sábado, 2 de julho de 2011

SOBRE A CRISE ECONÓMICA




Seth
18 de Dezembro de 74
Tradução: Amadeu Duarte

Em poucas palavras, no que diz respeito à economia, os tempos estão literalmente a mudar.

As velhas crenças já não compensam.

Vós, (Jane e Rob) achais-vos afortunadamente livres de muitas das crenças limitativas que poderiam, de outro modo, prejudicar-vos. Crenças que ora pareciam deixar-vos em desvantagem financeira operam agora a vosso favor. Vós não vos tornareis presas dos “perigos do sucesso”, como muitos...

Haveis de beneficiar da desgraça económica – mas pela simples razão de que as vossas ideias constituem aquilo de que as pessoas carecem para alterar as condições que estiveram na causa do desconforto económico.

A própria economia não passa dum reflexo dos conceitos das pessoas, do seu modo de vida, e não está a funcionar. As vossas ideias propõem esperança e uma promessa literal. As pessoas fizeram com que isso tivesse lugar, com as suas crenças, pelo que se torna de facto uma aventura criativa.

Aqueles que se voltaram inteiramente para o dinheiro e a posição vêem-se forçados - e virão a ver-se – a questionar as crenças que abrigam. Os problemas da economia podem tornar-se nas respostas para os problemas da civilização ocidental.

Sempre se dão reveses psíquicos e equilíbrios. Sempre que as pessoas sentem ter ido demasiado longe num processo, rompem com ele, detêm-no e observam-no.

Se possível devíeis ter um jardim com vegetais frescos – não só pelos valores óbvios como também pelo contacto implícito com o que a terra dá, sem que importe que esse jardim possa ser pequeno.
Alguns dos conceitos que aparecerão no “Unknown Reality” ajudarão o Ruburt a compreender a natureza da cura, porque isso é altamente importante. As pessoas que aqui acodem são curadas de modos invisíveis. Todos os altares referem basicamente santuários à autoridade da própria pessoa, a despeito da personalização ou deificação envolvida.

A determinado título, cada pessoa é Deus e cada um á completamente anónimo, porque Deus é completamente pessoal e inteiramente anónimo.

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