sábado, 26 de setembro de 2015

A SIMBOLOGIA DOS NÚMEROS


(Excerto)
… 


A batalha do Armagedom constitui na verdade a batalha que vós próprios travais; a batalha das almas do bem contra as almas do mal. Uma coisa que tem sido interpretada vezes sem conta no vosso mundo é que uns quantos escolhidos venham a ser salvos e o resto desaparecerá. Isso pode até ser verdade, mas quem procede à escolha? (Riso) Vós! Quer venham a ser sobreviventes ou não será determinado pelas vossas acções, pelo vosso viver, pelas vossas indicações mentais, entendem? Por isso, a batalha do ser interno, que está relacionada com os quarenta dias que Jesus passou ao redor (no deserto). Vocês contêm-se e enfrentam uns quarenta dias sozinhos, por já terem tido quarenta dias de chuva e tiveram que construir uma arca, não é? Tiveram que construir uma arca para se abrigarem nesses quarenta dias de compreensão interior, de autoconhecimento. 


Mas entendam que se lerem o Livro da Revelação verão que há muitas vezes em que a besta não é menosprezada, por lhe concederem o poder de superar… Por isso, se olharem para si próprios como a besta obterão o poder de superar os níveis do eu e para estarem preparados.


Outra coisa que é difícil que as pessoas compreendam é que estão sempre à espera que sucedam, sem que notem que algumas delas já terão sucedido. As pessoas fazem perguntas acerca das profecias de Nostradamus, etc. Elas também encontram razão de ser pelo facto de as levar a fazer alguma coisa com respeito a elas. Alguém terá referido “Morrem como moscas vitimadas pela praga.” Alguém dotado de elevada consciência diz (por meio disso) “Temos que nos aplicar e dar-lhe uma resposta.” 

Nos dias de hoje têm uma praga chamada SIDA, e aqueles de consciência elevada encontrarão a resposta. Quando surge uma nova era todos os vírus são isolados e são abertos outros por acção da frequência de vibração da era. Os vírus tornam-se virulentos por acção da direcção mental que as pessoas adoptam, de modo que as pragas estão relacionadas com o estilo de vida das pessoas. Em muitos casos as pragas dizem respeito a condições sanitárias de forma que a praga actual prende-se com interacções de natureza sanitária.


Comentário: É interessante porque, de acordo com relatórios médicos, pensam que algumas das pessoas que tenham estado expostas e que tenham sido contaminadas pela sida, não chegaram a contraí-la, apesar de deverem tê-la contraído antes…


Toda a gente nasce com células cancerígenas e nem toda a gente contrai cancro. Deve-se à mente e à acção física. Já afirmamos anteriormente que o Livro da Revelação refere para se acautelarem: “Tenham cuidado! Dêem a volta!” Mas as pessoas continuam tal como são. Por conseguinte, quando uma praga surge e alguém diz: “Esta é a maneira porque a evitarão,” e as pessoas fazem a mesma coisa, irão pôr essas células em acção. Mas não deve ser visto como uma sentença, por no crescimento, no crescimento da alma residir a cura de toda a praga e o cerne disso residir em toda a gente e não somente naqueles que são atingidos pela praga, mas na forma como os outros a tratam, na forma como lhe reagem, no nível de amor que mostram, no nível de cuidado, no nível de ausência de espírito crítico. Saem que o mandamento da nova era diz para se amarem uns aos outros de forma incondicional, de modo que ao longo do percurso, uma pessoa chega à conclusão que aquilo não se lhe adequa, mas deseja o melhor àquele que padece disso. Não devem apontar o dedo acusatório, por não caber ao homem fazê-lo.


Há tanto do que se está a dar no vosso mundo que já faz parte do cumprimento das profecias. Números – vós sois (identificados por) números e não por nomes – o número da casa em que vivem, o número do vosso telefone, o vosso número da Segurança Social, o número da vossa conta bancária – vós sois números, o que valida o facto desse profecia se encontrar presente, pelo que não têm que esperar que venha a suceder. Não utilizam mais dinheiro, utilizam cartões de plástico – essa profecia acha-se cumprida.


Assim, que irão fazer relativamente a isso? Irão tornar-se em adoradores do cartão plástico e dizer que se acham subjugados ao cartão de plástico por o usarem constantemente? (…)


Assim, (…) este tipo de coisa castelo no ar de que as profecias falam, porque elas referem coisas que estão justamente a suceder na forma densa da energia da Terra. Que serão vocês? Que coisa adorarão vocês? Que permitem vocês que se torne no vosso modo de vida? É isso que as profecias englobam, entendem? E notarão até que mesmo nas profecias as quatro direcções ou raças (NT: Alusão às profecias oriundas das Roda de Medicina dos Hopi) ou pedras angulares do equilíbrio do universo. E as quatro direcções dizem respeito aos quatro elementos, ou aquilo a partir do que todas as coisas são criadas. 


Isso acha-se tudo representado, mas representado por intermédio do factor visionário ou clarividente e traduzido pelo entendimento deste tempo actual. Cabe ao homem de hoje levar em conta essa profecia no tempo actual e traduzi-la.
 


Comentário: Fizeste um comentário acerca dos cartões de plástico; poderias dar-nos a referência bíblica disso?



Bom, falam de números, em se transformarem em números. Vocês também estão a par do número 666 e de toda a gente carregar a “marca da besta”, mas se verdadeiramente tiverem lido o Livro da Revelação verão que fala da marca na fronte ou na mão direita, a qual se refere ao futuro, àqueles que são de Deus, e verão que falam da “marca da besta” na testa, pelo que entenderão que dizem que vocês têm uma escolha quanto à marca que carregam. Suportam o que é do futuro, ou dirão que seja no rosto, que quer dizer dentro de vós, o que não passa dos vossos desejos e do vosso ego, e assim tornam-se na besta. Ou alcançam e levam a marca adiante.



Agora, o 666. Eu sabia que não iriam deixar passar essa em claro… (Riso) O 666 na realidade constitui um nove. Trata-se de múltiplos de três, que constitui a primeira realização do homem. O 3 representa o homem, a sua entrada na Terra, a sua servidão à matéria, e o tornar-se de novo aceite como estando acima da servidão. O 6 representa o homem ao reconhecer a Deus como residindo dentro dele, e o 9 representa o homem com Deus elevado dentro de si. Reparem que o 6 refere algo ainda por vir - o círculo acha-se à direita da linha, enquanto no 9 o círculo situa-se à esquerda o que significa “interno,” referente ao passado. 



Depois verão que se pegarem nos três 6 obterão um 18, que por sua vez se reduzem a um 9, que constitui uma elevada força espiritual. Portanto, a “marca da besta” representa a elevação ao espírito ou a Deus. Por conseguinte os três 6 representam os níveis a superar. Dois três representam um seis, o que constitui um paralelo, o que refere o activo e receptivo, o negativo e o positivo, etc., que precisam ultrapassar. E ao superarem cada fase naquilo que é de Deus. O aviso que representa é: Não se deixem aprisionar no seis.



Aqueles de vós que se interessam por numerologia, não se deixem aterrorizar se estiverem no sexto ano. O seis constitui número bastante construtivo que os faz trabalhar, e trata-se unicamente de um universo vibratório; não estamos apara aqui a falar de numerologia, astrologia… isso faz tudo parte do universo. Mas a energia é trabalhada e cria capacidades para que o homem mude. Quando as energias do universo entram em funcionamento e se alteram, apresentam-lhes uma oportunidade para que vejam algo que não tinham visto antes, uma oportunidade de a examinar com um novo par de óculos, um novo nível de compreensão. E se o fizerem tornar-se-ão cada vez mais capacitados a avançar em frente.



Comentário: Então esse 6 significa a fase da passagem pela crise espiritual (A Noite Escura da Alma) que temos que ultrapassar. Já estou a entender.



Exactamente. Se reconhecerem que o instrumento de ensino da era de peixes foi o medo: “Deus apanhá-los-á se não tiverem cuidado,” esse tipo de coisa, perguntarão porquê. Por ter sido a era do cultivo da disciplina. Assim, quando disciplinam a criança dizem-lhe para ficar sentada e para prestar atenção. Do mesmo modo o, o universo dizia-lhes: “Senta-te e presta atenção, e sabe que existe um Deus. Esse Deus era multifacetado pelo múltiplo, pelas práticas de magia etc., mas era externo. Tipo o patriarca nos céus. Com tal entendimento gozam de uma oportunidade de permitir a mudança. Esta é a era do espírito e da corrente, e baseia-se no círculo, ao passo que a era de peixes esteve baseada no quadrado.



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O seis é formado por uma linha recta vertical e um círculo, o que representa o homem e Deus reunidos. E o som da reunião de homem e de Deus possui a energia fonética original da recolha do sagrado, recolha de tudo quanto esse indivíduo necessita, pelo que se torna num número associado ao dinheiro, um número associado à sementeira, à recolha de todas as coisas que necessitam – encher pela metade por assim dizer.


Comentário: Poderias explicar o 666?


Julian: Que é que o 666 soma? 


Comentário: Um 1 e um 8.


Julian: E um 1 e um 8 somados o que é que dão? 
Comentário: Um nove!

Julian: O 3 representa as três colheitas do homem: Mente, corpo e alma, que lhe traz uma frequência espiritual mais elevada que representa Deus elevado ao seu mais alto ponto no homem. A linha recta e o círculo agora elevados ao cimo (NT: Alusão ao algarismo 9). Portanto, o vosso 666 constitui uma transformação nas três partes do homem de modo a colherem essas qualidades.


Comentário: (É pouco claro, mas refere a qualidade do dever e de serviço e de fragilidade que o seis representa em termos de numerologia…)


Julian: Mas, minha querida, isso é alegria… (Riso) Vejam bem, o homem vê o trabalho como uma coisa monótona, mas o trabalho é prova da capacidade que têm de ser, constitui a manifestação do vosso potencial (NT: Interferência sonora corta a frase), é um método de vitória, de modo que denuncia satisfação. 


Quando tratamos de numerologia, é isso que confunde as pessoas, quando falamos de numerologia estamos a falar de toda a ideia universal que foi criada nos começos do tempo, ao que posteriormente vieram a ser dados alguns significados milagrosos pelo homem. Portanto o seis representa um número associado ao trabalho, representa a realização tangível do cumprimento, e o som do 6 representa a colheita de tudo quanto necessitam. 


Por conseguinte eles não são assim tão estranhos relativamente um ao outro, mas somente o homem, o homem parece pensar que o serviço signifique subserviência – coisa que não significa! Se eu te servir bem, sirvo-te… o facto de te ajudar não quer dizer que me calces aos pés. E o trabalho não quer dizer “sob o chicote,” mas o uso do potencial que têm para se realizarem. Por isso eles não estão assim tão afastados um do outro, só que a energia torna-se muito diferente.

Portanto, o número seis… se tivessem que pensar num som que lhes desse alguma coisa, qual seria? 


Comentário: Ena!


Julian: Isso soa a “agora,” (NT: Que em Inglês se traduz por “now”) não mais tarde. O som correspondente ao 6 constitui um som circular, significa ir para fora e vir, entrar ou chegar; significa que tudo quanto atirarem recolherão de volta, quase como atirar as redes ao mar e retirá-las cheias de peixe. Agora, haverão de notar que existe uma certa semelhança na tonificação entre o som de ambos (…) (NT: Ruído de cão a ladrar) trata-se de um som suave, não é um som forçado, mas constitui um som poderoso. E por o amadurecimento disso representar o cumprimento que lhes trás a satisfação e a permissão para aceitarem. Entendem?


Por conseguinte, quando pensam no numeral seis, vejam-no como aquilo que vai fora para lhes trazer, o que quer que precisem. Poderão cantarolar esse som de forma a acelerarem a entrega.



O nove representa, uma vez mais, conforme dissemos há instantes, uma linha recta e um círculo, só que o círculo acha-se agora elevado à parte mais elevada do homem. O círculo representa a divindade em todo o homem e representa a imortalidade do homem. E quando lidam com o nove estão a lidar com a colheita e a reunião e com a elevação ao vosso ponto mais elevado em vós próprios. Portanto esse som torna-se num som que reúne todos os outros nele (…) o “Om”. O “Om” constitui a vibração do 9, por representar a aceitação, e o 6, que quer dizer o colher e o puxar para dentro, o cuidar de vós, e a seguir (…) a elevação em espírito. O 3 constitui a vossa primeira aceitação, e se virem alguns dos números que apresentamos verão que o 3 representa a primeira provação, e que o 6 constitui a segunda provação, e que o 9 constitui a terceira provação. Portanto, ao se dividir o seis, tudo quanto tenha ocorrido antes do 3, e no 6 encontra-se tudo quanto tenha ocorrido desde o 3, e no 9 aceitam o pleno poder da vossa identificação fonética de humanos.


Comentário: Ainda estou confuso. Que queres dizer com cumprimento, realização?


Julian: A primeira realização do homem esteve na descida que fez à matéria, o seu desejo virgem, e a aceitação que possuía do: “Assim como encima, também em baixo,” duas presenças. A presença da comunicação: “Eu posso aceitar de novo aquilo que é bom para mim. O 6 constitui a segunda realização. “O homem com Deus dentro dele, pronto a utilizar essa sabedoria a fim de reunir em si as crenças, e o 9 representa a clara compreensão do Deus dentro, que lhes concede os componentes completos de toda a fonética que conduz a isso…


Comentário: Qual será o som do 9, mais uma vez?


Julian: O “Om.”  



Transcrito e traduzido por A. António
Direitos de Autor: Saul Srour 
Autoria: June K. Burke e julian

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