domingo, 3 de julho de 2011

O MITO DA RELIGIÃO






Canalizado por Serge J. Grandbois
Transcrito por Marcy Singer (Arindel)
Traduzido por Amadeu Duarte
Gravado em Toronto, Canada em 9 de December de 2002
© Copyright 2005 Avion Rising Inc.

KRIS: Agora, alegra-nos que tenham tido uma discussão tão viva e estendemo-lhes as  nossas boas-vindas a este nosso lugar tão cálido e hospitaleiro. 
 
Esta noite debruçar-nos-emos sobre variados assuntos. Gostaríamos de viajar convosco ao vosso assunto anterior sobre os tempos bíblicos. Queríamos ter uma discussão bíblica há já algum tempo, pelo menos há um ano a esta parte. 
 
MARCO: Certamente. 
 
KRIS: Portanto, trata-se duma oportunidade excelente. E realmente as vossas diversas escrituras, seja a bíblica clássica, com as suas raízes Judio-Cristãs ou as escrituras da Índia ou os despojos das escrituras da China ou ainda as escrituras deixadas pelos Maias antigos e assim sucessivamente - todas elas contêm núcleos de verdade, vislumbres duma compreensão oculta e tesouros que podem despertar a alma.  
 
Mas com a passagem do tempo e a manipulação de um grupo ou outro, o propósito saiu distorcido. As  perspectivas tornaram-se contaminadas. E actualmente vocês dispõem de algo que age mais como um veneno para a alma do que como um unguento. E isso constitui uma característica desafortunada das estruturas de crença que acabaram tresloucadas. 
 
Quando um grupo de elite pretende obter domínio, recorre ao método da lavagem cerebral e torna um grupo maior subserviente doutrinando-o com perspectivas que num certo sentido lhes azeda a vida e torna a massa láctea da generosidade humana amarga quando é tocada pelas convicções religiosas. 

JOSHUA: Por que continuam a surgir religiões novas sistematicamente? 
 
KRIS: De facto, se notarem bem, as religiões não são novas. Elas podem ser encapotadas para parecerem novas, mas todas contêm a mesma fundação básica e psicológica da doutrinação. As palavras podem sofrer uma certa mudança, porém, se examinarem as palavras com atenção verão que essas fundações não mudaram. As técnicas, o uso de modelos mentais específicos ainda possuem o mesmo efeito. Por que haveriam de abandonar tudo? 

JOSHUA: E com relação ao fundador da fé B'hai. Ele reivindica que o profeta provém directamente de Deus e que os mensageiros, os profetas, são a voz de Deus na Terra. 
 
KRIS: Então o que farão com todos os vossos outros Deuses? 
 
JOSHUA: Ele reivindica a existência de um só Deus e que todos os profetas provêm basicamente da mesma fonte e ensinam a mesma coisa. Está familiarizado com a noção de B'Hala? 
 
KRIS: De facto. 
 
JOSHUA: Ele obteve as revelações dele directamente de Deus? 
 
KRIS: Isso é uma interpretação sua.

JOSHUA: Então não passa duma interpretação dele. 
 
KRIS: É verdade. 
 
JOSHUA: Nesse caso ele seria um pouco como eu ou você. 
 
KRIS: É verdade. 
 
JOSHUA: Assim, toda essa coisa sobre revelação directa de Deus e a voz  de Deus.... 
 
KRIS: De facto poderíamos dizer que vocês são uma revelação directa da Divindade. 
 
JOSHUA: Obrigado.

KRIS: Porque os átomos e as moléculas e até mesmo as unidades de consciência que compõe a tua imagem tal qual é reflectida nessa realidade tridimensional constitui uma expressão do Todo. E  a tua, e a tua (indicando diferentes participantes). 
 
Assim vocês, todos e cada um de vós são uma expressão do Todo. Entendes? 
 
JOSHUA: Sim. 
 
PERGUNTA: Na minha compreensão, uma diferença entre espiritualidade e religião é a de que podemos sentir um contacto directo sem precisar de qualquer intermediário, ao passo que as religiões  quereriam que acreditássemos só pode chegar a Deus contanto que nos se dirijamos a um padre ou a alguém que seja um intermediário. Mas de facto nós temos a capacidade para dirigir-nos.....  
 
KRIS: A outra possível diferença é que quando embarcam no caminho de auto-descoberta espiritual vocês podem abandonar a religiosidade. O inverso não se dá. Vocês não serão capazes de dar prosseguimento à vossa espiritualidade se seguirem um caminho religioso. Um caminho não conduz ao outro. 
 
Assim esta pequena discussão também contribuiria com outra resposta para a TUA questão de não precisarem de qualquer intermediário para lhes falar sobre o que Deus quer que vocês entendam. Considerando que vocês são literalmente um faísca daquela consciência maior, vocês têm acesso directo a essas informações a partir da fonte. 
 
JOSHUA: Eu às vezes sinto-me confuso devido a que tenha mencionado que deveria tentar a EFT porquanto isso me ajudaria imenso. Eu tentei isso vários vezes e a coisa parece não trabalhar a meu favor. Por isso, por vezes eu chego mesmo a duvidar se o SOU. 
 
KRIS: Trata-se, possivelmente, dum caso especial. 
 
JOSHUA: Pois, às vezes eu penso que talvez eu seja uma monstruosidade. 

PERGUNTA: O que é TLE? 
 
KRIS: É um diminutivo de Técnica de Liberdade Emocional. 
 
JOSHUA: É um modo de perfurar e abrir os meridianos para o  fluxo de energia. Desse modo produz-se a libertação de certas questões emocionais. 
 
Mas por que é que eu tentei isto algumas vezes e a coisa não resultou? É capaz de perceber  a razão? 
 
KRIS: O que é que esperas? 
 
JOSHUA: Espero conseguir reduzir um problema. Eu estou a trabalhar nele. E isso é tudo o que a TLE reivindica conseguir.  
 
KRIS: Pois. 
 
JOSHUA: Mas não parece operar comigo. 

KRIS: Isso é bastante excepcional. Há muito poucos casos assim e é bastante provável que uma mudança na própria técnica, pequenas ou ligeiras modificações do processo poderá ser tudo o que se faça necessário. Mas ao mesmo tempo não é razão para a abandonares. Necessita-se de relativamente pouco esforço e tempo para se usar a técnica. 
 
JOSHUA: Eu não sei o que mais possa fazer para que a coisa opere. Eu tentei e não sei o que mais fazer. 
 
MARCO: Eu recorri à PNL, Programação Neuro-Linguística, e certa vez estava no consultório médico  e comecei a sentir um baque e depois outro e comecei a entender a coisa  e a deixar-me fluir com ela. Entretanto saí e abandonei a prática enquanto o problema ainda subsistia e depois regressei lá e pensei: “ É incrível! Estou mesmo a adorar esta nova ferramenta!” Depois voltei para casa e não usei mais a ferramenta. Portanto,  ainda precisamos recorrer ao seu uso enquanto temos  essa perspectiva. Pode ser que isso seja parte do teu problema. 
 
JOSHUA: Não, eu utilizo-a lá e a coisa não opera. Eu estou a usar isso principalmente com o pêndulo mas o pêndulo não se move quando o utilizo. Com outras pessoas opera de toda a forma  mas quando eu seguro o pêndulo ele permanece imóvel. E eu desejava saber mais sobre essa questão. Talvez eu seja uma monstruosidade. (Toda a gente se desfaz em gargalhadas)

MARCO: Só se tu disseres a ti próprio que és um monstro. Tu és aquilo em que acreditas.  
 
KRIS: Longe de nós qualquer menção em contrário. (Risos) 
 
Talvez voltemos a essa questão... 
 
Agora existe informação bastante interessante que não é divulgada ao público em geral,  relativa à fundação da estrutura Cristã primitiva e que ainda se acha preservada sob as arcadas do Vaticano, debaixo da terra. 
 
PERGUNTA: E que consiste no quê mais concretamente? 
 
KRIS: Essa informação é conhecida por algumas pessoas apenas, incluindo o que você chamaria  de alguns dirigentes (autoridades) da estrutura hierárquica da Igreja Romana e parte dessa informação foi encontrada nos antigos textos de Qumran e Nag-Hammadi, mas nem todos esses documentos foram postos à disposição. Lembra-te de que o grupo original que estudou as descobertas de manuscritos em Qumran e os Rolos de pergaminho do Mar Mortos foi supervisionado maioritariamente pelo departamento dos “guardiães da fé”, pertencentes à Igreja do Vaticano, ou mais conhecido como o Ofício da Directoria da Inquisição. Muitos documentos foram postos de parte, por temerem que eles pudessem pôr a posição da igreja romana, bem como a religião por ela estabelecida, em risco.

É conhecido por certos pequenos círculos académicos que os fundadores originais de - não podemos nem mesmo chamar-lhe  igreja Cristã, porque na maior parte do tempo não possuiu qualquer  dessas designações - mas esse grupo de indivíduos estabeleceu-se com centenas de anos de antecedência.   ANTES  mesmo de chegarem a ser conhecidos como cristãos albergavam células estabelecidas no Mediterrâneo e no mundo antigo. Albergavam células na Alexandria e Pérsia antigas e em muitos outros locais longínquos como até mesmo o que veio posteriormente a ser conhecido como Londinium (antiga designação romana da actual cidade de Londres, em Inglaterra). 
 
Eles criaram  todo um tráfico de informações, de peregrinos, de estudantes e estabeleceram o que vocês chamariam de Escolas dos Mistérios,  chegando a trabalhar o seu material de tal modo que se vós fosseis inclinados para a adoração de Dioniso, o Deus grego antigo, então a informação seria exibida levando em conta esse mito. Caso tivessem inclinação para a sociedade Persa então poderia ser trabalhados segundo o mito de Mitras. E outras culturas estabeleceram as suas raízes nessas Escolas dos Mistérios antigas. A ideia não consistia em estabelecer qualquer corpo religioso dominante mas sim células de mestres que ensinavam os indivíduos segundo os seus diferentes níveis de aprendizagem de forma que a pessoa passaria eventualmente da visão literal para o pensamento abstracto e esotérico a fim de alcançar o esclarecimento. 
 
A maior parte desses grupos tiveram os seus próprios professores, os seus próprios seguidores, porém,  eles não procuravam exterminar-se uns aos outros por meio da agressividade mas ao invés buscavam um maior entendimento, pois vós uma vez no papel de mestres poderiam ter a compreensão de que, na qualidade de professores,  precisariam educar mais os vossos alunos e vice-versa. 


PERGUNTA: Portanto eles estavam abertos à aprendizagem.  
 
KRIS: Pois é. Eles não terão necessariamente sido os seres mais compassivos devido a que talvez tenham sido um pouco elitistas e aristocráticos, mas eram suficientemente dotados de compreensão sobre a psicologia da natureza humana para estabelecerem a base e as fundações pelas quais os seus caminhos poderiam conduzir os alunos ou estudantes ao entendimento de alguns dos mais complicados mistérios sobre a realidade, tal como o que refere que vocês nascem constantemente em estado de graça e que a bondade é uma propriedade natural da alma. A agressão, o propósito destrutivo não são um atributo do ego, como algumas de vossas religiões hoje em dia ensinam. 
 
Hoje em dia, as religiões têm que convencer os seus seguidores de que a sua natureza inata constitui uma perfeita abominação, e de que o próprio facto de nascerem para a vida física é, em si mesmo, uma coisa quase imperdoável, mas se seguirem determinado caminho então haverá a esperança de se redimirem. Essa é a tarefa das religiões actuais. 
 
Assim esses ensinamentos mais antigos que procuravam fazer o aluno entender que à medida que ele ou ela progrediam na sua educação eles poderiam  morrer para o mundo físico e  renascer como personagens semelhantes a Cristo, tal como se tornara conhecido. Assim o principal intuito dos seus ensinamentos não era que Cristo seja o Deus que vocês devam adorar, devido a que ele tenha morrido por vós. Eles entendiam isso como uma encenação cósmica. Eles entendiam que se fossem capazes de se  alçar além dos vossos limites ordinários, vós poderíeis torna-vos semelhantes a Cristo.  
 
Os mitos que eles costumavam usar na transmissão desses ensinamentos eram dotados dum duplo significado. Podiam ser usados por aqueles indivíduos dotados duma mente mais voltada para o lado literal das questões a fim de os levar a entender inicialmente que eles podiam agora abandonar as perspectivas literais e passar a outro reino onde os ensinamentos não passavam de directrizes. Essa é a razão por que eles erguiam sociedades secretas. Não porque fossem melhores que os demais, mas porque a parte laica em geral teria tido maior dificuldade em entender, por exemplo, que vocês são seres eternos e imortais. E quer adorassem Ísis ou Osíris, Júpiter, Juno ou Hermes, isso não passariam de máscaras que deveriam conduzi-los aos mistérios mais profundos na compreensão dos segredos universais. 


A própria ideia que os primeiros cristãos reivindicavam de que somente o seu Deus era o verdadeiro e único Deus era cómica. Toda gente no mundo antigo era capaz de perceber que eles tinham usado os mitos pertencentes às culturas existentes ao seu redor, mas o facto de terem feito isso, haveria de os disseminar como a única crença verdadeira. E claro que todas as dos outros eram  falsas. 
 
JOSHUA: Isso é verdade em relação a todas as religiões. Todas elas sustentam essa atitude esnobe e elitista. De se estenderem demasiado por toda a terra. 
 
KRIS: Houve um tempo em que a maioria dos indivíduos sabia que por detrás da religião se ocultavam ensinamentos acerca do significado mais profundo da vida. Hoje em dia as religiões são, elas próprias, vistas como o significado mais profundo da vida. 
 
MARCO: Eles usavam a mitologia a fim de ensinar a moral, e agora os mitos são considerados verdadeiros. 
 
KRIS: E todos os ensinamentos inseridos neles foram removidos.  
 
JOSHUA: É capaz de perspectivar alguma época, no futuro deste planeta, em que não existam religiões devido a que sejamos evoluídos o suficiente para que deixemos de necessitar de policias e todas essas tretas? Peço desculpa pela linguagem. 
 
MARCO: A resposta tem que ser sim. 
 
KRIS: Existe, mas realmente será uma coisa muito difícil de alcançar. 
 
JOSHUA: Porque, penso eu, parece que de algum modo a religião dificulta a própria coisa que se propõe realizar. 
 
KRIS: Em última instância as doutrinas religiosas acabam por derrotar o seu próprio intento primordial, no final das contas. Mas como são capazes de ver, a vossa raça ainda lida com crenças religiosas adquiridas milénios atrás. Assim, isso é algo que leva muito tempo a remover por se achar tão profundamente enraizado na sociedade. 
 
JOSHUA: E com relação ao indivíduo? Digamos que eu sinta que finalmente me dissociei da religião, nesta vida, e que seja capaz de compreender e de avançar para além dela. Agora, ainda que por hipótese,  na minha próxima vida poderei nascer novamente e tornar-me inclinado de novo para a religião e repetir tudo de novo  após me ter “graduado”? 
 
KRIS: Se desejares renascer como um cristão isso deverá ser escolha tua. Mas nós não te aconselhamos necessariamente  a assumir uma visão tão estreita da realidade. 
 
JOSHUA: Entendo. O que eu estou a querer dizer é que, uma vez seja capaz de entender toda a tolice e limitação da religião numa encarnação, se isso se aplicará a todas as minhas vidas? 
 
MARCO: Estás a questionar-te sobre se estás a avançar? 
 
KRIS: Não podes perder a aprendizagem que acumulaste. Não precisas temer a possibilidade de voltar a um estado anterior, a menos que, claro, na tua própria mente sintas ser superior. Entendes? 
  
JOSHUA: Não. 
 
KRIS: É possível alguém chegar até mesmo ao ponto de tentar erradicar as religiões. Olha o Lenine com as suas denominadas perspectivas expandidas sobre como o único modo para libertar a sociedade seja o de a privar da sua droga colectiva - a religião. A sua tentativa foi bastante radical mas acabou escravizando as pessoas sob algo muito pior porque com isso ele estabeleceu a SUA marca religiosa. 
 
JOSHUA: O Manifesto Comunista. 

KRIS: Mas ele não adiantou o que quer que fosse, simplesmente disfarçou isso como se fosse a verdade definitiva. A liberdade com relação à religião não significava liberdade do Estado, e assim o Estado tornou-se uma religião. 
 
JOSHUA: Poderá alguém que se encontre aqui e que seja bastante dotado duma mente aberta, nada religioso, mas que seja capaz de perceber por detrás de todas as falsidades, esse indivíduo deverá ser bastante avançado e por isso, na próxima vida.... 
 
KRIS: Nesse caso ele agirá com base na compaixão, e aqueles que ainda se encontram engolfados nas crenças religiosas serão encarados com tanto carinho quanto aqueles que não estão. 
 
PERGUNTA: Sem qualquer julgamento, portanto. 
 
KRIS: É verdade. Portanto, nesse caso podes deparar-te ainda com outros que ainda se achem confinados nos limites das convicções religiosas e ainda assim haverás de os considerar como teus irmãos e irmãs e os amarás com idêntico afecto, mas não precisas de te deixar emaranhar com as suas situações. Desse modo estarás a agir a partir da compaixão, a qual deveria ser a vossa religião primária. 
 
PERGUNTA: Muitíssimo bem dito. 
 
KRIS: Devia prevalecer um credo e esse devia ser a crença no indivíduo. O indivíduo deveria vir em primeiro lugar, e as liberdades do indivíduo antes de tudo o mais. Mas as vossas sociedades são estruturadas segundo a convicção de que o indivíduo se acha possuído por um inato lado escuro e que das mentes do homem brotam criações monstruosas e por causa de tais convicções colectivas tão fortemente sustentadas, parece que o coração de homem – bem como o da mulher - está repleto de iniquidade, a qual uma vez libertada, só cria desolação, morte por atacado e destruição,  assim como a destruição da própria terra. 

Mas se alterares as tuas percepções e em vez disso entenderes que o coração do indivíduo está repleto duma bondade inata e todas as qualidades que são geradas por esse estado gracioso da mente, então poderás mudar literalmente a face do teu mundo. E existe nisto toda uma diferença devido a que se mudares a face de teu mundo, então lentamente outros indivíduos mudarão o mundo deles e em última instância o vosso mundo  colectivo reflectirá as novas estruturas de convicção. 
 
Agora vós não podeis anular a particularidade de acreditar. Elas são o que confere à vossa realidade as suas características ímpares. São o que confere ao vosso mundo a sua forma. Mas o que  podes fazer é mudar as crenças. Por exemplo, sabes que com a tua mão podes beijar uma criança, bem como causar-lhe dor. Significará isso nesse caso que devas cortar essa mão? Especialmente quando tens consciência de que tudo que tens que fazer é não bater na criança novamente mas mostrar ao invés que as tuas mãos estendem unicamente amor e cura. Entendes? 
 
JOSHUA: Sim. 
 
KRIS: De forma que isso é basicamente o que muitas da escolas de mistérios antigas estavam tentando ensinar, que o eu interno - e não se iludam a pensar que só porque eles existiram há mais de 2,000 anos atrás, eles não possuíam ideias altamente evoluídas. Muitos dos filósofos antigos possuíam noções mesmo bastante desenvolvidas sobre o que vocês hoje em dia chamam de eu superior, eus prováveis e projecções na realidade, e desenvolviam ideias bastante complexas relativas à reencarnação. Não nos termos duma progressão linear mas em conjugação com o conceito do eterno momento presente. 
 
Muitos destes filósofos antigos entenderam que Tudo o Que É (expressão comummente utilizada para designar Deus) se expressa em todos e em cada um, a despeito das vossas ideias a respeito. Muitos foram bastante mais esclarecidos do que o a maioria dos iluminados que existem actualmente no vosso mundo. E muitos deles voltaram com a preocupação de não deixarem que a opressão religiosa, especialmente no mundo Ocidental, se torne uma causa de tremenda preocupação e angústia, já que muitos desses antigos mestres foram eliminados devido à opressão e à perseguição religiosa. Muitos deles tomaram consciência, no momento da morte - motivada por perseguições - que só voltariam quando o tempo fosse o mais indicado. Entendes? 
 
(Sim) 
 
Muitos dos escritos desses antigos mestres estiveram perdidos, mas grande parte deles só parecem ter estado perdidos porque o público não tem acesso a eles. Eles estão escondidos em criptas debaixo do Vaticano. Existem tantos livros e volumes cuidadosamente controlados a fecho de cadeado, de forma que nenhuma informação - que possa comprometer as reivindicações da Igreja de ser a única religião verdadeira e original - possa transpor-se para o conhecimento público, à excepção de que eles não fizeram um trabalho assim tão bem feito.

PERGUNTA: Isso alguma vez virá a público? Alguma vez viremos a tomar conhecimento? 
 
KRIS: Levará o seu tempo. Daqui a aproximadamente uns estranhos 60 anos a partir de agora, mas devido a que certos indivíduos sejam suficientemente curiosos, eles poderão manifestar o aparecimento de alguns desses escritos antigos em lugares jamais explorados antes. 
 
PERGUNTA: Não poderão algumas das crianças psíquicas da China, que são capazes de penetrar nos computadores - não poderão eles penetrar nessas criptas com a sua visão e interpretar algumas dessas coisas? Ou alguém que tenha a capacidade para ver através de qualquer barreira. Seria tal coisa possível? 
 
KRIS: (Pausa longa) Na antiga Suméria, Babilónia e parte desse mundo ainda existem muitos tesouros arqueológicos por descobrir. Também existem muitas  escavações por empreender em muitos lugares dos países palestinos e israelitas antigos.  
 
(Pausa) Dentro dos próximos 20 anos existe uma elevada possibilidade de se darem pelo menos duas ou talvez três descobertas bastante significativas e importantes no mundo arqueológico, nas terras bíblicas, que estremecerão as fundações da fé de muitas pessoas. 
 
JOSHUA: Não poderá dar-nos uma previsão de uma ou duas coisas que venham a... 
 
MARCO: No caso de os Inquisidores não lhes deitarem a mão. 
 
KRIS: (Pausa prolongada)… Agora, aqui temos que descrever certas coisas apesar da falta de sintaxe científica de Joseph (Serge). Mas nós acreditamos que aproximadamente aí a uns 120 quilómetros a nordeste de Jerusalém, da parte antiga da cidade, existem umas colinas com cavernas ainda por descobrir que de facto penetram fundo na terra, sob a forma de criptas, e que terão aproximadamente entre vinte e cinco a vinte e sete séculos de idade, e que não só contêm pergaminhos antigos e documentos mas também artefactos que confundirão os investigadores simplesmente porque esses investigadores não entenderão o que terão achado. Mas uma vez que esses achados sejam compartilhados com o público em geral, então os engenheiros, especificamente os engenheiros electrotécnicos, poderão identificar aquilo que foi achado.  
 
E como um prelúdio para isso, acreditamos que deva ter existido, perto da cidade antiga de Bagdade, em algum ponto ao redor, um antigo recipiente negro, um achado talvez tão velho quanto de 1800 a 2000 anos, e ninguém soube o que era até novamente um engenheiro electrotécnico reconhecer essa construção como uma bateria muito antiga mas apesar disso muito potente. 
 
Assim, existem muitas coisas sobre as vossas culturas antigas que permanecem desconhecidas, e devido a que sejam  consideradas antigas, elas são frequentemente equacionadas nos moldes da ignorância. Entendes? 
 
TODOS: Sim. 
 
JOSHUA: Será que a Arca da Aliança ainda existe e em caso afirmativo, onde? 
 
KRIS: A Arca da Aliança (enquanto conceito) foi embelezado para além quase de sua descrição original, mas é em si mesma uma antiga fonte (de energia) ou bateria capaz de prover uma potente carga uma vez usada correctamente. 
 
(Pausa) Agora, os Etíopes pensam que ainda dispõem da Arca da Aliança original. Mas o original foi-lhes roubado pelos Templários. Muitas coisas estão ainda por ser reveladas com relação às actividades dos Templários na antiga Jerusalém, na Etiópia e por toda a Europa. Muitas pessoas ainda não entendem como, aparentemente, num espaço de tempo tão curto, os Templários, por si próprios, controlaram quase toda a Europa a ponto  do Papa e do rei francês, a fim de protegerem os seus próprios interesses, terem de forjar uma acusação de heresia e de os mandar matar e dispersar, tão poderosos se tornaram os Templários. 
 
Eles esconderam esse artefacto antigo numa cobertura forrada a chumbo. (Pausa) Algumas pessoas preferem acreditar que se ache enterrada debaixo de uma igreja antiga na Escócia. Outras pensam que esteja numa igreja no sul de França. Mas na realidade foi transportado por um grupo de Templários para o subcontinente indiano e foi sepultado sob uma cripta num antigo templo hindu. Ela virá a ser descoberta, mas não por muito tempo. Mais do que isto, não podemos revelar. 
 
MARCO: Tratar-se-á duma Duracell? (Risos) 
 
JOSHUA: Onde adquiriram eles o conhecimento para construir baterias tais como a Arca da Aliança? 
 
KRIS: As suas fontes tiveram origem no antigo Egipto. Lembrem-se de que o indivíduo mítico conhecido como Moisés foi treinado na qualidade dum elevado sacerdote destinado a ocupar o lugar do faraó quando este viesse a falecer, e assim ele teve acesso ao conhecimento arcano e esotérico, que permanecia desconhecido até mesmo para algumas das castas sacerdotais. O conhecimento para conceber tais aparelhos brotou dum tempo em que predominava uma outra cultura estabelecida no Egipto que se extinguiu e foi substituída, e mesmo então, aqueles que lhes ocuparam o lugar - e aqui estamos simplesmente a fazer uso gratuito da palavra - eles simplesmente não surgiram repentinamente, pois tratou-se dum processo gradual, mas eles não foram capazes de preservar a aprendizagem nem os ensinamentos, e eventualmente o conhecimento dos antigos idioma e arcanos diminuiu até ninguém mais ser capaz de se lembrar de como utilizar esses instrumentos.


JOSHUA: Na verdade, para que utilizavam eles a Arca da Aliança se era semelhante a uma bateria? 
 
MARCO: Como iluminações de Natal. 
 
KRIS: Eles tinham maneira de - como actualmente alguns dos vossos cientistas estão a descobrir - usar cargas específicas de energia electromagnética a fim de produzir a cura no corpo. 
 
JOSHUA: Então era usada para obter cura? 
 
KRIS: Inicialmente esses instrumentos eram destinados a ajudar a restabelecer o estado corporal. E eles foram deixados para trás por uma raça muito mais antiga cuja procedência original não foi do vosso mundo. Bom, nós não queremos entrar numa onda de Von Daniken. Isso é completamente uma outra religião. Mas o vosso planeta foi anfitrião para mais do que a vossa própria espécie. Não quer isto dizer que haja OVNIS a aterrar aqui diariamente, mas existiram outros povos que habitaram o vosso mundo e que se foram. 
 
PERGUNTA: Portanto, eles não estão aqui agora, estão? 
 
KRIS: Muitos não se encontram mais aqui. Outros regressam aqui. 
 
Agora, que horas são? 
 
MARCO: 8:45 
 
KRIS: Pois. Agora, para voltarmos ao assunto anterior dos tempos bíblicos, os primeiros fundadores dos grupos de Interpretação Literal que se tornaram ou estabeleceram o que veio a ser a Igreja Romana tomaram de outros mitos - e aqueles que são versados nas origens das religiões antigas poderão considerar isso a título de exemplo; muitos dos detalhes que constam do Sermão da Montanha na verdade foram quase literalmente extraídos de antigos textos egípcios que antecipam as perspectivas Cristãs no tempo uns quinze a dezoito séculos ou mais. 
 
O carácter retractado na figura de Cristo não passa duma combinação de indivíduos como aquele chamado no Velho Testamento de Josué, de Dioniso, o deus grego que também foi crucificado e ressuscitou ao terceiro dia, tendo igualmente sido visto ressuscitado primeiro por mulheres. E o culto de Dioniso recua atrás no tempo quase doze a quinze séculos antes da era Cristã. Existiram mesmo versões hindus e chinesas idênticas deste personagem. Portanto, não há nada de original no que chamam de Bíblia a esse respeito, especialmente no que toca ao Novo Testamento. 
 
JOSHUA: Os judeus acreditam que o Cristo era basicamente um judeu.... 
 
KRIS: Um desses indivíduos, que fez parte dessa combinação, na verdade não era mais do que um Rabino. 
 
JOSHUA: Sim, basicamente ele era muito bem versado em alguns aspectos da Kabala. 
 
KRIS: Pois. E bem viajado. 
 
JOSHUA: Bem viajado. E ele era basicamente um pouco rebelde, razão essa por que eles não gostavam dele, justamente por isso.  
 
KRIS: Agora, simplesmente não servia de nada aos propósitos dos iniciais fundadores Cristãos, especialmente aos apologistas da interpretação literal, tomar um Rabino por Deus. Assim, eles tinham que o moldar à figura dum super-homem, e adicionar alguma mitologia, radicando o seu perfil  em certos lugares e terras históricas de modo que não mais fosse possível determinar o que tenha sido mito ou histórico. 
 
JOSHUA: Mas o próprio Rabino, Jesus o Rabino. 
 
KRIS: Sim. 
 
JOSHUA: Ele morreu com que idade? 
 
KRIS: (Pausa) Acreditamos que aquele tenha falecido aproximadamente com a idade madura de 38, 39 anos. 
 
JOSHUA: Ele foi casado? Ele teve filhos? 
 
KRIS: Teve esposa e filhos. 

JOSHUA: Então ele foi casado e teve filhos. 
 
KRIS: Claro que sim.  
 
JOSHUA: Então a maior parte do que sabemos sobre Cristo na verdade não passa de mito. 
 
KRIS: Sim, tomado de diversos personagens e posteriormente redecorado. 
 
PERGUNTA: Ele era um de cinco filhos, pelo que eu entendo, e José era seu pai. 
 
JOSHUA: Contudo trata-se dum mito agradável não concordarás? 
 
KRIS: Alterou a face do vosso mundo. 
 
JOSHUA: Eu realmente desfrutei dele na primeira vez em que li o Novo Testamento. Eu li-o quando tinha 20 ou 21 anos e a primeira vez que o li fui completamente tocado por ele.  Pensei, " Meu Deus, esta é realmente uma história magnífica". 
 
KRIS: Pois, até começares a apreender a separar as inconsistências, as falhas, as contradições, os aspectos controversos e assim sucessivamente. Agora, há grupos de indivíduos que são chamadas, dêem-nos um momento... Apologistas. Eles agem sob a premissa de que existem contradições devido a que se trate da sabedoria de Deus. E claro que há outros mitos anteriores a Cristo que se parecem com a vida do Cristo porque o Satanás sabia que o Cristo estava a caminho, e assim ele  estabeleceu cultos semelhantes aos de Cristo no passado, para estontear as mentes dos verdadeiros crentes da fé una. 
 
JOSHUA: O Cristo Rabino era iluminado? 
 
KRIS: Ele era talvez bastante perceptivo a nível  emocional e fervia bastante em pouca água. 
 
JOSHUA: Como de resto a maioria dos judeus daquele tempo. 
 
KRIS: Lembrem-se do período em tudo isso se deu. Toda a cena foi representada no tempo da ocupação romana. Entendem? 
 
JOSHUA: Sim. 
 
KRIS: Havia salvadores às dúzias pelas esquinas. Messias, apareciam nas povoações aos pares e aos trios. Muitos quiseram ser O Messias, a fim de conduzir o seu povo rumo à liberdade do reino de Deus. Muitos eram alucinados. Muitos outros eram insignificantes. E muitos outros ainda não passavam de vigaristas. 
 
JOSHUA: Assim dir-se-ia que naquele tempo o estímulo prevalecente,  se assim se pode dizer, tenha sido berço de todas as formas de despertar? 
 
KRIS: Havia uma enorme energia concentrada naquele momento, porque num outro nível na psique humana colectiva vocês tiveram o início de todo um drama. O género humano, especialmente naquela porção do mundo achava-se numa desesperada necessidade de romper com muitos dos velhos padrões. 
 
Desse modo, o próprio inconsciente colectivo estimula um drama assim e chega até mesmo a saturar um indivíduo com propriedades psíquicas e sobrenaturais que lhe conferem as chaves para romper com os padrões prevalecentes, até uma altura no tempo em que isso se torna necessário de novo. 
 
Assim estamos diante da existência de dramas dentro de dramas. A Coronation Street não se parece com nada em comparação. (Risos)  *

JOSHUA: Estará o Cristo encarnado presentemente? Estará ele entre nós? 
 
KRIS: Se considerares que se trata aqui duma combinação de vários indivíduos, como tal, não existe nenhum Cristo que constitua uma personalidade. 
 
JOSHUA: O sujeito que era Rabino, aquele que  mencionou ter sido um Rabino que morreu com a idade de 38 ou 39 anos. 
 
KRIS: O Rabino não se encontra por cá. Nós acreditamos que ele tenha tido que chegasse. (Risos) 
 
Agora, também falamos, há algum tempo atrás, do Cristo enquanto entidade, o que é bastante diferente. A energia que impulsionou este drama psicológico e psíquico ao nível inconsciente é algo completamente diferente. E isso ainda está sendo representado em alguns outros níveis. É uma história contínua de profundas realizações. E muitos dos mestres das antigas escolas e antigas religiões de mistérios, como eles eram designados, estão ligadas a essa entidade. 
 
JOSHUA: De forma que essa entidade também é aquela que se achava por detrás, digamos, de Maomé e Moises? 
 
KRIS: Existem ramificações ou interpretações, a fim de satisfazer outras necessidades e outros tempos, outros lugares e pessoas. Mas não confundas a entidade com um indivíduo ou personalidade. 
 
JOSHUA: Certo. Portanto, realmente daquilo que pude entender, essa energia pode manifestar-se em qualquer período por intermédio dum indivíduo de qualquer tipo, mas isso em si mesmo é independente desse indivíduo, mas ainda assim pode manifestar-se de vez em quando de acordo com..... 
 
KRIS: As alturas e as pessoas. 
 
JOSHUA: Certo. Portanto, entendo que Maomé tenha sido uma manifestação dessa energia? 
 
KRIS: Precisamente. 
 
JOSHUA: E Moises foi outra? E Jesus outra? O Rabino chamado Jesus? 
 
KRIS: Sim. 
 
JOSHUA: E B'Hala terá sido outra? 
 
KRIS: Poder-se-ia dizer que eles são como que primos, mas ainda não percebeste a mensagem exacta de que eles próprios constituem o esclarecimento sem terem necessariamente de agir sob o pensamento de que eles não são iluminados e qualquer outra coisa o seja. Entendes? 
 
JOSHUA: Não. Esta parte soou ligeiramente vaga. Eles aferem-se por aquele energia universal que..... 
 
KRIS: Eles interpretaram isso de um modo todavia pouco consistente com os seus próprios ensinos. (Pausa) Eles ainda insistem que deva haver um profeta, por outras palavras um porta-voz de Deus. 
 
JOSHUA: Pois. 
 
KRIS: Agora, quando defendeis tal ponto de vista, automaticamente estais a advogar: ' Deus quer que faças assim; ele disse-mo. ' 
 
JOSHUA: Certo. 
 
KRIS: Assim sendo, 'ESTÁS impossibilitado de atingir as tuas próprias raízes divinas a menos que eu te conte o que Deus quer que te diga. ' 
 
JOSHUA: Certo. Mas se eles se aferiam por tão ampla energia, por que eles cometeriam tão fundamental engano? 
 
KRIS: Ainda não é suficientemente conhecido que vocês não precisam de ninguém que lhes diga como devem estabelecer contacto com o Deus que vocês já são. 
 
JOSHUA: Esses indivíduos dotados de grande inteligência, seguramente eles têm consciência disso. De qualquer modo por que razão eles fariam isso? 
 
MARCO: Nós somos quem  lhes confere essa inteligência. Ainda agora acabaste de lhes conferir essa inteligência. Tu possuis exactamente a mesma inteligência. Ninguém é melhor que o outro. Ninguém possui qualquer fonte superior. 
 
KRIS: Porque vós mesmos, todos vós outorgam a vossa autoridade a outros, numa base constante. 
 
JOSHUA: Mas quando nós vimos aqui e lhe colocamos questões, não será que de algum modo também lhe estamos a outorgar autoridade? 
 
KRIS: Contudo, se prestares atenção, nós não vos dizemos o que Deus quer que vocês façam. Ao invés, insistiríamos em que escutassem a voz de Deus dentro de vós, se o quisermos pôr nesses moldes. Tu possuis a autoridade para tomar decisões por ti próprio. Vocês não são dependentes de nenhuma deidade externa a fim de serem vós próprios. Vocês são a própria deidade que projectam na separação. 
 
PERGUNTA: Magnífico. Magnífico. 
 
KRIS: Conquanto haja muita gente que reivindique ser iluminada, prestai atenção às suas palavras e acções e notarão que, de um modo ou de outro, e apesar de tudo,  eles se submetem sempre de uma maneira ou outra a uma deidade aparentemente externa. 
 
O nosso propósito em parte consiste em recordar-vos  que dentro de vós se acha contido todo o poder que vocês outorgam aos outros. 
 
JOSHUA: Obrigado. 
 
KRIS:  És vigorosamente bem-vindo. (Risos) 
 
JOSHUA: Isso agrada-me. 
 
KRIS: Assim, não se prostrem diante de ninguém. Não se curvem diante de nenhum outro indivíduo mas ao invés reconheçam que dentro do vosso coração se acha a porta para toda a compaixão, aprendizagem e esclarecimento, pois essa porta abre-se a partir de dentro. Os caminhos não conduzem para longe de vós mas PARA vós. 
 
Assim, com isto nós agradecemo-vos profundamente por terem escutado a nossa voz - que não passa dum eco de todo o conhecimento poder e autoridade que se acham dentro de vós - um eco que, na melhor da hipóteses, é bastante pobre. Assim desfrutem do VOSSO poder e não busquem bênçãos mas repartam-nas convosco próprios e com os outros de forma repetida, com um abandono puro e amoroso porquanto ele existe dentro de vós. 
 
Com isto desejamos-lhes uma noite aprazível.


* Nota: Coronation Street é uma espécie de novela emitida a partir dos anos sessenta pela televisão britânica.


Hi Duarte,

Thanks again for doing these translations. A friend of Serge did proof read the first one for me and he said that it was of very good quality. There were only minor changes to make in the first half of it and none in the second half. It was like you were just getting warmed up. :)

- Mark -

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