quinta-feira, 11 de junho de 2015

AS ERVAS COMO ALTERNATIVA



Estou encantado por me encontrar na vossa presença e por poder trabalhar convosco naquilo a que chamamos de ervas alternativas. Encontram-se no processo de mudança no vosso mundo. As energias estão a mudar e o vosso mundo é um mundo por assim dizer de alta tecnologia, um mundo de enormes descobertas científicas. Também estão a regressar às forças naturais e em função disso estão a começar a sentir dentro de vós a necessidade de melhor compreender e de alcançar as forças naturais de que procederam.


Esta noite vamos falar de cura e de algumas das alternativas àquilo que constitui actualmente o processo da medicina. Não estamos de forma alguma a querer aviltar a medicina, porque não teria razão para ter existência no vosso mundo caso não tivesse um lugar válido. mas aqueles que se interessam pela compreensão das ervas precisam perceber que constituem uma ponte de volta para uma outra compreensão só que num tempo novo. E assim, aquilo que conhecem e compreendem irá ser o que irá estabelecer a fusão entre aquilo que constitui actualmente o campo da medicina e aquilo que constituirá a abordagem holística.


Por a cura não afectar somente aquilo que é evidente, precisa afectar aquilo que causa aquilo que se evidencia. E no processo, precisa chegar à mente, ao corpo e ao espírito do homem. A maioria das formas de cura de momento lidam com aquilo que já ocorreu. A medicina do futuro assentará na prevenção em vez de curativa. Também se prenderá com o aspecto da nutrição do corpo assim com o tratamento das diversas idiossincrasias corporais. 


Receio ter perturbado o período de descanso do "instrumento," esta tarde, ao insistir em ditar diversas coisas antes do tempo, de modo a não termos de despender tempo a colocá-las no quadro, de modo que acabou por não ter o descanso normal dela. Contudo, tentarei abranger várias das áreas predominantes que lhes criam problemas no vosso mundo de hoje.


A primeira coisa que quero referir é que se tiverem uma farmácia caseira, esta será uma lista a incluírem: Camomila, Consolda, Verbasco, Pólen de Abelhas, Gengibre, Caiena, Aloe Vera, Hidrastes e Milefólio. Esse será o vosso kit de primeiros socorros, e os produtos de que muitos outras fórmulas e elixires são extraídas. Importa que reconheçam que a atitude do curador e a atitude do receptor desempenham uma parte vital na capacidade que as ervas têm de funcionar. Porque se não acreditarem que possam funcionar irão instaurar uma absorção lenta e uma lenta capacidade de funcionamento.


Se não sentirem que está a suceder suficientemente rápido irão precisar parar e perceber que o processo natural por vezes leva mais tempo do que um falso, por curar tudo quanto seja periférico àquilo que estiver a ser tratado. E por conseguinte, não será necessariamente rápido, em especial quando o corpo se tiver habituado às drogas tão predominantes hoje. O corpo precisa ser capaz de se ajustar àquilo que é ligeiramente diferente.


Há diversas coisas que parecem precisar de uma compreensão no vosso mundo de hoje, devido ao tipo de mundo em que se tornou, e devido às actividades que têm continuidade. E uma delas é a desabituação das drogas. A Camomila e a Raiz de Alcaçuz, o Ginseng e a Centelha Asiática constituem a mistura ou combinação de assistência ao corpo enquanto se afasta das drogas. Trata-se de uma fórmula de partes iguais que quando usada auxilia o corpo a acalmar, o ajuda a aceitar as mudanças, e que restaura a pessoa de uma forma mais prevalecente e íntegra. Sugiro que isso seja algo que terão compreendido plenamente.


Devido a que o mundo de hoje seja caracterizado por uma enorme liberdade sexual, tem-se verificado muitas perturbações periféricas igualmente provenientes disso. Por isso, tomei a liberdade de ditar ao "instrumento" algumas das fórmulas destinadas a prestar assistência no campo dos problemas vaginais. Hidraste e Gengibre e Noz Preta administrados sob a forma de esguicho interno para problemas vaginais. Para a infecção vaginal grave, casca de Noz Preta, Raiz de Bardana e Hidraste administradas internamente assim como também empregues como um banho de aplicação externa. 


Pergunta: Será a Raiz de Bardana e a polpa de Noz Preta ou a casca?


Julian: A casca externa, não a polpa, a casca externa, a raiz de gengibre, e a raiz de ginseng; a combinação é que gera o factor terapêutico.


Há uma coisa que é bastante útil no que toca ao herpes, que é a Noz Preta. Toda a gente pensava que se destinava somente à ingestão interna, mas ela possui muitas outras propriedades que podem ser úteis ao homem - a casca externa. Claro que a põem de molho para poderem extrair-lhe as coisas de que necessitam. Ao colocá-la de molho o melhor é que usem um copo de água, para pequenas porções, de modo que fique fresca. Se trabalharem com uma necessidade mais ampla, fazem-no com um quartilho de água. Usam uma colher de sopa por copo e uma colher de sobremesa de pó, caso a erva encontre já seca e moída, o que poderá ser obtido nos ervanários.


Pergunta: Engolindo uma cápsula de ginseng, camomila, etc...


Julian: Se a arranjarem sob a forma de cápsula, podem engoli-la, sim.


Pergunta: Isso será preferível?


Julian: É simplesmente o que lhes for preferível. Uma coisa que precisam recordar é que muitas das propriedades das ervas são bastante, de acordo com a compreensão que o homem tem, de vil degustação ou amargas. Mas se usarem um pouco de mel junto com elas, o que não prejudica as propriedades das mesmas, poderão achá-las mais tragáveis.


No caso da Bardana, é a raiz verde que pode mesmo ser comida, mas a raiz verde. Mais tarde torna-se demasiado amarga e terá que ser fervida várias vezes e passar por diversas águas para ganharem sabor.


Pergunta: Será sempre a raiz que devemos usar e não as lascas?


Julian: A raiz no caso destas em particular.


Pergunta: Extractos líquidos também resultarão?


Julian: Os extratos líquidos acham-se diluídos. Também resultam, caso alterem as proporções. Sugiro que definam a proporção, no mínimo de 1/4 da porção original, se estiverem a usar a forma diluída.


Pergunta: Quando utilizamos a casca da Noz Preta que quantidade deveremos usar, um copo em relação a um litro de água?


Precisam usar uma xícara de casca externa para colocarem de molho a fim de conseguirem a quantidade exigida para juntarem ao outro líquido. Uma coisa que vos sugeria é que quando fizerem uma infusão ou uma mistura precisam dar-lhe tempo. Não a fervem durante um minuto. No caso de uma mistura, pegam nela e fervem-na pelo menos durante 35 minutos. A seguir deixam que esfrie e repouse pelo menos durante uns 10 minutos antes de começarem a trabalhar com ela, para lhe darem tempo a abrandar. Precisam entender que não é necessariamente com a erva em si mesma que estão a trabalhar, mas com a energia dessa erva libertada nessa fórmula particular. Por lidarem com essa força, do mesmo modo que lidam com a erva em si mesma.


Pergunta: A fervura não eliminará as propriedades medicinais, em especial no caso de uma flor como a da camomila?


Julian: Não quando estão a tentar extrair aquilo de que necessitam. Certas plantas permitem que utilizem as folhas ou as flores, situação em que as mergulham numa simples água a ferver e deixam-nas a demolhar. Mas não estamos a falar de deixar de molho, mas extrair-lhe uma energia que mais tarde poderá ser utilizada em muitas outras formas de apoios.


Aquilo de que aqui estamos a falar tem uma particular importância no vosso mundo de hoje, porque se examinarem o vosso mundo verão que esses são alguns dos problemas que considero como dos mais predominantes. E se passarmos isto em revista, dar-lhes-emos uma maior prevalência e depois poderemos dedicar-nos a outras coisas…


Para aquela coisa famosa existente no vosso mundo, chamada dor de cabeça, a Camomila, uma vez mais, a Hortelã-Pimenta, por ter que ver com os nervos, mas também poderão usar Salva e Salva Elegans, Tomilho, Hidraste, e caso a dor de cabeça se centre na parte de trás do crânio – aquelas dores de cabeça que os acometem mesmo aqui (indicando) – Acteia de Bagas Negras (NT: Planta da família dos ranúnculos, de pequenas flores brancas, também conhecido por Cohosh Preto) 


Estas são algumas que poderão ser usadas individualmente. Descobrirão que estas são as mais… qualquer destas poderá exercer efeito sobre as dores de cabeça. Através da própria experiência, e de acordo com a vossa energia, descobrirão a que se provar mais prevalente para vós.


A Camomila é uma planta que quase cura tudo. A Camomila e a Consolda (NT: Ou Confrei) constituem duas das ervas mais poderosas existentes no mundo, por poderem fazer tanto por todo o sistema de cura. Em tudo aquilo que contenha um ponto central há o resto do corpo a considerar. Se o resto do corpo não estiver a trabalhar com ele, difícil será que se firme. Por isso, a Camomila pode fornecer o tranquilizante e a Hortelã-Pimenta poderá proporcionar o relaxamento ao corpo para o tornar mais receptivo ao que quer que estiverem a usar. A Consolda constitui um potente agente de cura. Se lhes indicasse uma erva que devessem ter no jardim diria tratar-se da Consola, por se pretar a uma infinidade de coisas.


Pergunta: Como haveremos de determinar a quantidade de…?


Julian: A Camomila, a Hotelã-Pimenta, a Salva, o Tomilho – em relação a estas torna-se mais predominantemente sob a forma de chá. Poderão ingeri-las como se tomassem uma chávena de chá. Uma colher de chá de pó de qualquer uma delas numa chávena é mais que suficiente.


Chegaram à época do Verão, altura em que a Hera venenosa e o Sumagre venenoso passam a predominar (NT: Aqui são referidos dois arbustos rasteiros cujo contacto com a epiderme provoca dermatite alérgica, mais precisamente Toxicodendrun e Toxicodendrun Radicans) e parece ser nesta altura que se tornam mais evidentes para as pessoas. O que devem recordar é que quanto à compreensão da natureza, ela geralmente apresenta-lhes aquilo que mata e aquilo que cura no mesmo local. No caso da Hera venenosa quase sempre encontrarão uma erva balsâmica chamada Celidônia, (NT: Cujo nome latino é Impatiens, ou Balsamina) que é uma erva bastante comum. É uma planta de aspecto delicado, que tem uma flor semelhante à orquídea, alaranjada, com um pequeno chapeuzinho por cima.


A Celidônia é maravilhosa para uso contra a Hera Venenosa. A Bardana, uma vez mais, (NT: Arctium) – sob a forma de infusão, o Verbasco, e a tintura de Noz Preta de novo podem ser todas usadas contra a Hera Venenosa ou o Sumagre. Uma das coisas que mais provoca é evitar o processo de coceira que os leva a aumentá-la e a provocar uma enorme angústia. Também recomendaria o chá de Sassafrás, por o Sassafrás constituir uma erva purificadora do sangue assim como um depurador de todo o sistema interno, e uma vez usado externamente pode revelar-se-lhes num enorme auxílio nisso.


Pergunta: Isso será igualmente indicado para a urticária, quando as pessoas desenvolvem urticária?


Julian: Para a urticária, uma das melhores coisas é o Vinagre branco, e água, exteriormente. Usem metade de cada, mais água. Isso também é bom para coisas como o herpes zoster. Também podem ministrar chá de Sassafrás internamente ao mesmo tempo, uma vez mais para purificarem o sistema.


Pergunta: Penso que a Agência de Administração dos Alimentos e dos Medicamentos (DFA) alegou que o Sassafrás e o Confrei contêm um ingrediente passível de causar cancro e aconselhou as lojas a assinalar o produto como "Não Recomendado para Uso Interno". Será por não fazerem ideia daquilo que falam ou haverá causa para alarme, ou um limite...?


Julian: A maioria das pessoas tem a ideia de que se um é bom, dez será melhor. E tem-se praticado um mau uso das ervas da mesma forma que se tem utilizado mal outras coisas. Precisam manter o equilíbrio.


Pergunta: Não é o Confrei mas sim o Chaparral (NT: Arbusto espinhoso). Ele disse Confrei e eu só queria corrigi-lo.


Julian: O Confrei é excelente. O Chaparral constitui um verdadeiro demónio, mas mesmo assim, não quando é utilizado nas devidas proporções.


Pergunta: Há uma outra… a Lobélia, em relação à qual o (FDA) usou a mesma proibição agora.


Julian: Em relação a isso quero dizer o seguinte: #1 Vocês não se tornam herbalistas da noite para o dia, nem em sonhos. Não se tornam num herbalista por terem lido um livro. Um herbalista é capaz de reconhecer as ervas em todas as estações do ano, e conhece as plantas e conhece as proporções e sabe as qualidades que contêm. E se forem tirar algum proveito de um remédio erval espero sinceramente que consultem alguém bem informado no meio. Quantos herbalistas estarão presentes na sala? Um aqui. Vais ter muita pergunta a fazer mais tarde, suponho. 


A questão está em que está a dar-se no vosso mundo actualmente um balanço de volta no sentido da natureza, e de súbito as pessoas estão a deixar-se entusiasmar com isso e a assumir a atitude de que esse é o caminho a tomar e é isso que vão usar, só que sem uma compreensão cabal das próprias qualidades das ervas. Por conseguinte torna-se importante proceder a um certo estudo e ter igualmente em mente que a energia de cada pessoa é diferente. 


Enquanto uma pessoa que tenha dor de cabeça toma Camomila e a trate maravilhosamente, outra poderá precisar de Hidrastes. Por isso, podem ter que tentar uma coisa, e se não resultar tentar outra. Torna-se importante saber e compreender algo, muito à semelhança do caso de alguém que lhes diz: "Bom, quando tive uma coisa assim o médico passou-me uma receita e ainda fiquei com parte do medicamento, pelo que ta posso dar!" Deus me livre!


Pergunta: A causa da dor de cabeça pode ser multifacetada ou ter uma única origem…


Julian: Absolutamente. 


Pergunta.: …A Camomila e a Hortelã-pimenta estão relacionadas com os nervos e o sistema nervoso estomacal, (Julian: Exacto) ao passo que o Hidrastes prende-se com a dor de cabeça com origem no fígado e na vesícula biliar. Uma dor de cabeça com origem na vesícula percorre o meridiano lateral da cabeça ao passo que a Camomila e a Hortelã-pimenta percorrem o rosto. (Julian: Exactamente) Diferentes tipos de dor de cabeça.


Julian: Lembrem-se que já referimos que a Hortelã-pimenta tem que ver com os nervos e o sistema nervoso. É excelente - mas agradeço-te a distinção que traçaste.


Pergunta: Será recomendável tratar duas causas misturar duas ervas ou dever-se-á tomá-las separadamente e em diferentes alturas?


Julian: Podem misturar as duas, desde que saibam para que é que as estão a usar. Há duas coisas a lembrar: a expressão externa da coisa precisa ser tratada e a causa interna precisa ser tratada. Se estiverem a lidar com uma coisa de origem nervosa, uma dor de cabeça nervosa, irão ter que descobrir o resto também, e tentar tratá-lo internamente. 


Poderão descobrir que uma erva chamada "meditação" pode constituir uma resposta para parte disso. Por necessitarem ter um período de silêncio para entrarem em contacto com o vosso corpo, e para compreenderem as necessidades do vosso corpo. 


Já alguma vez repararam que alguém diz: "Isto faz-lhes mal," e toda a gente deixa de o usar? E mais alguém diz: "Isto faz-lhes bem," e toda a gente começa a usar isso? Só que se esquecem de que são indivíduos e que algures ao longo do percurso precisam descobrir o que seja bom para eles, antes de o fazerem, mas sim, podem usar qualquer coisa com mais do que um fim.


Pergunta: Se usarmos uma para tratarmos uma situação especial, misturamos as ervas que listaste, digamos, no tratamento da artrite?


Julian: Para a artrite, a Alfafa (Luzerna) constitui uma qualidade B elevada, de modo que trás benefícios de classe B. A Salsa constitui um purgante para o sangue. As bagas vermelhas da Petiveria (NT: Phytolacca americana) é outra que é bastante assediada - mas por favor, não saiam à procura de nenhuma baga vermelha a pensar que estejam a colher Petiveria - vão a alguém que conheça por existir uma enorme diferença; uma mote matar, ao passo que a outra não! Por isso, assegurem-se de que deixam isso a cargo de um herbalista.


Eu dir-lhes-ia que nesta lista particular que enumerei, não me meteria com a Petiveria. Mas juntaria Bardana, Confrei e raiz de Alcaçuz; Milefólio, Alafafa e Salsa. Salsa e Confrei - essas são as que apresentam uma maior compatibilidade entre si.


Pergunta: A Petiveria constitui um purificador do sistema linfático. Aquilo que faz é limpar o sistema do lixo, o sistema de esgoto do organismo. E se tomarmos uma pequena dose, mais do que sejamos capazes de suportar, atira-nos com tanto lixo no sistema que na realidade nos mata. É por essa razão que deveremos ser bastante cuidadosos com a Petiveria.


Julian: Exacto. Quero deixar uma pequena marca junto a essa (Petiveria). Coloquemos um desses efeitos estrela aqui a recordar que constitui um perigo! Agora, quando manuseada por alguém que sabe o que fazer...


Diarreia: A Alfarroba é excelente para a diarreia. Chá de Framboesa administrado internamente, o Olmo sob a forma de infusão; essas tratarão da diarreia. Uma limpá-los-á enquanto a outra acalmá-los-á, mas a Alfarroba realmente deixará tudo num bom aperto. O parente da Alfarroba, que no vosso mundo chamam de Chocolate é capaz de provocar diarreia ou prisão de ventre de acordo com o sistema da pessoa. Mas a Alfarroba é de grande auxílio nesse tipo de situação.

Pergunta: O Gengibre - adoro o chá de gengibre - que é que - à semelhança da raiz do Gengibre - nos fará? Gostava de saber se o nome terá alguma coisa a ver com...


Julian: Fá-los sentir-se muito bem. Constitui um estimulante do sistema; muito mesmo. Também queremos referir que se pegarem numa Batata fresca e a ralarem até obterem uma polpa a que acrescentam uma colher de chá de Gengibre - isso é excelente para o sistema... Uma batata madura e crua, cuja casca não utilizam. Ralem-na, acrescentem-lhe Gengibre e formem com elas uma pasta, o que é excelente para as cicatrizes. Se tiverem algum tipo de cicatriz que tentem reduzir, utilizem isso na derme externa, juntamente com o Gengibre.


Comentário da parte de um estudante: Ponham-lhe um pouco de Capsaicina (NT: Composto activo que faz parte das pimentas chili) que isso levará o sangue a afluir à pele. (Julian: Obrigado.)


Pergunta: No caso das dores de cabeça da coluna? Poderemos usar essas ervas nos animais para lhes aliviar as dores de cabeça?


Julian: Absolutamente, elas constituem igualmente criaturas de Deus, e respondem muito à semelhança do homem. Absolutamente!


Pergunta: Haverá alguma coisa que possa ajudar o cálcio? As mulheres têm um problema associado à obtenção e à absorção de suficiente cálcio.


Julian: Quando ele predomina no sistema, recomendar-lhes-ia o Ginseng, assim como também lhes recomendaria aquilo que é o Hidrastes.


Comentário de um estudante: O Aqua-sedum (NT: Planta de tradicional utilização ornamental em jardins, mas não estou certo de ser o Sedum Acre) ou Cavalinha é composto pro sílica e resulta favorável ao cálcio. Envolve a transmutação da sílica em cálcio. (Julian: Muito bem. Ouviste?)

Pergunta. Tenho curiosidade em saber de que forma tem sido do conhecimento que ervas provocam o quê. Terá representado uma sensação intuitiva das culturas primitivas, ou terão os espíritos guia revelado às pessoas, ou existiria alguma forma de flor...


Julian: Desde o começo dos tempos que o homem faz experiências, e descobriu algo que lhe fazia bem e algo que não. Algo tornava a família mais reduzida. Ao descobri-las ele passou a decidir usá-las e é assim que as vossas medicinas acabam por surgir. Quase todos os medicamentos nativos se prendem com um relaxante corporal antes de mais, a fim de preparar o sistema para a absorção de uma outra coisa qualquer.


Pergunta: Ouvi dizer que a Salsa tem um elevado teor de cálcio e eu utilizo bastante nos cozinhados, como na salada de frango ou na salada de atum, e além disso para as náuseas estomacais uso carvão vegetal.


Julian: Se resulta para ti, óptimo. O carvão não é coisa que seja prejudicial. Mas não deves tomar um saco inteiro... Estou a provocar-te, claro. 


A questão aqui está em que a Salsa constitui um purificante. A Salsa é excelente para a correcção da respiração. Porque é que pensas que te colocam um bocadinho de salsa no prato? Ela ajuda na digestão, e limpa a boca. Provoca todo o tipo de coisas formidáveis.

Pergunta: Existem dois tipos de Salsa. Tenho ideia de que um é de origem Italiana ao passo que o outro...


Julian: São aparentados, mas não tem importância. Tens que entender que estás a lidar com a energia da planta. Toda a gente diz que esta planta faz isto e faz aquilo - mas é a energia da planta que o provoca. A energia libertada. A medicina herbal funciona muito à semelhança da medicina homeopática, por a energia libertada da erva constituir aquilo que vai operar no sistema.

Pergunta: Excepto aquilo que funciona na ordem inversa.


Julian: Exactamente.


Pergunta: Que ervas poderão auxiliar o portador de SIDA?  


Julian: Para a Sida - tudo quanto constitua um purificador do sangue. Eu sugiro Hidrastes, Salsa, Camomila e Confrei misturadas, para auxiliar no equilíbrio do sistema. Mas a ajuda está a caminho, a ajuda está a caminho.


Pergunta: Que é que recomendas para a poluição geral causada pela vida na cidade, e a respiração de ar não ventilado?


Julian: Bom, a primeira coisa que sugeria é uma chávena de chá de Camomila de modo a deixarem de se preocupar tanto com isso. A segunda coisa que eu sugeria é uma chávena de chá de Sassafras como purificador do sistema. Onde a mente se centrar será onde a energia se concentrará, e caso o receio seja manifestado, então ele irá atrair mais medo. Quando estiverem sujeitos à poluição, aceitem o facto de não se encontrarem poluídos. Aceitem que possuem uma energia a emitir que irá cuidar disso.


Pergunta: Para as senhoras de idade, que passaram pelos períodos menstruais, será o Cohosh Preto bom no equilíbrio do sistema glandular na velhice?


Julian: Diria que isso precisa ser tentado pela própria pessoa, por poder ser demasiado severo. Mas sugiro o Confrei.


Pergunta: A folha ou a raiz da planta?


Julian: A raiz.


Pergunta: Queria perguntar com respeito aos remédios do Dr. Bach, relativamente a este tipo de cura. Eles predominam bastante actualmente, e eu queria saber se resultarão tão bem quanto estes. Ou terão propósitos diferentes, e serão mais indicados para a atitude mental?


Julian: Uma vez mais, estais a lidar com uma energia libertada, assim como em grande medida com a mente e os atributos da flor e da pessoa; com a sua combinação com base na correspondência. Assim como com o conhecimento de que são mais constitucionais do que curativas. Constituem uma prevenção (profilaxia) e uma reversão para determinadas coisas, mas nada que venha a revelar-se da noite para o dia.


Pergunta: Mas parecem equilibrar a mente.


Julian: É com a polaridade inerente ao sistema que estais a trabalhar. Lembrem-se de que o objectivo da flor ou da erva é o de ter absorvido o sol e de se ter nutrido da terra. Por isso, a qualidade mineral da terra e a qualidade do sol acham-se nelas e terão criado uma energia, energia essa que opera o resultado.


Pergunta: Eu peço desculpa por fazer tanta pergunta mas tu falas da energia da flor… Na semana passada ficamos a conhecer acerca do magnetismo e da propriedade magnética das… e eu ando a pensar colocar flocos magnéticos no meu jardim a fim de fomentar o crescimento da Salsa e não sei mais o quê. Em qualquer caso isso criará mais energia que faça o meu jardim crescer mais? Ando seriamente a pensar nisso.


Julian: Sabes o que me fazias lembrar enquanto falavas? “Mario, Mario, muito pelo contrário, de que forma cresce o teu jardim?” (NT: Rima de origem Inglesa que se apresentou bastante conveniente) (Riso) Por tu te sentires tão exultante com respeito a isso, que é adorável de ver. As próprias forças magnéticas da terra têm imenso a ver com o que sucede num jardim. A energia mental dirigida para ele tem muito a ver com o que acontece num jardim.


Pergunta: Queres dizer que posso atrair a energia?


Julian: Podes. Os magnetos constituem factores de polaridade que equilibram as energias. Mas se quiseres equilibrar as energias do teu jardim, vai em frente.


Pergunta: Mas posso colocar-lhe flocos?


Julian: podes.


Pergunta: Poderias dizer alguma coisa sobre os galhos de Boncha, usados no Japão?

Julian: Creio que lhe deram demasiado crédito, devido a umas quantas coisas. É um constituinte mas não deveria ser considerado cura para tudo. E constitui um dos exemplos em que a tendência que apresentam é de tomar em demasia. Qualquer coisa que seja tomada em excesso reverte a polaridade que possua e deixa de ser positiva e torna-se negativa.


Pergunta: E para a doença do Alzheimer?


Julian: Qualquer coisa que seja purificador do sistema, embora estejam a descobrir que certos níveis de zinco, de potássio e de alumínio presentes no corpo tenham influência na doença. E embora não tenha ainda sido provado, estão a caminho de compreender isso neste instante. Mas haverão de descobrir de uma forma crescente que os níveis de zinco e de potássio constituem dois factores muito importantes que têm presença no corpo, assim como o nível do cobre.


Assim, sugeria que vigiassem os níveis de zinco e de potássio no vosso sistema durante toda a vossa vida, sem esperar até precisarem curar alguma coisa. Torna-se muito importante compreender que o que sucedeu foi que as mudanças na energia presentes no universo amplificaram determinadas coisas e isolaram outras. De modo que estão a lidar com novas coisas virais e estão a perder contacto com antigas coisas virais. E as novas atitudes virais são atitudes de longevidade. E elas exigem tratamentos mais prolongados.


Chamam-lhes vírus inactivos. Eles sofrerão uma convulsão e passarão a estar inactivos. Depois sofrerão uma convulsão secundária. E assim, quando pensarem que esteja terminado ainda precisarão tratar disso.


Pergunta: Referiste o nível do alumínio?


Julian: Descobriram que um excesso de alumínio parece achar-se no sistema de quantos tenham contraído o Alzheimer.


Pergunta: Será por causa dos utensílios que utilizam?


Julian: Em parte, e em parte devido aos alimentos, etc., e certos sistemas apresentam um magnetismo relativamente a algo como isso, e mantêm-no num maior grau de predominância do que outros… Eu afirmo que o cozinhar com utensílios de alumínio tem algo que ver com isso, mas também se deve aos alimentos ingeridos, e ao sistema do indivíduo, por alguns o reterem e lançarem fora muito mais prontamente que outros.


Comentário: A fonte predominante do alumínio centra-se nos desodorizantes que usamos nas axilas e nas pastas de dentes.


Julian: Pois. Voltamos a uma outra fonte de pasta de dentes. Sabem que uma das escovas de dentes mais prevalentes são os galhos do Sassafrás? Importa bastante que leiam os rótulos. 


Pergunta: …(Inaudível) 


Julian: Não. Poderão apresentar tendências, mas não é nada genético.


Pergunta: Posso contribuir com uma certa informação? Podemos extrair o alumínio do sistema, podemos extrair o arsénico do sistema assim como outros metais caso tomemos um banho com uma chávena de Clorox - da marca Clorox, não outras - e nos impregnarmos por vinte minutos, sem sabão e sem nos enxaguarmos. Mas faze-lo unicamente uma vez por mês porque, se o fizermos com uma maior frequência, isso será mau. Em especial se tivermos muito alumínio, ele será extraído.


Julian: Esta jovem sugere que o excesso de alumínio presente no sistema, ou de qualquer outro minério no sistema pode ser extraído com um banho de Clorox uma vez por mês. Mas NÃO CLOROX PURO! Uma chávena de Clorox por banheira. Além disso, lembrem-se que precisam ter muito cuidado quando fizerem algo do género, por certas pessoas não tolerarem esse tipo de drenagem. O mesmo se passa com o banho de sal.


Comentário: O problema está em que o clorox liberta o cobre na água que é encontrado na canalização de cobre por onde a água que bebemos passa. O cobre dessa tubagem é libertado pelos iões de cloreto que leva a que a nossa pele o absorva. Isso esvazia-nos mais o zinco no corpo. Assim, o zinco constitui um adversário do cobre e o envenenamento por cobre vem primordialmente na água da cidade de Nova Iorque.


Julian: Ai não! Ah, no caso dos Nova-iorquinos, sem dúvida, mas há inúmeros outros locais.

Comentário: A razão está em que tenhamos cloro na água, o qual nos livra do alumínio mas ele acumula-se no cérebro, da mesma forma que o alumínio.


Julian: Sempre que se cria um tipo qualquer de alteração de uma força natural isso vai provocar energias que podem ter um efeito de contrapeso relativamente a algo presente no sistema. Por exemplo, quando utilizam amaciadores da água podem retirar os minerais mas têm que repor esses minerais por uma forma qualquer. Se não o fizerem o vosso sistema irá sentir-se exaurido. E lembrem-se que eu referi anteriormente que os níveis de cobre e de zinco são muito importantes no sistema. De modo que quererão usar de toda a precaução com respeito... Certas pessoas pensam que purificar seja tirar tudo até que nada mais reste. Purificar é livrar-se daquilo de que não precisam, mas também significa manter aquilo de que precisam.


Comentário: Surgiu uma questão, há instantes, acerca de alguns dos modos apropriados para libertar substâncias tóxicas do organismo. Há um método bastante eficaz para libertar metais pesados chamado Quelação, o qual, todavia, normalmente requer o uso de médicos, e outras coisas do género de um químico chamado ácido EDTMP (ethylene-diamene-tetresedic). No entanto há um material disponível nas lojas de produtos naturais, uma solução de ágar extraída da alga, em particular daquela encontrada na costa da Noruega, que desempenha quase o mesmo tipo de quelação, e que absorve somente as toxinas provenientes dos metais pesados - como o arsénico, os chumbos, etc. - e os remove do organismo de uma forma bastante natural sem causar perturbações no equilíbrio do cálcio nem dos minerais mais benéficos, que as formas mais pesadas de quelato tendem a perturbar. E é particularmente valioso para os habitantes de áreas tais como a de Nova Iorque, por ser bastante eficaz no combate contra ao cumbo tetraetila que se propaga através do ar, resultante das emanações dos tubos de escape dos automóveis. 


Julian: Obrigado por essa informação. Lembras-te do nome disso, se fazes o favor? 


Comentário: Tecnicamente esse material constitui um ágar ágar, uma gelatina, do mesmo tipo que compõe o Jello (a gelatina usada como sobremesa). Uma de que isso deriva é da alga marítima originária da costa da Noruega e da Suécia, que é ligeiramente melhor do que a da Costa do Pacífico. Qualquer dessas fontes é utilizável, não obstante.


Julian: Agradeço a informação.


Pergunta: O tipo de tratamentos ervais de que estamos a falar, no caso das crianças tratar-se-á de um tipo de tratamento diferente do dos adultos, nas diferentes faixas etárias? E as crianças que estão a chegar actualmente supostamente serão mais resistentes do que esta geração passada, e de que modo isso influenciará a forma como utilizamos as ervas com elas?


Julian: As crianças que estão a surgir são crianças e precisam ser tratadas e cuidadas e amadas e guiadas da mesma forma que toda a gente.


Elas são almas velhas portadoras de um conjunto de informações, mas elas também precisam passar pelo processo de crescimento da alma e de entrarem em contacto com elas próprias. A diferença está em que as crianças são mais propensas a apegar-se aos sentidos espirituais e a não escorregarem facilmente para os físicos. O que quer dizer que apesar de os sentidos físicos - o sentido do toque, do paladar, do olfato, etc., ainda retêm uma maior receptividade com respeito à perspicácia, ao ouvido interno, etc. E os pais que orientem tais crianças nos dias actuais deveriam ajudá-las a reconhecer que isso constitui coisas normais.


Não tentem torná-los psíquicos. Façam por que se sintam saudáveis e confortáveis em relação ao potencial que têm, que é espiritual. Uma vez atinjam esse equilíbrio, o resto apresentar-se-á. Mas a criança precisa passar por esse processo de crescimento. Precisa atravessar o processo das alterações corporais, das alterações mentais, e do puro velho tipo de crescimento, dotado de imenso amor. Quanto à utilização de remédios herbários neles, devem ser doseados conforme a idade. Após os oito anos de idade, metade; antes dos oito, utilizaria um quarto da quantidade.


Pergunta: Haverá alguma coisa que possas sugerir para os cães, no ambiente de Nova Iorque, onde vivo? Só no sentido de se manterem saudáveis?


Julian: Alimentem-nos bem, exercitem-nos com regularidade…


Pergunta: E na água, quero dizer, tipo relva na água?


Julian: É excelente ter alguma erva para mastigarem como um purgante. Um pouco de salsa na água constitui uma ajuda. A coisa mais importante é permitir que tenham uma saúde corporal generalizada.


Pergunta: Quando mencionas dosagem, a quantas chávenas de chá ao dia te referes?


Julian: Quando estão a trabalhar com algo por uma primeira vez, três chávenas ao dia. Após essa fase, uma chávena será suficiente. Não se sentem a beber um litro.


Pergunta: E no caso de situações mais agudas, tal como de uma dor de cabeça?


Julian: Para as dores de cabeça, assim que tiverem removido o aspecto nervoso, diria para sorverem esse chá na quantidade de três chávenas no decurso do dia. Não o tomem aos goles, mas sorvam-no. Deem-lhe tempo para operar. Lembrem-se que, ao penetrar no sistema precisa ter tempo para fazer efeito. Uma das coisas que tem lugar no padrão de alimentação que usam no vosso mundo... é que se comerem rapidamente não darão tempo suficiente aos indicadores do organismo para apurarem se se encontra satisfeito e acabarem por comer mais. Se comerem mais devagar o organismo usará os indicadores que digam que comeram e não quererá tanta comida.


Pergunta: Os gerânios perfumados terão algum valor medicinal? Tal como a rosa perfumada e o limão perfumado que já sei que se pode utilizar na culinária. Não me estou a referir ao gerânio habitual dos peitoris de janela mas ao gerânio perfumado que não brota das flores mas do perfume das folhas.


Julian: As plantas aromáticas destinam-se aos sentidos e ajudam nas áreas das membranas mucosas. Mas com respeito ao emprego delas na culinária ou algo do género - não têm propriedades medicinais. Em certo grau chegam a ter propriedades medicinais, por representarem um auxílio. Sabiam que o sentido que mais ignoram é o vosso sentido do olfato? Vocês rebaixam-no com frequência, sabiam, por ele também precisar ser intensificado.


Pergunta: Por falar em membranas das mucosas, que ervas poderão ser usadas para expelir ou descarregar o muco do sistema?


Julian: Água. 10 copos de água ao dia no caso das sinusites de grande efeito. Breve, irão libertá-las. É o único fluído que descarrega por meio das membranas e dos tecidos, por o resto ser absorvido pelos tecidos e pelas membranas. Mas, devido a que o maior impacto venha da desidratação, torna-se essencial alterar esse sistema. Certas coisas são excelentes para a membrana mucosa. Uma delas é o bom velho Hidraste e outra é a Camomila. Essas são de uma grande ajuda no caso da membrana mucosa. Tomadas internamente tendem a funcionar a partir do interior.


Pergunta: Julian, mencionaste diversas vezes que a água e somente a água constitui o verdadeiro agente de descarga do sistema. E mencionaste diversas vezes que o sumo, o café ou que mesmo o chá não sejam bons ou tão bons quanto a água.


Julian: Não, não que não sejam bons mas que não têm o mesmo efeito que a água. A água constitui o agente máximo de purificação. Foi o agente de purificação colocado neste planeta para o homem muito antes que tivesse conhecimento da existência de uma erva, sequer. E assim, constitui o agente máximo purificador. Quando existe uma nutrição de boa qualidade é dotada da qualidade de absorção e assim não possuem a mesma capacidade de limpeza dos tecidos e das membranas que a água tem. 


Se estiverem a tratar da área estomacal, com distúrbios estomacais etc., a Camomila e a Hortelã constituem os melhores agentes de cura por relaxarem o sistema e o acalmarem. E ao acalmá-lo, obtêm uma maior oportunidade de o curar. Precisam estar quietos o suficiente para poderem gozar de uma oportunidade de o conseguir, e essas ajudam bastante nisso.


Pergunta: O que será que produz a artrite e poderias também discutir a causa da doença periodontal é e se ervas podem ser usadas para tratar e curar isso?
 

Julian: Hortelã é excelente para ajudar na doença periodontal, se realmente a usarem como um chá feito como um antisséptico (desinfetante) bucal. Também podem usar hidraste como um antisséptico bucal, por ser muito útil para isso.
 

No que diz respeito à artrite, tu perguntaste acerca da causa. Uma das maiores causas de artrite é raiva reprimida, aquilo que não é libertado do sistema e cria um comprometimento no sistema. Não podem tratar o corpo somente - precisam tratar mente, corpo e espírito. Quando o corpo é a única base que vocês têm para manifestar as vossas atitudes, você não podem chegar a lado nenhuma.
 

Assim, a raiva reprimida significa uma constrição e toda a constrição tem lugar no corpo. Agora, além disso, se tiverem sensações similares à artrite analisem o nível de potássio do vosso corpo. Um nível de potássio demasiado baixo cria sensações similares às da artrite. Retirem o açúcar refinado do vosso sistema por o açúcar refinado criar uma ação semelhante à artrítica no corpo. Assim, precisam examinar essas coisas periféricas que têm sido feitas ao organismo, por constituírem a energia que está a manifestar-se e a manter determinado sintoma.
 

Se vocês tiverem algo de errado no vosso sistema, por exemplo, como quando arrancam um dente e continuarem a colocar a vossa língua no buraco para ver se ele ainda dói, você interrompem o processo de cicatrização. Isso é exatamente o que vocês fazem com velhas raivas. Vocês literalmente puxam-nas para cima e fazem um buraco novamente para ver se ele ainda está lá. Vocês trazem-nas de volta e lembram tudo que lhes tenha causado a raiva da primeira vez, e aquilo de que tomam consciência a seguir é que estão a vivenciar toda essa energia no vosso corpo de novo. Assim, quando estiverem com raiva tomem algumas dessas chupetas e reduzam-na.
 

Pergunta: Você falou sobre o açúcar refinado hoje à noite e antes também, e há um monte de falatório sobre os problemas provocados pelo Nutrasweet (NT: Também conhecido por adoçante, suja constituição se baseia no aspartame). Haverá alguns substitutos para o açúcar refinado?
 

Julian: O Nutrasweet provoca fortes reações a determinados sistemas de energia. Algumas pessoas vão descobrir que o Nutrasweet as deixa hiperativas, e outras vão dar consigo com atitudes mentais muito graves – enormes surtos de raiva e ataques de ansiedade – por causa dele. Portanto, você deve prestar atenção ao que acontece convosco quando o usarem, e ter o cuidado de, se identificarem algum destes sintomas, o afastarem para longe.
 

Pergunta: Queria perguntar apenas uma outra coisa sobre a água, enquanto o mais puro dos produtos de limpeza. O que se pode tomar se você decidir entrar numa purificação rápida do organismo à base de água. Neste mundo moderno temos que trabalhar e funcionar. Acho que por causa das toxinas, a pessoa tende a ficar tão cansado ou doente que não pode fazer isso e ir para o trabalho e funcionar. Assim, haverá algo que se possa tomar?
 

Julian: Em primeiro lugar, qualquer tratamento deve ser tomado num ambiente que lhes permita viver o resto das vossas vidas. E se tiverem que trabalhar e fazer um jejum implicar com o que estiverem a fazer, então não é altura de jejuar. Façam jejum quando estão em casa no fim-de-semana ou algo assim.
 

Pergunta: Mas existirá alguma erva que possa impedir-nos de nos sentir tão mal?
 

Julian: A doença é a acção de se livrarem das toxinas. A única coisa que eu gostaria de sugerir é a camomila, hortelã ou a hortelã-pimenta.
 

Pergunta: Para reduzir um pouco o desconforto?
 

Julian: Elas irão reduzir as reações nervosas originadas pela eliminação das toxinas. Mas não esperem que elas os capacitem a ir para o trabalho. Elas só os ajudam a lidar com o que está a acontecer com o organismo.
 

Comentário: Eu queria responder à questão da artrite. A erva de eleição é a Unha (ou Garra) do Diabo.
 

Julian: Essa garra do diabo também será usada como algum tipo de relaxante para dormir?
 

Comentário: Não, a garra do diabo é usado principalmente para a artrite. Para relaxante ou dormir usa-se valeriana.
 

Julian. Mas há também uma forma - é claro que vou voltar muito atrás no tempo com isto, por achar que seja algo romano (riso) - é uma outra forma, não era chamado pelo mesmo nome que era usado naquela época como um relaxante, assim como a camomila e a valeriana...
 

Pergunta: Existem algumas ervas que nos proporcionam energia quando nos encontramos cansados?
 

Julian: Cinco minutos de meditação, irá parecer uma nova mulher. Um revigorante, gengibre, chá de gengibre, ginseng. Mas não deixem que crie hábito. Mas uma vez mais precisam considerar o homem todo. Porque estão cansados? Caso tenham tido um árduo dia de trabalho e estejam cansados, isso representará um cansaço legítimo. Mas se estiverem com um cansaço emocional, precisam resolver essa coisa emocional, a fim de se livrarem do cansaço. E uma das primeiras coisas que precisam questionar é a atenção que estejam a dar a essa emoção. Porque onde a mente estiver será onde a energia se concentrará. Por isso, se a energia assentar nesse trauma emocional não terão energia de sobra para mais nada.
 

Pergunta: Eu queria saber quais as frutas e os legumes indicados para a remoção de bloqueios do corpo?
 

Julian: Há muitos vegetais que possuem a faculdade natural de cura. Nós falamos sobre a batata pouco tempo atrás. E a cebola é maravilhosa para as dores de ouvido. Você pode fazer um cataplasma a partir dela. O alho é um antibiótico. É um antibiótico natural. Também podem usar salsa para se livrarem dos efeitos posteriores do alho, que é o antibiótico, de modo que estejam de novo aceitáveis aos olhos da sociedade, por assim dizer. A cenoura possui uma qualidade vegetal muito importante para os ossos por isso é um bom grampo na dieta.
 

Pergunta: Eu ia perguntar sobre o forte sangramento menstrual, o que pode ser tomada para isso?
 

Julian: Uma das coisas a lembrar é que é necessário um relaxante para as cólicas. E também quero dizer para verificares o nível de gordura na dieta, pois se o nível de gordura da dieta não for suficiente a elasticidade dos músculos que precisam fazer o trabalho é afetada e aí torna o processo muito mais difícil. Podes usar camomila e hidraste.
 

Comentário: Perguntaste antes sobre os efeitos tranquilizantes usados nos tempos romanos - lúpulos e urtigas é o que era usado ​​pelos romanos.
 

Julian: Urtigas, sim. A erva-doce também é usada para a difteria. Agora eu apenas o indiquei de uma forma generalizada.     


Pergunta: Será que a água gaseificada tem o mesmo efeito que a água regular?
 

Julian: Não. Não é que não seja saudável por levar o sistema a sentir-se bem. Mas quando estiverem em busca de uma purga basta recorrer a velha água simples. Lembre-se de alguma coisa... se a mente estiver certa de que algo lhe vá fazer alguma coisa – esse algo irá.
 

Pergunta: Por falar nos níveis de gordura, a que tipo de gorduras estava a fazer referência?
 

Julian: As gorduras animais, diria eu – de capoeira, peixes. Se forem vegetarianos, então precisaremos indicar os óleos. Às vezes, se um sistema tiver um problema sério, poderão ter que reverter para o frango ou o peixe para conseguirem produzir essa energia mais pesada e para lhes trazer de volta a elasticidade necessária para o trabalho. Quando, no vosso mundo, a gordura é eliminada, muitas vezes para obterem efeitos cosméticos – por toda a gente querer usar o tamanho 10 – e eliminam todas as gorduras do sistema, então interrompem a ovulação e, em seguida, começam a ter problemas.
 

Pergunta: Psoríase. O que sugeres para a psoríase?
 

Julian: O vinagre branco e água como um aplicativo externo, e raiz de alcaçuz e hidraste aplicado internamente.
 

Pergunta: O que é que causa a psoríase?
 

Julian: A psoríase é uma inflamação criada pela acção dos nervos no sistema. E tem relações genéticas, mas eles ainda não chegaram a entender isso. Mas, literalmente, é... soa como uma coisa terrível de se dizer mas é o mesmo processo que a cobra para extrair a sua pele. E o que é preciso é de ser trabalhada a partir do interior e do exterior. Mas contrariamente... a maioria das pessoas acha que precisam humedecê-la quando na realidade têm é que a secar.
 

Pergunta: O que poderá ser feito para a leucemia?
 

Julian: Neste momento - nada! Está em curso, conforme vocês dizem, mas o resultado ainda não prevalece no vosso mundo.
 

Pergunta: E sobre a queimadura e intoxicação solar?
 

Julian: Evitem a queimadura solar e não irão ter que se preocupar com o envenenamento pelo sol.

Pergunta: Eu não me exponho ao sol, mas eu ainda contraí um envenenamento solar.

Julian: Quando tiveste contato com o sol para que te perturbasse o sistema?
 

Pergunta: Tudo quanto é preciso é dar passeio de carro e contraio-o por todos os meus braços ou onde quer que se dê a reflexão.
 

Julian: Nesse caso traduz-se por uma questão de calor para o sistema. Se não te importares que te diga que há várias coisas que são necessárias aqui. Antes de mais, para usares hidraste e confrei internamente. Externamente - tintura de noz preta. Agora que vai-te deixar um tanto manchada por isso faz um preparado fraco, e terás suficiente cautela para usares uma peça na cabeça. Também gostaria de dizer que o teu sistema precisa de equilíbrio e é muito importante que percas pelo menos 6 quilos. Isso afeta as tuas propriedades internas.
 

Pergunta: Mas eu tive desde que eu era uma criança!
 

Julian: Não me venhas com razões nem justificações - Eu estou falar-te do estado de saúde que tens agora. É muito importante, minha querida.


Pergunta: Mencionaste caiena como uma parte importante de nossa coleção de ervas. Agora, não quererás elaborar um pouco sobre as funções de caiena e como devemos usá-la, e por que é que devemos usar caiena e não alguns outros tipos de pimenta?
 

Julian: Primeiro de tudo, tem uma capacidade extrema no que diz respeito à pressão arterial. Ela ajuda a dilatar os vasos sanguíneos, por isso é muito boa onde a circulação estiver em causa. É uma coisa tipo multiuso, mas quando tivermos a lista, devem colocar no outro lado do quadro as propriedades que sejam mais versáteis, por as pessoas não conseguirem ter tudo em casa. Estamos a falar da pimenta vermelha, a pimenta de caiena.


Pergunta: Como poderemos usá-la - em um chá ou na sopa?
 

Julian: Podem usá-la na comida, podem tomá-lo sob a forma de cápsula, assim como podem prepará-la sob a forma de chá, se a suportarem. É um pouco picante. Eu diria que, na forma de cápsula ou nos alimentos será a maneira mais fácil de trabalhar com ela.
 

Pergunta: Candidíase. O que é que a provoca e o que pode ser feito a respeito?
 

Julian. Causas no sistema que se prendem com os níveis sanguíneos. Está relacionado com o sangue e num futuro muito próximo irão ver algumas descobertas.
 

Pergunta: Que ervas recomendarias para o seu tratamento?
 

Julian: As ervas purificadoras seriam as únicas e seria as melhores. Eu recomendaria chá de framboesa, e recomendaria também o velho bom hidraste - a cura para tudo... quase.
 

Pergunta: Eu cheguei aqui tarde e espero que esta não seja uma questão que já tenha sido colocada, mas eu estava lendo a lista de coisas para a toxicidade no organismo e a sua purificação. Que dizer da vitamina C? Eu entendo que se você tomar grandes doses de vitamina C que pode impedir a toxicidade ou removê-la.
 

Julian: Entende uma coisa... A vitamina C é parte do vosso quadro de energias corporais. Ela não se destina a servir de cura para tudo e é usado em demasia pela maioria das pessoas. O que acontece é que o corpo ajusta-se de tal modo que se torna incapaz de fazer o seu próprio trabalho. Aqui está um dos casos que mencionei anteriormente - se um é bom, dez será melhor. Portanto, tenham cuidado com o mau uso das ervas do mesmo que são cuidadosos com o mau uso de drogas e o mau uso de vitaminas. O princípio é o mesmo. Não é o purificador por excelência. É excelente quando o que está em causa são constipações, gripe ou vírus devido à capacidade de a energia da vitamina C tem para ajudar o sistema nessa luta. Ele confere um estímulo ao sistema, mas não é cura para tudo.
 

Pergunta: Que ervas podemos usar para as aftas?
 

Julian: Aftas? Eu recomendaria que tomassem cohosh preto e hortelã-pimenta juntos, ou salsa e confrei juntos... qualquer dessas combinações.
 

Comentário: Já que se está a falar de aftas, estamos a referir-nos a uma das formas de candidíase. Estamos usando a título experimental a forma homeopática de uma cultura ativa de candidíase com resultados realmente dramáticos. Eu não sei se estás a aludir ao facto de isso estar para surgir no futuro.
 

Julian: Sim, mas na medida em que ainda não é totalmente compreendido, eu prefiro não... Tenho receio que venha a ser transformado em norma.
 

Pergunta: E sobre os desequilíbrios endócrinos, como tireoide e problemas como esse?
 

Julian: Eu diria que uma das coisas que tem de ser utilizada é a pimenta caiena, e além disso a raiz de alcaçuz e a acompanhar a raiz de alcaçuz a hortelã-pimenta... combinados – metade de cada.


Pergunta: Existirão algumas ervas para o tratamento do inchaço dos gânglios linfáticos?
 

Julian: Para as glândulas linfáticas inchadas - verbasco teve uma oportunidade de ajudar essas áreas embora ainda que não esteja totalmente comprovada. Mas já apresentou alguns bons resultados. Uma combinação de bardana e hidraste já prestou um certo tipo de assistência nessas áreas.
 

Comentário: A equinácea também é boa para os bloqueios linfáticos. Equinácea e gastrafolia (?) Equinácea funciona como um atiço.
 

Julian: Eu quero dizer que há uma que eu quero reunir aqui para vocês - Eu volto num minuto, esperem um instante. Olmo e doca enrugada combinadas são úteis. A outra coisa é usar hidraste como uma purgação ou limpeza.
 

Pergunta: No caso das glândulas linfáticas, foi-me dito se as fizermos vibrar isso seja muito estimulante para elas e as mantenha em boa forma.
 

Julian: Sim. Precisas ter em mente que o movimento e a cura têm muitos, muitos... O movimento faz parte da cura e há certas energias movidas pelo curandeiro que fazem certas coisas no corpo. Isso envolve toda uma outra aula, por isso não vamos entrar em tudo isso. Mas, sim, a estimulação de uma área... o que realmente precisam fazer é captar a atenção delas. Eu sei que soa como uma coisa estranha de dizer, mas chamem a atenção delas que elas vão trabalhar. Estabelecem um vínculo com elas.
 

Pergunta: A combinação de olmo e de doca enroscada (ou encaracolada) é usada para quê? Perdemos a pergunta.


Comentário: Só queria confirmar que a equinácea é uma cura para os bloqueios linfáticos. É um estimulante linfático natural. Ele limpa os bloqueios.
 

Julian: Muito bem. E tu estavas a perguntar-me acerca da fórmula que te dei. A fórmula que te dei foi para uma limpeza do intestino grosso em relação à mucosa, à gripe... onde as membranas mucosas estiverem a trabalhar. Quando os gânglios linfáticos estiverem numa situação de não funcionamento ou um numa situação de funcionamento alterado, isso afeta as secreções do corpo e formar-se-á gradualmente uma pilha no corpo - por o sistema vir a tentar lançá-lo fora normalmente – que vai atingir a área do intestino inferior e isso vai afetar o cólon e a área do intestino inferior. E assim, essas são áreas que o ajudarão a obter essa descarga - tomadas internamente - a fim de limpar a área mais pesada que é uma coisa acumulada.
 

Pergunta: Como poderemos saber se estamos nessa condição?
 

Julian: Vocês vão saber se se sentirem muito, muito enjoados, por um lado, e se tiverem problemas com a flatulência. Mas, a propósito, se você tiver problemas com a flatulência a raiz de alcaçuz é muito útil. O mau funcionamento de uma área perturba o equilíbrio do resto do corpo. O resto do corpo começa a lançar fora e a criar secreções extra, porque é como um motor que está que gira muito rápido e tenta compensar com algo e, em resultado vocês terão todo esse sistema de purga a reunir-se na área inferior do corpo.
 


Pergunta: Como as ervas camomila, Confrei e hortelã-pimenta fazem várias coisas excelentes, seria bom tomá-las em combinação ou individualmente - uma xícara de chá por dia? Será demasiado tomá-las um ano de cada vez?
 

Julian: Eu dir-te-ia que se te sentes bem toma uma chávena de vez em quando, mas não desperdicem o trabalho que podem efectuar no vosso corpo. Tudo quanto tomam constantemente, quando na verdade não necessitam, vai levar a que o vosso corpo comece a formar uma muralha. Se tomarem uma xícara de chá de camomila porque o apreciam e por ser relaxante depois de um dia duro de trabalho, tudo bem. Mas não digam: "Eu tenho que tomar isto hoje e aquilo amanhã e aquela outra coisa no dia seguinte, porque isso vai-me tornar íntegro" estarás a desperdiçar a acção de receptividade do corpo. Tem que ser usado com uma grande dose de bom senso.
 

Pergunta: Falaste um pouco sobre a gordura animal. Dirias que o corpo pode aceitar gordura animal ou digerir a gordura animal facilmente?
 

Julian: Sim, pode. O corpo é uma máquina magnífica que se ajusta ao que lhe for dado e que consegue sobreviver à base disso. Mas a atitude mental do homem deposita a sua energia no que a mente se focar, e se o homem tiver a ideia de que não pode... ele não irá poder. Alguns metabolismos não estão destinados a ser vegetarianos. Alguns metabolismos são muito mais saudáveis ​​como os vegetarianos. Portanto, não pode ser uma coisa colectiva. O indivíduo tem que o fazer com base no que o seu corpo ache ser certo e com base no que o seu corpo trabalhe e funcione com isso. Mas a coisa mais importante que deve ser entendida é que quando aceitam o vegetarianismo vocês têm que entender que têm que saber como usá-lo, da mesma forma que com as ervas. Não podem simplesmente dizer: "Vou tomar todos os legumes e carne nenhuma." E vocês sempre conhecerão os que não sabem fazê-lo. Apresentarão letargia corporal. A letargia assume, e o corpo não se move. É como se andasse sob alguma forte névoa o tempo todo. O cabelo torna-se magro. A cor torna-se cinza. Os músculos do corpo não apresentam um tom saudável. Precisam assegurar-se de que estejam a usar as combinações de proteínas e de hidratos de carbono e assim por diante de forma adequada, e assim isso poderá ser uma coisa saudável para vós.
 

Pergunta: Será sempre perigoso usar ervas quando você está tomando um medicamento de algum tipo, ao mesmo tempo?
 

Julian: Será sensato falar com o fitoterapeuta quanto à compatibilidade que apresente em relação a qualquer medicação que estejam a tomando, por podem estar em conflito uma coisa com a outra. Por as ervas trabalharem num processo do corpo e os medicamentos artificiais funcionarem num outro processo no corpo, de modo que têm que encontrar compatibilidade entre esses processos.
 

Pergunta: Parece que eu tenho esse desejo irresistível pelo açúcar. Podes-me dizer o que ser responsável e o que posso fazer por isso? Há mesmo momentos em que acordo a meio da noite e o desejo é tão avassaladora que preciso comer uma colher de açúcar refinado.
 

Julian: Geralmente é o sistema a dizer: "Aquilo que mais desejo provavelmente não é bom para mim." E eu sugeria que tentasses equilibrar o sistema, levando-o gradualmente a habituar-se à proteína como uma energia. Os hidratos de carbono são como a gravetos no fogo, que se inflamam e desaparecem. As proteínas são como troncos verdes que queimam durante horas. Se tiveres proteína suficiente no corpo será mais fácil livrar-te do açúcar refinado. Tenta usar os frutos como açúcares.


Mas quero dizer mais uma coisa. Irás passar por três dias muito difíceis. Mas lá pelo final de sete dias vais-te sentir como uma pessoa diferente. E pelo final de três meses, serás uma pessoa diferente. Se eu pudesse apontar um único demónio no vosso mundo seria o açúcar refinado, principalmente por ele ser usado de modo excessivo. Algumas pessoas podem tomá-lo e não sentir qualquer efeito. Mas a maioria das pessoas no vosso mundo apresenta efeitos resultantes do açúcar refinado. E diria que provavelmente 50% do vosso pessoal no vosso mundo comporta tendências para a hipoglicemia e nem mesmo está ciente disso.
 

Pergunta: Eu tenho um animal de estimação em casa (uma cadela) e ela coça-se muito – o pelo. Eu tenho que dar-lhe uma injeção todos os meses no veterinário. Ele diz que ela é alérgica a tudo. Existirão ervas que possam ajudar?
 

Julian: Será que esse animal tem abundância do exercício?
 

Pergunta: Sim, ela é pequena mas anda sempre a correr ao redor.
 

Julian: Porque o exercício é muito importante para o equilíbrio do sistema. Gostaria de sugerir-te que nenhum produto lácteo deve ser tomado por esse animal de estimação, por forma alguma.

Pergunta: Eu não lhe dou quaisquer produtos lácteos.
 

Julian: Porque o teor de gordura não é bom para o animal de todo. Eu recomendaria também que um óleo de peixe lhe seria útil, tal como o óleo de fígado de bacalhau, e vinagre branco e água aplicados externamente.
 

Pergunta: E sobre os ovos? Médicos assustam-nos com o colesterol. Eu sei que se eu comer um ovo que me dá energia durante todo o dia. Existirá um limite para a ingestão de ovos?
 

Julian: Eu não consigo reiterar o suficiente. Não pensem nisso em termos: "Se um é bom, dez será melhor." Você tem que manter o equilíbrio em tudo para poderem para que lhes faça algum bem, porque senão vocês passarão para a polaridade oposta.
 

Pergunta: Eu só queria perguntar sobre a gordura da carne. Qual será o volume razoável que se deva ingerir todos os dias?
 

Julian: Mais uma vez, quando eu lhes falo sobre a gordura da carne... três colheres de sopa por dia. E o que eu lhes digo é que não precisam ingerir grandes porções. Uma ou duas onças (28 gramas/onça) três vezes por semana será suficiente. Vocês não precisam exceder-se em relação a coisa nenhuma. Prestem atenção ao vosso corpo e quando o corpo sinaliza que necessita de algo mais tentem-no. Frutos do mar e aves, peixes, cordeiro são as carnes mais leves. A carne é um pouco mais pesada e o porco é a mais pesada de todas. E poderão querer manter-se afastados das carnes mais pesadas. Mas às vezes vocês precisam da carne pesada. Se se encontrarem num estado específico poderão precisar dela nesse momento. Talvez possam não precisar dela novamente.
 

Assim, vocês têm que prestar atenção ao que estiver a acontecer ao corpo. E quero dizer mais uma coisa, por favor, não confundam tonturas e vertigens e espiritualidade. (Riso) "Eu sou tão espiritual que sinto que nem estou em mim." É claro que não. Estão prestes a desfalecer! (Riso) A espiritualidade constitui um instrumento no mundo e precisa ser aí utilizado.
 

Pergunta: Numa situação em que a raiz de alcaçuz venha a ajudar a flatulência - isso significará que seja uma perturbação do pâncreas ou do fígado?


Julian: Pode representar muitas coisas diferentes. Os açúcares, mais uma vez, elevados níveis de hidratos de carbono irão criar flatulência. Demasiados vegetais crus irão criar flatulência. Muitos problemas de cólon são criados por muitos vegetais crus, caso o sistema não seja capaz de lidar com isso. Mas é difícil dizer o que poderá provocar, mas isto pode ajudar essa condição.
 

Pergunta: Há uma erva europeia chamada giesta (butchers brew) que é suposto ser para boa para a circulação, mas eu não consigo encontrar qualquer informação sobre ela. Ela será boa ou má, ou…? 

(NT: Existe na net uma referência, butcher’s broom, que efectivamente consta como planta medicinal, boa para as hemorroidas, cálculos biliares, para prevenir a aterosclerose, assim como para a fraca circulação sanguínea, que me leva a crer que esteja a referir-se a butcher’s broom e não butcher’s brew)
 

Julian: Se quiseres melhorar a tua circulação toma um pouco de pimenta caiena. Não se preocupe com a giesta (fermentação).
 

Pergunta: A senhora falou anteriormente em algo que se deseja e tu mencionaste que poderia ser algo que ela realmente não devia ingerir.
 

Julian: Muitas vezes vocês almejam por aquilo a que são alérgicos.

Pergunta: Nesse caso, a minha pergunta é, quando temos desejo de comer alguma coisa, como se poderá saber se é algo que seu corpo realmente precisa ou é algo a que se é alérgico?
 

Julian: Porque se for algo que o vosso corpo realmente precise, o vosso corpo irá sentir-se saciado quando tiver a quantidade adequada e não irá incomodá-los de novo com relação a isso. Mas se for algo que vocês almejem até irão sonhar com isso, por assim dizer.
 

Pergunta: Existirá algum autor ou livro que recomendes?
 

Julian: Há muitos livros excelentes sobre ervas no vosso mundo. Um que é muito simples que poderão achar útil foi publicado, creio bem, no Canadá. Foi escrito, se não estou em erro, por Penny C. Royal.
 

(NT: Penny C. Royal: Herbally Yours – Health Education. Um outro que recomendaria é:The Spiritual Properties of Herbs, de Gurudas)


Comentário: Foi escrito pelo Dr. John Christopher quando ele estava na prisão.
 

Julian: É, e foi muito simplesmente feito…


Comentário: Intitula-se Herbally Yours.


Julian: Sim, esse é um que eu já vi no vosso mundo que é muito bom. Alguns livros sobre os primeiros nativos americanos contêm algumas fórmulas muito antigas que são bastante benéficas e que também podem ser usadas.
 

(NT: Acerca deste autor existe um incrível acervo num sítio dedicado especificamente a ele, mas aqui verifica-se claramente um equívoco, e o comentador deve estar a confundir essa com uma outra publicação intitulada “A Healthier You” justamente deste naturopata)


Pergunta: Falaste acerca do atordoamento, da espiritualidade, e das tonturas. Muitos artigos que li dizem que precisamos submeter-nos a um período de jejum de três dias (mas eu não sei o que esse jejum significa) ou um jejum de 10 dias para sermos capazes de entrar mais facilmente em sintonia com o cosmos. Qual é a opinião que tens sobre isso?
 

Julian: Um jejum destina-se a limpar o corpo. A vossa atitude na vida e as vossas práticas meditativas são o que cria níveis de consciência destinadas à sintonia com o cosmos. E é por isso que eu digo que não os confundam. Além disso, eu descobri que muitas vezes, no vosso mundo, fé e tolice são confundidos, em que alguém diz "Eu acredito na cura, por isso, não vou consultar o médico." Isso não é fé, é tolice. Porque... entendam, se acreditarem que Deus os possa curar vão perceber que Ele está a enviar-lhe variedade. E às vezes você tem que usar um para chegar a um ponto em que sejam capazes de esperar um tempo até que o outro seja assumido pelo resto da vossa vida.
 

E agora, dizem-me que é hora de sentar e de a deixar sair.

Em nome do Pai, e dos filhos, e do espírito que os torna um, endereço-lhes a minha bênção e desejo-lhes uma boa noite! 

Fim

ACERCA DOS DRUIDAS


Muitas das coisas que estão a experimentar actualmente estão baseadas nas práticas druidas pré-cristãs de 1600, por terem avançado ao longo do tempo e terem constituido simplesmente a percepção de que não podem criar uma coisa a partir de algo que não têm. Assim, se forem fazer alguma coisa irão ter que a partir do que tiverem, seja terra ou a vegetação, enfim. Além disso também perceberam que o único sítio em que poderiam levar isso a mudar era em vós próprios. Os druidas eram muito sábios, por lidarem com padrões puros de pensamento em si mesmos…

No período druida celta de 1500 gerou-se uma profunda percepção do empenho; de que não se tratava de um passatempo. Era um compromisso não só aprender como partilhar essa aprendizagem com os outros, passá-la adiante. Todos pensam que os druidas se congregavam num grupo, mas não; eles formavam pequenos grupos e viajavam, muito à smelhança dos vossos missionários que viajam nos dias actuais; faziam-no para levar esses ensinamentos a outras áreas, e ninguém fazia proselitismo pelo facto de ser druida; eles portavam-se cmo eram, e as pessoas deixar-se-iam atrair para o princípio que representavam. Então gerar-se-ia o empenho, ou o anúncio de pertencerem à prática druida.

Muita gente encara os druidas coo uma organização secreta, mas o secretismo de que se revestia devia-se ao isolamento a que se votava, à protecção da pureza das doutrinas. Eles não aspiravam a ter um grande número de seguidores e preferiam ter uma dúzia de alunos empenhados. Assim, eles pregavam diversos exercícios e uma compreensão do corpo humano, do corpo dos animais, por acreditarem que vocês conseguem curar os animais conforme curam os humanos. Tudo quanto contenha o alento da vida merece ser tratado.

Aquilo que também merece ser entendido é que ao exercitarem as práticas druidas, mover-se-iam de um sítio para outro, de um grupo para outro, de uma caverna para outra, e jamais tinham noção de “bem” nem de “melhor,” superioridade. Imperava um sentido de uma unidade que colhia todos os componentes de uma doutrina que podiam reunir e formar um todo. Fosse qual fosse a vestimenta que usassem ao ingressar no “movimento” em breve a trocariam por uma túnica solta do mesmo tecido despretencioso cinza, e o objectivo que tal túnica tinha para as pessoas era a identidade, e depois a capacidade que proporcionava de movimentos fluídos, e o de poderem chegar ao corpo; porque eles praticavam uns nos outros nos seus estágios iniciais. Assim, tornou-se no uniforme da época, o que não seria de estranhar, por constituir a indumentária apropriada para aquilo que faziam.

Tinham que colher informação sobre as ervas, para depois serem enviados para outras áreas, para outros paízes, outros locais, onde teriam diferentes ervas a estudar. Precisavam compilá-las e trazê-las de volta e usá-las sob a forma de elixir assim como secas. Ou seja, precisavam desempenhar não só o acto de aprender mas também criar a vossa farmácia, famácia essa que tinha que viajar convosco. Precisavam saber que em determinadas áreas podiam conseguir determinadas plantas, e que noutras não. Por isso, se fossem a uma área em que não prevalecesse determinada erva, precisariam prepará-la e levá-la convosco, por não poderem esperar encontrá-la aí. Mas eles precisavam aprender esas coisas. Mas depois as viajens eram principalmente feitas por burros ou asnos, e a pé. Viajar a pé era o que mais faziam na época, pois embora tivessem cavalos por essa altura, não eram tão prontamente utilizados como o são hoje.

Aprendiam a arte de usar uma pequena bacia de pedra e uma outra pedra lisa para moer as suas ervas e para as preparar. Também precisavam devenvolver a perícia de determinar a olho nu o peso de uma pessoa; precisavam ser literalmete capazes de ajuizar o peso de um indivíduo de forma a saberem quanto lhe ministrar, pois por vezes demasiado de uma coisa qualquer poderia ter um efeito contrário. E as coisas que precisavam aprender forçavam-nos a fazer uso deles próprios; por não existirem compêndios. Os ensinamentos eram transmitidos oralmente, o mestre falava e os discípulos ouviam, e depois os discípulos pronunciavam-se e ele escutava. Mas se não ouvissem o que ele dizia, ele voltaria a dize-lo, por precisar ser preservado numa unidade. Não havia ninguém que fosse devidamente treinado no grupo que não ensinasse uma mente preparada. Por outras palavras, eles não buscavam ser exclusivos; apenas procuravam permanecer puros.

O público aceitava-os em determinadas áreas, mas noutras condenavam-nos, por desconfiarem de quem rondava as colinas e as cavernas como quem não andava a fazer boa coisa. A natureza humana nunca muda. Havia muitos praticantes druidas que jamais usavam a designação de druida, e que andava de terra em terra a ensinar sem chegar a alegar pertencer ao movimento, por uma questão de discrição e de bom senso (protecção).
Não era uma organização maioritariamente masculina, por comportar membros do sexo feminino, e elas treinavam e aprendiam a curar. Os primeiros treinos que recebiam eram os de cura, porque se tivessem a tenacidade para permanecer por aí também conseguiriam o resto, por não ser fácil. É muito fácil colocar umas pastilhas na mesa e dizer: “Este compêndio indicar-te-á o que contêm.” Mas quando precisavam sair a cada estação e descobrir a erva ou a flor e saber o que causava e saber com o que o casar, de facto estariam a reunir um estupendo volume de informação. Assim, o treino de um druida não compreendia um estudo com uma duração de três meses; por vezes esse estudo levaria três anos, outras vezes seis, de acordo com o indivíduo e a capacidade que tivesse de o captar e reter, etc…

O druida não saia a prescreber e a tratar sem anos e anos de estudo. Precisava usar de tenacidade e de estudar a sério para chegar a conhecer e usar aquilo que aprendia do coração. Não era coisa de estudar levianamente. Vocês leem um livro qu enarra as propriedades dos medicamentos e dizem “Agora já sei auilo que fazem.” Mas não sabem o que eles deixam de fazer. Nem sabem o que fazem em conjugação com outras coisas.
A emergência uma vez mais, neste mundo, de práticas de cura natural assemelham-se bastante à descoberta que alguém faz de algo novo, quando na verdade descobrem algo antigo. Haverá sempre quem o trate como um passatempo e quem se torne um praticante dedicado. A compreensão de que todos os remédios têm o seu lugar, e de que se deve aprender a não guerrear constitui uma das maiores lições da alma que possivelmente poderão alcançar nesta altura. A guerra deve ceder espaço à acceitação uns dos outros; só então um verdadeiro equilíbrio poderá resultar. Porque o homem deve avançar e não recuar; só que ele está sempre a conduzir aquilo que cronstruiu ao seu tempo actual, para uma nova expressão. E as leis que exigem que deem provas de o conseguir não têm nada de errado, e constitui uma protecção a vosso favor e não contra, enquanto curadores. Porque equivale a dizer “Quando conseguires provar que o consegues então poderemos reconhecer-te.”

Vocês ainda se encontram à beira desta era, e são pioneiros dela, que terá uma duração de 2600 anos. Por isso, tenham bom ânimo e saibam que são pioneiros do restabelecimento e do redespertar dessa energia a preparar para usar de novo. Mas conforme nesse seu tempo, haverá quem o reconheça e haverá quem não o faça. Contudo, a chave está na aceitação, em vós próprios, de que é adequado a vós e em trabalhar com isso. É isso que importa.

A radiestesia não é outra coisa que o reconhecimento de mudanças na energia e das expressões da energia num corpo, numa massa, numa massa terrestre. Caso a sua prática seja compreendida pode ter utilidade.

Quando têm um grupo qualquer a funcionar e a ganhar força, em especial quando esse grupo não é plenamente reconhecido e as pessoas não compreendem o que envolve, há sempre quem reclama a sua extinção. E hão-de erguer uma energia de oposição. Ora, o que sucedeu aos druidas assemelha-se bastante ao que está a suceder ao vosso mundo actual nas igrejas. Não só estão as pessoas a questionar a validade do que lhe estão a dar, com as diversas práticas dogmáticas, como há cada vez menos quem se empenhe nelas. E isso aconteceu aos druidas. Cada vez menos chegaram a comprometer-se de modo que enfraqueceram em quantidade – não no poder mas em quantidade – e como achavam… uma das suas mensagens mais importantes, ou compreensão, consistia em dar continuidade à doutrina, muitos dos elementos dos grupos compactos dissiparam-se – havia um grupo central que ficaria num sítio, mas os outros sairiam a espalhar a palavra, pelo que se encontravam numa condição em que facilmente seriam aniquilados. E acabaram por se tornar ilegais, e perseguidos como as bruxas. E a sua abolição – alguns de vós poderão encontrar-se num estado de recordação dessa abolição; poderão pensar num duida e essa recordação evocar em vós muito desconforto, não por que tenha tido algum mal ter sido druida mas por terem sofrido abolição por serem druidas.

Mas eles tornaram-se mais fortes do que é reconhecido. Mas claro que nesse tempo reinava uma enorme superstição e uma grande quantidade de medo, e tudo quanto fugisse ao comum era suspeito. Mas quanto às mulheres e ao poder que tinham, precisam recordar que o aspecto feminino do ser humano constitui o aspecto receptivo e que a receptividade da mulher é, por conseguinte, mais poderosa, por ela ser capaz de funcionar exclusivamente nessa energia. Como por esta altura se está a verificar um estímulo dessas energias, estão a descobrir que mais homens se estão a tornar receptivos. Estão a tomar uma maior consciência do lado feminino do seu ser, que representa o lado receptivo. Daí que se estaja a dar uma maior equilíbrio; as mulheres estão a tornar-se mais agressivas, mais dispostas a tornar-se fortes, no sentido de se projectar no exterior.

O poder das mulheres druidas estava na energia que sustentavam, não era uma energia que fosse ostensiva. Elas praticavam com uma calma absoluta e não afirmavam o poder que tinham de uma forma agressiva. Mas eram muito poderosas, e em muiitas das culturas ancestrais as mulheres detinham um enorme poder. O instrumento descobriu que no mundo da China as mulheres detinham muitas posições, posições essas que eram consideradas fortes, mesmo quando se pensava que fosse ao contrário. Mas sempre verão que a energia feminina é a energia de sustentação, a energia do apoio, e a energia que mais facilmente se abre à mudança e à sugestão. Não quer dizer que seja melhor que a do homem mas que funciona com um dirferente propósito energético, e a masculina era a que conduzia por diante, que se exteriorizava. Por isso, ambas eram bastante predominantes quanto à posição.

Havia uma mulher druida, na antiguidade, que pensavam ser porventura uma das maiores curandeiras e uma das maiores psíquicas, no sentido de saberem. Era uma verdadeira profeta e vidente e chamava-se Micoan, cujo nome mais tarde chegou a ser usado em cânticos ligados à cura. Assim, muita da compreensão de que o poder residia na força receptora era reconhecida, só que não de uma forma ostensiva, por não andarem de tambor a apregoar a emancipação feminina. E reinava um enorme respeito por entre os druidas, uns pelos outros…

Os druidas sempre carregavam a farmácia com eles, numa pequena sacola onde também carregavam a mó, pois jamais usavam a de mais alguém. Imbuiam essa pedra com a vossa energia e ela funcionava com a vossa energia. Usavam certas aplicações (…) por causa dos símbolos que tinham significado para eles em termos de uso próprio e de saúde

 
 

Tradução: Amadeu António

Copyright © 2003 Saul Srour

Authors: Rev. June K. Burke and the Seraph Julian

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