sábado, 8 de dezembro de 2012

SOBRE O FIM DO CALENDÁRIO MAIA E A CONVERGÊNCIA HARMÔNICA









“...Vós sois dignos; dignos da atenção que tendes, dignos do interesse que sentis; dignos do amor que sentis, e dignos da decisão e escolha que exerceis no sentido de criar um futuro que seja positivo em vez de vos enroscardes no medo, como tantos vos encorajam a fazer. 

E aqueles de vós que foram cognominados de seguidores das correntes da Nova Era e cadetes espaciais, aqueles de vós a quem chamaram por tantos nomes variados, e fostes tão fortemente criticados por não vos revelardes suficientemente responsáveis, por não estardes a agir correctamente, por não estardes a seguir a tradição que vos foi estabelecida pelo consenso, estais a reunir-vos por todo o mundo a fim de dar um passo adiante e declarar de forma inequívoca: “Eu sou digno, e a minha realidade e o meu mundo valem a pena.

Há muitos caminhos diferentes de regresso ao Lar; existem variadíssimas vias para Deus, para a Deusa, para o Todo, seja por que nome que chameis isso. Existem muitas vias. Algumas das vias que usais podem colidir umas com as outras; certas abordagens ao Lar e ao que ele significa podem diferir fortemente, mas vós não considerardes tais diferenças, diferentes filosofias que estabelecestes, e diferentes abordagens, diferentes verdades de que estáveis certos de serem únicas a fim de admitirdes a possibilidade de haverem outras, e talvez uma verdade maior e mais grandiosa relativamente àquilo de que o vosso planeta se acerca no seu todo. De que existe um futuro que vale a pena criar.

Vejam bem, muitos de vós na verdade possuem vários tipos de soluções para os problemas evidentes no vosso mundo, os problemas que muitos defendem não ter solução e que outros defendem que só poderão ser resolvidos livrando-se deles, ou livrando-se deles, ou livrando-se deles. Cada um de vós tem formas diferentes de resolver esses problemas, e por vezes essas soluções mostrar-se-ão em conflito umas com as outras e opõem-se fortemente entre si por vezes, mas ainda assim, colocastes de lado as vossas diferenças para vos reunirdes nesta noite, nestes dois dias tão especiais de Agosto de 87, para proclamardes que existe um futuro que vale a pena criar.

Independentemente das diferenças de abordagem e das diferenças de compreensão, todos concordamos nisto: que existe um futuro que vale a pena criar, e que existe um futuro que merece a vossa participação. E reunis-vos desta vez a fim de vos honrardes e vos honrardes uns aos outros, pelo alongamento, pelo crescimento, pelo alcance, pelo conhecimento que reside dentro de vós, o conhecimento que nem sempre goza de muito apoio por parte do intelecto ou da parte da emoção, mas que se baseia em algum tipo de crença, algum tipo de esperança, algum tipo de sentido de saber interior da existência de um futuro de amor, de que existe um futuro de luz, de que existe um futuro de riso, de que existe um futuro de alegria que está ao vosso dispor, se ao menos lhe chegardes, e se lhe chegardes juntos, se lhe chegardes em harmonia e colocardes de lado essas diferenças, não por completo mas pelo menos durante um tempo, para vos unirdes como um só, para convergirdes as vossas energias harmonicamente.

Vós podeis implementar esse futuro; podeis plantar tal semente e certificar-vos de que as suas raízes e os seus rebentos cresçam. Podeis dar início a um movimento de energia que pode propagar-se ao cosmos todo, que exerça impacto e modifique; um futuro que muitos sentirão ânsia de vos dizer que precisais suportar e de o alterar num futuro que valha a pena criar.

Este é um tempo que foi cognominado de Convergência Harmônica. É um período muito especial na história da consciência que só ocorre desta vez. Vós, todos quantos vos reunis aqui, escolhestes manifestar-vos na matéria a fim de testemunhardes na forma física este tempo tão especial que é chamado de Convergência Harmônica. Escolhestes nascer de modo a poderdes estar vivos nesta altura, para poderdes testemunhar o que aqui ocorre e o que tem início nesta noite, para serdes testemunhas do que vós, e daqueles de vós que aqui se encontram convosco, e aqueles de vós espalhados pelo mundo, fareis nesta noite. Há muitíssimos outros que também escolheram testemunhar isso igualmente, sem uma forma física, e também esses optaram por ser testemunhas, e juntos, vós na forma física e eles sem uma forma, não só escolhestes ser testemunhas como participantes neste período que só acontece uma vez na história da humanidade, em que avançais em frente a fim de dardes início a tudo quanto tendes pretendido e tudo quanto tendes aguardado; essa coisa que tem sido chamada de Nova Era, a Nova Espiritualidade, a Nova Realidade.

Estes são dois dias de Agosto, o 16 e o 17, dois dias muito importantes, mas entendam, isso não passa de um começo, o começo de uma energia que na realidade compreende nove dias que vão desde o 16 de Agosto até ao 24 de Agosto, inclusive; o que similarmente representa o início de uma aceleração que efectivamente durará cinco anos, deste 1987 até ao ano de 1992, que representará uma aceleração do vosso crescimento, uma expansão da vossa consciência, uma elevação dessa energia e uma preparação do que de facto representa um ciclo de vinte e cinco anos que se estende deste ano 1987 até 2012, tudo quanto perfaz o início de um início de um início maior, e no entanto um começo de vinte e cinco anos do que será a Nova Era.

Trata-se de uma série de começos, não só estes dois dias, não é somente esta noite, nem os cinco nem os vinte e cinco anos que envolve; isso apenas abre a porta e não representa a conclusão, mas o começo disso que tanto esperastes e por que tanto fostes ridicularizados em tantas vidas anteriores, essa coisa chamada Nova Era. Agora de facto sugeriríamos que a Nova Era tem começo para cada um, de facto tem início para cada um de vós, quando vos dispondes a tornar-vos por completo responsáveis pela vossa realidade de uma forma consciente; quando vos dispondes a tornar-vos totalmente responsáveis por toda a vossa realidade, conscientemente. É aí que tem início a Nova Era. Para alguns, pode ter começado anos atrás, ou mesmo há vidas atrás, no caso de alguns. Para muitos de vós que escutam, a vossa Nova Era pode muito bem já ter tido início; aqueles de vós que trabalham connosco, esperamos realmente que possam ver que para vós a Nova Era está em curso. E no entanto há aqueles que justo na semana passada ou no mês passado, e aqueles que têm ainda muitos anos de trabalho e de observação e de exploração antes de chegarem à sua Nova Era.

Porém, neste período de dois dias e duas noites, e de cinco e de vinte e cinco anos, um número de pessoas mais vasto do que alguma vez foi ou virá a reunir-se vai chegar à conclusão de que nestes vinte e cinco anos o vosso mundo vai despertar mais do que alguma vez o terá feito – embora não totalmente, não por completo, mas mais do que alguma vez o terá feito; chegar à conclusão de que de facto “Eu sou responsável por este mundo, não só pela participação pessoal que tenho mas por todo ele. Em graus diversos de responsabilidade pela causação e permissão, eu sou responsável. Eu crio a minha própria realidade, sem asteriscos nem entrelinhas, sem excepções entre parêntesis e sem apêndices! Apenas de forma simples e directa.”

E neste período de dois a nove dias, e cinco a vinte e cinco anos, mais gente à face do vosso planeta chegará a tal conclusão, e muitos mais perceberão essa verdade, do que alguma vez na vossa história, em qualquer dos períodos de tempo passado, e nalgum tempo futuro perceberão. Não, não envolve massa crítica nenhuma; não, não se trata de um tempo em que devais passar pela porta por as hipóteses de o fazerdes se vão esgotar, não. As hipóteses vão começar a surgir, entendem? Não se trata dos vinte e cinco anos finais até as portas se fecharem, de modo que aqueles que não tiverem conseguido não conseguirão. Este é o período que antecede os vinte e cinco anos antes de as portas se abrirem de par em par e as pessoas terão que chegar  à compreensão disso, quer gostem ou não disso. E desse modo, é um período, para cada um de vós, para usardes estes dois a nove dias, para usardes estes cinco a vinte e cinco anos para crescerdes como jamais tereis crescido antes - não em competição para alcançar, mas gloriosamente e grandiosamente e maravilhosamente abrirdes caminho.

O mundo está todo com os olhos em vós; o mundo está todo com os olhos postos naquilo que aqui iniciais nesta noite. O mundo está todo a observar o que estais a fazer; alguns observam com receio, devido ao medo e ao terror suscitado pela possibilidade de poderdes ter razão, e de poderdes revelar-vos capazes de criar um futuro, e poderdes simplesmente ter esse tipo de poder. Eles observam-vos, mas observam-vos a partir do medo que ocultam por trás do escárnio, e orgulham-se do humor e sarcasmo que conseguem e do quão engraçados e giros podem ser às vossas custas, ao se rirem das crenças que tendes. É assim que ocultam o medo que sentem. Essa é a máscara que usam e que lhes encobre os olhos, que ninguém consegue perceber. Mas no final só se estão a cegar a eles próprios, aqueles que se recusam a ver (cegos?). Eles observam-vos, observam-vos à medida que vos denunciam e observam-nos ao lerem acerca de vós na imprensa consensual e nos vários noticiários televisivos e radiofónicos, eles observam-vos e ridicularizam-vos, decerto, mas expõem muito simplesmente a máscara do medo.

Há outros que vos observam e que tampouco admitem sequer observar. Também esperam juntamente convosco, mas têm medo de admitir a esperança que nutrem. Eles foram ofendidos tão fundo e tão gravemente pelo choque da esperança e pela quebra da confiança, que ocultam a mágoa na indiferença que sentem. Mas também esses estão a observar o que vós aqui fazeis nesta noite, e esperam silenciosamente que o consigais, que deis esse passo, que comeceis alguma coisa nesta noite que lhes dê uma razão para ter esperança de novo; que lhes dê uma razão para começarem a pôr as suas vidas em ordem de novo. Alguns deles podem ser os sem-abrigo que dormem num gueto ou bueiro qualquer ou edifício arruinado, que se terão entorpecido de tal forma em relação a essa esperança que vos observam secretamente, não com ciúmes mas com o desejo secreto de que façais alguma coisa; não para lhes dardes apenas um cobertor ou uma refeição para o dia de hoje, mas uma razão para continuarem a viver.

Podem ser aqueles que se encontram nos hospitais vítimas das chamadas doenças terminais, podem ser aqueles que nessa medida podem estar a morrer rapidamente para vos tentar transmitir e ensinar como amar; e eles também vos observam com uma esperança silenciosa, a ver se fazeis alguma coisa que possa dar início a um milagre, e que nesta noite, no vosso ritual de emergência, nesta noite no vosso período de convergência harmónica deis início a alguma coisa que mude o mundo. E a esperança deles não será em vão, por irdes dar início a isso, e por terdes começado na noite passada (em que se terão reunido cerca de 1200 pessoas) quando aqui vos sentastes talvez pela primeira vez, iniciastes isso na noite passada em San Francisco. Existe uma distância geográfica de vários milhares de milhas a separar-vos, mas não existem distância nenhuma nos vossos corações ao vos reunirdes nesta noite, por ambos serdes um só, separados pela ilusão.

Já teve início. Mil e duzentas pessoas na noite passada conhecedoras do facto de já ter tido início. E esta noite fá-lo-eis vós, em continuação da transmissão dessa détente nessa corrida da consciência. E há aqueles que à semelhança de vós estão a observar, em termos de celebração e de dança, a observar à medida que vós generosamente e maravilhosamente e alegremente cruzais essa ponte da crença rumo a um futuro que vale a pena criar, por que sereis responsáveis e que vós de facto criareis. O mundo está todo de olhos postos em vós; o mundo está todo á espera, na antecipação daquilo a que dais início nesta noite. Mas nós gostaríamos de sugerir que parte do mundo tornar-se-á mais assustado com o resultado do que iniciais. Mas uma parte mais vasta do mundo sentirá razão para sonhar, porque neste período de dois e nove, neste período de cinco e de vinte e cinco, mais o mundo vai despertar e começar a sonhar, começar a sonhar o sonho da paz e da esperança e das razões para começar de novo. 

Uma maior parte do mundo está a observar, todavia. Está a observar e à espera, mas gostaríamos de sugerir que o cosmos inteiro - se me for permitido o termo - está a observar o que aqui fazeis nesta noite; níveis de consciência reunidas ao longo do astral e dos vários planos causal e mental da realidade estão de facto convosco, a observar-vos. Conselheiros, anjos da guarda, mestres espirituais que tendes, seja por que nome for que os chameis, aqueles vossos amigos que tenham falecido, novos ou velhos, de forma trágica ou misericordiosa, também fazem parte da observação que está a ser levada a cabo em relação ao que estais a fazer. E para além desses níveis noutros sistemas planetários, onde existem formas de vida que não reconheceis como humanas mas que efectivamente pertencem ao Reino Humano, simplesmente por a consciência deles não apresentar braços e pernas, e uma cabeça em cima dos ombros, e um dorso a juntar tudo de uma modo qualquer; só por não assumirem uma forma humanoide ou a forma do homo sapiens, não quer dizer que não sejam humanos ou que esse Reino não seja chamado de Consciência Humana.

Aqueles a quem vos referistes de forma carinhosa ou temerosamente referido como os extraterrestres ou os ETs do vosso mundo, parte dessa realidade cósmica está igualmente a assistir ao que aqui estais a fazer nesta noite – o que vós, especificamente, e não afortunadamente toda a gente, mas vós aqui fazeis nesta noite. Observam e aguardam.

Não porque estejais a recuperar, nem por vos encontrardes atrasados; não por serdes a escumalha do cosmos mas por estardes a abrir caminho; por estardes a fazer algo aqui no vosso planeta, vós e as centenas e centenas de milhar de mais do que os 144000, vós que vos juntais nestes dois e nove dias, nestes cinco e vinte e cinco anos. O que estais aqui a fazer no vosso nunca foi feito. E é excitante. E todo o cosmos está a observar-vos como a luz ardente que representais no cosmos – não a recuperar na traseira, mas a conduzir, a dirigir nesta corrida, a conduzir nesta mudança, à medida que o desanuviamento se torna passado para vós, já. Está a tornar-se passado para vós, para conceberdes e produzirdes um futuro. E todo o cosmos está a assistir e a aguardar, e aplaude em admiração pelo que fazeis.

Portanto, que é que estais a fazer? (Riso) Reunistes-vos todos, não é? Convergência Harmônica! Que coisa será? (Riso) “Bom, é a convergência harmônica. É isso que é.” (Riso) “Ah, pois, está certo, não tinha ouvido antes, está certo.” (Riso) Alguns reuniram-se com uma ideia qualquer do que estão a fazer. Alguns reuniram-se com muito poucas ideias ou com ideias estranhas acerca do que estais a fazer. (Riso) E muitos de vós reuniram-se sem qualquer ideia do que essa coisa chamada Convergência Harmónica signifique. (Riso geral)

Bom, alguns afirmaram tratar-se de uma época baseada no Calendário Maia que chega a um término no ano de 2012. Que é o período dos últimos vinte e cinco anos em que o planeta se vai realinhar e a sua vibração vai ser conduzida de volta à harmonia. Disseram que eles e tinha desviado da harmonia devido às diversas influências verificadas ao longo de toda a história de toa a Terra. E agora que este tempo chega ao fim, este tempo que atinge a conclusão, a Terra corrigir-se, a Terra vai mudar por ela própria, recarregar, voltar a entrar em sintonia e tonificar-se e colocar-se na órbita adequada e na vibração adequada, na frequência apropriada da energia, na ressonância apropriada de forma a poder passar harmoniosamente, vigorosamente, em beleza, para aquilo que é chamado de Nova Era. E nestes vinte e cinco anos é quando isso vai ocorrer e vós, que vos encontrais neste planeta ides à boleia. (Riso)

E também vós ides sofrer mudança e também vós ides sofrer alterações e dar o grande salto do realinhamento. E esses vinte e cinco anos finais, haverá estes dois dias em que a Convergência terá início e esses nove dias em que a Convergência se posiciona e esses cinco anos em que uma grande quantidade dessa mudança terá lugar, e a aceleração será monumental nesses cinco anos. E depois atingirá a harmonia de uma forma mais completa ficando a restar vinte para se ajustar em perfeito alinhamento e no lugar adequado, a fim de poder avançar para essa Nova Era.

Outros sugeriram que é uma altura do Calendário Asteca que capta especificamente o 16e o 17 de Agosto de 1987 como a altura em que a dança do sol (actividade das manchas solares) desperta e em que os 144000 despertam e iluminam o caminho, iluminam o caminho de modo a mostrar-vos o caminho. Há também aqueles que sugerem que em termos astrológicos, este é um tempo em que o planeta alinha de tal forma e numa tal configuração que forma grandes tríades de energia, e aqueles que têm conhecimentos astrológicos conhecem a importância disso; aqueles que não têm tais conhecimentos, não interessa. (Riso)

E muitos foram os que sugeriram o significado do Calendário Maia e do Calendário Asteca, assim como dos alinhamentos astrológicos que todos juntos na verdade perfazem esses dias significativos conforme foi prognosticado e como foi previsto há milhares de anos. Este é o tempo do começo dessa Nova Era. E ainda assim existem outros sugeriram que não é mais do que um monte de bobagem. Mas que existe de verdade um calendário Maia que termina no ano de 2012, é coisa que nenhum arqueólogo, nem nenhum cientista nem nenhum perito no assunto negará. Mas de que não existe qualquer indicador no Calendário de que alguma coisa ocorra em Agosto de 87, não há indicação em parte nenhuma de que haja alguma coisa especial em relação aos últimos cinco e vinte e cinco anos. Mas que isso é completamente inventado, é completamente conjurado e engendrado pelo que não passa de ideias estranhas, que nada tem que ver com factos, e que de facto os Maias nada tinham que ver com os extraterrestres e que o mistério do seu desaparecimento não constitui mistério nenhum, mas que se deve a um simples esgotamento de alimentos, (riso) e à morte.

Outros sugerirão que de facto os Calendários Asteca são fantásticos e maravilhosos mas que os seus ciclos de cinquenta e dois anos não compreendem qualquer começo nem fim e desse modo qualquer erudito decente da compreensão Asteca não se porá a fazer previsões de datas específicas tal como o dia 16 ou 17 de um ano qualquer, mais ou menos Agosto ou mais ou menos esta altura do ano de 1987. Mas que de facto se pode dar uma olhada nos ciclos do Calendário Asteca que se verá que eles não preveem nada relativo a este período particular.

E no entanto, outros na astrologia podem observar e coçar a cabeça e dizer: “Bom, eu entendo a grande tríade, mas não vejo que aconteça isso neste 16 ou 17; talvez na semana que vem.”

Mas gostaríamos de sugerir em relação a isto, que quando se olha para isso, e interpretamos o Calendário Maia que surge com o seu ciclo de vinte e cinco anos, que envolve uma certa extensão, reconhecidamente. E de facto se trabalharmos com o Calendário Asteca e rectificarmos os seus ciclos de cinquenta e dois anos, poderemos chegar perto, mas que dizer especificamente que vai ser neste dia, representaria uma façanha e tanto. E em termos astrológico de facto precisamos lidar com as órbitas, de novo, e se compreenderdes a astrologia sabereis ao que me refiro. Graus de influência, para terdes tudo perfeitamente alinhado.

Mas isso está tudo bem, sabem, por estes dias serem especiais; estes dias representam o começo de um ciclo de dois dias que tem início em nove, e com os nove tem início nos cinco e os cinco nos vinte e cinco, que vos conduz à Nova Era. Talvez aqueles que chegaram a esses cálculos por via do Calendário Maia precisem alongar-se um pouco mais e dar um pequeno desvio e obter uma perspectiva lateral para poderem ver isso, mas está aí. Estes são os últimos vinte e cinco anos, de acordo com o Calendário Maia que se tem revelado sinistro na compreensão que desvenda, e de facto trata-se de uns importantes e significativos vinte e cinco anos, e deixam razões legítimas para sugerir – e aqueles que chegaram a tais conclusões têm que atravessar uma pequena ponte em relação a isso – mas há razões legítimas para sugerirmos que o 16 e o 17 dão início ao começo; há razões para estarem correctas. Até mesmo que se voltam para o Calendário Asteca, embora não indique um começo nem fim, por meio de rectificações e ajustamentos adequados dos principais acontecimentos, o momento pode ser previsto e ironicamente existe uma exactidão na sugestão de que este é o tempo do começo.

E astrologicamente, concordamos que talvez não se encontre perfeitamente alinhado, mas que existe um movimento significativo das energias astronómicas dos céus, nas configurações astrológicas que de facto insinuam que se trata de uma mudança de importância significativa. Mais, gostaríamos aqui de sugerir a existência de um tremendo volume de outras energias que talvez não se encontrem retratadas já, mas que se encontram alinhadas a fim de dar início ao começo deste início da Nova Era. E centenas e centenas e centenas de milhares de vós que escolheram esta altura para dar um passo em frente e proferir uma declaração e dizer que não vos ides enroscar e ir embora, e que ides dar um passo em frente e assumir responsabilidade pelo vosso mundo.

Vejam bem, certa vez a consciência encontrava-se alojada no vosso Eu Superior; a consciência e o poder assentavam na vossa consciência superior quando não tínheis qualquer responsabilidade. Houve uma altura na evolução da condição humana em que todo o poder da criação se encontrava alojado na mente da vossa consciência Superior, da vossa Consciência Superior. Foi um tempo que foi retractado em todas as religiões principais como o Jardim do Éden, ou os Jardins da Utopia, de que em última análise fostes expulsos. Esse foi um tempo em que o poder se achava completamente alojado na vossa Mente Superior e tudo era feito para vós, por não passardes de crianças inocentes que não tinham absolutamente nada a dizer na vossa realidade, nem nada a dizer na utopia, que era o vosso mundo. É nessa recordação que agora muitas religiões actualmente baseiam o conceito do Céu, ao tentarem retornar a essa inocência, ao tentarem retornar a esse estado de poder destituído de responsabilidade, ao tentarem a esse estado em que tudo é feito por eles, a essa bênção, a essa utopia se tornou, por intermédio da recordação, num sentido autónomo, que consideram dever ser o Céu, o sítio para onde vão.

Alguns de vós também mantêm a coisa nesses termos.
O poder encontrou-se certa vez alojado na Mente da Consciência Superior, em vós, mas vós não detínheis qualquer responsabilidade, e não passáveis de crianças inocentes, bebés completamente descuidados. Sucedeu, porém, uma altura e no desenvolvimento da consciência em que esse poder se deslocou, e se deslocou da Mente da Consciência Superior para a Mente Inconsciente, onde nessa medida, uma vez mais representava poder que detinha muito pouca responsabilidade; responsabilidade numa base automática, responsabilidade que é chamada instinto.

Isso é evidenciado no pequeno julgamento em que de súbito eles começaram a assumir uma pequena medida de responsabilidade, instintivamente, pelas suas vidas, o que se reflecte prontamente no reino animal, e quando o animal humano, quando o poder se deslocou daquele Deus do Éden (que era o estado de infância) para a compreensão: “Eu encontro-me aqui; eu causo impacto, e o meu mundo existe ao meu redor. A sede do poder encontrava-se então na mente inconsciente, e também se deslocou daí para a mente subconsciente, onde de facto poderíeis ser responsáveis se pelo menos vos dispusésseis a olhar para dentro de vós, a olhar para a vossa infância, a olhar para os vossos sonhos, a olhar para as vossa mensagens subconscientes que vos dão delegadas pelo vosso passado, pela vossa família, pela vossa tradição, pelas vossas energias arquetípicas, que parecem provir dos recessos da vossa mente.

O poder esteve certa vez alojado no subconsciente, e de facto era uma declaração válida dizer: “Eu não sei por que o fiz; creio que uma parte qualquer de mim, a minha mente subconsciente me levou a cometer isso.” O poder tem vindo a passar da mente subconsciente para a mente consciente durante os últimos anos. Ao iniciardes o 16 e o 17 de Agosto, esse poder transfere-se mais directamente do que nunca, a détente é passada da mente subconsciente para a consciente. O poder, o assento do poder da criação não mais se acha alojado na vossa mente superior ou no vosso inconsciente ou sequer no subconsciente mas é agora consciente. É disso que esta Convergência trata; é disso que esta energia trata, em que despertais e começais a sonhar, em que despertais e começais a assumir responsabilidade por inteiro, com o poder que detendes conscientemente, para criardes a vossa realidade e a realidade do vosso mundo.

Nestes dias 16 e 17 estais a abrir os vossos braços e a proclamar: “Eu vou ser responsável!” Estes dois dias que conduzirão a nove, estes nove dias que conduzirão a cinco anos, estes cinco anos que conduzirão a vinte e cinco, vós enquanto humanidade, estais a abrir os braços e a proclamar: “Muito bem, eu vou-me tornar responsável a partir de agora, eu vou ser senhor desse poder, eu vou-me tornar no guardião do poder de criar a minha realidade.” Onde isso irá terminar a partir daqui é coisa que não parará, e haverá de facto uma outra altura em que ocorrerá uma Nova Era, em que uma vez mais movereis o poder, desta vez a partir do subconsciente, só que com uma percepção consciente, e a seguir a partir do inconsciente, com uma percepção consciente e por fim movereis esse ponto da consciência, esse ponto do poder, de volta para a vossa consciência superior, só que desta vez com total consciência disso.

Mas isso ainda está por vir. Agora decorre o período mais crítico, mais belo e mais poderoso em que activamente estais a retomar o poder que vos pertence, activamente retomais a varinha mágica, retomais efectivamente essa força e essa energia e proclamais: “Eu vou ser responsável, conscientemente. Conscientemente. EU SOU RESPONSÁVEL!” Por isso não importa verdadeiramente, entendem, que os detractores insinuem que os calendários não querem dizer nada. Não tem importância se aqueles que se escondem por detrás do medo e da impotência não consigam descobrir a prova concreta e matemática que sugira que estes 16 e 17 estejam aí. De facto Galileu foi criticado, mesmo na prisão, acerca de algumas das ideias que tinha em relação à posição que a terra tinha e à posição do sol e da rotação da Terra em torno do sol - a propósito isso só foi oficialmente esclarecido nos documentos dessa Igreja há cerca de dez anos! Assim, o facto de essa prova não poder ser descoberta, não tem a menor consequência.

A Atlântida, entendem, é um continente que existe e que existiu no Oceano Atlântico. Afundou, pelo menos grande parte dele afundou, ainda existem alguns fragmentos dele espalhados, mas às vezes “não conseguis perceber a floresta por causa das árvores”, mas há aqueles que asseguram que se encontra ali e que partem em embarcações com fundo de vidro, e que tiram fotos e comprovam: “Olhai para as fotografias, vejam esse alinhamento geométrico que não podia ter ocorrido naturalmente e que teve que ser construído pelo homem; olhai como isso representa um velho caminho, vê-se bem que se trata de um muro de um edifício, é isto e aquilo,” e reúnem provas concretas e irrefutáveis – a menos que opteis por as refutar! (Riso) E para todo aquele que afirmar poder provar em termos absolutos a existência da Atlântida, haverão dez que concluirão que jamais terá existido.

Ou Lemúria. É e foi um continente que teve existência no oceano Pacífico. Mas esse oceano é demasiado fundo para sairdes com as vossas embarcações com fundo de vidro, entendem, e não descobrireis quaisquer imagens dela; não descobrireis nem sequer imagens que aludam a esses muros estreitos talvez gastos ou talvez o que terá outrora sido um edifício. Não descobrireis provas nenhumas, sejam do que for. Lemúria não foi destruída. Findou. Muitos quererão pensar que tenha sido destruída, mas evidentemente não foi, findou e desapareceu nas próprias brumas que a envolveram.

Jamais virá a ser objecto de prova, mas existiu e existe, ainda existe, tanto quanto sempre existiu. Deus é real. E existem cientistas actualmente, do ramo da física quântica e similares, que correm tanto quanto podem nos seus quadros e nas fórmulas matemáticas que elaboram a fim de tentarem descobrir Deus, mas Deus jamais se deixará prender num quadro nem se deixará aprisionar do pó do giz; também nunca virá a ser descoberto em alguma fórmula matemática porque, entendem, Deus, ou melhor Deus, a Deusa, o Todo existe além da ponte da crença. E uma parte integrante da realidade de Deus, da Deusa, do Todo consiste no facto de existir para além da ponte arqueada da crença. E referimos “ponte arqueada” porque quando começais a pisá-la, não conseguis distinguir para além da lomba, não conseguis perceber o que esteja para lá dela. Podeis saber, mas não ver, nem prová-lo. Mas ao cruzardes a ponte e irdes até à arcada, a determinado ponto da lomba, mesmo quando passais a lomba, então já conseguireis distinguir. Mas aqueles que se encontram na extremidade da ponte não mais vos conseguirão distinguir a vós.

A ponte arqueada da crença, para além da qual residem as assombrosas verdades de Deus, da Deusa, do Todo, da Atlântida, da Lemúria.

E é também para além dessa ponte de crença que reside esta coisa a que chamais Convergência Harmônica. De facto Deus jamais será alvo de prova em termos concretos e absolutos. Deus jamais virá a ser objecto de prova dessa forma concreta, nem a Atlântida, nem a Lemúria, mas óptimo, devido a que no dia em que firmarem a sua existência, será o dia em que o perdereis. Porque, para terem existência na vossa realidade precisam existir além da ponte da crença. E a Convergência Harmônica e a sua realidade são reais, e também têm existência para além dessa ponte. Mas existirão aqueles que afirmarão conseguir provar a sua existência, e muitos mais que afirmarão conseguir provar que não existem, e ambos estarão correctos nas suas respectivas esferas. Ambos estarão certos nas suas respectivas esferas!

Em que esfera vos situareis vós? Uma é a da esperança e a da responsabilidade; a outra é a do medo e da culpa. O facto de aqui vos encontrardes indicia a escolha que já tereis definido. Aquilo de que esta Convergência Harmônica realmente trata, é de um tempo de reunirdes os vossos poderes (plural), de reunirdes os vossos poderes já, um tempo para parar de fingir e de começar a narrar a vós próprios a verdade. Um tempo para reunirdes os vossos poderes e os alinhardes, de congregardes os vossos poderes para os conduzir a uma energia de convergência e conduzir os vosso poderes a essa reunião, a essa convergência, reuni-los na harmonia da ressonância de modo que os vossos quatro poderes – por terdes quatro – os vossos quatro poderes possam ser dirigidos em harmonia e convergir num futuro à semelhante de um laser. Para os fazer convergir.

Uma lâmpada incandescente de 10 Watts, se for acesa num compartimento iluminará muito pouco, o que se revelará virtualmente inútil seja para o que for, à excepção de vos impedir de cair na escuridão. Mas se pegardes nessa mesma energia de uma lâmpada de 10 Watts e a reunirdes de uma forma harmoniosa e fizerdes convergir essa energia com a força e o poder, tornar-se-á numa luz laser que poderá abrir caminho através do aço. É disso que esta Convergência Harmônica trata. Em vez de permitirdes que os vossos poderes se assemelhem à lâmpada incandescente numa iridescência impotente, é tempo para vós enquanto UM, enquanto indivíduo, reunir o vosso poder já, reuni-lo em harmonia; os vossos poderes de escolha e da responsabilidade, os vossos poderes do amor e da cura. Mas não apenas deixá-los como estão, mas conduzi-los a um estado de alerta, alinhá-los, harmonizá-los e a seguir fazer convergir essa energia para um futuro que valha a pena criar e em que valha a pena tomar parte. É disso que trata a Convergência Harmônica: um tempo de começo, um período de dois dias a nove, cinco e vinte e cinco anos, para começardes, para reunirdes isso num todo.

Possuís quatro poderes. Tendes o poder da escolha: podeis definir opções e a partir dessas opções, as decisões e as ideias e sentimentos e atitudes e crenças que tendes. Possuís o poder da escolha que mais nenhum nível da consciência possui. Eles possuem níveis de escolha, mas não tão sofisticados quanto os vossos, nem tão poderosos. Possuís o poder da responsabilidade; por mais que vos encolhais com relação a ela, por mais que fujais dela, por mais que chegueis a acreditar que de um modo qualquer represente o vosso fardo, constitui um poder grandioso, e é tempo de vos apossardes dela como um poder e de parar com o jogo de que sentis medo dela; de parardes de fingir que de qualquer forma não ides ser responsáveis, de parardes de fingir que de uma forma qualquer possais escapar à responsabilidade, e em vez disso de vos voltardes para ela e de vos apossardes dela como o vosso poder. E possuís, em terceiro lugar o poder do amor: podeis amar. Podeis amar! Soa de tal modo simples, mas na verdade envolve um poder imenso, o poder mais glorioso e grandioso que vos terá sido confiado. Que muitos de vós não utilizaram de todo, e que alguns apenas muito pouco e por um ganho muito reduzido e pessoal.

E é tempo de alinhardes o poder que tendes de amar como quarto poder: o poder que tendes de curar. Melhorar este vosso planeta; de curar esta vossa humanidade; de sarar esse futuro, em que tantos têm vindo a cagar e a cortar, ao utilizá-lo em seu próprio proveito. Tempo de sanar o futuro e de sarar o planeta e de vos curardes a vós próprios. Possuís quatro poderes e não queremos saber como os expressais, mas todo o poder á passível de ser categorizado por uma destas quatro vias – o poder da escolha, o poder da responsabilidade, o poder do amor ou o poder do restabelecimento ou cura. É já tempo de reunirdes isso; é já tempo de harmonizardes os vossos quatro poderes e de parardes de os operar com propósitos contrários e de os conduzirdes à harmonia e de os sintonizardes e os alinhardes e os fazer convergir.

E é um tempo pessoal que cada um de vós faz, e tal como o escolheis fazer individualmente acabais por vos reunir colectivamente para vos honrardes uns aos outros, para vos apoiardes uns aos outros, para vos erguerdes uns com os outros e proclamar: “Eu também estou disposto a tornar-me responsável. Eu também estou disposto a entrar nesta Nova Era. Eu também estou disposta a conduzir.” É disso que trata a Convergência. Mas, que é que ela fará por vós? Quais serão os seus aspectos práticos? Com toda a simplicidade, significa que deste ponto em diante, o que programardes irá operar de um modo mais eficaz do que alguma vez. Aqueles de vós que aprenderam técnicas de nós ou seja de quem tiver sido, que tenham descoberto que essas técnicas se revelaram um tanto mais efectivas, descobri-las-ão mais eficazes do que nunca. Não por que as técnicas sejam melhor – na verdade as técnicas que sugerimos operam – mas por vós agora operardes, por operardes de uma forma mais eficaz. Por serdes mais poderosos conscientemente e responsáveis pela realidade que pensais e sentis.

A programação específica que fizerdes dessas técnicas vão resultar com uma maior prontidão, mas isso apresenta uma lâmina de dois gumes porque, embora possais sentar-vos a programar durante trinta minutos por dia, também estais a programar nas restantes 21 horas do dia e não tendes consciência disso. E essas programações também vão operar de um modo mais rápido. É por isso que há quem fale do mundo que vai redundar na loucura; é por isso que há quem fale desta tremenda aceleração e desta tremenda cisão da negatividade, absolutamente, devido a que toda a programação vir a operar resultados de uma forma mais eficiente agora. Por isso, se programardes medo e dúvida e medo, e fealdade, ides ver isso mais presente na vossa vida do que alguma vez o tereis visto. Se programardes amor e sucesso e abundância e alegria e felicidade, ides conseguir mais disso, ides conseguir aquilo que perspectivardes.

Ides obter o que emitirdes, por isso voltar para vós com uma maior rapidez.

O tempo vai sofrer uma aceleração, segunda questão - o tempo vai sofrer uma aceleração; não que os relógios venham a mover-se com uma maior ou menor rapidez, e isso leve o tempo a sofrer uma aceleração. Mas a distância entre os pensamentos que tendes e a realidade que esses pensamentos manifestam vai-se encurtar. E desse modo, o que vos poderia ter levado dois ou três meses, para vos levar a sofrer uma crise de martírio antes que surgisse na vossa realidade (riso geral) agora poderá dar-se antes de o sol se pôr. (Riso geral) Ides precisar ser muito mais impecáveis, ides precisar estar muito mais alerta e cientes daquilo que sentis e dos pensamentos que ocorrerem no vosso íntimo devido não só aos programas conscientes de que fingis não ter consciência virem a ocorrer com uma maior rapidez, mas também às ideias que vos percorrem a mente, os joguinhos que desempenhais, a manipulação que fazeis, vão voltar para vós com uma maior rapidez. É excitante (riso nervoso) mas não precisais chegar a sentir receio, se vos dispuserdes a ser quem sois. Se vos dispuserdes a ser quem sois.

Além disso, o que vai acontecer – e este é um ponto de importância – aquilo a que estais a dar início nesta noite, vai assemelhar-se a uma pedra largada num charco de águas imóveis, que vai criar ondas que se propagarão. Mas já notastes uma coisa interessante em relação à ondulação? É que não se move apenas numa direcção, mas em todas. Ides alterar o vosso futuro, mas gente, ides igualmente alterar o vosso passado, e nós gostaríamos de sugerir que dos próximos dois a nove dias e dos próximos cinco a vinte e cinco anos os vossos cientistas, aqueles que estão continuamente a olhar para o passado em busca da compreensão da natureza do universo vão proceder a descobertas acerca da natureza do universo que se vão revelar maravilhas assombrosas. Vão fazer descobertas acerca dessa vossa teoria do Big Bang e do modo como o universo terá chegado a formar-se, como jamais terão presenciado antes, ao descobrirem agora provas novas que indiciam uma forma completamente diferente de olhar as inúmeras peças deste puzzle que é o vosso universo.
Descobertas essas que irão restruturar os últimos dez a quinze biliões de anos da vossa existência – aquilo a que dais início nesta noite. Por não estardes apenas a afectar e a mudar o futuro, mas estardes a afectar e a mudar o passado. Algumas das verdades, alguns dos absolutos ruirão, e novas verdades e absolutos os substituirão o que permitirá que a vossa realidade resulte de um modo mais efectivo e vos habilitará a criar mais milagres - a reestruturação do passado e a recriação do futuro, para vos poderdes abrir a mais milagres, essa será a terceira mudança significativa que ocorrerá à medida que a Convergência, que terá lugar devido ao que vós aqui iniciais nesta noite.

Em quarto lugar, o que vai acontecer é na verdade um número crescente de pessoas vai despertar para começar a sonhar, e que começarão a perceber que estão a criar esta realidade e juntar-se-ão, mais políticos e mais médicos e mais juristas e pessoas que por tradição jamais se tenham permitido abrir a essa área, abrir-se-ão talvez de uma forma muito discreta, talvez por meio de linguagens que nem sempre compreendeis, talvez por um vernáculo que não se ajuste muito ao que usais, mas se lerdes nas entrelinhas escutareis e sentireis o emergir daqueles que dão um passo em frente e percebem estar a criá-la (realidade). “Então vamos criá-la conjuntamente.” “Não, não estou disposto a admitir que estou envolvido com nada tipo Nova Era ou metafísico tec. Mas estou ciente de que aquilo que imagino gera a realidade.”

Mas esse ajuntamento irá ter lugar.

Em quinto lugar, o que irá acontecer é que a vossa metafísica irá crescer agora. A metafísica deixará de parecer um jogo apavorante, vai deixar de ser alvo de graças e de piadas e as pessoas vão começar a dar atenção. Ides começar a conduzir, não necessariamente por meio de um título nem obrigatoriamente por meio de fama ou de fortuna, nem de posições de reconhecimento no governo ou na sociedade tradicional, mas ides começar a liderar, ides começar a curar, ides começar a representar a luz, sim, vós aqui na sala, vós que vos encontrais aqui e aqueles que se acham espalhados pelo mundo nestes tempos. Ides começar a liderar e a curar este planeta. E a conhecê-lo, assim como outros também o virão a conhecer.

A metafísica vai-se disseminar e alcançar todos os níveis da respeitabilidade, o que também quer dizer, a propósito, que este carnaval que tem estado a decorrer nos últimos anos vai encerrar lentamente.

Por isso, as cenas de espectáculo levadas a cabo neste campo da metafísica, que a tornaram num logro, que deram aqueles que pretendem mais criticar do que admoestar, com que criticam, aqueles que no seu próprio terreno têm representado mais o vosso inimigo, mais do que os de fora desse terreno, começarão a exibir as suas circunstâncias. E dar-se-á uma mudança por estardes a discernir; por estardes a despertar e a perceber: “Eu sou mais digno do que esta fraude, eu valho mais do que essa impostura, eu valho mais do que isso!”

Este é efectivamente um tempo em que os diferentes caminhos se reunirão, mas em que também os caminhos que não se apresentam como tal se evaporarão. A vossa metafísica está a crescer. A vossa metafísica está a crescer. Gostaríamos de sugerir que se trata de um tempo em que surgirá um enorme auxílio proveniente de outros níveis. Mas isso não quer dizer: “Oh meu Deus, mais canalização!” (Riso) De facto sugerimos que provavelmente irá significar menos. Devido a que muitos desses fanáticos venham a descobrir que os movimentos ou causas de apelo às massas que defendem pararão e que os rolamentos de esferas congelarão ou seja o que for, e pararão; não pararão de imediato, nem por completo, mas que se dará uma limpeza à casa, à medida que a vossa metafísica crescer e vós obtiverdes a ajuda desses outros níveis, como alguns de vós já têm vindo a obter,
à medida que isso se vai intensificando.

Aqueles que não se encontrarem verdadeiramente aí, não encontrarão muito mais onde se posicionar. E para esse efeito, vós também encontrareis um elevado nível de raport, um maior nível do que temos vindo a buscar convosco desde sempre: amizade. E é por isso que nos encontramos tão entusiasmados em relação a este tempo da Convergência Harmônica. Porque para nós pessoalmente o significado que tem é o de mais amigos e uma amizade mais chegada com os amigos que já fizemos.

A esta altura, queremos que participeis no que chamamos de Ritual da Emergência. Este ritual forma uma combinação de várias coisas; em primeiro lugar representa uma meditação, e nessa meditação, em que todos atingis um estado profundo de relaxamento, deixais-vos em primeiro lugar levar a um lugar em que o mundo, a Terra, se acha repleto de amor por ele próprio. E esse é um lugar de beleza em que o mundo, a Terra, se acha repleto de amor e de beleza. Lugar esse em que, quando lá entrais, é de vos cortar o fôlego e de ficardes com os olhos repletos de lágrimas por ser tão belo. Pode ser um desfiladeiro, pode ser uma floresta, pode tratar-se de um sítio privado que conheçais, pode ser uma das maravilhas do mundo, etc. Mas em primeiro lugar deixais-vos levar a um lugar em que o mundo se ache repleto de amor, e aí deixais-vos preencher pelo seu amor e permitis-vos acolhê-lo e que se introduza no vosso corpo e absorvê-lo até vos tornardes completamente encharcado completamente saturados com o seu amor.

A seguir deixais que a imagem que tendes na mente se altere, para a de um local em que o mundo não sente amor por si próprio, e em que não sente muito amor em relação a ele próprio. Pode ser uma lixeira, pode ser uma área poluída, pode ser um rio repleto de lodo e de esgotos, pode ser um edifício incendiado e cheio de gente sem-abrigo que não come há três dias; pode tratar-se de um velho asilo em que os internados se vejam negligenciados, pode ser um local em que os fogos ardam e deflagrem a terra, pode tratar-se de um derrame de petróleo, ou uma praia com baleias encalhadas, seja qual for o local, repleto de fealdade, um local em que a Terra não revela amor por si própria. Aí a enchereis de amor, e dar-lhe-eis de volta o amor que recebestes e mais, devolvendo esse amor e bombeando essa área de amor, bombeando essa área da vossa mente com amor. E a seguir o que fareis é meter a mão no bolso e tirareis um céu, e atirareis com um maravilhoso céu azul, e lançareis talvez algumas nuvens nesse céu, e depois meteis a mão no bolso e tirais um terreno que lançareis, seja verde ou acastanhado ou ambas as coisas, um solo que contenha um ribeiro ou uma queda de água ou pedras ou seja o que for e espalhais isso juntamente com arvoredo e com salpicos de cor criais uma cena maravilhosa na vossa mente, e a partir desse local iniciareis o vosso ritual de emergência neste período da Convergência Harmônica.

Ireis até aos limites da vossa realidade, que se apresentarão muito próximos. E aí, toda a gente vos dirá para não avançardes mais, que deveis ser estúpidos e para não avançardes mais, que isso é o mais longe que podereis ir; para não abrigardes mais expectativas nem esperanças nenhumas; para não abrigardes mais desejos nenhuns, para esquecerdes os sonhos, para simplesmente os esquecerdes e tratardes de sobreviver, e para continuardes por muito tempo; toda a gente vos dirá para correrdes a vos esconderdes.

Mas vós assemelhar-vos-eis a tolos, e ireis pisar borda fora da vossa realidade. E ireis cair. E quando aterrardes, aterrareis numa terra encantada e mágica, e ireis encontrar uma montanha a que trepareis; primeiro uma passagem por entre as árvores da floresta, à medida que trepardes pela montanha acima, e encontrardes diversa gente ao longo do caminho, conforme vos instruiremos na meditação, e alcançareis certos planaltos que não apresentam qualquer possibilidade de avançar mais, até vos revelarmos o segredo para avançardes desse nível até ao seguinte, e depois até ao seguinte, até por fim chegardes ao vosso Eu Superior.

Podereis senti-lo apenas como uma energia ou como uma bola de luz; se já tiverdes estado nos nossos seminários antes sabereis como visualizar o vosso Eu Superior. E ambos dareis as mãos, enquanto permaneceis à margem da realidade, e olhareis um para o outro e encolhereis os ombros, e à semelhança de dois tolos, saltareis da margem. (Riso) Altura em que aterrareis no vale da emergência (surgimento), altura em que a meditação se tornará numa acção directa em cuja altura vos levantareis - e dizemos que vos levantareis no sentido literal - abrireis os vossos olhos, ainda vos encontrareis no estado meditativo mas abrireis os olhos e erguer-vos-eis com os pés afastados para permanecerdes equilibrados, por a luz ser muito fraca, e com os olhos abertos se o desejardes ou com eles fechados se preferirdes, repetireis certas coisas, levá-los-emos a repetir determinadas coisas em voz alta e dir-lhes-emos quando, repetireis a frase que vos for apresentada e declará-la-eis na primeira pessoa, e em seguida juntos como um só, como um só por todo o vosso mundo, à medida que centenas de milhares afirmam num nível qualquer a mesma coisa, retomardes os vossos poderes e para os harmonizardes e os alinhardes, para definirdes as vossas escolhas para o vosso sonho pessoal e para o vosso sonho mundial, para deterdes responsabilidade pelo vosso próprio mundo e pelo vosso futuro, para amardes e curardes o planeta. Para a seguir emergirdes em representação da luz e do amor, da alegria e do riso que sois.

O Ritual de Emergência (meditação intencionalmente não transcrita)
...

Sois vós, aqueles de vós que vos reunis, vós que no vosso coração sabeis, sois vós que pondes em acção um futuro que não mais pode ser negado. Uma esperança que não mais poderá ser enterrada; um optimismo que não mais poderá tornar-se alvo de troça. O vosso mundo tornou-se numa enorme confusão, problemas que parecem não ter solução. O vosso cosmos que se estende ao vosso redor - o cubo de Rubik mais complexo que alguma vez existiu, por parecer que ao alinhardes um lado, o outro esteja numa confusão, e haver tanta gente que tem vontade de o jogar fora dizendo que não pode ser solucionado, nem salvo, e para desistirdes.

Temos vindo, há treze anos, a dizer para esperardes, que se vos voltardes assim ou assado, conseguireis solucionar isso. Já nos perguntaram muitas vezes por que razão nos encontramos aqui, por que razão comunicamos. Porque razão canalizamos esta informação. E nós asseveramos que isso não se deve à salvação do mundo nem à salvação da humanidade. Não, nós respeitámo-los e amámo-los demasiado para lhes apregoarmos tal mentira. Por serdes mais do que capazes de vos salvar a vós próprios e de salvar o vosso próprio planeta. E é por isso que aqui nos encontramos, para vos dar conta dessa verdade, para lhes recordar aquilo que já é do vosso conhecimento. Não, não estamos aqui para salvar o vosso planeta mas para vos ajudar a aprender como fazer isso por vós próprios. Não estamos aqui para salvar a humanidade, mas para vos ensinar a fazer isso por vós próprios. Por nos terdes convidado. Para aqueles de vós que nesta noite resistiram, aqueles de vós que nestes dias 16 e 17 de Agosto de 1987 que iniciaram algo que não pode ser ignorado e que não pode ser negado, isso representará a salvação da vossa humanidade e a salvação do vosso mundo. Vós convidastes-nos. Pedistes por um pequeno auxílio da parte de um amigo.

Todos vós que emergistes nesta noite, cada um de vós, encontrastes-vos certa vez na Atlântida, quando vos pareceu que o vosso mundo estaria à beira de se deitar a perder, quando uma vez mais os problemas pareciam demasiado volumosos para serem resolvidos, e aqueles que falavam mais alto disseram que não conseguiam encontrar a solução pelo que institucionalizaram a impotência para solucionar. Eles deixaram de sonhar, gente. Um a um, eles deixaram de sonhar. E quando o sonho pereceu, também o mesmo aconteceu à vossa terra. Vós estivestes lá nessa altura. Tentastes deter isso. Mas falhastes. Mas em meio ao vosso fracasso, dissestes: “Não. Eu vou voltar. Vou voltar com o tempo, quando o mundo uma vez mais parecer estar a deitar-se a perder.” Desisti, porque haverá quem na sua limitação falará mais alto inicialmente, e institucionalizará o fracasso, institucionalizará o medo, institucionalizará a impotência para solucionar novamente. Só que desta vez decidistes que iríeis falar mais alto, e que iríeis sonhar, e mesmo que fôsseis o único a sonhar, sonharíeis sós, mas sonharíeis.

E descobriríeis que após todos estes anos não estais sós; que existem muitas estrelas nos céus, existem muitas luzinhas que vos dizem que vos interessais. Estais dispostos a empreender isso sozinhos, mas não precisais disso; há muitos que estiveram convosco nesta noite e neste compartimento convosco, e em muitos mais compartimentos e sob muitas estrelas. Muitos que nem sequer têm a pretensão de começar a falar o idioma que usais, que nem de perto gozam do vosso produto nacional de crescimento, muitos que estiveram convosco, à medida que emergis.

É por terdes decidido crescer, é devido ao facto de terdes decidido que não, ainda que dependa somente de vós, ireis manter este mundo em andamento. É a vossa decisão individual: "Estou disposto a ser o único." que nós respondemos e vos dizemos que estamos empenhados no vosso crescimento. Mas quando pensais ser o único, haveremos nós os dois. Por sonharmos um sonho convosco, por tanto tempo quanto aquele em que estiverdes dispostos a sonhar.

E assim tem hoje início o vosso mundo, nestes dois e nove dias de emergir, e cinco e vinte e cinco anos de começo. Sonharemos cada vez mais os vossos sonhos, e os sonhos deles, e embora se possam apresentar dias sombrios pela frente, e certamente haverão alturas de tumulto e de assombro, vencereis. A dúvida terminou; o jogo reside agora na forma como ireis jogar. Mas nós jogaremos convosco, seja como for que o desejardes, com seriedade ou de ânimo leve. Temos estado à vossa espera, na borda da realidade. Vós destes mesmo um passo de gigante mais perto, pelo que nos sentimos honrados e os honramos e os acolhemos. A vós e a centenas e centenas de milhares. Os sonhadores. Os criadores. As centelhas.

E assim é que nesta noite damos por terminado. A todos quantos nos estais a escutar, nós os amamos e iremos sonhar um pequeno sonho convosco. E sempre estaremos aí para vós, nesta vida e além dela. Nós os amamos. Se é que existe um única mensagem que preciseis perceber, é a de que sois amados. O vosso Eu Superior ama-vos, Deus, a Deusa, o Todo ama-vos e conhece-vos pelo nome. Nós os amamos. Percebei igualmente que vós amais. Não deixeis que ninguém vos tire isso; não deixeis que ninguém vos convença do contrário. Amais quanto baste. E sois amados!
E assim é que para todos nesta noite, nesta noite tão especial que ocorre uma única vez na totalidade da consciência, e nós passámo-la juntos, vós e eu.

Transcrito e traduzido por Amadeu António

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