sexta-feira, 3 de abril de 2015

EDGAR CAYCE E O LIVRO DA REVELAÇÃO






Tradução de Amadeu António


Que a Igreja tenha mantido o Livro da Revelação como o último dos cânones autorizados, será, porventura, de considerar tão estranho quanto espantosa é a visão que ele regista. Grande parte do conhecimento que temos hoje acerca do Novo Testamento nos chega de manuscritos gregos que se estendem do segundo ao oitavo século, de algumas traduções sobreviventes de material do primeiro século para outras línguas, e de escritores dos primeiros tempos da igreja que registavam de memória aquilo que tinham lido ou que lhes tinha sido narrado por fontes do primeiro século. Mesmo assim, as primeiras Igrejas não incluíam a Revelação na sua literatura sagrada. 


O nome original que tinha era Apokalupsis, que em grego quer literalmente dizer “Revelar, “ “Descobrir.” O Apocalipse do Livro da Revelação refere a revelação da mensagem espiritual da divindade. É dirigido às sete “Igrejas da Ásia Menor,” aqui como uma representação simbólica dos sete chakras principais, em grande parte por se tratar de um tratado dirigido aos adeptos e depois por ter sido redigido num tempo de elevada perseguição, por parte de Roma, daqueles que se esforçavam por se manter fiéis aos seus princípios e práticas dessa fé incipiente, em particular durante os reinados de Nero e de Domiciano que se tinha proclamado a si próprio dominus et deus.


Tradicionalmente há quatro formas de interpretar o texto da Revelação: A abordagem preterista, que situa os acontecimentos e as visões no passado, em particular no Império Romano do primeiro século AC e explica a natureza simbólica do texto como uma tentativa consciente de ocultar o verdadeiro sentido das autoridades e do público em geral, para manter essa mensagem acessível apenas aos fiéis. Esses saberiam que a Prostituta da Babilónia sediada entre as suas sete colinas, outra não seria senão Roma, que o cordeiro era Jesus Cristo, e que a Noiva Adornada para o seu Marido era Jerusalém, que Deus em breve resgataria do controlo de Roma.


A interpretação histórica aborda a Revelação como uma panorâmica histórica desde o primeiro século AC até ao segundo DC. Essa é a visão que a maioria dos reformadores protestantes tem, ao acreditarem que vários símbolos possam ser associados a várias nações e acontecimentos ao longo do tempo e até ao presente e futuro próximo, quando Cristo retornará em toda a sua glória e poder.

A perspectiva simbólica sustenta que a Revelação retracta o conflito existente entre o bem e o mal ao longo de toda a extensão da história humana, e tenta encorajar o fiel a manter a luta porque, a despeito da magnitude do desafio e da profundeza do sofrimento que envolve, no final o bem sempre suplanta o mal e reinará para todo o sempre. Esta perspectiva liga somente os símbolos às várias forças que compõem as influências boas e más na jornada da humanidade. 


A visão futurista sustenta que do capítulo 4 em diante, a Revelação trata de eventos que se prendem com O “Final dos Tempos,” conforme tratados no Livro de Daniel pelo anjo Gabriel. De acordo com essa perspectiva, o capítulo 1 prende-se com o passado, os capítulos 2 e 3 narram coisas presentes e coisas logo seguidas por altura em que foi escrita, e os capítulos 4 a 22 contam-nos coisas que se seguirão à era da Igreja durante a Segunda Vinda de Cristo.


Contudo a de Edgar Cayce radica na que aborda a simbologia embora se distancie consideravelmente da interpretação normal. De facto, toda a Bíblia consiste numa história tanto histórica quanto simbólica que assenta em dois níveis: um, que é bem pessoal a cada alma e o outro que encara a colectividade das almas no seu agrupamento e consiste numa narrativa da jornada da alma, desde a criação feita à imagem de Deus dotada do objectivo de se tornar companheira eterna de Deus, desde a queda do estado de graça portanto, e até à conquista das glórias que nos pertenciam antes da existência do mundo. A Revelação constitui uma parte especial da história bíblica que trata da espiritualização do corpo e da mente, cujos símbolos e cenas nela descritas retractam experiências e estágios por que passamos na luta que empreendemos a fim de despertarmos de novo espiritualmente e recuperarmos a estreita ligação que tínhamos com Deus.


Alguns desses símbolos na verdade representam glândulas situadas no nosso organismo e padrões mentais. As visões, experiências, nomes, Igrejas, locais, dragões, cidades, tudo não passa de emblemas das forças que se podem debelar dentro do homem na jornada que empreende por entre a matéria ou desse a entrada na manifestação material (corpo e mundo físico) até à entrada na glória ou no despertar no espírito. Um mapa do percurso espiritual que percorremos nos nossos corpos e mentes até alcançarmos o objectivo final do nosso ser: a unidade e a companhia de Deus e de uns com os outros. Os símbolos representam o ser, o corpo físico, a mente e o espírito, tudo quanto é uno em nós, tal como o Pai, o Filho e o Espírito Santo formam a trindade.
 

Por que terá sido redigido dessa forma oculta? Para manter os segredos que congrega para aqueles que foram, vierem a ser, ou por intermédio da busca espiritual que empreendam iniciados na compreensão dos mistérios e das glórias que podem ser suas se deitarem mãos à obra e activarem a orientação e a vocação que o texto encerra. 


As sete Igrejas representam os sete centros espirituais localizados no corpo, que no Induísmo e no Budismo clássicos são designados por “chakras”, rodas giratórias de energia localizadas em áreas específicas do corpo humano, que se acham correlacionadas com as glândulas endócrinas que segregam as poderosas mensagens hormonais directamente na corrente sanguínea e que vão afectar todas as porções do organismo. Cada uma dessas Igrejas representa um centro espiritual especifico. A virtude ou o defeito de cada Igreja simboliza a virtude ou o defeito do centro espiritual situado em nós. Esses centros poderosos afectam a alma e a mente que habitam o corpo. Por conseguinte, o Espírito move-se por entre cada Igreja a convidá-lo a superar as suas fraquezas e a convidá-lo a fazer aquilo que sabe fazer para nos preparar para a espiritualização da mente e o coração descrita nos capítulos subsequentes da revelação.


As sete Candeias de Fogo constituem as sete influências auxiliares que destroem os obstáculos ao despertar espiritual, os mensageiros interiores que permanecem entre as forças do bem e do mal e que representam os anjos que velam por nós. O poder da nossa consistência interior que nos auxilia ao longo da do caminho (pensamentos e hormonas das forças carnais e violentas ou da tranquilidade da calma, da suavidade e da edificação.) A sabedoria inerente aos sete centros espirituais.


As sere Igrejas são: Efesus, Smyrna, Pergamos, Thyatira, Sardis, Philadelphia e Laodiceia e representam uma correspondência, respectivamente, com as seguintes glândulas endócrinas: As Gônadas, as Supra-renais, as Adernais, o Timo, a Tiroide, a Pineal (hipófise) e a Pituitária (epífise).

As Quatro Bestas representam os quatro desejos físicos fundamentais do homem a ser superados, ligados aos primeiros quatro centros espirituais (ou inferiores).


O Paraíso de Deus representa a consciência original da humanidade anterior à “queda” (encarnação).

A Árvore da Vida representa uma vez mais os centros espirituais em perfeita sincronia.

O Anjo Da Igreja representa a força inteligente que governa um centro espiritual do corpo.

Satã representa a força da Auto gratificação, autoindulgência, a presunção, a hipocrisia, a condenação pessoal, o ego, o falso deus e a besta.


O Livro da Vida representa a memória colectiva de todas as encarnações. Aquilo que registamos nos novelos do tempo.


A Terra simboliza o corpo físico.


O Monte de Fogo que colide com a Terra simboliza as forças corporais que se acham em constante antagonismo.


A Nova Jerusalém simboliza a mente supraconsciente desperta.

A Nudez simboliza a exposição de defeitos.


A Mulher rodeada de Doze Estrelas prestes a Dar à Luz, simboliza a alma humana no seu desenvolvimento coroada pelas dozes estrelas ou dozes padrões básicos da personalidade conforme descritos no zodíaco. A criança que dá à luz é a mente consciente.


O Grande Dragão Pronto a Devorar a criança mal nasça representa a força rival da mente consciente, que gera a rebelião periódica ao homem. Por meio da intervenção divina a mente consciente é protegida enquanto a mente inconsciente, da qual brotou, fica abaixo do nível consciente. Isto representa a mesma história ilustrada pela Queda de Adão e Eva, no Jardim do Éden. A rebelião no material gera conflito na alma, mas a alma pode permanecer acima dela, ocultada das forças da vontade própria.


A Besta a Erguer-se do Mar simboliza os desejos animalistas do ego capazes de dominar a humanidade. Tais desejos brotam da vontade-própria do intelecto materialista da humanidade que o mundo adora enquanto símbolo de sucesso material. O intelecto humano, carente de orientação espiritual, separa-se de tudo quanto é divino.


O Cordeiro que João vê simboliza as forças da mente supraconsciente em acção no mundo.

A Babilónia representa o desejo humano de riquezas terrenas e de sucesso pela gratificação da carne.

Marca da Besta, simboliza a força animalista subdesenvolvida no homem. Símbolo deste ou daquele agrupamento que se tornam parte das obrigações para quantos se juntam ao trabalho da besta.

A Marca do Cordeiro simboliza a força divina no homem.


666, simboliza a força animalista subdesenvolvida que afecta a natureza triuna do homem.

As Sete Pragas representam a purificação e atribulação experimentada pelas almas a fim de superar o carma negativo.


As Taças da Ira de Deus simbolizam o carma, o “olho por um olho,” o “colher aquilo que se semeia,” as consequências dos nossos actos negativos. Actividade efectiva sobre as várias condições que se tornaram parte dos erros naqueles que carregam a marca da besta.


O Armagedon simboliza o conflito espiritual nos homens.


O Falso Profeta representa a auto-ilusão.


O Casamento do Cordeiro simboliza a união do corpo e da mente com a Consciência de Cristo

A Palavra de deus representa o Logos gnóstico, a consciência de Cristo, o padrão do pleno desenvolvimento para a humanidade.


O Lago de Fogo, simboliza a área da repressão da mente subconsciente, o “id” formadas pelas pulsões – instintos, impulsos e desejos inconscientes (libido).


A Primeira Ressurreição representa a reincarnação de almas avançadas na Terra; daqueles que não provaram da morte, no sentido do pavor que envolve.


Segunda Ressurreição: Daqueles que ganharam a compreensão de que n’Ele não existe morte.

Gog e Magog simbolizam as influências mundanas.


O Julgamento dos Mortos simboliza almas em reincarnação.


O Inferno representa o remorso, a auto condenação, a culpa e a frustração.


A Segunda Morte simboliza a destruição de todas as situações de subdesenvolvimento do homem.

As Doze tribos de Israel, os Doze Portões, os Doze Anjos, as Doze Fundações e os Doze Discípulos simbolizam os 12 padrões básicos da personalidade humana (zodíaco).


O Templo de Deus representa a mente supraconsciente, a consciência de Cristo.


A Nova Jerusalém representa a alma evoluída em união com a divindade. Vida nova, compreensão, regeneração, desejos, objectivo.


No Espírito do Dia do Senhor, simboliza o estado de meditação.


Um Semelhante ao Filho do Homem, simboliza o Cristo

A Espada de Dois Gumes, representa o poder que resulta dos centros, quer para abençoar quer para amaldiçoar, de acordo com o uso ou abuso deles.


Aqueles que se Cognominam Apóstolos e que Não São, é aqui representa pelos hipócritas.

O Teu Primeiro Amor simboliza a queda do ideal espiritual.


Os nicolaítas: Aqueles que praticaram e defenderam a imoralidade e a lascívia.


As Tuas Obras, simboliza o propósito que dirige – o Ideal. Aqueles que manifestam o ideal.


Aqueles que Proclamam ser Judeus e Não o São, é aqui simbolizado pelas falsas alegações.


Sinagoga de Satã, representa a falsidade em nós.


Habitação de Satã: Onde há inveja, ganância, ódio, etc.


Doutrina de Balaão: Cegueira em relação à moral mais elevada; a recompensa procurada através da popularidade. Mundanidade


Maná Oculto: Alimento Espiritual.


Jezabel (solteira): Aqueles que são falsos para com a causa que esposam, e aqueles que conduzem os outros à perdição.


A Estrela da Manhã: Despertar, a luz, a consciência espiritual.


A Porta Aberta: O despertar (Centro das Adernais e centro Pineal)


Trono: Dentro da cabeça do corpo físico. Onde nos encontramos com o Pai.


Os Quatro e os Vinte Anciãos: Os vinte e quatro nervos cranianos que controlam os cinco sentidos corporais.


Aquilo que o Espírito disse às Igrejas: Escutar sempre a voz de Deus através da meditação e da oração.


As Quatro Bestas: Desejos físicos inerentes aos quatro centros inferiores: 1- Auto preservação. 2 – Sustento. 3 – Propagação da espécie. 4 – Gratificação própria.


O Livro dos Sete Selos: O corpo físico com os sete centros espirituais.


Sete Selos: Selos dos centros, que podem estar abertos ou fechados.


Cordeiro: Cristo, ou as actividades de Jesus ao se tornar no Cristo


Uma Nova Cancão: Uma nova compreensão


Os quatro Cavalos: Emoções.


Trigo e Cevada: Corpóreo.


Óleo e Vinho: espiritual.


Almas do que Tinham Sido Mortos: Aquilo que a alma experimentou na Terra.


Terramoto; O Sol Obscurecido, As Estrelas do Céu a Cair Sobre a Terra; A Figueira que deixa cair figos; Os Montes que foram removidos: Experiências que afectam o homem físico, mental e espiritual.


Quatro anjos nos quatro cantos da Terra: Quatro influências existentes na natureza do homem, provenientes da sua origem: Ambientais, hereditárias. E provenientes da terra: Mentais e espirituais

144 000: estrutura celular espiritualizada das doze divisões principais do corpo.

Enorme Multidão: Células ainda por espiritualizar.


Troar dos Sete Anjos: Experiências por que se passa durante a purificação espiritual.


Anjo com Incensório de Ouro: A influência do bem que é emanada de cada alma.


Incenso: Actividades daqueles que buscam.


Terra: Aquilo que se acha em estado de transição.


Saudação: Cristalização da água. Purificação dos indivíduos.


Fogo: Purificação da escória.


Monte de Fogo no Mar; O Mar da Cor do Sangue: Elementos corporais em conflito uns com os outros.


Uma Terça Parte dos Rios e Fontes: Um terço das actividades corporais a ficar melhor. Um ego menor.


Uma Terça Parte do Sol e das Estrelas Feridos: O despertar de vibrações e de emoções. Tornar-se um pouco melhor, e um ego cada vez menor.


Poço do Abismo: Raízes da árvore da vida – Gônadas


Fumo a Erguer-se: Forças vibratórias.


Gafanhotos: O espirito do homem a elevar-se para a glória do filho.


Homens: Influência; Aquilo que vem através das forças físicas.


Voz Proveniente das Quatro Pontas do Altar: O que é preveniente das quatro influências nas experiências da alma individual.


Quatro Anjos Presos Junto ao Rio Eufrates: As 4 influências, a saber: Ar, Terra, Fogo e Água.

Eufrates: Limite do um começo ou de um fim, do ponto de vista material.


Cavalos e Cavaleiros que Matavam uma Terça Parte dos Homens: Emoções onde são forjadas mudanças pela aplicação dessas forças, na experiência.


Sete Anjos: Forças espirituais que governam os diversos planos dimensionais através dos quais as almas passam entre as encarnações na Terra.


Anjo com o Livro do Evangelho Eterno: Força guardiã, ou a capacidade de usar ou de abusar daquilo que tinha sido combinado no livro.


Livro: Corpo; compreensão das emoções e das necessidades do corpo.


Profecia: Aplicação; (Que farão disso?)


Tempo: inclinação da mente individual na materialidade para estabelecer medições e limites.


Cana Semelhante a Uma Vara: Poder concedido a cada um para definir medições e limites quanto ao que o seu céu lhe reserva (limitações).


Templo: Corpo mental, onde se acha o padrão como o que está no tabernáculo.


Tribunal sem Templo: Ambiente destituído do corpo.


Gentios: Aqueles que se apresentam como muito devotos externamente, e que se tornaram menores interiormente.


Duas Testemunhas: o subconsciente e o supraconsciente.


Egipto: Libertação da escravatura.


Sodoma; Gomorra: Acerto de contas consigo próprio.


Filho (Criança): Consequência da aplicação da Palavra ou do Livro a si próprio, que brota da aplicação dos elementos do corpo do indivíduo.


Mulher: A mãe; a terra; a fonte de que toda a materialidade procede a fim de se tornar uma coisa consciente.


Dragão: Aquilo que surge das forças da rebelião no homem. Senhor das trevas.


Asas da grande Águia: O voo da materialidade, para o repouso. Transições de vários estágios da experiência mental.


Inundação Causada pela Serpente: Emoções sob a influência do corpo.


Besta Semelhante a um Leopardo, com 7 Cabeças e 10 Cornos: Interesse próprio. Influências do conhecimento obtido através das várias forças e centros do corpo.


2 Bestas com Dois Cornos: O poder obtido pelo estudo demonstrado na primeira porção. Pode ser aplicado indignamente.


2 Cornos e 2 caminhos: Duplicidade, como mostrar maravilhas na terra para engrandecimento próprio, auto indulgência e gratificação pessoal.


Marca do Cordeiro: Consciência diante da presença interior do Cristo.


Harpistas: Aquelas almas que no início eram como que os filhos de Deus no plano terreno.


A Nova Canção: As novas experiências que veem a cada alma quanto à garantia do auxílio necessário por parte dos santos e do Pai.


Anjos: Influências que conscientizam para o trabalho ou o serviço activo.


Anjos com as Sete Pragas: Influências da lei a despejar aquilo que constitui o encontro consigo próprio nas pessoas ainda na terra.


Tabernáculo do Testemunho: O registo Akáshico, ou livro da vida da pessoa.


Templo Cheio de Fumo: Passos finais na espiritualização do corpo.


Anticristo: Espírito daquilo que se opõe ao espírito da verdade. Ódio, discórdia, repreensão, amantes de si próprios, amantes do louvor.


Babilónia: Eu.


Bestas de Cor Escarlate: Aquilo que fez com que o homem se projetasse na matéria, por intermédio das associações que produziram relações carnais.


A grande Tribulação: As experiências de cada alma, ao se elevar das influências criadas pelo homem.

Cavalo Branco: Símbolo do mensageiro no despertar.


Cavaleiro: Jesus Cristo, o mensageiro.


Noiva: O corpo, ressurecto de modo a tornar-se num novo ser, um com Cristo.


Casamento do Cordeiro. Espírito Santo; realização através do Cristo.


12 portões, Anjos, Tribos: 12 Caminhos, experiências no material; actividades associadas à abertura das forças corporais.


Cana de Ouro para Medir a Cidade: As capacidades de cada um.

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