quinta-feira, 7 de agosto de 2014

CHAKRAS EM PROFUNDIDADE I (O ASPECTO FÍSICO DO EQUILÍBRIO)




Transcrição e tradução: Amadeu António



“Chakras” é um termo que têm escutado e um termo que tem andado agregado à metafísica e à meditação na verdade há centenas de milhares de anos. Contudo, quando muita gente houve o termo “chakra,” faz várias suposições infelizmente, e uma dessas suposições é a de que “chakra” soa um tanto difícil de pronunciar, não é? Por isso, será irrelevante, não é, nem tem nada que ver com as pessoas. Ou então são levados a fazer a suposição de que “chakras” tenha que ver com assuntos do oriente, não é? E que nada tem que ver com elas, e é irrelevante. Ou então poderão facilmente supor que sim, que sabem alguma coisa acerca deles, e que tenha que ver com o lado intelectual da metafísica, com aquelas coisas intelectuais que não têm tanto que ver com a vida de todos os dias. Ou ainda que não tenham nada realmente que ver com a obtenção de mais dinheiro ou de mais êxito ou daquele emprego, ou aquela recompensa, pelo que também será irrelevante.


E com essas múltiplas suposições de irrelevância, as pessoas tendem a fechar-se, a encerrar a questão e a deter a investigação, e a continuar em branco quanto ao conceito dos chakras que possa sobrevir-lhes à mente. E assim, descobrem uma via de esclarecimento qualquer, mas jamais a utilizam. Na verdade, a única coisa que é difícil relativamente aos chakras porventura será a forma como é pronunciado. (Riso) Na realidade provém de uma palavra do oriente e por isso pode-se agregar um rótulo oriental ao conceito dos chakras se o preferirem – de facto o termo provém do sânscrito e significa “Roda,” ou “Vórtice de Energia.” Mas para além disso nada tem de oriental em particular.


Os centros dos chakras acham-se localizados no etérico dentro do vosso corpo, e por conseguinte, ocidente ou oriente, os chakras estarão onde estiverem. (Riso) Mas é verdade; para compreenderem e para poderem começar a compreender e a trabalhar com os centros dos vossos chakras, isso tem que ver com a matéria intelectual da metafísica. Mas é através dessa matéria intelectual da metafísica que a compreensão do “porquê” e do “como” e das causas da vossa realidade que começam a obter poder. E ao começarem a dispor de poder começam a fortalecer-se e a capacitar-se – o que é diferente de ser poderoso. Poder consta da capacidade de agir. Fortalecimento é a autoridade e a permissão para agir. E é através da matéria intelectual, é através da aprendizagem, é por meio da compreensão que obtêm poder - a capacidade de agir; e que obtêm o fortalecimento – a autoridade e a permissão, que é concedida por vós próprios, reconhecidamente - para agir. E através do poder e do fortalecimento provém o domínio. Possuir um domínio na vossa realidade, ter essa faculdade de produzir e de criar conscientemente o vosso futuro enquanto cocriadores. Esse domínio procede do empoderamento que por sua vez sobrevém do poder.


E por isso, com efeito os chakras têm muito que ver com coisas intelectuais mas também têm muito que ver com coisas físicas e emocionais, e também com coisas intuitivas ou etéricas inerentes à vossa ilusão. Mas é verdade: Vós desejais coisas na vossa metafísica, procuram ter carros e empregos e relacionamentos e dinheiro e várias coisas desse tipo e isso sugerimos nós, é estupendo. Sempre sugerimos que na verdade, a espiritualidade à custa do sucesso não é adequada. Que a espiritualidade e o sucesso constituem de facto um imperativo. E por conseguinte, ter e querer ter, e cultivar e trabalhar com a metafísica para poderem adquirir – adquirir o quê, adquirir uma ilusão – é perfeitamente normal (riso). Aqueles que voltam as costas a tais ilusões e dizem que não as podem ter, ou que não as deveriam querer, estão efectivamente a tornar tais ilusões muito mais reais do que vós. Se verdadeiramente pretenderem desapegar-se do dinheiro, deixem que seja uma ilusão, e tenham tanto quanto quiserem. (Riso) E carros, empregos, seja o que for. Desapegar-se a valer disso. Saibam que é uma ilusão, e que não precisam tê-lo nem possuí-lo, por haver sempre mais ilusão de onde essa tiver vindo. E quando realmente chegam a conhecer isso – quando realmente chegam a ter ideia disso - então serão quem ri mais alto, por saberem que é verdade. E nunca mais voltam a ter problemas com nenhuma dessas coisas.


Para estabelecerem equilíbrio nos centros dos chakras, nos centros espirituais e nos centros físicos e nos centros emocionais que têm, para estabelecerem equilíbrio através do vosso etéreo, ao longo do vosso corpo, através do vosso campo energético e do vosso campo áurico, constitui o primeiro passo para tais níveis de realização, o primeiro dos quais consiste em terem todas essas coisas que querem. Por isso, se a metafísica constituir um treino puramente prático para vós, não precisam sentir-se embaraçados nem envergonhados por isso, mas ainda é importante compreender e começar a trabalhar na compreensão do estabelecimento de um sentido de equilíbrio dentro dos centros que são os chakras.


Este ano começamos a trabalhar com “A Busca da Visão da Transformação,” e completamos isso com um seminário intitulado: “Lidar com a Nova Jornada: A da Transformação.” E isso representou apenas os começos de uma informação acerca de como realmente transformar – não só desejá-lo, nem somente falar disso, nem esperá-lo apenas, nem rotulá-lo tão só, mas faze-lo e tornar-se nisso; o início do nosso material subordinado à transformação, de que falaremos no futuro em diferentes ocasiões, quando introduzirmos e extrairmos e reunirmos mais informação que se enquadre nessa linha. Mas também estamos a iniciar, porventura hoje ou com o material subordinado à longevidade, e subordinado à capacidade de viverem de uma forma saudável; de uma forma saudável – a qualidade de vida - muito mais importante do que a quantidade! Viver de uma forma saudável durante o tempo que quiserem, e não só durante o tempo que quiserem. Têm que dar atenção às letras miúdas. (Riso)


Como consegui-lo sem terem que precisar dos órgãos de toda a gente, não é? (Riso) E como conseguir isso sem recorrer ao uso de máquinas nem percorrer o nevoeiro da senilidade? Como conseguir viver sessenta, setenta, oitenta, ou talvez cem anos mais e saber disso? (Riso) Isso tem início nos centros dos vossos chakras. A maioria daquilo que são tem início nos centros dos sentidos, num estado de equilíbrio.


E ao longo deste ano antes de concluirmos no dia de hoje, falamos de sete tópicos diferentes, durante as tardes de Domingo. Começamos pelo equilíbrio emocional, ao falarmos acerca da intimidade e de seguida acerca da magia dos relacionamentos. Mas depois avançamos para um equilíbrio etérico, ao debatermos o poder terrestre e a energia terrestre; acerca da extração da energia da terra, da utilização, de a desenvolverem dentro de vós, e seguimos isso um mês mais tarde quando debatemos o poder etérico dos vossos amigos invisíveis, dos vossos conselheiros e daquelas forças que estão para além de vós, que poderão baixar; desenvolvendo aquela energia e baixando esta energia misturando-a de forma a serem capazes de usar essa energia na vossa realidade. Estabelecer um equilíbrio entre o que reside acima e aquilo que se situa abaixo.

Mas depois passamos para o equilíbrio mental, não foi? Ao debatermos a forma de estourar e de edificar a vossa imagem. Estourar a velha imagem, a imagem limitada, a imagem injusta que têm de vós próprios que outros e vós numa situação menos ciente vos atribuíram. Para a substituírem efectivamente por uma imagem mais poderosa e positiva de vós próprios enquanto pessoa espiritual, total e completamente bem-sucedida.


E a complementar isso, com o debate da criação consciente do sucesso; ao irmos além da simples criação de sucesso a bem ou a mal, ou por meio daquilo em que tenha acontecido terem tropeçado, mas do facto de serem capazes de o fazer conscientemente, de forma a produzirem o equilíbrio. E hoje começamos pelo princípio, pelo equilíbrio físico, ao debatermos os chakras. Devido a que, na vossa época actual, mais do que nunca, o conceito de equilíbrio traça o vosso ponto de início, entendem, e a jornada em que estão para embarcar pelo resto desta década, e na verdade pelo resto deste século, que irá representar uma época tumultuosa, um período de uma mudança formidável, de um crescimento formidável e de uma agitação formidável, que irá ser muito perturbador para muitos – não para todos – para muitas pessoas. 


Mas nós falamos nisso há anos, ao nos referirmos à Nova Era que está em curso, e da existência de quantos virão a enlouquecer à medida que a realidade subjectiva se vai tornando mais objectiva e sólida, e à medida que a realidade objectiva a preto e branco (NT: Feitas de opiniões simplistas e convictas, baseadas no antagonismo de posições, e que muitas vezes não dão azo a qualquer possibilidade de escolha) com que o fanfarrão não terá sido capaz de contar durante toda a sua vida (riso); e à medida que essa realidade começa a mudar e se torna subjectiva, à medida que o mundo se vira do avesso para tanta gente, isso leva as pessoas à loucura. Conforme vos dizem, “A vida está a ficar cada vez melhor,” mas ela torna-se cada vez pior; ou quando é dito que ela “Está a ficar cada vez pior,” mas ela se torna cada vez melhor, isso contribui para a loucura. 


E vai gerar-se muita loucura no vosso mundo – sabem disso. É por isso que estão a crescer, é por isso que estão a aprender, é por isso que se encontram aqui. Por virem a tornar-se nos giroscópios. Vocês são quem irá trazer equilíbrio a essa loucura; irão ser aqueles que marcarão a sua presença como luzes, como faróis, âncoras, seja como for que queiram designar isso, seja que metáfora ou analogia preferirem. Ser a estabilidade, à medida que o mundo procede às suas mudanças e crescimento. Sabem uma coisa? Existem problemas no vosso mundo. (Riso) Ficam encantados por descobrir isso, não? (Riso) De outro modo nunca teriam sabido disso, positivamente. (Riso) Então juntemo-nos para lhes dizermos o que já sabem, quanto aos problemas que existem no vosso mundo. “Ah, pois. Mm, quão profundo; isso explica muita coisa, não é?” (Riso) Há problemas no vosso mundo. E sabem que mais? Eles são muitos, muitos. E parece existir mais problemas no vosso mundo agora, do que alguma vez terá havido no vosso passado, ou que alguma vez tenha havido no vosso mundo – e isso é verdade! Existem mais problemas agora do que alguma vez terão existido, e esses problemas são mais sérios e mais perigosos e mais mortíferos do que alguma vez. 


Mas também existem soluções no vosso mundo. Muitas soluções; na verdade muitas soluções ainda por descobrir. Mas elas existem, e vós ides descobri-las; vós enquanto corpo espiritual colectivo em crescimento, de Deus, da Deusa, do Todo. Vós ides ser os catalisadores, os descobridores dessas soluções. Nós ajudá-los-emos. Não lhes iremos dar essas soluções por se tratar da vossa realidade. E vós criastes os problemas pela razão de servirem de veículo de aprendizagem e de crescimento. Tirar-lhes o poder e a oportunidade de resolver esses problemas, trata-los como crianças de jardim-de-infância, representaria prestar-lhes um enorme mau serviço.

Criaram no vosso mundo no campo da saúde, doenças tão devastadoras quanto o cancro, e agora uma miríade de doenças do foro da imunodeficiência, de que a Sida é uma das mais publicitadas; mas que aqueles da profissão médica têm consciência de não passar da ponta do iceberg no campo das doenças das deficiências do sistema imunitário que estão a começar a aparecer. Novas doenças como jamais terão antes tido. Porquê? A fim de lhes transmitir determinada coisa, uma mensagem, uma mensagem codificada da parte do vosso Eu Superior a dar-vos conta daquilo em que vacilam no processo do bem-estar, e nas questões da saúde. 


Recusar tais mensagens, deter o cancro num ápice, arranjar de imediato uma cura para isto ou para aquilo apenas os levará a voltar-se para alguma outra mensagem mais devastadora, para alguma outra mensagem mais profunda. Olhem para a vossa vida individualmente, e vejam com que frequência esbarram com um problema, e recusam resolver esse problema, recusam tratar dele, enterram a cabeça na areia ou voltam a cabeça para o outro lado fingindo que não existe, e vejam como mentem a vocês próprios relativamente a ela enquanto fingem que não está presente, apenas para descobrirem que se reergue ainda mais repulsivo e monstruoso do que nunca.


Aqueles de vós que nos relacionamentos que têm, se veem a ir de um mau para um pior, como se parecessem estar numa espiral descendente, não por o mundo estar a ficar pior mas por causa das mensagens precisarem elevar-se no tom, tornar-se mais ruidosas. De modo que se não prestarem atenção aos murmúrios terão que ouvir os gritos. E na medida em que no mundo da saúde o cancro e as deficiências do foro imunológico estão aos gritos, se não lhes prestarem atenção ou esses berros forem silenciados, quão mais altos não precisarão tornar-se!

Saibam que o maior desserviço seria erradicar esses murmúrios antes de lhes darem ouvidos. E por isso, não, não lhes forneceremos essas soluções directamente, mas ajudá-los-emos e cutucá-los-emos e apontar-lhes-emos na direcção de soluções. Já nos encontramos a trabalhar, por exemplo, com grupos de indivíduos que tratam de epidemias de fome e que tratam de secas, e que tratam vários desses problemas, e que tratam da saúde; com a economia do terceiro mundo e coisas desse foro através daqueles com quem falamos, em privado.


E convosco, quando conversamos convosco, seja por que forma – nos vossos sonhos, nestes seminários, assim como nas conversas privadas que também temos convosco. Por serem todos parte da solução. E existem soluções. Muitos veem problemas, entendem? E optam pela simplicidade. Qual será a solução simples? Olhem para a vossa própria vida pessoal. Digamos que acordam pela manhã e tudo dá errado. Já não tiveram um dia desses? A torradeira não estava ligada, (riso) o leite estava estragado, a geleia favorita acabou, (riso) e tudo a partir desse começo monumental (riso) piora, não é? E pela altura em que chegam a casa, ao final desse dia gloriosamente desordenado, sem nada para além de problemas e mais problemas, que é que sentem vontade de fazer? “Ah, eu apenas desejava começar de novo; desejava poder retroceder e começar o dia de hoje de novo, ou varre-lo do calendário como se nunca tivesse acontecido.” Essa é a solução simples, não é? Mas isso é o que as pessoas agora lhes andam a dizer, entendem? “Deus do céu, temos problemas nucleares, e dificuldades militares e guerras das estrelas e problemas económicos, e vai grassar a seca, e vai chover demais, e vamos ter terramotos e vulcões e marés vivas e falta de água ou água em abundância, e isso vai ser mau… Como eu desejava que tudo isso desaparecesse.” Solução fácil. “Vai ser tudo destrutivo.” 

Caramba, que solução mais simplista relativamente aos problemas. Assim não precisarão descobrir o que precisarão fazer acerca do controlo de armas; assim não precisarão descobrir o que fazer relativamente ao fornecimento de água que está a ser poluída com os desperdícios nucleares que foram enterrados há dez anos atrás em latões ou contentores. Não precisarão pensar em nenhum desses problemas – que maravilha! Que solução mais simplista! Não vai existir qualquer futuro. Não é? O futuro foi cancelado, hurra! (Riso) Subitamente dez mil problemas foram resolvidos com uma solução simples, a de que não vai haver qualquer futuro. E há muitos que estão a saltar para o movimento dessa solução simplista. Pois bem, não podemos mentir-lhes. Vós tendes problemas.

Mas o problema não está em que não venha a haver futuro; o problema está em que existe um futuro. Não irão ser capazes de fechar os olhos e contar até dez e fazer com que tudo desapareça. A Terra na sua magnanimidade não se vai abrir para os engolir. Não irão conseguir esse tipo de solução simples; vão precisar estar aqui, e vão precisar resolver o problema. E o problema não é a destruição que tantos dizem que irá suceder no ano que vem e no ano seguinte pelos próximos vinte anos. O problema está em que não haverá destruição nenhuma dessas! Por a morte representar a saída fácil. A morte constitui a derradeira cura. Sabem que a dor termina quando morrem? E que as doenças incapacitantes e as doenças terminam com a morte? A morte não constitui problema nenhum para aqueles que morrem; (riso) eles jamais se queixam. São aqueles que não morrem mas ficam para trás, esses é que falam mal dela, completamente! Assim, a morte constitui um problema para os vivos, e não para aqueles que morrem. Pois, não obstante os antecedentes ou a experiência religiosa que tiverem, o pós-vida é melhor do que esta.


Não, não irão dispor de uma solução tão simples como morrer. Não vão sair debaixo de tudo quanto tiverem criado, dizendo apenas “STOP! O tempo terminou, vamos começar de novo!” não, vão ter que encontrar solução, entendem? O mundo não vai ser destruído para o ano que vem, nem no ano seguinte; receamos que o mundo não venha a sofrer qualquer destruição, e vocês não vão ser todos engolidos e sair com tanta facilidade. Vão precisar estar aqui para trabalhar e tratar do futuro. E parte desse trato passa pela descoberta de como o fazerem de uma forma elegante, como consegui-lo em beleza, como viver isso em pleno. E conforme cada vez mais perceberão que têm um futuro, e pararem de fingir que irão encontrar a solução simples de fechar os olhos e cotar até dez para que tudo se esvaia, e começar como calhaus de novo, com excepção do facto de virem a estar aqui, e que sim, deverão ocorrer devastações de vários tipos, mas nada que venha a destruir o mundo conforme tantos agora têm vontade de afirmar, e começarem a aceitar isso, e começarem a construir esse futuro, e começarem a produzir e a criar esse futuro. Pararem de esperar que alguém mais lhes venha dizer como virá a ser, e começarem a decidir o que virá a ser, para vós próprios.


E é por aqui que iniciamos com o equilíbrio. E é aí, e na relevância que os chakras têm na verdade, que começamos.


Então, que coisa serão os chakras? Pois bem, eles são, conforme o termo em sânscrito indica ou sugere, rodas ou vórtices, que nós preferimos mais, vórtices de energia. Um vórtice de energia. De facto, os chakras constituem o portal para a energia etérica se tornar física, e para a energia física retornar ao etéreo. São os corredores, os portais por meio dos quais toda a energia que se encontra nos vossos sistemas físico, astral, causal e mental passa.


Falamos em inúmeras ocasiões sobre como toda a energia que entra no vosso plano físico entra por um vórtice de energia particular, e é reduzida, reduzida, reduzida múltiplas vezes, por a derradeira energia de que Deus, a Deusa, o Todo é composto é composto é demasiada potente para se manifestar, demasiado fora de frequência para obter esta densidade, e como consequentemente tem que ser reduzida até que por fim, se ache suficientemente reduzida para se poder solidificar. E essa entrada tem lugar no vosso universo, no vosso plano físico, e desde logo no vosso planeta e em vós. Bom, num sentido microcósmico acontece o mesmo convosco, pois vejam bem, existe antes de mais um campo de energia, campo de energia essa que vos compõe, e que é bastante amorfo e disperso e bastante indefinido nesse sentido, e que se reduz num corpo etérico. Esse campo de energia cria um corpo etérico, e subsequentemente esse corpo etérico cria um campo de energia próprio, um campo de energia mais limitado, conciso e denso. Esse campo de energia produz uma aura, e essa aura produz-vos a vós.


Muitos serão os que porventura terão dito que o vosso corpo irradia uma aura. Não. A vossa aura é que irradia um corpo. Bom, uns dizem uma coisa e outros dizem outra. Provar isso numa base elaborada seria entediante, mas permitam que sugiramos o seguinte: Aqueles que leem as auras, e aquele de vós que ouvem falar que de pessoas que leem auras, sabem que muitas vezes é referido que se pode prever quando uma pessoa está para morrer por não mais apresentarem uma aura. Aqueles que testemunharam experiências dessas como no caso de assistir a pessoas a embarcar para um avião sem que nenhuma delas apresente uma aura, sabem que esse avião se vai despenhar, e que se terão reunido aí para morrer. Daí que seja aconselhável a não embarcarem nesse avião, caso ninguém apresente uma aura, não é? (Riso)


“Mas, como havemos de o saber?”

Descubram alguém que consiga ler as auras e permaneçam perto dela. (Riso) Agora, se de facto o corpo fosse o que produz a aura, o corpo morreria em primeiro lugar e só depois a aura se desvaneceria. Na verdade é a aura que morre em primeiro lugar, e o corpo persiste e desvanece-se e morre. O que quer dizer que a aura produz o corpo e não o inverso. E é por intermédio desses vórtices de energia, é através dessas rodas de energia que a energia proveniente do corpo etérico – ou melhor, proveniente do campo energético e por via do corpo etérico, e proveniente do corpo etérico e por via do novo campo de energia, se transfere à aura e posteriormente à vossa forma física. E é através dessas mesmas entradas que vós projectais energia no exterior que vai produzir a ilusão em que representam, e que vai produzir esta vossa realidade física.


Ouviram falar no Terceiro Olho, e para além do caso dos ciclopes, têm ideia de se situar algures na vossa cabeça. Muitos representaram-no pintado na vossa testa, não faz mal. Na verdade, o vosso Terceiro Olho constitui o vosso sétimo chakra, que se acha localizado no centro do cérebro. Aquilo que percebem por meio do Terceiro Olho é aquilo que manifestam. É essa sétima roda, que ao projectarem uma visão daquilo que querem, fora, percorre o restante do vosso mundo físico rumo ao astral e ao que nós chamamos e outros chamaram de forma similar, o plano causal, onde essa energia, à semelhança de uma energia magnética se agrupa numa causa inerte e lhe concede vida, e regressa em termos de efeito.


A visão que têm e que projectam por meio desse portal, por intermédio dessa abertura, por meio desse vórtice de energia, constitui uma energia magnética que concede energia eléctrica a causas e efeitos, e semelhante à electricidade estática a leva a agarrar-se e desse modo a manifestar-se na vossa realidade. O que será que no vosso mundo é real? Bom, compreendemos bem que pensem que tudo seja real. Possuem cinco sentidos com os quais percebem o vosso mundo e com que o exploram. Mas aquilo que veem será real? Bom, é, mas também testão cientes de ser uma ilusão. E o que ouvem? Será um som real? Pois bem, a vossa ciência diz-lhes que não. E o que tocam e provam, e o que cheiram; alguma dessas coisas será real? Não. Que coisa será o real? O que é real é o que está por detrás do sentimento. Aquilo que veem não é real, mas o que esse sentimento produz – isso é a realidade. Aquilo que escutam não é real, mas o sentimento que é produzido por essa ilusão é que é real. O que tocam, não real; é o sentimento que esse toque produz que é real. Precisam dos vossos cinco sentidos, por constituírem, as vias através das quais sentem; as entradas, os portais, as aberturas por meio das quais esses sentimentos entram e se propagam ao exterior. E com os chakras é o mesmo. São os portais por intermédio dos quais aquilo que é real tem entrada - o sentimento - e aquilo que se propaga ao exterior - o sentimento, o que é o real – do corpo. Eles constituem as entradas, e sem elas assemelhar-se-iam a cegos e a surdos, que se veriam incapazes de falar e de tocar e incapazes de cheirar. Não teriam vida. O termo que associam a isso é o de “vegetarem,” e um outro termo que associam ainda mais em termos científicos é o da “morte cerebral.”


Os chakras são os portais que permitem que se movam e toquem e sintam, que permitem que escutem e cheirem, ver na vossa realidade, e que lhes permite que sejam reais nesta ilusão enquanto ilusão que são. Por a ilusão constituir a vossa realidade assim como vós. E é através dos centros que são os chakras que toda a validade e legitimidade e realidade têm lugar. São os portais que permitem que a vossa aura os manifeste a vós, e que lhes permite que manifesteis a vossa realidade. 


Ouvem dizer que giram, não é? Eles giram e alguns dizem que o fazem no sentido dos ponteiros do relógio, por esse ser um sentido edificante e inspirador e claro e aberto e expansivo e masculino (riso) e todos esses termos que ao longo da história têm sido considerados íntegros e honrados, não? E o sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, o sinistro e camuflado e negro e feminino. Outros dizem-lhes que na verdade os vossos chakras giram no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, talvez para lhes provocar um pequeno choque excitante. Contudo outros sugerem que na verdade rodam de um modo diferente; que o primeiro chakra roda no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, e que o seguinte roda no sentido contrário, e o seguinte ao contrário e por aí fora, de forma a permitir uma fluência da energia ao redor dessas rodas, e todos têm razão. Porque na verdade, cada centro chakra roda no sentido dos ponteiros do relógio e no sentido contrário em simultâneo.


Inicialmente os chakras eram vistos como discos rasos, semelhantes a moedas em pé, e com duas dimensões apenas, discos giratórios de energia. Mas depois os vossos metafísicos tornaram-se mais sofisticados, tornaram-se um pouco mais sábios e perceberam que se tratava de vórtices de energia e não de discos rasos – vórtices de energia; consequentemente passaram da visão de discos planos para uma visão um tanto semelhante à de um redemoinho, de lado, de modo que quando olham direito para eles, se parecem com uma espiral de energia, de facto, mas quando se põem de lado e os olham não de frente mas de lado veem que por detrás deles se acha aquele efeito de redemoinho de energia em espiram descendente, e que por conseguinte têm mais a forma de Glória da Manhã (flor) do que de uma moeda. Bom, o que sugerimos é que de facto a verdadeira forma dos chakras, conforme estão a começar a compreender, assemelham-se mais a esferas; discos, só que em todas as direcções, globos tridimensionais de energia que criam um vórtice para dentro e para fora em simultâneo, e que se expandem e contraem todos ao mesmo tempo, que rodam no sentido dos ponteiros do relógio e no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio em simultâneo; são universos microcósmicos. 


Ouviram o Carl Sagan e o Dudley, e outros que tais, da teoria do Big Bang, não? Acerca de como essa grande explosão ocorreu certa vez no passado, antes do tempo existir, e como isso formou o universo. Como aqueles gases a girar e a rodopiar se tornaram sólidos, parte deles planetas como o vosso e sois como o vosso sol, a rodar em torno deles e toda essa história, sem dúvida, e em parte é verdade. Mas depois que defendem as teorias de um fim, por não parar de se expandir e de crescer e se alongar cada vez mais. De modo que eventualmente o Big Bang deverá deixar de explodir. De facto não. De facto o que os vossos cientistas estão agora a descobrir com toda a clareza é que ao mesmo tempo que este Big Bang, este vosso universo está a explodir, está simultaneamente a implodir, e como tal durará para sempre.


Assim, quando estavam na escola e ouviam o vosso professor de ciências do sétimo ano dizer que um dia destes o universo chegaria ao fim, não. Por estar a explodir e a implodir em simultâneo. Mas, como poderá tal coisa acontecer? Precisa ser de um ou de outro modo, dizem vocês, na vossa linguagem e realidade baseadas no tempo. Mas o universo existiu antes do tempo existir, entendem? E assim, pode explodir e implodir em simultâneo. O erro que cometem é pensar que apenas uma coisa possa acontecer de cada vez, e isso é verdade, no contexto do tempo, mas mesmo assim os vossos cientistas de facto estão a sugerir o contrário, mas nós sugerimos que fora do tempo as coisas podem ocorrer todas ao mesmo tempo. Por não haver outra forma em que possa ocorrer, senão ao mesmo tempo.


Vocês conhecem uns princípios rudimentares de metafísica chamados Yin e Yang, não é? Mas de novo, um erro que muitos cometem é o de pensar que algo seja Yin e que algo seja Yang. Yin andes de ser cozinhado e Yang depois. (Riso) Torna-se demasiado confuso, entendem? (…) Bom, estão em boa companhia, porque o Jung cometeu, do mesmo modo, o erro de presumir que em todo o homem existe uma mulher e que em toda a mulher existe um homem. Um só. Mas de facto tudo é Yin e Yang; tudo é Yin e Yang em simultâneo, porque aquilo que se expande também produz contracção. Ambos ocorrem em simultâneo. Quando, por exemplo, fecham os olhos, que é que estão a fazer? Estão a condensar o enfoque, não estarão? E quando descontraem o corpo, não estarão a focar a atenção? Não estarão a levar a visão a uma perspectiva mais clara e nítida? Não será pois ao mesmo tempo que estão a contrair e que estão a expandir, por nessa visão contraída verem mais? Por nesse espaço contraído experimentarem mais? E depois quando reabrem os olhos e regressam ao vosso mundo, quando expandem a visão, não contraem a introspecção? 


Quando pegam numa lâmpada de apenas dez watts de luz incandescente e a colocam no vosso quarto, que é que faz? Mal ilumina. Mas quando pegam nessa mesma energia incandescente e a colocam num raio laser de energia, que é que ele faz? Penetra de modo tão poderoso que é capaz de cortar aço. À medida que as coisas contraem expandem-se, e à medida que se contraem expandem-se em simultâneo; não existe isso de alguém ser Yin sem também ser Yang. Não existe isso de um homem ser um homem sem ter uma mulher dentro e um homem dentro. E do mesmo modo para uma mulher, por ambos serem tudo em tudo. Por isso, o vosso universo expande-se e contrai em simultâneo, é Yin e Yang, e os vossos centros chakras expandem-se e contraem em simultâneo e rodam no sentido dos ponteiros do relógio e no sentido contrário ao mesmo tempo, criando com tal movimento não um disco nem uma flor mas uma esfera.


De modo similar, os chakras acham-se localizados numa geografia etérica, porções etéricas do vosso corpo, só que não são o vosso corpo. O segundo chakra, por exemplo, é a região genital do corpo, mas as mulheres que passam por histerectomias não ficam sem o segundo chakra. O vosso quinto chakra situa-se na vossa garganta, mas aqueles que passam por operações à tiroide ou que se submetem à radiestesia (radiónica) não perderam o seu quinto chakra. O primeiro chakra, situado na área do cóccix não é removido por cirurgia lombar nem por cirurgia ao retro, não obstante a quantidade do corpo que possa ser removida. 


Os chakras acham-se localizados em locais generalizados do corpo mas não constituem o corpo. Eles produzem o corpo, mas não são o corpo. E por isso remoção de partes ou alterações na forma corporal podem ser uma mensagem, um comunicado, uma energia procedente desse centro chakra mas não é o chakra em si mesmo. Possuem todos os vossos chakras intactos mesmo que o vosso corpo não esteja. E eles constituem os centros por intermédio dos quais toda a energia flui. É mesmo por intermédio desses inúmeros centros localizados no corpo que se encontram aqui Assim, que coisa serão?


São basicamente os centros espirituais de que porventura muitos de vós terão consciência agora espalhados pelos vários locais. Mas não só os centros espirituais, conforme conhecem os chakras, como também representam a parte inferior do corpo que contém todos os sete chakras representados, a porção superior do corpo e o corpo todo, pelo que existem quatro sistemas. 

Assim, não são somente sete chakras; na verdade existem vinte e oito só nesses quatro sistemas. Sugerimos de facto para aqueles que estudam acupuntura, que cada ponto meridiano constitui um chakra. Existem centenas de centros chakra situados no corpo porque cada um desses pontos de acupuntura, cada um dos meridianos do fígado e todos os da bexiga e do estômago, e todos os outros para o efeito, são pontos de carga eléctrica, que representam discos rodopiantes de energia, centros chakras em miniatura que se acham ligados á rede extremidade inferior, à extremidade superior, a todo o corpo ou aos centros espirituais. E não só existem esses sete com que se familiarizaram tanto como existem cinco chakras adicionais no exterior do corpo. Um por baixo e quatro acima, que correspondem por conseguinte aos doze tons (timbres), às sete notas mas aos doze tons da vossa realidade. 


E assim para começarmos, existem, claro está, os sete centros chakra, o primeiro dos quais se localiza pela área do cóccix, por trás do corpo mas a projectar para a frente do corpo, a projectar mesmo por baixo do umbigo e acima dos genitais. Esse é o primeiro chakra. A cor que tem é vermelha. Uma esfera, uma pequena bola avermelhada. O segundo chakra constitui a área genital, ou dos ovários na mulher, e dos testículos no homem, e é laranja. E o segundo chakra situa-se algures por baixo do umbigo e acima dos genitais. E dizem que na sua maior parte o primeiro chakra é vermelho e que o segundo é um vermelho alaranjado. O que sugerimos é que isso pode ser uma questão de mera interpretação, por se o virem a partir da frente do corpo ele assemelha-se ao primeiro chakra, mas conforme nós o definimos situa-se acima do segundo. E o segundo chakra, na definição que lhe damos acha-se abaixo do primeiro. Assim, alguém definiria que não, que o mais baixo é o primeiro, muito embora constitua o segundo chakra dos genitais.


E o seguinte, situado por altura do baço, é o segundo chakra, muito em bora corresponda ao chakra do cóccix. É nisto que existe desacordo, por entre os diferentes sistemas, e porventura explique a razão. Todos concordam quanto à localização dos sete restantes chakras, e que o terceiro chakra se acha localizado na área do plexo solar. É suficientemente grande; bem, o primeiro chakra é grande, talvez do tamanho de um punho. O segundo chakra é mais pequeno, talvez do tamanho de uma moeda de vinte cêntimos, talvez cinquenta cêntimos. O terceiro chakra é grande e terá porventura oito a doze polegadas na totalidade; é uma bola enorme de uma luz amarela brilhante que espirala para fora e para dentro em simultâneo. O quarto chakra constitui o centro do coração que se situa no centro do peito. Vocês prestam juramento colocando a mão do lado esquerdo, não é? Mas o coração não se situa realmente aí; “O coração encontra-se no centro,” soa a tolice, mas seja como for… O centro do coração em si mesmo acha-se localizado entre o osso esterno, na base, e aquela protuberância da vossa garganta, a meio caminho de ambos.


É o centro do coração, que corresponde mais estreitamente à glândula do timo do que ao coração. Mas constitui um centro suficientemente amplo. Geralmente aqui fica o vosso coração, grande o suficiente para o atingirem, se pensarem nesta região. E a cor desse centro é verde. Alguns sugerem dourado. Talvez um verde dourado, mas verde na mesma.


O quinto chakra situa-se na região da garganta. Este quinto chakra envolve a tiroide e a laringe, composto do azul mais radiante. Enquanto o terceiro tem uma dimensão, porventura de uma bola de basquete pequena de uns vinte centímetros de largo, e o quarto chakra tem porventura dez centímetros de largo (o que é um bom tamanho) o quinto chakra assemelha-se mais ao segundo chakra por ser do tamanho de meio dólar. Consequentemente é intenso, por se achar condensado, e por se estender de uma forma grandiosa. Não deixem que o tamanho que tem os engane.


O sexto chakra acha-se localizado dentro do cérebro, na área que forma a vossa glândula pituitária. Mas o ponto de referência que poderão usar será de dois centímetros e meio acima da raiz do nariz por entre os olhos. Não se situa aqui… (aponta a testa) mas dentro; mas como não lhe conseguem chegar situam-no para todos os efeitos de identificação na testa, e também é do tamanho porventura de vinte e cinco centavos. Um pouquinho mais pequena do que, digamos, o quinto chakra, e tem a cor índigo, que representa um roxo majestoso, régio, profundo e avermelhado.


O sétimo chakra acha-se localizado por debaixo do ponto macio chamado fontanela onde poderão sentir a temperatura cálida e sempre ligeiramente acima dos normais 37 graus centígrados da média, onde está sempre um pouco mais quente nesse local. Directamente abaixo, centralizado dentro do cérebro acha-se a área que é chamada de glândula pineal. O sétimo chakra é muito pequenino, tão pequenino quanto um ponto de luz violeta.


Esses são os sete centros com as suas sete cores do que chamamos de chakras espirituais e o seu tamanho aproximado acha-se num estado de espírito normal, mas agora são etéricos, pelo que não se trata deste do tamanho de basquete amarelo nas vossas entranhas mas essa energia.

Mas do mesmo modo que esses centros espirituais há também os chakras da parte inferior do corpo, e sugerimos aqui muito rapidamente os primeiros cinco: Os vossos pés constituem o primeiro chakra e os vossos tornozelos o segundo. E a barriga das pernas constitui o vosso terceiro chakra, com os joelhos como quarto e a zona pélvica enquanto quinto. O sexto situa-se ainda na testa, tal como o sétimo, por esses serem centros espirituais e assim permanecerem. Pés, tornozelos, barriga das pernas, joelhos, pélvis representam os primeiros cinco centros.


Na porção superior do corpo, do mesmo modo, os vossos chakras são representados, as vossas mãos pelo primeiro chakra; os pulsos são representados pelo segundo; os antebraços representam o terceiro e os cotovelos o quarto. Os ombros são representados pelo quinto, com o sexto na testa e o sétimo no topo da cabeça. Por conseguinte, coisas a fazer, com o vosso cóccix (ou com a área rectal) os vossos pés e mãos – tudo ligado ao primeiro chakra. Os vossos tornozelos e pulsos e genitais – tudo ligado ao segundo chakra. As vossas barrigas das pernas, antebraços e plexo solar – tudo ligado ao terceiro. Os vossos joelhos, cotovelos e coração – tudo ligado ao quarto. A vossa pélvis, os ombros e a vossa garganta – tudo ligado ao quinto. E o sexto na testa e o sétimo no topo da cabeça.


Esses são três dos sistemas e se observarem as sobreposições eles criam um significado bastante interessante, que iremos analizar num instante. Por ainda restar o quarto sistema básico que importa investigar. O corpo na sua totalidade do mesmo modo é controlado ou gerado por via de novos ou diferentes centros chakra. O primeiro é o dos pés, tornozelos (ou pés, é suficiente). O segundo chakra – do joelho para baixo; o terceiro chakra – do joelho até acima. O joelho, um eixo, não é? Bastante poderosos, os vossos joelhos. O quarto chakra - a cintura pélvica, a divisão entre a inferior e a superior. O quinto chakra cobre toda a região abdominal até ao pescoço. E o sexto, claro está, a testa e o sétimo no topo da cabeça e centro da cabeça. E isso compõe todo um sistema corporal também.


Agora, cada um dos chakras representa um tipo particular de energia; falamos disso em inúmeras ocasiões, em diversos tópicos que discutimos, mas seja como for estámos aqui para o debater uma vez mais.


O primeiro chakra tem que ver com a segurança: Toda a matéria e toos os meios de segurança, toda a energia que compõem o vosso corpo etérico, o vosso campo de energia, a vossa aura, e vós, que tenha que ver com segurança, tudo pode entrar através do primeir chakra – os vossos pés, as vossas mãos, o vosso cóccix ou área rectal. Questões de segurança; medo que o tapete lhes seja tirado de baixo dos pés, medo que venham a cair com o rabo no chão (riso). Aqueles que constituem uma “dor na parte posterior” (pain in my ass) muitas vezes são aqueles que lhes ameaçam a segurança (riso) mais do que qualquer outra ameaça que representem. Receio de não “entrarem com o pé direito,” de “não pôr as mãos na coisa,” de não serem capazes de manter aquilo que têm, receio de não alcançarem aquilo que pretendem alcançar. 


Tudo questões de segurança. Sim, é verdade que a vossa língua é formada em torno da energia. Absolutamente! Não se prepocupam por cair direitinho sobre os vossos cotovelos, não é? (Riso) Porquê? Porque não? Cair redondos sobre a cara, talvez, mas não sobre os vossos cotovelos. Cair redondinhos sobre o traseiro, representa uma questao ede insegurança. Estou preocupado com o quão bem me encontro assente. Será que isto me vai sair debaixo? Irá esta cadeira quebrar-se e eixar que caia…? A minha segurança. Em que pé estou (no sentido de apoio)? Estarei seguro? Qual o alcance que mantenho? Será um alcance de segurança?


Essas três áreas, todas ligadas à segurança; toda a energia que tem que ver com tudo quanto se prende com a segurança entra numa ou através de uma combinação dessas áreas. Dificuldades ou atrito em qualquer dessas áreas fala por problemas de segurança, desde o pé de atleta até as hemorróides, à dermatite alérgica que lhes atinja as mãos todas. Tudo isso fala por questões de segurança.


O segundo chakra em que ver co o prazer. Prazer e sexo – sim, é verdade que constitui uma das formas do prazer; para alguns de vós representa a única forma em que conseguem pensar, compreendemos. (Riso) mas há outras formas de prazer, e todas se prendem com questões inerentes ao segundo chakra. Tudo quanto lida com prazer, na vossa realidade, procede do segundo chakra da área dos vossos genitais, ou dos vossos tornozelos, ou dos vossos pulsos. Tudo tem que ver com o prazer ligado ao segundo chakra. Tornozelos, joelhos, barriga das pernas, também estão associados ao prazer. Tudo quanto vá das ancas aos joelhos – prazer. 

Dores nas canelas, que os corredores desenvolvem, não? Dificuldade na obtenção de prazer, sob a forma de dores nas canelas. Alguém os pontapeia na canela da perna. Várias doenças venéreas, que se prendem com a culpa ou a obtenção de prazer – não só prazer sexual, note-se, porque a culpa que sentem pode estar associada a outras formas de prazer. Tirar férias, sentir culpa relativamente a isso pode provocar em alguns de vós um surto de herpes, conforme bem terão experimentado. E em que é que isso acaba? “Não tive qualquer prazer.” Mesmo para além do sexo. Estar sentado num restaurante tampouco constituiu uma diversão por aí além. Por sentirem culpa em obter prazer!


Aqueles que têm gordura nos tornozelos, umapessoa homem ou mulher, pode muito bem apresentar o corpo em perfeitas proporções excepto tornozelos gordos, muita vez tentam proteger-se contra o prazer. A tendinite, vários problemas associados aos pulsos, entorces dos tornozelos, problemas com o tendão de aquiles – problemas ligados ao prazer. A comida csonstitui uma forma de prazer, para alguns de vós. A leitura cosntitui um prazer para outros. O sexo cosntitui uma forma de prazer que decerto não pode ser excluida. Ir a um bom cinema e dar uma boa gargalhada constitui igualmente uma forma de prazer e ainda se acha ligado ao segundo chakra. Certamente que sim.


O terceiro chakra prende-se com as pestões do controlo – sim, referimo-nos a esse termo, controlo. O rerceiro chakra tem que ver com o controlo, que tem início on controlo manipulativo, sem sombra de dúvida, e que eventualmente esperamos se eleve a um controlo criativo, ou a uma produção criativa. O terceiro chakra tem que ver com o controlo, e vai desde a manipulação até à cocriação; mas está tudo ligado ao terceiro chakra, que é representado pelo vosso plexo solar, a  barriga das pernas, os antebraços, toda essa porção do corpo que vai dos joelhos até à bacia, ou cintura pélvica, o volume, a estatura.


O quarto chakra, claro está é aquele de que todos gostam e que se espera que todos tenham, que é o amor, não é? Amor que vai desde a sua forma mais simples que se prende com a sobrevivência, o amor que a criança sente pelo leite da mãe, até à expressão cósmica do amor, o amor que vai mesmo além da humanidade; ao amor por Deus, Deus, Totalidade de Tudo Quanto Existe. Tudo o quarto chakra. Mas aqui é que começa a sobrepor-se de uma forma interessante. O quarto chakra constitui o centro do coração. O quarto chakra também representa os cotovelos.

 A artrite, lesões do cotovelo, bursite nos braços e nos cotovelos, bem como os vosso joelhos, são igualmente abrangidos pelo vosso quarto chakra. Qualquer um que tenha um problema qualquer relacionado com os joelhos – problemas com o amor – mas também representa, o quê? A vossa cintura pélvica! Desde o sistema corporal, os pés, dos tornozelos até aos joelhos, dos joelhos até à cintura, o quarto chakra constitui a zona da bacia, e é isso que deixa as pessoas confusas quanto ao amor e ao sexo sejam uma mesma coisa. É isso que circunscreve o quadro que leva a qe uma mulher e um homem, ou duas mulhere ou dois homens digam querer mais amor, e o outro responda: “Mas, acabamos de fazer amor!” E não comunicam. Porquanto para um a bacia constitui amor, quando para o outro isso é representado pelo coração.


O prazer e o amor são confundidos, “Ah, eu adorava um jelado.” Torna-se realmente um bocado difícil amá-lo; poderão gostar muito, mas é difícil desenvolver um relacionamento significativo. (Riso) “Eu aqui com o meu amigo Hagan, não é?” (Riso) “Vamos ao cinema. E depois vamos ouvir musica à luza da vela. Ele derree-se todo nos meus braços.” (Riso) o prazer e o amor saem confundidos no chakra corporal da cintura pélvica onde o prazer do centro genital e o amor do centro da cintura se subrepõem e combinam e chegam a surgir muito confundidos. Mas também represeenta a explicação da razão porque quando amam alguém, a certa altura sentem um desejo físico de prazer com essa pessoa, um certo nível de amor. Por se sobreporem.


O quinto chakra, é aquele da expressão. O quinto chakra expressa rudo quanto se situe abaixo dele. A expressão da segurança tem que ver com o quinto chakra. A expressão do prazer tem que ver com o quinto chakra. A manipulação, o controlo ou uma cocriação criativa constitui uma expressão do quinto chakra. O amor é expressado opelo quinto chakra. Por isso, o quinto chakra é monumental na ordem das coisas, porque a dor, a inflamação de garganta não quer unicamente dizer “Eu não quero falar,” mas quer dizer: “Eu não quero falar de segurança ou de prazer, ou de controlo, ou de amor.” Ou então: “Eu não quero engolir, não quero deixar entrar a insegurança ou o prazer ou as sensações negativas que normalmente fazem parte da manipulação ou do amor. Não o quero engolir, não o quero digerir, não o quero assimilar, não o quero trazer à tona, não quero que saia, não quero acabar com isso.” A garganta. (Faz o ruído característico de limpeza da garganta)


Quando fazem este som com a garganta, estão prestes a lidar com um certo nível da expressão e sentem desconforto. Hoje, fazem-no provavelemten por terem consciência de si mesmos. (Riso) o quinto chakra tem que ver com a expressão, tudo quanto seja expresso. É o mais elevado dos chakras físicos -- o quinto. O ensino; se já notaram alguém ensinar notarão frequentemente uma aura azulada ao redor da pessoa, não asempre mas com frequência. O quinto chakra, no corpo todo, tem que ver com a parte superior do tronco, mas também tem que ver com os ombros. E na parte inferior, o quinto chakra prende-se uma vez mais com a bacia, que é onde essa energia se torna tão confusa, por ser prazer, amor e expressão. Por vezes, é a razão porque pensam que a única forma por ue consigam expressar-se seja sexualmente, e são conduzidos pelo vosso segundo chakra. É tudo em que conseguem pensar. É tudo no que conseguem pensar. Quando alguém só pensa em termos do prazer sexual, em termos do amor como prazer sexual enquanto expressão, comunicação desse prazer sexual. É tudo quanto conseguem falar. Tudo quanto conseguem sentir. Por se acharem presos aí – todos esses três chakras se sobrepõem, o segundo, o quarto e o quinto sobrepõrm-se na zona da bacia. Por conseguinte, problemas que se prendam nessa região podem ter que ver mais que com prazer, pode, pode prender-se com o amor e pode prender-se co a expressão.


O sexto chakra representa o vosso centro intuitivo. A percepção psíquica, o vosso centro psíquico. É o que lhes faculta a visão. Não é o terceiro olho. O sexto chakra não é a vossa Terceira Visão. É o sexto chakra, o centro intuitivo. É onde conseguem a visão interna, sem dúvida, a vossa visão interna, s´´o que não é senão até que atinjam o vosso sétimo chakra que representa o portal para a vossa espiritualidade, a Entrada para o Lar, que alcançam a Terceira Visão. É esse sétimo chakra que representa o terceiro olho, e de facto os vossos cientistas sabem agora que a glândula pineal, que não possui propósito aparente, mas que obviamente é central, se acha ligada ao nervo óptico. Indirectamente, a partir do nervo óptico, há nervos que partem dele e se ligam aos da glândula pineal. Os vossos cientistas que estudam o ritmo circadiano, que é o bioritmo composto pelos vinte e oito dias para o emocional, os trinta e três dias para o intelectual, etc., também sabem que precismam de uma certa quantidade de luz, e que o vosso corpo tem conhecimento – não através do vosso nervo óptico, mas que o vosso corpo distingue a luz do dia da noite por meio do topo da vossa cabeça, por o topo da cabeça poder dizer se faz sol ou se está enevoado no exterior. É capaz de distinguir a luz, por intermédio desse centro. Agora, vocês não têm um olho aqui situado, mas será que não terão notado que, quando procuram ver determinada coisa, no estado de meditação, a vossa cabeça fica assim (…) e ficam com um aspecto assim (…) Os vossos olhos passam a olhar não realmente para cima, mas em frente, e é como se esse vosso sétimo centro que sai por aqui, fosse o vosso terceiro olho e estivessem a tentar ver com maior clareza por meio desse centro particular.

(continua)

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