terça-feira, 14 de junho de 2016

VOZES V




LITTLE ELK



Shiawanaka. Eu, Little Elk, venho falar convosco por breves instantes. Perguntastes se porventura desejaríamos expressar mais alguma coisa a este grupo. Desejamos. Desejamos que façam mais perguntas, por aprenderem mais desse jeito. Quando fazem perguntas descarregam, por admitirem um certo elemento de ignorância E isso é sensato. Porquanto aquilo que aprendem, conforme já foi dito muitas vezes, é o quanto sabiam antes. Assim, com cada interrogação, aprendem mais. s vossas perguntas constituem o próprio ponto crucial por meio do qual têm permissão para falar. Se em última análise se imobilizarem, imobilizarem não na vossa ignorância, mas imobilizar-se de modo a chegarem a conhecer o Grande Espírito – isso representará meditação. Isso representará para onde rumarão na vossa busca espiritual, experimentar essa serenidade. Mas não se imobilizam na ignorância. Em vez disso, incitem aquilo que desejarem acrescentar a vós próprios, até que eventualmente consigam unir-se a isso. Então isso provocará um torpor em vós, mas será um torpor pacífico; será a experiência do espírito.



Perguntam por que razão terão esquecido tanto! Ah, queridos filhos, quando recordam tudo, sabem o que sucede? Desmaiam. Caem no sono. É quase como um jogo. Costumávamos sentar-nos ao redor de uma fogueira e jogar como crianças, mas quando conhecêssemos todas as regras desses jogos, cada movimento que a pessoa fizesse, cairíamos no sono. Chamam a isso tédio. Em última análise, quando aprenderem todas as coisas, voltam a dormir, estado esse que é o estado natural de Deus. Mas um dia voltariam a despertar-vos, por terem um novo jogo com que brincar, um novo sonho a vivenciar. Pois assim é a vossa criação. Se estiverem um pouco aborrecidos, então talvez se voltem para um jogo maior e Little Elk terá sido bem-sucedido. Shiwanaka.



REDKIN



Olá para todos vós. Aqui fala Redkin. Sentem-se bem esta manhã? Estão a tentar falar com os mestres e tudo – desejarão conversar com um velho escocês malicioso? Eu fui comandante de um navio certa vez, sabem.



Esta não seria uma tripulação muito má com que navegar. Todos dariam bons corsários. Sairíamos juntos e talvez afundássemos uma fragata Espanhola ou assim, tudo ao bom serviço da Rainha, não é? Existe uma linha tênue entre um pirata e um corsário, sabem. Os corsários tinham mais ou menos licença para pilhar e faziam-no com um pouco mais de graça e dignidade. De certo modo, é isso que um mestre é, sabem. Tinham mais ou menos licença da parte de Deus para desfrutarem da vida, digamos assim, mas em função da licença da percepção e da consciência que tínhamos, e do respeito e da integridade de todos quantos nos rodeiam. Por ser pela falta de respeito que se tornavam piratas, sabem. Mas tudo quanto fazíamos assumia a mais pobre autoridade de todas, que representava o nosso eu limitado. Como quando tínhamos a Rainha e toda a nação atrás de nós, só queríamos arranjar sítio para onde fugir.



E é um pouco assim com Deus, sabem. Porque quando têm o Deus de todos atrás de vós, meninos e meninas, aí nada temos a perder e tudo a ganhar. De certo modo, é quase como com os corsários. Muitos dos corsários eram compostos da ralé da sociedade – é por isso que vocês dariam bons corsários. Quase como se, ao rasparem o fundo do barril, acabassem com a melhor parte. Mas digo isto um pouco na brincadeira. Seja como for, gostaria de dizer que são todos bom material para os mestres e assim. Mas lembrem-se que é quando o fazem a serviço de Deus, do dever e da Rainha. Por isso, possa o deus de todos nós olhar por vós.



ERCON



Eu, Ercon, da nave Arcumi, venho falar convosco, filhos da Terra. Chegamos para lhes trazer conhecimento de vós próprios enquanto seres de energia. Nós que ocupamos o corpo etérico enviamos-lhes saudações desde os planos de existência de Sírio, Órion e Plêiades. Endereçámos-lhes cumprimentos de modo a que aumentem o conhecimento que têm na expansão do vosso ser e para buscarem adoptar uma superior propriedade de conhecimento, por no universo não estarem sós. Por estas coisas serem dadas de forma a poderem expandir-se.



Vocês evoluíram a ponto de agora precisarem ser adequados, disciplinados, e desenvolverem a vossa natureza espiritual de modo a adoptarem a aplicação adequada das vossas tecnologias em benefício de todo o vosso planeta. Não podem mais ser crianças, mas precisam tornar-se adultos responsáveis, e adoptar uma maior percepção de toda a vossa herança. Sem essas influências, voltar-se-ão para vós próprios. Precisam livrar-se do mais velho dos males que é a guerra. Por não ser aceite que carreguem esse mal para as próprias estrelas. Tão pouco nós, de Arcumi nem os da Federação poderemos interferir. Só podemos vigiar. Existem alguns de nós entre vós neste momento. Continuem a expandir a vossa visão acima e além das vossas próprias limitações a fim de chegarem a conhecer a vossa verdadeira herança.



Nos dias da Atlântida, quando mantínhamos um maior intercâmbio cultural com o vosso planeta, a ponto agora de estarem à beira de um julgamento motivado pelas leis causais do vosso próprio plano. Vocês conduzem essas actividades a vós próprios. Mas também cabe na vossa capacidade transformá-las, conduzir a vós uma grande paz, restaurar o vosso planeta na sua própria perspectiva e no seu devido património por entre um milhar de outros mundos, daqueles que se ligaram à paz e que buscam companheiros e irmãos conscientes por todo o universo, para se elevarem e eventualmente se unirem ao Todo. Adonoi.



ENTIDADE GRUPAL



A entidade acha-se agora focada. A entidade que fala constitui um foco da consciência colectiva de indivíduos presentes e daquilo que vocês têm em comum. A entidade constitui uma revelação comum. Caso haja um nome para a entidade, será Revelação. A entidade passará agora a dispensar a informação desejada.



No futuro da sociedade de que são cidadãos e construtores, serão arquitectos que moldarão a arquitectura como quem molda a consciência. Já começaram a trabalhar sobre esses princípios e descobriram-nos nas vossas formas esféricas, cónicas e piramidais – aqueles que vivem sob abóbadas e estruturas do tipo tepee (tenda), assim como aqueles que habitam abaixo da superfície da terra. Descobrirão que essas geometrias lhes realçam as formas físicas, de modo a perpetuarem um maior saúde e um maior bem-estar da população em geral.



Haverão de descobrir que não mais existirá qualquer barreira de comunicação entre a vossa cidadania, e que por altura dos seis anos, cada um de vós terá dominado as capacidades de projecção astral e de clarividência. Isso será apresentado por cada cidadão. Isso ser-lhes-á ensinado como parte do desenvolvimento da personalidade de cada indivíduo, em vez de fenómeno separado.



Além disso, dar-se-á um completo restauro por entre as arquitecturas mencionadas de forma a começar a suportar a comunidade num todo nos seus empreendimentos. Porquanto toda a comunidade suportará a consciência. Nas vossas evoluções actuais, procura moldar a sociedade de forma a servir uma força social, e analisam os comportamentos que surge nas vossas áreas metropolitanas, tanto positivos quanto negativos, como causados pela abundância ou falta da mesma, ou pelo desejo de manipulação. Nos dias de que falamos, não mais se entenderão enquanto criaturas sociais governadas pelas realidades do físico. Deverão, na verdade, submeter muito mais o ambiente de acordo com a consciência. Tornar-se-ão de facto “seres de luz.”



A cor tornar-se-á numa ciência destinada a elevar a consciência, não através da inspiração psicológica, como agora é feito, nem mesmo da importância filosófica, mas para que tudo ao vosso redor se torne num elemento causal e activo para elevar a sociedade.

A meditação, que é agora considerada uma prática religiosa, tornar-se-á numa ciência. Representará a própria fundação da aprendizagem tanto do sistema espiritual como do sistema lógico do pensamento. Deverão ingerir cada vez menos alimentos no organismo, e eventualmente em quantidades tão diminutas que naturalmente partilharão dele directamente da natureza de novo, conforme tinha sido a intenção original.



Em breve verão os começos da aceitação da projecção astral, ou da experiência fora do corpo. Primeiro o seu estudo nas vossas instituições de aprendizagem. Depois, algum tempo mais tarde, a sua aplicação enquanto agente terapêutico. Depois, após a viragem do século, a sua institucionalização e ensino como facto do currículo do pensamento científico e filosófico e a aplicação das suas qualidades transformadoras à população num todo. Depois, talvez dentro de cinquenta anos, a experiência comum de todo o cidadão.



Pousar na superfície de outros planetas, por parte de todos vós, será comum. Isso de facto sucederá na forma física. Serão capazes de se envolver em corpos de luz, por os tecidos celulares que compõem actualmente os corpos físicos não serem capazes de se reestruturar e regenerar por completo em qualquer ambiente. Não mais dependentes de qualquer processo biológico ou químico, não passarão de contentores da iluminação que constitui a verdadeira origem do ser, a própria luz. E servirão como condutores e hão de organizar a estrutura celular o necessário para se adaptarem ao ambiente de qualquer superfície que pisem.



Tornar-se-ão mais etéreos na vossa composição. Uma maior transparência. A aparência física será a de uma transparência, com muitos das funções internas completamente visíveis. Além disso, serão grandiosos em iluminação. O tempo médio de vida aumentará para aproximadamente dois mil anos, pressionando porventura a um terceiro ou quarto milénio numa encarnação. Isso deverá ser após terem passado por um milhar de anos do que é designado por fraternidade. Deverá ser uma época de enorme avanço nas tecnologias que actualmente entendem como práticas espirituais, por esses não serem apenas princípios religiosos, mas ciências. E tão pouco foram concebidos com o propósito de arte ou cultura, mas foram-lhes dados com o propósito de edificarem uma sociedade espiritual de que são agora cidadãos.



Cada um de vós deveria começar já a formar essas noções. Mas quando buscam ao vosso redor pela origem da noção de comunidade, esta entidade diria que cada um é essa comunidade. Cada um de vós precisa desenvolver os talentos que lhes foram dados. Pois sempre procuram fora de vós pela comunidade. Não é que a comunidade deva ser edificada, mas que vocês precisam crescer, por ser uma entidade viva, tal como vocês são. Precisam inspirar a nova vida através das vossas próprias percepções.



Criem uma comunidade que nutra o todo daquele que são em mente, corpo e espírito. Não é que compitam nem cavem um destino contra outro, mas que cada destino se torne como um só todo comum. Actualmente, o isolamento e a especialização de cada aspecto da sociedade provoca competição como que devido à limitação dos recursos e desse modo competição nos destinos das pessoas. Em vez disso, criem um ambiente que traga equilíbrio e que permita que todos os destinos se desenvolvam, e floresçam.



Antes de se dar a queda na densidade da matéria, eram para fazer evoluir o planeta num todo. Eram para ter sido “conforme a lei,” em vez de se submeterem a ela, como no carma. Por o propósito original, a visão original, ser o de que na qualidade de almas manifestassem o elohim, que significa “Deus no homem.” Que manifestassem a forma humanoide estritamente a partir da essência dos seres neste plano, e deambulado pelo Jardim de forma permanente, tal como Deus fez naqueles dias no Éden e na Lemúria.



Assim pois, talvez possam ver na visão original, como poderia ser restaurado mesmo enquanto habitam o corpo físico, por vocês serem cidadãos do que eventualmente virá a ser uma sociedade cósmica, para irem além dos domínios da compreensão das coisas do físico – não mais procurem curar apenas os vossos corpos físicos, mas que também curem mesmo a prioridade mais elevada do vosso espírito pessoal e a composição da vossa mente. Conforme foi dito pela outra fonte que contribui para a corrente existência da entidade, “A mente é o arquitecto da vossa existência, neste plano.”



Concentrem-se naquelas tecnologias que façam progredir a comunidade, e continuem de acordo com os talentos que têm. Vocês dizem que Deus ajuda aqueles que se ajudam a eles próprios. Estudem os talentos que possuem. Desenvolvam aquelas coisas de que dispõem para contribuir. Porque cada um desses talentos será como que de Deus, se os doarem desinteressadamente em auxílio da comunidade num todo. Porquanto é pelo vosso exemplo pessoal que cada um de vós ensina e instrui os outros e se tornam mais íntegros.



É sensato antes de mais concentrar-se naquelas coisas que podem transformar, primeiro a vós próprios, e finalmente o todo. Porque então a política, que consta da manutenção do poder, poderá igualmente sair transformada. Assim, primeiro concentrem-se em vós. Isso é a primeira coisa a ser transformada – aquilo que reside em vós, a expressão do talento. Sejam um curador, sejam aquele que dispensa palavras de sabedoria, sejam um que ensina, sejam um que cuida da forma de ser da natureza – isso e só isso lhes foi dado como autoridade, como um dom. Transformem isso primeiro. Então, todas as coisas ao vosso redor começarão igualmente a transformar-se. Caso contrário, vaguearão pelo caminho que aparentemente não terá rumo.



Pressentimos uma resistência da parte de todos os presentes para aceitar a totalidade do conhecimento de si mesmos como Deus. A consciência que têm desta realidade limita-se a períodos de meditação, oração, e serviço aos outros. Só quando se der a plena aceitação dessa consciência, a todos os níveis e em cada acto consciente, que cada um de vós será realizado. Só a plena aceitação de vós e o alinhamento com Deus poderá remover as pedras de tropeço. Outros poderão inspirá-los em relação a estas coisas, mas apenas através do eu, do verdadeiro eu, que isso chegará a vós, por cada pessoa só se poder julgar a si própria.



Muitos de vós reincarnareis no período dos mil anos de fraternidade. Pois conquanto se dê o ranger de dentes e o morder as rédeas para se elevarem além deste plano, após terem regressado ao estado de espírito e olhado para trás para os trabalhos realizados e aqueles que vêm por diante, descobrirão porventura que na vossa experiência enquanto filhos e filhas de Deus, desejariam retornar ao plano terreno por causa da ordem reestabelecida, de modo que a luz será a dinâmica desses dias.



JAPU (Ou o Complexo de Jonas)



Olá em favor das gentes. Ser Japu. Japu não ser grande mestre nem nada. Ele vir após mestre grandioso ter vindo. Fazer as pessoas sentir-se um pouco assustadas. Japu apenas acaba de chegar e talvez contar pequena história, mas aí precisar ir rapidinho. Uh-oh. Um momento por favor. Japu ter que coçar nariz…. Só um instante.

Uh-oh. Japu situá-los numa das já favoritas histórias de Japu. Encontrá-los todos encarnados no tempo de Jonas. Profeta Jonas. Todos vocês viver em Nínive, a cidade onde ele ir profetizar. Vocês todos ser gente indecente, muito desagradável, a andar juntos sempre de mansinho e na galhofa. Beber muito. Fazer todo o tipo de coisas juntos. E Jonas clamar e saltar para cima e para baixo e vocês ficar com cabelos em pé. Querem ouvir um pouco da história do Jonas?



Todos vocês viverem em Nínive, e Jonas ser pessoa muito recôndita. Um dia, quando Jonas estar compenetrado nos próprios assuntos, Deus vir até Jonas. Enorme nuvem escura. Jonas dizer: “Ai, que nuvem tão escura. Hoje ir chover. Hoje não haver piquenique.” De repente Deus dizer a Jonas: “Ser melhor que acredites! Eu ter grande trabalho para ti.”



Jonas ficar aterrado, com os cabelos de pé. Ele dizer: “Quem seres tu?” Deus dizer: “Eu ser Deus.” Mas Jonas dizer: “Como saber que ser Deus?” Deus dizer: “Tu realmente não querer descobrir!” Jonas ficar tão aterrado quanto àquilo que Deus lhe diz para fazer, o cabelo ficar de pé e ele fugir. Ele marca passagem em navio e dizer: “Não ter problema. Eu fujo e não ter que ser grande profeta.” Assim, Jonas esfregar mãos, cheio de orgulho, peito inchado, enorme sorriso, e começar a olhar o oceano.



Cedo peixe grande chegar. Peixe muito grande, e ser mais esperto que o esperto do Jonas. Peixe grande, grande sorriso para o peixe. Jonas olha ao redor, vê peixe, ficar com cabelos de pé. Ele ir esconder-se, agarrar-se ao mastro. Mas enorme tempestade vir e peixe engolir Jonas. Jonas dizer: “Que é que estou aqui a fazer? Porquê eu?” tal como vocês fazem por vezes. Logo peixe grande sentir dor de estômago e cuspir Jonas na praia. Jonas olhar em redor e dizer: “Ah, estar perto de Nínive. Talvez ser melhor ser profeta do que alimento para peixe.” E ele dizer: “Afinal de contas, talvez o pago não ser tão mau. Bom benefício de reforma!”



Ele envergar vestes malucas, de peito inchado, entrar na cidade e invadir cidade de lés a lés, e clamar: “Grande castigo estar a chegar.” As pessoas darem ouvidos e dizer: “Quem ser este?” “Ah, este ser Jonas. Grande profeta. Falar com Deus.” Cabelos de pé. Jonas dizer: “Grande castigo chegar no prazo de noventa dias. Arrependam-se, arrependam-se.” E assim desanda da cidade, sentar-se nos montes e jejuar o tempo todo.



Em breve as pessoas a correr pela cidade, grande castigo estar para chegar, a esbarrar umas nas outras, a correr em redor. Elas dizer: “Precisar usar pano de linhagem e cinzas.” Jonas fazer muito bom trabalho. Todos ficar aterrados, a correr em redor, e a esbarrar uns nos outros, com os cabelos de pé. Todos a brigar por causa do pano de linhagem agora. O último grito da moda ser pano de linhagem. Não conseguir encontrar cinzas suficientes para cobrir o peito e começar a desfazer mobílias para a queimar, por quererem um bom monte de cinzas para cobrir a cabeça. Alguns ficam tão desesperados que começam a trepar as chaminés em busca de cinzas.



Deus olhar para baixo e dizer: “Que espectáculo grandioso.” Deus dizer: “Não crer eu ter conseguido melhor serviço. O Jonas tê-los abalado um bom bocado para os levar a todos a arrepender-se.” Ele dizer: “isso ser óptimo.”



Assim todos vocês se arrependerem e andar em redor envergando pano de linhagem e cinzas. Entoam os cânticos, orarem, olharem por cima do ombro. Grande castigo não chegar. Oram mais. Olham por cima do ombro. Nenhum castigo chegar. Passam noventa dias.



Jonas, ele dizer: “Noventa dias ter chegado e passado e nenhum castigo. Devo ser falso profeta. Toda a gente ir atirar pedras em mim.” Então deus aparecer. Grande nuvem escura. Falar com Jonas e dizer: “Que é que tens? Os profetas tentarem levar as pessoas a pensar melhor, a ter melhores pensamentos, viver vida melhor. Tu seres melhor profeta de todos. Teres-me poupado dores de cabeça de ter que provocar enorme terramoto ou algo assim. Devias tirar o dia. Tu ser melhor profeta de todos tempos. Todos outros profetas andar em redor, fazer grande profecia, e eu precisar ir e provocar enorme terramoto. Eu não gostar fazer isso, por ser demasiado que fazer! Muito mais simples se todos se arrependerem. Por isso, tu seres melhor profeta de todos. Todos se arrependerem. Não ter problema. Vamos fazer piquenique juntos.”



Depois haver história de como Japu descobrir como só existir um Deus. Durante a vida de Japu, ele acreditar em muitos deuses diferentes. Japu ser porteiro. Pessoas entrar na cidade através de enorme portão e ele atirar-lhes com bênçãos. Um dia dar-se enorme reunião de sacerdotes de muitos deuses diferentes. Deus do céu, deus do sol, deus das flores, deus dos mercadores, deus do milho, deus da chuva – um monte de deuses. (NT: Á semelhança dos cristãos que, na actualidade, veneram diversos santos) Por isso Japu, ele ir ao encontro de diferentes sacerdotes e aprender com respeito aos diferentes deuses. E Japu dizer: “Que Japu fazer para levar os deuses a sorrir a Japu?” Sacerdotes dizer: “Tal como pequeno bocado de milho vai até onde deuses do templo se encontrarem, deixa um bocado de milho, que então deuses sorrir para ti.” Japu sair-se assim: “Oh, isso ser bacana.”



Assim, Japu pegar bocado de milho para ir ofertar no templo. Então Japu começar a coçar cabeça um pouco. Por Japu ser porteiro, ele saber quantas pessoas entrar e sair da cidade. Também sabe quanto cereal, quanto milho, quantos diferentes alimentos chegam à cidade. E ele volta e conta diferentes sacerdotes que vir de cidade diferente e perceber que haver centenas e centenas de deuses. Então conta o número das diferentes pessoas que pedem favores aos deuses. Montes de pessoas. Depois conta quanto cereal e milho entram na cidade e descobre cereal e milho suficiente para servir os deuses todos – que dever ser montes de deuses magricelas a correr em redor. Deuses magricelas, muitos deuses magricelas. Porque haver montes de deuses magricelas? Assim, quando Japu, já muito velho, abandona corpo físico e sobe e descobre que só existir um deus, ele solucionar todo o mistério. Não um monte de deuses magricelas, apenas um Deus gordo e enorme. Ter sido assim que Japu ter descoberto que só existir um deus – um Deus enorme e gordo e vez de um monte de deuses magricelas.



Este grupo desejar saber vidas passadas juntos? Japu procurar no libro a história deste grupo. Ah, Japu descobrir uma. Japu sentar-se aos portões da cidade a observar os mercadores a passar e a lançar bênçãos às pessoas, na esperança de se darem bem na cidade, na esperança de deus as abençoar com muitos filhos, na esperança de abençoar um pouco este ou aquele. Um dia à hora marcada Japu trocar serviço com outro e ir até à cidade. Japu dar atenção às pessoas. Logo assiste a dois homens numa acesa discussão. Eles serem velhos sábios por todos os dias virem à cidade e discutirem a respeito de diferentes coisas sábias como se um deus ser melhor que outro. Uma competição acesa. Muitos aproximar-se para escutar a discussão. Os velhos sábios nunca darem o braço a torcer e fazem as pessoas ficar com cabeça às voltas. Duas das pessoas mais sábias da cidade estarem a toda hora a discutir. Dizerem: “Este deus ser esperto, aquele deus ser burro.” Esperto, burro, esperto, burro – fazer a cabeça das pessoas andar à roda.



Um dia eles começarem a discutir de novo e as pessoas a ficar ranzinza. Pessoas ranzinza, todas cansadas. Grassar um pouco de fome e estômagos andar vazios. Os velhos chegarem, começar a discutir, e a dizer que sabem tudo, e logo as pessoas ficam cansadas e com a cabeça à roda. Sem saber o que fazer. Então começam aos berros: “Calem-se, calem-se.” Mas homens sábios falar em brados tão altos um com o outro que nem ouvem as pessoas. Termos como “Calar,” e “Viva,” fazer muito pouca diferença na língua de Japu, de modo que sábios ouvirem as pessoas e pensarem: “Oh, as pessoas estão a aplaudir-nos, todos entusiasmados, provocar enorme impressão.” Assim, brigam, discutem, berram, gritam – as pessoas ranzinza, com vapor a sair-lhes pelos ouvidos. Completamente cansados com os velhos, ranzinza uns para os outros, começam a berrar: “Calem-se. Parem de discutir!”



Os velhos começam a berrar mais alto, mais gritaria. Logo as pessoas ficar tão cansadas de os ouvir que pegar neles aos ombros e tentar conduzi-los para fora da cidade. Os velhos ainda ouvem as gentes a berrar e pensar estar a ser carregados aos ombros por pessoas sentir-se feliz.



Os aldeãos levam-nos até ao cimo do monte. Velhos dizer: “Oh, eles carregam connosco montanha cima para nos venerar.” Mas pessoas jogá-los penhasco abaixo! Eles estar tão atarefados a berrar e a discutir um com o outro que berram e discutem até ao fundo do penhasco. Batem tão forte no fundo do penhasco que quase saltam para trás. Pessoas ficar com cabelos de pé por pensar ter que ouvir velhos discutir de novo. Quando atingem o fundo, o espírito dos velhos sair do corpo, ainda aos saltos, os seus espíritos ainda aos gritos um para o outro. Isso ter sido há cinco mil anos. Japu ter ido no outro dia e os seus espíritos ainda estar aos berros e aos gritos.



Moral da história ser que melhor coisa a fazer ser dar ouvidos às pessoas que os rodeiam do que dar ouvidos a vós próprios somente, caso contrário passar eternidade e nenhum crescimento, por mais sábios ou esperto que tenham na cabeça. Vocês entenderem?



Bom, grupo querer saber com respeito aos sonhos? Melhor sonho por que se interessar ser sobre sonho que sonham no estado desperto. Vocês pensar que vida de todos os dias que vivem agora ser realidade. Vocês pensar estar acordados. Japu diz isso ser sonho. Toda a vida ser um sonho. Por vezes sonho que têm à noite ser mais real do que vida do dia-a-dia por saírem do corpo, projectar-se astralmente, e aproximar-se de espírito. Espírito ser mais real que vida do dia-a-dia que levam. Portanto, sonho ser mais real que simples torpor. Por ser quando estão verdadeiramente adormecidos e não despertar para dimensões superiores.



Alguns pensar que jornada rumo a deus ser ficar sentado, as asas a brotar das costas, andar a esvoaçar, sorrir para as pessoas, sorrisos idiotas. Andar por aí a cumprimentar as pessoas e a bater as asas, e com grandes revelações. Não. Nenhum sorriso idiota nem asas. Apenas serem melhores uns para os outros. Nada demais. Quanto mais perto de Deus, mais querem preservar todas as suas árvores, mais apreciam a natureza, e querem fazer o que é natural. Mais amor. Isso ser progresso de volta a Deus. Nada demais.



Um olá para agradar às pessoas. Este ser Japu. Japu chegar e conversar um pouco com as pessoas. Querer saber acerca das coisas dos mestres? Querer saber como conseguir esperto na cabeça, ser assim? Dizem: “Ah, mestre saber muitas coisas. Ir aprender muitas coisas.” Contudo, quando mestre prosseguir e lhes contar um monte de coisas, vocês dizer: “Oh, desejar que mestre desapareça,” aborrecidos e sonolentos. Começar a aparecer no rosto. Novo mestre aparecer e dizer: “Olá para agradar às pessoas,” pessoas sentar-se direitas e procurar ficar de olhos brilhantes. Dizer: “Ah, vamos aprender coisas.” Mestre falar e falar, e todos aborrecidos. Olhos doridos, procuram ficar despertos. Ficar todos embaraçados, cair no sono. Novo mestre aparecer. “Oh, novo mestre, mais coisas a aprender.” Mestre discorrer sobre coisas complexas, todos aborrecidos, não ser divertido. Mestre prosseguir. Depois novo mestre: “Novo mestre, aprender coisas novas.” Única coisa que pessoas aprender ser quão entediadas se sentem. Assim, melhor coisa a aprender é ter esperto na cabeça e tirar proveito de si e da experiência da vida. Olhem para aqueles que desfrutam de si que saberão quem ser verdadeiro mestre. Olhem para aqueles que desfrutam da vida. Esse ser um mestre secreto. Mestre ser repleto de alegria. Ser por isso que crianças ser pequenos mestres. Elas saber como desfrutar da vida. Olhem para as criancinhas de colo, de sorriso na cara. Esses ser mestres. Olhem para os velhos que rangem, que avançam de sorriso na face. Eles apreciarem poder viver muito tempo para se tornar velhos. Melhor ser velhos que rangem cheios de alegria do que jovens entediados. Vão ficar velhos e ranger muito tempo mas em breve vão tornar-se velhos enfadados. Isso não ser mestre. Mestre ser aquele que é cheio de alegria.




Obadiah



Ah, é o Obadiah. O Obadiah vem para falar à gente pequena. Ah, a gente pequena procura ter esperto na cabeça quanto às obras do awanga, ou o que chama de meditação. Quanto mais esperto tiverem na cabeça quanto à meditação, mais esperto terão na cabeça quanto àquele que são. Quando mergulham no estado de sono, isso traz-lhes esperto à cabeça, estão a perceber, por os deixar conscientes em todos os instantes do dia. Vocês pensam que quando vão dormir ficam inconscientes. Não – por vezes as pessoas tomam mais esperto na cabeça quando dormem.



Por vezes utilizam como que um mantra que repetem uma e outra vez, a que chamam ressonar. Os outros não gostam de ouvir esse mantra. Mas isso é o que é, por os fazer dormir e talvez por vezes lhes estimular os sonhos, e isso ser equivalente a ser inteligentes e mais sábios.



Ah, gostar de perguntar sobre a música. Como quando estão com o tambor ou com o canto. Isso torna-os mais inteligentes por os deixar como que num estado mais profundo, e isso ser bom por se assemelhar a entrar no sono enquanto permanecem acordados, enquanto meditam, entendem? Por os tornar mais conscientes do espírito que são, e isso também ser bom.

Ah, mas o Obadiah ficar muito desapontado quando o pequeno por intermédio de quem o Obadiah fala mencionar o reggae, e vocês responderem: “O reggae?” e se admirarem por que razão será bom. Como se o raggae fosse como o vudu ou uma coisa má. Ah, isso é como o que porventura os brancos dizem a toda a hora. Mas é como se fosse coisa boa, por conter o canto básico, e falar do necessário para a liberdade espiritual, entendem? Assim, da próxima vez que escutarem música, vejam se os faz balançar para trás e para frente, e se os faz sorrir um pouco.



Isso é como a meditação, por relaxar o corpo, e fazer com que sintam vontade de se erguer e de saltar. Não precisam fazer nada, por o espírito saber o que quer fazer. O espírito tem vontade de se erguer e de andar aos saltos. Talvez o corpo de início tenha vontade de ficar sentado, mas o espírito, esse quererá andar a saltar. Mas em breve como que vão para o espírito e sentem mais aquilo que são, por serem o espírito.



Ah, é o Obadiah. O Obadiah vem e fala com a gente pequena. A gente pequena gosta de tentar ter esperto na cabeça com respeito ao espírito. Muitas vezes é como se a gente pequena fizessem perguntas sobre os fantasmas; perguntam sobre o que parecerá ser o mau espírito. Por vezes ser como as pessoas serem como o que dizem “supersticiosas.” Por vezes ser como o espírito como que se esconde debaixo da cama, ou atrás da cadeira, a chocalhar correntes e como que fazer os cabelos ficar em pé. Como se o espírito pudesse parecer demasiado material – esse tipo de coisa. Não, isso é só na vossa cabeça. Mas isso não ser esperto na cabeça. Mas precisam ficar com esperto na cabeça com respeito ao espírito, por vocês, também, serem um espírito. Apenas têm um corpo.



Como quando dizem: “Pobre de mim infeliz que tenho que arrastar o corpo o tempo todo comigo.” E sentem como se tenham que cuidar do corpo. Não, o corpo cuida de vós! Se lhe derem a oportunidade, ele leva-os a passear. Se lhe fornecerem o alimento correcto, ele cuidará de vós, e fá-los-á sentir-se muito bem.



Por isso, de vez em quando, devem levar o corpo a dar uma caminhada. Como que levam a dar um passeio pelo parque, e se alguém lhes perguntar o que fazem, dizem: “Estou a levar o meu corpo a passear, por apreciar o meu corpo. O meu é muito acolhedor e não tenho outro. O melhor é que leve este.” Porque se não cuidarem do vosso corpo que, onde é que irão viver?



Ah, a gente pequena querer aprender como curar o corpo e depois quer viver com esperto na cabeça em relação a como o corpo se cura a ele próprio, como a gente pequena realmente ser o espírito. Portanto, a gente pequena por vezes tem vontade de praticar o awanga. Como tantas vezes o homem branco, ele fica todo assustado. Ele pensa como se o vodu ou a macaca ou o awanga vão ser como medicina ruim. Por vezes como que os diferentes governos pensarem que a homeopatia ser como coisa má, também. Pensam que seja como a macaca ou o vodu. Não, ser igual à boa medicina. Ser como a medicina que funciona no espírito, por o homem e a mulher, eles realmente ser o espírito, eles realmente ser a energia. Vocês ter o corpo mas realmente ser o espírito. Assim, às vezes deixem o espírito vir um pouco à cura e isso ser bom para a gente pequena por em todo o caso isso ser o que realmente cura o corpo. O espírito ser como o amor que a gente pequena tem uma pela outra.



Ah, a gente pequena tentar ter esperto na cabeça com respeito a como ser o espírito. Isso ser bom, porque como a gente pequena, por vezes pensar que ser um fantasma ou como uma pessoa morta. Não, espírito não ser morto. Espírito ser muito ocupado, demasiado ocupado para andar a arrastar as correntes, ou para se esconder atrás da cadeira, ou debaixo da cama, ou no armário. Não, não ter esperto na cabeça quando pensarem que espírito faça tal coisa. Por saber que vocês ser o espírito. Como saber que vocês ser como o espírito? Por vocês como que ter a capacidade de ir além do corpo, no que chamam de “projecção astral.” Por vezes gente pequena ficar apavorada por pensar como que espírito do Obadiah ou do McPherson esconder-se atrás das cadeiras e chorar e gemer e arrastar correntes. Não, isso ser como superstição. Por o espírito ser muito ocupado, estão a entender? Porque, quando terem esperto na cabeça com relação àqueles que são, vocês querer ser mais alegres, começarem a rir, e viverem como mais abundantemente, como o homem Jesus fez. Porque ser como Deus estar por toda parte. O espírito estar por toda a parte. O senhor estar por toda a parte.



Ah, a gente pequena gostar aprender mais acerca do espírito e dos mestres e coisas. Ah, isso ser muito bem. Mas por vezes os pequenos tentar expandir em conhecimento mas por vezes apenas expandir na cabeça, ou no ego. E isso não ser bom. O espírito falar muito simples, não por que sejam o espírito – não, por ser como cada coisa que é dita, ser tão poderoso que se expandir demais, e aí dizer: “Agora, eu saber mais segredos.” Mas então descobrir que não saber tanto assim, mas descobrem que isso ser como uma bênção também por então serem capazes de experimentar mais, e ser como deus para os pequenos. Porque quando aprender que vida poder ser repleta de alegria por não haver bloqueio algum á alegria que experimentam, como ser igual a completo e abundante.



Ah, gente pequena eles sentarem e falar ao senhor John e fazer pergunta muito sério e todo o mistério profundo acerca do corpo. Ah, a gente pequena começar a sorrir um pouco. Ah, isso ser bom para gente pequena, porque por vezes o que gente pequena precisa como nas emoções e coisas ser trabalhar a awanga e ter a alegria. Porque a alegria no corpo ser a alegria na vida, isso ser bom para a gente pequena. Ah, por o Obadiah, ele trabalhar a awanga e a awanga trazer alegria às pessoas. Por vezes talvez gente pequena precisar fazer como o bocado de festa. Ah, por vezes precisar dançar ao redor da fogueira como a gente do Obadiah e tocar o tambor e empregar o canto.



Ah, a gente pequena por vezes precisar cantar e outras vezes precisar fazer o awanga, talvez isso assustar o homem branco que vive lá na casa grande. Por o homem branco, ele estar na casa grande o tempo todo, e ele temer o awanga e pensar Obadiah ir deitar magia má no homem branco. Não, o Obadiah, ele nem sequer querer perder tempo com o homem branco. Ele ter tempo muito bom com o awanga. Por isso, gente pequena não ter que beber o rum e ficar como todo doente como o homem branco ter que fazer. Tudo quanto ter que fazer ser sentir bem no espírito. Quando a gente aprender sobre o canto e cantar, então começar a cantar na alma, porque quando cantar na alma, então ter esperto na cabeça, como o Obadiah. Oh, a gente pequena realmente gostar estar contente na alma e no espírito, mas por vezes a gente pequena, ela esquece como ficar feliz. Ela pensar ir encontrar a felicidade num livro. Não, ela não ir encontrar a felicidade num livro. Não ir encontrá-la dentro da cabeça. Ir encontrá-la dentro do coração. Assim, a gente pequena precisar ter esperto. Ela precisar trabalhar o awanga. Ela precisar aprender como se ela estar no espírito. Assim, ser bom ter esperto na cabeça e ser bom ler o livro, mas assim que pousarem livro, melhor ser ir fora para o canto e o tambor.



A História do Obadiah sobre Deus e a Igreja



Ser como no tempo em que p patrão no Haiti ele chegar certo dia e passar sermão a Obadiah e dizer: “Obadiah, é bom que tu ir à Igreja, por Deus estar lá na Igreja, por ser onde Ele está.” Mas Obadiah saber não só estar naquela Igreja, por ser onde as mulheres lhes cantar os cânticos terríveis a toda a hora. E se Deus estar naquela Igreja, de certeza Ele querer sair!



Mas finalmente o patrão morrer, e como toda a gente se juntar e esperar e chorar e tudo. O corpo do patrão ter dado o fora por ele ser muito velho. E o Obadiah, ele estar deitado. E o Obadiah, ele gostar ir dormir e gostar de abandonar o corpo por meio da projecção astral. E quando o patrão sair do corpo, toda gente lamentar-se e chorar, e o patrão voltar-se após ter passado e ver o Obadiah ali parado, e pensar que tenha ido para um lugar mau. Por pensar ser onde Obadiah ir. Mas Obadiah dizer: “Não, vocês não ir a lugar mau. Você como olhar para cima como um imenso túnel.”



E o Obadiah chegar e apresentar o patrão ao pai e à mãe, que passaram e todos chorar e gritar. E a seguir como ele deixar-se levar em direcção de luz. E Obadiah saber ele ir gostar grande luz e aprender coisas grandiosas. Por ele ainda ter o que chamam de carma. Mas subitamente Obadiah acordar do sonho que teve por ouvir como que o choro do seu neto acabadinho de nascer. E Obadiah saber que patrão ter voltado muito rápido para aprender as suas lições.



HIRAM
Bênçãos a todos quantos se reúnem na luz. Eu Hiram, venho falar convosco de modo que possais ser repletos dos procedimentos e da luz que buscam levar uns aos outros. Muitos de vós procuram aprender aqueles instrumentos que os leve a uma maior iluminação. Quando entram na iluminação e no conhecimento de que deus reside dentro de vós, de que todos sois filhos de Deus, realizais-vos de uma forma mais elevada. Essa realização vem da oração e da meditação, coisas que são instintivas em cada um de vós. Então atingirão um nível superior de iluminação por virem a perceber a capacidade total que têm de conhecimento directo e de consciência directa de Deus, que já reside nos vossos corações.
É quando atingem esses níveis da realização que são serão completos (aperfeiçoados). E daí poderá, pois, brotar a alegria. Já falaram da sabedoria contida na busca da alegria. A alegria brota da simplicidade. Vem da vivificação da mente por parte de Deus. Vem da compreensão, quando as palavras são sinceramente proferidas. Não daqueles que procuram dominá-los pela influência, mas daqueles que tiverem vindo a vós com um coração aberto, de forma a serem cheios da graça do Deus vivo.
Porquanto foi dito: “Eu sou o Deus dos vivos,” e que Deus viria ao meio de vós de modo a disporem de vida e viverem essa vida com abundância, de modo que pudessem reconhecer-se enquanto filhos de Deus e ser realizados por meio uns dos outros. Não por meio da vossa vontade limitada, mas pela vontade divina que se acha encerrada em cada um de vós e lhes dá sustento e significado e conhecimento além do alcance das palavras, além do alcance da experiência do imediato. Então a vossa experiência imediata tornar-se-á bem-estar, e ver-se-ão completos e perfeitos, santos e queridos e preciosos em Deus, cuja presença reside em todos vós.
ANTONY
Eu, Antony, venho falar com cada um de vós para que possam sair enriquecidos pela presença do Senhor Deus que reside no meio de vós. Há uma ela a acender em cada um de vós para que brilhe com esplendor e lhes traga profundas visões ao de cima, lhes ilumine o caminho, que eventualmente conduzirá às profundezas do vosso ser pleno, e abra o Salão dos Registos, de modo que todas as coisas sejam conhecidas.
Fiquem sabendo do seguinte: Vocês residem actualmente no que é designado por “fim dos tempos”. Isso é motivo de celebração, por ser nesta altura que verão o regresso do cristo à Terra. Isso deverá proceder do vosso seio, do seio de cada um de vós, de modo que sejam realizados nestas matérias e perfeitos. Porquanto sem estes conhecimentos, a própria vida se esvaziará, e vocês tornar-se-ão como uma árvore que não dá fruto. Sem raízes profundamente lançadas nas águas da vida eterna, cada um começará a murchar e a desaparecer.
Mas isso não sucederá convosco, por terem estabelecido as vossas raízes fundo nas tradições da grande herança espiritual, de forma a serem estimulados e cada um possa crescer e participar dos frutos que produzem uns para os outros e partilhar com amizade, ao se reunirem em nome de Deus, que é amor. Dessas formas servireis e estimulareis uns aos outros.
As vossas pesquisas constituem as raízes que penetram ainda mais fundo nessa herança espiritual. Mas voltem-se sempre para cima, em direcção ao sol e ao céu, como se a abraçá-lo. Mas sejam sempre abundantes. Longos serão os anos dos vossos dias quando vierem a habitar a Terra para a aperfeiçoarem. Amen.
Canalisado por Kavin Ryerson
Traduzido por Amadeu Duarte








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