domingo, 21 de junho de 2015

DOENÇAS CRÓNICAS E AMBIENTE - ESTRESSE, DEPRESSÃO E OBESIDADE




DOENÇAS CRÓNICAS E AMBIENTE 


Muitas das doenças crónicas, em particular aquelas que têm início na meia-idade, acham-se ligadas ao estado do meio ambiente. Várias situações de desenvolvimento de cancro são directamente afectadas pelas situações ambientais tais como a síndroma da Fadiga Crónica, o Lúpus Sistémico, A Sinusite Crónica, e diversas outras condições alérgicas, incluindo a asma contraída na idade adulta.



Vemo-nos forçados a dizer que as partículas existentes na atmosfera e na água contribuem para o surgimento de tais doenças, e embora nem todas as pessoas “devam” contraí-las, dado que mais de noventa por cento de todos os corpos sejam geneticamente imperfeitos, o estresse imposto pelos contaminantes ambientais podem tender a sobrecarregar o sistema e a resultar em doenças crónicas.



O impacto que as doenças ambientais causam não pode ser exagerado por nos vermos forçados a dizer que em cada pessoa que padece de enfraquecimento crónico de saúde, setenta e oito por cento delas comporta um componente ambiental.



Embora o costume médico actual não trate de muito que tenha que ver com alguma coisa, excepto nos casos mais graves dos elementos ambientais presentes no comprometimento da saúde, cremos que um exame mais minucioso provar-se-á interessante a esse respeito.



Concordamos que seja frustrante lidar com problemas de saúde que são ao mesmo tempo onipresentes e efémeros, mas sem uma análise qualquer cuidadosa os problemas tendem a aumentar e a agravar-se. Abordando a questão agora é mais provável que seja “definida” de uma forma bem-sucedida do que tais estudos sejam prorrogados até que o impacto sinergético se torne tão complexo que o entendimento do problema se transforme no aspecto mais difícil de “programar.”



Por outras palavras, os problemas tendem a tornar-se mais complexos com o tempo, e de mais difícil acesso devido à complexidade. Há também a questão das vacinações, não porque pretendamos desencorajar os programas de imunização, mas por sermos levados a mencionar que infectar bebés com a intenção de os proteger pode contribuir para as várias doenças que ocorrem em idades mais avançadas. O que não quer dizer que seja “recomendável” evitar a vacinação, por não se tratar disso.



Trata-se de um esforço louvável por minimizar os casos de “doença” na vida e reduzir a gravidade das doenças. A imunização faz mais em prole da preservação da vida do que a sua ausência, mas não desejamos deixá-los de sobre aviso por não poderem escapar às repercussões de tais terapias como a da imunização.



Muitas pessoas desenvolvem condições de falta de saúde de baixo grau em resultado de tais vacinações ministradas na infância. Não pensamos que seja recomendável postergar ou limitar as vacinas porquanto isso está longe de ser o caso, em especial numa altura em que se apresenta a densidade populacional que se apresenta, mas cremos que a reavaliação de muitas das doenças crónicas à luz do historial dos programas de vacinação possa revelar muito de interessante. Cremos que, caso as vacinas fossem dadas em doses mais reduzidas e ao longo de um período mais prolongado de tempo, a protecção desejada não fosse tão significativamente reduzida e a tensão aplicada sobre o corpo do bebé não apresentaria o dano potencial que actualmente apresenta.



Há muitos problemas de saúde pública que não estão a ser tratados de uma forma razoável, o menor de quantos não é o cancro, que se resume, conforme foi anteriormente referido, a uma enfermidade do colágeno, que está na base da proliferação e da expansão que tem.



(NT: Colágeno ou gelatina. Proteína de importância fundamental para a constituição da matriz extracelular do tecido conjuntivo. Tem várias funções como a de unir e fortalecer os tecidos. A falta dela na idade adulta derivada da falta de vitaminas e de proteínas pode levar a uma maior susceptiblidade a fracturas ósseas.) 



Envenenar o organismo a ponto das células comprometidas morrerem na esperança de que as saudáveis não pereçam é típico do pensamento médico de há seiscentos anos atrás, tal como a incineração de tumores com radiação. Pensamos que uma reavaliação da doença, como uma falha do colágeno, e um empenho no sentido de o recondicionar possa vir a conduzir a um tratamento mais eficaz do que qualquer outra coisa disponível nos tratamentos padrão ocidentais.



Existem certas práticas médicas na China que já provaram exercer um maior impacto no paciente portador de cancro, tanto pela redução da presença da doença como pela manutenção de uma razoável “qualidade de vida,” e embora a medicina ocidental considere tais práticas heresia, há muito a beneficiar das percepções obtidas pelos chineses.



Além do cancro alterações sistémicas como artérias entupidas e danificação de condutos nervosos têm sido abordados com a mesma perspectiva com que as abordavam há um século. Os meios de deteção e de medição dos danos melhoraram significativamente, mas a avaliação da natureza de condições que tais permanece em larga escala ignorada, mesmo a despeito da pesquisa obtida no campo genético ter revelado componentes de diversas doenças como possuindo uma origem genética.



Dado que os actuais métodos da cultura dos Estados Unidos consistem em encarar a saúde como um produto e o suprimento dos cuidados de saúde como uma indústria, somos levados a pensar existirem razões palpáveis de natureza comercial para forma por que tais cuidados são disponibilizados, mas enquanto o conceito de saúde como um produto imperar como padrão, pensamos que o progresso a verificar na área de certas doenças crónicas não venha a obter um pronunciamento significativo por causa do investimento a longo prazo deito no tratamento de doenças crónicas poder ver-se comprometido por uma “cura” demasiado abrangente ou outro tratamento qualquer.



O que não quer dizer que os profissionais de saúde não procurem pôr cobro às doenças individualmente, mas tão só que a perspectiva actual que têm acerca da natureza e dos objectivos dos cuidados de saúde são tais que a indústria se vê inclinada a continuar a ganhar o máximo possível de uma fonte tão previsível quanto as doenças crónicas, que constituem as “vacas gordas” da indústria médica.



Somente caso, e quando as percepções e a cultura no geral chegarem a ver a disponibilidade dos cuidados de saúde como uma questão de serviço público é que este estado e coisa terá probabilidade de mudar. Mas, claro está, o encorajamento da natalidade torna o negócio da medicina próspero.



Ainda acerca dos factores que contribuem para a presença de elementos no ambiente conducente a uma efectiva influência de condições de comprometimento da saúde, o que é mais preocupante do nosso ponto de vista, é que as capacidades requeridas pela sociedade tecnologicamente avançada não exijam, de facto, uma conduta mais responsável com respeito ao ambiente.



Não queremos com isto dizer que toda a gente deva mudar e passar a usar bicicletas, nem tampouco dar isso a entender, mas achamos que continua a representar uma falta de visão não desenvolverem combustíveis para os automóveis e para a viação baseados no metano em vez dos actuais populares hidrocarbonetos.



Não só o metano é menos tóxico como se acha prontamente ao dispor e é relativamente inesgotável. Já o referimos anteriormente noutras ocasiões mas desejamos repeti-lo: Enquanto as sociedades tecnologicamente sofisticadas tornarem a deslocação rápida de indivíduos “necessária,” pensamos que uma mudança para combustíveis derivados do metano trariam maiores vantagens ambientais e não seriam tão impossíveis de desenvolver a ponto de se tornarem impraticáveis.



Não advogamos que o automóvel individual deva ser banido; por tal não representar noção prática, dado o actual status do trabalho e habitação, mas que considerem um combustível menos invasivo. O motor de combustão interna pode prontamente ser adaptado para os combustíveis metanos e só isso torna a transferência não só mais fácil como útil para todos quantos constituam parte interessada.



Além disso, em matéria de saúde pública, muitas das doenças desencadeadas pelo meio ambiente seriam reduzidas tanto em termos de frequência como de gravidade, caso o metano fosse da eleição das populações.



REDUÇÃO DO ESTRESSE



O Estresse consiste numa Pressão (tensão) Indevida, tanto interior quanto exterior. Exterior pode ser referida em termos de Resistência. Interiormente, pode ser apontada como Ansiedade.



Resistência e Ansiedade consistem em formas de defesa contra aquilo que julgam ser uma imposição do Tempo e do Espaço. A Resistência consta da defesa contra as exigências do Espaço, do vosso ambiente, e a Ansiedade constitui uma defesa contra as exigências do tempo.



Maneiras de reduzir o estresse passam por uma actualização das vossas percepções e acções a fim de os aliviar quanto a tal Pressão injustificada. Grande parte do que é experimentado como estressante são situações que têm mais de antecipatório do que de real. Quando se consegue actualizar as percepções de modo a focar-se unicamente naquilo que é tangível, então a movimentação através do tempo e do espaço pode decorrer de uma forma mais confortável e livre.



O atrito é parte natural da vida. A fricção será experimentada em todas as Idades da Alma e por todas as Essências, até ao “fim.” O atrito representa a experiência gerada por forças opostas na vida, e com base no Aspecto Positivo, pode ser referido como Evolução, ao passo que no Aspecto Negativo pode ser designado como estresse.



Evolução consta da resolução dessas forças opostas como meio de avanço em frente; o Estresse traduz a defesa erigidas contra essas forças como meio de permanecer num pseudo estado de segurança.



Há muitas maneiras por meio das quais poderão aliviar o estresse, tal como caminhar, comer bem, meditar, dançar, surtos de temperamento etc., mas a maneira mais eficaz passa pela actualização das percepções a fim de gerirem apenas aquilo que pode ser gerido, e de permitirem espaço para a consciência que tenham das forças do tempo e do espaço, sem necessidade de se defenderem contra elas.


SOBRE A NATUREZA E A ORIGEM DA DEPRESSÃO



A natureza da depressão assenta na insistência manifesta na resistência para com a força vital, uma resignação e um suicídio emocional.



A depressão é uma de entre várias experiências, embora grave, em que a vida ensina muito acerca de um pedido de auxílio. Não há outra solução opara a depressão excepto um pedido de auxílio, a aceitação e a abertura ao auxílio.



A depressão é normalmente o resultado de grave negligência de fontes que a pessoa encara como fundações. Em quase todos os casos com que nos deparamos, impera uma crença consistente da pessoa se encontrar completamente só, o que se acha directamente ligado a uma remoção ou falta de uma fonte profunda na vida.



A depressão representa Pesar destituído de Verdade. O Pesar constitui a cura de Verdades percebidas, mas a depressão constitui a falta de percepção dessas verdades.



Embora substâncias sintéticas e à base de ervas possam equilibrar a composição química do cérebro a fim de permitir o aflorar de outras ideias, constituem apenas instrumentos temporários. A pessoa precisa aprender a avaliar onde poderá contar com uma fonte segura e profunda na vida, designadamente em si mesma, que poderá estender-se a partir daí. Todavia, uma reavaliação exige apoio externo, e não constitui fraqueza alguma permitir o aflorar da compaixão e da empatia, quando se veem num estado de depressão. Por “fonte profunda” referimo-nos a algo que a pessoa tenha rotulado consciente ou inconscientemente como um arquétipo.



ACERCA DO CAFÉ
A abordagem mais saudável que podem fazer ao café consiste em o reconhecerem como uma erva, a qual naturalmente se apresentará da forma mais apropriada, conforme as ervas o fazem. Agora, entendam que todas as ervas, toda a substância que se apresenta na natureza e que cresça neste planeta tem um uso, uma aplicação. Se correctamente aplicada servirá um propósito particular. E qualquer uma poderá ser mal aplicada e apresentar resultados lamentáveis.


Os cafés encontram-se naquelas áreas de elevada altitude, onde há necessidade de estímulo dos sistemas corporais no sentido de ajudar a um melhor funcionamento, nomeadamente a respiração, a elevadas altitudes.

Assim é com as folhas do cacau. Do mesmo modo, um propósito semelhante é provido pela natureza a fim de estimular o sistema glandular, a respiração, a energia e o ritmo a serem utilizados periodicamente no ajustamento à altitude e ajudarem os gazes presentes na atmosfera a serem absorvidos pelo organismo.

O que não pretende sugerir que o café não possa ter uso ou aplicação noutras partes do mundo. Contudo, geralmente tomado, deveriam notar os princípios que qualquer organismo funcionará melhor quando consome apenas os nutrientes que crescem num raio de 160 quilómetros da área da residência, e quando mudam de residência, haverá necessidade de alterarem a dieta de modo a se acomodarem às exigências do local.

Bebam o café enquanto erva que é, que deve ser preparada por infusão, extraindo-lhe os óleos e as qualidades com a água a ferver, passando de seguida a deixá-lo em banho. De seguida vertam-no à semelhança do chá. Não é prejudicial e ajuda ao paladar o facto dos grãos serem moídos e torrados. Contudo, os óleos do café são alterados na sua natureza devido à elevada temperatura da cozedura e aos efeitos que a cafeína provoca na absorção.

Seria mais eficiente caso não fosse torrado, por ser por tal propósito que a planta contém esses óleos. Essas coisas são aperfeiçoadas pela natureza e muitas vezes tornadas imperfeitas ou mal utilizadas pelo homem.

Certo é que deviam evitar o uso do café com creme, por as substâncias resultantes que se formam no cólon serem impossíveis de digerir e produzirem cordames e gorduras não digeríveis, e poder provocar alguma indolência, algum acréscimo de toxicidade, e dificuldades de vária ordem.
O açúcar geralmente também é prejudicial quando adicionado ao café ou ao chá, pela razão do pâncreas daqueles que crescem nas nações chamadas civilizadas dos dias actuais, serem excessivamente estimulados com a ingestão dos açúcares refinados presentes em muitíssimas coisas. O fígado, o pâncreas e as adrenais, todos esses órgãos se veem confundidos nas respostas que são levados a dar. O fígado armazena e liberta alternadamente glucose, de acordo com as necessidades do cérebro. Este, por sua vez, responde alternadamente com períodos de ansiedade, sonolência, torpor, irritação, por acção desses açucares e de outras substâncias quando não se fazem necessárias, por não serem aplicadas com um propósito.


O café, pois, utilizado como alimento, um estímulo natural, provará auxiliar a circulação quando tomado sob a forma de infusão, bebericado tomado sem aditivos doces como biscoitos e outros que tais, mas simples, isoladamente. Descobrirão que será de alguma ajuda à circulação, e enquanto gosto adquirido, revelar-se-á uma bebida agradável.

EXCESSO DE PESO

Pergunta: Por favor, orienta-me quanto à causa e à correcção da miopia de que padeço.

Resposta: Entende, antes de mais, que a forma dos olhos, conforme será do teu conhecimento, constitui o factor determinante na visão. Devias saber, além disso, que a resistência e a fraqueza, o uso dos músculos que rodeiam o olho determinam a forma. A resistência e a fraqueza, o uso desses músculos é igualmente determinado pela atitude e pelo sentido de expectativa. Aquilo que esperam ver ou fazer, ou usar com ou por intermédio dos olhos e da sua musculatura é moldado pela atitude e pelo sentido de expectativa, pela vontade de ver a imagem do próprio.

Vês muito longe? Desejas ver além da visão que tens de curto alcance? Começa a remodelar a atitude, o sentido de expectativa e começa a disciplinar o uso diário dos músculos dos olhos. Isso será melhor conseguido três vezes ao dia; de manhã, ao meio-dia e ao fim da noite. Foca a visão perto e de seguida longe, estendendo o braço e focando a vista na unha do polegar e num ponto distante dela na parede. Foca-a perto, sem mexeres o que quer que seja, para além dos músculos da focagem que circundam o olho.

Repete esse padrão diversas vezes até que esses músculos sintam estar a acostumar-se, até teres consciência de os teres exercitado. Podes mesmo aumentar a repetição diária desse exercício à medida que os músculos começarem a responder melhor. Trás, pois, a unha do polegar, com os olhos ainda focados de forma cuidadosa e deliberada na ponta do nariz usando os músculos do olho para manter o foco, até ao ponto de focagem mais próximo. A seguir distancia-os de novo; perto e longe, num movimento lento. Exercita os olhos em grandes círculos e por movimentos de arremesso para um lado e para o outro, deixando de focar, ou focando levemente os objectos que te rodeiam enquanto moves os músculos num movimento de arremesso.

Retira a protecção de pano que tenhas colocado nos olhos e expõe-nos à luz, e depois volta a protegê-los. Começa, por todas essas formas, a afirmar a determinação, a decisão de remodelares e de reconstituíres a visão e o formato dos olhos. Eleva o nível de expectativa que tens acima da esperança ou do desejo ou algo assim, e sabe que reconstituirás a visão.

Pergunta: Qual será o peso ideal que devo ter e de que modo conseguirei mantê-lo? Por favor, dispensa-me uma fórmula que determine o peso ideal para os meus pacientes.

Resposta: Uma resposta apropriada revela-se aqui essencialmente impossível. Tal fórmula não pode existir por depender de demasiados factores: a altura, a idade, e o tipo corporal são somente uma pequena parte da informação requerida para se poder proceder a tal avaliação. Para além disso há que considerar as necessidades da personalidade, a maneira como se expressa e assim. O peso adequado a qualquer um é aquele com que o indivíduo se sente mais confortável e que não lhe prejudique a imagem que tem nem lhe exija justificação. Sempre que se evidenciar que uma distribuição inadequada do peso afecta a função aqui ou acolá, então deverão procurar a origem da disfunção.

Torna-se importante que compreendas que, onde houver uma má distribuição de peso, ou peso em excesso, ou obesidade, assim como outras formas de subnutrição, haverá carência na vida que está a ser compensada. o corpo, a consciência, a mente que ocupa o corpo e que o opera, procura fornecer aquilo de que carece para ter energia suficiente e para se preencher a si mesma. Decerto que parecerá demasiado banal sugerir que muitas vezes a obesidade constitua uma compensação para a falta de amor o para a falta e reconhecimento do amor. Mas expressá-lo desse modo constitui de facto uma simplificação excessiva que dificilmente é totalmente verdadeira, em qualquer caso, porque a presença de obesidade sempre indicará uma carência física, uma incapacidade física de converter suficientemente os nutrientes particulares usados na dieta, ao nível da energia necessária à expressão da consciência no e por intermédio do corpo.

O tratamento da obesidade, pois, deverá frequentemente ser abordado assegurando o indivíduo de estar a receber um volume daquilo que o corpo necessita para sobreviver, para se expressar e para funcionar na perfeição em vez de se concentrarem na eliminação daquilo que o organismo digere em excesso, numa tentativa de procurar separar que se acha em falta, entendes?

Assim, pois, considerem sempre porventura em primeiro lugar a necessidade de de oligoelementos, (NT: Microminerais ou elementos químicos essenciais aos seres vivos, como o zinco, o fósforo, etc.) minerais e metais necessários ao equilíbrio e bom funcionamento corporal. Zelem sempre por um suprimento de vitamina A e E para que ajudem a manter os níveis adequados do oxigénio e à absorção desse oxigénio pelo organismo. Depois velem por essa função, assim como por outras, com um complexo de vitaminas B, em particular B3, B6, B12 e D. descobrirão que isso, na maioria das pessoas se encontra num nível insuficiente, coisa que poderás prover antes de mais.

Compreende, além disso, que ao proveres nutrientes ao organismo, em particular suplementos, aqueles que são fabricados, conquanto se insista que a substância fabricada seja idêntica à que surge naturalmente, não é bem verdade.  Claro que subsiste o argumento de que, quantidades suficientes - em particular megadoses de vitaminas C que tenham origem em fontes naturais exigiriam uma boa mão-cheia de comprimidos, de tabletes, ou mesmo baldes de matéria natural para ser absorvida nas quantidades requeridas pelo organismo num só dia. Mas isso pode ser compensado se proverem nutrientes e suprimentos que tenham origem em fontes orgânicas naturais na medida do que se revelar praticável.

Não há grande prejuízo com a ingestão de ingredientes sintéticos à excepção de grande parte deles não ser absorvida ou usada, por deixarem de fornecer a chave para a sua aplicação, para o seu próprio uso, aquela identidade ou aquilo que precisa ser fornecido à inteligência do corpo, à inteligência celular, para a sua aceitação. Isso pode ser auxiliado pelo uso de suplementos na presença de alimentos em que as vitaminas particulares se encontrem. A substância natural irá, pois, destravar a triagem dos mecanismos de aceitação do corpo e contribuir para a pronta aceitação e aplicação dos sintéticos.

Ora bem, estamos a indicar tudo isto para que possas compreender melhor que até mesmo o teu peso óptimo mudará de tempos a tempos.. Deverás pesar mais nos meses de Inverno do que nos meses de Verão, o que é natural. Deverás pesar mais durante períodos de estresse, de trabalho, de estudo, de esforço, e menos em períodos de libertação de ansiedade. O peso ideal para este indivíduo, quando se sentir completo, apresentar-se-á muito diferente do peso ideal que tem neste momento.

Há aquilo que deverias, deverás e efectivamente armazenas em ti própria a título de provisão para a ansiedade. Aquilo que, quando o amor reina e quando olho permanece aberto e a realidade é percebida enquanto realidade, tanto mais se tornará desnecessário manter um fornecimento de energia armazenada ou reservas em função daquilo que o medo estimula.

Pergunta: Será a vitamina A uma boa fonte de protecção pessoal contra os raios solares nocivos? Em geral, será uma boa fonte de protecção? Caso seja, de que modo poderá estabelecer-se um consumo apropriado? Existirão outros suplementos ou alimentos úteis na protecção contra os raios directos do sol da Austrália?

Resposta: Sim, é claro, tanto a vitamina A como a D são úteis; assim como a vitamina E, na protecção contra os raios solares. Há uma outra vitamina, da família da B, que é mais importante que essas, e que é conhecida como Ácido 4 aminobenzoica ou PABA. Quer administrada na dieta, conforme deveria, ou para além dela, pode muito bem ser usada como substância impregnante em preparados tais com a cera de abelha, loções, ou óleos que sirvam de filtros para a pele. Em ambas as aplicações revela-se eficaz e saudável, em particular na área do mundo onde o direccionamento do foco solar se pode revelar tão prejudicial para a pele.

Depois, assegura-te de que os níveis apropriados de cada uma das vitaminas reconhecidas, minerais e metais necessários sejam providos pela dieta. Elas poderão ser melhor estabelecidas por meio de um processo tal como o teste dos músculos, ao exigirem que o corpo responda e revele as próprias necessidades no restabelecimento do equilíbrio. Tais valores como a dose diária recomendada e a dose mínima recomendada têm pouco que ver com as necessidades reais de cada pessoa e não podem ser estabelecidos por nenhuma dessas formas, não podem ser estabelecidas por prescrições destinadas ao público em geral. Todo o veículo, todo o corpo humano expressará diversas necessidades de acordo com o pensar, as atitudes, o estilo de vida, a expressão pessoal que tem para com os diversos estímulos. Tais níveis devem ser estabelecidos individualmente, e muitos deles - a maioria dos quais se acha estabelecida enquanto dosagens recomendadas, são demasiado baixas e são incompreendidas.

Deveria ser entendido que a vitamina C constitui um complexo, e que quando tomada fora do próprio contexto - do contexto em que é apresentada pela natureza -  se verifica uma enorme quantidade de perda na aplicação da própria vitamina. Entende que, onde a vitamina é disponibilizada sem as influências que acompanham que comummente são referidas como necessárias ao organismo - ou seja, nenhuma ligação é evidenciada que sugira que o organismo tenha necessidade das substâncias - moléculas ou elaborações - que a acompanham. Elas são, pois, muitas vezes eliminadas na sintetização e o corpo dá por si incapaz de usar aquilo que não é apresentado de uma forma completa e íntegra como o complexo. Assim acontece com muito do que descobrirás nos suplementos fabricados. Há ainda tanto a aprender nessas áreas, entendes?

Pergunta: Quanto às preocupações com a carreira. Enquanto praticante de medicina, de que modo poderei estabelecer os suplementos, as quantidades, a marca desses suplementos?


Resposta: Isso já nós referimos. Foi feita a sugestão no sentido de que a abordagem deve ser feita com o teste muscular, embora esse deva ser considerado somente um de entre diversos métodos verificados por outras vias, quer por intermédio de testes do cabelo, o tom da pele e do corpo, ou mesmo o uso do pêndulo e outras coisas que tais que se empregam na verificação daquilo que é recebido do paciente através do seu corpo nas técnicas de teste muscular. Na meditação e na indagação interior do praticante e todas elas, tanto as chamadas ortodoxas como aquilo que sobrevém do desenvolvimento da sensibilidade. A escuta interior faz-se importante.


Pergunta: Qual será o melhor método de vendermos o exercício da prática médica veterinária a todos quantos diga respeito, e de o fazermos com integridade e responsabilidade? Queríamos estar seguros quanto a isso e o nosso sócio… está a deixar de responder à oferta de compra que lançamos. Faz o favor aconselha-nos, assim como à própria casa que possuímos em… e a moradia e unidade médica em…


Resposta: Sim, conseguimos apurar essas preocupações, esses registos. Bom, entende antes de mais que o companheiro, ou ex-companheiro perspectiva uma oportunidade de aquisição desse exercício como que herdando-o por uma questão de fracasso ou insuficiência, ou recusa de dar resposta. A crença de que possa ser adquirida sem compra, por não precisar comprar.

Não tenhas vergonha de reclamar o direito de propriedade que te cabe e impõe uma taxa respeitante ao uso do exercício e ao uso das instalações, fazendo-te valer de uma percentagem do rendimento obtido nelas. Se ele não se mostrar interessado numa compra manifesta, deixa que ele exerça as funções de médico numas instalações compradas por vós os três e trata de ver que a parte que te cabe possa ser maior do que a dele, em resultado do exercício dele. Tal expressão de necessidade de equilíbrio é apropriado neste momento e pode muito bem passar por uma expressão dessas.


Quanto a te livrares das outras propriedades, este é um período tão bom quanto qualquer outro para procurares transferi-las. Compromete-te com o lugar em que te encontras para que se dê a libertação em ti, com garantia do passado e a passagem para uma nova vida começando desse modo a construí-la. Nesta altura encontrarás dificuldade em conseguir transacionar propriedades e melhor seria que lá retornasses por um tempo para facilitar a transferência. Depois liberta essas coisas, põe-lhe um ponto final e começa a construir vida nova.


Quanto à aplicação dos fundos recebidos da transação inicia a criação de uma clínica, um centro de reintegração, de modo que a profissão se estenda além, muito além da terapia da acupuntura, da terapia de massagem, e das terapias físicas de todo o tipo, além até mesmo do aconselhamento no sentido normal do termo. Deixa que se torne numa aplicação tripla de ensino de cura e de sintonia com o espírito, um exercício de professora, terapeuta, sacerdotisa, ou da totalidade da cura, de forma que o exercício compreenda o estudo da vida, das condições da vida, relacionamentos do paciente, e a criação de todo um estilo de vida para o cliente que inclua os ensinos e as técnicas destinadas à comunicação, à gestão das emoções, ao reconhecimento da realidade, à construção de relações – um programa de terapia de dieta e de nutrição, um exercício na relação apropriada com o corpo, com a sexualidade, e uma relação confortável com a Fonte da Vida. Sê uma construtora de um templo destinado à cura que pressagie o que a cura venha a ser em pouco tempo, na nova geração, na Nova Era.


Bom, isso é algo de uma visão geral do propósito que tens na vida, assim como da direcção que tomas. Repousa naquilo que tens. Aprende a reconhecer o real e descarta o falso. Identifica-te com o que a vida tem de real, com consciência de que nada de real poderá ver-se ameaçado. Mas o irreal é mesmo isso – inexistente, excepto o que creditamos com as crenças manipulações e imaginação que temos, de modo que produzimos mal, medo, dano e sofrimento, mas há uma oportunidade de deter a produção disso vivendo o real, experimentando ao invés de descrever as batalhas da vida.


Tradução: A. António

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