domingo, 2 de junho de 2013

SOBRE A MUDANÇA





Transcrição e tradução: Amadeu Duarte


...


Uma ferramenta integral, um futuro brilhante, uma ferramenta integral, ter aquilo que realmente quereis, um momento bem-sucedido, representa mudança. E assim esta noite vamos lidar com segredos que podereis mudar, segredos relacionados co a mudança de qualquer coisa na vossa vida. Também vamos abordar a técnica, a técnica ligada à mudança de qualquer coisa na vossa vida e ligada a mudança instantânea disso. 


Instantânea?! (Riso) Sim, instantânea (a rir). Bem sabemos que isso soa a tarefa difícil, se não mesmo uma tarefa impossível, mas quando conhecerdes os segredos da mudança de qualquer coisa, e quando utilizardes a técnica de alterar qualquer coisa, então não representará tarefa tão impossível, nem tarefa difícil, e de facto podereis mudar, com os segredos e a técnica, podeis mudar qualquer coisa... Instantaneamente!


A conversa esta noite, de certo modo representa a conclusão da discussão que faz parte de uma trilogia, composta pelos seguintes títulos: Um Futuro Brilhante, dotado de chaves mágicas, Um Presente Radiante dotado de novas ferramentas, e esta noite, A Mudança, dotada de segredos e de técnica. Contudo, a noite de hoje constitui apenas um começo. Estais bem cientes e cada vez mais, de um mundo que se acha em transição, e da realidade que tendes nesse mundo que se encontra em transição. Aquilo de que não tendes tanta consciência, é da consciência – que também se encontra em transição! Não no sentido normal em que pensais, crescimento e expansão na presente forma unicamente para vos tornardes mais, mas a consciência que se encontra literalmente em mudança, ou seja, que está literalmente a evoluir.


A consciência humana está a evoluir, está a mudar, e essa mudança alterará os seres humanos, mudá-los-á, e isso já está a ter início, de um modo muito subtil, a mudança da espécie a que chamais de seres humanos. Essa mudança, essa evolução, está a ter lugar ao nível químico, está a acontecer ao nível biológico, está a dar-se no domínio da energia eletroquímica, no domínio da energia eletromagnética do vosso organismo. O vosso cérebro, enquanto espécie que sois, o vosso cérebro está a mudar. Sim, trata-se de um processo subtil, e não, não o conseguis vislumbrar, mas no devido tempo, o que agora parece tão subtil – e durante os próximos anos ainda irá parecer demasiado subtil – tornar-se-á monumental.


Talvez de facto devêssemos sugerir que, mais importante que o montante apreendido, mais importante que conseguir permanecer erecto, a mudança da espécie biológico-química, que já tão subtilmente está a mudar – e que nos anos que se sucederão mudarão por fim mudarão de um forma dramática. Essa mudança alterará a própria natureza do ser humano e alterará positivamente a própria natureza do vosso planeta, a própria natureza não só do vosso futuro, enquanto indivíduos e enquanto espécie, mas do vosso futuro enquanto planeta e enquanto mundo, enquanto humanidade. É tão significativo quanto isso, e embora – e com isto não pretendemos provocá-los – embora não seja apropriado alongar-nos mais em relação a isso, certamente que o mencionaremos em grande detalhe futuramente.


Certamente que à medida que formos desenvolvendo vários tópicos relacionados com esta mudança biológica e química, com esta mudança da espécie, que vos mudará e mudará a humanidade, que mudará a própria natureza do mundo e do seu futuro, certamente que iremos debater isso em alturas oportunas. Não é adequado referir mais sobre o que está a decorrer mas haveremos falar sobre isso e iremos mencionar esta noite, que aquilo que aprendeis e experimentais – embora agora pareça uma pequena parte, no seu devido tempo tornar-se-á numa parte cada vez mais crescente da participação que tendes nesta mudança evolutiva, que está a ocorrer. 

Por consequência, tanto mais importante quanto aprendais sobre os segredos e as técnicas e utilizeis as técnicas e os segredos da mudança.


A mudança! É cá um conceito tão estupendo, um termo tão encantador, uma ideia tão maravilhosa, e de facto igualmente bem mais intrigante, por num determinado momento a própria ideia da mudança vos deixar intrigados e vos seduzir e quererdes sair a correr na sua direcção para a abraçardes – toda a gente é a favor da mudança e toda a gente almeja abraçá-la – de facto neste ano particular dispondes de todo o género de candidatos que defendem ser o “Candidato da Mudança”! (Riso geral) Contudo, no instante a seguir, parece que a mudança vos deixa assustados, por serem muitos os que se retiram ou mesmo fogem - a maioria tanto quanto consegue – na outra direcção. Quando a mudança genuína ocorre, muitas vezes acabais por vos sentir culpados, incerteza, frequentemente cheios de dúvida e admiração, e dúvida quanto a vós próprios, em relação ao que estais a fazer; muitas vezes acabais a sentir-vos de modo semelhante a um criminoso, por não compreenderdes verdadeiramente o que vos acontece, por não compreenderdes realmente o que tenha acontecido, aquilo que fizestes.


Contudo, ao mesmo tempo, quando a mudança não acontece, quando a mudança autêntica não ocorre, do mesmo modo acabais por vos sentir culpados, por sentirdes incerteza, repletos de escárnio, e acabais autopunindo-vos; acabais por vos sentir como um tipo qualquer de falhado por não saberdes o que tereis feito de errado.

Nem sabeis o que terá dado errado. De volta á estaca zero, por nem sequer testardes muito certo daquilo que buscais.


A mudança é misteriosa, absolutamente! E constitui um mistério, devido, sugerimos nós, a três razões particularmente específicas: a mudança constitui um mistério em primeiro lugar por a buscardes e temerdes em simultâneo. Buscai-la e temei-la ao mesmo tempo. De facto quando se olha mais de perto, buscais a liberdade que a mudança proporciona, e temeis o indeterminismo que a mudança ameaça.


À medida que cresceis vida fora, nasceis e atravessais a infância, a adolescência, rumo àquele estado mágico e de exaltação chamado idade adulta, desenvolveis padrões comportamentais, padrões de funcionamento físico, emocional, mental; até mesmo ao nível etérico desenvolveis esses padrões, facto esse que sabeis muito bem. E ao atingirdes essa idade adulta, tendeis a alcançar uma situação de estagnação, uma situação em que repetis os padrões. Oh, certamente que os podeis repetir a diferentes níveis por decerto estardes a crescer, só que tendeis a reproduzir os padrões uma e outra vez; podeis ver isso nos relacionamentos que tendes em casa e fora de casa, podeis constatar isso nas intimidades chegadas ou afastadas que tendes nas amizades, podeis ver isso na forma como respondeis ao mundo, sem sombra de dúvida, aquela tendência para repetir aquele padrão que se perpetua a ele próprio. No entanto, acima desse ímpeto particular de vida que os mantém em movimento nesses padrões, existe um estado ed liberdade total, um estado total do que chamamos de caos luminoso – não em termos de leveza (A palavra Light/Leve, em inglês pronuncia-se exactamente do mesmo modo que Light/Luz; daí a referência) – que referimos porventura um tanto poeticamente como o Sopro da Deusa, como liberdade total.


Contudo, na direcção oposta, no polo oposto se quisermos, encontra-se esse estado de indeterminismo total - o caos obscuro - e ambos esses estados de caos existem e vós encontrais-vos suspensos entre os dois, a desejar um e a temer o outro. E desse modo mantendes, nesse acto simultâneo de busca e de temor, a mesma posição. É somente quando vos moveis na direcção do caos, quer do caos luminoso quer do da obscuridade - na direcção da liberdade ou do indeterminismo - que ocorre a mudança. Buscais a liberdade e temeis o indeterminismo. E a mudança representa caos; o caos precipita a mudança e a mudança precipita o caos. Intercalado ao redor da mudança está o caos, quer o da liberdade ou o do indeterminismo.


Procurais a liberdade e temeis o indeterminismo, e consequentemente busca e medo alteram-se simultaneamente e desse modo a mudança constitui um mistério.


Em segundo lugar, a mudança constitui um mistério por ser imediata. Jamais podereis ver a mudança; jamais a conseguis auscultar, não podeis cheirá-la, não podeis tocá-la e certamente não a podeis provar. Bom; já mencionamos isto antes e de facto alguns questionaram, de sobrolho erguido: “Espera lá, eu já assisti á mudança de certa gente; eu vi-os mudar. E eu estou diferente, eu mudei...” Sim, concordamos, eles mudaram e vós mudastes, absolutamente, mas jamais a escutastes ou vistes ou sentistes, por ocorrer instantaneamente. Podeis constatar os efeitos da mudança, certamente, podeis mesmo ouvir e ver e saborear e cheirar e tocar os efeitos da mudança, mas jamais a própria mudança.

Ocorre-nos simplesmente pensar que aqueles de vós que têm crianças ou que já estiveram ao redor delas, vós não conseguis vê-las a crescer; não conseguis: “Vamos lá, vamos ver o garoto a crescer durante um bocado.” (Riso) “Olha, olha, olha para o dedo dele, olha mais de perto...” (Riso) Somente quando os outros comentam: “O deus do céu, como esta criança cresceu que pensais duas vezes e dizeis: “Hmm, pois é, acho que tens razão.” Ou somente quando a medis de encontro à moldura da porta da cozinha: “Pelo amor de Deus, tu cresceste dois ou cinco ou dez centímetros!” Ou como estais mais crescidos, compram-vos uma outro guarda-roupa e dizem: “Caramba, como cresceste!” Podeis ver e sentir os efeitos por vezes com dificuldade na carteira, sem sombra de dúvida, mas jamais podeis ver a coisa em si mesma. Vós não dizeis: “Ah, eu pude ver como cresceu um quarto de polegada,” sabem? Isso não acontece.


Mas depois as outras formas de mudança também, conquanto possam ser abstractas ou tangíveis, jamais as vêm por serem instantâneas. E por se deslocar ou ocorrer mais rápido do que a velocidade da luz, nesse sentido, mais rápido do que a velocidade do pensamento e do sentimento, parece por consequência ilusiva ao vosso controlo. E a indefinição e aparentemente ausência de controlo da mudança torna-a num mistério.


E o terceiro aspecto do mistério, é que não só parece destituída de controlo, como não tem controlo (riso). Não podeis controlar a mudança, e isso incomoda os maníacos do controlo (riso). Absolutamente. Incomoda-os infinitamente nesse sentido, e leva-os a noites a fio a preocupar-se com isso. (Riso) “Eu quero mudar, mas quero controlar essa mudança, mas não posso.” E não podeis manipular a mudança. Podeis tirar proveito da mudança, oh, mas claro que podeis, e podeis dirigir essa mudança, absolutamente. Mas não conseguis controlar nem manipular a mudança. Mas por estardes muito mais familiarizados e confiardes mais na capacidade que tendes de manipular e de controlar (riso) e confiardes menos na capacidade que tendes de aproveitar e de dirigir - por terdes anos de experiência, e por muitos de vós controlarem e manipularem já há décadas, enquanto outro se têm posicionado na extremidade da recepção em consequência do que terão acolhido muito mais controlo e manipulação... Vós compreendeis isso muito bem e confiastes; podíeis não gostar, mas confiastes.


Ao passo que tirar proveito e dirigir, para alguns de vós isso será surpreendentemente novo enquanto para outros será desconhecido. E por isso devido a confiardes na capacidade que tendes de controlar e de manipular – que não tem qualquer impacto sobre a mudança! – e não confiardes na capacidade que tendes de tirar proveito e de dirigir, acabais por não confiar na mudança. “Não confies nessa mudança, definitivamente; não penses nessa mudança. Pode ficar pior, sabes?” O indeterminismo! “Não apresenta qualquer garantia, sabes?” Exactamente!


“Ao passo que, se controlar esse estupor, sabes, posso manipulá-la de forma a sentir-me muito mais confortável – por confiar na capacidade que tenho de controlar e de manipular!” Mas ao vos dizerem que em vez disso podeis tirar proveito e dirigir, o que não é uma mera troca de palavras, um eufemismo: “Isso, não creio que seja capaz de fazer muito bem, e por isso não confio na mudança.” E assim, a mudança permanece um mistério, por a buscardes e temerdes em simultâneo por ser instantânea e como tal, parece indefinida e ser destituída de controlo por não poder ser controlada nem manipulada, e por isso não confiais nela. Parece, e é, misteriosa.


Ora bem; por causa do mistério da mudança, muitas vezes aquilo a que chamais mudança não chega a ser mudança de todo. Não é mudança em absoluto. Com certeza que é rotulado como tal, e geralmente por convenção concorda-se com isso; um acordo de cavalheiros: “Vamos chamar a isto mudança.” Só que não é verdadeiramente mudança nenhuma! No passado já nos foi solicitado, um tanto em tom de gozação, que resolvêssemos problemas burocráticos ou corporativos. E nós sugerimos que geralmente a maneira como uma corporação ou a burocracia resolvem um problema é: “Bom, temos em mão o problema X.” Mas ninguém sabe que fazer com o problema X, nem sabe como dar-lhe a volta. Até que surge alguém com a brilhante ideia de lhe dar um outro nome: “Vamos chamar-lhe agora o problema Y. Assim já podemos ir juntos dos nossos superiores e dizer que já não temos mais problema X, e que agora descobrimos o problema Y, pelo que estamos a fazer progressos!” (Riso) 

Um outro aspecto desse tipo de tomada de decisões corporativo ou burocrático, ou processo de resolução de problemas, uma vez mais um tanto em tom de gozação, mas ainda assim, de uma forma mais triste do que o contrário, é que quando vos cruzais com algo que não compreendeis, em vez de tentarem compreender, torna-se fácil olhar em vota e descobrir algo que compreendeis: “Nós não sabemos nada acerca da mudança, isso é demasiado misterioso, mas sabemos sobre isto, de modo que vamos retirar-lhe a palavra e associá-la a isto, processo esse a que passaremos a chamar mudança, por compreendermos isso, e agora já compreendermos a mudança. Não será isso uma coisa espantosa? Não será um progresso?” Absolutamente!


Numa tentativa de desmistificar o mistério da mudança, de resolver o enigma da mudança, isto é o que muitas vezes sucede: o termo é destacado ou retirado do contexto que traduz a mudança e é associado artificialmente e por convenção a algo que consigam entender e muitas vezes o que o substitui é, uma das coisas que frequentemente o seu substituto representa – que é chamado mudança – consta da simples substituição de todas as regras de conduta por novas regras de conduta. O problema está em que precisam recordar as novas regras, (riso) mas um problema ainda maior está no facto de que não o fazem! E muitos de vós têm sido vítimas penosas dessa substituição de regras a que chamam de mudança. 


Olham para eles mesmos e concluem: “Por Deus, eu tenho sido um mártir! Preciso mudar isso. Então, quais serão as regras do martírio? Bom, as regras do martírio constam de tamanho igual; não faças mais isso. (Riso) As regras do martírio constam do choramingar; pelo amor de Deus, pára de choramingar; independentemente do que fizeres, não choramingues! (Riso) Uma outra regra do martírio consta de se sentir desvalorizado e incompreendido; por isso, mesmo que o sintas, não o digas, não o admitas; morde a língua, mas jamais pronuncies esses termos – “desvalorizado” ou “incompreendido”. Eles sabem o que estás a aprontar; pára. Mas na verdade, uma outra regra consta de serem responsabilizados de uma forma injusta. Por isso, mesmo que não sejais responsáveis, digam que são, porque não serão mártires, entendem? Assim, arremete as regras do martírio para longe: “Que quererei ser em vez disso? Quero ser uma pessoa amável. Ora, quais serão as regras da amabilidade? As pessoas amáveis sorriem muito. “Por isso sorri a toda a hora.” As pessoas amáveis dizem coisas positivas e sempre têm algo de agradável a dizer acerca dos outros, mesmo que não o sintam, por isso: “Diz coisas agradáveis relativamente aos outros. Bom, ele fez isso com uma boa intenção! É sempre com boa intenção. Podes juntar essa, a regra número quatro; dizer sempre que foi com boa intenção. E pede sempre depois da pessoa que estiver junto a ti, e conta-lhes a teu respeito. Diz sempre obrigado e se faz favor, preocupa-te sempre com os problemas dela, mesmo que não o sintas, mas porta-te como se o sentisses, antes de exigires interesse pelos teus próprios problemas. Muito bem, já sei quais são as regras de como parar de ser um mártir, de como ser uma pessoa amável. Já mudei!” (Riso) o problema está em que à última da hora, quando estou cansado ou não ajo irreflectidamente, esqueço-me dessas novas regras (riso generalizado) e muito embora não devesse dizer que sou desvalorizado – eu sou desvalorizado. (Riso) É injusto! Estou a tentar seguir as novas... oh já estou para aqui a choramingar!” (Riso)


E muitos de vós têm infelizmente sido vítimas da mudança dessas regras por parte dos outros, que as chamam de mudança e que depois se esquecem dessas regras e vocês acabam prejudicados, uma vez mais. Assim, uma das mudanças consta da substituição das regras. Uma outra substituição chamada de mudança é a imitação ou a mímica. Costumava estar muito em voga em certos casos, e talvez ainda esteja, em particular ao redor da área do enriquecimento, sabem? “Torna-te rico rapidamente!” E nas abordagens dessa gama, no potencial humano e no movimento de auto-ajuda ou seja o que for que queiram chamar-lhe. Esses pregões: “Tem abundância; sê bem-sucedido; enriquece.” Muita da filosofia: “Hurra, hurra, viva, viva, tu também podes conseguir,” tipo de paleio, resume-se a um simples: “Dá uma espreitadela, descobre aquilo que as pessoas fazem, e fá-lo; imita-as. Os ricos vivem em casas extravagantes, no morro ou no vale dependendo do que seja chique nessa comunidade. Conduzem carros caríssimos; têm montes de ouro e de platina, e muitos cartões American Express, comem em restaurantes invulgares, vestem roupas caríssimas de marcas ainda mais caras, andam de telemóvel na mão e ligam para os corretores duas ou três vezes ao dia. Para o quê, não sabes, mas fá-lo, certo? Imita-os. Imita-os!”


Bom, e muita gente, bem-intencionada de facto, sai e faz exactamente isso; armam-se em grão-finos até às sobrancelhas, registam tudo o que podem, compram as marcas extravagantes, fazem uma plástica e enchem-se de plásticas até transbordar e quando a plástica se torna matéria explosiva tudo lhes rebenta na cara! E para seu desgosto, e para pesar do tribunal de falências, descobrem que a imitação de alguma maneira não resultam.


Agora; certamente que tem valor o ver o que alguém que exiba a mudança que conseguistes, fez para o conseguir; mas não apenas no sentido de o imitarem, não somente para funcionar conforme fazem fora das bases do que os terá levado a isso. Assim, o que muitas vezes sucede é que as pessoas imitam mudanças num novo penteado, num guarda-roupa novo, mudanças no relacionamento e na criação de novas relações, mudanças que passam por se livrarem do círculo de amigos que têm e pela descoberta de um novo, mudanças numa movimentação por todo o país. E uma vez mais, as pessoas conseguiram isso apenas para descobrir: “Ah, os problemas os acompanhar-te-ão para toda a parte.” Não acompanham, não, mas é que apenas a imitação e a mímica não representam qualquer mudança; mesmo que entendam de imitação, mesmo apesar de entenderem de mímica – isso não é mudança!

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