm que ver com o primeiro, os tornozelos com o segundo, as barrigas das pernas com o terceiro, os joelhos com o quarto, as coxas e a cintura pélvica estão relacionados com o quinto chakra. O sexto tem que ver àquilo que pertencem.
Também existe o sistema chakra da região superior do corpo, não só do cóccix para cime nem dos pés atè à cintura pélvica, como as vossas mãos estão ligadas à segurança material – primeiro chakra. Os pulsos têm que ver com o vosso prazer- segundo chakra. Dificuldades ao redor dessa área sugerem que tenham dificuldades com o prazer, como a rigidez nos pulsos; talvez esteja a resistir ao prazer, por uma questão de rigidez com respeito ao prazer. Terceiro chakra, antebraços. Quarto chakra, cotovelos, que têm que ver com o amor. A vossa “dor de cotovelo,” não é? É a dor de cotovelo e quebrar o cotovelo, “desenvolver coisas nos cotovelos,” dificuldades relacionadas com o afecto, sem dúvida. Uma coisa que também é muito comum é a artrite nos cotovelos e nos joelhos, resistência e rigidez, tentar complicar e fechar-se devido à dor relacionada com o amor – no vosso passado, coisas velhas e empoeiradas.
Braços superiores e ombros acham-se relacionados com o quinto chakra. Portanto, mais um sistemna de chakras, não é? Como se ele já não fosse suficientemente confuso. O vosso corpo repete-se e repete-se e repete-se, essa é a beleza da criatividade que possui, que assenta em usar os mesmos componentes básicos e repetir-se por uma variedade de formas que compõem a singularidade do vosso universo e também da vossa forma física enquanto micro cosmo desse universo.
Pés e tornozelos têm que ver com o primeiro chakra, no sistema generalisado do corpo desde os dedos dos pés à caruta da cabeça. O segundo chakra, no sistema geral do corpo tem que ver com as barrigas das pernas e os joelhos. O terceiro chakra está relacionado com os joelhos e as coxas, sobrepondo-se nessa área, razão porque os joelhos são tão importante e depositam tanta tensão ons joelhos. E qaundo descontraem torna-se importante relaxar os joelhos, para abrirem esses centros por vós próprios. O quarto chakra, no sistema médio do corpo (pelo que essas pequenas coisas são muito importantes) o quarto chakra tem que ver com a região pélvica e a região abdominal inferior, no sistema geral corporal está ligado ao centro do amor. O quinto chakra tem que ver com a região abdominal superior, até à garganta, inclusive, toda essa área. O sexto chakra e o sétimo chakra, a região superior e inferior corporal inteira e o sistema de chakras espiritual – os quatro – o sexto e o sétimo são sempre o mesmo.
Ora bem, aí têm quatro sistemas de mensagens que a vossa consciência superior pode usar para lhes endereçar mensagens. Se tiverem problemas relacionados com os pés, e tiverem dificuldade em se fundarem e ter os pés na terra, em avançar com o pé direito. Problemas com as mãos, dificuldade em estendê-las para pedir; dificuldade em tirar o que lhes pertença, dificuldade em receber o que é dado, seguranças ao redor dessas coisas. Os pulsos e os tornozelos têm que ver, efectivamente, com esse segundo chakra, o prazer pelas múltiplas formas que adopta; e muitas vezes tem que ver com a segurança. Por siso, tudo está interrelacionado e se sobrepõe, e o gozo está em descobrir aquilo que lhes transmite, de verdade – a vós.

Esse é o sistema de chakras das mensagens, que pode funcionar por quatro modos diferentes.
Mas agora querermos examinar o sistema das articulações. As básicas e não todas as articulações, embora elas tenham significado. As articulações dos pés e das mãos, que têm que ver com a assertividade e a agressividade. Entrar com o pé direito, querer chegar onde querem, ir atrás ou envolver-se com a vida, quer dando ou recebendo – divisão em esquerda e direita. Dar um passo em frente, manter-se firme, estar de pé, tomar uma posição. O lado direito é agressivo, mais activo, masculino, e o lado esquerdo é o lado da receptividade.
Bom; os tornozelos e os pulsos têm ambos que ver com a flexibilidade. Não estamos a falar dos chakras neste momento, estamos a falar do significado das articulações. Para permanecerem de pé sobre os dedos, precisam de tornozelos flexíveis. Conseguem ver bem, mas se se puserem em bicos de pés conseguem ver um pouco mais longe. Embora as pessoas não queiram ver um pouco mais além nem querem ser flexíveis, mas querem tudo como deve ser. Certo é certo e errado é errado, e preto é branco e por aí além. Tornozelos e pulsos – flexibilidade, dispostos a dobrar, embora os joelhos também dobrem, sim, só que de um modo diferente, por não permitir que se estiquem, a esse particular respeito, mas os tornozelos e os pulsos.
Cotovelos e joelhos têm que ver com a raiva:
“Sinto tanta raiva que era capaz de pontapear alguém. Tenho vonta de expulsar, de cortar a eito. Tenho vontade de destruir alguma coisa.”
Raiva, ira, têm que ver com os joelhos e os cotovelos.
“Sinto os cotovelos rígido Não consigo estrangular-te.” (Riso)
Querendo dizer que não conseguem esticar o braço, para lhes esmurrar o nariz, ou seja o que for. Daí que se contenham:
“Bem sei que não se deve fazer isso; eu não devia fazer coisas dessas, por serem más. Não devia fazer coisas dessas de modo que me contenho assim.”
Os cotovelos e os joelhos lidam com a raiva agressiva. As ancas têm que ver com a ira obstinada, imóvel:
“Eu não me mexo da posição que assumi. Sinto-me teimosamente enraivecido; não posso mover-me desta posição.”
Ancas, não é? Isso soa demasiado óbvio, evidentemente. Mas pensemos nisso por um instante. O vosso Eu Superior que os ama imenso, tenta fazer-lhes passar uma mensagem. Bom; se vocês quiserem transmitir uma mensagem a um amigo, falariam na sua língua, ou usariam uma língua de que nunca tivessem ouvido falar? É evidente que falariam numa língua que conseguisse compreender, caso fossem amigos de verdade, e não recorreriam a uma alagaraviada qualquer. Assim, a vossa consciência superior que tem amor por vós falar-lhes-á na vossa linguagem, por meio dos vossos clichés, pelo meio mais óbvio de lhes dar a entender as suas mensagens, o meio mais óbvio que encontrar a tal respeito.
Assim, estávamos nos quadris teimosos, não era? E o pescoço? Indecisão!
“Deverei fazer isto ou deverei fazer aquilo? Talvez isto, talvez aquilo.” (Riso)
O que os deixa com um pescoço rígido enquanto se decidem quanto ao que devem fazer. As dores de cabeça também são uma afectação resultante disso, por retesarem os músculos de tal modo que o sangue que flui para a cabeça deixa de ser suficiente, e o cérebro fica à míngua de oxigénio e começa a latejar a fim forçar o sangue e o oxigénio para o cérebro; por isso, o cérebro gera espasmos num certo sentido para capturar o sangue e o oxigénio senão deixa-os morrer à míngua em meio às vossas indecisões.
Primordialmente, pode envolver uma dor no pescoço assim como pode ser uma multiplicidade de coisas:
“Alguém que me interprete correctamente nisto…”
O que lhes provoca uma terrível dor no pescoço. Mas, e que dizer das vossas costas que são compostas por uma série de articulações? Poiss bem, as costas estão directamente relacionadas com o sistema de chakras, desde o cócix até cá acima. A zona inferior das costas podem estar ligadas ao primeiro ou ao segundo chakra, a zona intermédia pode estar ligada ao terceiro e quarto chakra, aí pelo meio da parte inferior e na parte superior pode ser o coração, e lá pela altura do pescoço deverá ser o quinto chakra, e depois lá no crânio potencialmente o sexto e o sétimo, embora tenhamos dito que geralmente não respondem dessa forma. Mas depois há uma ditinção interessante a fazer; se tiverem dificuldades com a parte superior das costas, isso falará pelo facto de assumirem demasiada responsabilidade por mais alguém “não suficiente por vós próprios.”
“Os fardos do mundo às minhas costas.” “Eu tenho os problemas deste e os problemas daquele e os problemas de todo o mundo para resolver.”
Mães, pais, filhos, amigos, pessoas das vossas relações:
“Eu acato com os fardos dos outros. Assumo-os. Suporto o jugo dos problemas dos outros.”
Entre parêntesis isso quer dizer que não tomam a cargo os vossos próprios problemas o suficiente.
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O Processo de Cura
Então, o que estará envolvido na cura?
O primeiro passo já nós abordamos. Coloquem a si próprios as sete perguntas. Esse é o primeiro passo - um passo de gigante, definitivamente.
O segundo passo: Processem e programem. Sabemos que há quem que lhes diga que não têm mais o que processar, e que tudo o que precisam fazer é declarar a vossa intenção e pronto. Existem muitos que têm vontade de lhes propor pequenas fórmulas muito simples para se tornarem espirituais. Mas quando descobrem estar enganados, eles não se vão encontrar ao vosso lado para lhes dar conta das mentiras que lhes tiverem relatado... Depois de escutarem as mensagens e de as entenderem, processem-nas directamente. Removam-nas do vosso sistema.
Terceiro passo: Seleccionem uma modalidade de cura. Que métodos de cura desejarão utilizar? Vocês estabelecem essa decisão. Não erguem as mãos a exclamar:
“Qualquer um, não importa qual seja... Vou perambular pelo labirinto da enfermidade até que alguém apareça e me cure...”
Vocês estabelecem essas escolhas. Vocês tomam as decisões.
O quarto passo é o mais importante e o mais decisivo. É aquele em que podem estragar tudo ou no qual poderão realmente envolver-se nalguma liberdade maravilhosa. O quarto passo é aquele em que tomam a decisão de voltar a um estado de saúde. Em última análise, a decisão constitui o factor de cura ou restabelecimento. Podem ir a um terapeuta qualquer, não importa o quão poderoso seja, mas se não tiverem se decidido a retomar o caminho da saúde ao invés de estagnarem na enfermidade, ele não irá conseguir ajudá-los. Precisam tomar essa decisão!
E essa decisão precisa ser tomada após terem feito uso dos primeiros três passos. Vejam bem: Decidem restabelecer-se. Primeiro, descubram quais são as mensagens. Em seguida processem e programem. Depois seleccionem a modalidade a que irão recorrer. E DEPOIS tomem a decisão:
“Vou-me curar.”
E o quinto passo: Participem na cura. Não arrastem meramente o vosso corpo esgotado de modo a colocarem-no na marquesa a dizer:
Apliquem-me a cura.”
Vocês participam com vivacidade, confiança, esperança e entusiasmo.
Sinto-me demasiado exausto.”
E em seguida deem aquilo que tiverem obtido dessas energias, porque precisam participar com vivacidade. Não podem simplesmente apresentar-se ali como um simplório e esperar quaisquer resultados sérios ou permanentes.
Sexto passo: programem e processem de novo a um nível mais profundo. Se o facto de levar tempo os preocupar – analisem quão séria será a vossa decisão. Quão repletos de vivacidade, de esperança e de entusiasmos estarão? Quanto amor e confiança comportarão?
E em sétimo: Voltem à vivacidade dinâmica em que assenta a vossa saúde perfeita. Tendo aprendido aquilo que precisavam aprender nessas mensagens, deixem a enfermidade para trás, com base no fluxo dinâmico da saúde.
É isto o que opera no processo da cura. O poder da cura é imenso. E existem muitíssimos métodos, tal como sugerimos. E um ou vários poderá deles ser-lhes o indicado.
 
 (continua)
Transcrito e traduzido por Amadeu António

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