sexta-feira, 24 de maio de 2013

SETH FALA SOBRE A CONSCIÊNCIA ANIMAL



Tradução de Amadeu Duarte

Os golfinhos, por exemplo, reagem emocionalmente ao mundo do homem. Os animais de uma quinta têm consciência emocional do conteúdo geral psicológico da vida do agricultor e da de todos os membros da sua família...

A consciência acha-se prenhe de conteúdo – qualquer tipo de consciência. Os animais do agricultor compreendem que, de certa forma, ele representa uma parteira, responsável por alguns dos nascimentos deles. A comida provém das suas mãos. A seu modo, os animais compreendem que a vida, seja em que termos for, que sejam físicos, termina com a morte – que as propriedades físicas precisam retornar à terra de que procederam...

Os animais não culpam os seres humanos por nada. Se, enquanto espécie désseis por vós a comunicar com os animais, teríeis uma cultura completamente diferente, uma cultura que com efeito produziria uma mudança de consciência da mais profunda das naturezas.

Esquecestes, de forma conveniente, o quanto aprendestes da parte de todos os animais, conforme mencionei em sessões passadas. Ficastes a saber uma boa quantidade de remédios da observação dos animais: aprendestes que plantas evitar, e quais devíeis cultivar. Aprendestes como vos livrar dos piolhos ao mergulhardes em água. Cultivastes comportamentos sociais ao observardes os animais. A certa altura éreis capazes de vos identificar com os animais, e eles convosco numa considerável extensão. Eles foram os vossos mestres, muito embora não tenham elegido o vosso caminho. Obviamente não teríeis podido seguir o vosso caminho enquanto espécie se não tivesse sido por causa dos animais.

Sonhos, Evolução, e Cumprimento de Sentido de Valor

quinta-feira, 16 de maio de 2013

EMOÇÃO – RELACIONAMENTOS - ANTIBIÓTICOS



Transcrito e traduzido por Amadeu Duarte



Pergunta: O seminário dedicado à saúde esteve votado à doença, mas e que dizer das lesões e dos ferimentos? A abordagem das lesões será diferente, e se for, de que modo?


Resposta: Não é, basicamente. Diremos que na lesão claramente se acha uma enfermidade, uma desorientação e uma alienação, uma expressão de desordem e ou de fracasso de uma crença ou convencimento, e sugerimos que vós criais acidentes e lesões e coisas desse tipo pelas mesmas razões – ou pelos mesmos conceitos de razão – que criais uma enfermidade. 


E nessa medida, se criardes um tipo qualquer de infecção urinária que provoca o inchaço dos pés, a que chamais gota (doença do foro reumatológico resultante da presença de ácido úrico no sangue) sugeriríamos que isso se deva a certas inseguranças que tenhais quanto à libertação da raiva que sentis, libertação da toxicidade da emoção que sentis, por envolver o tracto urinário, que é o tracto da expressão e da libertação da emoção, e por envolver os vossos pés - que estão associados à segurança. Pelo que sugeriríamos que a pessoa que desenvolve isso é alguém que sente uma enorme insegurança com relação às emoções, e que tende a conter as emoções que tem, pensando que de alguma forma isso lhe venha a conferir alguma segurança.


Se de facto andardes a caminhar sozinhos e deixardes cair um tijolo no pé, isso irá provocar uma lesão no dedo do pé, o que se pronuncia bastante ao longo da mesma ordem de ideias em termos de problemas de insegurança. Assim, as lesões, ou ferimentos, devem ser interpretados tal como as doenças; as lesões precisam ser interpretadas da mesma maneira: “Que é que isto me está a fazer? Por que razão o está a fazer? Que impacto está a ter? E que parte do corpo está a ser abrangida? E qual será o “sussurro” ou mensagem; que será que ela diz?


Mas para as corrigirdes abordai-las da mesma forma. Que é que sentis com relação a essa lesão? Que se estará a passar? Ficai irritados com ela no sentido de: “Não vou aturar isto!” e percorrei os vários passos a ponto de escutardes os “murmúrios” ao mesmo tempo que vos reafirmais e vos revigorais e vos reconstruís pelo padrão da saúde. Por isso, a abordagem que empregais é absolutamente nos mesmos moldes que a de um outro qualquer tipo de doença. Porventura dotado do passo adicional de precisardes sentir alguma emoção, talvez em relação à imagem ou ilusão que tenha levado à causa dessa lesão.


Podeis ser levados a abrigar sentimentos adicionais em relação à pessoa que vos abalroou o automóvel ou aquele indivíduo que anda a patinar e que esbarra convosco ou que vos derruba, mas porventura diferenciar-se-á ligeiramente de uma doença que vos acometa. Mas na verdade é a mesma coisa.


Pergunta: E que dizer sobre os sentimentos que teremos em relação à pessoa que talvez nos tenha feito cair dos patins?


Resposta: Que haveis de fazer em relação a isso, não é? Bom, isso leva muita gente a criar um dilema, não é, pois, sabem como é: “Ele atingiu-me, ora,” mas depois: “Bom, eu sou quem está presente e quem cria a minha realidade, sou eu quem está em falta; não há falhar nem culpa alguma a apontar, etc., nós criamos a nossa realidade e num nível qualquer cósmico acordamos encontrar-nos neste ponto de intersecção.” (Riso) Mas sem dúvida, isso é muito verdadeiro. Vós criastes e produzistes isso, e nessa medida essa energia acha-se presente. 


Mas o que aqui é importante – e isto tem que ver não somente com o que fazeis em relação à pessoa que se tenha envolvido convosco num acidente quer tenha técnica ou legalmente sido falta dela, ou não – mas o mesmo acontece na vossa vida quando as pessoas exercem impacto em vós. 


Agora, alguém vos dirá: “Bom, tu criastes isso, não é? Por isso sorri e enterra-o, não é? Não devias ficar irritado nem sentir-se perturbado, não devias abrigar nenhum ressentimento, bem, foi a realidade que criaste; não tens quem culpar excepto a ti próprio.” Bom, nós gostaríamos de sugerir que não há quem culpar – nem mesmo a vós próprios! Só que vós tendes emoções! Quando alguém vos pisar os calcanhares, atrever-nos-íamos a dizer que vos ireis sentir irados; ides sentir-vos irados para valer, com  a pessoa. Ainda que num certo nível o crieis! A emoção, as vossas vísceras, irão exclamar: “Estou enraivecido! Aquele desgraçado filho de tal e tal...!” e recorrereis ao histórico das referências todas da família (riso) “O desgraçado precisava ser expulso ou internado...!” Absolutamente.


Mas o que queríamos sugerir em relação a essa situação assim como a qualquer situação que seja susceptível de produzir sentimentos – primeiro, é importante expressar devidamente esses sentimentos. Expressar devidamente a fúria, a raiva, a ofensa, o insulto, a humilhação, todo o sentido de impotência; precisais desabafar tudo isso! Precisais desabafar e tirar isso do vosso sistema, porque senão, ireis introduzir isso na mente inconsciente, que por sua vez o vai colocar nos diversos órgãos do vosso corpo, e depois se vai tornar em alienação, desorientação, discórdia sob a forma de desordem e fracasso. E vós ides ficar doentes, de uma forma ou de outra. Assim, primeiro desabafai isso. Sentis-vos irritados quanto baste; extraí essa irritação de vós. 


Depois de a desabafardes devidamente – pode não ser apropriado elevar o punho e dar uns berros à pessoa – pode ser adequado ir para casa apertar uma caneta e chagar aos factos e escrever sobre isso, etc., ou diante do espelho ou junto de um amigo que dê ouvidos aos sentimentos que manifestardes e mostre empatia em relação ao que se estiver a passar convosco; mas assim que o desabafardes, aí: “Caramba, que alívio; consegui deitar para fora! Agora; por que razão terei criado isso?” E aqui novamente, entendem, aqui é onde as pessoas deste mundo da metafísica optam por considerar a simplicidade acima da verdade. Preferem obter uma resposta simples do tipo: “Tu crias a tua realidade; por isso jamais te irrites, jamais te deixes perturbar, jamais expresses qualquer emoção, jamais tenhas qualquer sensação. Sê apenas amoroso e sente unicamente alegria, aceita simplesmente tudo o que te acontecer como a coisa mais maravilhosa que vos poderá acontecer.”


Por não quererdes lidar com a complexidade de expressar toda a emoção que sentirdes – e fazer isso sempre em primeiro lugar – e depois que for expressada, então voltar-se para o nível da responsabilidade. Ora bem; isso é mais complicado, mas irá apressar ou acelerar o vosso crescimento de um modo maravilhoso.


De vez em quando utilizamos uma analogia, que é a analogia que diz que se estiverdes na porta de rede - aqueles de vós que vivem na zona Centro-Oeste dos EU usam essas portas antes da porta de entrada – se ela estiver coberta de fuligem que é que ireis fazer? Ireis até junto da porta e sugareis a fuligem? É claro que não! Soprais na porta, para a afastar de vós. 


Assim, quando algo tem lugar na vossa realidade que produz um sentimento, seja um acidente ou algo indecente que alguém diga, ou algo de ofensivo, isso assemelha-se a aspirar o pó da fuligem da porta. Não conseguis enxergar muito bem por ela: “Não sei por que razão está obscurecida; não sei por que criei isto.” Assim, o que quereis fazer é limpar a rede. Mas quantos de vós vão e... sugam a fuligem? (Riso) por tentarem descobrir a razão por que terão criado a situação, quando ainda abrigais uma tela de raiva, uma tela de fúria. Sabeis as respostas que ireis suscitar: “É por um ser um idiota estúpido, por eu estar poder, por eu ser péssimo, por ser a escória mais esnobe da Terra. Por eu “sugar a fuligem” da emoção que sinto!” 


Em vez disso, tirai uns instantes para a “soprardes”, para a extrair, desabafar: “Sinto-me furioso, repleto de raiva, era capaz de estrangular o fulano, etc. Não é correcto faze-lo, de modo que o não faria, mas rapaz, sinto-me de tal modo furioso que era capaz de lhe dar uns pontapés... etc.” Deitai para fora, deitai para fora; isso acabará por se esgotar – a menos que sejais hipócritas, não é? A menos que façais papel de íntegro, a então ireis carregar isso por uns trinta anos ou mais – mas o que sugerimos é que liberteis isso, entendem? Assim que o conseguirdes: “Ah, caramba, que alívio! Já está. Já extraí isso do meu sistema, pelo que já me sinto bastante melhor, e muito mais saudável. Isto não vai aparecer nos próximos vinte anos, este tipo de doença do fígado, ou este tipo de cancro no pâncreas. Não vai tornar-se em coisa nenhuma que me encurte a vida dez ou vinte anos, etc. Bom; agora deixa-me cá tentar descobrir por que razão terei criado isto. Que será que estou a transmitir a mim próprio ao me permitir ter uma colisão na estrada, à frente? Que será que estou a dizer a mim próprio ao deixar cair um tijolo no pé? Que é que estou a dizer a mim próprio?


Aí obterei uma tela limpa, e conseguirei obter respostas limpas, entendem, que me vão reportar a verdade com que poderei passar a trabalhar. Por conseguinte, terei abordado isso de uma forma mais complexa, sem dúvida, mas também não terei sacrificado um jota de verdade na complexidade que me caracteriza; de uma verdade que frequentemente representa o preço que pagais com a simplicidade. É desta forma que responderíamos a isso.


Pergunta: ...(Inaudível) (O ouvinte pergunta algo sobre processar alguém)


Resposta: Se haverá algum mal em processar o "desgraçado", conforme os termos que aplicaste, e não nós (a rir). Mas seria bom se o não fizésseis, não é? (Riso) Gostaríamos de sugerir que depende da circunstância. sugeriríamos que, se no sentido legal da palavra, a pessoa estiver literalmente em falta, de modo a poder a dar satisfações e a poder ser responsabilizado, nesse caso dispondes de um sistema para isso; dispondes de uma realidade que criastes que comporta um sistema legal. Não dizemos que por serdes metafísicos jamais devais levar alguém a tribunal. O que sugerimos é que olheis para o que estais a criar. Que é que estais a criar? "Porque é que isto está a acontecer? Que é que se está aqui a passar?" O que diríamos que fizésseis é o seguinte: Numa situação dessas, e a pessoa estiver em falta e tiver errado segundo o sistema legal, apesar de terdes criado isso, obviamente que disporeis de um seguro - talvez não! - e por conseguinte a acção judicial chegaria a isso. Sugeriríamos que por uma questão de autoestima, a correcção do erro de uma forma apropriada se apresentaria. O que consideraríamos todavia, é: "Que necessidade terei eu de recorrer a uma figura paternal - que é o que o tribunal representa! - para dizer ao mundo que eu tenho razão e ele não? Se eu conseguir libertar isso, então talvez a questão se resolva fora das barras dos tribunais."


Ou: "O juízo penderá muito mais a meu favor," de uma forma mais elegante e mais branda, e não precisareis, e não precisareis de tornar isso numa circunstância enredada como a dos tribunais. Desse modo encararia isso desse modo, e para te citar, "processaríeis o desgraçado" desse particular modo, após terdes desabafado, considerando ainda: "Porque razão terei criado a necessidade de chegar a este ponto, e não ter ficado pela criação do acidente? - que foi desabafada - mas precisar dar lugar à actividade legal - que também foi desabafada - mas por que será que terei criado isso? Que estarei eu a dizer a mim próprio? Que necessidade terei nisto?" E ao descobrirdes isso e o resolverdes por vós próprios, então: "De que forma quererei que a realidade corra? Eu gostava muito que o juiz fizesse um juízo diferente, do tipo: "Olha, é óbvio que tu ganhas e tu perdes; não vamos fazer disto um problema. Eu gostava que ele me dissesse: Olha, nós pagamos isto ou aquilo e estabelecêssemos um acordo. Gostava que corresse dessa forma. A parte de mim que diz não, eu quero uma desforra e levá-lo a tribunal, e quero que esse juiz me diga que tenho razão, e ver isso registado no papel - Ele é ilibado por ter razão! - (Riso) Essa parte, eu quero libertar - essa quero libertar, por não precisar desse tipo de realidade, e não precisar desse tipo de distracção, etc."


De modo que, sim, se alguém cometer um erro qualquer em relação a vós, para te citar, considerai a razão para terdes criado isso e assumi o curso provável de acção que seja o que garanta uma maior autoestima - aquele que vos leve ao maior sentido de autoestima e de confiança pessoal. Seria desse modo que devereis a﷽﷽﷽﷽﷽esse modo que deverr que for,ria o desgraçado"criastesíeis abordar a questão.


Pergunta: Será desejável saber por que razão terei caído neste padrão de hábitos negativos em que preciso ripostar, ou será unicamente necessário reconhecer que possa muito bem ter sido o caso de uma raiva e mágoa que tinha que tirar de debaixo do pano, e perdoar-me a mim e ao meu ex? Com respeito a esta mesma mágoa, de que forma bem-sucedida, após ter falado ou escrito sobre o sucedido, perdoar o meu ex, e perdoar a negatividade?


Resposta: Ah, o ex! Soa a indolência não é? (Riso geral) "Foi ele que fez isso, foi ele; não fui eu!" Será importante saber porquê? É! Em definitivo, e de facto sugeríamos que em última análise se torna criticamente importante saber, e tal como supondes que pudesse ocorrer, verificais essa raiva: "Terá sido esta raiva? Creio que tenha sido a raiva enterrada que tinha em relação à questão a razão para eu ter criado esta fossa de negatividade. Tudo bem, que circunstância negativa será que criei? Que impacto teve em mim? De que modo me terá influenciado a vida - fisica, emocional mental e intuitivamente? De que modo terá exercido impacto na minha vida?" 


E isso aplica-se a toda a forma de negatividade que vos tenha acontecido em que percebais ter caído, não é, essa fossa de negatividade em que tudo parece correr mal. Traçar a linha de demarcação, sem dúvida alguma, e denunciar isso na vossa realidade, pôr termos à imobilidade. Parai, abandonai a situação, passai a dirigir a situação, denunciai essa actividade particular em que estais metidos, e saí dela porque se estiverdes numa avalanche de negatividade, conforme chamaremos a isso, ireis pelo cano abaixo. E assim, que bem poderá resultar de tal situação?


Pergunta: Isso funciona de verdade.


Resposta. De uma forma incrível! Que é que fazeis? Sugerimos que fecheis os olhos, entreis numa meditação e façais o que for preciso para dizer à realidade para parar com isso. Pode ser denunciar a situação, pode ser :"Pára, pára, pára, eu recuso tal realidade," etc. Pode ser como na indústria desta cidade se faz ao berrar: "Corta! Corta! Corta!" (Riso) O que funcionar a vosso favor, a esse respeito. É só denunciar a situação.
 

Sugeríamos que o antídoto para isso, na vossa posição sentada, se torna útil erguer-vos e mover-vos para trás. E o que queremos dizer com isso, é que o vosso corpo ao se encontrar sentado desta forma e vós estais por dentro aos berros e a gritar: "Pára, pára, e a desligar-vos de tudo e a explodir a realidade que sentis a um ponto insuportável, é útil sentir a vossa consciência - que muitas vezes se situa na vossa cabeça, não é - e senti-la a mover-se ligeiramente acima da vossa cabeça e ligeiramente para trás, de forma que estejais presentes porventura a trás de vós, a um ângulo de quarenta e cinco graus, e olheis a situação: "Que é isto para que estou neste momento a olhar? Não estou doida; estamos bem aqui!" E a forma como podeis encarar isso dessa perspectiva, é observar os limites corporais todos, física, mental e emocionalmente, e de uma forma psíquica ou intuitiva, ou por essa sensação de poder: "De que forma exercerá isto impacto em mim, como se enquadrará isto?" etc. "Que é que estou a fazer com isto?"


E ao dispordes da coisa nesses termos - e alguns precisam anotar isso, por nem sempre se lembrarem do que pensais, nem manterem a coisa em rotação, etc. - escrevei isso para depois poderdes: "Que foi que eu disse com relação a isso? Ah, foi isto e aquilo, claro, claro..." E aí conseguireis perceber o que estais a fazer. A seguir sugeriríamos que podeis questionar: "Porquê esta negatividade? Supunha que fosse por esta razão, mas deixa-me olhá-la melhor; deixa-me ver o que apresenta. Parecerá acertado? Senti o "correcto" mentalmente: "Parecerá acertado em termos físicos e apresentar-se-vos-á por aquele sentido de palpite, aquele tipo de pressentimento que me leve a constatar: Mas é claro!   

Aquela sensação intuitiva que não se consegue descrever: Isso soa correcto!" E depois libertais a raiva, não é? Libertais a raiva. Como haveis de a libertar? Desabafando-a.

Escreveis sobre ela. Uma das técnicas mais espantosas; alguns de vocês redigem cartas de rancor, não é? Hmm... (riso) É sempre muito engraçado, não é? Sobretudo dêem-lhe um título alarmante, não é? As cartas um pouco perturbadoras não precisam; as cartas que comportam um teor de rancor, não é? Uma carta de rancor quer dizer sentar-vos e escreverdes à pessoa a quem dirigis o sentimento: "Caro fulano de tal, sinto-me de tal modo furioso contigo..." e redigis tudo o que sentis por dentro. Escreveis e dobrais a carta, que depois guardais, sem que posteriormente saibais onde a pusestes. Colocai-la num local que sirva de local para esconder coisas: debaixo de uma cadeira, enfiada entre as páginas de um livro. Como tendes vindo a esconder as emoções ao longo de todo o tempo, fazeis isso simbolicamente. No dia seguinte tirai-la de novo e voltais a lê-la, e desta vez, onde vos tiverdes expressado de uma forma mais branda e generosa, cruzais essa passagem e redigis: "Puseste-me de tal modo furioso! Completamente enraivecido, etc." Em vez de um pouco aborrecido: "Completamente enraivecido!" enfatizando-o o suficientemente e exagerando-o um pouco, que não faz mal. Realçai bem a coisa.


Voltai a desdobrar a carta e voltai a enfrentá-la; na noite seguinte, voltai a enfrentá-la. No dia seguinte pegai nela e voltai a lê-la. Não o façam ao de leve: "Já sei aquilo que contém, e é aborrecido!" Exactamente! Mas não vos o façam ao de leve; precisam lê-la, palavra a palavra. Em seguida queimai-a na banca da cozinha e não no cesto do lixo nem sentados na cama ou as beldades lá de casa vão começar: "Que tipo de comportamento autodestrutivo é esse?" Na banca da cozinha, onde a parte autodestrutiva não vos poderá fugir ao controlo, não é? (Riso) Queimem-na, página a página, e à medida que as páginas se forem retorcendo e enegrecendo, tornam-se em cinza. A raiva terá sido libertada! Esse é um método.


Pergunta: Libertá-la constitui um acto da vontade.


Resposta: Certamente, por terdes sido (hipocritamente) comedidos em relação a isso, e por conseguinte possivelmente não conseguireis apossar-vos de algo que...


Pergunta: Recordo que todas essas técnicas representam ferramentas que nos podem ajudar a alcançar o subconsciente na realização de resultados, mas depende sempre da disposição. Não é que isso deva substituir-se à psicoterapia...


Resposta: Exactamente; como técnica, conforme entenderão, destinada à libertação disso. Alguns poderão preocupar-se: "Oh, colocar toda essa negatividade na carta não irá magoar a pessoa, etc.?" Sugeriríamos que se fossem tão confiantes em relação aos pensamentos positivos como sois em relação aos negativos, o vosso mundo seria todo positivo, não? É surpreendentemente uma coisa em que todos caís. Se vos sugerirmos para enviardes amor, para visualizardes a vossa realidade a resultar de uma forma bem-sucedida, e: "Oh, isso não vai resultar. Programo isso 45 vezes ao dia, mas não creio que vá resultar!" Agora, sugerimos-lhes para redigirem essa carta à pessoa que desejais que desejais quebrar-lhe a cara, e vós: "Aaah! Oh, isso pode acontecer!" (Riso)


Por que razão estais tão seguros que uma carta com o mais ligeiro pensamento de negatividade vá propagar-se rapidamente por esta fabulosa realidade de fealdade quando toda a positividade que formulais pelo pensamento não tem oportunidade de chegar a ocorrer? É espantoso! É espantoso que retrocedais nisso. A intenção que tendes, conforme foi referido, é o que tem lugar: "A intenção que tenho não é de ofender a pessoa, a intenção que tenho é de libertar a raiva e deixar de a magoar, pela primeira vez em anos.


Pergunta: É quase como uma técnica xamânica; não é a técnica que opera o resultado, ela só vos ajuda a mente a reproduzir isso. Por a mente ser tudo o que exibe.


Resposta: É uma dança, entendem? É uma dança destinada a criar uma ressonância. E é a ressonância o que vai alterar a vibração. Recapitulando, descobris uma forma de libertar a raiva, de a desabafar e de a expressar, a redação de cartas de rancor é uma forma, anotar isso no vosso diário constitui outro modo, enunciar isso diante do espelho é outro, conversar sobre isso com um amigo é outro - um amigo que seja capaz de sentir empatia e não só de bisbilhotice - querendo com isso dizer alguém que seja empático e também vos aponte aquilo que estiverdes a fazer, o que processais.
 

Agora, assim que tiverdes conseguido isso, direis: "Olha como a minha realidade está a mudar!" Se não estiver,  então: "Talvez esteja em falta. Talvez haja mais alguma coisa aqui e talvez não seja apenas raiva que sinta em relação a esta pessoa. Talvez essa raiva seja mais profunda e se estenda à esposa ou ao marido, à mãe ou ao pai. Por conseguinte, talvez proceda da criança, talvez precise verificar isso a esse nível profundo, à medida que vou limpando isso." A realidade alterar-se-á, entendem, quando captarem isso, quando conseguirem isso, absolutamente.


De que modo perdoais alguém? Por meio do que foi desabafado, assim que tiver sido desabafado, e depois considerais: "Por que razão o terei criado? Bom, esta pessoa em particular arruinou-me a vida, absolutamente. E eu tenho as cicatrizes e o resto da realidade que podem provar isso. Por isso é que estou preso nisso; não vou mudar, não me vou restabelecer este fim de semana por ainda sentir vontade de culpar fulano assim e assim." 


Quando realmente o tiverdes desabafado de uma forma sincera, como uma emoção real - não a hipocrisia da retidão! A hipocrisia da retidão não podeis desabafar. A hipocrisia não tendes a intenção de desabafar! Precisais converter a hipocrisia em verdadeira raiva para a seguir a libertardes. É como a culpa; não podeis processar a culpa. podeis converter a culpa em raiva e a seguir processá-la. Assim que a processardes de verdade, então a esse respeito detendes-vos e interrogais-vos: "Porque é que eu estou a criar isto? Qual será o passo que me cabe nesta dança?" 


E quando vos apossardes da razão para estardes a fazer isso, e da razão para estardes a agravar isso, e da razão para o que estais a fazer para produzir essa realidade, e quando realmente percebeis se é a dança que vos compete, por alguém poder estar a conduzi-la, e vós estardes a segui-lo a cada passo, e onde se encontrar desejardes encontrar-vos também, e quando forem verdadeiramente senhores disso, abandonais o tabuleiro. Saís da pista de dança: "Não vou representar esse jogo, estou de saída. Na vossa cabeça. Não quer dizer que devais fazer as malas e deixar a cidade. Significa que abandonais o tabuleiro do xadrez emocional: "Recuso-me a dar o passo que esperais que dê.


Agora, poderão ficar zangados, poderão chamar-vos e perguntar-vos: "Que é que pensas que estás a fazer? Era suposto criticares-me e era suposto detestares a minha coragem. Que se passará de errado contigo?"


"Eu não vou desempenhar isso. Vou mergulhar nisso quando for altura de mergulhar. (Riso) Aí conseguireis perdoar com toda a facilidade, por perceberdes que é uma dança, um jogo. Um jogo que ambos jogais secretamente, quando manifestamente fingis nada saber a respeito. E quando revelardes a vós próprios a verdade, então podereis abandonar o tabuleiro do xadrez e o perdão será como o diríeis a alguém: "Eu perdoo-te por todos os danos que aleguei teres cometido - por todo o prejuízo que aleguei que cometias!"

"Aaah!" Entendem? "Ainda não estou preparado para admitir isso. " Tampouco estais prontos para o perdão!


Pergunta: Como haveremos de saber se é retidão ou se é raiva?


Resposta: Está bem. Tinha que ser a Emma. É a Emma? (Ri) Está bem. Bom, como haveis de distinguir? Bom, antes de mais, distinguis isso pelo que estiverdes a fazer. Qual será a motivação? Tal como dissemos há pouco, da retidão não tendes intensão de vos livrar, pelo que deveríamos de sugerir se será uma raiva justa ou se será uma raiva efectiva. Se for uma raiva justa não vos sentireis capazes de dizer à pessoa, não estareis capazes de lidar com ela; estareis mais aptos a falar disso a toda a gente mas quando alguém vos sugerir: “Já procuraste libertar isso?” “Ah, eu jamais... Como te atreves a dizer isso?” Não soa divertido abordar isso. “Vou conversar com outros amigos que simpatizam por completo comigo e jamais questionam a motivação que tenho...”


Pergunta: É quando é justo dizer que se aplica a verdade do “Nós criamos a nossa realidade” e conseguimos sentir-nos irritados e mesmo escutar isso. Podemos sentir que não estamos mesmo nessa situação, porque se estivermos nela não podemos ser justos ao mesmo tempo. Assim, a honestidade para connosco próprios constitui o perfeito parâmetro na admissão da verdade de que nós criamos a nossa realidade, mas temos vontade dizer a nós próprios: “Pois, mas desta vez...” Ou “Talvez criemos a nossa realidade.” Que é como dizer “Eu consigo sentir limitações.”


Resposta: É quando se coloca a situação do: ”Eu perdoo-te pelo que alego que tenhas feito.” Não posso dizer tal coisa. Aah aah, não! Ele não o terá feito!


Pergunta: Ou quando dizemos saber intimamente que estamos apenas a pronunciar jargão metafísico, e a desperdiçar o nosso tempo.

Resposta: Mas a maravilha desta sensação, na sua complexidade, entendem, é que podeis utilizar todas as palavras que quiserdes...

Pergunta: Que o universo sempre reflectirá o que verdadeiramente estivermos a emitir. E essa é a razão porque no caso das reuniões que temos com o pessoal para processarmos e nos ajudamos uns dos outros a desvencilhar em relação a algo, a certa altura todos concordamos na verdade mais proeminente de que o que quer que se nos aconteça a algum de nós constitui um reflexo absolutamente verdadeiro proveniente do universo, jamais interpretam que estejamos errados, nem um bocadinho. De modo que, seja o que for que esteja a suceder, constitui uma interpretação absolutamente verídica do que estamos a emitir para o exterior. E quando chegamos verdadeiramente a entender isso, podemos sentir-nos capacitados a partir daí e mudar rapidamente. Mas na medida em que mostrarmos resistência para chegarmos à percepção disso e ainda sentimos necessidade de culpabilizar, e de sermos retos, de nos apiedarmos de nós próprios e de criarmos todo o tipo de coisas melodramáticas, está absolutamente certo, mas estaremos a desperdiçar o melhor de nós.

Resposta: Exactamente! Há muitas situações em que pensais: “Mas eu realmente queria portar-me de outra forma.” Só que a vossa realidade não revela isso! Mas por fim, chegam às boas e dizem: “É verdade. Eu realmente queria que fosse assim, não?” Ah ah! Aí podeis avançar, aí podeis começar a crescer, e é quando isso se começa a tornar verdade.


Pergunta: Mas, sabes, muitas vezes entramos nessa dizendo: “E se foi alguém que cometeu isso? Por que razão terá...?” E é interessante porque normalmente a pessoa envolvida começa a rir, ou começa a representar. “Foi alguém em Cincinatti, não tu, é claro.” E aí já consegue relaxar um pouco e colocar isso em perspectiva e recuamos um pouco e dizemos: “Olha, é só mais um ser humano que definiu um roteiro bastante confuso a que está agarrado com ambas as mãos. E não gosta dele nem um bocadinho.”


Resposta: Isso não está errado, sabeis, nem é mau. Não sois malvados nem mereceis ser castigados, mas estais a desperdiçar o vosso tempo. Estais a desperdiçar o vosso tempo pronunciando as palavras quando isso é tudo o que fazeis e não conseguis chegar a ser honestos em relação a isso nem chegais ao fundo da questão, quando não olhais a vossa realidade e percebeis que se trata de um mecanismo perfeito de resposta (retorno).


Pergunta: O que não quer dizer que digamos que adoramos. É mesmo só retorno, e é a razão porque a metafísica pode deixar tanta gente descontente, e levá-la a dizer: “O que quer que estejamos a defrontar é exactamente o que o universo nos está a reflectir e chamamos o objectivo do bem. Porquê? Eu não gosto da reentrância na minha saia. Por que razão terei que chamar a isso o objectivo do bem? Por eu ser uma idiota.” Quero dizer, quão inteligente será dizer às pessoas que gostam de complicar: “Olha, por vezes defines um guião que não desejarias seguir.” (Riso) E é acertado dizer: “Deita isso tudo fora!”


De modo que, quando estragamos tudo ao pretender fingir que o que quer que tenha ocorrido no nosso guião tenha sido pelo melhor dos propósitos, e comos capazes de dizer a verdade a nós próprios, será muito mais provável que descubramos uma maneira de sair disso; de outro modo, iremos começar a dizer que devíamos ter querido tal guião de qualquer jeito. (Riso) Tudo isso, e o nosso subconsciente vai dizer: “Não consigo lidar mais com isto.” (Riso)


Resposta: Eu faço greve, não é? (Riso) É isso!
...



Pergunta: Poderias proceder a uma avaliação efectiva do trabalho corporal. Que precisará acontecer para se tornar efectivo no modo de cura?


Resposta: Essa coisa do trabalho corporal, antes de mais, o que precisa ocorrer, é que tem que haver disposição, precisa haver abertura, disposição na altura particular em que estiverdes a fazer trabalho corporal, o que sugeriríamos é que precisais sair do caminho, precisais permitir que a energia flua por meio de vós, precisais deixar que essa energia que constitui o Eu Superior da pessoa - essa energia que é Deus, a Deusa, o Todo - deixar que essa energia flua por vosso intermédio, e que a pessoa é um participante. Não existe nada do tipo: “Eu estou-te a fazer isto,” mas: “Nós estamos a fazer isto juntos.” E existe um sentido desses de cooperação, que é o que tem que acontecer: uma parceria dessas para que possa ocorrer uma cura por meio de tipos particulares de corrida ou de trabalho de massagem seja de que tipo.


O que pode ocorrer, com respeito a isso, por um lado, conforme ainda esta semana falamos nisso, não idolatreis os praticantes de medicina (médicos); não idolatreis a vertente alopata da medicina. E tampouco cometam o erro de idolatrar os curadores metafísicos mais do que o fazeis em relação aos médicos. Não cometam o erro de pensar: “Ah, eles trabalham com cristais, eles praticam massagem terapêutica, etc...” Não. Eles fazem fluir a energia, eles estão a fazer operar a energia. E os terapeutas que fazem essa distinção em relação a eles próprios “Eu sou um curandeiro possuidor de umas valiosas mãos,” nós não perderíamos muito tempo com esse tipo de energia. E tendo o cuidado de não vos afastardes da alopatia da vossa infância e vos voltardes por completo para os curandeiros da Nova Era, os especialistas das energias de cura como se de algum modo soubessem tudo e fossem peritos e estejam agora a ser idolatrados.


Precisais ser o vosso próprio curador e descobrir o jeito por intermédio de alguém ou de vários métodos que operem melhor no vosso caso. E é isso que nós gostaríamos de sugerir.



Preferimos mesmo utilizar antes o termo terapeuta, que descreve a pessoa que está envolvida com a cura, a função, em vez do rótulo, que se destina ao anúncio de medicamentos, porque nesse sentido todos vós estais de uma forma ou de outra envolvidos com um processo de cura ou com o potencial disso. Porque com respeito a essa particular matéria, vós curais-vos a vós próprios, e proporcionais a cura uns aos outros, e enquanto os faróis de luz que sois e os raios de esperança que escolhestes ser, não é mesmo, assim também inspirais essa mesma cura, e a vossa maior alegria reside na alegria da cura.
...



ANTIBIÓTICOS


Pergunta: Se eu crio a minha realidade por meio das crenças que tenho, porque deverei acreditar na ideia de que os antibióticos me destruam o sistema imunitário?


Resposta: Não tens que a acreditar de todo. Mas o que sugeriríamos é que, como tal quantidade de crenças está presente, nesse sentido constitui um obstáculo a ultrapassar. A parte do “se” de que falamos hoje, não estás verdadeiramente interessada em ouvir nada sobre os antibióticos. Aquilo que te interessa verdadeiramente é em provar que não crias a tua própria realidade. 


“Ah ah! Aquilo que suspeitavas é verdade. Estás completamente impotente neste mundo.” Não é? Então vai em frente. Quão divertido te parece isso? Talvez pretendas repensar isso. Esta é a primeira parte.


A segunda parte, em termos do “porquê” de precisares acreditar nisso, conforme dissemos, se precisardes de antibióticos, de uma forma sincera e honesta, eles não vos serão destrutivos. Se não precisardes deles, e os tomardes, uma vez mais por constituírem a comida yuppie (membros da classe média, que na casa dos 20 ou 30 eram sedentos de status, nos anos oitenta) dos anos oitenta, aí já pode ser verdadeiramente destrutivo. 

“Bom, se eu crio a minha própria realidade por que razão precisarei acreditar nisso?” Não precisas. Mas estará a tua vida assim tão vazia que pretendas despender tempo a desprogramar os antibióticos? Se estiver, diz-nos, que nós temos uma lista de coisas que poderás desprogramar em vez disso. 



A questão está – e é daqui que a coisa vem – em que quando verdadeiramente necessitais do antibiótico, a intenção está presente, e o antibiótico desempenhará a função que se espera que desempenhe, e não mais. Por isso, dizer que os antibióticos representem um atravessar da fronteira e que sejam errados e não devam ser alguma vez tomados – não, jamais diríamos tal coisa! Jamais vos diríamos isso. Mas o que realmente diremos é que se realmente precisardes deles então tomai-os, mas tratai de conhecer as intenções que tendes com clareza. Então, criai essa realidade, por terdes razão – existirá uma razão opara criardes um quadro de realidade em que os antibióticos não se revelam prejudiciais e somente benéficos.


Mas assim que essa crise tiver passado, assim que essa circunstância se tiver desanuviado, e não mais precisardes deles, aí, pela sua própria natureza, no sentido de serem anti-bióticos - anti-vida – por causa do que provocam ao vosso organismo devido a isso se enquadrar no consenso geral que aceitais e que criais – este medicamente exerce este impacto consequentemente é o que ele representa.


Assim, se eu tiver criado isso, por que razão terei que o fazer dessa forma? Não tendes - caso preciseis particularmente dos antibióticos, então criareis toda a diferença para vós. Criais a diferença para vós. E é onde isso se enquadra na perfeição.

Nós usamos a analogia das paredes e dos chãos de facto constituírem uma simples vibração; existe mais espaço nas paredes do que matéria sólida. Mas se conseguísseis retirar-lhe todo o espaço, eles caberiam em quê? Em algo do tamanho de uma moeda. Toda a vossa Terra, tudo quanto constitui a vossa Terra, uma vez condensada, destituída do espaço que a compõe, caberia em algo desse tamanho, do diâmetro de um níquel.

Pergunta: Isso não seria anormalmente pesado? (Riso)


Resposta: Seria! (Riso) Muito bem visto. Mas o facto é que existe mais espaço nessa parede do que matéria sólida. “Bom, então por que razão não a poderemos atravessar?” Vós podeis! Só que aprendestes, habituastes-vos ao facto de passardes pelas portas; habituastes-vos a um comportamento desses. A ponto de isso actualmente representar um enorme salto de fé, um espantoso obstáculo de crença. Podíeis consegui-lo, mas nós recomendamos que enquanto existirem portas, não vos preocupeis em atravessar as paredes. Mas assim que retirarem todas as portas, (riso) então comecem a atravessar paredes, sem sombra de dúvida!


Mas entendam, é uma tolice por que a única razão para atravessardes as paredes agora seria por uma questão de exibição. Não é? Não vos traria qualquer benefício, a menos que vos encontrásseis num compartimento que não tivesse portas. Aí faria sentido. Porque se tivésseis criado uma realidade que não comportasse portas, também faria sentido criar uma realidade em que atravessaríeis as paredes.


Portanto, os antibióticos são perigosos; qualquer pessoa vos dirá isso. É um risco, dirão alguns, em que precisais incorrer. Agora os médicos naturopatas e homeopatas e os terapeutas das técnicas energéticas de medicina percebem que não tendes que os tomar – que não precisais tomar essas coisas perigosas. Um de vós, que trabalha, nesse sentido, bastante com cristais, apresentou comprovações laboratoriais que os podeis ministrar e produzir os efeitos de antibióticos, sem usardes os antibióticos, e sem correrdes qualquer perigo. (NT: Não estou certo de se estar a referir ao efeito placebo) Isso é possível; existem diversos mecanismos que neste exacto momento não vamos ilustrar, mas a questão está em que a estrutura de crenças está presente. Porquê alterá-la? Porquê combatê-la e tratar de a mudar quando não precisais disso – a menos que não existam “portas”, a menos que vos encontreis na posição de terdes criado uma realidade em que necessiteis de antibióticos. Aí fazei isso; aí decidi criar isso conscientemente, dessa forma.


Mas demasiadas pessoas ingeriram antibióticos e acabaram contraindo Candida albicans (infecção oral e vaginal) por o antibiótico lhes ter destruído o equilíbrio bacteriológico natural do intestino (bactérias indispensáveis ao trato intestinal). A Candida albicans resulta num sistema imunitário debilitado. E combinada com o antibiótico resultou igualmente na debilitação do sistema imunitário, em resultado do que terão criado para si próprias uma realidade potencialmente muito perigosa.


Porquê combater isso nesse particular sentido, quando existem alternativas, quando existem “portas” na vossa realidade? A menos que preciseis de o fazer. Então alterai isso; então criai isso.


Por isso, não tens que acreditar nisso, vês? Mas gostaríamos aqui de sugerir que é sempre melhor tratar as coisas com elegância – com a menor quantidade de energia possível para obter o máximo volume de resultados.


Pergunta: Haverá mais alguma coisa que queiram acrescentar a esta questão?


Pergunta 2: Gostaria também de referir possivelmente a regra de que se abusarmos dos antibióticos, quando realmente precisarmos deles, eles não operarão. Se abusarmos deles, eles deixarão de operar quando deles precisarmos.


Resposta: E por que é que não resultarão? Eles sabem? O vosso corpo torna-se imune a eles, é isso que estás a dizer?


Pergunta 2: Se abusarmos deles, quando precisarmos deles perdê-los-emos.


Pergunta: Pois é Waine, tu falastes-nos sobre isso em relação à pneumonia, quando referiste que os hospitais estavam a matar adultos que não deviam morrer devido à pneumonia.


Pergunta 2: Pois. A questão é que quando usamos os antibióticos para tudo...


Pergunta: Certo, desde as infecções até aos casos de acne...


Pergunta 2: O nosso corpo deixa de responder quando deles realmente precisarmos.


Pergunta: Então se alguém estiver com uns cinquenta anos e contrair pneumonia, não devia morrer da pneumonia, com excepção ao facto de não responder mais ao uso dos antibióticos, por ter abusado deles.


Resposta: O que realmente acontece não é somente por causa da rima do “abusar e perder” mas deve-se mais ao facto do organismo se ajustar. O vosso corpo constitui um mecanismo incrível de sobrevivência. Por isso é algo importante, conforme ainda hoje dissemos quando nos estávamos a debruçar sobre isso, que o estado natural seja ser saudável, o estado natural é ser completamente saudável. O vosso organismo, cada célula do vosso organismo sabe como ser completamente saudável e se lhes derdes uma fracção de segundo e voltardes a atenção para outra coisa, BANG! elas conseguem isso! Absolutamente!


Além disso, é altamente adaptativo. Vós estais a envenená-lo com esses antibióticos – que é que o vosso corpo faz? Deita-se para morrer? Não! Riposta em profundidade, passa por cima disso, muda. Consequentemente, quando abusais de algum tipo de actividade ligada aos antibióticos, não é por que seja mau ou errado, mas por causa do sistema orgânico estar em mudança, a ponto de quando realmente precisardes de antibióticos, eles deixarem de resultar. Devido a que o organismo já tenha suplantado e ter procedido à sua adaptação interna, etc. Às custas do sistema imunológico, sem dúvida, assim como às custas de muitos outros factores, mas precisa lidar com o veneno, porque ele vai sobreviver, entendem?


É por essa razão que certa gente pode prejudicar o organismo de uma forma bastante grave, não por que as células comecem a dizer: “Aah aah aah! Estás a abusar e isso é prejudicial. Vamos-te punir.” Não! Não é no sentido do castigo, nem do “abusa e perde-o”, etc., mas mais no sentido - devido à necessidade e ao desejo que o organismo tem, ter a tendência de se encaminhar no sentido da saúde para sobreviver - de ter procedido a uma mutação destinada a ajustar-se em meio à reacção que gera, e por isso, tudo aquilo em que os antibióticos costumavam actuar sofreu uma mudança, e agora quando precisais deles, eles não fazem esse efeito, e não fazem o que deviam fazer. Poderão ainda ter outros efeitos perniciosos.


Por isso, absolutamente, é muito certo que o abuso provoque efeitos bastante perniciosos, por ser assim que o criais, por ter sido assim que definistes o sistema e o pusestes em movimento.


Pergunta: Mais alguma coisa? Sim?


Pergunta 2: Eu queria saber... um monte de anticorpos... (Inaudível) se comer com uma atitude positiva e um bom objectivo, se isso não resultaria suficientemente eficaz...

Pergunta: Nesse caso a pergunta está subordinada à ingestão de carne, e como contém um monte de antibióticos, se não seria eficaz usar de uma atitude verdadeiramente positiva em assuntos como a ingestão de carne.

Resposta: Gostaríamos aqui de sugerir que o próprio conceito de abençoar a comida, que encarais como rezar conforme faziam na Igreja quando eram crianças e usavam usarem da bênção: "Abençoado seja este alimento," e se erguiam o mais rápido que podiam, (riso). Não. O conceito que existia antes mesmo da ética Judeo-cristã surgir era o de que a comida precisa ser abençoada e nesse sentido reclamar, tal como se o fizessem à água se a pretendessem energizar para propósitos de cura, com um prato de comida, se colocardes as mãos de lado, sem as juntardes - porque se o fizerdes desse jeito estareis a completar o circuito e a deixar o prato de lado - ponde-las de lado e fazeis com que a energia circule e dizeis: "Que este alimento seja completamente saudável e seja introduzida no meu organismo e utilizada somente em meu próprio benefício, sem que me cause qualquer efeito pernicioso ao organismo. Agradeço este alimento por se prestar a que eu possa ser mais do que sou. E por isso estou grato a este alimento. BINGO! Ele pode passar a exercer um espantoso impacto positivo nisso, a esse respeito, designadamente em face da questão como a desses antibióticos existentes nos alimentos.

Pergunta: Tentamos evitar os antibióticos existentes na carne ao comprarmos nas casas de alimentos naturais mas rapidamente eclodiu a dúvida sobre quem lhes fornece a carne que supostamente será livre de antibióticos para acabarmos por descobrir que não podíamos confiar nessa gente...

Resposta: Mas é uma opção vossa, fazer isso com respeito a isso. Mas o que está a acontecer é que isso se está a tornar cada vez mais popular, mas existe essa coisa no vosso maravilhoso país chamada procura e oferta, não é? E como as pessoas procuram, a oferta aumenta. E o que sugerimos é que sim, actualmente é causa maior, mas como a há cada vez maior oferta, passará a tornar-se causa menor. Por isso, com o tempo, essas coisas poderão ser mudadas por meio da implementação de princípios de supermercados, etc., mas se fizerdes isso, isso poderá melhorar a situação e reduzir o potencial prejuízo e dano que pode advir de tais produtos. E, se puderdes evitá-los, no âmbito de uma razão para tal, façam-no.