sábado, 8 de setembro de 2012

ESCOLHA




Tradução: Amadeu Duarte (Excertos)

Hoje vamos explorar a escolha. Sugeriríamos que devido a procederdes a escolhas – a estabelecerdes escolhas o tempo todo – fácil será presumir que saibais tudo quanto precisais saber sobre a escolha. Também vamos sugerir que por entre a multiplicidade de escolhas que estabeleceis a cada dia, subsiste um mistério. E esse mistério, tem tanto poder quanto magia.

Assim, falamos de escolha, mas não falamos nisso da forma com que estais mais familiarizados. Não falamos de estabelecer metas, criar um plano, definir decisões, ou em dar-lhes continuidade. Já escutastes tais conversas o suficiente... talvez com demasiada frequência.

Continuemos.

O MISTÉRIO QUE CONHECEIS

O mistério da escolha reside no espaço-tempo. Acha-se localizado nas formas e na formação – nos padrões dessas formas – que representam a vossa realidade. Acha-se localizada na percepção que tendes, compreensão, e significado, e co acto de conceber e de perceber que dais e recebeis da vossa realidade todos os dias da vossa vida. Já conheceis muito sobre o mistério.

Tem início... A escolha consiste num das vossas matérias-primas que utilizais para criar a vossa realidade. Só para lembrar, existem seis tipos de matéria-prima que utilizais na criação da vossa realidade: Crença, Atitude, Pensamento, Sentimento, Decisão, e Escolha.

Juntamente com a crença, a escolha consiste na mais poderosa forma de matéria-prima que existe. De todas as matérias-primas, a escolha representa o agente activo da mudança. É o agente da implementação. Vejam bem, vós podeis mudar as vossas crenças e as vossas atitudes, mas a realidade não mudará até estabelecerdes novas escolhas que se baseiem em novas crenças ou em novas atitudes. Do mesmo modo, sugeriríamos nós, podeis alterar os pensamentos e alterar os sentimentos que tendes. Mas é a escolha que torna esses estados alterados e mudados numa realidade.

O mesmo acontece com as decisões. Podeis estabelecer novas decisões e mudar as velhas. A menos que também estabeleçais escolhas, neste sentido, as vossas decisões recentemente tomadas ou alteradas encontrar-se-ão em risco de nada mais serem do que mera retórica. A menos que definais escolhas, as decisões estarão em risco de se tornar em nada mais do que uma outra razão para não serdes “suficientemente bons”.

A escolha desencadeia a acção e a implementação da crença, da atitude, do pensamento, do sentimento, e da tomada de decisão. A escolha consiste no agente activo da mudança.

E depois... A escolha constitui intenção focada. Como tal, torna-se crítico, em relação não só àquilo que prestais e dais atenção, como ao modo como prestais e dispensais essa atenção. A escolha abre as comportas no sentido de concederem dimensão e significado à vossa realidade pessoal e global.

Nós sugerimos que existem quatro formas básicas, através das quais tornais o vosso mundo real – permitis que se torne real. Um desses modos é dando-lhe dimensão; atribuís-lhes comprimento, largura e profundidade, assim como espaço e tempo àquilo que tornais real. Pensai nisso: as coisas que recordais e aqueles acontecimentos que têm peso ou importância para vós possuem dimensão. Quer se traduzam por realidades positivas ou negativas para vós, sugeriríamos que possuem dimensão.

Outro modo através do qual tornais ou permitis que as coisas se tornem reais no vosso mundo é conferindo a essas coisas sentido. Permitis que tenham importância para vós; permitis que se tornem significativos para vós. Elas passam a possuir valor.

O reflexo é uma outra. As coisas que são reais para vós são as coisas a que dais ou prestais atenção. São coisas que estão positiva ou negativamente ligadas à intenção que tendes. Do mesmo modo, são as coisas sobre as quais agis e que vos influenciam a vossa imagem própria. Permitis que as coisas se tornem reais por meio do reflexo: A atenção, a acção, e a imagem.

O quarto modo: a escolha. As coisas que têm realidade no vosso mundo são coisas a que tereis escolhido conferir dimensão, importância, e reflexo. A escolha, sugeriríamos nós, abre as comportas que permitem que a vossa realidade e o vosso mundo sejam reais para vós.


Chave... A escolha constitui a chave da criação e da manifestação. Ela pode substituir ou assumir todos os padrões, modelos, e programas que se encontrem já no terreno.


A escolha pode suplantar os vossos códigos genéticos, por exemplo. Sabeis que muita gente desculpa ou explica as acções que tem com base nas hormonas. Há aqueles que alegam estar fora de controlo ou desamparados por causa dos genes. Tal argumento comporta algum mérito. Sugeriríamos que muitas vezes tais declarações não passam de desculpas. Mas os vossos códigos genéticos transmitem-vos mensagens. Ainda assim, a escolha é capaz de ir além dessas mensagens.


Há modelos sociais de comportamento (item social que é transmitido por repetição) e há padrões aceites de poder. Todos sabeis que existem padrões, modelos, e programas provenientes do vosso passado que parecem ameaçar-vos ao vos perseguirem com o “o que foi” e ao se assomarem como o que “vai ser”.

A escolha pode suplantar tal ônus. Para criardes e manifestardes a realidade que quereis, torna-se importante superar esses velhos padrões e programas. Torna-se crítico libertar-se deles. A escolha proporciona essa liberdade. Nós diríamos que a escolha é a pedra angular de toda a criação e de toda a manifestação.

No âmago... A escolha é de uma importância seminal para a mudança.

A escolha constitui a pedra angular do êxito. Situa-se na raiz e no âmago da felicidade e da alegria; no âmago e na raiz do amor, da intimidade, e da preocupação. Situa-se na raiz e no âmago da dignidade (mérito), da estima (apreço), da confiança (certeza) e do respeito (consideração) – do Eu que é Valorizado.

E depois... A escolha constitui uma intenção centrada, e enquanto tal, torna-se crítica em relação ao objectivo da mudança, e do mesmo modo, a função e a forma da energia. É crítico em relação à mudança da acção e da imagem. A escolha é essencial a toda aprendizagem.

Agente activo... A escolha constitui o agente activo – o fermento – do vosso poder, vigor e talento. É o agente activo da retoma do vosso poder com responsabilidade.

Além do Mistério, o Místico

Sim, conforme sugerimos, há muita coisa que já é do vosso conhecimento acerca da escolha e do mistério que constitui. E ainda assim, há mais. Para abrirdes a janela ou a porta á compreensão do mistério da escolha, considerai as seguintes sete declarações.

Não tenteis compreender completamente essas declarações. Sugeriríamos que vos permitais ponderar nelas; saboreá-las. Deixai que elas vos toquem. Podereis dar um passo atrás ou retrair-vos, no começo. Deixai lá. Podeis sentir alguma coisa positiva e poderosa a mexer convosco à medida que os considerardes. Deixai lá.

Ficai apenas com as declarações. Saboreai-as. Ponderai nelas. Deixai que elas acentuem o mistério – o mistério da escolha – em vós. Deixai lá. Escolhei.

A escolha inerente ao espaço-tempo acha-se situada na parte da nossa consciência que é consciente, e não na consciência do nosso subconsciente ou inconsciente. Embora a atenção seja muitas vezes subconsciente e o objectivo seja muitas vezes inconsciente, a escolha que conecta cada uma delas, é consciente.

A escolha selecciona as vias neurais da actividade da mente. Quando a escolha é consciente, as energias electromagnética e electroquímica do cérebro são alteradas e sofrem uma mudança. As vias neurais podem ser mudadas por intermédio da escolha. A escolha pode alterar as vias de menor resistência e as vias do menor esforço.

A escolha pode permitir que a mente controle o cérebro e permitir que o inconsciente anule o subconsciente. Vós podeis tornar-vos ainda mais conscientes sobre a criação consciente da vossa própria realidade. Podeis criar com maior destreza e maestria.

A escolha pode suplantar e superar a si própria.

A escolha pode redireccionar a evolução de modo a que não continue a ser conduzida pela entropia (desorganização conducente à falência de um estado ou sistema) e pela variação aleatória ou pela necessidade.

A escolha pode abrir as comportas para o Futuro e para os vossos futuros... para o possível e para as vossas muitas possibilidades.

A escolha situa-se no espaço-tempo, porém, opera entre ambas. Não é somente sequencial. Não é só cronológica. A escolha no espaço-tempo é misteriosa. Um dos seus mistérios é o de que também é mística.

Enquanto o mistério da escolha reside no espaço-tempo, sugeriríamos que o misticismo inerente à escolha situa-se além do espaço-tempo. Não é localizado. O aspecto místico da escolha reside no facto de não ser localizado.

Por não poder ser localizada, por se situar além do espaço-tempo, e por fazer parte da realidade maior, esse tipo de escolha – escolha mística – é igualmente mais real. Ao permitirdes que a escolha baseada no espaço-tempo com o seu mistério se torne cada vez mais poderosa, podereis utilizar a escolha misteriosa e consciente para associar e ligar com a escolha mística que reside além do espaço-tempo.

A escolha mais real pode amplificar o mistério conhecido, e ainda a conhecer, da escolha consciente. Tal escolha mística pode permitir conhecer, e ainda a ser conhecido, de modo a tornar-se mais luminoso e brilhante.

Quando a escolha misteriosa se torna mística, os estados miraculosos passam a ficar à mão (próximos).

A resistência

Por muito misteriosa ou mística que  a escolha  possa ser, muitas vezes não o é. Frequentemente a escolha é bastante comum. Muitas vezes carece de esplendor tanto quanto de poder. Porquê?

Paradoxo... Tão poderosa quanto possa ser a escolha, não é nem misteriosa nem mística quando subentende uma escolha de último recurso ou se apresenta como única. Nesse sentido, quando alguém esgotou todas as opções que tinha e se sente impotente ou mesmo desesperado, volta-se para a escolha. Somente então se interessa por “essa coisa chamada escolha”. Além disso, quando alguém sente não haver mais opção alguma a explorar, quando se sente aprisionado na e pela situação em que se encontra, de repente passa a querer explorar a escolha. Mas, conforme dizemos, não há nada de místico nem de misterioso em relação às escolhas de último recurso e às escolhas únicas. É um paradoxo.

Do mesmo modo, as escolhas baseadas no medo – aquelas escolhas determinadas profundamente no temor e com o objectivo de contornar o medo – e as escolhas renegadas – escolhas estabelecidas quando se finge “não ter representado uma escolha em absoluto” – não possuem qualquer mistério. Sugeriríamos que exercem impacto, mas são carentes de mistério; falta-lhes magia.

E as escolhas que brotam da coerção (forçadas) carecem de mistério, de misticismo, e de magia. Por mais poderosa que a  escolha possa ser, também pode parecer impotente. E nesse sentido, constitui um paradoxo.

Dor... A escolha pode ser prejudicial e dolorosa quando é utilizada como arma de arremesso ou em defesa própria, ou ainda quando é usada para nos castigarmos e ridicularizarmos. Há quem tenha usado o conceito da escolha para se defender. Quando a sua realidade parece não funcionar, lamentam-se por terem escolhido isto ou aquilo ou o facto de o não terem escolhido. “Mas eu escolhi...” torna-se no refrão que utilizam.

Outros usaram o conceito da escolha para se punirem a eles próprios por terem falhado ou por terem ficado aquém do objectivo que tinham. “Mas eu escolhi...” torna-se na farpa afiada que utilizam.

Se tiverdes usado a escolha para vos defenderdes ou castigardes, podeis passar a resistir agora a essa escolha por causa dessa dor passada. Se tiverdes usado a escolha para vos ridicularizardes, a dor de tal acção pode criar resistência em relação ao seu mistério ou misticismo. Se vos tiverdes aprisionado no juízo severo que brota da escolha dolorosa, podereis descobrir relutância para explorar a maravilha da escolha. Sugeriríamos nós que, com uma maior amabilidade e uma maior cura para com a dor, a opção da escolha poderá brotar uma vez mais.

Medo... A escolha pode ser assustadora quando é vista como demasiado reveladora e demasiado vulnerável, demasiado emancipadora e libertadora; ou demasiado responsabilizante e potente. Pode parecer terrível: Preocupais-vos: "E se eu fizer a escolha errada? Pode ser assustador.

Familiaridade... A escolha pode tornar-se automática, e quando assim acontece, deixa de ser misteriosa ou mística. Isso sucede, sugerimos nós, quando estais programados ou condicionados para escolherdes automaticamente ou quando sois conduzidos por velhos padrões, modelos, ou programas, quando outorgais o vosso poder ou autoridade aos demais ou renunciais a ele, ou quando a vossa ainda por romper "lei da escuridão" ameaça.

Umas Quantas Técnicas

Para permitirdes que as vossas escolhas se tornem mais significativas, mais poderosas, e mais mágicas, sugerimos haver várias coisas que podeis fazer.

1. Recordai e reuni-vos com os mistérios do vosso conhecimento. Trabalhai tornando-vos mais conscientes destes sete mistérios. Sugeriríamos que permitais que se tornem mais reais no vosso mundo. Ou seja, dai dimensão a esses sete mistérios; dai-lhes tempo e espaço. Permiti que tenham importância; senti o sentido, o significado, e o valor que tem para vós. Reflecti nisso; dai atenção a esses mistérios antes de terdes que lhes prestar atenção. Nessa medida, trabalhai com o objectivo e agi com base nestes sete mistérios. Permiti que a sua verdade se torne parte da vossa imagem pessoal. Ah, sim, permiti-vos escolher que estes sete mistérios se tornem reais. Sugeriríamos que a escolha é de uma importância seminal em relação à mudança.

2. Ponderai e saboreai estas declarações acerca da escolha que se situa além do espaço-tempo; trabalhai com estas declarações relativas à escolha mística. Brincai com eles. Nesse sentido, permiti que elas brinquem com a vossa mente.

3. Curar a resistência é indescritivelmente válido neste processo. Enfrentai e explorai a resistência que apresentais. Aquelas que aqui debatemos não são as únicas; destinam-se a ser catalisadores da resistência que podeis descobrir em vós. O reconhecimento e resistência são seguidos pela confirmação, pela admissão: Esta é a resistência que apresentais e ela pode ser curada.

Após terdes reconhecido e confirmado, perdoar-vos por terdes e apresentardes resistência em relação ao mistério e ao misticismo da escolha torna-se supremamente importante. A capacidade de se perdoar é chave em relação à mudança e assim chave em relação à cura.

4. A Técnica de Escolher a Escolha: É uma técnica de tal modo importante que muitos a afastam como demasiado "simplista". Sugeriríamos que aqueles que buscam a luta e a dor no seu crescimento são particularmente ofendidos por esta técnica.

Quando alguma acontece na vossa realidade, independentemente de ser significativa ou irrisória, neste sentido, trabalhai com os seguintes afirmações. Apossai-vos das afirmações e respondei às perguntas.

 Isto é uma escolha.
    
Esta é a minha escolha.
  
Eu opto por... (declarai o objectivo, coisa ou acção)...
    
A razão que tenho para esta escolha é...
  
É deste modo que vou responder; esta é a acção que vou assumir. A acção que vou exercer em relação à escolha que defini é... 
  
O resultado da minha acção foi...
   
Isso foi igualmente escolha minha.
    
Começai por pequenos eventos. Trabalhai com base em eventos que não causem ameaça e a seguir com eventos menos ameaçadores. Com o tempo, sugerimos, haveis de sentir o poder desta técnica elegante. E com os eventos significativos que ocorrerem na vossa vida, haveis de conseguir acesso ao poder, ao mistério, ao misticismo, e à magia da escolha. Sugerimos que se trata de um dom maravilhoso.

5. Quem está a proceder à escolha? Para edificardes com base na escolha consciente e no seu poder, é importante saber quem, no vosso íntimo, é que procede normalmente à elaboração das escolhas. Será a vossa criança ou o vosso adolescente? E de que faceta dessa criança ou adolescente se tratará? Esta questão pode ser muito útil.

Será o vosso ego negativo quem está a escolher? Será a vossa faceta parental? Quem estará a proceder a esta escolha? Uma vez mais, estas perguntas podem abrir-vos a um diálogo interior. Sugeriríamos que tal diálogo pode capacitar-vos. Também pode interromper o que podia representar uma via bastante negativo a seguir.

Mesmo quando “aquele que procede às escolhas” é exactamente aquele que queríeis que procedesse a tais escolhas, ter consciência disso pode ser esclarecedor e capacitar-vos. O resultado dessas escolhas pode ser verdadeiramente mágico. Conforme dissemos, a escolha pode representar uma dádiva formidável.

6. Conhecei a categoria da escolha que estais a fazer. No início, isso pode representar um embaraço ou uma perda de tempo. Embora pareça ser, sugeriríamos que isso não tem que representar um trabalho cansativo. Nesse sentido, ao tomardes uma maior consciência do tipo de escolha que estais a fazer, podeis adquirir uma maior clareza quanto ao modo de operar com esse agente activo da mudança.


Tipos de escolhas... Físicas, Emocionais e Mentais, ou Sociais. Esta será uma escolha que vos possa mudar fisicamente ou cuja acção seja de carácter físico? Esta escolha desenrolar-se-á emocional e mentalmente? Esta escolha afectar-vos-á a vossa realidade e mundo social? Quão para além de vós irá chegar? As respostas, sugeriríamos, alteram-vos os meios e os métodos de resposta.

Tipos de escolhas... Carácter, integridade, ou Valor. Uma escolha com base no carácter difere bastante de uma escolha de natureza física ou emocional. O toque da Alma é diferente. A consciência disso, com respeito à coisa, pode alterar a profundidade e o toque de mistério inerente a essa escolha. Uma escolha que incremente o sentido de integridade ou represente um acréscimo ao sentido de valor também é singular.

Tipos de escolhas... Criativas ou Espirituais. Uma vez mais, sugeriríamos, conhecer a energia e a força inerente ao tipo de escolha que definis, pode tornar o processo do escolher progressivamente mais consciente. Com uma maior consciência sobrevém uma maior magia.

7. Engarrafai a coisa! Podeis criar um tipo de elixir de um tipo parecido com o homeopático. Ou, sugeriríamos, podíeis trabalhar com os cristais. Seja com qual for, podeis criar um elixir da escolha, ou um cristal da escolha para manter o mistério e o misticismo... de forma a preservardes a magia... da escolha.

Removei as plantas daninhas do vosso medo e das escolhas maduras, as vossas escolhas velhas e novas, as escolhas a que renunciastes e as que abraçastes, e as vossas escolhas restritivas e expansivas. Fazei fluir a energia das escolhas maduras, das escolhas novas e as que abraçastes, e as escolhas luminosas para dentro do elixir ou para o interior do cristal.

Pensai em algumas das escolhas verdadeiramente espantosas que definistes antes. Ao pensardes nelas, senti a sensação de vivacidade, de gratidão e de amor. Senti a sensação que tivestes de valor próprio. Do mesmo modo, sugeriríamos, ficai alerta em relação a, e senti o vosso sentido de paciência, de dádiva, e de poder. Senti essas sensações em torno dessas maravilhosas escolhas que já tiverdes estabelecido. Repletos da ressonância dessas energias, fazei com que fluam para o elixir ou para o cristal.

Utilizai a energia da técnica de recordação e de reunião (técnica #1) e da ponderação e do saborear (técnica #2) e fazei com que essas energias fluam para a garrafa ou para a forma cristalina.

Agora completai o processo fazendo fluir o vosso amor, o vosso interesse, e o vosso sentido de intimidade para o interior da garrafa ou do cristal. Fazei com que as imagens que tendes fluam para a garrafa ou o cristal. Fazei com que as imagens que tendes da felicidade e da alegria assim como as imagens terapêuticas para esse recipiente.

Cobri a garrafa que contém o elixir ou cobri o cristal que se acha vivo com a luminosidade e o amor. Um pano simples funciona na maior. Cobri-o, sugeriríamos, por umas 24 horas.

Agora tê-lo-eis engarrafado. Tereis engarrafado a essência do mistério e do misticismo da escolha.

Tereis realmente feito isso? A resposta é convosco. Fica ao critério da escolha que definirdes.

Ah, tem sido uma alegria trabalhar convosco. E ficamos a antecipar trabalhar mais convosco à medida que implementais estas ideias e técnicas. Ficamos a antecipar o nosso próximo encontro...



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