segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

NIVEIS DA EMOÇÃO









PRIMEIRO NÍVEL

DA ESQUERDA PARA A DIREITA                                     DA DIREITA PARA A ESQUERDA
Degenera em frequências mais baixas          Eleva a uma ressonância superior                                      
                                                                                                          

AMOR–    FELICIDADE– PAIXÃO– ESPERANÇA–EXCITAÇÃO–OPTIMISMO–BEM-ESTAR
   |                               |              |               |                              |
Individualidade     Compaixão  Confiança          Ânsia                        Satisfação
Alegria                                                     Ânimo                        Contentamento
Autoridade                                             Entusiasmo
Liberdade                                    Dependendo da intensidade


SEGUNDO NÍVEL

  TÉDIO-FRUSTRAÇÃO-PREOCUPAÇÃO-LAMENTO-CULPA-PESSIMISMO-RAIVA
      |              |                     |                  |           |                   |     
 Impaciência  Confusão         Dúvida            Crise     Tristeza            Fúria
                                                         Opressão                   Ressentimento

TERCEIRO NÍVEL

     MEDO –   MÁGOA –   CIÚME –  CULPA –   VINGANÇA-  SOLIDÃO –   DESESPERO
       |             |              |                            |              |                  |
   Ansiedade Traição     Inveja                 Violência Desvalorização     Desânimo
   Angústia  Abandono                              Ódio    Sentir-se oco       Desespero
                  Rejeição                                                               Insignificante
                Humilhação                                                                   Vazio


Queremos fazer um arranjo bem específico de três níveis da emoção; três níveis do sentir, desde aquelas que são expansivas, transicionais e aprisionantes ou cosntringentes. Não queremos usar a classificação de positivas nem negativas por uma emoção expressada – mesmo uma emoção constrictiva – pode ser positiva. Ao passo que uma emoção não expressada, empurrada para baixo, negada – independentemente de poder ser expansiva – pode ser negativa.


Portanto, emoções expansivas, transicionais ou constritivas. Três níveis da emoção.

A primeira, a oitava mais elevada, é o amor. O amor possui a mais elevada ressonância na escala das emoções; a mais elevada ressonância, a mais alta frequência vibratória – amor. Por intermédio da sua dádiva, respeito, resposta, saber, por intermédio da sua alegria, da sua experiência e liberdade. O amor constitui a mais elevada ressonância, a mais expansiva, se quisermos. O amor mais a sua liberdade, mais a sua individualidade e a sua autoridade – fortalecimento. E mais a sua alegria.


A seguir ao amor, a felicidade. A terceira é a paixão – sentir paixão e compaixão; a paixão e o interesse que se traduz por compaixão, constitui a frequência seguinte da viibração, ao nos movermos para baixo no gráfico, e baixarmos a ressonância – ainda bastante positiva evidentemente. Amor, felicidade, paixão e compaixão.


A quarta e a mais determinada aqui neste primeiro nível, é a esperança e a confiança. Não são exactamente o mesmo, claro que não, mas apresentam a mesma ressonância ou uma bastante similar para terem lugar nesta posição determinante e sólida, neste fulcro deste primeiro processso.


Abaixo da esperança e da confiança, a esse respeito, vem o que chamamos de excitação, o anseio, a animação, o entusiasmo – cujos nomes poderão variar dependendo da intensidade. Mas trata-se daquela sensação de excitação; uma energia poderosa e mágica. Não tão poderosa nem mágica quanto a esperança e a confiança, mas uma energia bem poderosa e positiva.

A seguir vem o optimismo, e a última, o bem-estar - a satisfação, sem se ser complacente; satisfeito sem se acomodar. Este é um nível de frequências de vibração, à medida que avançam como que na subida da escada.


A frequência mais elevada – o amor. A mais baixa por entre estas frequências expansivas é a sensação de contentamento, satisfação, bem-estar. Todas bastante positivas e todas bastante desejáveis, tudo emoção dotada de pensamentos e de sentimentos combinadas e positivas, expansivas, libertadoras, de entre as quais a mais libertadora e expansiva é o amor. Cada uma na sua localização descendente em meio às sete.



Agora saltamos para um nível seguinte. Há aqui um intervalo, claramente, mas saltamos para o nível das frequências de transição. Podem ser libertadoras assim como podem ser restritivas. Tanto podem ser uma coisa como outra, e muita vez podem sofrer uma reviravolta, dependendo da situação, das circunstâncias, etc.


O segundo nível da emoção, o mais elevado delas começa nesta camada e é o tédio e a impaciência. Sentir tédio pode ser bastante negativo e constritivo, aprisionante; mas também pode ser espantosamente revelador e expor tanto, pode representar uma tal lição, pode dar-lhes tanta orientação.



A paciência constitui poderosa virtude – olhar mais próximo, ouvir atentamente e olhar mais fundo. Dar atenção ao detalhe é tudo quanto traduz a paciência. Mas a impaciência de facto pode funcionar positivamente, a maior parte das vezes de forma negativa, mas pode igualmente ser uma emoção positiva.



A segunda emoção, neste nível particular, é a frustração. E coma frustração, a confusão. Emoções transitivas. Uma frequência de vibração mais baixa; uma ressonância muito mais baixa do que qualquer uma das do nível de cima. A confusão e a frustração podem ser paralisantes, podem produzir todo o género de emoções degenerativas, mas a frustração pode igualmente mostrar-lhes onde precisarão cultivar uma nova destreza, ou aprofundar a destreza que tenham, ou onde precisem encontrar um novo rumo para a vossa vida. Do mesmo modo a confusão pode representar o trampolim para uma nova compreensão e um novo crescimento.



De facto, se olharem, conforme tanta vez afirmamos antes, qualquer dos vossos avanços científicos que tenham tido no vosso mundo, todos eles, quase num número exacto, terão respondido à confusão. Alguém se terá sentido confuso e não terá compreendido e a seguir ter-se-á sentido frustrado coma  confusão que sentiu, utilizado a confusão como trampolim para dar o salto para uma maior compreensão e um maior saber, a partir do que terão resultado incríveis avanços no vosso mundo – em termos científicos, filosóficos, espirituais, humanos, evidentemente.



A seguinte destas emoções de transição, a seguinte que se situa aqui, é a preocupação. A preocupação e a dúvida. É degenerativa, é uma frequência vibratória baixa – não mais frustrado nem confuso, agora sinto-me preocupado e cheio de todo o tipo de dúvida seja de que qualidade for.



A seguinte, seguindo por aqui, uma outra com que poderão achar-se familiarizados, o lamento (pena) (riso) a mais determinada, em cujo fulcro todas as outras se equilibram. E com ela vem a noção de crise, a sensação de opressão. Sinto-me sobrecarregado – pelo que elas degeneram – Sentia tédio e sentia-me impaciente, e depois senti-me frustrado e confuso, o que degenerou tudo na preocupação e na dúvida e agora que amenizei a dúvida que carregava, isso absorve parte da frustração e da confusão e de parte da impaciência e sinto a lástima anestésica, sinto auto comiseração, sinto-me em crise, sinto que as mudanças estejam a sobrevir demasiado rápido e que e as obrigações sejam demasiado carregadas e que isso tenha perturnado a minha rotina diária e leve a que todas as maneiras de fazer as coisas não resultem, e sinto pena, sinto-me em crise e sobrecarregado.



Abaixo dela vem a culpa, e com ela vem igualmente a tristeza – é uma emoção diferente; não estamos a sugerir nenhum sinónimo, maselas acham-se numa mesma frequência vibratória, ou numa frequência similar – a culpa e a tristeza. A culpa, frequentemente artificial, e tristeza, muita vez real mas igualmente degenerativa ou empobrecedora, muito embora em transição – que podem ser úteis, se usadas de forma apropriada, no sentido de elevar.



A seguir vem o pessimismo, no sexto lugar deste nível, seguido, no último lugar pela raiva, mais a cólera e o ressentimento. Estou irritado, sinto-me furioso, sinto ressentimento. Diferentes sensações, que muitas vezes podem estar ligadas, mas uma frquência vibratória similar. Este é o segundo nível, o nível transitório da emoção, que agora conduz ao terceiro e final nível das emoções aprisionantes.



A emoção mais constritiva é o medo, mais a ansiedade e a angústia que comporta. Os meus medos, a minha ansiedade, a minha angústia - aprisionantes, coisas que conduzem ao terror.



A seguir vem a mágoa, uma poderosa frequência vibratória baixa na sua gama baixa e ressonância de aprisionamento. A mágoa, mais a sua traição, abandono, rejeição e humilhação – tudo emoções que rodeiam ou comummente associadas à mágoa.



Portanto, já temos o medo, a mágoa, mas mais baixo ainda, e mais constritiva, mais prejudicial do que o medo ou a mágoa é o ciúme – aqui bem em baixo – essa pequena emoção inocente chamada ciúme mais a inveja, a inveja que trama a destruição daqueles de quem se sentem enciumados. A inveja que secreta ou manifestamente espera que a fonte dessa inveja, que o objecto dessa inveja caia. Já não é somente sentir um emoção perturbadora mas traçar medidas para esse movimento. Ciúme e inveja vêm nesta determinada quarta posição, neste círculo inferior.



A culpa – emoção determinada, sólida – mais determinada muitas vezes do que os receios e os ciúmes e as mágoas e as invejas – a culpa, de cuja situação, uma vez caídos nela, alguns acharão extremamente difícil sair. Consigo operar com os meus receio e mágoas e mais me sinto disposto a fazê-lo – até mesmo com o ciúme e a inveja que sinto, embora o mais provável seja que lide com a mágoa e o medo do que com o ciúme e a inveja, uma vez que atinjo isto sinto-em bastante determinado a que ninguém me venha (...) e isso torna-se bastante sólido.



Agora ao passar abaixo da culpa temos a vingança – a sensação de querer vingança – violência. A vingança é politicamente incorrecta, daí que usemos da violência, não é? (Riso) As pessoas não deviam ser violentas, mas não faz mal que procurem a vingança. Mas violência e vingança – essa sensação de violência, de querer vingança. Mais do que vê-los cair, no caso do ciúme e da vingança, quero vê-los magoados, no da vingança e da violência. E quero ser quem lha inflija. (Riso)



Abaixo disso, a solidão, e com a solidão, a inutilidade, a falta de valor. Sentir-se vazio. Só, nem sequer disponho de mim próprio; inútil e vazio. E no fim do ciclo, a emoção mais aprisionante de todos os níveis, o desânimo, destituído de esperança, o desânimo – e talvez melhor dito – o desespero. Sentir-se desanimado e desesperado. Sentir-se menos que inútil, sentir-se insignificante. Não só não possuem qualquer valor, mérito, dignidade, como não sentem qualquer sentido. Sentem-se não só ocos, como também se sentem vazios, o que é diferente. Sentir-se insignificante, vazio – um estado de desespero e de desespero. Essa é a mais aprisionante, a mais constritiva, a mais prejudicial das emoções constritivas e aprisionantes. A mais baixa das ressonâncias – poderosa na sua ressonância inferior, para não dizermos fraca, por não sofrer enfraquecimento, mas por descer mais e mais. O poder depende de vós.



O traçado do novo curso tem início na capacidade de visão (imaginação) e o primeiro passo passa por saberem onde se encontram. “Onde me situarei exactamente neste instante, à medida que dou um passo adiante para uma posição mais elevada na luz e profundo na substância? À medida que me ergo para produzir o meu dinamismo, energia e força, ou para produzir o meu mistério, magia e poder. Onde me situarei eu? Que será que sinto? Que emoção?”



Lembrem-se, os pensamentos e sentimentos – mais a emoção. Dentro deste ovo há pensamentos e sentimentos; acham-se ambos aí, não conseguem sentir sem pensar; tão pouco conseguem pensar sem sentir – não de forma adequada nem convincente. “Que emoção estarei a sentir? Neste momento sinto-me excitado, entusiasmado… Neste instante sinto-me receoso. Não sei se consigo fazer isto; parece demasiado complicado. Neste momento sinto-me entediado, impaciente.” Avancemos, vamos lá, que é que vem a seguir? “Neste momento sinto uma certa paixão, ou felicidade. Onde estarei eu?”



Onde quer que se situem, o objectivo aqui é conseguir subir a este nível superior para poderem visionar, de modo a traçarem o futuro, a traçarem a realidade, a traçarem a mudança, a produzirem a mudança que buscam e operarem a magia, seja o que for que lhe queiram chamar, alterarem a realidade e obedecerem à vossa vontade, à vossa imaginação, ao vosso amor, ao vosso desejo, à vossa necessidade ao vosso querer. Em que pé se encontram? Concordar, admitir, reconhecer, e se necessário for perdoar-se, perdoar-se por sentirem pessimismo, ou por sentirem preocupação e dúvida, ou frustração e confusão.



Podem olhar para vocês e dizer: “Sabes, neste nível posso asseverar que há certas situações com que convivo; (riso) outras em que me interrogo onde gostaria de estar…” Poderão procurar por aqui ou por ali ou por acolá, por ser com o que costumam conviver, ou dizer: “Neste momento, não sei bem porquê mas sinto-me nesta lixeira, nas trevas, nesta condição aprisionante. Seja onde for que se encontrem, a ideia está em avançarem para cima, e aqui está o truque para tanto:



Avançam a partir de níveis dois e três, dos níveis inferiores saltando não mais do que de um passo para o outro. Não saltem mais do que um, não pulem mais que um. Como dizê-lo de modo a entenderem o significado?



Se sentirem culpa, não tentem passar para o sentimento de amor, não procurem dizer simplesmente “Eu simplesmente amo.” (Riso) Em vez disso sintam a mágoa. “O quê?!” Sim, sintam a mágoa; abandonem a culpa que sentem e sintam a mágoa. Um exemplo em que no caso de alguns de vós isso sucede com facilidade é quando adoecem. E como são metafísicos lá acorre o ego a dizer: “Se és tão espiritual e mágico e metafísico, porque te constipaste, porque ficaste com gripe, porque contraíste essa debilitação, essa enfermidade?” Quando sentem vontade de culpar alguém, ou de se culpar a si mesmos. E se sentirem o desespero e o desamparo desse diagnóstico, ou da rescisão de trabalho ou dessa perda da relação ou do desastre financeiro ou seja o que for, se sentirem esse desespero e falta de esperança, então elevem isso ao nível da vingança (riso) “Eu quero vingar-me! Sim, quero tirar a desforra. Aaah!”



Elevem isso ao nível da vingança; não se fiquem por aí, mas ergam-se a partir daí. Dispensem um instante a sentir essa violência: “Fui despedido do meu emprego após vinte anos e só tenho vontade de me vingar desse patrão ou empresa, ou quem quer que me tenha metido em apuros. Quero-me vingar!” é melhor sentir isso que cair no desespero ou no desânimo, na falta de sentido e no vazio. Avancem – não mais do que para a vingança ou para a violência – talvez consigam chegar a sentir a solidão, tudo bem, mas vão até à vingança e à violência. Não tentem chegar ainda à culpa, mas aqui; sintam-no, e a seguir subam até à culpabilidade, se preferirem, mas procurem avançar até ao ciúme ou à inveja; da vingança até ao ciúme ou inveja.



Uma vez mais, não é que se fiquem por aí, mas do ciúme e da inveja poderão chegar ao medo. Mas talvez comecem pela culpa: “Eu culpo-me pelo que quer que tenha acontecido.” E conforme dissemos, a culpa nunca fez nenhum bem a ninguém, jamais na história da humanidade resultou recorrer à culpa. Mas se ainda se sentirem inclinados a fazê-lo, culpem-se a vocês próprios. Se tiverem que culpar alguém, culpem-se a vocês próprios. Mas aí tão pouco se deixem ficar por aí; terminem com isso e avancem; e se avançarem, avancem até à mágoa, por ser mais provável que o que tenha realidade seja a mágoa.



Permitam-se sentir esse salto da culpa para a mágoa, e sintam-na, e a seguir voltem a dar o salto; talvez até ao medo, mas se puderem saltem até à raiva: “Estou magoado, sinto-me magoado. E agora sinto-me com raiva e com ressentimento.” Isso é mais produtivo. É mais produtivo por a seguir saltarem para a culpa e tristeza. “Estou-me a sentir culpado.” Não, nós não perdoamos isso, não encorajamos isso – bravo - mas é melhor sentir essa culpa e essa tristeza do que a raiva, Subsequentemente, poderão saltar tão longe quanto à preocupação e à dúvida e para a frente até chegarem a lidar com o tédio e a impaciência. “Sinto-me entediado com tanta preocupação. Estou entediado de toda esta dúvida! Sinto-me impaciente em relação à preocupação e à dúvida. Agora talvez consiga saltar para o optimismo. Agora estou numa corrida superior de sentimento” Justamente! “Entrei nela com o optimismo. Uma vez atingida a corrida superior, trepo passo a passo a sentir a excitação e a esperança e a confiança, a sentir a paixão e a compaixão, a felicidade e o amor. Talvez não consiga percorrer todo o percurso, mas vou percorrê-lo passo a passo assim que entrar na corrida inicial.”



Seja por onde for que comecem, avancem para cima, um passo – dois se possível. Mas não percorram três, por equivaler a um passo demasiado comprido. “Bem, posso ir do sentimento de culpa até ao sentimento de modo.” Podem sim, mas será mais aconselhável que avancem até à mágoa. “Mas, e então que dizer do medo?” Está bem, podem percorrer essa curva – depois da mágoa, fica prometido que sentirão o medo. (Riso) Mas entendem a questão: avançar um, se preciso for dois, avancem dois se forem capazes, mas não tentem saltar da culpa para o medo e do medo para a frustração e da frustração para a felicidade e o amor como se o tivessem que sentir rapidamente.



Se derem os saltos, um ou dois – tentem dar dois, mas se não conseguirem então dêem um e avancem – não têm que gastar muito tempo neles. Mas seja por onde for que comecem: “Estou preocupado ou cheio de dúvidas,” tudo bem, avancem até à impaciência e ao tédio; ou então até à frustração e à confusão, e então talvez daqui possam fazer todo o percurso até um estado de bem-estar, enquanto se sentem contentes e sentem uma sensação de satisfação: “Talvez ainda não tenha atingido a coisa mas pelo menos estou a obter uma sensação de satisfação, com consciência de estarem a avançar, com consciência de estarem a mudar, com consciência de terem atingido o primeiro nível. E com isso podem sentir-se optimistas e saber que estão a caminho, e começar a sentir a emoção disso ou a excitação decorrente disso.



Com isso conseguirão alcançar essa sensação de esperança, de expectativa e antecipação que compõem a esperança, e passar para a vossa compaixão – talvez não a vossa paixão mas a vossa compaixão, o vosso nível de atenção e de afecto, que os eleva à felicidade, e aí o amor que comporta. “Como poderei sentir amor numa situação destas? Talvez não lhe consiga chegar a partir daqui, num passo só, mas conseguirei chegar-lhe a partir daqui (…) se seguir o mapa, se der os passos, elevando a minha ressonância.
(continua)



Transcrição e tradução de Amadeu António

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