terça-feira, 21 de julho de 2015

EXTATERRESTRES - WALK-IN - CONSCIÊNCIA




Julian: Boa tarde, que excelente encontrar-me com todos vós e permitir que ocorra uma comunicação entre os nossos espaços.


Esta tarde pediram que falasse acerca dos extraterrestres, e um extraterrestre é isso mesmo, aquilo que se encontra além do vosso terreno ou território. Uma das frases que é objecto de enorme incompreensão no vosso mundo com relação a extraterrestres é a dos “irmãos do espaço.” Um “irmão do espaço,” não é necessariamente oriundo de um outro planeta. Um “irmão do espaço” diz respeito a uma consciência diferente da vossa, o que implica níveis múltiplos de consciência por entre a criação. Assim, se falarem com um irmão do espaço, ele será capaz de lhes dar daquilo que for do seu conhecimento, da sua consciência e do seu espaço. Eles, por seu turno, aprendem sobre a vossa consciência e sobre o vosso espaço, por vocês serem tão importantes para eles quanto eles o são para vós.


Naturalmente alguns irmãos do espaço são de outros planetas, e nesta altura existe um desejo bem definido de darem início ao processo de comunicação. Cada vez mais será permitido que pessoas equilibradas e caracterizadas por uma natureza espiritual comuniquem com aquilo que se encontra além da sua consciência, e ao fazê-lo, começam a preparar-se para um período tal como de comunicação e consciência física.


Por regra, o homem anseia tanto por se alçar acima da sua condição que frequentemente força o tempo, e tenta com que as coisas sucedam antes do tempo justo. Isso, por sua vez, torna-se numa fantasia. Lembrem-se que vocês estão mesmo a começar a compreender essas outras dimensões e eles à vossa, muito embora tenham tentado, desde a vossa primeira entrada nesta Terra, estabelecer tais comunicações. E eles também.


Na compreensão que têm das vossas galáxias, aquelas vastas áreas que pensam encontrar-se tão para lá do vosso alcance, precisam compreender que existem sete galáxias na criação, e que por seu turno essas galáxias chegarão a um contacto estreito com todas as demais, assim que a fusão das energias for adequada. Se viverem na ilusão de que uma nave espacial venha a curar-lhes todas as vossas enfermidades, levar os “bons,” por assim dizer, e responder a todos os vossos problemas – esqueçam-no! Eles não estão aí para os salvar, mas encontram-se aqui para partilhar e evoluir convosco, por em toda a criatura, independentemente do planeta ou espaço a que pertença e independentemente da consciência que tenha, ou da evolução que tenha atingido, cabe-lhes a responsabilidade da sua evolução nesse mesmo espaço.


Este período actual está a tornar-se num período de maior consciência do facto da comunicação ter tido início, e isso está a suceder por estarem a passar da concepção de conceitos rígidos para a de uma de conceitos fluidos. Nesta era caracterizada pelo círculo descobrirão que as barreiras venham abaixo. A era do quadrado terminou – a era da rigidez constitui agora uma corrente. As consciências irão passar a fundir-se muito mais com outras consciências, mas nunca às custas da expressão física da vossa vida, por ter sido aqui que vieram para crescer na alma desta vez. Por isso, independentemente do quanto comunicarem com outros, ainda precisarão viver convosco próprios neste mundo e interagir de uma forma equilibrada neste mundo. Por outras palavras, a consciência torna-se num género de evasiva, não é?


Por conseguinte, aquilo que lhes pedia que entendessem é que, conforme no caso de todo avanço ou inovação, há que considerar a realidade, o tempo certo e a fluidez inerentes a essa inovação, e ao mesmo tempo o atropelo de ideias que se são congeminadas quanto ao que seja. É como estar no nevoeiro e escutar um ruído; será difícil dizer de onde venha ou aquilo que seja, e a única coisa que os levará a sentir-se seguros é centrar-se em vocês, em espírito. Por isso, quando se centram no espírito, tornam-se capazes de ir além da consciência de uma forma segura e de assumirem aquelas coisas que precisam ser conhecidas.


O que está a suceder agora constitui um belo desabrochar; recordem que o desabrochar não quer dizer um fim-de-semana; um desabrochar pode envolver vidas completas. Mas se perceberem que esta é a era da fraternidade, entenderão que significa fraternidade no plano físico tanto quanto além do plano físico. Só que essa era tem uma duração de 2600 anos, e vós ainda vos encontrais no vosso décimo terceiro ano. Assim, poderão ver que há muito a fazer, muita escuta a fazer e muito preparo a obter. Não encontrarão nada num verdadeiro irmão do espaço que procure levá-los a afastar-se de viverem a vossa vida. Não encontrarão nada da parte de um verdadeiro irmão do espaço que não tenha lugar no sentido de proceder a um intercâmbio entre o seu padrão de crescimento e o vosso padrão de crescimento, de modo que ambos possam evoluir ainda mais facilmente. Isso é importante que compreendam.


Haverá vida noutros planetas? Sim, há vida noutros planetas! Existirão outras galáxias? Sim, existem outras galáxias! Haverá algum movimento no sentido da comunicação da parte deles? Há, sim! Haverá movimento que tenha origem do vosso lado? Há, sim! Que pensam que as vossas sondas espaciais são? Não conhecem tudo quanto se passou com essas sondas espaciais! Só sabem aquilo que a massa colectiva consegue tolerar ou compreender.


E assim, precisam perceber que não são só “eles” que possuem aquilo que chamam de Ovnis – o vosso governo também os possui! Eles terão existência? Têm, sim! Poderão ser vistos? Não, não podem! Porque é que se movem tão depressa? Devido à frequência vibratória em que o fazem e ao tipo de propulsão energética criada a partir deles próprios, que ainda não conseguem compreender. Qual é a coisa mais aproximada que tenham no vosso mundo que se assemelhe à sua composição? Aquilo a que chamam (…)


Por isso, veem que há em definitivo passos vibratórios concretos e espirituais que estão a ser dados no sentido de uma comunicação e rumo a uma melhor compreensão uns dos outros. Agora, se lhes disse que isto constitui uma diversão estupenda e que quero que desfrutem por completo dela sem lhes dar a conhecer os perigos que envolve tocar-lhe com o dedo, poderão acabar com um dedo dorido; por isso tenho que lhes dizer que os Ovnis envolvem perigo devido a que o tipo de emanação que emitem possa não estar sincronia com a vossa vibração. Não quer dizer que tentem prejudicá-los, nem quer dizer que sejam maus, mas se se apressarem de uma forma insensata ao encontro de um antes de sentirem se a frequência vibratória será tolerável, poderão sair gravemente feridos.


Pergunta: no corpo físico?


Julian: Claro que é no físico, porque o espírito jamais é ferido.


Pergunta: Ouvi falar acerca da descoberta de uma nave num sítio da costa na Califórnia, e que terão acorrido na sua direcção e que quando chegaram junto das energias da nave, as energias (…) e que terão saltado para trás cerca de sete metros e meio e quebrado um braço, como se não tivesse hipótese de contacto…


Julian: Pois! Nenhuma possibilidade de contacto devido a que nenhuma das partes tenha ainda compreendido a necessidade de ajustamento energético da outra. Não tiveram, no vosso mundo, faz não muito tempo, um filme chamado “Encontros imediatos de Terceiro Grau” ou algo assim? Lembram-se de uma cena do filme em que tocam uns acordes sonoros muito altos e tudo quanto era copo de vidro foi estilhaçado, em resultado do que tiveram que proceder a um ajustamento, coisa que fizeram, e que podia ter sido interpretado como um ataque, que teria representado uma experiência grave; só que os personagens da história estavam preparados para proceder a ajustamentos em relação aos extraterrestres. Bom, na altura isso foi uma ficção, mas vocês precisam lembrar-se do seguinte: Desde o começo dos tempos, os media, as vossas fantasias, as vossas bandas desenhadas têm representado o arauto do que ainda virá a existir. Assim, pequenas lições são aprendidas no filme ou no livro. Tiveram um Júlio Verne no vosso mundo que escreveu toda aquela ficção acerca de submarinos que ainda não existiam e viagens aéreas que ainda não eram compreendidas e tudo isso sem sair do quarto, na verdade, e sem alguma vez ter ido a parte alguma. Mas ele constituiu um pronúncio com a ideia que tinha. Porquê? Por ter acedido à consciência universal e obteve um conceito do que poderia vir a existir e do que poderia chegar a ser verdade.


E assim, irá haver cada vez mais mudança. Prestem atenção ao que tem sido dito; se for proveniente de alarmistas, então deixem de lhes dar ouvidos. Se for acerca de alguma coisa que lhes seja útil na vossa vida, ouçam. Porque muitos serão os que suporão que os irmãos do espaço venham a provocar enormes mudanças neste mundo. Os únicos que poderão provocar mudanças significativas neste mundo são vocês: O crescimento da alma, a elevação da consciência e o suscitar da verdade que podem mover. Por isso, preciso dizer-lhes uma vez mais, sempre que derem ouvidos à canalização que for feita com o espaço, deem ouvidos a tudo, mas depois filtrem isso em vós próprios, e questionem-se do que isso lhes tenha dado de construtivo para a vossa vida neste momento. Se não lhes tiver dado nada de construtivo para a vossa vida, se não os tiver levado a uma situação boa nem lhes tenha trazido paz, deixem de dar ouvidos. É tão simples quanto isso. Vocês assemelham-se a um radio com um selector, e podem mudar de canal sempre que quiserem; por isso não tenham medo de o fazer.


Há canais no vosso mundo que são bastante válidos, e todos chegam com paz e amor e uma expressão de serviço e de auxílio. E não importa de onde venham. Se insistirem em que tudo quanto digam provenha de um plano elevado, ou do mais sublime ou seja o que for, isso não passará de uma inflação do ego. Que diferença terá a sua proveniência, caso seja útil? Por isso, precisam sempre estar dispostos a dizer: “Que é que estou realmente a escutar? E que estará a acontecer comigo?”


Pergunta: E no plano terreno podermos precisar dos irmãos do espaço, quando na verdade eles precisam da nossa ajuda em vez de nós, mesmo apesar deles serem quem viaja até aqui ou acontecem estar por aqui…


Julian: Absolutamente! Mas vós viajais até lá também. Alguém pensa em meter-se num autocarro em Los Angeles e várias horas mais tarde aparece aqui, em San Francisco. Isso equivale a anos-luz de viagem. E essa é a razão porque a comunicação mental constitui a primeira forma (de viagem) porque, à medida que as barreiras são demolidas e são construídas pontes nesta era, há uma maior capacidade de se misturarem com outras energias e a consciência não vê limites. A consciência é capaz de ir e de tocar e de compreender, mas o corpo físico pode não ser capaz disso. E isso constitui uma diferença.


Pergunta: Tem havido uma actividade crescente de ovnis e de walk-in e de irmãos do espaço entre nós actualmente, predominantemente nesta área para nos ajudar a ascender da terceira dimensão. Que papel desempenham e como é que poderemos conhecer responsabilidade para cocriarmos o céu na terra, ajudá-los? (…)


Julian: Muito bem. A primeira coisa que podem fazer é instaurar o equilíbrio em vós. Porque se não forem equilibrados não irão poder comunicar. Eles não estão interessados em entrar na confusão por quererem lidar com aqueles que querem crescer e avançar, entendem?


Em segundo lugar, todos quantos viverem na terra serão terráqueos, está bem? Quem quer que possua um corpo físico não será de outro planeta. Poderão estar em comunicação com um outro planeta, mas não serão de outro planeta. O conceito de walk-in é um conceito errado. Se forem walk-in estarão mortos. Mas não existem walk-in conforme foram retratados. O que há é uma fusão mental; quando alguém fez tudo quanto podia, quando deu o seu melhor e diz: “Muito bem, agora é contigo Deus, não consigo mais,” gera-se uma fusão mental com a energia divina que os ajuda a superar os obstáculos. Assim que os tiverem superado e que a descarga de energia para, essa pessoa pode representar uma pessoa mudada, por ter estado numa comunicação consciente, nesse período de tempo, com a consciência divina. Por isso, não se trata de uma tomada, mas de uma cedência de energia.


Infelizmente, no vosso mundo, o que acontece com muitíssimas pessoas é que elas realmente não pensam o suficiente de si mesmas, de modo que decidem que precisam ser algo que não elas próprias para obterem algum respeito. E assim começam a acolher aquilo que recebem e começam a moldá-lo numa personalidade que pensam que os acompanha. E aí começam a pensar ser essa personalidade quando na realidade só estão a canalizar uma energia.


Pergunta: (…) algum ser do espaço encarnará na forma física?


Julian: Não. Não podem. Eles possuem um envoltório energético completamente diferente, e destrui-los-iam. Eles podem mesmo não se parecer convosco.


Pergunta … (Inaudível)


Julian: Em estado embrionário… Não! Nenhum ser físico dará à luz um ser espacial. Nem um ser espacial dará à luz um terráqueo. O que isso envolve, meus amigos, é comunicação, amor, fusão, criação de amizade – não tornar-se noutra pessoa. Todo esse conceito – que é normal – resultará da mudança de energia numa percepção da existência de um outro espaço de origem. É mais ou menos como… lembram-se quando o homem ancestral disse existir um deus da árvore e um deus da rocha, e um deus disto e mais daquilo? Até que por fim se fartou da existência de deuses em demasia e proclamou que um era suficiente? Tratou-se da mudança no padrão do pensar no sentido de uma coisa. Não pensam que se deva ter desencadeado uma luta terrível por essa altura, à medida que as pessoas tentavam esquecer a multiplicidade de deuses em que acreditava e passar a aceitar um só?


E isso é o que está a suceder agora. Gera-se uma luta nas pessoas que tentam compreender o conceito de uma coisa invisível que está em comunicação. É tanto mais fácil torná-la numa coisa semelhante a nós. Se puder dizer: “Este homem chama-se Zeus e possui cabelo louro e veio até aqui,” então isso assemelhar-se-á algo que poderão entender. Assim poderão dizer que já entendem e que o aceitam por possuir um componente mútuo. Mas, meus amigos, têm o componente que existe entre vós e tudo quanto tem existência. E isso traduz a questão da luz divina que se acha em todas as coisas.


Pergunta: E tive experiências de vidas noutros planetas e dimensões, e nessas experiências havia muitos seres que primordialmente tiveram lições e vidas noutros locais e que optaram por vir à terra e encarnar aqui. De que forma estará isso relacionado com oque estavas a dizer?

Julian: Toda a encarnação diz respeito ao espaço em que se encontram. O que tu tens são memórias da alma respeitantes aos espaços em que estiveste, e é por isso que muitos tentam tornar-se nisso de novo. Mas são recordações da alma, impressões dessa vida que terão vindo contigo nesta vida. Porquê? Para que ao longo do percurso possas estar mais apto a aceitar e a acolher energias desse espaço e compreendê-lo. Mas não significa que sejas isso. Tu és isto.


Pergunta: Obrigado. Uma coisa que foi aqui abordada foi o conceito de walk-in. Não sei se te achas familiarizado com um livro escrito pela Ruth Montgomery…


Julian: Estou sim.


Pergunta: … que existam walk-in entre nós? Nesse livro ela fala em como os walk-in de planos superiores espirituais concordam com o aquele que “sai,” com o espírito que se encontra aqui na terra e que tem vontade de partir, e refere que os walk-in veem aqui numa missão, que em geral refere que é altura de ajudar a população terrena num período catastrófico que ronda aproximadamente o ano 2000, em que ocorrerão muitas mudanças no planeta e muitas mortes, etc. Os walk-in virão ajudar os que permanecerem…


Julian: Pois. Eu entendo o conceito. Só que é errôneo.


Pergunta: Muito bem, então poderias dar-nos mais alguma explicação acerca disso?


Julian: A incorporação mental. Quanto mais entrarem em contacto com o ser divino em vós, com a consciência superior, mais irão ser capazes de auxiliar nesse sobressalto. Não compreendem que todos vocês pertencem à luz divina? Não precisam de ninguém do outro lado da estrada… vocês são a divindade, mas como têm dificuldade em aceitar o facto de serem a divindade, a inclinação natural que têm é a de buscar mais alguém que o faça em vosso lugar. Vocês vêm de dois mil e seiscentos anos da experiência de lhes dizerem o que fazer, e estão a entrar numa era em que vocês decidem o que fazer. E isso é assustador. E as pessoas andarão em busca de outro espaço em que possam atribuir a sua orientação. Ainda andam em busca de algo fora delas próprias que lhes revele o que fazer – quando têm isso dentro de si mesmas o tempo todo. Entendem?


Antes de mais, o termo “walk-in” foi cunhado pelo mundo. Esse termo não tem existência no mundo divino. Creio que lhe possam chamar “tradução” de uma ideia fonética. Em segundo lugar, o conceito de walk-in não está completamente errado por causa dessa incorporação mental do divino quando as pessoas precisam de auxílio. Mas não significa um apossar-se (de um corpo de outro) por o propósito da alma da pessoa ser o do próprio desenvolvimento. E se alguém mais se apossasse do seu copo, isso iria atrasar esse desenvolvimento da alma. Por isso, no princípio divino tal coisa não seria permitida.


Agora, esse canal foi excelente (Ruth Montgomery) não estou a querer rebaixá-la. Mas nesse particular, foi forjado um conceito destinado a tornar a coisa mais compreensível, só que tal conceito não se ajusta ao que tem lugar. Não é o caso de ser bom ou de ser mau mas de um equívoco ou de uma interpretação errada, quase como traduzir de uma língua para outra.


Pergunta: (Inaudível)

Julian: A mesma intensificação que está a ter lugar no vosso mundo está a ter lugar no deles. Por conseguinte, eles esforçam-se por compreender este novo fluxo com consciência de estar destinada uma aliança e uma fraternidade e vós no vosso mundo estais a esforçar-vos por que isso suceda, mas a ideia está em que vocês dispõem do poder de fazer com que isso se concretize. Se eu apontasse o que de negativo existe com respeito ao interesse que têm pelo espaço seria a tendência de situarem o poder no exterior, (de o outorgarem a outros agentes) em vez de o outorgarem a vós próprios conforme deveriam fazer. Esse seria o safanão que lhes daria.

Pergunta: No livro do Whitley Strieber, "Transformação" e "Comunhão," fala-se muito das experiências daqueles humanos que foram levados e de experiências que deixam um padrão triangular, e marcas que surgem nos corpos das pessoas. Será isso...?

Julian: Na realidade esse triângulo é provocado a partir do próprio organismo.

Pergunta: Poderias explicar o que é que queres dizer com isso?

Julian: Sabes que se vocês quiserem podem criar estigmas nas vossas mãos toda a vez que quiserem? Se acreditarem que a vossa realidade seja assim tão forte, podem ter uma mão que sangre. Sempre que se fundem com uma outra consciência, sempre que entram no divino, saem marcados, não necessariamente em termos físicos, mas em termos internos. Algumas pessoas exteriorizam o símbolo.

Pergunta: Quando uma criança sai e volta com marcas dessas, a criança está a manifestar isso ao nível do subconsciente?

Julian: Está. Estás a ver? Entende o seguinte: Vocês são capazes de muito mais do que o que alguma vez conseguiram entender. Vocês são tão belos! Não receiem sair por aí a misturar-se com outros, mas façam-se de uma forma equilibrada. E quando regressarem saiam pelo vosso mundo fora e façam algo em prole de uma melhoria do vosso mundo.

Pergunta: Esta gente que temos lido que estiveram em contacto com as naves e que passaram por situações (...)?

Julian: Não ouviste o que disse antes? A tendência ainda é de procurar algo que os torne especiais. Eu quero ser especial, e assim que é que faço? Canalizo, ou torno-me numa bela dançarina ou num belo pianista, etc. isso nada tem de errado conquanto lhe dediquem tempo e esforço, porque assim representa crescimento. Mas se disserem: “Deixa isso comigo,” não será. Mas, quando atingem um ponto em que alguém lhes diz isso e vocês o usam no sentido de se tornarem uma pessoa melhor, então isso torna-se num factor positivo em vez de negativo. (Riso) Não é tanto o caso de ser ou não válido mas o que fazem após o ouvirem. Por vocês serem os responsáveis pelo que fazem e pelo que permitem que se torne na vossa realidade.

Pergunta: (Inaudível)

Julian: Sim, trata-se de uma fusão da energia divina com essa pessoa.

Pergunta: Como haveremos de saber quando a orientação é claramente proveniente da nossa divindade?

Julian: Pela inquietação provocada por qualquer coisa que não seja. Quando não fazem nada para o tornar em algo positivo e activo na vossa vida, saberão que não os terá servido. Porque nenhuma informação os irá tornar numa pessoa não produtiva, que seja boa. Mas vocês saberão se ouvirem alguma coisa que os deixe irritados ou outra coisa em relação ao que sintam perfeita aceitação, ou outras coisas em relação às quais não estarão tão certos.


Sejam o vosso próprio filtro.

Já vou dar atenção às vossas perguntas, mas se há alguma coisa que possa dizer é o seguinte: Não existe maneira nenhuma fácil; precisam esforçar-se por isso. Só que o trabalho pode ser uma alegria e não tem que ser passado a mais ninguém. Vocês não necessitam da permissão de algum irmão espacial para fazerem alguma coisa boa - para terem amor por vós e para terem apreço por vós próprios.

Pergunta: Mencionaste a existência de sete galáxias… Isso representará o universo todo?

Representa.

Pergunta: Por entre todas as estrelas que vemos só existem sete galáxias…?

Não, tudo isso forma uma só galáxia. Para além dessa existem outras seis. Por isso, já veem que há muita comunicação para estabelecer. (Riso) E na medida em que se verifica movimento e alterações vibratórias de energia, vão dar-se mudanças orbitais que darão lugar à atracção de novos planetas, e quando isso suceder irão dar por vós a sentir essa energia e começarão a entender a energia desses planetas, em prole de um futuro benefício de todos, pelo que já poderão ver que é tudo uma rede em operação conjunta. Mas lembrem-se que a primeira obrigação que têm é para com o vosso mundo; por ser onde vocês evoluem. Vocês podiam comunicar com todos os irmãos espaciais do mundo e provocar (…) na vossa própria vida.

Pergunta: Fico espantada em ver como é que sabes tudo isso; parece que… não sei qual seja o papel que tenhas, mas como é que tu consegues ver isso tudo?

Está bem, se reconheceres a posição de que me pronuncio, é como estar no todo da montanha. E como não me ocupo de um tempo linear, consigo perceber o tempo todo. Isso não me torna especial, mas apenas significa que faço o meu trabalho da posição em que me encontro. E vós fazeis o que lhes compete da posição que assumem pelo que juntos completamos algo formidável.

Pergunta: A outra pergunta que pretendia fazer é que realmente queria ter recreação, ter um motivo real na minha vida, e adorava ver isso, ter recreação e aventura com os irmãos do espaço, e também queria comentar que isso é uma das últimas lições que creio estamos a aprender com os golfinhos, o que me trás à mente a ideia de que os animais também possuem irmãos espaciais, criaturas espaciais amigas…

É claro que sim. Existem animais de todas as formas e espécies por toda a galáxia. Mas com repseito à recreação com os irmãos espaciais, precisaria perguntar-te; já te terás divertido com os irmãos físicos? (…) Óptimo, porque então estás preparada para te divertires com os irmãos do espaço. (Riso)

Pergunta: Isto parece tão apropriado. Faz-me pensar no Einstein. Onde é que… da dimensão em que te encontras, da posição que ocupas, de anjo serafim… qual será a relação que existe entre os extraterrestres, os irmãos espaciais e os anjos? De que forma see interrelacionam e como é que servem uns aos outros, e não entendo muito bem essa interrelação.

Eu sirvo os irmãos espaciais do mesmo modo que os sirvo a vós.

Pergunta. Porque será que é referido que algumas naves assumem a forma física e a forma humanoide e depois outras formas diferentes?

Porque não será todo mundo como eu, ou como tu, ou como mais alguém?

Pergunta: pois é, estou confusa.

Não estás nada, quem está sou eu, por não te ter ouvido completamente. Não fiques envergonhada, diz-me o que é que queres saber.

Pergunta: Estava a tentar perceber a relação existente entre anjos e os irmãos do espaço e extraterrestres, e de que modo nos estarão a servir, para além da forma como se relacionem entre si.
Sim, relacionam-se entre si, e a relação que têm assenta numa fraternidade. Se quiseres uma palavra para poderes entender de que modo os irmãos do espaço, as forças angélicas e o homem se relacionam entre si é esta – UM! Vocês são um componente em diferentes taxas vibratórias de desenvolvimento.

Pergunta: Então os anjos encontram-se numa taxa de vibração mais elevada…?

Numa frequência mais elevada. Nós não temos asas (riso) e muito poucos são os que tocam harpa (mais riso) Nós somos uma energia. O que a maioria dos artistas nos retractam com um halo, deve-se ao padrão de energia que temos, coisa que é retractada sob a forma de asas, mas que consta das múltiplas vibrações de energia que se movem ao nosso redor. Mas nós somos uma energia.
Pergunta: Foi feita uma pergunta há bocado com respeito às recordações de vidas passadas tidas num outro planeta. Assim, só para esclarecer isso, para quantos de nós acreditem que consigamos recordar as vidas que tivemos noutro planeta, será isso válido? E ao nível da alma poderemos ter encarnado noutros tipos de evolução?

Certamente. Entre as vossas encarnações terrenas vocês encarnam noutros locais, noutros planetas. Sabes, é quase como trazer a casa, provenientes de umas óptimas férias, a informação sobre essas férias, por se voltarem para trás e dizerem: “Lembras-te daquele lago maravilhoso?” Mas por ser uma experiência passada, na vossa mente, têm a tendência para recordar apenas o lago explêndido e de esquecer os incidentes negativos. Mas todas as condições têm os seus altos e baixos, e a sua luta em prole do crescimento.

Pergunta: Sinto-me confuso acerca a respeito da tua ideia da teoria dos walk-in. Eu frequentei alguns seinários com um ET e cheguei mesmo a falar extensivamente e pessoalmente com ET’s mas mesmo (…) que assumem um contracto anterior com o ocupante (…) no sentido de usarem o corpo, o que representa um trabalho de parteira, basicamente, na ajuda que proporcionam na ascenção da terceira dimensão. Mas o que estás a dizer é que na verdade se trata da mensmo alma e espírito, mas que a personalidade sofre uma mudança espiritual sem que alguma vez tenha chegado a ir (…)

Por outras palavras, o termo que está aqui a provocar o problema de semântica é o termo do aspecto corporal. Não envolve o controlo de um corpo mas a fusão da mente, e subsequentemente, o retorno dessa mente, elevada, ao seu próprio controlo. Portanto, não é que não se verifique uma fusão, uma aliança, só que é durante o período de tempo destinado a levar a pessoa a superar uma certa condição. Depois ela volta com uma energia transformada, que a poderá ajudar a avançar neste mundo.

Pergunta: Mas na verdade dá-se uma mudança mental, uma mudança de personalidade que penetra nessa forma walk-in, que não reconhece a família, coo se não fosse a memsa pessoa.

A pessoa poderá ter que se ajustar por completo de novo.

Pergunta: Mas a Ruth fala de uma personalidade proveniente de outro planeta que na verdade desce aqui para servir de parteira em relação à humanidade.

Uma pessoa pode ser muito merecedora da assistência da energia e mente divina, e quando essa energia ou mente divina vem, ela aceita-a em si mesma, mas isso também despoleta nela outras coisas, outros aspectos da sua personalidade, e ela pode tornar-se numa pessoa completamente diferente. Agora, alguns recordam mas outros não.


(Continua)

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CIVILIZAÇÕES DO ESPAÇO



Esta noite pediram que falasse acerca das civilizações do espaço, e ficaríamos encantados em fazê-lo, todavia, teríamos que lhes perguntar uma coisa. Que significará “civilizações espaciais” para vós? Lembrem-se que para quem existe por aí, vocês representam uma civilização espacial; eles interrogam-se quanto a saber quando é que virão a ter notícias vossas. E também se interrogam quanto ao que é que vocês têm a circundar os globos – e notem que o referi no plural – por eles se acharem tão interessados no desconhecido quanto vós. 


Desde a aurora dos tempos que o homem tem considerado a história da criação e do seu próprio desenvolvimento como “a terra”. Mas o mesmo desenvolvimento e os mesmos padrões de crescimento têm lugar por toda a criação, em todos os universos e em todas as estruturas planetárias. Por conseguinte, tudo quanto pensam ser exclusivo está a decorrer noutros locais em que (por sua vez) o consideram exclusivo. Por isso, precisam passar por, ao longo do caminho, um esclarecimento do que significa estar em comunicação com uma civilização do espaço. 


Vós no vosso próprio tempo ou espaço ou universo começastes a sondar o espaço. Há muita coisa por aí a sondar o espaço. Ouvirão muitas histórias do que chamam de OVNIS – objectos voadores não identificados. Eles existem e são reais, e vários locais e universos estão a ter avistamentos de objectos voadores não identificados – e esses pertencem-vos. (Riso) Assim, precisam ter uma perspectiva realista quanto a isso, antes de poderem ter alguma compreensão do que o processo evolutivo do intercâmbio com o espaço realmente significa. Vocês chamam ao espaço a “Nova Fronteira,” unicamente por ainda não terem “dobrado essa esquina” – desta vez!


Muitos de vós passaram pela experiência de outros planetas, de outros universos, etc., durante os períodos de estágio entre vidas, das vidas que têm neste universo em particular, e quando se encontram nesse espaço, ele não lhes parece estranho de todo. Mas quando se encontram neste, talvez pareça. Os diversos universos funcionam com base na variedade de elementos, na diversidade das condições atmosféricas, etc., pelo que cada um se ajusta ao seu ambiente e à sua atmosfera, e tem o número de apêndices de que precisa, o tamanho cerebral de que precisa, o tamanho de corpo que mais se lhe adequa, etc. De modo que, embora nem toda a gente possa parecer-se exactamente convosco, têm as mesmas capacidades e possuem um mesmo processo evolutivo como vós. Por isso, quando pensam em termos dos povos do espaço, precisam pensar neles enquanto pessoas; não podem pensar neles como pequenos monstros esverdeados com pés de ventosa. Já leram todas essas coisas que escrevem acerca da invasão proveniente do espaço e tudo isso? Quanto mais “pintarem” a coisa melhor. E depois querem ser amigos! Torna-se muito difícil de entender. Contudo, aquilo que precisam ter claro é que a evolução constitui um absoluto e ocorre em todos os níveis e locais do universo.


Para serem capazes de comunicar com outro espaço ou zona por entre a multiplicidade de universos, precisam estar preparados e dispostos a saber e a compreender o que tudo isso significa. E a primeira coisa que terão que compreender é que nem tudo quanto existe por esses espaços são super-homens nem seres super inteligentes que estejam apenas à espera de vir até cá abaixo para pegar os poucos (eleitos). Tanto quanto vós, eles abrangem uma gama variada de capacidade intelectual, de compreensão e de capacidades. Eles vêm até aqui para os observar, estudar e compreender, tal como vocês estão a ir e a tentar estudá-los e compreendê-los. Vocês estão a ir até aos outros planetas e a tirar fotografias e observam o que representam e entusiasmam-se com elas e procuram compreender o que sucede por lá.


Em alguns desses universos ainda existem corpos que não apresentam solidez, não porque tenham abandonado o corpo andrógino, mas por se terem mantido próximo da substância da luz, devido à frequência em que têm o seu ser; de modo que os perceberão como… ai, como é que chamam a isso? Invisíveis. Figuras sombrias. O que não significa que sejam assombrações, nem más, mas simplesmente significa que vibram à frequência que conseguem tolerar na atmosfera em que vivem.


À medida que se chegam cada vez mais perto, no processo evolutivo, da altura de irem até esses outros universos e de os compreenderem, irão ver uma sucessão de coisas a acontecer – algumas serão mudanças na estrutura universal, tal como novos traçados de órbita em certas estruturas planetárias. Também começarão a ouvir e serão capazes de entrar em sintonia com sons atmosféricos e uma fonética que podem ser mantidas numa base de entendimento mútuo. Mas devido à distorção que ocorre em toda a comunicação proveniente da frequência de vibração a que estão acostumados, que são oriundos de vários níveis da energia, poderão ocorrer lapsos de tempo, poderão receber um sinal emitido um ano antes de o receberem. Também poderá resultar distorção na voz e distorção sonora. 

(continua)

Transcrição e tradução A. António

Direitos de autor © 2003 Saul Srour

Autores: June K. Burke e o Serafim Julian