sábado, 26 de dezembro de 2015

O DESAFIO DO APOCALIPSE





(...)

As profecias do Livro da Revelação baseiam-se em fórmulas; baseiam-se nos ingredientes a que chamam céu e terra, na capacidade de instigarem ambos os aspectos. No Livro da Revelação constatam constantemente o número sete, assim como o número doze - o doze representa o enraizamento da terra, e o sete significa os níveis do céu, por assim dizer. Encontrarão os múltiplos do um e os múltiplos do três, de modo que obtêm o três, o seis e o nove, etc. Têm o um e o onze; têm o vosso doze e o vinte e quatro; o que representa as fórmulas numéricas da profecia. Existem sete galáxias ou "universos" em todo o universo; sete consciências no homem, as doze tribos da formação e os múltiplos decorrentes - a multiplicação da forma sólida e da forma etérea juntos.

Reconheçam que sempre que a cor dourada é usada em termos explicativos, estão a referir uma frequência que se posiciona para além de vós, uma elevada frequência mental. Portanto, quando um instrumento é referido em termos dourados, como no caso dos candelabros dourados ou as sete trombetas douradas, estão a fazer referência às sete condições superiores. As "bestas" referem-se às atitudes do aspecto bestial do homem, em contraste com essa frequência elevada. Assim, com essa estrutura é-lhes demonstrado, não a personalização individual do ego, mas as qualidades inerentes à identidade que serão usadas na superação dos aspectos da personalidade do ego, ou aspecto bestial da natureza do eu, ou identidade.

Na formação do universo todas as coisas são guiadas a partir da condição una. Não há coisa alguma na criação que não tenha a sua assistência procedente do domínio superior, por alguma forma de energia. Quando este universo - e refiro-me a este vosso universo - a consideração dos outros seis realmente não têm assim tanta importância para vós, por não se situarem neles... Quando o vosso universo foi criado, foi-lhes dado tudo quanto necessitavam para a disseminação dele por intermédio das sete raças ou impulsos evolutivos. Mas quando falamos das raças do homem não nos referimos à cor nem à cultura do homem, mas ao patamar evolutivo do homem. A vossa condição evolutiva humana encontra-se no quinto estágio presentemente - encontram-se no quinto dos impulsos actualmente. Essa evolução precisa coincidir com a evolução do universo, por estarem destinados a desenvolver-se em conjunto.

Nesse desenvolvimento conjunto devem notar que há verdadeiramente um tempo para todas as coisas, para que num tempo e espaço específicos, coisas específicas inerentes à evolução possam ocorrer. Por vezes as pessoas encontram-se no âmbito do impulso evolutivo seguinte enquanto ainda se situam num impulso evolutivo anterior. Esses sempre são considerados videntes ou profetas, ou a as forças aéreas, de acordo com a perspectiva de que olharem a questão. (Riso)

Um dos maiores dons que lhes foram atribuídos foi o dom do riso, sabem, por poder mudar todas as coisas. Aquele que não consegue sorrir nem perspectivar qualquer alegria não possui qualquer conhecimento de Deus, por Deus ser sinónimo de uma condição de felicidade.

Bom; quando pela primeira vez se começou a falar do Livro da Revelação, isso era feito nos termos horizontais do entendimento; dos terrores. São considerados nos termos da analogia, nos termos da compreensão pictórica, por envolverem experiências do foro da clarividência. Lembrem-se que as "vozes dos anjos" se referem a experiências de clariaudiência, enquanto as visões se referem a experiências clarividentes. Isso tem sido feito desde o começo dos tempos por ter sido profundamente incutida no homem a percepção de que os sentidos que tem funcionarem muito para além dos sentidos físicos, quando aprende a confiar neles. Quando ele confia neles e entra em sintonia com eles, aquilo com que entra em sintonia é com aquilo que pertence ao foro da energia dourada, aquilo que se situa para além dele e da sua personalidade do ego.

Portanto, o que isso implica é que quando acedem a essa energia não estão a ver por intermédio do vosso desejo ou do vosso ego, mas através das vossas necessidades e da vossa identidade divina - por serem filhos divinos de Deus, dotados de direitos próprios de carácter divino. Eu duvidaria que o criador do universo criasse seres individuais se não lhes desse qualquer individualidade, ou o direito de desenvolverem uma individualidade. Vocês não estão destinados a ser carneiros nem a pastarem em conjunto, assim como não estão destinados a ser cegos para com todos os desígnios que os rodeiam - é por isso que o Livro da Revelação diz para olharem ao vosso redor e para desconfiarem daquilo que afirmam ser bom, e provoca um mal. Podem estender essa afirmação a qualquer nível que queiram, quer seja à adoração dos falsos ídolos, ou à ingestão daquilo que sabem não ser apropriado para vós, a posse daquilo que sabem não lhes pertencer, quer se trate do bom nome de alguém ou dos milhões de quem quer que seja. 

Do mesmo modo, as leis do universo criadas pelo criador de todas as coisas existem num contínuo e não podem ser entravadas. Por conseguinte, todos os éditos culturais do homem, tudo quanto é da lei do homem - das leis culturais, das leis sociais, tem que se submeter à lei do universo. O homem tem que obedecer à lei da cultura a que pertence, por ter criado a necessidade dela e provavelmente a própria lei em si mesma, mas a lei universal julgará essa lei. O que têm que entender é que não há jeito de escaparem ao julgamento, mas esse julgamento não significa condenação, não quer dizer que venham a ser remetidos para um fosso ardente. Significa que precisam apreender a diferença existente entre a identidade inerente à personalidade do ego e a identidade ou natureza do vosso ser universal - por terem nascido, ou sido criados como um ser universal, embora se tenham tornado numa variante mais densa desse ser universal, em termos de vibração, e por conseguinte interagem com as vibrações do vosso universo.

O que tem sido referido no Livro da Revelação é que dentro das vossas sete consciências - cada uma das quais dotada de sete níveis distintos de consciência - se o ego permanecer no nível mais baixo de cada uma dessas consciências, habitará nas trevas, e na medida em que o que semearem é o que vêm a colher, se habitarem e agirem com base nas trevas, somente escuridão virá a vós. A elevação dessa consciência, e qualquer das consciências em que se encontrem, permitir-lhes-á perceber num nível diferente, ou seja, estarão a percebê-la como uma existência pura com base na sobrevivência dos mais aptos, ou com base na percepção de um ser dotado de pensamento elevado, ou como alguém que governa para além do padrão do pensar e com base no padrão do sentir, ou como alguém que se ache aberto a um equilíbrio entre ambos, em todos os níveis do vosso ser, e esses elementos remetem aos elementos de que vocês procedem.

Por isso, no elemento em que se encontram, seja no da água ou do fogo, da terra ou do ar, existem sete consciências, e cada um dessas consciência pode levá-los quer para cima quer para baixo de acordo com o modo como as usarem, de modo que precisam permitir-se usá-las do modo que lhes resultar mais produtivo.

Pergunta: Poderás falar das cinco eras evolutivas do impulso e em que termos a era de peixes e a era de aquário se acham relacionadas com o que estás a referir?

A Era de Peixes foi a era da estrutura e da forma e representou um dos impulsos universais. A impulsão universal desse período assentava na lei rígida, no Deus exterior, na rigidez do dogma, foi a era da disciplina inerente à evolução e teve uma duração de dois mil e seiscentos anos. Encontram-se agora na era do espírito e da fluidez, que se traduzem pela elevação e pelo retorno da ponte entre todas as coisas, como a era da fraternidade - a era em que os muros caem e são criadas pontes. Portanto, nesta Era de Aquário virão a experimentar nervosismo - já se encontram no décimo primeiro ano da era de Aquário, e se examinarem estes últimos onze anos assistirão ao acontecimento de muitas coisas significativas - as vossas vastas empresas vêem-se forçadas a dividir-se, os treinos dogmáticos adquirem uma nova perspectiva (a forma como lidam com esses treinos) precisam ver que a rigidez terá que ser encarada com uma maior flexibilidade, por se encontrarem numa Era de flexibilidade. É uma Era de esclarecimento (iluminação), uma Era em que as diferenças são amadurecidas e as semelhanças se tornam evidentes. Uma era que se baseia na energia universal. A personalização da vossa identidade começa a afastar-se.

E se verificarem o enorme aumento das histórias de coisas que transcendem o plano material que teve lugar nos últimos onze anos – a parapsicologia sofreu um aumento de interesse, os vossos estudos esotéricos, a metafísica está de novo a tomar a dianteira, de modo que estão a voltar a elevar a capacidade de se erguerem acima da identidade inerente à personalidade do ego, de volta à compreensão. Reparem que eu disse que “estão de volta,” por estarem a redescobrir isso, por sempre ter estado presente; sempre esteve presente. O homem sempre se achou tão ocupado na descoberta da sua identidade, enquanto indivíduo, que começou a esquecer quem era enquanto ser universal.

Pergunta: (Relacionada com a relação existente entre o sete e o corpo humano e os chakras, e o quinto nível do desabrochar)

Exactamente, o factor “comunicação” está a ser despertado; a capacidade que o homem tem de comunicar com o semelhante, a todos os níveis: ao nível técnico - olhem para o vosso mundo, que é que estão presentemente a desenvolver? Os computadores! O aspecto técnico da comunicação. Comunicação associado a todo o factor da vida. Agora associem isso a todos os mestres esotéricos que comunicam a diversos níveis da energia, etc. Está tudo a conduzi-los a uma comunicação conjunta.
Agora; precisas entender que em cada um desses chakras, existem sete níveis. Por isso, estás a lidar com a raiz do teu ser, com a solidez do teu ser em sete níveis dessa solidez. O nível da solidez que diz: “Aqui estou, um pedaço de barro!” E depois outro que diz que se consegue mover, não é? E outro que diz que consegues sentir e que consegues pensar – existem sete níveis em cada um desses chakras.

Pergunta: (Relacionada com os diferentes estágios da evolução e a duração de muitos biliões de anos da nossa galáxia)

Claro! Estão familiarizados com o mito da criação em sete dias? (A rir) Meu caro, esses dias duraram eternidades.

Pergunta: (Relacionada com a aparente curta duração que são os 2600 anos de cada era)

Não. Todas as eras têm uma duração aproximada de dois mil e seiscentos anos – mais ou menos cem anos. A própria galáxia Via Láctea faz parte de um universo que tem uma duração eterna, e que durante eternidades se preparou para o que viria a suceder. Razão porque tudo quanto existe no universo relacionado com a natureza e com o cosmos foi criado antes do homem, de modo que já se encontrava em existência muito antes do homem.

Pergunta: Esses estágios repetem-se num ciclos mais vasto?

Repetem.

Pergunta: (Relacionada com os sete níveis dos chakras, que multiplicados por sete totalizam 49, e a questão da Revelação, cujo sentido não consigo associar, e a forma com as leis humanas representam um espelho das leis universais - embora por vezes constituam reflexos imperfeitos - se relacionam com tudo quanto foi referido)

Lembra-te de que o período da Revelação aponta uma altura no tempo da evolução do homem em que ele atingiu a compreensão do pleno potencial dele próprio; a essa luz tudo fará sentido no teu entendimento. Mesmo quando mencionamos os cinco níveis, lembra-te de que (…) de modo que todos esses sete factores, cada múltiplo de sete acarreta uma nova consciência evolutiva tanto do universo como do homem.

Agora; hão-de notar que no vosso padrão terreno, a cada três mil anos se dá uma movimentação da crosta, e neste momento isso coincide com o despertar de uma nova Era. De modo que têm aqui não só as mudanças físicas necessárias ao vosso mundo, para a anunciar, como as alterações evolutivas necessárias ao homem para o tornarem conhecido. E é por isso que o Livro da Revelação existe para deixar que percebam que as mudanças de que fala têm um carácter universal, e a advertência que contem se deve enquadrar na lei universal e cooperar com ela para poder alcançar o pleno benefício da mudança.

Além disso tenham presente que quando refere a “Besta,” se refere ao ser (aspecto) bestial, e quando se refere ao “Cordeiro,” se refere à pureza e ao amor – símbolos.

Pergunta: (Relacionada com Jesus e a escolha que foi feita entre ele e o criminoso implícita à crucificação)

Se o entenderes ao nível universal, serás capaz de aplicar esse nível universal a qualquer nível da tua vida e de ver o que sucede nele. Por altura do processo universal de evolução, toda a gente é afectada pelas energias em mudança desse universo. Agora, o que lhes acontece a partir dessas energias, não é que essas energias lhes sejam sobrepostas, conforme dizem no vosso mundo, mas a forma como lhes respondem e as usam na compreensão. Por isso, lembra-te sempre de que não estão “condenados,” mas que estão a ser disciplinados, está-lhes a ser mostrado que, pelo amor de Deus, detenham-se e pensem. – Que é que querem? Desejarão proclamar apenas o ego nesse estado bestial, ou desejarão proclamar a vossa identidade, o vosso ser na sua mais vasta glória e na sua mais esplendorosa luz? Isso é o que tem importância. 

É importante que reconheçam que, quando o Livro da Revelação menciona os quatro traficantes da condenação e da perdição está a referir-se às condescendências excessivas, o desejo de colocar aquilo que é material à frente do que é espiritual, e em preferência à luz do vosso ser. Por isso precisam comprometer-se a encarar estas profecias como uma oportunidade de fazerem meia-volta – não como oportunidade de ficar na posição em que se encontram e de se serem atropelados pelo cilindro por causa do que esteja a acontecer na rua. Elas, em essência, constituem uma forma de aviso, e não formas de ameaça. Infelizmente, ao se encontrarem redigidas soam bastante a ameaças terríveis. Mas uma vez mais, pelo direito divino que lhes foi outorgado pelo criador, possuem o poder de alterar (…)

São evidentemente dotados de mente, que representa um excelente instrumento e um magnífico meio de conduzir a vossa vida, mas a forma com a empregam e como pensam irá determinar o lugar que reservam nessas profecias. Conheçam os vossos sete níveis, e notem que eu digo para não correrem até aos três superiores nem ao quarto mas permaneçam na sua fundação. Conheçam-se a si mesmos; permitam-se elevar a consciência que têm nessas coisas e descobrirão que o mundo não terá poder sobre vós – mas vocês terão poder sobre o mundo.

Pergunta: (Relacionada com o significado da batalha do Armagedão)

Muito bem. A batalha do Armagedão na realidade representa a luta que travam em vós próprios, a batalha travada entre as almas dos bons e as almas do mal. Bom, uma coisa que foi sistematicamente interpretada no vosso mundo é que uns quantos serão salvos ao passo que os restantes não. Isso poderá ser verdade – só que, quem é que procede à eleição?! (Riso) O facto de virem a ser sobreviventes ou não depende das acções que moverem, da vida que levarem, da orientação mental que adoptarem. Por isso, a batalha interna que travam, relacionada com os quarenta dias que Jesus passou só (no deserto, conforme reza o mito) – vocês sempre têm que enfrentar quarenta dias sozinhos, por terem tido quarenta dias de chuva, que os obrigou a construir uma arca, não foi? Precisam construir uma arca para vós durante esses quarenta dias de compreensão interior e de autoconhecimento.

Mas entendam que, se lerem o Livro da Revelação, há muitas passagens que denotam que a besta seja abençoada e que em sempre é menosprezada, por outorgarem o poder de superação à besta. Aqueles de vós que olham para si próprios e acham que sejam a besta – vocês têm o poder de superar os níveis do eu para estar preparados. Outra coisa que é muito difícil as pessoas entender é que sempre estão à espera que aconteça, e nunca reparam que parte disso já se tenha passado. (Riso) As pessoas fazem perguntas relativas às profecias de Nostradamus, etc. Elas também se acham presentes para os levar a fazer algo a respeito.

Sabem que, quando dizem: “Estão a morrer como moscas numa praga,” alguém de consciência superior é levado a dizer: “Precisamos encontrar uma resposta!” Actualmente têm uma praga a que chamam de SIDA, e aqueles que forem dotados de uma consciência superior hão-de encontrar uma resposta. Sempre que uma nova era faz a sua entrada, os velhos vírus são “isolados” e novos se abrem, por acção da frequência da vibração da era. O vírus torna-se virulento por acção da direcção mental que as pessoas lhe imprimem, pelo que as pragas estão relacionadas com o estilo de vida das pessoas. As pragas do passado em muitos casos estiveram ligadas á (falta de) condições sanitárias assim como as de hoje estão ligadas às interacções de natureza sanitária.

Pergunta: (Relacionada com os relatórios médicos que dão conta que alguns dos que estiveram expostos ou que tenham sido contaminados pelo Sida não o tenham desenvolvido)

Toda a gente nasce com células cancerígenas mas nem todos contraem cancro. Isso deve-se à mente, assim como à acção física. Tal como referimos anteriormente, o Livro da Revelação avisa: “Tenham cuidado!” “Cuidado! Façam meia-volta!” Mas as pessoas continuam, tal como estavam. De maneira que, quando uma praga se apresenta e as pessoas dizem: “Esta é a maneira de a evitarem,” e as pessoas continuam, vão acabar por conduzir essas células à acção. Isto não tem que representar uma sentença, por o desenvolvimento da alma e a cura de qualquer praga e do horror implícito residir em todos e não só nas vítimas dessas pragas. Na forma como lidam com ela e lhe reagem, no nível do amor e de carinho que revelam, no nível de ausência de juízo crítico. Sabem que o mandamento da nova era assenta no “Amem-se uns aos outros de forma incondicional,” de modo que, algures ao longo do percurso precisam dizer: “Isto não é apropriado para mim, mas desejo o melhor para quem estiver a sofrer,” já que de nada adianta fazer figas e pôr-se com "tretas" por não ser apropriado.

Há tanta coisa que decorre no vosso mundo que já corresponde às profecias. Números! Vocês já só representam números, e não nomes. Se alguma vez se tiverem candidatado (…) precisam que usar pelo menos seis ordens numéricas? O número da porta, o vosso número de telefone, o número da segurança social, o número da vossa conta bancária – vocês não passam de números! A profecia acha-se aqui, mas vocês estiveram à espera que acontecesse. Já nem usam mais dinheiro - usam cartões de plástico. Essa profecia acha-se presente; que é que vão fazer com respeito a isso? Vão-se tornar adoradores de cartões de plástico e dizer que estejam permanentemente subjugados a eles por sempre os utilizarem? Ou irão dizer: "Algures ao longo do percurso vou ter que pôr um travão nisto" ? Mas não é só este tipo de fantasia, entendem, que as profecias enumeram, por falarem também nesta forma de energia densa da terra. Em que pé estão? Que é que adoram? A que é que estão a conceder permissão para ser o vosso modo de vida? É disso que as profecias tratam.

Haverão de notar que mesmo no que toca às profecias que aludem às quatro direcções são representadas as quatro alas como pedras angulares do equilíbrio do universo, quatro direcções essas que estão relacionadas aos quatro elementos, aquilo de que todas as coisas são construídas. Por conseguinte, acham-se todas representadas, só que são representadas em termos visionários ou sob o factor clarividente e são traduzidas para a compreensão da época. Cabe ao homem de hoje pegar nessas profecias e traduzi-las para o conhecimento da época actual.
...

Uma amiga do "instrumento" comentou que se eu fosse um índio me deveria chamar "Dois Goles." (Riso) (NT: Alusão ao facto de estar constantemente a bebericar água)

Pergunta: (Relacionada com a referência bíblica dos cartões de crédito)

Elas referem-se ao facto de se tornarem números. Também sabem que o número 666 a que toda a gente chama a "Marca da Besta," mas se verdadeiramente lerem no Livro da Revelação verão que menciona a marca na testa e na mão direita - a qual representa o futuro daqueles que são de Deus, e verão que falam da “marca da besta” na testa, pelo que entenderão que dizem que vocês têm uma escolha quanto à marca que carregam. Carregam o que é do futuro, ou dirão que seja no rosto, que quer dizer dentro de vós, o que não passa dos vossos desejos e do vosso ego, e assim tornam-se na besta. Ou se esticam e levam a marca adiante.

Pergunta: O 666...

Agora, o 666. Eu sabia que não iriam deixar passar essa em claro… (Riso) O 666 na realidade constitui um nove. Trata-se de múltiplos de três, que constitui a primeira realização do homem. O 3 representa o homem, a sua entrada na Terra, a sua servidão à matéria, e tornar-se de novo aceite como estando acima da servidão. O 6 representa o homem ao reconhecer o Deus dentro dele, e o 9 representa o homem com Deus elevado ao estado de união. Reparem que o 6 refere algo ainda por vir - o círculo acha-se à direita da linha, enquanto no 9 o círculo situa-se à esquerda o que significa “interno,” referente ao passado. Depois verão que se pegarem nos três 6 obterão um 18, que por sua vez se reduzem a um 9, que constitui uma elevada força espiritual. Portanto, a “marca da besta” representa a elevação ao espírito ou a Deus. Por conseguinte os três 6 representam os níveis a superar. Dois três representam um seis, o que constitui um paralelo, o que refere os aspectos activo e receptivo, o negativo e o positivo, etc. - que precisam ultrapassar. E ao superarem cada fase transformam-se naquilo que é de Deus. O aviso que representa é: "Não se deixem aprisionar no seis."

Aqueles de vós que se interessam por numerologia, não se deixem aterrorizar se estiverem no sexto ano. O seis constitui número bastante construtivo que os obriga a trabalhar, e trata-se unicamente de um universo vibratório; não estamos apara aqui a falar de numerologia nem astrologia… eles fazem todos parte do universo. Mas as energias entrelaçam-se e criam faculdades destinadas à mudança do homem. Quando as energias do universo entram em funcionamento e se alteram, apresentam-lhes uma oportunidade para que vejam algo que não tinham visto antes, uma oportunidade de a examinar com um novo par de óculos, um novo nível de compreensão. E se o fizerem habilitar-se-ão cada vez mais a avançar em frente.

Pergunta: (Relacionada com o significado do 6 que refere a passagem pela crise espiritual "A Noite Escura da Alma" que temos que ultrapassar)

Exactamente... Se reconhecerem que o instrumento de ensino da Era de Peixes foi o medo: “Deus castigá-los-á se não se comportarem,” e esse tipo de coisa. Porquê? Por ter sido a era do cultivo da disciplina. Assim, quando disciplinam a criança dizem-lhe para ficar sentada e para prestar atenção. Do mesmo modo o, universo dizia-lhes: “Senta-te em silêncio e presta atenção, e sabe que existe um Deus. Esse Deus era multifacetado por uma multiplicidade de práticas dogmáticas etc., mas ainda assim situava-se no exterior. Tipo um patriarca nos céus. Com tal entendimento gozam de uma oportunidade de dar lugar à mudança. Esta é a era do espírito e da corrente, e baseia-se no círculo, ao passo que a era de peixes esteve baseada no quadrado.

O instrumento de ensino da era de aquário é o amor. A expansão que sucede com a suficiente confiança que têm em vós para não terem que temer a influência que os outros tenham sobre vós.
Se forem suficientemente livres em vós, não temerão nada da parte de quem quer que seja. Assim, sentindo suficiente amor por vós próprios, serão capazes de amar outros – a menos que pensem que ter amor por vós signifique o amor comodista da personalidade do ego - não! Esse amor significa a aceitação daquilo que são como suficiente, e edificar aquilo que têm pelo melhor de que forem capazes, enquanto nutrem amor a cada palmo do percurso.

Já alguma vez notaram que aqueles que se sentem apaixonados gostam de estar por perto, ao contrário daqueles que se sentem irritados e odiados?

A primeira coisa que faço ao explorar as pessoas que dizem que ninguém as ama é perguntar-lhes o quão amáveis têm sido. Não podem andar por aí com birras e esperar que os outros achem agradável estar com elas. De modo que na profecia encontram uma oportunidade de expulsarem a birra. O amor constitui o factor solvente, o criador de pontes, que representa o instrumento da era de aquário. É o Deus interno – o percebimento de que Deus reside dentro, em vez daquele "patriarca" situado nos céus, e reparem que sempre faço referência ao termo por toda a gente pensar que seja aí que Ele se encontre, predisposto a (...) Mas vejam antes que se acha predisposto a amar.

Pergunta: Por que é que na era de peixes exigiu que sentíssemos medo para podermos amar?

Por nos estágios evolutivos do eu o medo representar uma coisa que os obriga a imobilizar-se o suficiente para prestarem atenção. Quando não são suficientemente disciplinados... razão porque nos ensinamentos do extremo oriente se acentua as disciplinas, como parte do ensinamento; disciplinas essas que os levam a permanecer quietos o suficiente para serem capazes de absorver o ensinamento e a torná-lo um convosco próprios, de modo a poderem experimentar aquilo que realmente representa. Por não ser uma lista de verificação; é quase como ler a Bíblia ou a Tora ou qualquer dos grandes ensinamentos, que leem e dizem que já conhecem a matéria e agora já conhecem mais isto e aquilo, mas depois deparam-se com aqueles que lhes dizem que precisam conhecer a pessoa que são. (Riso) Quanto disso terão aplicado à vossa vida? Quanta vez terão sorrido quando não sentiam vontade de sorrir? Quanto terão perdoado?

Sabem que uma das maiores barreiras que os pode levar a enroscar-se na lata da besta, no vosso mundo, é a recusa do perdão, a recusa do consentimento, do soltar, do deixar; querer promulgar o passado em vez criar um futuro. E é isso que as profecias (do Apocalipse) lhes indicam. “Vós que tiverdes agido deste modo, e que continuais a agir deste modo, sereis consumidos pela besta em vós. Mas se optarem por alterar esse modo, tornar-se-ão na luz em vez da besta.”

Já alguma vez repararam que se entretiverem pensamentos mais alegres se sentem mais leves? Na verdade reparam no peso que carregavam, por a vibração ter mudado, e a vibração nada ter que ver com a escravidão, mas ter que ver com a frequência. Assim, quando se acham num estado de espírito feliz são seres de luz, e têm uma maior leveza. As profecias avisam-nos para não se deixarem amarrar em vós mesmos. Já ficaram uma vez, não permitam que volte a acontecer, descubram uma saída.

Pergunta: (Relativa aos diferentes níveis de consciência, ou chakras)

Se se centrarem no vosso chakra raiz, a primeira experiência que terão do chakra raiz será um receio da densidade, receio da solidez e densidade do vosso ser, um receio de se enraizarem na terra com todas as coisas que comporta - montes, rochas e toda a densidade que deriva dessas condições. Se continuarem a meditar nisso, aquilo que experimentam a seguir serão as energias distintas inerentes a essas condições, e não só uma sensação global. Agora já conhecerão a diferença entre a rocha e o solo; agora já conhecerão a diferença entre os vossos ossos e a montanha. De modo que atingem um processo de identificação que vai da fonte una, ou do domínio comum até um domínio individual.
… 

E em cada chakra irão experimentar cada vez mais até por fim retornarem a uma condição singular só que num nível mais elevado do que aquele por que tenham começado. E se se dirigirem ao chakra sacro e meditarem nele, com frequência a primeira coisa que experimentarão será uma sensação inerente à sexualidade - estímulos sexuais, pensamentos eróticos e esse tipo de coisa - por constituir a base do vosso nível, o nível do ser físico. E à medida que começarem a passar por aí, começarão a conduzir isso a diferentes níveis de firmeza, até essa força criativa não estar somente ligada à força da procriação mas à criatividade a todos os níveis.

Não conseguem escrever, não conseguem pintar até passarem pelo chakra sacral. Assim, decompõem-nos nos seus múltiplos componentes em vez da sensação massiva, e depois conduzem-na um passo acima, até que no final mesmo o acto sexual se tenha tornado na fonte de uma união mística em vez de uma deterioração animal, por assim dizer. Passam por toda a dicotomia na elevação de toda a consciência individual do vosso ser.

A energia sexual é sagrada. É possível chegar a obter conhecimento de Deus em cada chakra, por Deus não residir no “todo da escada,” e também residir na “cave”. Assim, experimentam a unidade com Ele em cada chakra, por tudo quanto tiver existido, existir ou vir a existir ter lugar na Sua força criativa.

Pergunta: (Relativa à relação existente entre os Eloim e os sete anjos ou espíritos da criação, e a forma como se expressam ou são experimentados.)

Eles constituem os sete níveis existentes em cada chakra. Lembra-te que ouvem falar dos sete corpos e dos sete graus, dos sete chakras - isso são tudo níveis de consciência.

No chakra raiz entram em contacto com tudo quanto se enraizou na terra e tem solidez - os vossos ossos e dentes. Também representa o sentido do olfato. Quanto mais próximo estiver o animal da terra melhor será o sentido de olfato que terá.

Vão até ao chakra sacral que representa o chakra criativo, de modo que o sentido que têm, tanto da procriação como da criação em geral, são afectados. Também representa o chakra da água, de modo que sentem uma ligação com todo o rio, todo o oceano e toda a chuva - são os vossos fluídos, o sangue e o sémen, a saliva, etc. Também representa o sentido do paladar, por não poderem saborear nada sem a saliva. 

Agora, quando passam para o plexo solar, que representa o instinto ou a forma como expressam tudo quanto vem ao vosso encontro. Existe um forte laço entre o plexo solar e a fronte. A fronte representa o intelecto enquanto o plexo solar representa a intuição ou visão interior. O plexo solar lida com o conhecimento interior (insight), e representa o elemento fogo em vós.

Depois vão até ao chakra do coração, que representa o elemento ar, e aí obtêm a faculdade de se moverem, por o ar em movimento representa o esforço por alcançar o amor. É quando têm amor por vós e pelos demais.

Depois atingem a ponte do espaço, ou chakra da garganta; o chakra da garganta é o espaço que permite que ambos os mundos se fundam e se manifestem. Portanto, o espaço do éter representa o terceiro chakra da garganta, assim como a fonte da comunicação e da articulação oral. O chakra da fronte representa o intelecto, que também se enquadra no elemento éter, enquanto o chakra da coroa representa a sabedoria; mas nada quanto conheçam representará sabedoria até que o usem, até que o tornem numa parte de vós. De modo que, se passarem toda a vossa vida a pensar conforme o preconceito (forma de pensar convencional ou crítica) e nunca chegarem a aplicá-los não serão sábios, mas apenas bem informados. E existe uma vasta diferença na energia.

Agora; quando se elevam através de todas essas energias desde a capacidade em bruto do ser até ao desejo criativo do ser e ao sentido interior que lhe é inerente, e se estendem com ele até à comunicação dele e chegam à pura compreensão que gera sabedoria, então conduzem-nas de volta, e conduzem a sabedoria a uma melhor compreensão intelectual, a uma melhor faculdade de comunicação e assim criam o espaço para se manifestar. E nesse espaço dar-se-á o movimento, a expansão, a contracção e a manifestação. Vocês estão constantemente… toda a ideia que têm representa esse movimento. E isso tem um carácter universal; não é individualista nem da personalidade. Representa a faculdade que têm de estar em permanente contacto com a frequência superior. E vocês nascem com isso. A forma como o utilizam na vossa vida posterior torna-se a vossa (…)

Quando são compostos de fogo, não pensam no resto dos elementos presentes no corpo. (A rir) (NT: Alusão ao facto de ter que ser notificado para beber água, sem o que tende a esquecer-se, com a força que imprime na transmissão)

Aquilo que precisam entender é que nascem com tudo quanto precisam. Não aprendem nada de novo; vocês redescobrem-no. E a compreensão que tiverem numa determinada altura da vida, transferem-na ou traduzem-na numa nova compreensão numa outra altura da vida. Mas lembrem-se de que a corrente se acha em constante movimento. Mas no início as energias movem-se muito à semelhança de uma serpente. É por isso que se chama à kundalini o poder da serpente - o que sobe percorre esta via, e aquilo que desce percorre esta outra (...) as duas serpentes, e o caduceu representa a cura. Quando se encontram em perfeito equilíbrio entre a força positiva e a receptiva, as energias movem-se directamente pela espinha acima e deixa de o fazer pela trajetória serpentina, e vocês encontram-se num estado de comunhão com a força superior.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


Pergunta: Queria saber de que modo a ira se enquadra (…)

Muito bem. Lembras-te das bestas que se elevaram do abismo sem fundo? (Revelação 17:8) A ira e o ódio são essas bestas, por constituírem os inimigos mais destrutivos existentes no vosso mundo. Bom; há aquilo a que chamam ira produtiva. A ira mantida suprimida não é ira convertida. Isso torna-se ressentimento e medo. A ira precisa ser solta, o que não quer dizer que esmurrem o nariz ao fulano do lado nem quer dizer que sejam pessoas detestáveis e raivosas, mas que a tirem para fora e que vejam de onde procede, qual a causa a ira. Mas retrocedendo até à sua origem, podem descobrir aquilo em que assenta o verdadeiro problema. E a correção dessa situação liberta a ira ou a necessidade de sentir raiva. Então, poderão avançar em frente sem o medo associado à necessidade da ira.

Agora; quando suprimem a ira ou a mantêm contida, a esta altura, com a apresentação dos anjos junto ao poço, e aqueles que forem astrólogos compreenderão muito bem isso como os ciclos de Júpiter e de Úrano, etc., são energias que compelem ao movimento de uma natureza significativa. De modo que o que sucede é que estão a trazer esses sentimentos vacilantes ao de cima e a examiná-los. Por vezes deparam-se convosco próprios a ficar excessivamente irritados com algo tão insignificante que quando realmente verificam uma segunda vez (…) E há outras alturas em que algo de significativo ocorre e vocês dizem não fazer mal, por conseguirem lidar com isso. E questionam-se quanto à diferença. Porque não manter uma continuidade lógica e mostrar-se continuamente irritado ou receoso o tempo todo? Por o que acontece é aquilo que chamamos de dispositivos de desencadeamento.

Alguém lhes calca os calos numa altura qualquer e isso desencadeia algo que têm vindo a conter, proveniente de outra altura. Se tiverem tido uma experiência infeliz como, digamos, emocional, e essa pessoa apresente uma particular idiossincrasia de movimentos como atirar com o cabelo ou (…) e se cruzam com uma pessoa que faz isso, podem sentir-se irritados com a pessoa, mas não fazem a menor ideia do porquê, se nem bem conhecem a pessoa. Só que o movimento desencadeou a memória emocional e a ira e a mágoa que a acompanham, e isso vem ao de cima. Mas aquilo que fazem é (…) e mantê-lo até conseguirem perceber uma relação, abençoar toda a situação e deixá-la passar. Não a deixem voltar para dentro, puxem-na pelo pescoço e segurem-na até serem capazes de ver o porquê.
Mas as emoções humanas são muito difíceis de lidar. Pensem naquilo que ouvem dizer. Ouvem as pessoas dizer: “Tal qual como o pai,” ou “És tal e qual a tua mãe.” Ou então ouvem dizer: “Eu conheço o teu tipo.” (Riso) Algures lá no seu íntimo terão passado pela experiência de alguém que fazia isso que as tenha levado a supor que a mágoa que tenham sentido pertença a essa pessoa. Por isso, quando isso suceder esperem um instante para se questionarem: “Que estarei eu aqui a regurgitar?” O que estão é a regurgitar as emoções todas e a tentar rotulá-las no presente. E por vezes precisam é dizer a vós próprios: “O que estarei eu a fazer que me está a manter todas estas emoções dentro de mim? Que será que não me disponho a mudar em mim, que o torne harmonioso?” Por haver alturas em que se riem de alguma coisa, em especial se o que tiver sucedido se tiver dado convosco, durante os anos durante os anos da formação e da modelagem, e tiver passado à fase do secundário – costumava ser na fase da escola primária - o trauma emocional que se dá nessa fase tão vulnerável em que ainda rogam: “Pelo amor de Deus gosta de mim, ama-me.”

Sem comentários:

Enviar um comentário