sexta-feira, 22 de agosto de 2014

FORTALECER A IMAGINAÇÃO


Tradução de Amadeu António


Queremos tratar do fortalecimento da vossa imaginação.


Anteriormente, tratamos de aprimorar e de reforçar a vossa visualização. Se tiverem tratado de uma forma genuína desse processo, encorajá-los-íamos veementemente a tratar disso em simultâneo com isto, ou a colocar isto de lado por um tempo, e tratar de melhorar de reforçar a vossa visualização. Mas por ora, também podem prosseguir connosco. Não faz mal. O processo é vosso, fica ao vosso critério, e do que melhor funcionar a vosso favor, certamente. Agora poderão ver isso melhor, num certo sentido, percebê-lo com uma maior clareza, quer com os olhos ou com o coração.


Desta vez queremos trabalhar convosco a fim de os ajudar a melhorar a qualidade, a intensidade e o valor daquilo que estiverem a ver de modo a poderem trabalhar com isso. Queremos ajudá-los a melhorar essa capacidade, a intensidade e o valor, não só a vê-lo com mais clareza e de uma forma vívida, mas para que identifiquem aquilo que vêem. De modo a conseguirem fortalecer a vossa imaginação de modo a conseguirem trabalhar com aquilo que acharem mais vívido, mais potente.

Há tanto a colher, não da fantasia, embora por vezes possa ser divertido, mas com a Imaginação – da verdade que é revelada a partir do Desconhecido. De facto a visualização é importante de modo a conseguirem visualizar aquilo que vêem proveniente do Desconhecido, do invisível. Mas precisam igualmente reforçar, fortalecer, e melhorar a vossa própria imaginação de forma que tais produtos da Fantasia, essas maravilhosas verdades e percepções possam ser tão vívidas e vitais, tão poderosas e fortalecedoras quanto a vossa imaginação se estará a tornar.


E assim, conforme estamos a planejar trabalhar nestes 28 dias, é importante que compreendam várias coisas acerca da razão porque é tão vital tratar do fortalecimento da vossa imaginação. Porquê não melhorar apenas a vossa visualização, e deixar a coisa por aí, e deixar a imaginação em paz? Estaria bem, afinal quem precisará dela?


Bom, existem várias razões porque a vossa imaginação precisa estar presente e porque precisam fortalecê-la.


A primeira, e porventura a mais óbvia, é que existem três ferramentas com que operam a realidade. Ah, já falamos disso tanta vez, sabem: Há matérias-primas que utilizam, três ferramentas, apenas três. Mais ninguém dispõe de mais. Todavia, as ferramentas de algumas pessoas acham-se mais acentuadas, são forjadas de uma forma mais poderosa. As ferramentas de algumas pessoas são usadas com mais frequência e com mais destreza e com mais proficiência, isso é verdade. Mas ninguém dispõe de mais ferramentas do que quem quer que seja. Mas como têm vontade de se voltar para aqueles que são bem-sucedidos, e de presumir que conheçam algum segredo, fiquem sabendo que não conhecem. Eles dispõem das mesmas ferramentas que vós: o desejo, a expectativa e a imaginação.


E a maior delas é a imaginação, por ser aquilo que desencadeia o desejo e a expectativa. É através da imaginação que intensificam e aprofundam e alongam e expandem, seja por que forma for que o façam, quer exponencialmente ou não, os desejos e as expectativas que têm.

Se de facto não dispusessem de imaginação – mas não conseguem realmente imaginar a que se assemelharia tal coisa – então não desejariam coisa nenhuma.. Não haveria o que alguma vez viessem a desejar ou alguma vez esperar.



Por vezes topam com certas pessoas, quer na realidade consensual ou na vossa realidade, que parece não ter qualquer desejo. Tampouco parecem ter qualquer expectativa particular. “ O que quer que acontecer, o que quer que vier, eu não espero, eu não sei.” Mas não é por não terem qualquer imaginação. Na verdade precisam ter suficiente imaginação para criarem a realidade que os circunda, sem dúvida. Mas devido a que a sua imaginação não tenha qualquer poder, não esteja a ser fortalecida, não possui qualquer autoridade, não tem permissão para funcionar. Por conseguinte, o desejo e a expectativa terão diminuido.


Pois bem, para o efeito, sem imaginação, não teriam desejo, nem expectativa. Mas se fortalecerem a vossa imaginação, também fortalecerão o vosso desejo, e assim também fortalecerão a vossa expectativa.


E nesta que é a mais monumental das décadas, torna-se importante que possuam um desejo fortalecido, uma expectativa fortalecida, de forma a poderem cinzelar e esculpir, trabalhar a vossa realidade a partir de todas essas matérias-primas – junto com as energias de produção e de sustentação – para poderem produzir a realidade que pretendem. E por isso, essa razão (ainda que por falta de qualquer outra) será significativa o suficiente para que fortaleçam a vossa imaginação – e de modo a fortalecerem o desejo e a expectativa dentro de vós também.


Mas para além disso sugerimos que, claro está, os sonhos despoletam a vossa imaginação. Quando sonham à noite, desencadeiam a vossa imaginação. Mesmo que não recordem esses sonhos, mesmo que acordem pela manhã certos de não terem sonhado coisa alguma, vós tereis sonhado em absoluto. E esses sonhos terão desencadeado a imaginação em absoluto. Na verdade fortaleceram a vossa imaginação até determinado grau – tê-la-ão desencadeado, aguçado, excitado, despertado de algum modo. Os sonhos noturnos, quer recordados ou não, despoletam-lhes a imaginação. Eles nutrem essa imaginação.


O corpo não necessita de dormir, entendem? O corpo precise de repouso (descanso), reconhecidamente. O vosso coração, o vosso fígado, os vossos pulmões, as partes essenciais do corpo nesse sentido, o processo digestivo, todo o processo homeostático do corpo, tudo quanto os mantém vivos e saudáveis -- nada disso necessita de dormir. Nenhuma dessas partes dorme. Todas repousam.

Mas sugerimos que necessitam de dormir, entendem? Sois aquele que precisa de dormir para poderem sonhar, por o cérebro precisar dessa energia. Quando sonham, a energia que é despoletada, a electricidade que é libertada, a química que ocorre, ah, decerto que sem que tenham consciência disso, no entanto são tão vitais. Podem ligar os mecanismos, e eles podem avaliar isso tudo, absolutamente. Nem sempre sabem o que significa, mas podem medir isso, certamente. Tudo isso lhes é essencial, por ser o que lhes despoleta a imaginação, o que por sua vez vai sustentá-los mais e lhes fornece os instrumentos para poderem dispor de uma realidade. É por isso que dormem: Dormem de forma a poderem sonhar. Mas isso é de tal modo vital!


Bom, sugerimos que conforme são capazes de trabalhar conscientemente com isso, poderão despertar essa imaginação ainda mais, por o sonhar apenas a manter a funcionar, entendem? Desperta-a, só que não a fortalece. Vós precisais fortalecê-la. Podem fortalece-la conscientemente, e aí essa imaginação fortalecida do mesmo modo desperta e fortalece-lhes os sonhos todos, não apenas os sonhos nocturnos, mas desperta-lhes e fortalece-lhes os sonhos diurnos, os sonhos conscientes, as meditações que têm, as gestalt de que têm consciência, as intuições com que trabalham, as visões que criam.


E sugerimos aqui que resulta com os sonhos da vossa realidade, sem dúvida. Por outras palavras, vocês sonham à noite, e isso desperta-lhes a imaginação. Uma imaginação desperta que é mais fortalecida conscientemente voltar-se-á justamente para todos os outros tipos de sonhos, e envolverá os sonhos conscientes que têm, os futuros que estiverem a criar. Envolverá as vossas meditações, no sentido de as fortalecer, de as tornar cada vez mais naquilo que são, e do que podem ser.



Envolverá a vossa intuição, de forma a torná-la mais nítida, mais em sintonia. Empregará as gestalts de consciência (NT: Configurações ligadas à forma), aquelas percepções do tipo “ah-ah!” que são tão avidamente buscadas, aquelas experiências culminantes, ou de pico, conforme são chamadas. Mas do mesmo modo, a visão que tiverem de um futuro tonar-lhes-á igualmente os sonhos nocturnos porventura mais vívidos.



Mas na falta de melhor, todos os outros tipos de sonhos sairão beneficiados. E é por isso que é tão importante não só despertar a imaginação, coisa que fazem à noite, mas fortalecê-la, e fortalecê-la conscientemente de modo que todas as facetas diárias do sonhar – o sonhar consciente, as meditações, as gestalts, as intuições, as experiências máximas, os vários nomes por que são conhecidos – possam igualmente ser fortalecidos.

Uma outra razão por que é tão importante avivar a vossa imaginação fortalecendo-a é a de que uma das mais poderosas e mais positivas motivações na vossa vida consiste em explorarem a multidimensionalidade da ilusão.


Ora bem; ainda recentemente quando nos debruçamos acerca da longevidade e da imortalidade, de prolongar a vossa vida a um nível subsequente, falamos da razão porquê. Por que razão quererão viver para sempre? Porque quererão gozar de longevidade e de imortalidade? E por entre as variadas razões que indicamos, falamos dessa multiplicidade dimensional.


Vocês possuem uma realidade composta de três dimensões: comprimento, largura e altura. E operam com isso. Mas a ideia é trabalhar com isso em pleno, e faze-lo com brio, com grandiosidade – experimentar toda a amplitude da vida, e assim viver uma vida prolongada. Experimentar toda a extensão da vida – experimentar o êxito em tantas áreas quanto possível e transferir-vos para tantos domínios do vosso viver na extensão do que puderem. E com profundidade alcançar a intensidade, o poder, a beleza que a vida pode comportar, absolutamente. E viver a vida por quererem conhecer o comprimento, a largura e a profundidade.



Contudo, existe uma quarta dimensão de que a vossa ciência já vos dá conta. Essa quarta dimensão é composta pelo espaço-tempo.


Espaço-tempo: onde assumem comprimento, largura e profundidade e esticam isso e o trabalham até o curvarem num círculo – até completarem um toro, um termo matemático que descreve algo que tem o aspecto, talvez para todos os efeitos, semelhante ao de um donut, certo? Uma rosca com um buraco no meio, Por conseguinte, um donut que é redondo e esférico ao mesmo tempo. Isso constitui um toro, um termos que sugerimos implica algo que tem uma forma tal que podem entrar nele sem jamais saírem, na andarem às voltas, aparentemente para sempre. É algo do tipo da Faixa de Mobius, supomos, na compreensão topográfica do termo.



Pois bem, a quarta dimensão do espaço-tempo assemelha-se a um toro. É um círculo, mas é mais do que um círculo. É uma esfera composta pela curvatura tridimensional do espaço-tempo. Uma curvatura composta de altura, comprimento e largura que produz o espaço-tempo, e por conseguinte essa actividade circular. Isso é a quarta dimensão.


Mas sabem que mais? Existe uma outra dimensão. Ah, existe mais do que uma, mas a dimensão que se segue à quarta é a quinta dimensão – e a quinta dimensão é composta pela imaginação.

Bom; conhecem a imaginação enquanto instrumento. Conhecem a imaginação enquanto os vôos da fantasia. Não conseguem imaginar a imaginação enquanto dimensão. Mas, de facto, constitui toda uma dimensão da realidade que é caracterizada pelo mesmo tipo de poder, pelo mesmo tipo de força que o comprimento, a largura e a profundidade têm. Possui o mesmo tipo de intensidade. E sabem o quanto acreditam nas três dimensões no âmbito da ilusão em que vivem. Essas três dimensões são capazes de os assustar, podem deixá-los aterrados, podem glorificá-los, podem ser comemoradas dentro de vós, absolutamente! E a imaginação é assim intensa, assim potente, assim forte. Mas possivelmente não conseguirão nem imaginá-lo, ou captá-lo, ou agarrar a coisa por forma nenhuma, a menos que fortaleçam a imaginação que têm agora enquanto ferramenta, instrumento poderoso, o instrumento mais poderoso que possuem.

Mas é assim que se configuram, que se alinham, que se envolvem de forma que um dia, algures lá para diante, possam possam escapar – não ficar presos no espaço-tempo conforme toda a gente parece estar. Podem escapar para essa quarta dimensão a fim de poderem tocar, explorar, vislumbrar e eventualmente emergirem numa dimensão da realidade chamada imaginação.


Bom, para alguns de vós o que estamos a dizer pode não significar nada em absoluto. Não faz mal. Mas precisamos dize-lo na mesma, por haver entre vós quem consiga entender, e que sentem um formigueiro por trás do pescoço, ou que ficam com pele de galinha ou que sentem arrepios. Podem sentir aquele tipo de sensação “Claro!” só à simples menção disso, sem que nem bem saibam porquê.

Mas o que sugerimos é que a quinta dimensão da imaginação se acha ligada àqueles que têm ligação estelar com as Plêiades ou certamente a estrela Sírio. E sugerimos que seja uma ligação para aqueles de vós que estão a alongar-se e a chegar e que querem cultivar-se e evoluir na sua espiritualidade no sentido de ser ainda mais uma realidade. Para aqueles que ainda lá não chegaram, não faz mal; haverão de chegar, hão-de lá chegar. No devido tmepo, quando vierem a compreender de novo e a trabalhar de novo com isto, fará todo o sentido do mundo. Mas seja como for, essa é a Terceira razão que apontamos.

Uma outra razão (embora certamente não a última) é que existe um future, conforme mencionamos, e falamos extensamente; existe um future que é completamente novo que jamais foi sonhado antes. Os grandes místicos e os grandes sábios do passado jamais poderiam tê-lo captado, jamais poderiam chegar a fazer uma vaga ideia dele, por simplesmente não ter estado presente.



Os grandes Iluminados e Excepcionais do passado que efectivamente escolheram para eles próprios um futuro total e completamente positivo, não poderiam ter escolhido este destino por literalmente não ter lá estado. Não existiu nem mesmo há vinte anos atrás no início dos anos 70. Tampouco existiu. Só foi na última década, nos anos 80 que tal future foi concebido. Deu-se a concepção de um future que nunca tinha existido e que é embrionário, e que agora se encontra talvez no estágio fetal.


E vós, enquanto Topógrafos, sois as parteiras desse futuro, e hão-de praticar a vossa perícia de parteiros. Mas uma das mais importantes chaves para a obstetrícia de dar à luz a um Futuro Virgem assenta no fortalecimento da imaginação. Uma das chaves mais importantes para um futuro miraculoso que nunca chegou ainda a ser compreendido, e decerto não concebido até agora – um future miraculoso em que não podem nem acreditar ainda – consta de fortalecerem a vossa imaginação.


Por essa diversidade de razões – e decerto que poderão imaginar todo um conjunto delas por vós próprios – queremos trabalhar convosco no sentido de fortalecerem a imaginação.


Pois bem, estamos prontos para começar esta exploração de vinte e oito dias no sentido de fortalecerem a vossa imaginação.

Bom, podem trabalhar isso durante uma semana de cada vez, mas alguns de vocês poderão despender um tempo mais longo e assim, em vez de despenderem sete dias com cada ciclo, poderão querer gastar 14 dias ou 21 dias com cada ciclo. Mas não faz diferença. Comecemos, pois.


Semana #1: FOTOGRAFIAS

Aquilo que queremos que façam na primeira semana é seleccionar uma imagem numa revista, seja qual for. Recomendamos uma revista, de modo a poder ser uma imagem colorida. Pode ser a National Geographic ou outro tipo de revista, alias. Todavia, não precisa ser uma fotografia. Pode ser uma pintura. Podia ser uma ilustração, uma pintura de Monet ou algo do género.

Queremos que seleccionem uma imagem de algo relacionado com a natureza, um cenário exterior de um tipo qualquer. Não tem que ser obrigatoriamente uma floresta. Pode ser idêntica ao vosso Lugar Recôndito, mas não tem que ser. Queremos que descubram um tipo de imagem qualquer que esteja relacionado com a natureza exterior e quo os deixe encantados e intrigados, que realmente achem maravilhosa ou deslumbrante. Algo de algum modo maravilhoso, intrigante, místico, mágico. Que tenha algo que os atraia de verdade para ela, e que desejem ficar a contemplar.

Durante esta primeira semana também queremos que descubram uma imagem – uma vez alusiva a algo exterior, à natureza – que ou os deixe perturbados ou que seja desagradável, algo de que não gosteis mesmo nada. Não que seja de uma fealdade grotesca por forma nenhuma, nem doentia, não. Mas que seja mesmo perturbadora ou desagradável, ou mesmo assustadora. Talvez uma cena nocturna ou uma cidade citadina que lhes inspire uma sensação de dúvida quanto àquilo a que possa dar azo. Ou um beco. Ou mesmo uma foto diurnal de alguma área de vagabundagem. Um tipo de imagem que seja mesmo desagradável.

Queremos que as destaquem. Não precisam encaixilhá-las nem uni-las nem nada do género, mas cortem-nas. E o que queremos que façam com cada uma delas é, antes de mais, e durante essa primeira semana, queremos que as fixem atentamente. Olhem-nas fixamente e imaginem o que esteja por detrás das coisas que não conseguem ver. Que estará para lá da esquina daquele edifício? Ou por detrás daquela árvore? Oou do lado de lá daquela pedra? Pode ser um caminho que volte e conduza para fora da imagem.

Que estará por detrás disso? Que estará do lado de lá disso? Que será que se encontrará naquele barco? Que será que se encontra naquele edifício? Que será que estará do lado de lá daquela sombra? Imaginai mesmo todo o tipo de coisas. Soltem a imaginação.

De modo similar, pois, queremos que agora contemplem a segunda imagem, a imagem da fealdade ou da intimação. E queremos que façam o mesmo. Olhem fixamente a imagem sem parar. Esta semana não estão a meditar, estão apenas a fixar o olhar na imagem e a imaginar o que se encontrará para além da vista, o que se encontrará for a do campo de visão, o que estiver a ocorrer que não estejam a ver. A seguir queremos que regressem àquela imagem bela de novo. Voltem à imagem deliciosa e fascinante e contemplem-na uma vez mais.

Ora bem; descobrem a imagem com que realmente pretendem trabalhar – e precisam trabalhar com ela durante todo esse período de tempo – assim, tenham a certeza de ser a imagem correcta. Não escolham a esmo. Levem o tempo necessário para a descobrir. E a seguir FIXEM-NA de verdade. Percam-se nela. Imaginem, tanto com a fascinante como com a assustadora. E para terminar com uma nota positiva concluam voltando atrás à imagem encantadora e olhem-na de novo, e imaginem talvez um pouco mais, voltando ao ponto onde terão terminado e indo um pouco além – ou contemplem uma parte diferente da imagem e vão um pouco mais longe.

É essa a actividade. Bom, poderão querer registar aquilo que experimentarem, ou apenas viver com a coisa, e mantê-la na memória. Seja como for, esta é a actividade para a primeira semana – quer leve uma semana ou duas, ou três ou quarto. Essa é a primeira fase e como trabalharem com ela.

 
Semana #2: A Música e a Caixa de Sapatos

Agora que estão preparados para avançar, queremos que escolham uma música qualquer, música instrumental de que gostem em particular. Muitos de vós possuem uma colecção de música Nova Era, ou outros tipos de música instrumental. Não têm que entrar profundamente em meditação, entendem. Apenas música instrumental. E talvez, conforme poderão compreender, isso os ajude a elaborar a escolha.

Aquilo que vão fazer é tocar essa música, e talvez a ponham a tocar com os auscultadores, ou apenas na sala, etc. E vão fechar os olhos, e vão deixar que a música se aposse de vós e os carregue. E vão visualizer uma caixa de sapatos. Sim, uma caixa de sapatos. Se forem mulher, será porventura cor-de-rosa, ou roxa, ou azul, ou seja o que for. Se forem homem, muitas vezes são brancas ou cinzentas ou pretas. Mas imaginam uma caixa de sapatos, uma caixa de sapatos comum.

E queremos que a visualizem o melhor que conseguirem. Usem as capacidades de visualização que já reforçaram. E sugerimos, pois, a esse particular respeito, que queremos que abram a caixa e descubram aquilo que contem no seu interior. Descubram o que lá se encontra. Deixem à imaginação á solta e a vaguear. Descubram o que contém.

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