sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

ESSÊNCIAS FLORAIS



Neste capítulo, o John descreve a queda da humanidade para o plano terreno, e a ascensão e queda de antigas civilizações. Torna-se importante compreender este material por o uso das essências florais ter tido origem nesses períodos ancestrais. Os habitantes da Lemúria eram completamente autônomos e vivam em harmonia uns com os outros e com as harmonias da natureza. Toda a comunicação ocorria ao nível da mente por intermédio da telepatia, e somente nos estágios posteriores da Lemúria o homem desenvolveu a capacidade de formar sons e um discurso. A destruição da Lemúria ocorreu quando surgiu o desejo de conhecimento quanto ao mundo natural, desejo esse que se apresentava em desequilíbrio com as forças da natureza.

Aos Atlantes faltava a compreensão intuitiva que os Lemurianos tinham da natureza; de facto eles focavam-se em tecnologias avançadas muito à semelhança do que se desenvolveu na América. 

John

Pergunta: John, quererás fazer uma dissertação sobre a história que o uso das essências florais teve nas diversas culturas ancestrais e descrever os princípios e as dimensões desse sistema?



“Hão-de descobrir que primeiro existiu o Grande Criador, ou o Espírito Original que criou todas as coisas no universo por meio de leis e eventos naturais. O fluxo da evolução era de tal natureza que produzia equilíbrio e harmonia em todos os planos da existência. A seguir deu-se a criação das almas para que seguissem em frente e criassem a diversidade por entre essa criação original. Ao se aproximarem deste plano, essas almas dotadas da capacidade de se projectarem pelas correntes do tempo, vislumbraram o potencial diversificado e as realidades alternativas que as almas poderiam produzir neste mesmo plano.


"Não tinha cabimento no plano original que se desse uma queda (descida do espírito a este plano, por as almas deverem permanecer no estado angélico, conforme a ordem natural das coisas. Mesmo sem a intervenção dessas almas, certos animais, vegetais e formas minerais desenvolveram-se de acordo com a dinâmica natural das dimensões ao se manifestarem neste plano.


"Hão-de ver que todas as plantas bem como todos os sistemas de evolução que se estendem desde os simples aminoácidos e se erguem do fundo do mar para depois se estenderem até à terra constituem um símbolo da evolução gradual por que o próprio espírito passou, bem como o espírito da humanidade. Poderão então ver que um espírito terá penetrado no plano terreno e que terá edificado o corpo físico dos primatas inferiores até adquirir a forma humanoide que agora carregam. Por sua vez, eles também se localizaram ou estabilizaram na actual forma física. Por conseguinte, haverão de descobrir que, ao se localizarem de uma forma específica foi quando as formas-pensamento do corpo físico e das várias formas vegetais começaram a integrar-se de acordo com as necessidades peculiares do espírito.


"Até essa altura, a evolução não passava de uma força natural guiada por graus de inteligência, só que não uma inteligência específica que moldasse a vida vegetal de acordo com as suas necessidades.

O corpo físico tornou-se no padrão para muitas das plantas do Jardim do Éden que de facto a Lemúria constituía e conferiu uma tolerância para com as propriedades de cura para as necessidades desses corpos físicos de acordo com a inteligência do espírito que as habitava. Nesse quadro evolutivo, as flores eram e são a própria essência e a mais elevada concentração da força vital na planta. Elas representam a experiência da coroação do crescimento da planta, uma combinação das propriedades etéricas no auge da força vital, de modo que são comummente usadas nas porções da fertilização do crescimento vegetal.”


Em eras passadas a humanidade desceu a este plano basicamente por uma questão de curiosidade e de orgulho. As almas individuais aproximaram-se demasiado do plano físico e gradualmente deixaram-se apegar pelos funcionamentos e projectos do plano terreno. Muitas acharam que podiam redefinir o ambiente, incluindo as muitas formas vegetais, animais e minerais, por modos superiores àqueles criados por Deus. O John afirmou que esse foi o maior feito carmico, ou erro, que cometeram.

Conquanto não fizesse parte dos planos originais que a alma descesse a este plano, foi originalmente ordenado que muitas formas minerais, vegetais e animais se estabelecessem na Terra. A terra constituía um parque, o Jardim do Éden, que muitas almas de cima podiam contemplar e admirar e aprender. Quando muitas almas decidiram adoptar corpos físicos no plano terreno, isso foi-lhes permitido, por termos nascido todos dotados de livre-arbítrio, e Deus não desejar que sigamos as suas leis como escravos ou servos.

Quando essa almas desceram e ficaram aprisionadas neste plano, Deus passou a manifestar o Seu Espírito aqui num padrão inteligente específico para moldar e orientar essas almas. Parte do plano passou pelo estabelecimento de uma relação entre as diversas formas vegetais e a forma humanoide. Com tal desenvolvimento, essas plantas foram gradualmente usadas como um melhoramento para o crescimento na mente, corpo e espírito. A queda do espírito que o John escreveu acima assemelha-se bastante aos mitos da criação de muitas culturas. Por exemplo, os três primeiros capítulos do Génesis, na Bíblia, o Livro de Enoch, e a Biblioteca de Nag Hammadi, os antigos pergaminhos descobertos no Egipto, todos narram uma história semelhante.

“Prosseguindo nesse caminho evolutivo, o relacionamento natural que se criou entre as formas vegetais, animais e humanas teria, em última análise, ditado, independentemente do espírito, uma evolução paralela à da Doutrina das Assinaturas. Por conseguinte, ainda precisaria existir uma estrutura anatómica simpática entre a forma das plantas e a forma animal e humana.


"Todavia, através de actos da consciência, o espírito produziu os padrões iniciais da Doutrina das Assinaturas milhões de anos antes da queda do espírito, para assegurar a forma anatómica correspondente adequada entre os diversos órgãos internos do homem, para o eventual surgimento do homo sapiens. As propriedades medicinais dessas formas vegetais particulares, contudo, não surgiram necessariamente senão após a encarnação do espírito neste plano.


"Determinadas formas vegetais remontam, em termos botânicos, até muitas eternidades anteriores aos períodos da Lemúria, e a sua anatomia reflecte a Doutrina das Assinaturas, mas as propriedades medicinais que comportam não teriam sido as mesmas. Outras formas vegetais desenvolveram-se especificamente durante a Lemúria por processos de hibridização e por meio da projecção do pensamento tornaram-se nas espécies únicas que agora são, mas os seus vestígios botânicos ancestrais existiam antes desse tempo.


"Desse modo, existem duas facções dotadas de uma relação mútua no desenvolvimento das formas vegetais. Uma semelhante à queda ou encarnação neste plano; a força da alma em movimento de uma forma especulativa para com o ambiente colocou tais espécies em desenvolvimento. Depois deu-se uma evolução aplicada a partir do nível do estado de encarnação, que teve lugar, evidentemente, durante a Lemúria, em que as propriedades medicinais foram activadas pela própria presença do espírito encarnado na forma física, o que completou o ciclo da Doutrina das Assinaturas.

Isso tornou-se então parte da realidade consciente e foi aplicado à forma humana, por antes da Lemúria a forma humana não existir. Em parte, a Doutrina das Assinaturas existia em termos filosóficos, com relação a muitas formas vegetais em desenvolvimento, mas envolve um ponto de vista filosófico que não pode necessariamente existir independentemente da consciência humana.”


Antes da humanidade descer a este plano foi percebido nos planos angélicos que tal queda do espírito ocorreria, de modo que muitas formas vegetais foram moldadas em relação ao que foi entendido que se viria a tornar a forma de desenvolvimento das pessoas no plano físico e nos níveis anatómicos subtis. Isso refere a Doutrina das Assinaturas – o relacionamento existente entre a anatomia das pessoas e a forma, cor e textura de muitas plantas. Nessa relação residem muitas pistas para a forma como essas plantas podem ser usadas na cura assim como no crescimento consciente. Todo o processo de desenvolvimento consistia, em parte, num processo de especulação consciente, por a queda do espírito ainda não ter ocorrido. Nos começos da Lemúria, à medida que a actual forma anatómica se desenvolveu, a doutrina das assinaturas foi então levada à sua segunda fase. Então, as propriedades medicinais das plantas podiam ser moldadas de modo a corresponderem melhor e a harmonizar-se com a forma física das pessoas. 
Para atingirem esse segundo estágio mais sofisticado, era necessária que as almas encarnassem neste plano terreno. Com esse desenvolvimento tornou-se possível usar muitas formas vegetais na cura e na evolução consciente. Conquanto tenha havido uma certa ajuda durante esse processo da parte de várias forças angélicas, o segundo estágio foi primordialmente realizado por almas individuais através da meditação e da projecção mental da energia da mente a fim de moldar essa diversidade de formas vegetais.

Tradicionalmente foi dito que a doutrina das assinaturas teve origem em Paracelso nos anos de 1500, que foi um proeminente alquimista a quem se credita uma diversidade de descobertas na ciência e na medicina. Aqui procura-se traçar um quadro mais completo do fundo histórico dessa doutrina.

Pergunta: Quererás agora descrever o modo como as essências florais seriam utilizadas na Lemúria?


“Durante o período da Lemúria, há aproximadamente quinhentos mil anos atrás, existiu aquilo que agora conhecem como as ciências da horticultura e da agricultura de um teor tal que, todas as técnicas, toda a jardinagem, toda a horticultura eram realizadas ao nível da mente. Foi aí que se gerou um desenvolvimento extenso da Doutrina das Assinaturas, por que o crescimento das plantas por formas similares à da anatomia do homem pode chegar a ter uma tolerância e um impacto sobre porções específicas da anatomia de acordo com os princípios básicos da forma, cor e textura.


"Todos os Lemurianos eram jardineiros ao nível da mente, o que representava o Jardim do Éden. Toda a planta e erva do campo se prestava ao serviço da humanidade. Nesses dias os seres eram andróginos e não se encontravam divididos em macho e fêmea. Na verdade a Lemúria representa o período em que o homem e a mulher ainda não se tinham separado na forma física. Nessa forma anatómica as propriedades dos indivíduos possuíam um elevado grau de impacto espiritual, um elevado grau de evolução social, e elevadas propriedades de consciência espiritual e social.


"Os indivíduos da Lemúria percebiam e viviam coisas aos níveis luminosos, tal como há hoje quem observe os conteúdos da aura, ou aqueles que buscam curar por intermédio da acupuntura, ou os que estudam os significados da fotografia Kirlian. Tais recursos achavam-se constantemente ao dispor dos lemurianos. Eles possuíam a capacidade de ver aos níveis luminosos, ao passo que vós percebeis a luz reflectida pelas várias superfícies e funcionais com base na informação representada por tal iluminação. Também por sua vez acontecia com os Lemurianos que, ao verem as dinâmicas da aura dos objectos sólidos, eram capazes de perceber propriedades extra.


"Essas propriedades que eram vistas representavam os efeitos terapêuticos benéficos nas formas individuais humanas. Sucedeu que, à medida que o indivíduo dotado de uma aura se aproximava de certas flores específicas, conforme ainda acontece convosco, ele não carecia de nenhuma porção da fruta, da flor, da folha nem da raiz. Tão sensíveis eram os Lemurianos que unicamente por uma aproximação da flor, observaria alterações radicais na estrutura da aura, da flor, e da transferência da energia. Na sociedade Lemuriana isso tornou-se numa pista para a compreensão dos princípios da energia curativa armazenados nas essências florais.


"Tais propriedades terapêuticas expandiram-se a uma coabitação no planeta tanto com a personalidade como com o espírito humano, que representavam a força evolutiva, conforme afirmamos antes. Nessa circunstância, o equilíbrio básico era (e é) o da existência de um laço simpático ou de empatia entre a forma humana e a vida vegetal tal como existe compatibilidade ou um laço co simpático entre todas as formas de vida. Os Lemurianos possuíam logicamente a faculdade de detectar esse laço, pelo que conseguiam organizá-lo em sistemas completos de cura e do exercício de medicina. Geralmente utilizavam essências florais para se expandirem na consciência espiritual que possuíam. Não era crítico curar as suas formas físicas, por pouca doença poder ser encontrada por entre os seus membros. Quando a consciência avança, o aspecto material acompanha-a.


"Haverão de ver que a essência da cura e do crescimento consciente representavam a ideia mais predominante na comunidade da Lemúria. Eles consideravam a harmonia uma cura. Havia um elo simbiótico que se situava entre o corpo físico enquanto templo e o mundo externo que constituía um reflexo directo das formas-pensamento do indivíduo nesses dias. Por meio de meditações contínuas, várias formas de plantas bioquímicas começaram a expandir-se. Para se curar, tudo quanto o indivíduo precisava era possuir um conhecimento básico da anatomia do corpo físico e da sua psicologia esotérica. A pessoa conseguiria então identificar com facilidade várias estruturas de plantas com base na doutrina das assinaturas com a pretendida aplicação de cura em si próprio. Isso começou a tornar-se na essência da fundação dos princípios vibratórios que vocês designam como essências florais.”


Conquanto possa parecer estranho para alguns que o John fale dos nossos antepassados como tendo vivido num estado andrógino, muitas autoridades respeitáveis afirmam o mesmo. Madame Blavatsky na sua obra magna "A Doutrina Secreta," Rudolf Steiner no seu "Memória Cósmica: Atlântida e Lemúria," W.Scott Elliot no "História da Atlântida e da Lemúria Perdidas," assim como uma série de publicações elaboradas pelo punho de Alice Bailey e o seu guia tibetano, o Mestre Djwal Khul, descrevem esse estado material com facto histórico.
O estado andrógino ou hermafrodita constitui tema comum no simbolismo alquímico. Mesmo nos nossos dias é facto que nascemos nesse estado hermafrodita. precisamos unicamente buscar o termo "Hermafroditismo" no Índice Médico nas livrarias de referência para ver como a profissão médica continua a tratar daqueles que nascem nesse estado.
Muitas essências florais eram usadas especificamente na Lemúria para moldar a forma humana. Algumas eram especificamente usadas com respeito ao estado andrógino. Na gradual transição que se verificou da Lemúria para a Atlântida percebeu-se, porém, que para a humanidade poder evoluir espiritualmente, a raça humana precisaria ser dividida em dois sexos, por as pessoas se acharem demasiado independentes. Com a divisão dos sexos tiveram lugar o casamento e a criação de filhos com uma responsabilidade partilhada. Por meio dessa mais acentuada partilha e responsabilidade, os indivíduos passaram a poder colher mais lições da vida, para uma maior evolução espiritual.
Embora tenha ocorrido um enorme erro com as almas, eras atrás, ao tentarem alterar o plano divino para o desenvolvimento da vida mineral, animal e vegetal, tal não foi o caso dos Lemurianos, com o desenvolvimento extenso  da doutrina das assinaturas por que passaram, por meio do moldar deliberado das plantas individuais e das essências florais para melhor assimilarem os seus valores medicinais e espirituais. Apenas acrescentaram detalhes aos "planos" de Deus.
Assim que foi intuído que muitas almas iriam descer a este plano físico, foi elaborado um plano nos domínios superiores para que muitas almas pudessem aprender as suas lições e gradualmente atingir um estado de expansão da consciência em que pudessem, por conta própria, proceder a uma escolha que não mais envolvesse a necessidade de voltarem a este plano material.
Conforme será referido neste tratado, a libertação das propriedades espirituais e medicinais das flores constitui um dos grandes passos na revelação do "plano" divino para o plano terreno. Os Lemurianos vivam, na sua maioria, contentes por viver próximo à natureza, de modo que os estados de consciência intuitivos e espiritual eram elevados. Pelo me nos até aos dias mais tardios da Lemúria, que viriam a ser um tanto influenciados pela cultura Atlante, não existiu doença nessa civilização. A duração média de vida na Lemúria era de vários milhares de anos, e as pessoas abandonavam os corpos físicos quando sentiam ter colhido suficientes lições de vida nessa encarnação particular. As essências florais eram usadas primordialmente para o crescimento espiritual e para a regeneração do tecido corporal.
Pergunta: Quererás explicar como as essências florais eram usadas na Atlântida?

"As essências florais começaram a ser usadas como um sistema medicinal na Atlântida por ter sido aí que as doenças como as que os praticantes da medicina ortodoxa estudam tiveram a sua origem. Eles colocavam as flores em água de modo que estas ficassem expostas às forças pránicas do sol nascente. Já se tinha verificado a "queda" do estado de graça na direcção do plano material, no Jardim do Éden ou Lemúria, nos dias da Atlântida. Devido a que os Atlantes não se encontrassem propriamente em sintonia com a natureza, muitas outras doenças se desenvolveram pela primeira vez no planeta. A colocação das flores em água era praticada na Atlântida por eles não mais possuírem a sensibilidade dos seus ancestrais.

"O homem nos dias da Atlântida dividia-se em três noções específicas na atitude social e estudo relativo à origem do preponderância da sociedade. Havia quem fosse puramente espiritual, que pertencia ao sacerdócio, que se integrava entre a ciência material e a espiritual, e aqueles que eram puramente materialistas e que estudavam unicamente os diversos padrões da matéria em busca das origens da vida, e que tinham esquecido as suas fundações. Essas foram as fundações que conduziram aos sistemas homeopáticos da ciência necessários à divisão que conduziu às medicinas alopáticas, e havia aqueles que praticavam mais o caminho espiritual.

"Aqueles que percorriam o caminho espiritual aparte das medicinas alopática e homeopática eram os que eram puramente espirituais e que estudavam mais o convênio das essências florais. Os do sacerdócio eram homeopatas, por percorrem os padrões intermediários do espiritual e do material. Aqueles que pertenciam ao convénio material eram os alopatas. Imperava um uso concentrado  e intensificado de essências florais no Egipto, não só devido à influência Atlante como por uma força de propósito histórico social, por reunirem instâncias críticas de informação, no Egipto, destinadas à preservação em formas piramidais, sob a forma de salão de registos ou cápsulas do tempo. A razão para essa intensificação do uso não se devia à existência de uma civilização peculiar desenvolvida nem mesmo a um mais elevado grau de desenvolvimento do uso das essências do que no período Atlante, mas por se reunir todo um corpo de conhecimento com o propósito expresso da preservação. Era mais uma peculiaridade histórica do que uma intensificação da pesquisa."

Na Atlântida, eles focavam-se e alcançaram um elevado grau de avanço tecnológico, muito para além do que atingimos nos dias actuais. Presentemente aqueles que tendem a preservar mais o ambiente e a viver o que seria chamado de estilo de vida mais natural, geralmente carregam esse sistema de crença  a um importante grau por terem vivido muitas vidas na Lemúria. Em contraste, aqueles que se interessam pelo desenvolvimento contínuo de tecnologias mais avançadas desde a viagem no espaço até à energia atómica, em parte fazem-no devido à influência de vidas Atlantes passadas. As tensões da vida na Atlântida conduziu a novas enfermidades físicas, emocionais e mentais.
O tempo médio de vida  nos começos da Atlântida aproximadamente há 150,000 anos atrás era de 800 anos, mas com o colapso da Atlântida, há cerca de 12,000 anos, o tempo médio de vida decaiu para cerca de 200 anos.
Nos começos da Atlântida a cura natural ou holística constituía o sistema predominante de prática médica. Gradualmente, novas e radicais técnicas de cura como  que é agora  chamado de medicina alopática ou ortodoxa desenvolveu-se. Muitos dos que pertenciam às escolas holísticas chamada opunham-se a esses ensinamentos materialistas, de modo que certos membros desse novo sistema foram perseguidos pelas autoridades. Constitui um padrão cármico interessante que certos indivíduos desse período inicial da Atlântida (das escolas holísticas) tenham de novo reencarnado como terapeutas naturais e que desta vez tenham problemas com a profissão médica ortodoxa estabelecida e a lei. Eles atacaram outros com base nos ensinamentos que professavam e disseminavam, de modo que actualmente passam, por sua vez, por problemas idênticos simplesmente por seguirem as próprias crenças.

DEVAS
"Quando a queda do espírito ocorreu foram "inseminados" no sistema da sociedade seres singulares conhecidos como elfos (gnomos), devas, e vários seres que chegaram a tornar-se conhecidos em termos mitológicos como "fadas." Ao operarem em vários aspectos como uma consciência colectiva manifestaram a ordem angélica original, ou o mandamento de prestarem assistência à criação divina e à inspiração de novas formas de vida, contudo, sem descerem ao estado material a fim de tentar manipular.

"A sua influência alastrou-se desde os animais às plantas, e durante um certo tempo chegaram mesmo a ser considerados semideuses em certas culturas da natureza, conforme foi  reflectido nos mitos gregos. Os Lemurianos e os espíritos da natureza coexistiram e em muitas alturas os Lemurianos tornaram-se nessas forças da natureza.

"Quando a Lemúria foi destruída, muitos habitantes dessa civilização rejeitaram as três vias descritas na Atlântida e optaram por permanecer em sistemas completos de estudo n espírito. Desejaram continuar a manifestar aquilo que era conhecido corpos áuricos e etéricos que tinham desenvolvido para viajar no plano terreno, nos moldes da projecção astral. Eles são seres, ou personalidades humanas que se tornaram progressistas no seu elemento ao nível da luminosidade e que participaram e se misturaram por completo com o ambiente e a natureza. São designados por "Espíritos da Natureza" pelas diversas sociedades religiosas, filosóficas e espirituais. Não adorem essas almas, mas comuniquem com elas, por seres vossos irmãos e irmãs.

"O diálogo com esses seres não deveria dar-se tanto no recurso à sua natureza ou no que possa ser-lhes como que dado, mas também com base naquilo que poderão receber da aprendizagem de como viver em completa harmonia com a natureza nos níveis etéricos, enquanto se acham ainda encarnados e envoltos na forma humana. Esses seres tornaram-se agora directores singulares na aplicação das essências florais.

"Do mesmo modo que possuem o vosso nível específico de existência tridimensional, também por sua vez a natureza deles se baseia nas constante vibrações emitidas ao nível molecular das várias essências e flores de que cuidam. Do mesmo modo que não conseguiriam sobreviver no tempo sem a vossa agricultura para lhes alimentar o corpo humano, também por sua vez não conseguiriam eles manter o seu nível de existência sem a essência de certas estruturas vegetais. Tal como vocês estudam horticultura e agricultura para sobreviverem enquanto comunidade, também por seu turno eles estudam os padrões e as energias inteligentes da vida vegetal em função do seu próprio cultivo.
Vocês cuidariam bem dessas inteligências ao se encontrarem, por elas nutrirem simpatia por vós, e vós, por vosso turno, por eles, por serem todos almas. Tal como vocês têm diferentes raças na vossa própria forma humanoide, também eles não passam de almas que habitam um outro estado dimensional, não contrário ao vosso, mas ligeiramente diferente em termos de vibração. Poderia ser mesmo dito que vocês penetram num período de "negociações" com esses indivíduos, a fim de cuidarem das suas indústrias, que são de cura, e que são designadas para criar uma manifestação apropriada de equilíbrio em todo o ambiente.

"A preocupação que sentem pelos poluentes do ambiente é enorme; desse modo, haverão de ver que aqueles que estudam os estados bioquímicos eventualmente se voltarão para quantos continuamente suportem o ambiente, porventura como mais vasta fonte de cura. Essas são as coisas que estão a começar a estudar, as coisas que precisam começar a empreender."

Pergunta: Porque razão necessitarão os devas de certas plantas para manterem o seu nível de existência?

"Tal como vocês retiram o oxigénio da atmosfera, também por sua vez os seres electromagnéticos fazem o mesmo na sua existência. Tal como colhem elementos nutricionais da energia do sol para os vossos corpos físicos, também por seu turno os elementos nutricionais relevantes, da perspectiva dos devas, dizem respeito o aspecto da necessidade que têm das essências. A própria essência, evidentemente, constitui o padrão electromagnético da forma vegetal. Do mesmo modo que existem elementos nutricionais descobertos em diversas formas vegetais de que partilham em função do vosso corpo material, também por sua vez os diversos padrões de energia biomagnética são descarregados pelas flores e pelas várias formas vegetais. mas a vitalidade da força vital aumenta em torno da área da flor. As propriedades biomagnéticas das plantas auxiliam a manutenção da forma electromagnética dos devas.

"À medida que começarem a trabalhar com o sistema especializado de conhecimento, conforme seria adequado ao vosso próprio sistema peculiar de cultura dos sistemas de pensamento ocidental, haverão de ver que se dará uma gradual evolução dessas propriedades e que será aconselhável que conheçam as suas fundações e execução, pelo facto de constituírem um corpo espiritual de conhecimento, assim como um corpo especificamente aplicado de conhecimento destinado à cura. Descobrirão que o conteúdo da atitude de todo aquele que deseje operar no enquadramento de tal sistema deve ser purificado e possuir o aspecto purificado de projecção da atitude ao nível da mente, do corpo e do espírito. Por assim descobrirem que operam fortemente com o princípio vibratório, e que dessa forma, e nesse sistema de pensamento, o indivíduo precisar estar purificado para ser capaz de aplicar adequadamente as essências florais.

"A fundação do sistema dos mecanismos que compõem a capacidade das essências florais de curar os corpos das pessoas deve-se à existência de uma sintonia simpática existente entre o corpo físico da humanidade e das essências florais individuais.”

Pergunta: Referes-te ao uso das essências florais por parte da cultura ocidental. Significará isso que outros princípios e essências florais venham a ser descritos mais tarde a pessoas de países não ocidentais? 

“Não, todos podem usar e aplicar por igual esses remédios. É só que o volume de informação irá estender-se aos sistemas de pensamento ocidentais académicos na abordagem clínica que virá a fazer. As essências florais albergam nos dias actuais um princípio educacional que é o de que quanto mais pessoas se reeducarem com respeito às subtilezas da sua existência e da sua consciência, mais o impacto que as essências florais poderão ter na cura aumentará. A estrutura original do uso das essências florais baseava-se nas carências inerentes à composição psicológica do indivíduo. Por intermédio do reforço positivo das dinâmicas psico espirituais do indivíduo, elas por sua vez servem o todo ao penetrarem a sua cura ao nível das propriedades físicas. As essências florais exercem impacto na fisiologia e cura física em geral, independentemente da estrutura psicológica do indivíduo.
Para as usarem é aconselhável realçá-las através de uma visualização criativa e várias técnicas de limpeza porventura amplificadas por intermédio de vários cristais e outras formas de cura. Eles possuem como que uma tendência para aumentar e amplificar as propriedades de cada essência floral. 

"O propósito das essências florais reflecte-se a vários níveis. Muitas pessoas recebem-nas como se fossem remédios que operassem, como de facto operam, independentemente de todo o estado de expansão de consciência. Mas também constituem tinturas de consciência líquida que armazenam uma força evolutiva – na verdade é a própria força vital – moldada num padrão particular. Ao se verificar uma co participação das essências, elas transformam-se numa força evolutiva na consciência do indivíduo que afecta não só o livre-arbítrio como se tornam num elemento progressivo que é capaz de estimular a inspiração e a eventual mudança. Não constituem a força causal, mas a força que é capaz de inspirar a força causal, o livre-arbítrio do indivíduo, e provocar um maior desenvolvimento da sua própria consciência.

"Elas são, pois, as verdadeiras fontes da mudança fisiológica e anatómica. Mesmo essas leves inspirações podem provocar mudanças radicais na substância física do indivíduo. As essências florais podem ser organizadas em várias ciências e podem ser aplicadas a porções da anatomia e causar inspiração e alterações físicas. Acima de tudo, são como que tinturas de consciência líquida que podem ser consideradas educacionais com respeito às dinâmicas psico espirituais do indivíduo. Porque, até mesmo nas vossas psicologias, torna-se necessário educar as pessoas quanto às fontes dos padrões de comportamentos neuróticos e hipersensitivos encontrados porventura nas sexualidades, conforme exploradas nas psicologias ortodoxas. Desse modo, também por sua vez as essências florais, quando aplicadas correctamente, constituem um processo educativo, na redescoberta de fontes e de princípios das vossas verdadeiras condutas comportamentais, que são como que espíritos e seres de luz. À medida que as vossas ciências se organizam por vários níveis como se a personalidade fosse biológica, também por seu turno nos níveis dos princípios holísticos as essências florais constituem um sistema organizado de tinturas vibracionais passível de atingir princípios similares, só que ao nível da cura espiritual.

"Neste sistema de pensamento, a cura provem de níveis alojados na vossa natureza e é activada aos níveis da alma, para subsequentemente se reflectir no corpo físico. Aquilo que estão a fazer é activar portais ancestrais para níveis de consciência que foram preservados nas estruturas do Jardim do Éden dos dias da Lemúria, e a sua ciência de mente, corpo e espírito."


Tradução de Amadeu António

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