segunda-feira, 10 de junho de 2013

ESTRATÉGIAS PARA A MUDANÇA: IMAGINAÇÃO E VONTADE


Transcrito e traduzido por Amadeu Duarte


Olhemos esta coisa a que chamamos a fórmula do sucesso e a estratégia da mudança. Antes de mais, devemos dizer que não se trata de nada que seja novo: “Oh, preciso arranjar uma fórmula, eu preciso descobrir uma estratégia...” Todos vós possuís uma fórmula do sucesso; todos tendes uma estratégia de mudança. Já tendes uma, e é porventura importante perceber que já possuís uma. Agora, alguém poderá dizer: “Pois, a minha estratégia para o sucesso: descobrir aquilo que quero, programar no duro, e esperar que aconteça.” (Riso) E também possuís uma estratégia de mudança, não é? “Descobrir o que quero, programar no duro, e esperar que suceda.” Não é uma estratégia muito interessante nem uma fórmula muito interessante, mas quanto à fórmula, bom, de facto cada um de vós possui uma fórmula do sucesso. Não dissemos que seja uma boa fórmula (riso), nem dissemos que operava; vós sabeis demasiado bem se é boa ou não; se opera ou não. Mas cada um de vós possui uma estratégia de mudança e uma fórmula para o sucesso. E torna-se porventura importante compreender que está presente, quer tenhais ou não consciência disso, quer tenhais consciência para a rotular e chamar-lhe a melhor. Ela está mesmo assim presente, quase como uma armadura, que muitas vezes não é vista na escultura que é a vossa vida.


E é com base nessa estratégia de mudança e dessa fórmula de sucesso que ergueis, por vezes pedaço a pedaço e meticulosamente, e por vezes alterações massivas de imediato, mas é com base nessa blindagem, nessa fórmula de sucesso que ergueis todo o sucesso que tendes, seja grande ou pequeno. E do mesmo modo, toda a mudança, tão instantânea quanto a mudança pode ser, mesmo apesar de jamais poderdes enxergar a mudança, mas somente s seus efeitos, nem sintais a mudança mas somente os seus efeitos, ainda assim possuís uma estratégia, um padrão, uma blindagem.


E assim, para compreenderem e descobrirem qual será o vosso padrão corrente, em vez de apenas dizerem: “Programar para valer e esperar pelo melhor, ou assediar o meu Eu Superior, ou virar-me de costas com a barriga para cima e dizer: Hmm hmm, alguém o fará por mim, ou pegar no taco de basebol, enfiar as chuteiras e andar por aí a bater com ele e a intimidar o sucesso onde puderdes,” para descobrirdes que estratégia particular tereis, ou fórmula para o sucesso, de forma a poderdes mantê-lo ou modificá-lo ou mudá-lo de forma dramática. Porque se mudardes a armadura, em cuja base todo o sucesso é construído, o sucesso irá sofrer uma mudança. O tipo de sucesso que estais actualmente a criar irá aumentar e ireis criar espaço para novos tipos de sucesso.


E do mesmo modo, a natureza da vossa mudança - e alguns de vós mudam à última da hora, gente. “Bom, sou estupendo a adiar os meios para tal,” até vos verdes encostados à parede, e até à espada vos ser encostada, a seguir ao que, qual coelho saído da cartola, vós mudais! Outros de vós terão outros padrões de mudança, mas vós tivestes uma estratégia, e como podeis estar cientes dessas estratégias, como podeis tomar consciência dessas fórmulas, por se tornarem conscientes, podereis alterá-las.


Assim, antes de sugerirmos como podereis descobri-las, primeiro falemos dos ingredientes. “Que ingredientes?” Bom, se quiserdes juntar uma coisa qualquer, uma fórmula, primeiro aprontais todos os ingredientes de modo a poderdes ver com que estais a trabalhar. Os ingredientes da vossa fórmula e os ingredientes da vossa estratégia. Em seguida poderemos considerar a forma como determinais, como ver o que a vossa actual é e consequentemente, como podereis mudar. 


Vamos começar assim: vamos fazer um esquema, mas podeis ir adivinhando quantos ingredientes conterá. (Riso) Trata-se de um processo, sem dúvida. Vamos começar pela fórmula. A fórmula do sucesso consta de um processo. Processo que está em mudança constante, que tem vida, que não é estático, mas tem certos componentes e gostaríamos de sugerir que cada um de vós – não somente vós que vos reunis aqui a escutar – toda a gente no mundo, com respeito a isso, independentemente do nível de percepção que tenha do sucesso, toda a gente possui uma fórmula para o sucesso, e estes são os componentes – quer presentes ou ausentes – que fazem parte dele.


O primeiro tem início no amor. Tudo bem, como existe muito na vossa realidade, começa com o amor. Mas com um tipo particular de amor: dois componentes de amor – um que é o amor-próprio, e o outro que é a autoestima. Na vossa fórmula particular começais pelo amor – é aquilo com que vos destacais, é o que fazeis tão grandiosa e gloriosamente – começais com o amor – o amor-próprio. O amor-próprio não é um amor que mereçais, recordam, mas um amor que é dado. Amor que é dado e como tal não é um amor que seja ganho mas que é recebido. Não podeis fazer coisa nenhuma para obter mais, mas podeis fazer muito para descobrirdes o que já existe. E essa é porventura uma distinção importante, por haver tanta gente que tenta sair pelo mundo a fim de ganhar amor-próprio. Não o podeis ganhar; podeis descobrir mais do que já possuís, podeis pensar ter pouco e descobrir que tendes muito, mas isso não significa ganhá-lo mas descobrir o que já se encontra presente, o que já existe. O amor-próprio é o amor que não é ganho mas dado, e por conseguinte é o amor que é recebido.

Já a autoestima, isso já é um amor que ganhais, ou que recebeis. “Mas eu não quero receber amor.” Óptimo! Por ser um tipo de amor que ganhais e isso é a autoestima. Mas conforme o nome deixa perceber implicitamente é auto estimado, e por conseguinte é o amor que recebeis – não da parte da vossa mãe e pai, não da parte dos vossos esposos, nem do facto de fazerdes um belo trabalho no emprego, nem da parte dos vossos amigos, nem da posição que tiverdes na vida, seja como for que a definam – mas que recebeis de vós próprios. 

Autoestima! O amor que recebeis pela honestidade, pela responsabilidade, pela integridade, pela confiança, de que já falamos tanto. E essa é a coisa, entendem, é o que se passa de errado com tanta gente, ao dizerem que querem receber amor e que tentam obter amor-próprio e que acabam a sentir-se um fracasso. Por o não poderdes receber; podeis descobri-lo, podeis revelá-lo, podeis tirar a capa que o cobre, podeis descobrir onde o tereis escondido, mas não o podeis merecer.


Tentais merecer o amor-próprio muito frequentemente por os componentes da autoestima infelizmente, e por vezes de uma forma pungente, estarem em falta.


A honestidade constitui a primeira chave na autoestima, entendem? Se quiserdes merecer amor da vossa parte, isso tem início no facto de serdes sinceros convosco próprios. “Bom, eu não quero ser sincero comigo próprio pelo que penso que vou procurar merecer esse amor da parte do meu pai, ou da minha mãe, ou do mundo lá fora. Validação externa.” Não resulta! Ele procede da honestidade e da responsabilidade e da integridade, e do grau em que confiais em vós próprios. “Eu não consigo essas coisas muito bem; acho que vou tentar consegui-las da parte de mais alguém, ou que vou tentar merecer amor-próprio.” Mas a coisa não funciona assim.


A vossa fórmula do sucesso tem início no amor, no amor que mereceis de vós próprios, e na autoestima, no amor que recebeis, o amor adquirido do amor-próprio.



Tem início o ingrediente de verificação. O ingrediente de verificação é a vontade e a imaginação. Esse é o segundo ingrediente – a vossa vontade e a vossa imaginação. Vontade, aquela energia masculina, aquela energia dinâmica, singular no foco que exerce. Já falamos tanto da distorção da energia masculina, do chauvinismo da energia masculina, na autoridade única. A energia masculina não distorcida, a verdadeira energia masculina, possui uma vontade singular. Só que foi distorcida, e a singularidade permaneceu mas a vontade foi substituída pela autoridade, ou pela supremacia, por aquela energia toda que se afirma como única, suprema. 


Mas na energia masculina existe a singularidade da vontade, e é esse tipo de vontade, não a teimosia, esse tipo de vontade que é misturado com a visão, misturado com a alegria, mas é essa vontade, essa singularidade da vontade e a imaginação – não apenas a imaginação, por ter sido despojada e higienizada - mas a imaginação viva; não apenas a imaginação activa tão frequentemente citada nos círculos Jungianos de terapia e noutros tipos de terapias psicológicas, não. Uma imaginação viva de que frequentemente mencionamos como corporificada, e possui paixão e que possui compaixão, inspiração e a sua própria razão lógica. A imaginação viva e a singularidade da vontade! A vossa fórmula para o sucesso começa com o amor e acrescenta os ingredientes da vontade e da imaginação. 


O terceiro ingrediente que é acrescentado, é a inteligência e a sabedoria (sensatez). “Ora toma lá mais esta, não é? Essa deixa-me de fora. Eu não sei, eu tive notas ruins no liceu, e no colégio, a que nem sequer vou; eu não sou inteligente.” Não estamos aqui a falar de avaliação académica. Gostaríamos de sugerir que quando falamos de inteligência, deste tipo de inteligência, aquilo de que estamos a falar representa a capacidade de pensar, a capacidade de sentir, a capacidade de separar o pensar do sentir para os diferenciar, e integrá-los, misturá-los de novo. A partir do que emerge revelação – não, não nos estamos a referir à revelação no sentido bíblico, mas de revelar a verdade, o revelar do discernimento (compreensão).

Pensar; toda a ideia comporta um sentimento. Sentir, todo o sentimento comporta uma ideia. Ser capaz de distinguir e de saber: Isto é o que eu estou a pensar. E isto é o que estou a sentir. Isso é parte do que representa a inteligência. Não importa as notas que obtendes, não importa as letras que tendes a seguir ao vosso nome, não importa que quociente de inteligência tereis. Sereis capazes de ter noção: “Isto é um pensamento, e isto é um sentimento. E eu consigo separá-los, muito embora na natureza estejam unidos, eu consigo separá-los.” Trata-se de um processo de separação, de diferenciação, ser capaz de ter noção: “Isto é um pensamento e isto é um sentimento.” E em seguida reuni-los de novo para integrardes pensamento e sentimento de modo que juntos possam emergir aquilo que representa a revelação.

A inteligência consta da diferenciação e da integração do pensamento e do sentimento, de modo a permitir a revelação. Agora, quando dizemos isto, na verdade, sabem, sabereis separar o pensamento do sentimento? A maioria dos que aqui se encontram, por certo, mas entendam que no vosso mundo tendes vindo a ser de tal modo condicionados que a maioria tem uma enorme dificuldade: “Como é que te sentes?” “Eu sinto que estou a ser deixado de fora.” Isso não é um sentimento, mas um pensamento! “Eu estou a pensar que esteja a ser posto de parte.” O sentimento é: abandono, perdição, raiva, ofensa ou mágoa, frustração, qualquer tipo de sentimento. “Eu sinto que ninguém gosta de mim.” Não, isso é um pensamento, uma ideia! “Eu estou a pensar que ninguém gosta de mim, e isso faz-me sentir podre, péssimo, só, triste, enraivecido; uma gama de sentimentos que podia associar-se a esse pensamento.

Quando dizem: “Eu sinto que estou a ser posto de parte,” entendem, isso não é um sentimento. Mas, torna-se difícil as pessoas distinguirem: “Pois é, mas, como te sentes em relação a isso? Que sentimento tens?” “Eu sinto poder estar a ser deixado de fora, mas caramba, se não me sinto aliviado! Sinto-me incrivelmente... caramba, isto é fantástico, porque aquilo em relação ao que estou a ser posto de parte é as dores de cabeça da vida. Eu estou a ser deixado para trás; toda a gente está a sofrer, excepto eu. Sinto-me excluído, e estou a adorar!” Vêem? (Riso)



Ou: “Estou a ser deixado de fora, e sinto-me tão furioso quanto posso sentir!” Ou ainda: “Estou a ser deixado de fora,” dizeis, querendo dizer que pensais que ides ser postos de parte ou que estais afastados, e que vos sentis tristes. É importante distinguir, entendem. Isto é um pensamento, e há toda uma gama e sentimentos que logicamente poderiam ser associados... Qual será o meu, este é o sentimento, e eu preciso separá-lo do pensamento de modo a poder saber: “Isto é o que eu estou a pensar, e isto é o que eu esto a sentir; então, nesse sentido, posso voltar a reuni-los – não é uma ou a outra – mas colocá-los de novo juntos na complexidade de que emerge a revelação e a compreensão e a percepção profunda e a consciência, seja o que for que lhe chameis. Isso é inteligência, a capacidade que tendes de separar e de reunir, de diferenciar e de integrar pensamento e sentimento, a fim de permitirdes que a revelação suceda.


E há muito boa gente que possui boas referências académicas, que não é inteligente! Por não conseguirem separar o pensamento do sentimento; conseguem unicamente pensar, mas não fazem a menor ideia do que sentem. Ou vice-versa. Por conseguinte, há muita gente que tem um excelente desempenho académico, e que é apelidada de gente muito inteligente, que não usa, digamos, não usa essa inteligência. Por não distinguirem, para depois integrarem e permitirem que suceda uma revelação. Essa é a inteligência que é adicionada ao amor, o ingrediente inicial para além da vontade e da imaginação, o da vossa inteligência. E é claro, a sabedoria que desperta o génio. Perceber o “quadro mais amplo” sem perder de vista o quadro actual, conforme referimos em relação aos componentes da sabedoria.


E a vossa fórmula, a fórmula de toda a gente, é uma ranhura, digamos, tem um espaço, uma posição para isso que é amor, amor-próprio e autoestima. Tem, uma posição, um espaço de espera pela vontade e pela imaginação, de espera pelo intelecto e pela sabedoria, de espera pela força, nesse sentido, que representa a pausa, a pausa que vos permite que altereis a crença; que vos permite que altereis a imagem e a identidade. A pausa que permite a resposta, a responsabilidade, a pausa, aquele momento prenhe, aquele momento que pode ser eterno, aquele momento suspenso que pode ser transcendente.


Ao reunirem o vosso amor, entendem, o amor que sentis por vós próprios e o amor que recebeis, e o amor que mereceis; o amor-próprio e a autoestima respectivamente, ao adicioná-lo à singularidade da vossa vontade e da vossa vivacidade e à suculência da vossa imaginação e ao lhe introduzirdes de seguida a capacidade intelectual e a capacidade de sabedoria que tendes, então a pausa – não para irdes a correr para isso, mas para recuperardes o fôlego; fazer uma pausa, a fim de permitirdes a mudança da crença o alongamento da imagem e da identidade e para responderdes, para retornardes à promessa de responder. Isso são tudo “locais de entalhe”, isso são tudo receptores se quisermos, na vossa fórmula para o sucesso. 


Agora, para além disso, por não ficar por aqui, isso é o quarto passo, o mais determinado, o mais pesado, mas para além da pausa sugeriríamos que o passo seguinte seja o da precipitação do intelecto e da sabedoria. A precipitação, que significa o quê? Escolha na primeira potência, escolha na segunda potência, escolha na terceira potência. Ponto que procurais produzir, cujos resultados buscais, a área em que esse resultado final é suposto planear o volume - o primário, o secundário e o fundamental da escolha. Iso é a precipitação. Quando vós separais e integrais o vosso pensamento e sentimento permitindo a revelação. Quando vos abris à sensatez, a condensação ou precipitação: qual será o sentido deste sucesso? Quais serão as variadas opções que suportam este sucesso, que advirão deste sucesso, que farão parte da área, da arena do sucesso? 


E que será que estabelece a sua fundação, a sua pista fundamental? Que envolverá essa multiplicidade de escolhas e essa escolha singular do sucesso? A capacidade que tendes - a precipitação. O incremento da vontade e da imaginação é o da luz e o do sopro do espírito. A esperança e a substância da alma. Onde é que a vossa alma encaixa nesse sucesso, seja pequeno ou grande? Apresentará espaço para a alma? Haverá uma abertura para a alma? Há um local, há espaço à espera dela, mas conterá espaço para a alma? E quanto ao espírito? A luz e o sopro, a inspiração que move a paixão e move a alma, o próprio sopro da liberdade? A luz que dentro da substância, a substância dentro da luz; aquilo que é o feminino e o masculino também – a alma, feminino; e espírito masculino.


Mas por fim, assim como tem início no amor, também termina no amor – em acção. O amor em acção. A intensificação, o funcionamento real na verdade. Agora; estes são os componentes que compõem a vossa fórmula para o sucesso. Estas são as “ranhuras” se quisermos, os receptores, em que se gera este espaço aberto á espera de ser preenchido, a espera de conter a integridade do sucesso, o espaço que comporta o espaço para o amor e para a vontade e para a imaginação e para o intelecto e a sabedoria, para essa pausa, esse momento prenhe em que a crença, a imagem e a identidade, e a responsabilidade pode mudar, onde a precipitação – escolha – onde o incremento – a luz e a esperança, o sopro e a substância, o espírito e a alma, respectivamente. E termina no amor e na acção.


Ter êxito - não é só sentar-vos na vossa torre de marfim, não é só sentar-vos no vosso reduto, no vosso quarto de meditação, mas ir de encontro ao mundo, envolver o mundo que vos rodeia. A vossa espiritualidade, o vosso autoconhecimento, não são obtidos apenas voltando-vos para dentro – apesar de voltar-vos para dentro ser essencial. Mas então, voltar-vos para o exterior - o amor em acção.


Bom; estes são os componentes, não estamos a dizer que toda a gente tenha todos. Falamos sobre como aceder, como avaliar apenas em instantes, mas só para terdes ma ideia, estes são os componentes.


Agora, existe também, conforme dizemos, uma estratégia para a mudança, e ela também apresenta a sua diversidade de componentes, os seus ingredientes. O primeiro ingrediente da vossa estratégia: Como ireis planear, e como ireis efectivar a mudança? O primeiro ingrediente consta da motivação (ou agenda, ou o que quiserdes chamar-lhe). Qual será a motivação que tendes? Qual será o sentido que obtereis? Qual será o objectivo? De que andais em busca? Por que razão querereis mudar? Essa é a vossa motivação para mudar. Será com base numa escolha baseada no medo? Será para vos manterdes ao nível dos vizinhos, será para causar impressão, para representar, satisfazer o ego, satisfazer a arrogância? Será para controlar, procurar a vingança, será pela emoção que causa, pela alegria que gera, pela sensatez, pela liberdade, pela multidimensionalidade? Qual será a motivação que tendes? Por que razão querereis esta mudança? “Por que razão? Porque sim, ora!” Sim mas porquê? “Bom, por que não haveria de querer?” Bom, lá isso é verdade, mas por que haverias de querer? Com base em que motivação?


É aí que tem início. Muita gente carece imenso de motivação, de modo que a estratégia de mudança que elabora já se apresenta deficitária antes de começar. Mas a motivação representa o primeiro passo. O segundo passo, o segundo componente, é o que chamamos de precisão, nitidez do vosso material; a precisão das coisas da vossa realidade: das vossas matérias-primas. Quão nítidas serão as vossas crenças e atitudes? Quão nítidos serão os sentimentos e pensamentos que tendes? Quão nítidas serão as decisões e escolhas que tomais? E em relação às expectativas que tendes e à vossa imaginação e ao vosso desejo? Quão nítidos serão eles?

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