domingo, 17 de abril de 2016

A LINHA COMUM A TODOS OS CAMINHOS DA METAFÍSICA




Vamos prosseguir com os nossos estudos. Já terão tido algum conhecimento acerca da linha que tece todas as doutrinas metafísicas, não? Aquilo que se encontra em todos os padrões inerentes a todos os caminhos da metafísica. Mas antes creio que vamos desviar-nos um pouco, por o outro lado ser igualmente importante.

Pedi para esquematizarem isto no quadro antes de iniciarmos, de modo a tornar-se um pouco mais fácil, a longo prazo. Desde o começo que toda a doutrina tem dois níveis: o nível universal e o nível do homem; a evolução universal e a evolução do homem.



Existe um sistema numérico de energia que possui ritmos próprios, e esses ritmos, individual e colectivamente criam uns certos impulsos evolutivos. Toda a doutrina comporta o ritmo do sete. No ritmo do sete tanto se acha presente o quatro da fundação e o três da comunicação. O quatro circunscreve a fundação e a forma; constitui o aspecto físico dos ensinamentos. O três representa a evolução da mente, corpo e alma inerente à força divina da doutrina. Ambos se acham presentes no ritmo do sete. Um exemplo disso, é o Arcano Maior no sistema de ensino a que chamam Tarô, que é composto por três conjuntos de sete cartas, que se manifestam nos termos da evolução do homem. Tem início com o Nada, a energia no seu estado bruto, para avançar em frente rumo ao seu desenvolvimento intuitivo, ao seu desenvolvimento mental e ao seu desenvolvimento físico.



Por isso, no primeiro Arcano Maior vocês passam por uma série de setes que representam o impulso, a estucada evolutiva que contêm tanto a fundação como a força divina dentro de si. Se pegarem numa doutrina qualquer e a dividirem por secções verão que ocorre uma mudança significativa em cada sete dos seus segmentos. E nisso terá cabimento tanto a mudança física, ou mudança da fundação, como a mudança evolutiva divina da mente e do espírito. Essas são as chaves que se encontram em todos os ensinamentos espirituais.



O três mais os seus múltiplos são factores de evolução, de forma que o vosso três, seis e nove se tornam finalizações, conclusões. A primeira finalização do homem - três, seis e nove. O três representa a retoma da consciência: "Assim como é em cima, também é em baixo." O seis, que na realidade deveria ter esta forma (linha recta mais círculo) representa o homem mais a força divina a seu lado a evoluir para o homem mais a sua força divina dentro dele; pelo que representa um padrão evolutivo, que se acha presente em toda a doutrina. O factor sete representa sempre um factor universal, um factor não pessoal. Assim, se estiverem a crescer no factor pessoal estarão a crescer no âmbito do factor não pessoal.



Conforme lhes foi dito muita vez, se reconhecerem que as energias do universo não são pessoais, mas que se acham presentes para contribuir para o padrão evolutivo do universo. Vocês exploram essa energia e utilizam-na de uma forma pessoal, o que os ajuda a evoluir no factor pessoal ainda mais evolutivo. Portanto, por outras palavras, isto é o que a energia usa como quiserem. Portanto, isto é o que tem lugar em todas as doutrinas, aquilo que lhes indica: "Muda e perspectiva uma semelhança em todas as coisas, em vez de diferenças substanciais." A tendência presente no universo é a de dizerem: "O meu Deus é melhor do que o teu, a minha casa é melhor do que a minha." O aspecto competitivo do homem parece pensar que um processo evolutivo deva assentar na comparação, quando por essência todo processo evolutivo não é competitivo. Um treino ou movimento evolutivo assenta na aceitação. Assim, busquem as semelhanças e não as diferenças.



(Esquecemo-nos muita vez de tirar isto, e ela já tem os pés a inchar, de forma que isto vai ficar um pouco difícil... Tira-me igualmente o relógio, se fazes favor... Obrigado. Isso é o que causa maior incómodo, e ela começa logo a inchar dos pés, e logo tudo fica apertado e a circulação é cortada.) (NT: Julian pede ajuda para libertar o corpo da médium das constrições dos sapatos e relógio)



Portanto, se mantiverem isto que referi presente, sempre que tomarem parte em algum tipo de ensinamento, procurem dividi-lo por secções de sete e de quatro unidades, e verão que toda a secção de quatro se prenderá com a fundação base, os elementos da acção física, e que os múltiplos de três lidam com um factor inerente à comunicação que tem lugar entre a força divina e a força base. É disso que basicamente se trata. Agora, curiosamente essa mesma coisa revela-se em diversos ensinamentos das doutrinas dogmáticas. As mesmas práticas religiosas, as mesmas sequências numéricas. O sete constitui o ritmo do universo. O três mais os seus múltiplos, representam as fundações do universo. O quatro e os seus múltiplos tornam-se no que conhecem como “Lemniscata” que tem este formato , que representa o equilíbrio entre dois mundos - o símbolo do "Assim em cima como em baixo." (NT: Símbolo presente no hermetismo, que figura no símbolo do Mago, do Arcano Maior do Taro, e que também está associado ao 11:11, ou número da graça)



O nove representa o número do espírito, de modo que o nove faz parte dos múltiplos. Tudo quanto esteja relacionado com o três e aquilo que se possa tornar, terá um impulso espiritual agregado. Há certos números no vosso mundo como o onze e todos os seus múltiplos que representam a qualidade mística. O três e os seus múltiplos representam qualidades espirituais, só que as qualidades da evolução e do espírito. Lembrem-se disso quando tratarmos da numerologia, mas agora estamos a falar das essências da vibração dos números. Os números possuem uma vibração. Se pegarem e examinarem a razão de um ensinamento espiritual de qualquer género, representa o homem em busca de orientação, o homem em busca de uma oportunidade de se elevar em consciência para poder comunicar uma coisa maior, e em busca da capacidade de comunicação com a força superior. Assim, a esses ensinamentos são dados os ritmos que os podem levar a isso.



“Agora precisamos voltar isto de novo, se fizerem o favor. (NT: Julian pede ajuda para voltar o desenho) Não, não o podes virar de cabeça para baixo, precisas girá-lo.” Muito bem, esta confusão complicada é aquilo a que se chama Cabala, e é aqui usado para poderem entender que neste ensinamento a trindade do triângulo superior representa a força divina. Por debaixo acha-se o quadrante da fundação, a energia masculina e feminina, a energia da água e do fogo, a energia do ar e da terra que representam a formação sólida e a formação da comunicação que sobe em linha reta pelo meio. E aqui reconhecem que isto representa somente a oportunidade.



Em certas religiões é chamado Trindade, mas que representa a tríade da energia que comporta dentro de si compreensão e sabedoria e a força espiritual. Tudo quanto é necessário à continuidade daquilo, numa forma elementar, situa-se aqui, na vossa energia masculina e feminina; a mente e as emoções. São as qualidades do homem, sob aquela fundação. A assistir-lhes está a capacidade de ver a beleza, a mente subconsciente que comunica directamente, e a capacidade de trazer, por meio destes elementos, à existência física, aquilo de que necessitam. Por isso, é tão complicado quanto parece, ao afirmar que a trindade da evolução divina comunica com as fundações que depois se vão manifestar através das emoções e da compreensão para se transformar na existência.



Muitas vezes foi atribuído um enorme misticismo a estes ensinamentos. Vocês vêm o número onze na contagem decrescente. A graça é sempre uma condição invisível por ser a transição, conhecimento, crescimento de um mundo para outro. Assim buscam o onze do misticismo dentro do ritmo do sete, do quatro e do três. Aquilo de que aqui dispomos é de UM ensinamento. Quantos de vós terão alguma vez estudado a Cabala? Já terão percorrido os caminhos invisíveis da Cabala, invisíveis aqui neste gráfico por realmente não estarmos a considerar todos os caminhos? Mas há mais caminhos, assim, e assim e assim (…) etc. O símbolo do trovão representa o poder da força espiritual a tocar todas as coisas necessárias à manifestação no plano físico. A energia é a mesma independentemente do ensino. Nesses caminhos vocês experimentam uma energia que existe entre as duas condições ou árvores. A isto se chama Árvore da Vida.



Vocês ouvem falar de doutrinas místicas e de doutrinas secretas, etc., mas é tempo de se lhes retirar o mistério que as rodeiam, tempo do homem as ver como as forças naturais do ser que estão de volta e a funcionar de novo. Precisam usar de um desapego em relação ao desejo de ser, e uma aceitação dos ritmos como o vosso caminho ou experiência natural. Durante demasiado tempo tudo foi feito à porta fechada, como quem diz, quando não havia necessidade de ser, por ser perfeitamente adequado que fosse feito às claras. O mistério ocorre por uma razão; o homem acha que está preparado para tudo, o tempo todo, mas a menos que passe pelo impulso evolutivo da energia do momento, e a aceite e cresça com ela, não disporá da capacidade de lidar com a doutrina. E assim, muitas vezes essas doutrinas sempre se apresentavam de uma forma que alguns entendiam e outros achariam interessantes mas que nunca chegariam a compreender, por não estarem preparados pera elas. No tempo em que vocês agora se encontram o homem está preparado para aceitar que dentro de si se acham esses ritmos, e se conseguir aceder a uma doutrina qualquer e atravessar uma experiência evolutiva por seu intermédio, por meio da aceitação da compreensão das energias que contém dentro de si -- e não como algo que lhe seja ditado, mas proveniente da aceitação das emoções, da mente -- para produzir através do seu subconsciente, por o caminho do ânimo por vir entre as emoções e a mente, até ao subconsciente, que o liberta na parte consciente do ser.



Pergunta: Julian, com essa ideia em mente, tenho a ideia de que o corpo se reproduz ou regenera a cada sete anos. Segundo me foi ensinado, a cada sete anos cada célula existente no nosso corpo. Assim como em cima, assim também em baixo. Traçarias um paralelo entre a doutrina que proclamas e o corpo?



Sim, por esta coisa toda constituir a fundação do espírito e do corpo. Isso é tudo neste ensinamento particular, mas também em todo o ensinamento. Só precisam encontrar-lhe o ritmo.



Pergunta: Deixa que clarifique a pergunta que fiz. Uma vez que o corpo se regenera a cada sete anos, cada célula, onde se situará a parte correspondente espiritual, tipo células divinas que não físicas? Na mente, ou...?



Sim, vocês são tanto um ser espiritual como um corpo físico. O corpo espiritual não é passível de adoecer. Já o corpo físico entra em desequilíbrio e gera perturbação, e assim. Mas a comunicação espiritual é permitida nessa mudança de sete anos, e em breve descobrem que a cura pode ocorrer. Aqueles que têm alergias nesses ciclos de sete anos, descobrem subsequentemente que deixam de as ter, desde que o seu padrão do pensar, a sua mente e as suas emoções tenha aceite o facto de ser possível.



Pergunta: Toda esta confusão alusiva às alergias não será basicamente o nosso pensar que cria isso?



Quando o homem abandona o equilíbrio relativo a qualquer coisa, debate-se com o resultado. Quando provoca um desequilíbrio no seu sistema, sai do ritmo, e quando sai do ritmo mais propenso se torna à alergia, fica mais propenso à irritabilidade causada pelos factores externos. Isso não quer dizer que não existam alergias, porque as pessoas contraem alergias, mas quanto poder adquirem essas alergias devido à forma como pensam?



Pergunta: Isso indicará algum tipo de pensar particular, ligado à alergia, como o medo ou serão as alergias projectadas nas pessoas?



Tudo quanto indicar que um poder superior a vós proveniente do exterior os esteja a deixar fora do ritmo, e com isso estejam a aceitar o domínio... Por outras palavras, não importa o que seja na vossa vida, se tiverem receio disso, estarão a romper o ritmo. Se se voltarem e enfrentarem o medo, irão tirar-lhe o poder e deixar de ficar subjugados.



Pergunta: A pergunta que me ocorre ligada à cura, é que se capitularmos a um cancro, digamos, e deixarmos de o combater mais, isso não quererá necessariamente dizer que se sucumba à morte por causa disso, possivelmente, pelo que me sinto um pouco confusa com relação a isso.



Há pessoas que contraem cancros da pele que subsequentemente se são completamente curáveis, mas que morrem em três semanas, por acreditarem na fatalidade que o termo "cancro" implique. E há pessoas que contraíram formas de cancro que por todas as razões e pareceres deveriam ser fatais e provocar a morte, mas que a despeito disso prosseguem vivos e saem fortalecidos em vez de enfrentarem agonia, por decidirem que não vão sucumbir. O medo relativo a essas doenças constitui o maior problema, por elas virem a tornar-se alvo de tal estigma que a própria palavra indica terror e a aceitação de um fim. A forma como pensam tem muito que ver com a quantidade de poder que a doença obtém no sistema.



Pergunta: O problema que isso me suscita em termos da morte, é que ainda parece que de algum modo estejamos a evitar a morte, como se não fôssemos sucumbir este ano, mas ao não "nos rendermos à morte" ainda não estaremos a aceitar a morte? Entendes o que estou a perguntar?



Entendo. Vocês combatem a morte no vosso mundo por a encararem como um termo obsceno. Nós encaramos a morte como uma transição muito actual, a que chamamos renascimento, no meu mundo. A questão está em que vejam o que está dirigida à condição da morte nesta doutrina particular? O conhecimento faz parte do seu envoltório; a sabedoria para conhecer e crescer além, e tornar essa transformação numa condição superior, porque através desta "porta" vocês alcançam esta condição. A morte ocorre enquanto parte do crescimento, enquanto parte da vida, e é coisa natural e não anomalia alguma. No vosso mundo é encarada como uma anomalia. Mas sempre existirá um móbil para a morte; certas pessoas dirão que é tempo, e entram num sono e morrem, sem nunca chegarem a padecer de uma doença, por aceitarem intimamente que o ritmo deste ciclo particular tenha terminado. Mas o medo da morte é o que provoca a maior luta, que em certos casos se torna num enorme ponto negativo.



Uma coisa é dizer "Não vou conceder poder à doença." Por outras palavras, "Se padecer de uma incapacidade motora que me dificulte a utilização da perna, não vou permitir que isso me colmate a capacidade que tenha de utilizar a mente, ou as minhas mãos; ou o meu coração." Assim como poderão dizer: "Isto ceifou-me a minha vida por completo e não mais sou uma pessoa, " e eventualmente morrerem motivados por encerramento em si mesmos. Ritmo, padrões, mantidos em face de coisas que não apresentem um bom aspecto, podem fazer toda a diferença do mundo com respeito ao poder que uma coisa qualquer passe a exercer sobre vós.



Pergunta: Estou para aqui à procura do gráfico, o número quatro, em que anotaste "Metabólico" e no número cinco, em que tenho a nota de que foi escrito "Gevurah" mas onde devia ter sido escrito "Catabólico." Poderias explicar o que queres dizer com Metabólico e Catabólico?



Muito bem, metabólico é alusivo à compreensão esotérica metafísica... (A pergunta é cortada abruptamente com o término da gravação)



Muito bem, vamos começar de novo por esta jovem, por ter sido a mais paciente.



Pergunta: Obrigado. Eu tinha duas perguntas, uma acerca da nossa imortalidade, e a outra subordinada ao que descreves como "tempo certo e apropriado." Conheço pessoas que acreditam que podemos viver para sempre, mas será que pensar responde por isso? Se acreditarmos o suficiente isso sucederá?



Se acreditares o suficiente poderás caminhar sobre as águas, e se acreditares o suficiente conseguirás atravessar paredes. Mas a maioria das pessoas diz acreditar, mas depois na prática, não acompanham as etapas, não é? Agora, as coisas sucederem no tempo adequado significa que no ritmo do universo, que são sete, há espaço à manifestação física e à manifestação emocional -- uma precede a outra. Precisam senti-la dentro de vós, ao que se chama aceitação, e depois projectam isso, e ao fazê-lo conduzem à manifestação essas outras partes que fazem com que ocorra. Por isso, precisam saber que toda a vez que têm uma ideia, toda a vez que quiserem projectar ou manifestar alguma coisa na vossa vida, vocês passam por um ritmo e um padrão para o conseguirem.



Antes de mais, lembra-te do que eu disse nas últimas semanas, uma e outra vez; já devem estar enjoados com tanta vez que o repeti. Precisam descartar todas as ideias preconcebidas, e devem adoptar novas perspectivas. Nada poderá ser conforme foi, por se situarem num tempo novo e numa nova energia. Claro que todos dirão: “Ai meu Deus, que é que ele quer dizer com isso?” Não quer dizer coisa nenhuma excepto que é tempo de adoptarem novos moldes, é tempo de moldarem por meio do vosso pensamento. Este ano é um ano muito importante por comportar uma energia virgem, e se neste ano vocês não formarem nem moldarem essa energia em bruto, pelo vosso pensar e agir, irão manifestar para vós próprios um padrão “fora de sincronia,” conforme vocês dizem, com a corrente do universo. Por isso, precisam utilizar pensamentos positivos, adoptar actos positivos, e um sistema de crenças assente em vós que indique: “Aceito que esteja a acontecer, quer o esteja a constatar ou não,” por se achar em movimento. Vocês estão este ano a dar início ao formar e moldar da nova estrutura e forma do universo, como um poder maravilhoso que têm. Só precisam abrir mão e esquecer o que foi, bom, mau ou indiferente, precisam abrir mão do passado, e dizer: “Que será que desejo ter, e onde é que o irei ver a suceder?” Precisam constatar a sua ocorrência na vossa vida, mas precisam vê-lo em sincronização com o universo.



Eu tenho feito uso da analogia de “não darem as chaves do carro a uma criança de um ano.” Por mais que saiba o que significa conduzir e por mais que ache que o consegue fazer. Por estar fora de sincronia com a capacidade evolutiva que a criança tem, física, mentalmente ou seja o que for. E se por mais não fosse, por não conseguir chegar com as pernas aos pedais. Portanto, numa escala maior, há um tempo para todas as coisas. Há um tempo para a corrente criativa fluir e há um tempo de constrição e um tempo de expansão; o tempo de aperto traz atenção. Se algo não estiver a funcionar na vossa vida interroguem-se: “Como é que tenho pensado nisso? Onde é que preciso mudar,” por o pensamento ser o primeiro sítio no qual alteram qualquer coisa, na vossa vida. Como é que pensam nisso? Se começarem a pensar de forma diferente, também começarão a sentir de forma diferente. A mente gera novas emoções, e emoções novas são capazes de manifestar, por o subconsciente, que se acha em comunicação directa com as condições superiores, é capaz de trazer dessas condições novos padrões de pensar que possam ter cabimento no ritmo do universo e manifestar de forma mais plena a vosso favor.



Pergunta: precisa ser em ambos os níveis do universo – no exterior e no pessoal, interno. Por ser onde sinto a confusão.



Supõe que nos dias do homem da caverna alguém dissesse: “Tenho esta ideia estupenda para uma nave espacial que nos vai levar à lua.” Eles ainda nem sequer tinham compreensão da lua. Não poderia ter resultado, e teria precisado esperar pelo momento do tempo adequado. Lembra-te de que tudo se encontra em evolução e não somente o homem. O universo também, as energias do universo. E vocês precisam trabalhar em conjugação, no âmbito do ritmo. Olha para os vossos padrões etários, e interroga-te sobre o que acontece em determinadas idades. Lembra-te dos ciclos de sete anos; dão-se mudanças significativas na vossa vida, que são sentidas com uma antecedência de dois anos, sofrem um acúmulo, atingem um auge e manifestam mudanças significativas. De modo que te interrogas: “Quão próximo estarei eu, antes ou despois, num ciclo de sete anos? Porque estarei eu a sentir esta pressão?”



Por vezes algo não corre bem na vossa vida por estar a fazer com que olhem diferentemente para ela. Porque enquanto correr de feição olharão para ela da mesma forma e nunca irão mudar. De modo que dizem: “Se não resulta desta aneira, não vou depositar energia nisso e vou depositá-la noutra coisa qualquer.”


 (continua)
Tradução: Amadeu António
Autoria: June Burke e Serafim Julian
Direitos de Autor: Saul Srour

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