sábado, 27 de junho de 2015

SOBRE A ORIGEM DO CANCRO E A SIDA



um novo paradigma médico
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O estímulo para o começo dessa doença veio com a “morte em vida.” Usamos tal expressão devido à resposta que o corpo dá à consciência, à mente, a relação que tem com o corpo e o que lhe é comunicado, por o corpo e o subconsciente se equipararem bastante às crianças, ao ouvirem o que lhes é comunicado e o aceitarem em termos literais. Tanto que, quando ocorre um término na vida: num determinado estilo de vida, num relacionamento, um término na vida que tenha sido edificada em que a consciência diga que tenha representado a sua vida, o seu êxito, durante o processo de término desse estilo ou experiência (e antes de encetar uma nova, um novo começo) desliga-se, fecha-se, nega alguns sentimentos e pesares.

Descrevê-lo-íamos do seguinte modo: A mente, a consciência, o Eu possui a capacidade de comandar todos os processos do corpo, de comunicar com eles, de os orientar, de assumir o seu controlo. Onde há sofrimento, há a tendência da mente de passar por cima, de negar, de dizer: “Eu irei em frente com isto, não me permitirei pensar ou enfrentar as confusões, os remorsos.” 
Este corpo, esta vida apresenta a tendência para seguir em frente com energia e determinação para prosseguir com a vida, mas nem sempre para tratar por completo de si mesmo com respeito aos pesares e às preocupações. Em vez disso, impera uma negação, uma tendência para dizer: “Eu vou seja como for, embora não me tenha reconciliado de todo ou resolvido em mim próprio, no corpo, no subconsciente, com a experiência da dor ou da preocupação.”

Não sugerimos aqui que este ou quem quer que seja deva sentir de modo mais pleno o sofrimento ou simplesmente deva dar expressão a receios, arrependimentos, preocupações, mas ao invés que é tempo de dar atenção ao corpo, a si mesmo, em sim mesmo, a fim de mais plenamente comunicar orientações e dizer ao organismo, ao subconsciente, e até mesmo às emoções: “Eu escuto a vossa preocupação, e não tem importância.” Em vez de se cerrar uma resposta e de prosseguir com ela, passando-lhe por cima, precisam chegar a sentir-se completos e em harmonia com todas as partes de vós próprios e a comunicar uma nova vida.

Se o processo de término do relacionamento que tenham tido com a velho estilo de vida não estiver completo dentro de vós, o passo é dado, mas o subconsciente e o corpo sentirão que a vida com que se identificavam foi deixada como uma morte não reconciliada.

Ora bem; procuremos explicar melhor que frequentemente o começo do cancro surge na vida e no organismo invariavelmente após a morte de um ente amado ou de uma parte de vós, em particular após o divórcio, uma perda significativa da carreira ou de uma orientação, e esse começo é despoletado assim que o indivíduo bloqueia uma resposta à dor, à questão, se desliga emocionalmente, e prossegue com a actividade, sem que passe a explicar ao corpo – que é chamado de subconsciente: “É nesta direcção que vou seguir. Preciso achar-me completo com todas as porções do meu ser para entrar numa vida completamente nova.”

Este possui, pois, a capacidade de prosseguir com ela a despeito das preocupações e receios em vez de tratar por completo deles. Este é, pois, o período - não só o do começo do cancro, como do segundo efeito dissonante da descoberta do espalhar da doença, de ambas estas comunicações significativas a si mesmo no sentido de se DETER.

Período de comunicação a todas as partes do próprio e de dar início a uma confiança -- não receio, mas a uma confiança -- quanto ao assumir o comando dos processos do corpo, das suas actividades e reacções. O passo mais importante que podes dar no sentido da cura, da reconstrução, da renovação, é usar um processo plenamente associado de comunicação e das suas forças, de as orientar na sua causa. Mais do que a visualização. Não passa simplesmente por falarem convosco próprios por palavras, dar instruções, por o corpo, o subconsciente assumir imagens como fonte de comunicação em vez de palavras.

Envolve a tua consciência por completo numa batalha literal que tenha lugar no organismo. Usa imagens visuais e reconhece ao mesmo tempo que não estás simplesmente a meditar em imagens nem símbolos, ou a visualizar ou a imaginar. Estás a tomar controlo de uma força ao encará-la de uma forma particular. Assegura-te de que plenamente identificado com as forças do corpo, as forças de cura, esteja o imaginário que utilizas como “exército” de cura.

Utiliza, caso prefiras, símbolos espirituais no sentido de um exército de soldados de luz, mas ao mesmo tempo identifica tais soldados individualmente com as células do organismo, o sistema imunitário: os linfócitos, os leucócitos, estabelecendo literalmente um relacionamento entre o imaginário da mente e as forças do corpo.

A seguir dirige essas imagens na mente. Organiza e vê e participa na batalha, com consciência de que conquanto a sabedoria convencional se interesse enormemente pela fase do cancro que constitui a metástase, e creia que, após tal dispersão a cura se revele muito difícil, não acalentes tais crenças, ou prognósticos. Em vez disso, sabe que a todo o instante o corpo é sensível (tem a capacidade de responder) à mente. Isso tanto constitui o eu maior trunfo como a tua pior maldição, porque onde tiver imperado o medo, a preocupação na mente, isso irá nutris as forças que desafiam a luz no corpo -- a cura.

Estas foram, pois, interiorizadas, foram tornadas físicas, foram corporificadas com base em tempos muito difíceis. Embora de uma forma bem-sucedida tenhas saído determinado e com energia para prosseguires, houve processos que foram negados, processos que pereceram, partes do Eu que pereceram. Eles foram interiorizados, corporificados e produziram manifestações físicas. Não venceram a guerra, mas exige que te sentes diariamente e trates directamente do que está a passar-se no organismo, não negando e esperando que desapareça, não simplesmente prosseguindo com a vida ignorando-o pela dificuldade de tratar, mas confrontando-o de cabeça erguida. Este é um período em que precisas tomar o controlo.

A seguir senta-te no sossego da tua meditação, não a cismar com medo da doença, mas a conversar som ela, a comunicar com ela, a usar a visualização a fim de estabeleceres comunicação directa e controlo sobre as forças da vida em ti. Começa, pois, a dizer-lhes o que devem fazer vendo-o feito. Deixa que a tua visualização seja completa e minuciosa de modo que sintas no corpo que estás a dar ordens às forças, a tomá-las sob o teu controlo, a dizer-lhes o que fazer. Não por meio da esperança, mas ao invés com determinação, com consciência do que estás a fazer. Com consciência de que o tempo todo estás -- pelo pensar -- a controlar as forças do corpo. Isso envolve agora uma participação consciente no processo em vez de deixares que o medo, as preocupações, a inquietação e a dor se corporifiquem com base na negação ou na evasão. Há uma participação directa.

Ora bem; torna-se importante que estrutures um programa para esse assumir de comando dos processos que operam em ti próprio e que saibas que o sobrevivente de um ataque desses é quem tiver de forma determinante tomado o comando da vida e decidido: “Eu viverei. Eu assumirei o comando. Eu representarei o factor decisivo, não uma vítima quer do processo da doença quer das crenças ou prognósticos alheios.”

Isso é essencial. Trata de conhecer esse “perfil de sobrevivente,” conforme é designado e o uso de um sistema ou método de participação nisso similar ao da Técnica Symington, descrito na escrita chamada “Visualização” da autoria de Bryce. (NT: Trata-se de técnicas artísticas de visualização científica) Elas constituem óptimas sugestões, excelentes entendimentos do processo e do seu funcionamento.

Não te deixes fascinar com o processo de tratamento, com a terapia, a ponto de te tragar a vida. Deves prosseguir com a vida, certamente, mas ao mesmo tempo com consciência de chegares a reunir contigo próprio todos os dias, e conversares com as “crianças” – aquilo a que é chamado subconsciente, as emoções, e em particular o corpo – a dirigir a experiência. Não dependes de mais nenhum processo de terapia, mas diriges a experiência com a participação que tens.
A visualização precisa não só ser completa participação, ou seja ver, ouvir, sentir, utilizar os sentidos todos, como também relacionar o que vês e sentes com a mente, com os processos correspondentes no organismo. Toma conta literalmente do sistema linfático, da medula óssea, dos processos de cura, vendo-os, tornando-os numa imagem com que o corpo consiga relacionar-se, que represente uma personificação, e envia-os, orienta-os para o trabalho.

Não precisa ser uma parte muito prolongada do dia, contudo a mente precisa estar sempre atenta de estar no comando, e sempre que se apresentar um momento para pensar, envia de novo as forças a dar ordens pelo teu corpo. Fá-lo repetidamente num período de meditação no começo do dia. Toma o comando das forças. à medida que as ideias florescerem ao longo do dia e tiveres consciência do corpo, fala de novo,  tira um instante para tomares consciência de estares no comando e a causar os resultados no organismo.

Agora, quanto à causa e à origem disto, descrevê-lo-íamos como uma tendência do próprio para se fechar, para negar sentimentos e emoções sem que sejam expressadas ou completadas, passando-lhes por cima e dando continuidade aos negócios da vida. Muitas pequenas "mortes" ocorreram por essa via ao longo da vida. Coisas por completar, e depois a mais recente reviravolta ou mudança de direcção na vida. Isso desencadeou aquilo que foi permitir a resposta que este corpo deu.
Quanto ao carma, aos registos carmicos a completar com esta experiência, é muito simplesmente aquele de ser uno consigo próprio, de comunicar com o corpo, de considerar as reacções que o corpo tem, assumir o comando.  Dá esse passo e terminarás as lições carmicas assim como as relações bastante práticas entre causa e efeito que operam entre o pensar e o corpo. Trata-se de uma lição de assumir responsabilidade pelo organismo que não é enviada como uma punição carmica nem uma condenação de forma alguma.

Tampouco será exacto descrever isto como assunção de parte do carma do mundo nem da Era, à excepção de precisar ser referido que, quando entram numa vida, assumem uma porção do carma da raça toda. Isso não consiste em específico num acordo de assumir essa carga neste indivíduo em particular, mas tão só para referir que todos quantos entram partilham do carma da raça.
Para além disso, não penses nisso dessa forma particular, mas antes como uma relação causa e efeito que tens com o corpo e como um conhecimento de constituir igualmente uma enorme bênção saber que podes tomar esses processos a teu cargo, dirigi-los, envolver-te com eles. Aprendendo isso, aprendes mais do que a cura do cancro, mas aprendes acerca do quão poderás dirigir e controlar e responsabilizar-te por todos os aspectos da vida.

Que é que se fará necessário ao completo restabelecimento, para te livrares disso fisicamente?
Uma decisão, especificamente. Decide-te a terminar com isso. Compromete-te com o processo de te tornares num todo com o corpo. Não pela negação, mas buscando em específico, compreendendo pelo melhor de que fores capaz onde imperam os ataques ou invasões, vendo-as, dirigindo-as, chegando a conhecê-las.

Fica sabendo que este elo vital que opera entre a mente e o corpo constitui uma fonte de cura. Constitui um elo não só de simples fala contigo próprio por palavras, mas que envolve a consciência toda. O corpo, o subconsciente, responderá aos símbolos. Tu és capaz de dirigir essas forças.

Pergunta: Precisarei da terapia de radiação conforme me foi recomendado?

Resposta: O melhor é que sigas as terapias convencionais por esta altura por causa da sensação de estares a gerir, a assistir ao processo. Há a necessidade de uma sensação de apoio e do envolvimento de quantos se interessem, mas não de quantos abriguem medo ou sintam simpatia em vez de confiança.

Impera aqui a necessidade, no caso deste corpo, assim como dos outros, de um grupo daqueles, ou mesmo uma ou duas pessoas, ou uns quantos daqueles que tenham consciência de que as suas mentes podem orientar as forças. Não de quem ore por este no sentido da súplica ou da esperança, mas no sentido de imprimir uma direcção às forças curativas, daqueles que consigam focar-se em tal preocupação ou situação com conhecimento absoluto da capacidade para contribuir para um resultado. Há necessidade de iniciados, daqueles que assumam o comando e dirijam as forças espirituais, e ordenem, decretem em vez de suplicarem – por todos quantos sejam levados a sentir medo e simpatia ou pena por este como reacção constituem uma força destrutiva.

O que dizemos é que aqueles que sentem que podem ministrar terapia e aconselhamento convencional, usem-nos, deixem que prossigam. Todavia, a cura procede do relacionamento que tenham com o corpo, e da noção de comando e do controlo que tenham dele, e não da impotência. Jamais da impotência mas da confiança e da determinação. Nisso reside a salvação.

Agora; entende que a mudança no metabolismo do corpo, que é necessária tanto aqui na cura como na mudança da taxa metabólica, que te irá mesmo permitir estabilizar o peso, assim que este processo estiver completo, pode ser conseguido através de uma empenho total com uma dieta macrobiótica. Mas compreende que somente caso esse empenho circunscrever uma crença plena e expectativa disso enquanto agente de mudança no organismo. Não podemos exagerar que assumir uma terapia tal como esta dieta pode comunicar ao próprio de forma total: "Isto irá revolucionar o processo que decorre no meu próprio corpo, o metabolismo, a cura." Não podemos enfatizar em demasia a crença, a expectativa, a fé, o empenho nisso.

Não acates o processo, qualquer processo que seja, na esperança de que funcione, mas com consciência de constituir um empenho, de constituir um instrumento, a técnica que tiveres aceite: "Decidi que isto representaria a contribuição. Este é o passo."

Não pretendemos sugerir que constitua a única crença, por também representar a aplicação.. A dieta macrobiótica é válida por razões físicas e nutricionais. Permite uma limpeza e o restabelecimento do metabolismo para a cura, e quando esse processo, a revolução da dieta estiver completa, poder-se-á estender a uma dieta de mais amplo espectro. Isso representa uma terapia, e não necessariamente uma dieta a manter para além da terapia. Mas estamos aqui a querer enfatizar que a terapia aceite deva ser considerada com inteireza, de forma conclusiva, com expectativa, com determinação. Isso representa factores, e a tarefa importante nisto está em tomar o controlo do processo. A aplicação depositada na dieta pode constituir método para tanto.
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CANCRO/SIDA

O cancro constitui uma metáfora da rejeição do próprio corpo. A doença designada como cancro não foi conhecida entre a humanidade até achar partes do próprio corpo impuras. O cancro apareceu por entre as doenças venéreas quando determinaram que tais órgãos eram impuros e que deviam ser ocultados.


A SIDA representa uma manifestação de culpa, em que a sensação prevalecente é a de que a energia da criatividade, da sensualidade foi mal usurpada (imerecida) ou mal empregue, e que se manifestará no corpo. Constitui uma tentativa de autossacrifício. Vejam a simbologia que encerra: O sistema imunitário, aquilo que os torna imunes com relação a todas as doenças, sofre uma quebra quando não sentem ser dignos da vida. A SIDA é uma deficiência da imunidade adquirida – não uma deficiência natural dessa imunidade. Não é adquirida em resultado de corpos particulares, vírus e coisas que tal, embora eles possam representar agentes na sua propagação. Não é adquirida até imperar uma consciência da utilização do corpo por formas menos morais.

Não criticamos a orientação sexual de cada pessoa, mas afirmamos que, por natureza, o homem se acha naturalmente inclinado à prática da união com um parceiro. Está na sua própria natureza fazê-lo.


Mas onde quer que a natureza seja violada, haverá consequências a pagar. Quando violam a natureza ao desnaturarem os alimentos, os vossos corpos deixam de os poder digerir apropriadamente. Quando desafiam a natureza tendo múltiplos parceiros sexuais, rejeitam o desejo e a capacidade naturais que o vosso corpo tem de construir um relacionamento amoroso com um parceiro para a vida. Quando perdem a tendência natural do homem para ser fiel a uma esposa e a uma família, terão instaurado no globo a perda da unidade familiar, que é natural ao homem. 


Compreendam que a SIDA e o cancro se acham proximamente relacionadas, e por outro lado constituem, uma vez mais, contrários. Acham-se relacionados por ambos estarem relacionados com a sexualidade e as crenças sexuais., e contrários por o cancro desprezar a sexualidade e se sentir envergonhado devido a ela. A SIDA constitui a manifestação da reacção oposta: uma exacerbada manifestação sexual e o fracasso de a reverenciar como uma experiência sagrada.

Aprendam a desfrutar e a apreciar da sexualidade enquanto experiência espiritual e sagrada que é, destituída de sentido de impureza. Ao mesmo tempo horem e respeitem todas as partes do vosso corpo e aprendam a superar o medo e a culpa com amor. Todas as leis se expressam por meio de UMA SÓ LEI: Tenham amor por vós próprios, pelos demais – ou seja pelo próximo – e por Deus em igual medida, e terão aprendido a respeitar toda a lei. Toda a cura procede disso.


O Japão acha-se, nesta altura, numa situação de perigo em particular com relação à SIDA devido à crença de ser insular, segregado, e à falta de educação por entre a sua juventude. Tem estado associado a práticas sexuais pouco naturais – mas não é a culpa sentida por parte dos homossexuais que provoca a SIDA, por descobrirem que a promiscuidade vigente por entre os heterossexuais ser igualmente perigosa – situação essa que se torna mais perigosa à medida que os dias se vão sucedendo.


Aqueles que preservam uma atitude de preconceito e de fanatismo entre aqueles a quem não compreendem – tal como os homossexuais – criam em si mesmos um perigo ainda superior do que aqueles a quem criticam e contra quem sentem preconceito e intolerância. Assim sendo, amem e perdoem, e compreendam.




UMA POSSÍVEL CAUSA E TRATAMENTO PARA O CANCRO

Entende que se acha na própria natureza do cancro uma altercação, uma briga interior entre as forças da luz e as forças das trevas, ou entre as forças da vida e as forças da morte. Uma parte do Eu experimenta a aniquilação de uma relação pessoal que contribuía para a vida. Além disso, pode ser encarado como um desequilíbrio sexual. A falência da força reprodutiva, ou tântrica, enquanto o estímulo da cura por intermédio das células Lydig, o Tian Tien, Omentum Maior, e o Timo – o sistema de protecção, os sistemas de defesa do corpo. Esses sistemas encontram-se sob controlo da mente, mas quando a mente tiver experimentado uma sensação de morte de uma parte de si própria, a morte de uma fonte de dependência, aí surge o crescimento do cancro, ou crescimento da célula não programada que se torna numa morte crescente ou uma morte insinuante.


Mas existem duas coisas que são chave primordiais no tratamento bem-sucedido do cancro, uma das quais reside na capacidade de induzir a função de onda cerebral num ritmo de 12,5 ciclos por segundo, misturados com sons da natureza, quer ondas do oceano ou da chuva suave, sons da natureza gravados da forma mais eficaz possível. Em sobreposição à música que seja alternadamente calmante e estimulante, mas não de modo a elevar os ritmos cerebrais além dos estados mais eficazes, durante o período de terapia, entendes?


Desse modo, sobrepõe essas gravações, esses registos sonoros, com uma voz que descreva as várias batalhas, por assim dizer, travadas entre as forças da luz e as das trevas no organismo. Usando termos tanto descritivos quanto imaginativos ou míticos, assim como termos científicos e fisiologicamente pormenorizados enquanto sugestões para a mente, destinadas ao direcionamento da mente de uma forma hipnótica para tomares controlo sobre os processos do corpo.


Agora, subjacente a essas camadas, sugestões de voz áudio, descrições das mais agradáveis, sobrepostas a música a um nível mais subtil, e os sons da natureza a um nível ainda mais subtil. A seguir, por baixo disso, sugestões subliminares do mesmo modo – tanto á taxa da voz norma, ou taxa de audição da língua, e a seguir as mesmas palavras ou sugestões, a aceleração numa pista subliminar dez vezes mais acelerada que o discurso normal. Colocando isso, por assim dizer, numa fita de oito pistas que permita a absorção dos sons, das sugestões, de modo a influenciar a consciência

Mais uma coisa. Com a permissão do teu paciente, usa na gravação subliminar sugestões provenientes de um princípio tântrico de despertar da vitalidade sexual, por nisso residir a maior chave para a mobilização das próprias forças do corpo no combate a esse tipo de doença. Poderá mesmo incluir, a nível subliminar, as gravações das fantasias sexuais eróticas de um paciente.


Para quantos não se sintam à vontade com tal tipo de abordagem, fá-lo mais em termos simbólicos, em termos mitológicos, relativamente a essa mesma excitação; termos tântricos, termos do Kundalini, e termos mitológicos desses. Isso completaria o comentário que temos a fazer acerca dessa terapia.



SIDA

A percepção ou descrição que faríamos do processo dessa doença, não está de acordo, quanto a certas especificidades,  com a compreensão actualmente em voga. Interessa-nos aqui uma bactéria que, em certo sentido, é mais perigosa do que o vírus específico. Gostaríamos de o comentar do seguinte modo:

Eventualmente será descoberto que um vírus possui a natureza de ser produzido num corpo em resultado de uma anterior condição de desequilíbrio. Salientamos tal questão para estabelecermos o seguinte: As bactérias são vulgarmente transmitidas de corpo para outro mediante vários meios de comunicação. Agora, vírus vivos também podem ser transmitidos de uma corpo para outro, mas são implantados no corpo do receptor somente na presença de condições específicas que permitam a sua implantação.

O que vale dizer que as infecções virais não são carregadas ou transmitidas da mesma maneira que as bactérias, mas são implantadas nesses organismos sob condições de um sistema imunitário que já se encontre sob ataque. Vírus transferidos de um corpo para outro, na maioria dos casos não se revelam viáveis. Quer dizer, o vírus constitui uma cadeia proteica específica com relação ao corpo em que é criado, e ao se deparar com outro organismo é simplesmente dissolvido. Dizer que seja eliminado constitui termo inapropriado pela razão que sugere um organismo vivo, conforme é, por exemplo, a bactéria - coisa que um vírus não é, mas consiste ao invés, numa cadeia proteica específica fornada em reacção a condições pré-existentes.

Agora, na presença da transmissão de uma estirpe bacteriana que descreveríamos como tendo atravessado uma mutação, produziu-se uma bactéria que passou por uma alteração que é comum ao que representava a estirpe da sífilis, incluindo a existência de espiroquetes específicas da sífilis. Ora bem; a bactéria não é reconhecida como tal, nesta cultura, e não pretendemos sugerir que uma vez infectados com o vírus supressor imunológico ele anteriormente já tivesse tido ou carregado uma bactéria mutante, que é uma gordura, e se torne num gene mutante.

Descobrirão isso infelizmente, à medida que transita para o desenvolvimento dessa doença. De modo que se torna  num sistema imunológico suprimido codificado geneticamente, a menos que se verifique o reconhecimento da relação simbiótica existente entre a bactéria e o vírus envolvido no ataque sobre o sistema imunitário. Mencionamos todas estas coisas com o seguinte propósito: Fazem tentativas para destruir ou reprimir um vírus que foi identificado e associado a sistemas imunitários suprimidos. Contudo, não existe uma relação distinta entre a supressão do sistema imunitário e a existência do vírus. O que em vez disso é descoberto é que eles coexistem. A inferência da coexistência conduziu os pesquisadores à suposição de que o vírus coexistente constitua a causa específica da supressão imunológica.

Em relação a esse ponto discordamos na medida do seguinte: Sem a combinação de três elementos coexistentes, não se verifica a existência da síndrome da imunodeficiência adquirida. Não uma doença específica mas simplesmente uma supressão imunológica adquirida. Não há doença específica que seja causada pelo vírus do HIV ou outra designação qualquer que lhe tenha sido atribuída. Ao invés disso vocês têm esses elementos presentes na produção da supressão imunológica.

A certa altura no organismo acha-se presente a infecção referida como sífilis. Nesse mesmo organismo são introduzidos antibióticos insuficientes para destruir todos os corpos destructivos relacionados com e ou específicos para a sífilis. A isso referir-nos-emos como bactérias e espiroquetas. Ao tratarem tal condição com antibióticos, na medida da supressão dos sintomas, que de forma temporária ou permanente terão sido, durante um certo tempo, administrados em quantidade insuficiente que erradicassem por completo a presença das espiroquetas, em particular, e a bactéria associada, ter-se-á alterado por acção de uma mutação e tornado amplamente imune aos antibióticos.

Nesse mesmo sistema que se encontra actualmente a dispersar-se com a epidemia referida como síndroma da imunodeficiência adquirida, esses corpos em que tais combinações de forças foram criadas, apresentam uma infecção sifilítica, criando, desse modo espiroquetas e bactérias na presença de antibióticos que criaram uma levedura bacteriológica desequilibrada, que forma o equilíbrio no relacionamento existente entre a levedura e a bactéria. O que dá azo às infecções por levedura, que são difíceis de detectar e que são oportunistas e se acham associadas à bactéria mutante e eventualmente ao gene em desenvolvimento a partir da presença da relação fermento, bactérias, espiroquetas e vírus. trata-se de uma estranha combinação de forças que antes não tinha sido encontrada no vosso planeta. Porque, sem a presença de um desses corpos, os outros erradicar-se-iam uns aos outros.

O que vale dizer: O vírus permite que a levedura ou fermento tenha vida, mesmo sem erradicar ou criar um equilíbrio entre as bactérias excepcionalmente resistentes. Tal resultado consiste num fenómeno invulgar de contagem da elevada taxa de levedura ao mesmo tempo que ma elevada contagem de bactérias, de modo que o resultado não é reconhecido em termos de uma infecção oportunista da levedura, embora isso de facto faça parte da síndroma. Mas a presença das bactérias não reconhecidas só agora está a ser descoberta como associada às forças.

Tudo quanto apresentamos como causa se destina a propor o tratamento sugerido: Vocês possuem antibióticos suficientemente poderosos, que usados em doses extraordinárias, tão elevadas que os vossos profissionais sentem relutância e a aplicar, por uma boa razão, razão essa que consta de um difícil e oportunista desequilíbrio presente na levedura do organismo, assim como outros desequilíbrios muitas vezes não associados ao crescimento da levedura.

A dificuldade que aqui se apresenta é simplesmente a de que o crescimento da levedura no organismo é considerado natural e não é ainda plenamente reconhecido como uma síndrome em si mesmo, que consta do resultado directo da descoberta e uso dos antibióticos.

Depois, o uso de antibióticos na presença de levedura que se ache em estado de desequilíbrio parecerá contribuir para um avanço adicional da natureza oportunista da infecção da levedura, e assim o fará. Desse modo deparámo-nos com uma situação complexa em que doses excepcionalmente fortes de antibióticos deveriam ser ministradas em situações ou que o organismo esteja evidentemente a ser derrotado ou sobrecarregado pelo avanço da síndrome da imunodeficiência. Contudo, precisa ser equilibrado por um antibiótico anti-levedura. Isso precisa ser feito quer em simultâneo com a administração do antibiótico, ou subsequentemente com a introdução suficientemente elevada de antibióticos, bactérias específicas e talvez suficientemente dotadas de um amplo espectro para ministrar igualmente um controlo da levedura. Embora não tenham que ser introduzidos em conjunto, o antibiótico pode ser, antes de mais, composto de bactérias específicas e a seguir leveduras específicas.


Agora, tais aplicações de penicilina ou de outras formas de bactérias específicas de antibióticos conquistarão de facto tanto os sintomas relacionados com a síndrome da imunodeficiência. E com o desequilíbrio da levedura igualmente mantido sob controlo, o delicado equilíbrio presente entre esses dois organismos naturais que têm lugar no corpo serão mantidos.

Sejamos claros relativamente a esta afirmação. Estamos a afirmar que tanto a levedura quanto a bactéria existem no corpo humano. Contudo, levedura em desequilíbrio ou descontrolada não é natural no organismo. É ainda pouco natural que as bactérias possam assumir um controlo efectivo do organismo sobrecarregado pelas leveduras, por ambos serem inimigos naturais e por tenderem a desequilibrar-se mutuamente. Tal desequilíbrio é adulterado com a introdução de antibióticos compostos por bactérias específicas, que permitem o crescimento de diversos fermentos e fungos, mas fermento em particular. Desse modo impõe-se o difícil desafio de conduzirem ambas a um equilíbrio e controlo.


O facto confuso está em que a bactéria mutante não seja liquidada pela sobre produção de levedura, conforme as bactérias vulgarmente são. Isso deve-se ao facto da bactéria se ter alterado em resultado de ter sio tratada ao longo de várias gerações com uma anti bactéria à base de levedura, entendes? Antibióticos à base de levedura eram empregues na eliminação de uma bactéria, só que em quantidades insuficientes, o que deu azo a que essas bactérias tenham passado por uma mutação, e na maioria dos casos disso referem-se a uma imunodeficiência adquirida por essas bactérias específicas se encontrarem relacionadas com a sífilis. Tornou-se, desse modo, amplamente imune aos antibióticos à base, ou derivados de levedura. Desse modo, pode crescer mesmo na presença de uma elevada contagem de levedura.


Então, que será que pode ser feito? O melhor curso de acção será o uso de antibióticos fortes à base de bactérias específicas. Usados em megadoses e equilibrado com um amplo espectro, ou antibióticos à base de leveduras específicas, para as conduzir aos níveis normais de contagem. Quando, pois, será conseguido por essa via? Conseguirão, não a destruição do vírus HIV, mas ao invés, a destruição dessas infecções oportunistas que resultam da supressão do sistema imunitário. Essa é a questão que deverá ser sumamente considerada, a recriação de um equilíbrio saudável entre levedura e bactérias reconstruirão a resistência do sistema imunitário de forma que a presença do vírus HIV se tornará irrelevante. Porque os anticorpos que contém, num sistema imunitário fortalecido eliminarão tanto o vírus alterado como as espiroquetas que tiverem acompanhado esse esforço poderoso de bactérias mutantes que suportam o crescimento e o desenvolvimento do vírus.


Uma vez isso conseguido, terão obtido um resultado particular, resultado esse que é: Um organismo livre da supressão imunitária é capaz de reconstruir a resistência imunológica. Um corpo que se encontra, assim, livre tanto do vírus HIV como das bactérias mutantes, levedura e bactérias saudáveis, terá retornado ao equilíbrio. A realização disso exigirá um passo invulgar adicional, um passo difícil para a comunidade médica e científica, que é o estabelecimento da faculdade de reconhecer o equilíbrio apropriado entre a levedura e a bactéria. Isso em si mesmo ainda não foi conseguido.


Depois, precisa ter lugar um estudo adicional do equilíbrio existente entre a levedura e as bactérias presentes num corpo normal dotado de um forte sistema imunitário. Isso torna-se pois, o objectivo do tratamento em vez de uma tentativa directa de líquidos ou da supressão ou destruição do vírus HIV. Não que a pesquisa deva ser descartada, a pesquisa centrada na destruição do vírus HIV. Estamos simplesmente a dizer que não é suficiente superar essa síndroma. Só descobrirão que ao eliminarem esse vírus temporariamente – sempre temporariamente – quando é o vírus somente a ser atacado ou destruído ainda descobrirão um sistema imunitário sujeito à supressão, a menos que as bactérias que passaram por uma mutação também sejam destruídas. Nesse caso a pergunta que farias seria: Será que a administração do AZT deveria ser considerada em resultado dessa descoberta, tomada imediatamente para a supressão do vírus e em função do prolongamento da vida e da saúde?


Precisaríamos responder cuidadosamente que não, a tal questão. Tendo em mente que não nos encontramos obviamente em posição de apresentar qualquer credencial científica ou médica nem pela presença que efectivamos junto dos Registos, nem através do corpo, da personalidade, do indivíduo por intermédio de quem falamos. Desse modo, estamos habilitados a pronunciar-nos somente enquanto Fonte de Informação destituída das respectivas credenciais suficientes da comunidade científica para os apresentarmos como uma autoridade nesta matéria. Foi em razão disso que explicamos a síndrome na medida que pudemos, nos termos de um leigo. Além disso, não possuímos qualquer autoridade reconhecida a prescrever, de modo que não podemos ordenar nem determinar que devas ou não devas tomar o AZT em resultado da descoberta dessa réplica. O que faremos, em vez disso, é dizer o seguinte: A droga é suficientemente tóxica para te dificultar ainda mais o estilo de vida em resultado de começares a tomá-la. Em certa medida, em particular nesta altura, haveria de criar mais danos que benefício.


Pergunta: Que propósito de vida terei? Estará a orientação que tenho acertada quanto a dar início a uma casa destinada a pacientes portadores de Sida, ao tratamento do sistema corporal, em particular junto daqueles que foram abandonados pelos familiares? De que forma conseguirei realizar esse propósito?


Resposta: Absolutamente, absolutamente. Essa é a melhor expressão do teu propósito de vida. Tu vieste a tornar-te numa terapeuta. Possuis uma capacidade extraordinária de compaixão, de amor, de compreensão. É isso que te faculta a capacidade de canalizares energia de cura através das tuas mãos, da tua mente, mesmo à distância. A capacidade para compreenderes e para aceitares sem condenação ou julgamento. Isso faz de ti um canal natural para a energia de cura.


Agora, compreende o seguinte: Trabalhar com esses pacientes pode revelar-se difícil se a reacção que se criar em ti em resposta à condição deles aumentar em ti a tendência para a preocupação. A preocupação é o vosso maior inimigo. A preocupação constitui a expressão da fé no mal. Assim, mantém sempre a expressão de fé no bem, que é o oposto do medo, que também é conhecido por amor. Ama, não te preocupes. Afasta-lhes a propensão ara a preocupação, e entende que não existe coisa alguma como falsa esperança. Encoraja sempre a esperança e a expectativa de uma vida longa, e efeitos mínimos dessas preocupações.


Deves ensinar a alegria, o riso, a propensão para a aceitação, o sentido de aceitação pessoal. De entre todas as coisas deves auxiliá-los a superar a mágoa e a dor da rejeição e da perda de apoio que tiveram da parte daqueles que amaram. E tu perspectivaste um quadro desses e perspectivaste bem. De início será tão simples quanto dar começo a um grupo de suporte à Sida. Contudo, acautela-te em com relação a qualquer tendência que leve o paciente a sentir-se responsável pela própria doença de que padece, de uma forma que possa produzir uma noção de culpa. Alivia o factor “culpa” e a seguir considera estas coisas:


A purificação do organismo através de um jejum composto de três dias à base de maçã, seguido de um período de sete dias de jejum à base de sumo de cenoura limpará o organismo daqueles que se encontram nos estágios iniciais da expressão da síndroma da Sida. 


Aqueles que carregam efeitos debilitantes, entendam o seguinte: A Sida constitui o resultado do tratamento deficiente que a sífilis teve nos últimos cinquenta anos. Porque o tratamento da sífilis avançou somente a ponto de remover os sintomas, mas deixou no organismo os agentes chamados espiroquetas. Se não fosse pela presença das espiroquetas, o vírus da sida não se teria estabelecido no organismo humano. Agora, devido a tal razão, na maioria dos casos daqueles que apresentam os sintomas, em particular os sintomas avançados da sida, tratem-nos com megadoses de penicilina, e descobrirão que os sintomas inverter-se-ão.


Se desejares encontrar algum suporte médico ou científico para o que aqui acabamos de referir, dá uma vista de olhos no trabalho levado a cabo pelos médicos Alemães que foram pioneiros na aplicação de trinta milhões de unidades de penicilina durante um período de quarenta dias, que os levou a constatar uma reversão dos sintomas da sida em muitos pacientes. Entende que esse é um princípio importante, e fica sabendo que esses médicos de quem falamos foram orientados nesse experimento através desta mesma Fonte. Essa aplicação foi feita em resultado obtido a partir desta Fonte e produziu resultados efectivos. Encontrarás resistência a tal prática nos Estados Unidos, porque dificilmente um médico se exporá a uma aplicação de vastas megadoses de penicilina nos Estados Unidos. Toma consciência dessas possibilidades de prolongamento da vida e de minimização dos efeitos desastrosos que tão importante epidemia pode ter nesta época.


Agora, tu tens a ideia do estabelecimento do sistema corporal e do alistamento de outros da tua comunidade num sistema de apoio para portadores da Sida. Estás certa ao reconheceres que o maior perigo que esta pandemia representa seja o sentido de perda do apoio da parte dos entes queridos. Isso deve ser substituído sem hesitação. Torna-te numa mestra no amor-próprio, no valor pessoal, na autoestima, no apoio a si mesmo. Ao mesmo tempo inclui o que chamam de sistema de cooperação de modo que tenhas quem possa estar ao dispor desses que se acham sujeitos ao medo, à preocupação e à ansiedade. O medo, claro está, causa maiores danos do que o próprio vírus.

Tradução: A. António