quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

CIVILIZAÇÕES NO TEMPO



O TEMPO E O SOM

SESSOES APAGADAS - 604

Seth:

"... Bom, o vosso "estoque" humano não teve todo origem unicamente no vosso planeta. Eu nunca lhes disse que tenha tido. A tal respeito, a vossa linhagem é de facto variada. Alguma da informação apresentada no meu livro "Seth Speaks" de verá ter, deduzo eu, deixado isso claro.

A evolução, tal como são levados a pensar nela, teve diversos aspectos diferentes, nesses termos. Houve três ou quatro pontos de começo. Houve visitas de outros originários de outros sistemas planetários. Com respeito a isso, é coisa bastante natural. O vosso relativo isolamento está longe de constituir coisa comum.

As lendas, muitas delas, constituíam evidentemente crónicas de eventos bem concretos que descreviam fenómenos, por exemplo, para os quais os nativos não tinham vocabulário adequado. Eles eram forçados a descrever o que viam por meio de comparações com objectos e eventos com que já se encontravam familiarizados.

Alguns desses visitantes, nos vossos termos, eram mais evoluídos que outros. Todos haveriam, contudo, de parecer sobre humanos em contraste com as civilizações que os defrontaram. Foram feitos alguns experimentos deliberados, que de facto foram muito mais perigosos para os experimentadores, em que tais experimentadores sempre tentaram de uma forma ou de outra, fazer avançar o conhecimento do homem.

Não é de longe tão simples quanto isso, contudo. Não existe desenvolvimento num sentido só. Quando o intersistema de viagem espacial for viável, as capacidades psíquicas achar-se-ão desenvolvidas a um grau bastante elevado. Uma coisa é necessária à outra. Por isso, torna-se muito mais praticável abordar o homem terreno no seu estado de sonhar, e quando as suas reacções naturais de medo se acharem um tanto minimizadas é quando o perigo para os visitantes será mais reduzido. Encontros fora do corpo foram usados como coisa natural. Desse modo, o visitante poderia surgir e desaparecer sem medo de perseguição.

Frequentemente eram anunciado às civilizações com antecipação desastres naturais que se tornavam evidentes para os visitantes a partir da perspectiva alargada que tinham. Tais avisos era, quer dados no estado do sonhar dos terráqueos, pelas razões apontes, ou em locais afastados, por muitas vezes os visitantes serem atacados.

Durante essas eras, nos vossos termos, os oradores muitas vezes agiam como intermediários. Mas frequentemente os avisos de desastre não eram seguidos. Outros avisos foram erroneamente interpretados como castigos lançados pela parte dos deuses devido a acções morais condenáveis. Toda a ideia de código moral foi originalmente ajustada à cena actual à medida que era defrontada e requerida em termos que os nativos pudessem compreender.

As pirâmides, os imensos penedos entalhados, tudo isso foi feito de uma forma ou de outra por meio do uso de um conhecimento tanto dos pontos de coordenação no espaço, como do uso do som. Havia instrumentos que libertavam som, e que o direccionavam, digamos, como o raio laser faz com a luz. Desenhos de alguns desses instrumentos existem em versões primitivas em cavernas do tempo da Suméria, mas esses desenhos foram mal interpretados, os instrumentos foram tomados por outra coisa. Ninguém sabe como utilizar os instrumentos. E existem alguns, para o referir nos vosso termos.

Os Sumarianos (soletrado) deixaram memória da sua existência na cultura Suméria. Eles iniciaram-nos, embora não tenham dirigido todas as suas actividades, nem tivessem sido responsáveis pelas distorções que os seus ensinamentos sofreram, como muita vez resultam. Existe uma vasta diferença entre a Sumaria e a cultura desses livros. Os vossos Sumarianos estiveram por detrás da cultura - eles iniciaram essa civilização em particular.

Vou ser claro. Os vossos Sumarianos mostraram às pessoas desse tempo como comunicar, como dar início aos ofícios, transmitindo-lhes todos os fundamentos sobre os quais uma civilização se poderia basear. Os Sumarianos, os vossos Sumarianos, todavia, não pertenciam ao estoque humano da altura.

Bom. Os vossos Sumarianos tornaram-se parte do estoque humano, nesses termos, noutras alturas. Não se trata de eles tentarem invadir o estoque nativo; eles simplesmente compreenderam a natureza das suas existências individuais pelo que estiveram capacitados para escolher por entre diversos sistemas físicos aqueles em que gostavam  de passar a experimentar.

Eles mantêm o seu conhecimento interior e integridade, e nascem num dado sistema qualquer. Sempre utilizam as capacidades e talentos que têm para auxiliar esse sistema, e esforçam-se fortemente por empreendimentos criativos. Não quero necessariamente dizer que eles tenham consciência da sua afiliação. Essa é uma questão individual. Muitas vezes são inventores, mas sempre sene envolvem na iniciação de novas ideias e descobertas. Tudo isso segue padrões interiores especificamente humanos, nos vossos termos.

A humanidade, por conseguinte, possui as suas próprias características e nenhuma "influência externa" poderá ir contra isso, mas tão só trabalhar em conjunto. Parece que quando descobertas se dão, para depois se perderem ao longo das eras, porventura para virem a ser redescobertas ais tarde, isso quer simplesmente dizer que as próprias do homem na natureza não se achariam em harmonia com elas, não as conseguiria utilizar de modo adequado.

Sempre que a agressividade se torna desorientada em demasia, isso automaticamente provoca a perda de poderes ou de descobertas que poderiam ser usadas para destruir o planeta. Esse é um aspecto natural, o princípio de auto-protecção que opera na vida terrestre, conforme a conhecem. De vez em quando descobertas foram proporcionadas antes do tempo, e prontamente perdidas, apenas para serem redescobertas eras mais tarde. O problema surge quando tentam categorizar a consciência ou o ser.

O estado fora do corpo, em termos mais vastos, constitui de longe estado mais natural do que situar-se no coro. Fazem-no sem consciência disso, mas o corpo pode ser feito a partir da camuflagem de um qualquer sistema, construído com facilidade quando sabem como fazê-lo. Por isso, trajes espaciais constituem uma recordação grosseira e inadequada de uma capacidade interior de envolverem o ser interno com a camuflagem que encontrarem ao dispor. Fundir-se com os elementos de um dado ambiente de tal modo que se tornem numa porção viva dele.

Os Sumarianos - os vossos Sumérios - fizeram isso quando iniciaram a cultura referida nos vossos livros. O sentido do tempo que tinham era completamente diferente, conforme, entretanto o vosso próprio o é de uma forma inata. Torna-se difícil explicar isto, mas manter-se em contacto com uma civilização durante vários milhares de anos do vosso tempo terrestre ocasionaria porventura a mesma quantidade de tempo e de esforço que um homem possa ter na sua profissão durante um período de cinco ou dez anos, pelo que a relatividade do tempo assume importância nesse contexto.

Basicamente, para o referir nos vossos próprios termos, não existe coisa tal com estoque humano isolado e independente, por a consciência não ter irrompido dos comportamentos físicos ou característicos do vosso planeta, ou em qualquer outro.
Conforme será do vosso conhecimento, a consciência vem em primeiro lugar e a seguir forma as materializações físicas dela. Aquelas consciências que seleccionaram materializações físicas optaram por operar sob determinadas condições e de seguida surgiram perante vós como as características naturais da espécie.

Elas aceitam certas características, e conquanto experimentem a existência nelas, precisam seguir os patamares que escolheram. Daí que antes lhes tenha falado da inclinação natural que a humanidade tem de entre todas, pois, de elegerem uma existência no vosso sistema planetário particular.

A consciência não é local, nem nunca foi. Tu sempre foste Sumari, o que quer simplesmente dizer que a tua consciência possui certas tendências intrínsecas, interesses, capacidades e especializações. O termo Sumari caracteriza certos tipos de consciência simplesmente por fins de identificação nos vossos termos.

Eu disse-lhes, antes, que existem amontoados de consciência, o que não quer dizer que a consciência não seja individual e separada, mas ao invés possua uma enorme capacidade de congregar, alcançar afiliação, partilhar conhecimentos e experiência, assim como se combinar por padrões em constante mutação, enquanto ainda retém a sua identidade básica e integridade. Ter-to explicado quando começamos as nossas sessões não teria sido possível.

Espaço e tempo constituem ideias que concebeis e que não surgem em termos físicos, conforme, digamos, uma cadeira ou mesa, não obstante parecerem definir tanto a cadeira quanto a mesa, devido a que não consigam definir uma peça de mobiliário que seja se não for no âmbito da existência que tenha no tempo e no espaço. As ideias de tempo e de espaço são concebidas por formas diferentes nos diversos sistemas. E, alguns deles adoptam o aspecto de fenómenos naturais, por exemplo, dotados das diversas classificações dos objectos, e noutros como variações da luz e do som.

Vocês acham extremamente difícil considerar a existência em absoluto sem espaço nem tempo, contudo, a consciência basicamente não depende de ambos. As ideias de espaço e de tempo emergem unicamente quando a consciência adopta uma camuflagem, quando se torna apegada, ou, por outras palavras, adopta um tipo de existência física. Tem e espaço constituem ambos criações da consciência, ou seja, o veículo da sua expressão.

A matéria constitui uma classificação. Conforme expliquei no meu livro, vários níveis de concentração poderão ser usados como plataformas que os levem a desfocar para outros esquemas de tempo. O tempo assemelha-se à cor. Vós focais-vos meramente numa tonalidade.

A vossa presente civilização e a "velha" Sumaria existem a uma só vez, em simultâneo, mas para lhes falarmos delas, preciso recorrer a uma sequência temporal que compreendam. Caso compreendessem que essas civilizações existem a uma só vez, então não estariam tão surpreendidos com o facto de serem capazes de erguer estruturas que presentemente não conseguem erguer na vossa civilização. O vosso momento actual e o momento actual deles existe no mesmo momento.

Na presente área física em que parece que uma civilização material tenha outrora existido, existe essa mesma civilização. Não a conseguirão constatar ainda que permaneçam no mesmo sítio, devido às ideias de tempo que os separam. Tanto a civilização florescente quanto as suas ruínas coexistem. Os antigos Sumérios vivos passam pelos modernos turistas sem os ver, do mesmo modo que esses turistas passeiam pelo meio dos velhos mercados Sumérios e só comtemplam ruínas.

Muito disso poderia ser explicado por equações matemáticas que actualmente lhes escapam. A vossa própria consciência é contemporânea da dos Sumérios antigos, tanto quanto o são os vossos seres actuais, nos vossos próprios termos. Pensem em nações que existam em simultâneo no vosso planeta. Apresentam diferenças na linguagem e na cultura e é preciso uma certa quantidade de tempo terreno para viajarem através do espaço para os visitarem.



Do mesmo modo, o tempo existe todo a uma só vez, mais as suas “alfândegas” peculiares, mas nos vossos termos, no mesmo espaço que conhecem. Vocês aprenderam a abrir estradas ao longo do tempo e do espaço, porém, não ao longo do tempo, ao nível da consciência. Contudo existem interceções de tempo e de espaço que não reconheceram. Estou a falar nos vossos termos, na esperança de tornar isso simples. Por conseguinte, Existem “tempos” tão seguramente quanto locais. Vocês pensam no tempo como achando-se em movimento rumo a uma coisa qualquer, e pensam no espaço como algo relativamente estável.



Não lhes ocorre, pois, que possam aceder a faixas de tempo conforme conseguem aceder a locais. Tudo isto é altamente difícil de explicar. Não quero dizer, por exemplo, que o tempo, cada instante, constitua uma coisa acabada a ser visitada. Apesar do tempo não se encontrar em movimento numa direcção particular, nos vossos termos cada instante explode para o exterior e expande-se para fora em todas as direcções. Espaço e tempo conforme os compreendem propagam-se mutuamente, um através do outro. Todavia, não se comportam da forma que pensam. Presentemente compreendem a vossa existência apenas na medida que ela interfere com as três dimensões. Contudo essa existência possui actividade própria em muitas outras dimensões. O Sumari, pois, surge ou interfere com o sistema tridimensional proveniente de outras dimensões.



(“O transe da Jane tinha estado a decorrer muito bem, e agora conversava mais acerca do que tinha dito no último intervalo, relativamente ao entalhado feito na pedra que teria sido amaciado por instrumentos que faziam uso do som. Somente um instrumento altamente sofisticado era utilizado, disse ela, na suavização da camada superficial da pedra, de modo a assemelhar-se quase a um congelamento que podia, então, ser facilmente esculpido. O instrumento teria podido fazer ambas as coisas, suavizar e esculpir.



(“Mas antes de mais,” acrescentou ela, à medida que continuávamos a falar, “ou esse ou um outro instrumento terão sido usados para isolar a camada superior da pedra do resto, de modo a não ficar enfraquecida no geral.”



(“Estivemos a conversar acerca do complexo e extenso baixo-relevo esculpido nos caixilhos das portas e lintéis das ruínas de Baalbek, com respeito a isso, para não falar nos cinzelados revelados nas colunas, etc.”



(“Ack-a-sond-a.” Esta é a interpretação fonética de um termo que a Jane empregou para designar o instrumento em questão, quer da parte do Seth ou não, que não consegui pronunciar, conforme no intervalo anterior.



(“O som não era audível ao ouvido humano. O instrumento tinha um aspecto – não consigo muito bem – mas a forma que obtive foi a de uma forma de pistola grosseira, que tudo quanto exigia era ser apontada. Esse instrumento destinava-se somente ás pequenas coisas.”

Bom, a matéria era manipulada por meio do uso do som. Alguns restos de naves espaciais tornaram-se templos. Alguns dos visitantes foram vistos a morrer, e mais tarde foram novamente vistos no estado animado recobrado; daí que os Egípcios estivessem tão seguros de que as pessoas sobreviviam à morte.



Devido às viagens espaciais, um visitante podia chegar como um jovem e regressar alguns quarenta anos mais tarde ainda com aspecto jovem, o que conduzia à ideia da imortalidade e da juventude eterna dos deuses.

(Efeitos que brotariam do postulado da relatividade de Einstein, etc)

Os deuses do Olimpo terão constituído a mais divertida das tentativas do homem de divinizar os viajantes do espaço. Em determinados aspectos, o excessivo e entusiasmado do som foi responsável pelo dilúvio que vem mencionado na Bíblia e noutras obras de literatura. Foi em razão disso que várias tentativas foram feitas no sentido de prevenir o desastre iminente. O uso do som foi importante em diversas alturas na irrigação das áreas secas, por meio de uma captação  literal de água a partir de uma certa distância.

Existiram diversas culturas que se provaram difíceis, contudo o som propagava-se literalmente mais longo do que o pretendido, muitas vezes, e causava consequências não planeadas. Tornava-se importante usar de uma enorme delicadeza. O som era igualmente utilizado depois da irrigação, para acelerar o florescimento das plantas, assim como para facilitar o transporte para outras áreas. Era também usado para fins medicinais como operações, particularmente aos ossos e ao cérebro.

Sons verbais eram amiúde estereotipados simplesmente devido ao facto de o efeito sonoro ser compreendido nos efeitos que tinha sobre o corpo. Quaisquer ideias que sejam consideradas supersticiosas teriam, por conseguinte, uma base bastante legítima.
O som era igualmente empregue na localização, assim como no derrube de quem quer que fosse. (NT: Esta informação traz-nos à mente a narrativa bíblica do derrube das muralhas de Jericó) Era além disso usado na localização de bolsas de gaz.

Este é um assunto difícil, por a elevação e deslocação de toneladas  de pedra ser um exemplo do emprego de diferentes técnicas que faziam uso do som e de cálculos matemáticos precisos. Muitas civilizações cresceram e floresceram em áreas férteis por as pessoas saberem como torná-las férteis e mantê-las assim.

("Durante o intervalo referi de novo as fotos das massivas ruínas de Baalbek que vinham num dos livros que Shirley Bickford nos emprestara. Eu expliquei à Jane a sensação que tinha de que a formidável escultura de pedra, particularmente o baixo relevo, parecia estar além das capacidades que o martelo e o cinzel permitiam."

("A Jane irrompeu para me dizer que essas gravações tinham sido feitas por meio de pequenos instrumentos que empregavam ondas de frequência sonoras inaudíveis; tais radiações amaciavam a pedra, disse ela, de modo que o trabalho conseguisse ser executado. Ela não sabia de onde teria vindo essa informação, caso tenha sido da parte do Seth, foi coisa que não ficou clara para ela."


SESSÃO 605 - 17 JANEIRO DE 1972

("Às 9:20 da noite a Jane disse que sentia o Seth por perto, e que conseguia pressentir uma ou outra palavra na sua cabeça, de modo que tinha consciência da sua presença. Estávamos mesmo a terminar de comer uma sandes. A Jane leu o capítulo anterior enquanto comia. O ritmo inicial dela foi bastante lento.)

Boa noite.
Ora bem. Há exsudações (bleed-throughs) que se dão no tempo e no espaço, conforme são levados a pensar. Lembrem-se de que o tempo é todo simultâneo. As ideias não dependem de ideias pré-existentes. Não é verdade dizer que o homem não consiga conceber uma coisa qualquer que ainda não se ache presente na sua experiência de uma forma ou de outra. As ideias são livres do tempo e do espaço. Apenas os vossos focos  determinados pelas concepções do tempo os encerra com respeito a muitas ideias que de outro modo se achariam disponíveis.

Nos vossos termos, essa exsudação, essa transparência tanto pode ocorrer no passado como no presente, e uma ideia actual verter no passado ou vice-versa. As ideias serão actualizadas ou postas em prática (estrutura) de acordo coma  atitude de que usarem com respeito a elas.

Algumas das mais sofisticadas artes são provenientes do passado, e tais exsudações resultam no facto de serem captadas no vosso presente. Teoricamente, toda a informação das chamadas civilizações perdidas se acha bastante ao vosso dispor, tanto quanto a vossa se acha para elas, mas uma mente cerrada não perceberá nada.

Em termos de experiência, a humanidade encontra-se a resolver os seus desafios e problemas (a sua vertente) no século 20 como  na velha civilização Suméria. Vós simplesmente escolheis vários tipos de estrutura organizacional e pressupostos básicos - todavia, tudo assente nos pressupostos básicos usados na existência física. Os velhos Sumérios e os seus cânticos entoam ainda neste momento ao mesmo tempo que a Jane tenta traduzi-los nos vossos termos.

Quem dera que conseguisse imprimir sobre vós esta enorme transparência que o tempo possui de modo a conseguirem experimentar as suas dimensões. De certa forma "ainda não" desenvolveram uma proficiência (no que toca ao som) que lhes permitisse construir agora estruturas como aquelas descritas na última sessão. (Baalbek e as pirâmides) No entanto, tais estruturas existem no vosso momento, exsudações que os levarão a pensar, e por outro lado, que os levam a recordar.

Muitas foram as estruturas físicas que tiveram existência no mesmo espaço físico agora ocupado pelo vosso edifício de apartamentos. Contudo, devido aos pressupostos básicos em que se baseiam, não lhes é possível percebê-los, nem aqueles que vierem "a seguir." No entanto, tais estruturas têm uma existência tão válida quanto o edifício de apartamentos em que se encontram. Eles partilham determinadas coordenadas, e conhecer tais coordenadas seria obviamente muito importante, mas as outras realidades permaneceriam como uma não-realidade, a menos que alterassem o vosso foco primário. Quando o fizerem, não terão necessidade de conhecer essas coordenadas.


O ser interno acha-se bastante ciente de tudo isso. Ele escolhe e capta a informação e os dados que tenham importância para vós, e fornam-nos ao dispor de acordo com os vossos desejos. 
Caso se sintam enormemente interessados em história, por exemplo, então o Eu interno traz-lhes a informação necessária a partir das suas fontes. Sob determinadas condições, vocês poderão ser impelidos por meio das coordenadas para darem convosco numa era em que estejam interessados. A intenção consciente, todavia, dirige o tipo de material que vocês recebem. Caso não sintam qualquer interesse por essas coisas, nenhum fenómeno suficientemente se dará a fim de os impressionar no vosso estado desperto. Torna-se, pois, bastante possível construir uma civilização que nos vossos termos estejam agora a estudar, e interpretar antigos registos que vós próprios possais ter redigido, ou mesmo escavar caminhos que vós próprios possais ter aberto.

Isso aplica-se ao vosso próprio período histórico assim como a outros. Noutros estratos, é evidente que a vossa civilização já se situe no passado, assim como noutros períodos a vossa civilização ainda não existe. As exsudações, contudo não significam que cada povo, de acordo com as suas características próprias, interesses e actividades, atraia certas ideias tanto do futuro como do passado, nem que haja uma constante interacção. por causa disso mesmo, o passado, conforme são levados a imaginá-lo, como já te disse, jamais se acha finalizado nem completo, mas se acha em constante mudança pelo vosso presente e futuro.

O Nabene, acha-se, pois, modificado pelas tuas presentes acções do mesmo modo que tu te encontras modificado pelas suas aparentes acções do passado. A vossa amiga Sue disse que em tais casos imperava uma livre acção em todos os sentidos, e essa é uma descrição adequada.

As pirâmides existem como coisa outra que não matéria física, mas é somente como matéria física que as percebem. Há várias questões importantes ligadas às pirâmides que ainda não foram compreendidas. Os símbolos patentes nelas foram muitas vezes destinados a ser entoados, entoação essa que criaria determinadas reverberações. Algumas dessas reverberações abririam automaticamente várias portas que os conduziriam a segredos ainda por descobrir - mas somente por parte daqueles que tenham compreendido o uso do som. Assim, pois, também os Egípcios foram ajudados, e foi-lhes dito como construir as pirâmides.

("Nabene é o nome de uma personalidade que presumivelmente viveu como homem no primeiro século DC em Roma, na Itália. Conhecemos pouco acerca dessa vida; certa noite, junto com a Sue Watkins que também aí viveu, consegui entrar em sintonia com essa existência até certo grau, por via de imagens.

("O Seth referiu-se a Nabene umas poucas de vezes, assim como ao papel que desempenhara como responsável pelos registos e como professor. A Sue era uma das suas alunas. Eu era bem a figura do superintendente, segundo me foi dito. Tanto a Jane como eu gostaríamos de ter uma sessão para aprofundarmos mais essa vida, incluindo quem mais tenha pertencido à nossa esfera de conhecimentos e tenha igualmente estado envolvido, etc. Eu também vivi em Jerusalém: ("Às 10:10 a Jane disse: "Estou para aqui sentada à espera, mas o contacto não parece ser dos melhores, esta noite."

("Eu interrogava-me se te quererias dar ao trabalho de prosseguires," disse eu.
("Eu quero, só não parece estar tão forte..." Continuamos à espera. Às 10:15 ela disse: "Durante o intervalo tive a sensação de que o Seth se tinha afastado em vez de ficar por perto, conforme habitualmente o faz - como se tivesse partido a fim de se munir de informação ou algo. mas estou perfeitamente disposta a prosseguir com a sessão, ainda assim."

("De súbito: "Captei uma frase agora mesmo, "disse ela, "relativa à maneira como preparavam o ar antecipadamente para a construção da pirâmide. Estou agora a receber a sensação de um tremendo monte de gente a cantar - milhares deles - isto ainda tem que ver com as pirâmides. É uma sensação divertida como se o som pudesse irromper pela sala de estar adentro," disse a Jane. Eu respondi que compreendia o que o Seth estava a fazer, à luz do material que tínhamos vindo a receber, ele estava a transmitir à Jane a experiência dessa época anterior assim como da nossa própria, a fim de mostrara como ambas existem em simultâneo. A sua experiência combinaria na perfeição com o material.

("Sinto como que um monte de gente a visualizar a pirâmide na sua mente," disse ela, "para depois, por meio dos cânticos, e do uso de determinadas vogais e tons, provocarem uma alteração efectiva no ar onde o seu edifício iria situar-se. Eles criavam um marco no ar," disse ela fazendo gestos angulares, "em sinal de coesão dessa estrutura imaginária. Depois usavam um certo tipo de diapasões, e a seguir um outro instrumento qualquer. o ruído dos cânticos assemelhava-se como que a algo que usasses para ligar o instrumento -  quando o som ascendesse a uma certa tonalidade ele activaria o instrumento e de uma maneira qualquer intensificaria e concentraria esse som no que haveríamos de chamar de grau incrível - para o reduzirem e em seguida o focarem em determinadas direcções."

("Podia deslocar-se objectos muito pesados com ele. Os objectos levitavam - e eram erguidos no ar independentemente do peso que tivessem. Precisavam unicamente ser orientados pela pessoa, até determinado grau. Muitos eram os homens que eram empregues para os guiar mas não para os carregar (nem erguer). O instrumento sonoro possuía um efeito fantasticamente coesivo que unia os átomos e as moléculas."

(10:25: "Para além disso, o instrumento também estabelecia um tipo qualquer de carga extra que ainda não conseguimos entender, ao redor dos objectos que eram assim construídos, como as pirâmides," prosseguiu a Jane. Ela agora falava mais depressa do que durante a sessão. "Portas e corredores abrir-se-ão, dentro das pirâmides, por meio do som correcto (mensagens e sinais), que foram concebidos para abrir exclusivamente quando esses sinais exactos fossem emitidos."

("Isto soa verdadeiramente estranho. Existiam também pirâmides invisíveis - nós não conseguimos mesmo vislumbrá-las." Eu podia constatar que a Jane não sabia o que fazer com esta informação que recebia, por se revelar até hesitante em dar-ma a conhecer.

("Essas pirâmides eram construídas de tal modo que reflectiam tudo à sua volta, de modo que quando olhássemos para elas não as víssemos como objectos. Espera, não estou a captar isto correctamente... Elas constituíam a camuflagem perfeita onde quer que se achassem, mas determinados tons sonoros torná-las-iam visíveis."

("Existem certos compartimentos como esses, dentro as pirâmides normais, também."

("Pausa às 10:30: "São estruturas edificadas na vossa Terra de forma extremamente hábil. Padrões sonoros haveriam de as materializar, mas caso esses padrões não fossem entoados, então as estruturas ficariam simplesmente fora do alcance do que normalmente se chamaria "físico. Mas caso esse padrão fosse emitido ou entoado, elas tornar-se-iam completamente visíveis, entendes?"

("A Jane disse: "É como se estivessem congeladas - embora este não fosse o termo ideal - a determinada fase até que tais padrões fossem usados." Pausa. "Todos os objectos possuem os seus próprios padrões sonoros que auxiliam a sua estrutura assim como os átomos e moléculas o fazem..." intervalo às 10:35 "Eu queria fazer um intervalo," disse a Jane. "Jamais tinha escutado semelhante coisa. Parecia uma doidice que nem sequer tinha vontade de enunciar, essa das pirâmides invisíveis... Conseguia ouvir os cânticos por este lado." Acenou para a esquerda ao se sentar na sua cadeira, indicando o amplo espaço aberto na área central da sala, como se estivesse quase a ir de encontro a uma parede. "Eu captei alguns dos cânticos mas não conseguia expressá-los. O Seth não me preveniu quanto à ocorrência de nada disso."

("Às 10:43: "Estou só à espera de ver o que sucede a seguir. Não é muito intenso, mas tenho a sensação de uma barreira ali," e de novo Jane gesticulou voltada para o seu lado esquerdo," que não consigo transpor. Mas tudo isso procede dali. Tem que ver com a capacidade que esses instrumentos têm de tornar átomos e moléculas mais densas, e de fazerem coisas diferentes com eles..."

("Então, Seth retornou às 10:45:
Bom. A informação que a Jane deu acha-se substancialmente correcta. Vocês sabem que o som produz efeito sobre todas as coisas vivas. É capaz de ajudar a emendar os ossos. mas também pode ser usado no reforço das estruturas....

Gostava que em momentos ocasionais olhassem para os objectos e tentassem ouvir o som que emitem. Isso poderá representar um treino conveniente para certas outras coisas que estão para vir. A propósito, isso também se aplica aos vários órgãos do organismo, assim como ao próprio corpo. A seguir deixem que o som evoque o que emanar naturalmente deles. Existe uma interrelação estranha entre o som e aquilo que pensam que seja o tempo, mas no sentido de ligação. O tempo pode surgir como som. O som pode ser usado para separar certos elementos de outros, mas por outro lado, pode também servir para os unir. A esse respeito pensem no som como uma linha com que esboçam. Contudo, pensa igualmente no som com respeito talvez aos teu quadros, sons que levem os próprios quadros a adquirir uma maior vitalidade e que faça com que os materiais durem mais. E com isto os deixo...

Tradução: Amadeu António


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