terça-feira, 13 de outubro de 2015

HISTÓRIA DO UNIVERSO




FORMAÇÃO DO UNIVERSO 1
Hoje trago-lhes alguma informação acerca da formação do universo.
“Desde o começo dos tempos,” para o homem, muito frequentemente significa cem ou duzentos anos, segundo o seu padrão de pensar. Não lhe ocorre pensar em tudo quanto terá decorrido antes de alguma coisa que saiba ter tido existência. E esta noite vamos tentar sondar ligeiramente tal início. Vamos não só falar disso, como o vamos igualmente explorar através das vossas energias, até certo ponto.
Gostaria que entendessem o vazio. Não existem palavras na vossa existência que possam explicar a energia de um vazio, mas há uma sensação de energia que o poderá compreender. Se fossem imaginar por si sós um compartimento à prova de som que não pudesse ser invadido por som nenhum proveniente do exterior, e se imaginassem esse compartimento como destituído de luz de qualquer tipo, luz natural ou artificial, e se permanecessem nesse compartimento em completo silêncio e atenuassem a vossa respiração a uma quase paragem, haveriam de sentir o significado do vazio. Isso representará um quadro visual para vós, só que o vazio não é desprovido de luz, por ser a ausência de luz que é toda a luz, e não é silêncio, por ser o silêncio que é todo o som.
Havia no universo uma expressão, um silêncio; contudo, dentro dele havia um alento, um pulsar, uma expansão e uma contracção, tudo quanto denunciava a existência de vida, só que não vida por forma alguma que possam compreender hoje. E não importa aquilo a que voltem, por poderem voltar àquilo que possa ter vindo do mar, mas não estariam a falar da vida, conforme existiu nesse vazio.
Quero que cerrem os olhos por um instante, e que inspirem profundamente umas quantas vezes e que se permitam sentir o vazio. Ausência de som, conforme o entendem, e ausência de luz conforme lhes é dado compreender a luz. E ausência de medo, conforme entendem o medo. O vazio representava uma existência harmoniosa com vida em si, pronta a passar para a existência. Se imaginarem estar a flutuar e a não experimentar nada, conforme lhes é dado entender as coisas actuais. O nada. Flutuem no nada para poderem compreender o começo. Há vida ao vosso redor, vida essa que se denuncia através do movimento. E com o movimento sobreveio a criação daquilo que chamaram espaço, espaço esse que se achava confinado à totalidade do espaço, de que toda a existência de vida deve brotar.
O próprio vazio tinha que ser conduzido ao movimento, que por sua vez haveria de criar espaço, dentro do qual outras coisas poderiam formar-se. E o termo, que se traduz por mente, mente infinita, teve a sua expressão iniciada. No vazio em que se encontram sentem movimento como uma briza, movimento como se alguma coisa estivesse a balançar. Começam a sentir a mudança naquilo que tiverem criado dentro de vós, e chegarão a entender que todas as coisas criadas são recriadas dentro de vós. Agora existe espaço, e no espaço dá-se uma expansão, uma contracção, movimento; essa expansão e contracção permite uma mudança vibratória que dá lugar à criação de forma. Tudo quanto existe no universo é de natureza vibratória; a alteração de toda a vibração altera a forma. E o homem começa a vir à existência. Só que aquilo que julgam ter sido o homem.
Todo o homem, conforme lhes é dado ver na existência na actualidade teve que proceder de uma fonte infinita, e essa fonte infinita teve que ser levado a uma ideia conceptual, e assim, o movimento, a mudança das energias, começou a produzir a mudança do foco, que foi o de criar o mundo. Mas as energias foram inicialmente dirigidas para a formação de energias que passariam por sua vez a liderar e a orientar todas as outras energias. E assim, aquilo que chamam de galáxias e planetas começaram a ser criados, cada uma dotada da sua energia específica e propósito. Não há acidentes, na criação do universo. Devido a que a vibração dos elementos precisasse ser usada em toda a criação, os próprios elementos em si chegaram a existir, e foram levados a tal existência através da expansão e da contracção até atingirem a solidificação ou cristalização. Tudo quanto é criado no vosso universo, é-o através da expansão, da contracção e da alteração da energia dessa coisa particular. Começaram agora a ter uma ideia, e se não quiserem mais estar sentado de olhos fechados, não precisam fazê-lo, mas se o preferirem, óptimo, não faz mal. O propósito era o de os levar a sentir um pouco o Nada original.
Bom, vamos abordar o universo passo a passo e começar a compreendê-lo. Quando o espaço foi criado, começou a adoptar forma por meio da alteração da sua energia, e começou a tornar-se algo que podia ser definido; não mais era uma nebulosa. Vocês imaginam o espaço exterior como uma nebulosa, mas ainda assim esse espaço pode ser objecto de definição. Nesse espaço o movimento prosseguiu, e os elementos começaram a expressar-se, até se dar a formação – e ainda assim não formação conforme entendem a vossa Terra – uma formação ainda destituída de direcção. No vosso mundo actual todo o elemento sabe o propósito que tem a desempenhar, mas na altura da alteração desse espaço não existia essa direcção; existia somente o começo da formação. Os minerais formaram-se e começaram a reformar-se; aquilo que era grão, tornou-se num amontoado de grãos agrupados, e alcançaram a solidez, e tornou-se forte até que a parte elemental da Terra começou a expressar-se através dos minerais. A vida vegetal começou a formar-se, só que não com a expressão ou direcção, mas ao invés, enquanto energias alteradas influenciadas por outras energias afectadas até chegarem a existir.
Têm o conceito de que sempre tenha existido pensamento por trás de tudo, mas não existia. O vosso universo existiu durante milhões de anos destituído de qualquer pensamento dirigido, sem foco orientado para qualquer propósito específico para além do da alteração das energias que estavam a criar a forma. A vida animal começou a expressar-se através das energias alteradas, mas não com pensamento nem com forma conforme a conhecem, por serem levados a pensar no cão e no gato e no cavalo e na vaca, etc., e talvez assim sucessivamente, mas constituíam energias alteradas que comportavam em si mesmas força vital, mas não ainda uma direcção.
Quero aqui deixar claro que à medida que formos abordando esta temática do universo, se apresentarão abordagens duais, uma que se centra no próprio universo, e a outra que pertence ao foro do conceito religioso, de que todos poderão estar bem cientes. Durante a formação inicial, tudo quanto era necessário à futura formação tinha sido criado, só que de uma forma destituída de direcção – eu reitero-o muitas vezes por ser importante percebê-lo. O homem, conforme o conhecem, não existia. O homem existiu inicialmente na forma etérica, assim como a vida mineral, vegetal e animal. Vocês constituíam uma forma etérica muito antes de adoptarem a forma física. E essa forma etérica não tinha qualquer direcção; era constituída por energias alteradas destinadas a dar início à forma, mas sem direcção, destituída de mente -- e quando referimos “destituído de pensamento,” para vocês, isso poderá traduzir-se pelo conceito de estupidez. Mas não é disso que estamos a falar. Estamos a falar em ausência de direcção, orientação.
E assim, o homem etérico precisou formar padrões de pensamento, o que foi feito através de um processo evolucionário, mas aquilo que precisam compreender é que entre todo o processo evolutivo conforme lhes é dado conhecer, passaram eternidades. O tempo decorrido desde o homem etérico até ao homem dotado de sentidos, conforme os conseguem perceber, foi de milhões de anos. Estamos a falar de uma era no tempo que quase ultrapassa a concepção, por não se parecer com nada que seja do vosso conhecimento. No homem etérico teve origem um movimento através das diversas esferas, e essas esferas começaram a afectar a energia do homem etérico, e à medida que as suas energias se alteraram na sua forma etérica, ele começou a adoptar densidade, e começou a ter momentos vagos de uma quase visibilidade, de uma quase – aquilo que considerariam forma. Tudo devido à interacção verificada entre as energias já concebidas e moldadas, de modo que o homem, na sua forma etérica, gradualmente começou a sentir. E a primeira sensação que teve foi a do ouvido. E poderão estar interessados em saber que o último dos sentidos a perderem – quando partem no acto de transição para o outro mundo – é o da audição. Muitos de quantos presumem que se encontrem num estado inconsciente ou em coma, ainda escutam, e ouvem até o derradeiro fim. O primeiro dos sentidos a surgir e o último a desvanecer-se. Agora, o homem tornou-se capaz de escutar, mas que escutaria ele? Escutou o movimento que se originava no universo. Não concebia palavras, mas conseguia ouvir as energias ao seu redor. Não com um conceito relativo ao que pudessem significar, por se achar ainda destituído de direcção, mas concebia as energias circundantes, e a percepção de que essas energias se moviam e que mudavam e alteravam a maneira como se sentia, por ele ser capaz de as ouvir mover-se, e esse movimento provocava reacções no ser etérico.
Ora bem, a coisa que foi desenvolvida pelo homem etérico a seguir foi a visão, a capacidade de ver. E que foi que viu? Não conseguia muito bem vislumbrar outro corpo, como vós sabeis muito bem, por ainda não ter corpo. Mas conseguia perceber o movimento, conseguia perceber a alteração na energia, de modo que o conceito que a mudança ocorre acha-se activo. Agora, perceberão que decorreram milhares de anos entre o desenvolvimento da audição e da visão, não foi da noite para o dia mas uma alteração de energias bastante prolongada, até se tornar num conceito que fizesse sentido para ele. Agora ele conseguia perceber e escutar o movimento da energia, e também começava a ter um sentido do tato. O movimento da energia pode agora ser sentido nele e quando ele se estende é capaz de sentir a energia noutras áreas. Assim, o conceito de tato começa a surgir no corpo etérico.
Agora; o homem não aprendeu a comunicar-se através da fala durante um período de tempo prolongado. Ele existiu durante um tempo longo antes de ser capaz de falar, e pronunciava-se através grunhidos, uma forma de expulsão do ar, e por vezes da inspiração. Agora o homem começava a mover-se e a pulsar, e passou a instaurar-se uma respiração, que por sua vez, lhe alterou de novo as energias, até ter começado a surgir uma sensação de solidez etérica. Solidez etérica é aquilo que significa ser capaz de ver um ser vaporoso, mas destituído de braços e de pernas, etc., porque o homem inicial não tinha nenhum desses apêndices. O homem inicial era constituído por uma forma vaporosa que se movia com o movimento do universo. Por outras palavras, à medida que mo movimento no universo se deu, o seu movimento deu-se também. Mas não havia direcção que lhe indicasse para se mexer de uma determinada forma ou em determinado sentido.
Pergunta: … (Ininteligível)
Julian: Eu afirmei anteriormente que existia a palavra, e a palavra era a mente, e a mente constitui a direcção usada na formação do universo, o que não ocorreu da noite para o dia. Aquilo que estou a referir ocorreu muito antes do homem, no sentido em que o concebem, ter chegado a existir.
Pergunta: … (Ininteligível)
Julian: A vossa Bíblia é tão exacta quanto pode ser. Deixem que explique que não tenho a pretensão e aviltar a Bíblia; trata-se de um excelente livro, mas foi redigido por gente de uma cultura específica e de um período específico, e que regista aquilo que sucedeu por essa altura. Se todos vós precisásseis redigir um trabalho factual acerca do mundo de hoje, obteriam um número de versões correspondente ao número daqueles aqui presentes, todas factuais, segundo a vossa concepção. Lembrem-se de que a alegoria foi muito usada e recordem que muita coisa tinha sentidos ocultos e a razão para tal coisa era a de que aqueles que estivessem preparados compreenderiam.
Por a fase seguinte do homem ter começado a lidar com a consciência, e quando o conceito da consciência começou a tornar-se presente, quando os sentidos começaram a mover-se, para além da sensação, para um esforço concentrado no sentido de conhecer, aí sucederam os períodos da solidez do homem. Aquilo que estamos agora a mencionar foi o começo do que conduziu à Lemúria, e na Lemúria existiu o corpo não denso, o corpo etérico era o que existia. Mas agora começava a adoptar forma e constituição. A forma e a constituição, seja em que mundo ou planeta for, existe de acordo com o ambiente e a necessidade, e por conseguinte, em função das pressões e das energias desse ambiente.
Tudo aquilo de que estamos a falar constituiu o trabalho de Deus, só que antes de atingir o ponto da consciência.
Pergunta: … (Ininteligível)
Julian: O homem sempre existiu como homem. Ele foi criado enquanto homem, e evoluiu nessa qualidade. Agora, no início ele não caminhava na posição erecta, à medida que a solidez que o caracterizava começava a ganhar forma e caminhava de quatro, tendo gradualmente aprendido a caminhar na posição erecta, só que na qualidade de homem e não de primata em absoluto.
Pergunta: … (Ininteligível)
Julian: Quando falamos do homem, referimo-nos à espécie humana.
Pergunta: Existirá uma ordem moral no universo, ou tratar-se-á de uma criação subjectiva?
Julian: O universo contém uma ordem moral, que se chama lei da Causa e do Efeito. Acha-se constantemente em operação e não pode ser detida, pelo que existe uma ordem moral. Por outras palavras, ao homem foi dado o livre-arbítrio; ele pode optar por fazer como quiser mas precisa reconhecer que existe uma causa que produz um efeito. E ele tinha que assumir a “medida por inteiro,” por a coisa não poder funcionar de ambas as formas, entendes?
Pergunta: (Algo é perguntado acerca do carma e da reincarnação)
Julian: Muito bem. A ordem moral diz que ele responderá pelo que quer que seja que faça, numa vida específica. Contudo, pode não envolver a vida seguinte. Antes de entrar no plano terreno, ele determina aquilo a que pretende responder, só que sabe, por se encontrar num conceito mais vasto dele próprio, que precisa dar resposta a todo o carma. Assim, aquilo que fazem “pela calada,” ainda é do conhecimento do universo, exactamente como o que fazem às claras. O único que enganam é a vós próprios, quando operam contra o vosso conceito moral. Não fica por menos. Se assaltarem um banco pode antecipar o facto de serem apanhados e passar um período de tempo numa forma qualquer que a vossa cultura determine como pena a cumprir, mas caso não sejam apanhados, isso não quer dizer que passem impunes por virem a responder, no tempo próprio (outra vida).
Pergunta: (Pergunta relacionada com outras energias e moléculas)
Julian: Sim, com moléculas aleatórias que chegam a formar-se e chocam e se dividem, etc.
Pergunta: ...(Ininteligível
Julian: A alma foi criada a partir do sopro0 da vida do Pai. Quando o Pai exalou o seu sopro de vida, a alma passou a ser criada. Por a alma representa aquela parte viva desse Pai, e como constitui a parte de vós que é imortal, não pode morrer.
Pergunta: (Pergunta acerca da encarnação numa ou em mais galáxias.)
Julian: Não, não, sucedeu em mais do que uma galáxia. Vocês não são os únicos em existência, por mais que me custe dizer-lhes. O que sucedeu no vosso mundo sucede em muitos outros mundos, e aquilo que conhecem como a vossa galáxia, é processo múltiplo que ultrapassa a vossa visão.
Pergunta: …(Ininteligível)
Julian: Verão que consiste num registo da criação válido conquanto lhe busquem o âmago. Entendam que irão achar a criação expressa em inúmeros estudos, em inúmeras filosofias, em inúmeras práticas dogmáticas, mas devem buscar o âmago em todas elas, e aí obterão a verdade que todas contêm, que também representa a realidade delas. Entendes? O homem tem a tendência para embelezar, pelo que terão que passar pelo embelezamento que o homem dá às coisas para acharem o âmago.
Pergunta: …(Ininteligível)
Julian: Isso vai sofrer um aumento nesta nova era. Porque, com toda a franqueza, não estão preparados para isso. Que iriam fazer com isso se o conseguissem? Não me refiro especificamente a ti, minha querida, estou a falar no colectivo. A vossa cultura está acostumada a disparar primeiro e a averiguar em seguida. Vai surgir comunicação muito mais significativa. Tem que ser.
Pergunta: …(Ininteligível)
Julian: Reconheçam, se fazem favor, que quando emprego o termo “Pai,” me refiro a um ser masculino e feminino. Não quer dizer simplesmente masculino. O termo “pai” chegou a significar a espécie masculina da vossa sociedade, mas não é disso que aqui estamos a falar; estamos a referir-nos à combinação masculino/feminino que representa o criador original da energia, a força. Ele não é um patriarca que se encontre sentado no céu num trono dourado com a sua comitiva. É muito mais significativo.
Pergunta: (Ininteligível)
Sim, em certa medida. Sofreu um certo adorno, mas o tempo básico, etc., é válido.
Pergunta: (Ininteligível)
Entende que, tudo quanto tiver que ver com o desenvolvimento do homem e se prende com as consciências, também envolve enormes expansões temporais, inerentes ao desenvolvimento dessas consciências. Mas os factores dessas consciências prendem-se com o “coisa nenhuma” a alcançar simplesmente o conhecimento da sua existência, ou a assumir uma direcção que lhe indique que isso seja possível; a assumir uma forma específica que indique a forma que essa ideia ou criação assumirá e a sua subsequente manifestação. Portanto, que níveis de consciência.
Pergunta: (Ininteligível)
Ainda não chegamos a essa consciência.
Pergunta: (Ininteligível)
Muito bem. O homem etérico é o homem que ainda não possui forma nem configuração nos moldes em que as conhecem – solidez. O éter é criado pelo movimento das moléculas de energia. E à medida que as pressões do universo alteram essas energias, essas formas e configurações alteram-se também.
Pergunta: (Ininteligível)
Por acção da direcção que o pensamento assume. Direcção essa que diz: “Mexe-te! Já é tempo…”
Pergunta: (Ininteligível)
Da parte do criador, que sempre existiu e sempre existirá. Sabes, precisam reconhecer que na vossa criação universal, desde o próprio começo do tempo, existiram plateaus ou tempos de acção e tempos de repouso. Em alturas de repouso – e já falei disto com muitos de vós – sobre um tempo para reunir as coisas e informação, e um tempo para o absorverem, para deixarem que se torne numa parte viva de vós. Em toda a criação do universo houve um tempo para a direcção, e não é a uma direcção específica que nos referimos mas direcção rumo à energia.
Pergunta: (Ininteligível)
Certamente. Todas as crianças nascem com isso, e todas elas competem com ou imitam a evolução do homem no padrão do seu crescimento. A criança rasteja antes de aprender a andar. A criança faz grunhidos antes de aprender a falar. Aprende a tocar e a sentir, e atravessa todo o processo evolutivo até chegar a pensar em dirigir o poder. Precisa ser reconhecido que isso constitui um dom e que neste vosso novo período de tempo, nesta nova era, a vossa era de aquário vão entrar de novo em sintonia com esse ser etérico enquanto entram em sintonia com o material – e isso proporciona-lhes a capacidade de ambos os mundos. Se o homem reconhecesse o poder que tem, poderia auferir a todas as coisas. E esse poder foi-lhe conferido pelo pai, pelo criador, para usar construtivamente no seu crescimento e evolução. Embora o termo “poder” na vossa sociedade tenha vindo a ficar associado ao ego e à força do ego. Mas aquilo que estamos a abordar é o poder divino que os capacita a manifestar tudo quanto queiram.
Pergunta: (Pergunta relacionada com a altura em que o homem, durante o processo de consolidação do corpo se terá tornado etéreo)

Não há um tempo específico que lhes possa apontar. Não há calendário em que possa apontar o dia e o ano, mas posso-te dizer que terá sido há dez milhões de anos.
Pergunta: (Relacionada com o mesmo tema da consolidação do corpo)
Muito bem; deixa que explique. As formas minerais; para todo o período de acção que se desenrole no universo, há uma mudança que se reflecte nesse universo. Todo o universo se altera, e nessa mudança sucede uma evolução dos minerais, das plantas, dos animais e do homem. Por o homem ou planta ou mineral precisarem mudar com a mudança da energia. Essa mudança de energia afecta-os e leva-os a mudar. Muito à semelhança do factor de irritabilidade que leva a ostra a criar a pérola, com a mudança da energia que gera. Portanto, à medida que as energias afectam as forças vitais, elas por sua vez também se alteram. Por isso na preparação do mundo anterior à consolidação do homem, todas essas formas de evolução ocorriam a todos os níveis.
Agora; O nível mineral ao ter sofrido a alteração, foi com muita frequência influenciar a vida vegetal, e esta, ao ser influenciada, foi por sua vez influenciar a vida animal, por cada uma depender da outra. A planta necessita dos minerais do solo para sobreviver - é alimentada por ele. Mas para que a vida vegetal possa existir necessita que a vida animal exista. Uma tornou-se dependente da outra quando as mudanças começaram a ocorrer.
Ora bem; neste factor de mudança teve lugar o elemento fogo. Esse elemento veio a criar aquilo que é chamado luz, calor, e uma vez mais afectou as energias do universo - chamam-lhe o vosso sol, mas há muitos sois, não é o único que existe. E isso afecta as energias do vosso planeta - a vida dos minerais, das plantas e do homem. Portanto, o que sucedeu à medida que se deu a evolução, foi que isso deu lugar à ocorrência de uma dependência mútua.
Assim que o homem estava preparado para ter um corpo sólido, ele precisou adoptar um sentido qualquer de direcção, e assim, o nível da consciência começou a formar-se. E à medida que começou a tomar-se consciente, começou a sentir a necessidade de se expressar, a necessidade de proceder a um intercâmbio das energias. E com tais intercâmbios veio a necessidade de padrões de linguagem, formados pelos sons dirigidos. O que sucedia era: "Eu sou um homem etérico que consigo ouvir numa forma de árvore, através do éter. E consigo senti-la, através do éter, e agora traduzo esses sons numa expressão primária gutural daquilo que tais sons chegam a representar para mim." Fonética linguística. Claro que o homem se tratou de levar isso a uma mais refinada - o homem que conhecem. Mas no início tudo era conseguido através do apontar, por meio de pequenos sons, e esse tipo de coisa.
Pergunta: (Pergunta relativa ao sentido do olfato)
O sentido do olfato começou a ser desenvolvido tão logo começou a assumir solidez, por estar ligado à Terra - o sentido do olfato está associado ao elemento terra. O vosso sentido do paladar está ligado ao elemento água. A visão está ligada ao elemento fogo, por precisarem ter fogo sob a forma de luz, e precisarem de luz para ver - pensem nisso desse jeito. Precisam salivar para ter paladar, pelo que o vosso sentido do paladar se acha associado à água, aos fluídos.
Assim, há um crescendo constante das energias que os rodeiam, e à medida que compreendem as energias que os rodeiam começam a identificar nelas de um modo direccional específico - e isso foi o que sucedeu quando o universo estava a ser criado.
Pergunta: (Ininteligível)
Certo. Quando o homem começou a estar preparado para abandonar o universo etérico e começou a ter a capacidade de se dirigir por meio da sua própria força, aí começou a vida a produzir-se. Todas as almas foram criadas ao mesmo tempo. Essas almas precisaram adoptar consolidação suficiente para viverem num mundo sólido. O homem quis o intelecto (conhecimento) e o intelecto foi-lhe dado. Ele desejou a faculdade intelectual por acção da premência que teve de comunicar e da necessidade de se direccionar, que começaram a apresentar-se. E assim que isso começou a apresentar-se, a prova da necessidade de uma maior habilidade de ponderar, por assim dizer, e de a levar a um fim teve que lhe ser dada. Mas assim que o intelecto lhe foi dado, então a polaridade chegou a surgir.
Pergunta: (Ininteligível)
Lembrem-se de que, se pensarem na simbologia das várias coisas - a serpente representava a sabedoria, e a serpente facultava a sabedoria - e ela foi assumida; mas assim que o desejo de conhecimento se deu aí surgiu a polaridade (dualidade dos opostos), os dois aspectos do conhecimento, um dos quais assenta no conhecimento enquanto o outro assenta na sabedoria.
Pergunta: (Ininteligível)
Existe, sim. E ase reconhecerem que aquilo que chamam de excesso de população seja na realidade todas as almas a chegarem a existir, perceberão que esse excesso de população tenha um propósito no universo. O universo foi criado com base na ordem divina; tudo no universo foi capaz de se perpetuar a si mesmo, e isso incluía o homem. O homem é tanto masculino quanto feminino. E na forma etérica criava-se a si mesmo, sem precisar de mais ninguém que o criasse.
Pergunta: (Ininteligível)
Muitos reencarnaram noutras galáxias de acordo com o desenvolvimento da alma necessário. De acordo com a necessidade da vossa alma. Quero que pensem em vós como tendo uma vida dotada de muitos capítulos, por na realidade a vossa vida constituir o crescimento da alma, e esse crescimento da alma possuir muitos capítulos.
Pergunta: (Ininteligível)
Uma alma antiga não significa idade, mas sabedoria - o número de encarnações e o número de experiências armazenadas. Frequentemente uma alma antiga tem a sensação de nada seja novo, ou a sensação de o ter feito antes, a sensação de estar só no meio de uma multidão, por já ter feito tudo antes.
Pergunta: (Ininteligível)
Por Deus lhes ter concedido o livre-arbítrio e as almas não serem compelidas a encarnar - são orientadas nesse sentido, mas não forçadas. Por isso, certas almas optam por tardar mais deste lado e crescer aqui; contudo, não envolve um crescimento tão rápido, por não disporem aqui (do outro lado) não têm como lidar com a emoção. No meu mundo nós amamo-nos uns aos outros; eu possuo uma total compreensão da emoção mas no meu mundo não a sinto conforme vocês a sentem. É por isso que experimento muita coisa quando me encontro neste corpo, por sentir em primeira mão a solidez e o peso dela.
Pergunta: (Ininteligível)
A emoção é necessária à criação da capacidade da expressão e à instauração do equilíbrio por meio da direcção mental, aquelas emoções da interacção. Mas as emoções prendem-se com o universo, por essas serem as influências planetárias que lhes criam um "envoltório" de energia, por assim dizer, que por sua vez representa o vosso veículo da expressão nessa encarnação particular - o que não significa que não o possam alterar através da elevação da consciência, mas quer dizer que é o modo como abordam a maioria das coisas, cada uma das quais se acha ligada aos elementos do universo.
Pergunta: (Ininteligível)
Muito bem. Toda a emanação e o criador são um só. Vós sois um só com o criador. Em vós existe uma parte d'Ele. Por isso, toda a criação é uma só. A forma-pensamento que Deus lhes concedeu, constitui uma emanação d'Ele, mas agora que a adoptam, dispõem do livre-arbítrio para a usarem e de se tornar naquele que a dirige. Lembram-se de eu ter dito que Ele criou o universo num contínuo - todas as coisas capazes de se dirigirem a elas próprias e de se focarem nelas próprias. Uma árvore sabe quando deve começar a seivar, etc.
Pergunta: (Ininteligível)
Fez parte da ordem; foi parte da compreensão de que tinha que surgir para poder passar e existir um verdadeiro rumo ou finalidade mental. No vosso conhecimento actual pareceria um desperdício passar por todos estes outros estados, mas já terão notado como muitas vezes em que a criança é demasiado forçada passa a sofrer de um problema emocional ou passa a sofrer de dislexia ou adopta problemas com a leitura, e se voltar a aprender a engatinhar isso volta a assentar no lugar, por existir uma ordem evolutiva, de modo que se gere uma compreensão dos elementos que envolve.
Pergunta: (Ininteligível)
Existe uma consciência nessa ordem, sim. Tem vindo a ser direccionada no seu próprio movimento. Imaginem uma enorme tijela de manteiga, e vocês estão a estudá-la; essa manteiga apresenta movimentos, e certos movimentos são criados por outros movimentos que nada têm que ver com a vossa colher, mas ainda assim, a colher é dirigida pela ideia que têm em que a manteiga deve seguir. De modo que existe direcção, e nessa direcção há energias que se influenciam umas às outras e que criam submundos.
Pergunta: (Ininteligível)
Não, em absoluto. Aquele que tenha diligentemente destruído vidas por meio da venda e da utilização de drogas pode regressar a uma vida completamente dedicada a um trabalho de resgate de pessoas das drogas, ou por outra via qualquer em que toda a sua vida seja dedicada ao bem, em vez do mal.
Pergunta: (Ininteligível)
Bem, há diversas razões, sabes, é muito bonito ser capaz de dizer que em algum lugar no passado algo tenha corrido mal. O homem é um indivíduo dotado de pensamento e ele cria os próprios problemas com base na própria acção, de modo que muitos dos padecimentos do mundo constituem o efeito colectivo da causa de outros padrões do pensar. Entendes o que estou a dizer? Muito bem, deixa que volte atrás um pouco. Se quinze pessoas não pensarem - e isso está a suceder de novo no vosso mundo. O mundo está a responder-nos com um "protesto", conforme vocês dizem na vossa sociedade, e há muita gente a queimar lenha, que pensa: "Olha para mim, mereço um apreço por estar a voltar à natureza," contudo nem um só momento é dedicado à substituição daquilo que cortam. Mas esse é o mesmo padrão que tinha lugar há uns anos atrás, com a mineração a céu aberto, e o corte de árvores etc., conduziu a um desflorestamento. Por isso, a maneira errada de pensar do homem criou-lhe um problema, e ele não só não colheu nenhum aprendizado desse problema como se está a preparar para começar tudo de novo. Por conseguinte, esse é um problema do foro do pensamento humano, que provocou esse problema e não nada que seja de natureza cármica.
Agora; existe um carma colectivo e muitas vezes quando se dá um êxodo de massas, digamos que um avião expluda e trinta e duas pessoas são mortas, essas trinta e duas pessoas provavelmente tinham um carma colectivo, por se achar tudo confinado a uma área e a um incidente. Esse tipo de coisa representa um carma colectivo. Por vezes a guerra constitui uma questão de carma colectivo, mas nem todos os problemas do homem são causados pelo carma, mas somente uma direcção errónea inerente à sua cultura.
Pergunta: (Ininteligível)
É sim, por ter destruído a vida por múltiplas formas. E ele terá que responder por isso por uma forma qualquer, porventura por uma via que ensine... Sim?
Pergunta: (Ininteligível)
Não obrigatoriamente, não. Mas podia ser. Mas a questão dos reféns constitui uma questão importante neste momento, por estarem a criar uma válvula de segurança de energia que vai impedir o surgimento de algo pior. Eles irão ficar bem, eles voltarão à vida.
Pergunta: (Ininteligível)
A aleatoriedade é criada pelo padrão do pensamento do homem. Deus concedeu-lhe o livre-arbítrio e não irá rescindir disso.
Pergunta: (Ininteligível)
Ah, sim, sim, sim.
Pergunta: (Ininteligível)
Há carma nacional motivado pela acção, mas tu precisas entender que, conquanto a vossa nação tenha tirado aos Índios, também os Índios tiraram a outros. Não estou a pretender deixar o Índio numa posição negativa, não me interpretes mal, por que o carma será respondido o que não quererá necessariamente dizer que suceda de uma só vez; pode passar por uma resposta individual a esse carma.
O carma será cumprido mas não quer isso dizer que suceda tudo ao mesmo tempo, e pode tomar a forma de uma resposta individual a esse carma, e na proporção em que tenha sido criado.
Pergunta: (Ininteligível)
Um carma proporcional, mas um carma individual que colectivamente poderá tornar-se num carma nacional. Tal como se duas pessoas neste compartimento tiverem uma ideia, essa ideia irá afectar as duas pessoas, mas se elas disseminarem por toda a gente e toda a gente o passar a adoptar, tratar-se-á de uma ideia colectiva. E uma ideia colectiva possui mais energia do que uma ideia individual e assim exerce um maior poder no mundo.
Pergunta: (Ininteligível)
Não, não, o carma estará directamente ligado àqueles que tiverem lidado com ele.
Pergunta: (Por que é que nos encontramos num corpo, para voltarmos para a origem de que procedemos, se não possuíamos um?)
Porque vocês tinham que ter um corpo; tinham que tomar parte no mundo. Quiseram intercambiar essas energias e por causa da vossa vontade, fizeram-no, mas como não podem assumir o que isso envolve em parte, carregam tudo o que isso envolve, tudo quanto implica lidar com a polaridade positiva e a polaridade negativa e as emoções, etc. Por intermédio de um mundo físico situado num universo físico mais habilitados estarão a trabalhar com a aprendizagem. A Terra assemelha-se a uma escola, do mesmo modo que Vénus e Magna, e alguns outros mundos.
Pergunta: terei que regressar, ou terá toda a gente que voltar à Terra?
Não, também poderão ir a outros locais, mas quando o homem se tiver manifestado a este ponto da humanidade, terá que permanecer nela, até trabalhar para regressar.
Pergunta: (É aí que eu estou.)
Sim, quando trabalhares no sentido de regressares não mais possuirás este corpo. Na vossa era de Aquário o nível da consciência irá elevar-se e irá alterar a energia. Quanto mais elevado o nível da consciência for mais leve será o corpo; o corpo começará a perder a densidade que tem e começará a passar uma vez mais para o corpo etérico. Os próximos dois mil e seiscentos anos formam a era de Aquário.
Pergunta: (Referente à inexistência de emoções e prazer no corpo etérico, ou sentiremos o prazer dos sentidos?
É claro que sim.
Pergunta: Sentiremos algum prazer de algum modo ligado ao sexo?
Possui uma atitude de sexualidade espiritual, uma atitude de um amor universal que pode adoptar a forma da sexualidade devido à euforia que envolve, mas que nada tem que ver com o sexo, conforme o encaram. Mas poder-se-ia dizer que sentem a mesma euforia.
Pergunta: Então sente-se prazer, só que não resultante das emoções?
Há emoção, mas não no mesmo grau. A maioria das emoções que vocês possuem no corpo físico constituem aquilo que chamam de mecanismos de defesa; usam-nas numa atitude defensiva. No mundo etérico não têm necessidade de defesa.
Pergunta: (Ininteligível)
Não, não no sentido em que o conhecem.
Pergunta: (Ininteligível)
Sim. Muito bem, a era de Aquário representa a passagem para a era do espírito. O símbolo do vaso a derramar água não representa água mas energia cósmica; é o que isso representa, estás a ver? É por isso que não representa um símbolo da água. A questão está em que o Aquário representa o espírito, a era cósmica. Vocês estão a passar da era de Peixes - que foi a era do pensamento aplicado, a era do princípio dogmático em que o espírito assentava na coisa dirigida - para o espírito. Na era de Aquário passam para o auge cósmico do espírito, o espírito é direccionado para o interior, em vez de para o exterior. Por outras palavras, em vez de dizerem: "Para chegares a conhecer Deus precisas fazer isto," dizem: "Volto-me para dentro e conheço Deus como parte de mim." Trata-se de uma mudança na vibração, e toda a vibração afecta; e em toda a mudança geralmente existem catalisadores, por causa da mudança da energia, e têm existido desde o começo dos tempos.
Pergunta: (Ininteligível)
Sim, existe. Os signos astrológicos fazem parte da aura, parte da definição do tipo de energia que a pessoa comporta. E por sua vez existem as estações, que também fazem parte do processo de evolução. Há uma estação para todas as coisas. E assim, existem factores esotéricos ou ocultos em tamanho mini que na realidade fazem parte do princípio divino. Agora, a forma como são usados, é o que determina a diferença; isso representa a polaridade. Se for usado positivamente para mostrar às pessoas que essa é a energia que possuem e a melhor forma de a usarem, ou usada para as conduzirem pelo nariz por todo o tipo de trauma. Isso é negativo. É o que o homem faz com isso que conta.
Pergunta: (Relacionada com a existência de um corpo espiritual)
Existe! O corpo espiritual é aquilo que regressa. Deixa-me dizer isto de outro modo. A alma constitui o homem imortal que não morre. O espírito constitui a energia etérica colectiva que envolve a alma de modo a poder vir assumir uma vida. Esse corpo etérico representa um duplicado de vós, a vossa sombra, por assim dizer. Assim, possuem um corpo espiritual; é a ele que se ajustam quando entrem em sintonia com o vosso ser divino. É a consciência superior. É o Deus.
Pergunta: (Relacionada com o início da era de Aquário)
Muito bem; já nos encontramos na era de Aquário, há três ou quatro anos, aproximadamente, conforme vocês medem a passagem do tempo.
Pergunta: (Ininteligível)
Sim, sim. Estão a passar para essa era.
Pergunta: Então estamos no começo...
Sim.
Pergunta: Por que razão terá o criador criado o universo?
Por razão nenhuma conforme vocês ajuízam a razão. A vossa razão assenta na lógica. Deus criou o movimento e o movimento em moto perpétuo criou tudo o mais. Deus não começou tudo dizendo: "Creio que vou criar o homem." Ele disse: "Necessito que o Vazio seja uma coisa útil." A maneira como chegou a ter um propósito no fim, viria a ser determinado pelo que sucederia pelo meio. Tenho consciência de que isso deve doer, mas o homem não representou a coisa mais importante no universo. (Riso) O que têm que recordar é que quando dizem que Deus os fez à Sua imagem, isso não significa duas mãos e duas pernas, mas em consciência; vocês são um ser etérico por dentro. A intenção era a de criar... Mas deixem igualmente que lhes diga que vocês são tão importantes para Deus quanto Ele é para vós, por serem todos parte d'Ele; por isso com o tempo vocês (...) Por isso torna-se muito importante reconhecer que Ele tem uma fé extremada em vós, e que vocês são importantes para Ele, por vocês constituírem a Sua expressão física no mundo da manifestação. Para Se manifestar neste mundo Ele precisa passar pelo processo evolutivo que adopta padrões de pensar. Agora, vocês possuem em vós os vórtices que representam os vórtices universais por meio dos quais vocês manifestam. O homem recebeu todas as chaves de que necessita para descobrir o caminho de regresso. Apenas necessita fazer uso delas, estão a entender?
Pergunta: Quando Deus criou este mundo, como quem diz, terá precisado de alguma evolução para descobrir que o homem necessitava de pensamento e de vista e de expressão?
Não. Ele não disse: "Vamos atribuir-lhe a visão à Terça-feira e a visão à Quarta-feira," em absoluto. Aquilo que disse foi: "Que o homem experimente o universo." E ao experimentar o universo, a necessidade de desenvolver os sentidos ocorreu. Vejam bem, se pegarem em pequenos micróbios e os dispuserem em determinadas combinações, eles tornar-se-ão coisas diferentes, devido ao efeito provocado por aquilo em que os põem em contacto. E isso é o que sucede com a energia. À medida que uma energia afectou a outra, ocorreram novas necessidades. Mas devido a que no início não existisse direcção, nem sequer tinham consciência do significado de uma necessidade. Mas o universo sabia que existia uma necessidade e começou a permitir que evoluísse. Torna-se muito difícil compreender o que significa uma nebulosa.
Pergunta: Será Deus a totalidade das energias combinadas? (É) Nesse caso, necessitará das diferentes energias (...)?
Ele não necessitou de energia. O homem é que para se desenvolver necessitou de uma aura, e as energias planetárias faziam parte da aura. Ele não estava para os deixar à solta pelo mundo sem um meio qualquer de auxílio, e assim a aura do universo foi estabelecida.
Pergunta: Quando o homem tiver evoluído a ponto de não mais se achar comprometido com o plano material... certas entidades que tenham evoluído para esse nível terão ficado para trás a fim de ajudar aqueles que precisam continuar a (...) no plano material. Outras terão partido para outras esferas (...) Poderias explicar isso melhor?
Sim! Bom, digamos que nenhuma palavra é ouvida a dar notícias delas, ou sobre elas, mas ainda estão a fazer aquilo que é suposto fazerem neste plano. Muitas que tenham atingido esse estado de evolução optam por trabalhar a partir do meu plano para ajudar; outras optam por regressar numa forma física a fim de ajudarem. Mas ajuda não deixam de prestar.
Pergunta: (Relativa à comunicação com outros planetas)
Inicialmente uma troca de conhecimentos. Agora, quero deixar claro que quem quer que espere que uma enorme nave espacial venha a surgir dos céus para os levar e salvar, o melhor é que mudem de ideias, porque não vai ser isso que vai acontecer. O homem vai-se ajudar a si mesmo; não esperem que o espírito faça por vós aquilo que não fizerem por vós próprios. Mas devido a que o universo deva ter informação que pode ser trocada, isso pode representar um intercâmbio benéfico. Notem que eu sempre ouvi falar de inteligência superior, na vossa sociedade. Inteligência constitui a capacidade que têm de confrontar o vosso ambiente. E eu sempre utilizo o exemplo: se pegarem alguém da metrópole de uma cidade e a colocarem no meio aborígene, qual será o mais inteligente? E caso revertam o processo, qual será o mais inteligente? A inteligência significa capacidade de confrontar aquilo que têm.
Agora, aqueles que existem no espaço exterior, conforme vocês chamam a isso, têm inteligência para lidar com aquilo que têm; e nós neste planeta material - e digo "nós" por precisar dizê-lo por me encontrar neste corpo físico que estou a utilizar esta coisa que se acha ancorada na Terra por acção da gravidade - também precisamos trocar a capacidade que temos de confrontarmos o nosso ambiente. E parte desse intercâmbio pode resultar muito benéfico na área da saúde, da comunicação, etc. Assim, é um processo de intercâmbio que está a desenrolar-se e não uma história de ficção científica de um tipo qualquer.
Pergunta: (Ininteligível)
Universos, sim! Conforme conhecem o vosso universo, que consiste no vosso mundo, os vossos planetas, as vossas galáxias, etc., existem igualmente outros universos que fazem parte do Universo Grandioso, que comporta os sistemas solares todos em si, como um só universo.
Pergunta: (Ininteligível)
Sim, ainda existe um vazio parcial aí.
Pergunta: (Ininteligível)
É o mesmo vazio.
Pergunta: Existiria alguma coisa antes do vazio?
Não.
Pergunta: Então a Criação sucedeu depois do vazio. (Sim.) Então como é que (...)?
Por estares a observar o que o homem fez com (isso). Nada constitui um erro; nem o bom nem o mau constituem erros, mas processos de aprendizagem, e todos aprenderão com eles. Nunca neguem o facto de se encontrarem onde seja suposto encontrar-se em qualquer momento. Deixa que responda só aqui a uma questão por um instante.
Pergunta: Eu só queria voltar a (...)
Sim! De acordo com o nível que tenham atingido em consciência.
Pergunta: Queria colocar uma pergunta acerca do homem; quando terá sido que ele surgiu?
No começo! As hostes angélicas foram criadas na forma etérica e permaneceram na forma etérica como parte da aura do universo. Cada um com uma atribuição, por assim dizer, para com o homem, ou as plantas, os minerais ou os animais.
Pergunta: Por que razão terão as hostes angélicas permanecido no etérico?
Por melhor poderem auxiliar aí. Por esse ser o seu factor particular na aura (do universo).
Pergunta: Mencionaste anteriormente que a quantidade de Serafins era superior à dos tempos presentes. A que se deverá isso?
Sim, por eles terem, aquilo que vocês referem como "mudado para outro exército," por assim dizer. (Riso) Não sei mais como formulá-lo de outra forma. Por vezes dão-se mudanças de posição na aura, aqui, do mesmo modo que se dão no vosso mundo. E desse modo, alguns terão ido para outras auras... Por estar na ordem do universo que trabalhemos com este lado; por ser aqui que pertencemos.
Pergunta: (Ininteligível)
Vocês fazem, vocês fazem. (Riso) Quando aqui chegam entendem tanto mais acerca de vós próprios que regressar atrás pareceria mau.
Pergunta: (Ininteligível)
Muito bem; primeiro, o homem começou a configurar, por intermédio das polaridades e da compreensão etc., este critério pessoal que diz: "Eu não sou merecedor." Vocês ouvem as orações que fazem, que englobam o "Eu não sou digno..." Vocês são dignos; Deus fê-los dignos; nunca esqueçam isso! Mas precisam sintonizar a harmonia do vosso ser, e não o ego. A meditação é factor chave em toda a percepção. Meditação, oração, estado de sonhos - níveis conscientes de harmonização para o homem. E quando estabelecem harmonia com base neles produzem equilíbrio em vós próprios, de modo a poderem trabalhar com o poder sem que acarrete destruição para vós próprios. Se quiserem tostar o vosso pão não o colocam no transformador do poste. Colocam-no na máquina que foi alterada para uma corrente que não queime a torradeira. Assim, também vocês precisam tornar a vossa energia numa energia transformada de modo a poderem usar essa energia em harmonia e de modo a poderem usar o poder em harmonia. Entendem, não se trata de jogo nenhum. Trata-se de crescimento.
Pergunta: (Ininteligível)
Assim que tiverem estabelecido em vós essa harmonia jamais sairão desse estado. O homem está constantemente em fuga de si próprio; não quer ficar a sós consigo próprio, por não estar certo de chegar a gostar daquilo que descobre. Assim, liga o rádio ou outra coisa qualquer que faça ruído, de modo a não ter que ficar a sós consigo próprio. Mas somente quando o homem entra em contacto consigo próprio é que ele possivelmente consegue chegar a conhecer-se para entrar em harmonia o suficiente para estar o tempo todo nesse estado alterado. Assim que tiverem atingido o estado de harmonia, estarão nesse estado o tempo todo sem que a vida lhes arme partidas. Conseguirão experimentar todo o tipo de coisas na vida e ela não lhes aprontará coisa nenhuma; vocês elevam-se acima disso.
Pergunta: (Ininteligível)
A Segunda Vinda de Cristo precisa ocorrer primeiro em cada um; a Segunda Vinda de Cristo constitui uma coisa privada e individual, e quando isso tiver ocorrido, então poderá um Cristo ter lugar. É a consciência.
Pergunta: (Ininteligível)
Olha ao teu redor, olha o mundo; olha a ganância, a falta de amor que reina no vosso mundo - isso são aspectos do Anticristo. O Anticristo representa a polaridade do Cristo positivo. São os factores negativos do vosso mundo. E o homem está a harmonizar-se com eles e a tornar-se cada vez mais negativo. O homem precisa criar harmonia consigo próprio. O Anticristo é tudo quanto permitir que o homem não aceite o Deus dentro dele. Ele encontra-se ao vosso redor. Toda a gente aguarda a vinda de uma figura específica que possa culpar. Mas tem sempre lugar dentro de vós - sempre! E é aí que precisa ser enfrentado.
Pergunta: (Ininteligível)
Está relacionado com a consciência, que possibilita a harmonia ao Judeu.
Pergunta: (Ininteligível)
A Mente Infinita tem lugar dentro do vazio, por a Mente Infinita poder alterar e mudar o vazio, e o vazio passará uma vez mais a mover-se, à medida que a Era de Aquário prosseguir. Dar-se-á uma outra alteração do universo.
Pergunta: (Ininteligível)
Respeitante à Era de Lemúria... Que horas são? Preciso precaver-me em relação à energia dela... Mais vinte minutos? Muito bem. Tenho que impedir que lhe queime a energia, pelo que preciso sempre que me lembrem as horas. Não levo uma existência no tempo, pelo que preciso que me indiquem as horas.
O processo exigido no estágio que antecedeu a Lemúria - era aí que íamos, não? Assim que teve lugar o estágio da Lemúria, o homem ainda se encontrava num corpo etérico. Mas o intelecto - ou a mente - começou a operar. Bom; os estágios iniciais da Lemúria compreendiam uma existência etérica com um vago começo da mente. A mente sempre esteve presente, mas então, começava a entrar em reconhecimento. Vocês nasceram com tudo, foram criados com tudo, mas precisam alcançar níveis de compreensão para poderem captar isso, para o chegarem a reconhecer, e deixar que brote dentro de vós, por assim dizer. Assim, começaram, nesse período a dispor de mente, e no período da Lemúria, existiram períodos de um poderoso silêncio no qual o ser etérico simplesmente existia, quase num vazio próprio. E nesse período de tempo a energia da mente chegou a concretizar-se, de modo que adquiriram a capacidade de conhecer e de compreender o outro sem palavras, sem nada excepto "ser." Esse é o estágio a que regressarão: "Ser." O objectivo assenta no facto de que, à medida que o homem aumenta a capacidade mental que tem também começará a manifestar necessidades e a manifestar a resposta a essas necessidades. Assim, durante um período de cerca de um milhão de anos o homem começou a consolidar-se na forma e a tornar-se num ser com densidade.
Pergunta: (Ininteligível)
Não se achava confinado ao plano terreno mas era capaz de viajar por dentro e por fora sem precisar permanecer numa área. Era capaz de se deslocar de uma área para outra, por ainda ser um ser universal, e não um ser que fosse posto num lugar e que precisasse aí ficar, por não ter uma direcção, até que a mente se desenvolvesse, entendes? Portanto, ele era capaz de ter conhecimento de todo o Universo e não apenas de um segmento dele.
(Pergunta: (Ininteligível)
Os Lemurianos não eram particularmente grandes; não foi senão até chegarem ao período Atlante que... os Atlantes eram muito grandes... eram muitos, sim. A multiplicidade ocorreu à medida que o homem se desenvolveu. Lembram-se que eu referi anteriormente que o homem se conseguiu reproduzir no auge da força da sua energia, no seu estado etérico inicial. Assim, passou por períodos de separação do ser, de um aspecto subliminal, por assim dizer. Mas quando o homem começou a materializar-se no plano terreno, começou a estabelecer uma relação com o plano terreno e com as coisas materiais. E isso é o que é referido em termos da "Queda," altura em que o homem se dividiu e deixou de ser autônomo. Isso representou a Queda - ele agora era formado por dois aspectos. E agora precisava acasalar para se reproduzir... Antes disso, o homem era plenamente capaz de se reproduzir sozinho. Ele era UM, assim como vocês agora também são Um, com o Pai, só que era formado por dois indivíduos separados, por todos esses indivíduos representarem o universo contido, capaz de se reproduzir... A divisão em macho e fêmea estava agora a instaurar uma dualidade. Em consciência existia o desejo de fazer parte de um plano material. O desejo trouxe a fusão com o plano material que causou a divisão.
(Pergunta: (Ininteligível)
Lúcifer é o senhor das trevas, e as trevas são constituídas pela negatividade, o lado sombrio da Luz, pelo que Lúcifer é o Senhor do lado escuro da Luz. Lúcifer significa Luz. E assim, tempo virá em que descobrirão que ele representa o sacrifício. Estão recordados de eu ter falado das forças angélicas que precisaram de áreas específicas com que trabalhar? Criar uma ponte entre os dois mundos, desde o começo dos tempos. Lúcifer sacrificou-se ao se votar às trevas, para poder cuidar das trevas, e de tudo o que nelas tinha lugar.
O homem criou um diabo e um inferno e por aí adiante, com base no medo. O homem criou o seu próprio inferno, e muitos vivem nele o tempo todo. Mas precisam reconhecer que aquilo que trazem, por acção do pensamento, a este mundo, conseguem experimentar, por a mente ser quem o factor regente.
Agora, no estado Lemuriano começaram a desenvolver-se diversas coisas - a mente. Mas isso não aconteceu da noite para o dia, conforme dissemos. O padrões do pensamento que começaram a focar-se na dualidade começaram a fundir-se progressivamente com o plano material, com as energias materiais. O que quer dizer que a energia desse corpo etérico estava a abrandar, e quanto mais baixa era a vibração, mais pesado se tornava o corpo. Não estamos a falar de calorias mas de densidade da energia no corpo. Assim, à medida que a energia começou a baixar o homem tornou-se num ser denso. E quando se transformou num ser com densidade, precisou enfrentar todas as energias materiais. E então, os Lemurianos, que eram tão telepatas no começo, começaram a ver a experiência telepática a desvanecer-se, por agora tudo quanto era real era sólido - na medida em que o conseguiam entender. Começaram a afastar-se e a esquecer aquilo que tinham sido antes.
Pergunta: (Ininteligível)
Aí há uns trinta e três milhões de anos. Mantenham sempre esses trinta e três em mente, porque sempre haverão de descobrir ciclos de trinta e três anos milhões de anos, no que respeita a certas ocorrências inerentes aos padrões do desenvolvimento do homem.
Então, o período da Lemúria começou a passar para o período da Atlântida. No período da Lemúria, o homem começou a usar a mente consciente e a dirigir na matéria. No período da Atlântida começou a intensificar aquilo a que chamam "mente do progresso," e começou a experimentar atitudes colectivas. Não mais bastava ter um pensamento seu porque agora começava a operar com o pensamento colectivo, e começou a lidar com energias - o que mais uma vez, levou muitíssimo tempo. Talvez se eu conseguir que o "instrumento" se sente sossegada por uns instantes, eu lhe consiga ditar uma folha que lhes seja útil; ou, se da próxima vez arranjarem um quadro, terei o prazer de o esboçar no quadro, e talvez um gráfico compreensivo do tempo, conforme o concebem lhes possa ser útil.
Pergunta: (Ininteligível)
Ela (o instrumento) está a ficar sem energia, pelo que eu também... O que devem ter em mente é que no próximo período, da próxima vez vamos tratar do período da Atlântida e da queda da Atlântida e da passagem para o Egipto, Polinésia e Tibete.
Pergunta: (Ininteligível)
Ah, este quadro foi pintado por um cavalheiro a partir de uma descrição de um ser etérico que é um mestre do universo. E é interessante ver como a jovem senhora aqui representada é muito, muito semelhante. Ela não tinha qualquer conhecimento deste quadro; foi uma prenda - uma cópia - que o artista deu ao "instrumento."
Pergunta: (Ininteligível)
Ela está aqui... isto, claro está... representa os sete períodos da consciência do homem... o universo em termos de energia, em relação ao homem; o dedo nele representado significa que ela detém o universo na mão. A ascensão da luz em expansão pelo universo... e notarão que a terra constitui somente um segmento desse universo, e que ela se estende a todo o universo. Depois, o centro radiante do seu ser é o aspecto de Deus interior.
Pergunta: (Ininteligível)
Este é um mestre do universo. E este é o conceito mais ímpar dela; o que é interessante é que o conceito dela, desta jovem, é muito similar em si mesmo. O que não quer dizer que a senhora seja a mestra mas uma ligação na beleza etérica do indivíduo.
Pergunta: (Ininteligível)
O homem tem sempre medo de vir a perder alguma coisa, pelo que quer alcançar uma consciência superior, mas receia sempre abrir mão de algo para tal fim. Fazem, sim, sacrificam tudo... Todo passo em frente é dado com base no sacrifício. Assim, terão que compreender que possivelmente sacrificam porventura a individualidade no sentido da personalidade, ou ego, mas o que ganham é a realidade universal do vosso ser, o que porventura será demasiado maravilhoso para compreenderem. Não há nada no progresso em frente que não apele a um sacrifício ao longo do caminho. Cada um se sacrifica em prol do incremento da consciência e por uma maior adaptabilidade ao universo.
Pergunta: (Ininteligível)
Eles estavam a tratar da sua própria evolução. A questão está em que têm em vós tudo quanto precisam para evoluírem e chegarem ao vosso ser superior, desde o princípios dos tempos... Eles virão em energia. Todos vós que meditais estais em comunicação com energias do universo...
Pergunta: (Ininteligível)
Vocês estavam nesta forma no evolução necessária desta forma. Rastejaram durante um período. Se voltassem ao período do homem Cro-Magnon verão que eram muito pequenos e muito estupidificados e muito animalescos nas vossas atitudes, mas isso fazia tudo parte da vossa evolução. Mas não importa, foram sempre Homem.
Pergunta: (Ininteligível)
Entendam que o homem não teve tempo para registar as coisas desse modo. O homem ainda não se achava preso em termos específicos, por essa altura.
Pergunta: (Ininteligível)
Aquilo que devem reconhecer é que estão a chegar mais perto do que alguma vez, em termos de compreensão, e o tempo mostrará isso ainda mais, por estarem a atingir um novo estado de compreensão do vosso universo, pelo que isso virá a ser mais trazido adiante. mas também precisam lembrar que as chamadas atitudes primitivas eram usadas para criar essas coisas; e elas vieram do período Atlante. Isso será o que iremos tentar compreender na próxima semana.
Agora vou responder à tua pergunta e creio que é tempo de libertar o “instrumento” por esta noite.
Pergunta: (Ininteligível)
Tudo quanto tratarem com respeito e amor lhes transmitirá respeito e amor de volta. Da próxima vez que algo suceder de errado com o carro ou algo, em vez de se porem aos pontapés tentem falar com ele e de lhe perguntar se compreende a necessidade que têm de ir trabalhar, e poderão surpreender-se com o que sucede.
Pergunta: (Ininteligível)
Creio que talvez seja por na vossa sociedade actualmente o amor se ter transformado numa coisa programada. “Se tu fizeres isto eu farei aquilo; se não fizeres eu também não faço. Terá ela ou ele isto e mais aquilo?” Em vez de dizerem: “Guia-me ao que é correcto e perfeito para o meu crescimento e o do outro,” porque então estarão a comunicar ao nível da alma e o resto assenta no respectivo lugar e será levado em conta. Mas o que é abordado como coisa programada, dificilmente leva à comunicação da alma.
Creio que por esta noite a vou libertar, por sentir que as energias se estejam a esgotar.

Transcrito e traduzido por Amadeu António
Direitos de autor: © 2003 Saul Srour
Autores: Rev. June K. Burke e o Serafim Julian

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