sábado, 2 de julho de 2011

IMPULSOS


Seth
(The Nature of Mass Events)
(Excertos)
Tradução: Amadeu Duarte


Os impulsos que vos acometem são a vossa forma mais aproximada de comunicação com o eu interno porque na consciência de vigília eles constituem o ímpeto espontâneo rumo à acção. Que desperta desse conhecimento profundo de vós próprios e que obtendes nos sonhos.
Sessão 870

Psicologicamente, os impulsos que sentis são tão importantes para o vosso ser quanto os vossos órgãos físicos. Eles são tão altruístas ou tão pouco egoístas quanto o são os vossos órgãos físicos (com intensidade) e eu gostaria que esta frase fosse lida várias vezes. Contudo, cada impulso é talhado e acomodado directamente ao indivíduo que o sente. Idealmente, se seguísseis os vossos impulsos haveríeis de sentir a condição impulsiva, como o Ruburt diz, da vossa vida. Não passaríeis tempo nenhum a indagar sobre o vosso propósito porque ele se faria notado do mesmo modo que perceberíeis o rumo para o qual os vossos impulsos naturais conduziriam e sentiríeis fazer uso do poder no mundo por meio de tais actos.

Uma vez mais, os impulsos são entradas para a acção, para a satisfação, o exercício do poder mental e físico, uma via para a vossa expressão privada – a via em que a vossa expressão privada se cruza com o mundo físico e o cunha.
Sessão 857

Parecer-vos-á que os actos impulsivos correrão de forma desvairada na sociedade, sob a forma de cultos, por exemplo, ou de comportamentos criminosos, da parte da juventude; porém, tais actividades revelam em vez disso, o poder da negação dos impulsos na sua expressão natural, intensificados e focados por um lado em formas de conduta, altamente ritualizados, e noutras áreas na negação da expressão.
Sessão 857

Os vossos impulsos acham-se emersos na qualidade designada por Fé, porque impelem-vos à acção com a fé do momento da acção. As vossas crenças precisam interagir com os vossos impulsos; contudo, frequentemente elas podem desgastar essa grande espontaneidade natural benéfica que os impulsos podem fornecer. Quando faço menção aos impulsos, muitos de vós hão-de pensar de forma automática nos impulsos que vos parecem contraditórios, perigosos ou maus – mas isso deve-se ao facto de vos achardes tão convencidos do carácter desprezível do vosso ser. Possuís todo o direito de questionardes os vossos impulsos e de escolher por entre eles e de os avaliardes, mas precisais ter consciência deles e de lhes reconhecer a existência, porque eles vos conduzirão à vossa verdadeira natureza.
Sessão 870

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