terça-feira, 23 de maio de 2017

VOZES XXVIII



YADA DI SHI-ITE
excertos sobre as causas reais das mudanças geológicas e dos desastres que impendem sobre nós
Pergunta: Será verdade que os chamados discos voadores ou naves extraterrestres estão a vir até à Terra neste momento? (1957) Ainda há muito céticos que afirmam que não passam de balões, armas secretas, estrelas, inversões de temperatura, ilusões, etc.
Sim, é verdade. De pouco vale esforçarem-se mais por convencer quem quer que seja. À semelhança daquele que está à beira da crença, o melhor é deixá-lo ficar por aí. Não será por a vida lhes dizer respeito individualmente? Não precisam preocupar-se que os outros sigam o mesmo caminho que vós.
Pergunta: Alguns afirmam que as naves têm vindo há muitos milhares de anos e que os nossos antepassados sabiam da sua existência. Será isso verdade?
No período inicial que envolveu a Terra, quando o homem evidenciava sinais de começar a pensar, chegaram seres espaciais à Terra e instruíram o homem em diversas coisas secretas, não só com respeito ao sistema planetário como também com respeito ao seu viver interior. Alguns dos ensinamentos mais elevados que o homem recebeu chegou-lhe por via desses seres espaciais para que as várias civilizações pudessem avançar com uma maior rapidez. Durante longos períodos de tempo, os seres das naves espaciais fizeram visitas periódicas à Terra. Todas as raças humanas os testemunharam. Há quinhentos mil anos atrás eles eram bem conhecidos dos habitantes da civilização Yu, existente nos Himalaias. Eles vinham completar um certo trabalho, e assim que esse trabalho se encontrasse completado eles partiam durante um período, a ver de que modo funcionariam os seus esforços.
Eles chegaram mesmo a vir até aos vossos Índios das Américas e a ensinar-lhes muita coisa, e a levá-los em pequenos passeios nas suas naves.
Pergunta: Será verdade que os nossos antepassados tiveram naves próprias deles na antiguidade?
O homem teve naves espaciais na terra, que podiam mover-se através da Terra noutras civilizações e épocas. Só que essas naves não eram interplanetárias. Não possuíam a técnica que os habilitasse a escapar às forças gravitacionais da Terra.
Pergunta: Estarão os governos da terra na posse de informação extensa sobre naves extraterrestres, e estarão eles a reter essa informação das pessoas?
Estão, sim. Eles estão assustados. Estão de tal modo “instruídos” que se encontram assustados. Pouca instrução torna-os supersticiosos, mas demasiada instrução torna-os duplamente supersticiosos! E assim, eles temem.
Pergunta: Terão alguns homens na terra recentemente contactado naves espaciais na forma física e conversado com a sua gente na forma física?
Sim, isso já foi feito muitas vezes.
Pergunta. E terão alguns recentemente ido até ao interior dessas naves e viajado nelas?
Sim, em certa medida.
Pergunta: Existirá algum governo interplanetário no nosso sistema solar?
Seguramente. Existe aquilo que é chamado de hierarquia ao longo de todo o sistema solar – ao longo de galáxias inteiras e universos-ilha. A certos grupos de indivíduos são atribuídos certos planetas e até mesmo certos sistemas solares. Depois, há seres superiores que vigiam toda uma galáxia inteira.
(A esta altura da entrevista não conseguimos conter um ”Caramba!” o que causou uma diversão considerável. Achamos as inteligências com quem conversávamos afáveis, carinhosas, pacientes e bastante “humanas.” Apreciavam tanto uma boa piada quanto o calão Americano – embora por vezes o significado desse calão precisasse ser-lhes explicado.)
Pergunta: Estarão as naves espaciais que actualmente se encontram na atmosfera sob o comando de tais governos interplanetários?
Estão, sim. (Em certos contactos a hierarquia dos planetas é referida como Guardiães – Guardiães Planetários. Numa pesquisa subsequente, descobrimos que nenhuma nave espacial, mesmo que esteja em visita de turismo, pode penetrar na atmosfera terrestre ou aterrar sem permissão desses Guardiães.)
Pergunta: De onde provêm essas naves extraterrestres e essa gente que as tripula? Algumas dizem que vêm de Vénus e de outros planetas do nosso sistema solar. Outras, dizem que vêm do espaço exterior, das regiões etéricas.
Os ocupantes dessas naves espaciais são aquilo que é exactamente chamado de seres espaciais. Podemos afirmar, e em boa verdade, que “eles procedem” de um ou de mais dos vossos corpos celestes ou de planetas como Vénus ou Marte ou Úrano, ou de qualquer um dos outros, e também podemos afirmar que “eles vêm” de galáxias ou universos-ilha que distam muitos biliões de anos-luz da vossa terra – medindo o tempo conforme vocês o medem. Só que esses seres espaciais não têm consciência desses números gigantes de anos-luz de distância – não têm consciência de nada disso em absoluto. Biliões de milhas para esses seres nada significa. Eles acham-se inteirados do vosso pensar com respeito a isso, e que isso diz respeito aos conceitos de espaço e de tempo que vocês concebem. Mas esses conceitos para eles não têm existência. Esses seres espaciais podem ir a qualquer parte e visitar quaisquer corpos (celestes) que acharem ser necessário visitar. Nessa medida, podemos dizer que “eles provenham” de um planeta, se o desejarem.
Pergunta: Mas - essas naves dos Guardiães – terão origem num planeta particular?
Não. A sua origem não é planetária. Reitero o que afirmamos muitas vezes antes. Esses seres são seres espaciais. Se preferirem o termo “etérico” e o conseguirem compreender, isso quer dizer basicamente a mesma coisa. Eles habitam outras densidades ou outras frequências, outras dimensões do tempo, outras leis do movimento da matéria – nada mais que isso. Isso torna-se de difícil compreensão para o homem na Terra. Que irão vocês dizer a quantos não se acham versados no que é chamado de “dimensões do tempo”? Vão dizer-lhes a mesma coisa que o vosso grande Einstein disse ao homem das ruas com respeito à relatividade. Que foi que ele disse? Nada! Essa é mesmo a nota mais informativa que se pode dar a uma pessoa não informada. Nada, mesmo!
(De notar que isto foi dito com humor. Na verdade, poucos grupos de seres avançados, que conheçamos, terão feito mais para nos ajudar na compreensão do espaço exterior, das naves extraterrestres e dos seus tripulantes do que estes membros do Círculo Interior, canalizados pelo Mark Probert)
Pergunta: Os planetas situados fora do nosso sistema serão habitados?
Por entre os vossos visitantes do espaço há alguns que vêm de planetas e outros que vêm do espaço. O espaço não é aquele vácuo que há muito tem sido considerado. O universo pulula de vida de diversos tipos. Certos planetas têm habitantes muito semelhantes a vós, mas noutros, eles diferem muito no tamanho, na densidade, e noutras características. Pelo meio podem existir gigantes e pigmeus.
Pergunta: Como será possível que seres como nós vivam noutros planetas no nosso sistema solar? Como será isso possível, devido às diferentes condições existentes de gravidade, oxigénio, pressão atmosférica, etc.?
Os vossos instrumentos astronómicos científicos são altamente limitados e nem sempre lhes dão uma informação fiável. Alguns dos vossos planetas não possuem o equilíbrio do oxigénio de que vocês precisam ou da ionosfera necessária que lhes garanta o mesmo tipo de protecção. O homem terrestre acharia difícil viver nesses planetas por diversas razões. No entanto, alguns deles são habitados por seres que possuem corpos semelhantes ao vosso. Eles nasceram nesses ambientes pelo que se adaptaram a tais condições. Do mesmo modo, também eles encontrariam dificuldade em viver na vossa Terra.
Vénus não é tão quente quanto muita gente pensa. Possui uma enorme banda de substância ao seu redor que a protege de muita da radiação proveniente do sol. Marte não é um sítio tão desditoso de se habitar. Existe vida vegetal e vida animal lá, para além de vida humana. A Lua, pelo menos grande parte dela, é inabitável pela mesma razão que os vossos grandes desertos são inabitáveis. O lado que vocês veem é deserto. Mas do outro lado da Lua há gente que a utiliza como base para vir do espaço até à Lua e da Lua até à Terra.
Pergunta: Poderá fazer o favor de nos dizer algo acerca desses seres espaciais? Terão vivido certa vez na Terra, e serão mais avançados do que nós?
Muitos deles jamais viveram na terra mas nasceram nas suas próprias dimensões do tempo. Em termos técnicos, muitos desses seres são mais avançados do que vós. Filosoficamente falando, eles encontram-se de facto muitos passos à vossa frente, por não conhecerem guerras nem assassínios.
Pergunta: De que modo se comparará o nosso planeta com outros?
A terra é muito bela vista do espaço. Na realidade, comparada com os outros planetas, parece-se com um belo oásis no vasto oceano do espaço.
Pergunta: Haverá alguma gente do espaço efectivamente na terra actualmente?
A gente espacial pode e mistura-se com a gente da terra. Ela pode mesmo ingerir a vossa comida terrível sem sofrer consequências por saber como se aliviar dela sem precisarem tomar purgativos como os que conseguem na farmácia mais próxima. Veem como eu assisto ao vosso rádio?!
Pergunta: Também não seremos gente do espaço?
Vós próprios sois gente do espaço no sentido definitivo do termo. Tiveram origem numa dimensão elevada da frequência e estão em processo de despertarem e de aí regressarem. Quando voltarem a aprender a controlar a matéria serão capazes de passar para dentro e para fora das diversas frequências ou "períodos de tempo." Torna-se difícil fazê-los sentir isso agora, por ser algo que deverão abordar lentamente.
Pergunta: Quererá, se faz favor, explicar a natureza das viagens espaciais? Foi-nos dito que tem diversas fases diferentes, é verdade?
Entre as naves e não só o sol mas todos os sóis existentes no espaço existem grandes campos de energia. Quando esses seres espaciais começam a mover-se no que chamamos de espaço-tempo (num tipo de viagem que percorre milhas por hora num mundo tridimensional como o nosso) é à base dessa energia solar que funcionam. Entram em sintonia com a frequência de certas faixas de energia. Não é bem como um campo magnético, mas mais substância numa enorme velocidade de movimento. Eles contactam e controlam certas bandas de luz ou de radiação oriunda do sol, o que faz com que as naves parecer que brilham. Produz cor que pode percorrer toda a banda do espectro. As naves não se encontram nem fora nem dentro
Pergunta: Só para tornar a coisa mais clara, essas naves que vêm de outras frequências precisam converter-se na nossa frequência ao entrar na nossa atmosfera senão não as vemos? Será isso um facto?
Correcto. Eles podem estar na vossa atmosfera sem que vocês os vejam caso pretendam continuar.
Pergunta: Quando alteram a frequência vibratória isso pode levá-los a sair do nosso alcance da vista e do toque, certo?
Exacto. E da vossa proximidade, também. Assim que vocês saem do que é chamado frequência, assim que o fazem podem encontrar-se em Vénus, ou nas proximidades, por via da teleportação. É praticamente instantâneo. Agora, os vossos cientistas chegarão a saber mais sobre isso no decurso do tempo. O mais próximo que o homem chegou disso foi com o vosso grande Einstein.
Pergunta: Poderá o corpo de um homem terreno aguentar uma viagem dessas (viagens distantes para frequências elevadas)?
Lembrem-se que o vosso corpo é primariamente composto por água. Levar alguém da vossa Terra para um outro corpo estelar exige que o corpo seja alterado. E precisará sê-lo antes de poder ir para uma outra frequência. Terá que voltar a ser "quimicalizado". Precisará passar por uma "polarização" da substância atómica que compõe cada célula do organismo.
Pergunta: Isso será difícil de conseguir, da parte da gente do espaço?
Não, porque essa gente do espaço sabe como manipular a matéria. Actualmente isso ser-lhes-ia impossível de dominar pessoalmente. Mas eles podem consegui-lo caso o pretendam. O sangue do homem terreno coagularia caso o seu corpo fosse levado para uma frequência diferente do espaço exterior. Mas com uma nova polarização do organismo, tal não aconteceria. Eles precisariam cuidar das vossas estruturas físicas. As coisas são diferentes, amplamente diferentes, nessas dimensões elevadas ou frequências elevadas. Por exemplo, lá existe um estado superior que é chamado pureza da forma. A maior parte daquilo a que chamam de impurezas ou os venenos do sistema são eliminados.
Pergunta: E que dizer daquelas coisas que caem do céu?
No vosso país, na Califórnia, há não muito tempo e não muito distante desta cidade (San Diego) grandes blocos de gelo caíram e esmagaram alguns dos vossos carros nas estradas. Para manter as coisas calmas, as autoridades, alegou que esse gelo tinha caído dos aviões que estavam a passar por uma fase de descongelamento. (Riso) Decerto deveriam ter estado envoltos em gelo porque alguns dos pedaços pesavam mais que 113 quilos! Meus amigos, de onde veio realmente esse gelo? De um corpo celeste como Marte ou Vénus? Terá caído dos polos de Vénus? Não. Meus amigos, procedeu do que vós incorrectamente chamais de "espaço vazio." Caso o espaço realmente se abrisse e toda a sorte de coisas sairia dele - esse espaço em que estou agora a abanar a "minha mão." (Abana a mão do Mark no ar de forma divertida) Buracos no espaço - o que quer simplesmente dizer outras frequências - em que existem outros mundos que contêm muitas das coisas que vocês aqui têm e muitas outras coisas que não têm aqui.
(Nota: O incidente acima citado sucedeu em Long Beach, California, há uns anos, e surpreendentemente foi do conhecimento dos do Círculo Interior do Mark)
Pergunta: Então, o gelo veio de uma outra frequência?
Exacto. Ocorreu uma condição nesse instante e nessa secção particular sobre a cidade que foi equivaleu a algo como a condição que antecede um terramoto. Provocou uma brecha no espaço e uma perturbação na frequência por meio da qual o gelo caiu para a vossa frequência.
Pergunta: E que dizer daquele material branco esquisito que tem sido observado no ar e colhido das árvores e nos cabos de electricidade que gradualmente se desintegra quando mantido na mão? Alguns chamam-lhe "cabelo dos anjos" e associaram-no aos discos voadores.
As naves espaciais provenientes do espaço exterior são por vezes captadas nos vossos radares sob certas condições. Para evitar tal detecção eles libertam chuvaradas dessa substância. Na minha própria língua chamamos a essa substância "luckney" (descrição fonética) É um tipo de escudo de defesa contra os radares.
Pergunta: Desejas que essa informação seja difundida? (De notar que esta pergunta foi seguida por uma pausa definida, enquanto os membros do Círculo Interior conferenciaram entre si. Depois veio a resposta)
Não! (Nota: Somente por total permissão ter sido concedida mais tarde que esta informação é aqui incluída)
Pergunta: Quantas ou que quantidade aproximada de naves espaciais se encontram na nossa atmosfera?
Na camada superior da atmosfera da terra vocês têm entre cinco a dez milhões de naves espaciais. (Nota: percebemos que isto constitua um enorme choque para muita gente, mas foi coordenado com muitas as outras fontes de comunicação extraterrestre)
Pergunta: Poderia dar-nos uma ideia breve do tamanho dessas naves? Para nós soa algo um tanto confuso.
Elas variam muito desde pequenos discos que são empregues como olhos electrónicos, até enormes naves-mãe. Meus amigos, poderá parecer-lhes que estejamos a lidar com fantasia, mas é do vosso conhecimento que algumas das naves maiores chegam a atingir 8 quilómetros ou mais de diâmetro.
(Nota: O que significa que a sua extensão poderá ser diversas vezes essa medida. Informação posterior deu-nos a conhecer que podem chegar a atingir o tamanho de um planeta)
Pergunta: Muita gente nesta terra pensa que essa gente do espaço terá estabelecido certas bases físicas ou planetas artificiais a partir dos quais opera as suas naves próximo à terra. Fará o favor de comentar?
Claro que existem naves gigantes que podem actuar como bases e enviar naves mais pequenas. Eles não necessitam de "bases físicas." Um peixe na água não necessita de mais água para "decolar."
Pergunta: Existem muitas referências veladas no nosso mundo de hoje com respeito à probabilidade do nosso mundo estar a passar pela experiência de um "giro polar" ou mudança no eixo de rotação. Será tal coisa provável?
Um "giro" não é coisa que vá suceder. Verifica-se uma mudança, evidentemente, nos polos magnéticos, mudança essa que é significativa. Poderá parecer um tanto perigoso, mas esse "giro" não ocorrerá. As coisas mudaram um tanto. Isso sempre acontece. A mudança assenta no facto do sol estar a emitir mais energia cósmica para a terra, e mais dessa energia estar a passar pela ionosfera actualmente. Com isso refiro grandes quantidades, além de se encontrar num estado mais puro do que antes, o que está a provocar uma maior libertação de aquecimento sob a crosta da terra. Isso está a fazer com que as calotas polares derretam rapidamente de modo que não vão ter uma nova era polar mas enormes inundações que varrerão toda a terra. Também irão ter enormes tempestades, mas não uma nova era polar - nenhum "giro."
(Nota: Disto parecerá que é possível confundir mudanças verificadas nos polos magnéticos com a probabilidade de um giro axial. Percebemos que isto choca com as perspectivas de outros, mas sentimo-nos impelidos a publicar as perspectivas do Círculo Interior tal como as recebemos. O Círculo Interior sempre rejeita um conhecimento absoluto e emite apenas os pareceres que tem)
Pergunta: Qual será o maior perigo imediato que enfrentam as gentes desta terra?
O vosso perigo mundial maior assenta no poder atómico e no uso experimental que por vezes lhe dão. Essa é a maior preocupação do mundo - maior do que o de que o mundo ainda tem conhecimento. Independentemente de onde o homem se encontre na terra, isso afectá-lo-á. Não é detido de imediato, e a terra irá sofrer um efeito prolongado e duradouro na sua gente, que resultará numa ampla disseminação de mudanças genéticas. A forma humana sofrerá drásticas mudanças, e não para melhor. A vida da flora e toda a vida terrestre será afectada. Os experimentos que são feitos debaixo de água são ainda piores que os outros. Se alguma vez o homem terreno tiver que se voltar para o mar em busca de alimento, ver-se-á incapaz de o fazer.
Hoje, os vossos homens de ciência que estão a dar continuidade a isso são doidos. Pensam que lá por fazerem testes a ver se emitem muita radiação e não encontrarem muita, pensam que isso não tenha importância. Não param para reflectir no efeito do "pequeno" que são capazes de constatar. O pouco que detectam, acaso não fosse lá colocado pela natureza - uma condição natural - então seria uma situação de desequilíbrio. Eles brincam como crianças com brinquedos. Assim que a experiência termina, que é que descobrem? Que é que terão provado com isso? Sabem? Os efeitos não irão surgir com rapidez - mas lentamente. Eles surgirão lentamente - como um ladrão pela calada da noite.
(Nota: O Círculo Interior é diligente nos avisos directos que emite com relação aos perigos decorrentes do uso da energia atómica. Também referem existir outros diferenciais de energia muito menos perigosos, que deveríamos procurar)
Pergunta: E que dizer das chamadas "bolas de fogo"? Algumas são verdes.
Os Guardiães estão a fazer tudo quanto podem sob as leis cósmicas a fim de ajudar o homem na Terra. Eles enviam essas enormes bolas de luz para a atmosfera para ajudar a neutralizar radiações atómicas perigosas. Elas reúnem as radiações e convertem-nas em formas menos perigosas para o corpo humano.
(Nota: Caso isso seja verdade, e alguns dos mais experimentados pesquisadores há anos que consideram o Círculo Interior altamente respeitável e fiável - isto certamente constitui um comentário sobre a nossa civilização. E que retracto - os nossos cientistas a envenenar a nossa terra - e os homens do espaço, os nossos mentores ou "anciãos" a neutralizar esse envenenamento!)
Pergunta: Será por isso que as naves espaciais acorreram à terra em tão vasto número?
Nós não gostamos de vir para falar convosco de condições desafortunadas. Contudo, precisamos fazê-lo. Vocês não podem enterrar a cabeça na areia. Primordialmente eles estão a chegar para os prevenir para se precaverem, mas não é só por causa disso. O tempo para os avisos está a encurtar-se. Vocês estão a envenenar a vossa atmosfera. As vossas populações não serão capazes de viver na terra caso continuem. Vocês transformarão a vossa belíssima Terra num local de desolação.
(Nota: Enquanto aqui seja dado enorme ênfase ao enorme perigo inerente à manipulação da radiação atómica, será de notar a frase "mas não só isso")
Pergunta: Quererá dizer que há uma possibilidade do homem se destruir a ele próprio e erradicar da Terra?
O homem é em definitivo capaz de se destruir e erradicar da face da Terra, e está a tentar consegui-lo presentemente. Ele possui um desejo masoquista inconsciente de destruição - então assim será! Como o tempo no esquema cósmico das coisas não pesa muito, caso o homem pretenda destruir-se e erradicar-se fisicamente do planeta durante um período de tempo, isso é um direito que possui. Isso poderá ser necessário por uma questão de experiência, mas eventualmente ele regressará de novo e tentará uma vez mais, porque a isso se verá obrigado.
(Nota: Isto é apresentado de uma forma um tanto condensada, mas a intimação parece a de que, caso o homem se varrer a si próprio do planeta, ele regressará de novo à terra uma e outra vez até que finalmente aprenda a lição de que a destruição não rende benefício algum)
Pergunta: Será permitido que o homem destrua o planeta?
Não! A preocupação central dos povos do espaço não está no facto do homem poder destruir-se. O que eles não querem que aconteça são mutações súbitas ou mudanças químicas na estrutura física da terra devido às radiações que brotam dessas bombas! Lembrem-se de que a própria radiação cósmica oriunda do sol é altamente diluída ao passar pela ionosfera, de modo que somente uma parte tolerável consiga passar. Ao soltarem essas bombas vocês derramam energia pura na vossa atmosfera sem que disponham de nada que a dilua ou decomponha em substâncias mais ou menos inofensivas. O planeta em si mesmo constitui uma escola. O homem não irá destruir a Terra.
Pergunta: Diante de uma emergência aguda, essas naves espaciais levarão alguns dos nossos habitantes para fora da Terra - levá-los-ão para uma outra parte qualquer?
Exactamente. Será voluntário. Aqueles que não quiserem ir poderão ficar.
Pergunta: Haverá alguma coisa que nós humanos possamos fazer - coisas que deveríamos estar a fazer e não estamos?
Claro que há muitas coisas que não estais a fazer. Também há muitas coisas que não sabeis como fazer, mas actualmente não me encontro em posição de lhes dizer quais. Muitos mestres grandiosos indicaram-lhes o caminho. Meus amigos, sabem viver um dia de cada vez? Concentrar o vosso pensamento naquilo que estão a fazer? Esquecer o que os outros estão a fazer? Desempenhar a vossa própria parte pelo melhor de que forem capazes? Façam o melhor que puderem. Aprendam a meditar. Cultivem o controlo emocional. Isso é muito importante. Cultivem o desapego - a ser o "sonhador" e não o sonho. Vivam a vossa vida em pleno com AMOR. Não podem fazer mais.
                                               
Lingford
As vossas igrejas cristãs falam dos males do espiritualismo, mas lá chegará dia em que a vasta maioria compreenderá que os contactos feitos a partir do nosso plano para com o vosso constituem uma necessidade de ambos. Então, a porta entre ambos os mundos abrir-se-á de par em par – e a morte deixará de existir.
Pergunta: Duvidamos que a nossa cultura sobreviva o suficiente para chegar a ver tal possibilidade.
Lingford: Receio que não. Dar-se-á tal calamidade no futuro, que o fim da terra parecerá ser posto fora de dúvida. Mas não será assim. Será antes o começo de uma grandiosa e maravilhosa vida terrena para o homem.
Pergunta: Será uma calamidade provocada pelo homem?
Lingford: Um pouco por ambos, por as vossas mentes conjurarem várias formas de destruição até a própria terra reagir a isso. O homem, por intermédio do seu pensar, chega a governar até mesmo os elementos. Mas estou a tornar-me demasiado filosófico, pelo que será melhor que me cale.

RAMA-KA-LAO
(O médium começa a andar de um lado para o outro, quando controlo assume)
Lamento ter apanhado o jovem de pé mas vou cuidar dele. Desejo falar-lhes acerca dos vossos chamados discos voadores. Vocês sabem, essas coisas andarão para lá e para cá de visita ao vosso mundo, mas conforme já tinha dito no passado, nada será descoberto acerca deles até que o homem aprenda mais acerca do que é chamado Etérico. Todas as coisas no vosso plano, todas as coisas da terra, até mesmo a terra em si mesma, vieram do Etérico. Não compreendo porque será tão difícil a ciência aceitar o facto desses objectos voadores, não só os discos, como todas as naves estranhas que surgem espontaneamente. A vossa Bíblia diz que o vosso mundo foi feito em seis dias: porem, não diz como foi feito; apenas declara que o foi.
Pergunta: Essas naves procedem do mesmo lugar que os discos?
Procedem. O propósito que trazem é um de boa vontade. Conquanto não sejam molestados, eles não aos molestarão., mas conforme eu disse também, no passado, e vejo que o que eu disse não fez a menor diferença, eles não deviam ser perseguidos, por em qualquer dos casos, a destruição recairá no perseguidor. Há por entre vós um dito famoso que reza mais ou menos assim: “Os tolos correm onde os anjos receiam pisar.” Uma criança aproxima-se do fogo e toca-o e fica queimada por não saber mais. E nós só aprendemos pela experiência, pelo conhecimento. O som é uma das causas para o súbito surgimento desses objectos – o som. Vocês estouram com o etéreo com a energia atómica, as vossas transmissões de radar feitas através do etéreo – abrem-lhes o caminho.
Pergunta: Criam efeitos nos planos etéricos?
De verdade!
Pergunta: O seu surgimento em vastos números estará ligado a algum evento que esteja para ocorrer, no nosso lado?
Em parte; e em parte, à ideia de que a vossa forma de civilização está rapidamente a atingir o auge. Todas as civilizações assim como todos os indivíduos atingem o auge e a seguir desaparecem; a vida constitui um ciclo contínuo.
Pergunta: A intenção do contacto deles estará em nos estudarem e observarem?
Sim, para futuras civilizações. Vocês não supõem que, pelo facto das vossas câmaras do tempo que enterraram no leste serem feitas de aço e de cimento as vossas forças destrutivas não as consigam destruir, supõem?
Pergunta: A libertação de energias nucleares?
Sim; assim, alguma história poderá ser impedida às presentes conquistas do homem, mas ser-lhe-á dada de volta quando o grande desastre vier e tiver ido.
Pergunta: Disseste que a nossa civilização teria praticamente atingido o seu auge?
Sim. Sem qualquer intenção de lhes suscitar quaisquer ideias más, o grandioso e maravilhoso plano da vida é o de que nada lhe pode suceder – unicamente a mudança.

ALFRED LUNTZ
Os seres desencarnados muita vez dependem o seu tempo com coisas tolas. Que haverá a ganhar com a transferência de um objecto daqui para ali se não o podemos usar nem pôr o fenómeno a contribuir para um melhor viver? o fenómeno dos aportes é muito interessante, mas aposto – caso possa ser permitido a um ministro apostar – que poucos, se alguns médiuns aqui no mundo ocidental saberão o que está a ser feito. Eles apenas se sentam em aposentos às escuras e deixam que as coisas aconteçam. Muitos de nós fomos educados numa forma de matéria mas não sabemos que existem inúmeras formas de matéria – devido ao facto de existirem inúmeras formas de movimento.
A deslocação de um objecto de um lugar para outro, e por intermédio da matéria tridimensional, é conseguida pela redução do seu denominador mais baixo. Mas, que será isso? É calor. Ainda mantendo o molde a partir do qual a forma é construída, mantendo o molde etérico dela mas reduzindo-a a calor puro. Suponho que alguns de vós que tenham tocado em coisas que tenham sido aportadas terão notado esse calor, não?
Meade Layne: Sim, isso  é bastante conhecido – só que por vezes são sentidas geladas ao toque
Pois bem, podemos entrar nisso. Nós no estado de vida em que nos encontramos, não conseguimos manusear a vossa substância tridimensional. Precisamos assumir um género de forma tridimensional para o fazermos. Contudo, quando estamos para conduzir um objecto por aporte reduzimo-la à condição que possamos manusear. Afinal, a substância a partir da qual a vossa matéria chega a existir, só posso chamar-lhe “matéria-mental” – termo ridículo, mas quem conseguirá sugerir um melhor?
Meade Layne: Está em voga e encontra ampla aceitação. O tamanho e o peso do objecto a aportar farão alguma diferença?
Não, não faz a menor diferença.
Pergunta: Os templos Maias terão sido aportados?
Bom, senhor, desejaria poder dizer que sim – só que soaria tremendamente romântico. mas, como os vossos Americanos dizem, não me atrevo a “pôr a cabeça no cepo.” Há muitas formas de se conseguir o que desejamos. A Força Motora permite ao homem fazer o que quer que ele verdadeiramente desejar.
Bom; reduzir um objecto a calor, há um tempo em que pode ser dito que está frio – estará ffrio para o vosso mundo. Mas um objecto etérico é capaz de penetrar a vossa matéria simplesmente por a estrutura atómica ser amplamente diferente no peso e tamanho.
Meade Layne: É mais denso, é isso que quer dizer?
Sim, muito mais. O átomo é muito mais pequeno, devido ao facto do núcleo não emitir o tipo de radiação de calor que o vosso átomo tridimensional emite. Por isso, o campo electrónico terá caído muito mais fundo no núcleo central. Creio que vocês têm alguma maneira de colocar isto
Meade Layne: Sim, temos vindo a procurar desenvolver esse ponto de vista, especialmente em associação aos discos voadores.
Pois. Amigos, no som, na cor, na forma, em tudo quanto têm no vosso mundo existe um estrutura similar noutros planos da consciência – mas cada um para o seu tipo, por toda a vida ser constituída por uma harmonia precisa; nada se revela fora do sítio excepto – peço desculpa por o ter que dizer – o homem. o homem sai do seu sítio correcto, com o seu pensar.     
Quase pareceria melhor nem pensar, não? Mas, voltando à questão – sugeria que alguém que vá se venha a dedicar a aportes cuide bem de si, por ser pelo completo envolvimento das próprias energias do seu corpo que ele consegue isso.
Pergunta: (...)
Não, a energia não é transferida da parte do médium para o objecto; é pegada pela entidade desencarnada de modo a lhe ceder ou emprestar o tipo de energia necessária para esse tipo de trabalho entre dois estados de consciência.
Para usarmos este médium conforme estamos a fazer, precisamos extrair do seu corpo quantidades de energia calorífica – manufaturadas onde? Das forças sexuais, o Sol central do corpo humano. É o calor das energias sexuais que mantém o corpo vivo e a vibrar. Quanto mais velhas as pessoas ficam, mais frios se tornam os seus corpos caso não e cuidem adequadamente, por começarem a ficar exauridas desse calor magnético. Precisamos devolver ao rapaz (Mark Probert) aquilo que tivermos retirado dele, e a única forma porque podemos conseguir isso é retirando-a de vós – um género de vampirismo, não é?
Pergunta: (...)
Retirámo-la de todos os presentes no aposento, e não só de uma pessoa, embora hajam alguns de quem possamos retirar mais. Aquilo que vocês veem à superfície constitui uma parte diminuta daquilo que não veem.
Meade Layne: Gostaria de te perguntar sobre aquilo a que chamam de “duplo de vidro*” – a exteriorização de parte de uma perna ou braço que parece vidro transparente. Um dos nossos amigos aqui presente esta noite passou por essa experiência – viu-o deitado a seu lado ao acordar, tipo um braço ou uma mão expulsos.
A psique habita o corpo – porém, como? Reside em cada célula do corpo. Esse “duplo vidro” faz parte do aspecto psíquico deslocado, muito à semelhança de alguém deslocar um braço ou uma perna. Ele pode ser conjuntado por muitas formas de actividade mental, mas não me atrevo a pôr o dedo numa causa directa do fenómeno.
Pergunta: (...)
Sim, pode acontecer que a pessoa tenha ido num passeio algures e não tenha retornado por completo ao seu corpo, mas tenha deixado essa parte saliente.
* O fenómeno raramente é observado, ou pelo menos reportado. O professor C.J. Ryan reportou-o como caso pessoal. Em todo o caso, a literatura que lida com o corpo astral ou  psíquico não faz menção a esse duplo. A “membro” de vidro reflecte a luz como um cristal esculpido o faria, só que é perfeitamente transparente, e revela a estrutura interna. Possui uma forma delicada e bela...

LINGFORD
Recomendações para o desenvolvimento da clariaudiência

Deitem-se de costas ao comprido, ou com a cabeça apenas erguida o suficiente por uma questão de conforto. Deitem-se num colchão duro no chão de modo a que o corpo permaneça esticado. Aposento silencioso, usem uma luz coada ou venezianas. Relaxem tanto quanto possível, por um curto período de lenta respiração. Exalem tão devagar quanto tiverem inalado, e conscientemente “soltem” nervos e músculos; sintam a crescente pressão do corpo para baixo, como um peso morto. Deixem que a mente penetre num estado de indolência. Não se concentrem, nem procurem deixar a mente em branco. Não persigam nenhuma linha de raciocínio especial, mas deixem que a mente vagueie sem objectivo, muito à semelhança de quando vão dormir. Inicialmente formulem a pergunta – algo que possa ser respondido por uma ou duas palavras (Sim, não, talvez, com o tempo, etc.)
Deitem-se e adiram a isso, ao facto de quererem uma resposta para essa pergunta particular e nenhuma outra. Se outras afirmações forem escutadas (como que por via audível, ou subitamente surgirem na mente) rejeitem-nas. Somente por uma regra dessas poderão certificar-se de reter o controlo. A clariaudiência pode facilmente conduzir à obsessão por parte de vozes não desejadas, a menos que seja estritamente controlada.
Tenham com clareza em mente que uma entidade está a vir a vós para lhes comunicar, por entre os intervalos dos vossos pensamentos, ou seja, as palavras que usa surgem entre os vossos pontos de atenção. Pensam ociosamente num amigo ou num livro ou noutra coisa trivial, e então o vosso pensamento  desliza para uma cidade distante ou um visitante esperado. É entre esses pontos de consciência que o comunicador obtém aceso à vossa mente.
Sejam pacientes, relaxem porém, atentos; tentem-no por uns 15 a 25 minutos, duas ou três vezes por semana; adiram sempre à regra aqui delineada, em relação às perguntas e respostas. O importante é obter um bom e seguro começo, e de uma forma segura e simples. Daí para a frente, com um bom discernimento, poderão avançar quanto quiserem.

YADA 1951
Sons do astral são muita vez escutados no plano terreno, e os sons terrenos no astral – mas geralmente não os escutamos. Vocês também são assim. Ao vosso redor existem sons o tempo todo, mas como não concentram a vossa atenção neles, não os escutam.
Pergunta: (...)
Não, não há forma de os diferenciarmos – mas existe aquilo a que se chama som do silêncio, como o que os clariaudientes conseguem ouvir
Pergunta: (...)
Não, esses sons do silêncio não provocam o menos efeito nos tímpanos, mas geram uma sensação que é captada pela glândula pineal. Assim, isso é muita vez classificado pelos vossos psicólogos como “ruídos na cabeça” e geralmente associam-no à idade.
Vejo por aqui um bom número de caras novas, pelo que talvez deva explicar um pouco quem nós somos. Amigos, somos um grupo de dezasseis pessoas que formam o “Círculo Interior” deste rapaz., A nossa missão, caso queiram chamar-lhe isso, é a de servirmos falando por intermédio deste rapaz, e falar-lhes a respeito da vida conforme a encaramos agora. Nós somos o mesmo que vós; a única diferença está em que vocês possuem um corpo físico enquanto nós não. Amigos, não existe nada de assustador nem de desagradável na passagem desta vida para o astral. É uma coisa encantadora ser-se liberto desse revestimento pesado a que nós chamamos corpo físico-químico. Sentimos como se nos tirassem uma carga de cima. Contudo, não conseguirão aqui ser felizes se não tiverem sido felizes na terra – caso não tenham desenvolvido um certo grau de desapego da ansiedade e das dificuldades aí; se não tiverem aprendido a entender algo acerca de vós. Porque, entendendo-se, vocês compreenderão a vida.
Também espero que não pensem encontrar repouso quando passarem do corpo físico. Tudo é composto de acção, ou seja, consciência. Sem acção, sem movimento, não pode existir consciência. Há muitos dorminhocos no meu plano, porém, alguns, devem-se ao facto de terem vivido por muito tempo no vosso plano – pelo menos aquilo que vocês chamam de muito tempo, embora o homem devesse viver até os 250 anos em óptimas condições. Se viverem correctamente e comerem adequadamente e a prenderem a relaxar, mas acima de tudo, se aprenderem a pensar em termos construtivos, viverão por muito tempo em óptimo estado de saúde. Porque pensar em termos construtivos significa não desperdiçar a energia com movimentos inúteis que avariam o corpo.
Preocupações e ansiedade são movimentos desses inúteis. Todas as doenças do homem procedem da acção da mente. Bem sei que alguns de vocês pensam em germes, só que os germes são produzidos por determinadas acções que a mente gera sobre os químicos do organismo. Vocês criaram o vosso próprio corpo, vocês conduziram a vida física a vós, e também conduzirão a morte a vós - embora realmente não exista coisa alguma quanto morte, e apenas exista mudança.
Vocês virão a andar pelo espaço muito à semelhança do que fazem nos sonhos - embora na realidade não exista coisa alguma quanto espaço - apenas existe consciência. Vocês acreditam que esta mesa onde coloco as mãos deste rapaz, que estou a utilizar - ocupam espaço? Não, por o espaço não ser passível de ser comprimido. O espaço flui para ela como o vento por uma rede. Isto tem existência na minha mente - esta mesa. Mas é composta do quê? Por ondas de luz, construídas pelo pensamento. Devido ao quê? Devido à necessidade, à semelhança de tudo o mais. Da lei da necessidade surgem todas as coisas.
Quando o olho visualiza esta mesa, essa imagem é diminuída. Mas, como é que atinge as células do cérebro? Por meio de impulsos eléctricos que percorrem os nervos. Isso é o que excita os nervos, ou as células do cérebro. Estas últimas possuem dentro de si gotas de ácido a flutuar, pequenos grânulos. Quando sofrem um estímulo exterior, um impulso eléctrico percorre os nervos, e quando alcança o cérebro e ataca o ácido, isso excita os grânulos. Isso, por sua vez provoca aquecimento ou oxidação, que destrói as toxinas, e nesse instante vocês conseguem uma imagem ou o que é chamado visão - ou paladar, ou audição.
Mas, uma vez mais, porque razão veem? Por precisarem ver. Para poderem aprender alguma coisa. Por isso compreender tudo quanto o homem é suposto conseguir neste mundo físico-químico - adquirir conhecimento.
Pergunta: Captou-me os pensamentos? Eu estava a pensar que precisamos usar duas línguas para falarmos dessas coisas. Neste caso falamos de nervos, células, etc., enquanto entidades físicas, e no instante seguinte falamos nisso como sendo mental.
Yada: Conversa sem nexo, não é? Isso provém da crença que têm no corpo físico. É daí que vem. A consciência forma um corpo e acredita que habita nele. Se conseguissem atingir a consciência universal não defrontariam tais restrições.
Pergunta: Mas, a consciência não se achará sempre localizada?
Yada: Está. Se pegarem num objecto qualquer e concentrarem a vossa consciência nele, tomarão consciência dele como se fosse um objecto. Se for feito de pau, terão consciência do pau; se for de pedra, terão consciência da pedra, e assim. Mas quando se tornarem na mente universal pensam que precisarão estender o vosso cérebro a toda a parte? Não; apenas concentram a vossa mente na sensação da universalidade, e tornam-se nisso - mas ainda assim haverão de reter a vossa consciência pessoal ou individual, não de fulano de tal nem de missa não sei das quantas, por vocês não serem o nome, nem o corpo - vocês são a mente.
Meade Layne: Um associado nosso, FE., fez a transição a 5 de Fevereiro de 1951, em San Diego. Em menos de duas semanas, ele comunicou directamente através do controlo do corpo do Mark Probert. Isso foi igualmente capaz de o conseguir em duas ocasiões subsequentes, antes de 13 de Abril e agora é capaz de falar quase com tanta clareza e fluência quanto os restantes controladores. FE tinha educação e obtivera o posto de oficial em comunicações electrónicas durante a última grande guerra.
Tem sido experiência deste escritor (ML) notar a raridade com que se obtém uma comunicação clara e nítida com uma pessoa que tenha passado tão recentemente, e que seja capaz de controlar um médium de transe e que aparentemente tenha mantido clareza de consciência desde a transição, e que neste plano tenha obtido uma boa experiência e conhecimento, tanto em ciências materiais quanto nos estudos psíquicos e do oculto, como nas doutrinas de qualquer escola, credo ou culto, e que seja capaz de proceder a uma narrativa factual e equidistante de condições e de experiências como as que até então não lhe tinham ocorrido.
Controlador FE: "Meade, sou o EF. Que maravilha conseguir aqui vir e falar consigo. Vejo que aqui tem muita gente. De momento sinto-me como se o tivesse feito, enquanto ainda no corpo físico - por precisar respirar fundo durante um período prolongado. Eu já tinha tentado chegar a si anteriormente, porém, não o consegui. As coisas deste lado são muito diferentes daquilo que pensávamos. Eu pensava que, se alguma vez conseguisse fazer a passagem e voltar a fim de conversar, eu haveria de ficar tão empolgado que só teria vontade de entoar Aleluias e de me pôr aos saltos - mas agora não sinto vontade de o fazer. É muito agradável, maravilhoso - só que não é bem o que eu pensava. Isto de falar por intermédio do Mark é apenas um tipo de fusão com a estrutura celular do seu cérebro - entende o que quero dizer?
"Amigos, saibam que o Leade Layne e eu passamos num certo tempo a trabalhar num aparelho pelo qual pudéssemos comunicar com "o outro lado da vida." Quero dizer, agora sei que de nada serviu - aquilo em que estivemos a trabalhar. Mas está a dar-se muito trabalho desse por todo o mundo. É claro que ainda não andei pelo mundo todo, mas já fui a muitos sítios e a muitas salas de sessões em especial - mas deixem que lhes diga que se está a fazer muita trama em muitas delas.
Pergunta: (ML) Pode falar-nos da sua vida actual?
"Posso. Para início de conversa, eu tive uma passagem muito tranquila; sem luta, sem falta de ar nem nada disso. Foi unicamente u suave adormecimento. Parece que tive um tipo de sonho qualquer antes de me encontrar completamente fora do corpo, conforme o recordo agora, como quando se entra num sonho. Só que me senti como se me estivesse a levantar e a sentar-me em vez estar deitado ed bruços. Sentei-me na borda da cama e depois ergui-me, e de súbito compreendi que não era capaz de me segurar, por me sentir tão leve.
Pensei estar com tonturas inicialmente, mas depois percebi que era justamente por causa da leveza. Senti como que me tivesse sido retirado um peso de cima. Olhei para baixo na direcção do corpo deitado na cama, e pareceu-me que estava a ter uma projecção. A seguir procurei o cordão de prata de que tinham falado; o Sylvan Muldoon falou sobre isso, pelo que temos  tendência a ter consciência dele ao nos projectarmos. Sente-se como se o sangue estivesse a pulsar através dele, como o coração faz. É a energia que pulsa através do tubo que usamos na projecção. mas então, como não o consegui sentir, percebi que deveria estar completamente separado do meu corpo, e que não se trataria de uma projecção.
"Bom, inicialmente ao passarmos, está-se muito consciente da vida terrena e eu fui até à sua casa. Percorri todo o percurso de seis quilómetros de que dista da minha, com toda a vivacidade. É excelente não sentir qualquer dificuldade no caminhar, nem precisarmos tomar fôlego por causa do esforço, que era o que costumava causar-me maior embaraço.
(Num encontro que ocorreu quatro dias mais tarde, FE disse em substância:)
"Em breve percebi que deveria chegar a um sítio diferente concentrando o pensamento nele; a forma como consigo isso é visualizando o local, ou algum objecto, ou pessoa nele. Para chegar ao seu escritório eu visualizo o aposento e a porta, e eu a entrar pela porta - e nesse instante encontro-me no seu escritório e consigo ver tudo com tanta clareza quanto você. Para chegar a um local distante e desconhecido, precisamos de uma pista qualquer - tal como umas palavras de informação da parte de uma outra pessoa. Mas também parece que podemos seguir o que parece ser uma corrente de energia ou de vibração.                                 
(Há um dito no ocultismo que reza que: “Vós estareis onde a vossa consciência estiver” – ou onde a vossa atenção estiver. É tão óbvio quanto um axioma de Euclides, e ao mesmo tempo quase pode ser chamado de axioma básico do ocultismo. É por tal razão que o ocultismo é muita vez definido como “senso comum iluminado.” Meade Layne)
“Desde que para aqui vim, tenho tentado descobrir alguma coisa acerca da leucemia... Eu gostava de ter um encontro privado onde lhe pudesse dar conta disso. (FE morrera de leucemia crónica linfática, a qual é 100% fatal)
“Sabem, consigo ver correntes de energia emitidos por cada um de vocês para o corpo do Mark, nesta sala. Vocês estão sempre a fazer isso – porém, há dois tipos de pessoas, aquelas que emitem energia e os que tomam mais energia dos outros. Se andarem no meio de multidões na baixa e chegarem a casa estafados... Isso dever-se-á ao facto de andarem constantemente a exsudar essa energia; estão a ter uma fuga magnética de energia. Podem renová-la indo para casa para um sítio sossegado e deitando-se. Se estiverem muito exaustos, tomem um bom banho de água tépida, não quente, com muita espuma.
(Num outro encontro, FE disse ao seu amigo GP)
“Sabes, George, as coisas nem perto chegam do difícil que parecem quanto ao que pensamos acerca da passagem. Eu passei com toda a suavidade. Pensei que estava a ter uma projecção mas logo percebi que tinha passado quando vi o meu corpo ali estendido. Foi preciso uma breve caminhada até casa do Meade, mas ele não sabia que eu lá me encontrava. El estava ali sentado como um velho Buda e não me prestou a menor atenção.
“Sabes, na materialização existe aquela substância de que todos ouviram falar, chamada ectoplasma, só que a sua estrutura é de um tipo de matéria de muito baixo grau destituída de núcleo. Sabes ao que me refiro? Não me refiro a isso os termos que entendes físico-químicos. Suponho que não o consigo levar a cabo, conseguirei? Isso desenvolve-se por meio de uma forma tipo teia, com cada cordão à medida que é criado a assemelhar-se a uma gaze, mas também deixa denotar uma sensação de seda de elevada qualidade. Ao ser criado as suas linhas de força criam pequenos nós como a teia de aranha. Não apresenta qualquer massa giratória em que tenhamos um núcleo.
“Sabes como operamos o corpo do Mark; os seus músculos e cordas vocais? Concentramos o pensamento neles até começarmos a sentir que se trate do nosso próprio corpo. Poderá parecer-nos estranho inicialmente mas dentro de pouco tempo, começamos a senti-lo como se fosse nosso – tudo excepto os olhos.* Se ele abrisse os olhos vocês não haveriam de gostar daquilo que vissem. Se pudessem olhar os olhos do Mark agora descobriram que as pupilas muito abertas - quase cobrem o olho todo... Diz ao ESS que eu passei por lá para o ver também. Gostei ainda mais dele do que quando li as cartas que redigiu.
(*FE estabeleceu uma comparação interessante entre o controlo do corpo do médium, e o “afastamento” ou “identificação” alcançado em meditação. O controlador, de acordo com FE, identifica-se com o corpo do médium pelo mesmo processo de se tornar na consciência da pedra, ou na consciência do cristal. O processo de viajar para um local distante também parece ser basicamente o mesmo. Tudo isso depende do controlo da atenção – o qual, conforme temos habitualmente realçado, é processo essencial em todo aprendizado e em toda a conquista, e na realidade constitui a disciplina fundamental de todos os planos acessíveis ao conhecimento humano. Curiosamente, o controlo da atenção é um assunto que não é ensinado me si mesmo nas nossas escolas – embora seja mais importante do que todas as outras questões juntas, o que capacitaria o homem a curar todas as doenças e a alcançar o verdadeiro mistério da natureza. Porém, qualquer tentativa de estabelecer tal disciplina para os catraios, até mesmo na sua forma mais simples, ver-se-ia confrontada com o ridículo. o facto de jogarmos o bebé fora junto com a água do banho é característico da nossa cultura Ocidental e em particular da pedagogia ocidental - Meade Layne)
Numa terceira ocasião, ao assumir o controlo do médium, FE disse: “Sim, até agora, as experiências que tenho feito têm sido no vosso plano, ou num tipo de nível terrestre e astral onde posso divisar o vosso mundo, embora não lhe possa tocar, assim como consigo ver muita gente desencarnada, e onde me encontrei com vários dos membros do Círculo interior do Mark, inclusive Yada Di Shi’Ite, cujo nome por fim aprendi a pronunciar... Mas também sentimos os éteres – que são tangíveis, ou quase; pode-se sentir uma ligeira resistência da sua parte. Mas tenho que lhes dizer que ultimamente tenho feito viagens ao espaço... As profundezas do espaço são inimagináveis.
A experiência simplesmente não pode ser descrita – não existem palavras que o descrevam em parte alguma. Sim, consegui ver muitos dos corpos celestes, que são maravilhosos para além das palavras. Fazer uma viagem dessas até lá tem que ser um tipo de suplemento, ou integração da substância etérica com o corpo que tenho usado... Depois esta questão de andar por aqui; eu digo-lhes que não existe nada que se assemelhe ao prazer da liberdade que se tem no espaço, ao nos livrarmos do peso do corpo e irmos para onde quisermos fácil e rapidamente... Eu desejaria... ter compreendido estas coisas. Se ao menos ela pudesse compreender que não mais me encontro mais em agonia! Talvez pouco a pouco consiga vir a conversar com ela e a corrigir isso de modo a eu poder conversar com ela através do Mark...

EXCERTOS DE PALESTRAS
YADA 1950
Amor é sinónimo de compreensão
Quando chegarem a compreender-se mutuamente, chegarão a amar-se uns aos outros. Amor não é paixão. Amor é compreensão. Quando são movidos pela paixão, sentem paixão e nada mais; nem compreensão, nem realização.
Meade Layne: Não poderemos usufruir de ambas?
Não nesse instante. Após esse instante voltam à realização e começam de novo a viver. Mas a vida é assim mesmo... Ma, por ora gostaria de falar acerca desses espíritos lunares de que o Dr Layne estava a falar... Esses espíritos da natureza também trazem energia e vigor ao corpo astral dos indivíduos que não compreendem a vida para início de conversa. Aquilo que atrai esses pequenos seres às flores e às plantas e árvores e às rochas nesse campo particular é o tipo de luz que essas formas da natureza exibem a partir da vertente astral. Bom; vocês só veem o lado físico de uma planta ou árvore, ou flor – porém, ela tem a sua real parte correspondente ou homóloga no que é chamado corpo astral. E é isso que atrai esses seres. Raramente têm consciência da parte física da árvore ou flor. Quando se vê esses seres e se faz um esforço por se aproximar mais deles, parecemos assustá-los, mas o que sucede é que o indivíduo físico, no seu instante de entusiasmo, fecha a porta psíquica ou olho, pelo que eles parecem desaparecer. Isso é igualmente o que também acontece com os vossos DISCOS – aquilo a que vocês chamam “discos voadores.”
Meade Layne: Quer dizer que os discos não chegam verdadeiramente a desaparecer?
Nem sempre. Por vezes vocês não têm consciência deles por não permanecerem na vossa dimensão da matéria. Também eles podem - aquilo que vocês designam por “excitar-se” - alguns deles. Não sei como conseguir pensar com respeito a esse tipo de fenómeno, mas temos repetidamente afirmado que os discos vêm, não da parte material de qualquer corpo celeste, de qualquer parte física da terra nem de planetas do vosso sistema solar, mas ao invés, do que é chamado Etérico, ou Espaço. Talvez o entendam melhor se lhe chamarmos Quarta Dimensão.
Pergunta: Pensas que esses fenómenos estejam a desenvolver alguma coisa ou será que esses seres virão a retirar-se?
Não, eles ainda irão ficar convosco por algum tempo, por o trabalho deles não estar acabado. A vossa civilização atingiu o seu apogeu e agora encontrais-vos em declínio.
Meade Layne: Tomarão eles parte caso a guerra irrompa?
Pensamos seguramente que sim. Durante o início da Primeira Grande Guerra eles empreenderam esforços para contactar os pilotos dos vossos aviões por meio daquilo a que chamaram “Foo-fighters” (Avistamentos de esferas luminosas) mas parece que o homem ainda não é capaz de entender esse tipo de fenómenos por não ter sido treinado para compreender. Caso alguma coisa suceda que seja diferente do treino ortodoxo que ele tenha recebido, ele perde-se ou fica imediatamente assustado.
Meae Layne: Um desses discos ultimamente tem sido visto a descrever um lamniscate ou um oito ao seu lado – um símbolo do infinito. Pensas que isso possa significar um sinal dirigido a nós?
Realmente, e penso que seria muito sensato devolver esses sinais, com luzes coloridas. Isso iria causar impacto naqueles que não se sentem tolos, razão porque muitos não proferem orações.
Meade Layne: Mas, antes de perdermos o tema dos elementais de vista, poderás falar-nos sobre os “changelings” (Trocas) – os seres humanos que realmente parecem pertencer ao reino elemental e não-humano mas que por alguma via foram conduzidos à reincarnação, no corpo humano?
Eles encontram-se, segundo o que é designado como “a evoluir” fora do mundo elemental e no “mundo humano”; a evolução de alguns sucede de forma súbita e muita vez dão por si fora da sua esfera antes de estarem preparados. Em vez de seguirem o caminho da transformação constante saltam diversos planos de consciência, pelo que dão por si fora da sua esfera.
Pergunta: teremos todos vindo de elementais?
Não, não, não! Nem tão pouco de antropoides ou dos macacos sequer. O homem já criou muitas civilizações grandiosas na terra – muito, muito antes de qualquer registo histórico o situar no tempo cronológico. O homem já foi completamente levado do plano terreno cinco vezes diferentes. Esta terra em que vocês habitam já foi lançada nas trevas durante muitos, muitos anos, e já saiu do seu alinhamento axial, e já se deram muitas actividades naturais terríveis – só que as palavras que o homem utiliza são tolice – pelo que não posso explicar-lhes por palavras esse tipo de actividades. Considerem o que é chamado de Grand Canyon. Pensam que toda aquela erosão, todo aquele desgaste daqueles abismos foi causado pela água...
Todas as civilizações atingem determinado pico antes de atingir o desastre, e em certos casos o desastre atingiu tal magnitude que levou à mudança da estrutura do corpo e à produção de uma mutação. Foi isso que trouxe a semelhança com o macaco, o Cro-Magnon. Essas mudanças foram causadas por gases e por raios formidáveis provenientes do espaço interestelar.
Meade Layne – Dirias que os antropóides tenham constituído uma dessas mutações que o homem sofreu?
Não – mas os Cro-Magnons e outros foram aqueles que sofreram uma mutação violenta de certo tipo.
Meade Layne: Estariam esses em evolução ascendente, ou não?
Na evolução ascendente, mas foram conduzidos à selvageria ou à bestialidade. Os antropóides constituem uma espécie distinta e separada do homem, não obstante a semelhança que apresentam na aparência. Bom, é claro que não estamos a sugerir que vão revelar isto aos professores de universidade, aos antropologistas etc., ou eles provocar-lhes-ão algumas mudanças em vós que não acharão agradáveis.
Mas o mesmo tipo de coisa sucedeu no Grand Canyon. Essa secção da terra foi rasgada por enormes corpos dos céus. As diferentes cores que as rochas apresentam foram provocadas por um calor acentuadíssimo. Quando à rapidez que isso tenha atingido, depende do que se queira dizer com a palavra. As tempestades surgiram lenta e periodicamente à medida que esses corpos se aproximaram da Terra. Vento, chuva, e tremores de terra – a terra foi solta em demasia por acção desses tremores. Agora, não é de supor que os corpos dos cometas tenham atingido a Terra e tenham rasgado enormes abismos e depois rugido pelo espaço fora, mas antes que a aproximação desses corpos e as tremendas pressões e o enorme calor que provocou derreteu tudo à sua passagem e deixou tudo em cinzas. É uma tolice pensar que esses objectos no céu não exerçam influência sobre o homem, porque exercem.
O homem produz a sua própria queda ao se sentir tão seguro de si próprio. Realmente não chega a estar tão seguro de si próprio; ele perde de vista o funcionamento interior da vida e só percebe a actividade exterior. E enquanto não tem consciência disso, o interior começa a entrar em colapso, e arrasta o exterior consigo. Mas, para voltar ao efeito que os planetas exercem sobre o homem, todos os esses corpos exercem algum efeito, o maior dos quais é exercido pela Lua sobre a parte física do homem. Alguns de vós compreenderão o que estou a dizer. O sol exerce um tremendo efeito nas pessoas; no caso de alguns, pela intensidade do calor que emite. Outros sentem determinados raios enquanto outros ainda, não. Mas esses podem causar a maior agitação no indivíduo Mas quando cada um sente ou pressente os efeitos de qualquer estímulo exterior, ele fá-lo ao seu particular modo, e mais ninguém é capaz de compreender o que o indivíduo sente.
Pergunta: Será a diferente composição química que causa isso?
Exactamente! Existem muitos raios químicos diversificados em cada coisa – corpos humanos ou animais e plantas e rochas, e eles podem ter uma actividade definida na decomposição ou na construção. Podem provocar doença com a decomposição. O sol está constantemente a afectar o corpo físico por intermédio do calor (de que é composto). Todos os sóis estão constantemente a atrair a si próprios mais ou menos matéria sólida que assimilam e alteram explodindo o núcleo da matéria. Fazem explodir a matéria. A essência da matéria é radiação de calor, ou calor radiante. Além disso, precisam lembrar-se que o núcleo possui um campo electrónico. Não se pode dizer que o núcleo seja alguma coisa em si mesmo, por também ele ser composto por partes, só que se acham tão unidas, não necessariamente em densidade mas na estrutura, que o acto de romper essa estrutura cria e desprende um tremendo poder de energia de um tipo cujos clarões iniciais os haveriam de incinerar.
Meade Layne: Será isso possível para a nossa ciência?
É, sim senhor. Mas só o viver já constitui um perigo, de modo que, por que procurar outro? Mas é coisa extremamente perigosa de fazer.
Pergunta: Poderá falar-nos com relação ao átomo do Urânio, com respeito à desintegração do núcleo dos outros átomos? Será isso possível?
Virá a ser, sim - porque por causa do peso que tem carrega uma oitava sonora muito elevada. A pressão usada para projectá-lo contra outro átomo é muito maior do que outras "balas de matéria."
Meade Layne: Precisaria ser acelerado a alguma coisa tipo um ciclotrão - além do que o presente ciclotrão consegue fazer?
Sim, terão que ir além do que os vossos ciclotrões conseguem actualmente fazer, mas não o que virão em breve a ser capazes de conseguir. Os vossos cientistas estão à beira de descobrir a natureza de toda a matéria. No vosso livro sagrado reza: "Na casa do meu Pai existem muitas mansões. Eu vou preparar um lugar para vós." No espaço exterior existem muitas mansões, e quando o homem descobrir e se instalar, mesmo que num menor grau, num outro planeta que apresente viabilidade de acordo com as suas capacidades, então e só então a vossa terra será completamente destruída.
Meade Layne: Está a sugerir que o homem venha a conseguir isso no corpo físico?
Estou, e refiro-me a um outro planeta tridimensional.
Meade Layne: Prevê tal coisa?
Prevejo, sim - e nós, do Círculo Interior, achamos que não está muito distante, embora não gostemos de mencionar um tempo preciso por a natureza do tempo diferir tanto.
Doutor GC.: Virá a existir algum método de transporte entre a terra e esse outro planeta?
Virá sim, na verdade, senhor.
JM.: A nave movida a combustível atómico já constitui uma realidade.
Se o homem constitui uma realidade, conforme presumo que seja, então tudo o mais representa uma realidade...
Professor Luntz: Boa noite, pessoal. Sabem, está a suceder uma coisa peculiar aqui. Um indivíduo de nome Cassius, um personagem das peças do Shakespeare, encontra-se aqui.
Pergunta: Apresentará ele um aspecto faminto?
Apresenta, sim. Sabem, vez por outra esse personagem surge numa sala de sessões e não dão conta disso. É suposto não passarem de criaturas imaginárias. Mas lá se apresentam elas. Que acham disso, senhores?
Meade Layne: Esses personagens que constituem fortes formas-pensamento ao longo de um período de tempo tornam-se entidades?
Tornam, senhor, e era isso que esperava que perguntasse. É algo contra o que precisamos estar de guarda a toda a hora - é chamado personificação de formas-pensamento. Quando um escritor se senta a escrever, sem ter conhecimento disso, ele concebe formas-pensamento do tipo mais tangível. Os pensamentos são coisas, são mesmo! O homem criou-se a si mesmo fisicamente por meio do pensamento, e todos os mundos naquilo a que chama de espaço. Alguns de vós entendeis que com a ajuda da força Kundalini, que constitui fogo, o mundo do pensamento pode ser transformado num mundo tridimensional.
Meade Layne: Que tipo de vida pode uma entidade dessas ter?
Tem toda a vida e inteligência de acção que o autor lhe atribuir, e continuará a existir durante um tempo.
Meade Layne: Isso ajudar-nos-á a compreender a existência dos deuses?
Ajudará, senhor, e em grande medida. O homem, por meio de um imaginário de um tipo ou de outro cria os seus deuses e demónios, e depois de os contemplar por algum tempo, se não conhecer o funcionamento interior, passará a crer que eles o tenham criado - e que o tenham feito bons ou maus.  Estou bem ciente de que o que estou a afirmar, para alguns de vós, não soa inteiramente agradável, mas posso unicamente dizer para procurarem descobrir mais acerca de vós próprios. Mergulhem na vida. Não se baseiem numa só crença; todas as crenças precisam ter uma forma de concretude inerente a elas.
É dito que as vossas estatísticas físicas conseguem provar qualquer coisa - pelo que gozam de uma ampla margem de comprovação das vossas próprias crenças. Mas não esqueçam de pelo menos tentarem provar os factos das crenças de outra pessoa, igualmente. Chegarão à surpreendente conclusão de que aquilo em que ambos acreditam é real. Por isso, precisarão discutir uns com os outros. O adorador de ídolos e aquele que adora o que é chamado o único Deus vivo podem ir ambos à pesca juntos.
Pergunta: É ensinado no âmbito da erudição esotérica que uma forma-pensamento pode assumir uma alma e uma realidade capaz de atender a orações, etc. Será tal coisa verdade?
É de facto, senhor. Conforme eu disse, o homem cria os seus deuses e demónios e eles passam a ser extremamente reais. Não pensem nem por um instante que isso seja uma fantasia da mente.
Pergunta: Caso a adoração de Istar, Dione, Freia, Afrodite e de outras deusas fosse reavivado nos dias actuais, essas divindades tornar-se-iam de novo entidades vivas?
Tornariam, sim, senhor. Se o homem conseguisse chegar à realização de que ele é o criador. Infelizmente é-lhe ensinado tudo excepto isso. Tem-lhe sido ensinado que não passa de um pecador miserável, e que Deus é um pequeno indivíduo porventura estendido pelo tempo e espaço, colérico e ciumento... Ei sei que é referido que o homem dispõe de livre-arbítrio.
Meade Layne: Para nós, o problema mais sério parece assentar no determinismo. Será a aparência do indeterminismo apenas ignorância das leis, da nossa parte?
Receio bem que seja, senhor.
Meade Layne: Bom, uma lei não possui poder; não passa da declaração de um método de procedimento. Isso afecta-nos igualmente os conceitos básicos.
Assemelha-se ao arremesso de duas ou três bolas de uma altura. Sabemos que saltarão até uma certa altura, mas não sabemos que direcção tomará esse salto
Meade Layne: Não podemos predizer o comportamento de nenhum indivíduo separado, átomo ou homem. Mas não compreendemos o sentido filosófico disso.
Quem foi que disse que se podia prever oque venha a acontecer daqui a 1000 anos ou 2000 anos, mas não o que o cão venha a fazer se lhe calcarem o rabo? Se eu tivesse que predizer os actos de um objecto tridimensional, seja de um homem ou de um rato, e a sua permanência numa forma de actividade, só poderia dizer que a natureza disso reside no que é chamado de inteligência do objecto. Muitos poderão supor quanto quiserem, mas ocorre-nos a nós do Círculo Interior que até mesmo o átomo detém uma forma de inteligência, e sabe qual venha a ser o movimento que venha a assumir. Todas as coisas pensam, quer sejam animadas ou "inanimadas," e os seus pensamentos assentam no padrão da sua natureza individual.
Pergunta: As nossas estatísticas dão-nos previsões pormenorizadas em relação aos amplos números, mas quase informação nenhuma acerca de um dado indivíduo.
Como haveremos de determinar, e que coisa será o determinismo? Como poderei responder quando as os vossos cálculos de probabilidades mostram que unicamente um certo número de pessoas podem responder a questão, e pode ir mesmo além desse número? No entanto, a lei do determinismo ou do indeterminismo assenta primordialmente na decisão.

PROFESSOR ALBERT LUNTZ 1950
Vemos que uma enorme crise está para acontecer, por o mundo estar à beira de uma grande oportunidade, caso possa ser chamada oportunidade, de se destruir. A vossa civilização atingiu mais ou menos o seu auge. Não quero representar o que vocês Americanos chamais de “desmancha-prazeres,” mas nós do Círculo Interno achamos que todos quantos vêm escutar-nos já terão alcançado o estado de conhecimento de certas coisas que lhes terá eliminado muito do medo.
Os eventos que estão para vir que não são nada bons. A Rússia, os Estados Unidos, a Inglaterra, todo mundo a atirar-se à garganta uns dos outros... O tipo de mentalidade que vai ter lugar é de tal forma errático que se nos torna difícil fazer estimativas no tempo, mas no máximo de dois anos - no máximo dos máximos... Estamos inclinados a crer que se vai tornar difundir e de modo sangrento em menos de um ano... A religião desempenha um papel nessa e em todas as guerras. Mas nós, do Círculo Interno, mostramos indiferença para com os credos que o homem adquire no plano terreno, para com as crenças que ele nutre no alinhamento com a religião. Achamos que toda a gente tem o direito de acreditar no que quiser. Muito disso poderá parecer errado aos vossos olhos, mas se as pessoas encontrarem um estado de equilíbrio e de contentamento no âmbito das crenças particulares que mantiver, como poderemos condená-las? Contudo, essa guerra será imensamente ajudada pela Hierarquia da Igreja Católica Romana, por acreditarem que isso represente o fim caso não ajudem.
Pergunta: A fim de proteger os seus próprios interesses?
Exactamente, senhor; por crer que signifique o fim, ou que em breve venha a equivaler a isso, caso não actuem de imediato a fim de proteger os seus interesses.
Agora; o verdadeiro sentido do Comunismo, conforme sabem, é o da fraternidade, mas conforme agora é usado não passa de uma coisa brutal, egoísta e materialista, que esmaga o crescimento do homem e não o deixa progredir para o plano seguinte de consciência.
Pergunta: Um comunista morto estará verdadeiramente morto?
Sim, um comunista morto realmente encontra-se morto já que ele não está preparado para a vida em qualquer dos planos salvo no material, pelo que se vê confuso e perdido, não permanentemente perdido, claro está. Até mesmo o comunista mais ignorante não está verdadeiramente perdido, por haver muitos no lado da vida em que me encontro que, quando tratam de atingir uma melhor compreensão da vida, eventualmente despertam para um melhor entendimento. Mas olhemos para trás, ao longo da história da vida do homem na terra, e que é que encontramos? Sacerdote, rei e escravo! Enquanto houver quem seja tão irrefletido para desejar mais alguém que pense por si, sempre haverá escravos. Isso é mais que certo.
Torna-se-nos fácil dizer-lhes desde este lado, deste plano de consciência, para não temerem, e esperar que venham a ter. Mas, amigos, vocês estão a viver no mais crítico dos tempos. Raramente falamos tão directo a um grupo; somente quando conhecemos o estado de consciência daqueles a quem falamos. E aqueles que tiverem alcançado o estado de consciência que vocês alcançaram não vão deixar-se conduzir pelo medo. Vocês virão a ser os auxiliares, os professores, os guias.
Pergunta: Que deveremos ensinar?
Ensinem o que o Mestre Jesus ensinou, e o que todos os grandes mestres de todas as eras. Amem o vosso semelhante, mas não ele apenas, mas todas as coisas. Tudo aquilo com que entram em contacto foi criado por vós, faz parte de vós. Não odeiem, imploro-lhes; nem sequer aqueles que tenham que ser o vosso inimigo. Se tiverem que matar não o façam sob o domínio do ódio!
Pergunta: Que dizer dos nossos jovens que precisam ser levados a odiar de modo a terem vontade de matar? (Alusão à guerra da Coreia)
Esses jovens, meu caro, não matam por uma questão de ódio, por estranho que possa parecer. Eles matam por uma questão de medo. Observem um animal a atacar a presa na floresta. Todos os movimentos são de cautela; Ele não mata por ódio, mas por temor, por isso ser uma forma de protecção do próprio. Em geral o homem mata por promiscuidade, e sem pensar.
Pergunta: Vê uma dizimação significativa da humanidade? E o uso da bomba atómica?
Sim, vemos uma enorme dizimação da raça, e o uso da bomba atómica nos estágios finais. Quando um dos lados se vir em grande perigo de perder, recorrerá ao seu uso. Isso precisa ocorrer, para limpar a terra dos ignorantes dos cegos, dos estúpidos e dos gananciosos.
Pergunta. Poderá dizer-nos a percentagem dos que sobreviverão?
Não desejo anunciar a percentagem dos que cremos venham a sobreviver. E não estou a tentar evitar a pergunta, só que prefiro não o anunciar.
Pergunta: Quererá ter a amabilidade de nos dizer se a América virá a vencer?
Se a América não vencer, senhor, o mundo irá padecer de cinco a dez mil anos de trevas, de crime e de degradação tais que nem podemos imaginar. Não existirá lei nem ordem em parte alguma.
Pergunta: Dificilmente será um paraíso comunista!
Seguramente que não. Ao longo das eras o homem tentou criar um paraíso material. Estou seguro de que sabe, senhor, a razão por que essas utopias não podem ser concretizadas simplesmente por cada indivíduo pensar diferentemente., e consequentemente cada indivíduo ser um bastão de dinamite que rebentará todo paraíso incipiente.
Pergunta: E que diz da destruição da costa oeste por um terramoto?
Isso é uma outra coisa a ser considerada. Já dissemos que os Guardiães do Etérico farão tudo quanto estiver ao seu alcance para impedir o uso do poder atómico, por essa arma irromper pelo mundo deles adentro. Não creio que eles venham a permitir o seu uso. O que provavelmente ocorrerá será que os Guardiães vejam que é inútil tentar detê-los por outra via que não por meio de tempestades e terramotos. Contudo, muitos desses estremecimentos, podem ser levados a ocorrer no ar sem abalarem necessariamente a terra. Já alguma vez se viram num abalo atmosférico?
Pergunta: Está a referir-se a um tornado?
Não, não, estou a referir um abalo no ar. Trata-se de uma força que é ser exercida no Éter, éter esse que do nosso ponto de vista é um milhar de vezes mais denso do que qualquer matéria que conheçam. Conseguem imaginar as consequências de um abalo, nessa matéria etérica? A vossa bomba atómica parecer uma tolice em comparação com isso. É algo semelhante à arma sonora, a qual, a certas taxas de frequência mais elevadas conseguem causar paralisia e insanidade; pode revelar-se mais devastadora do que a bomba atómica. Por conseguinte, o uso do som pode ser muito mais devastador do que a bomba atómica, e chegar mesmo a atingir uma área mais vasta.
Pergunta: terá isso sido desenvolvido pelo nosso inimigo?
Não. Foi desenvolvido pelas vossas actuais forças Americanas. (espero não estar a dizer nada que comprometa o futuro deste rapaz) O som usado como arma assemelha-se à guerra bacteriológica num certo aspecto, por não danificar a propriedade (deixando-a assim intacta para o vencedor). Esse é o objectivo do uso do som como uma arma, por causar paralisia e insanidade temporárias nos habitantes sem danificar a propriedade, mas não terão como se esconder dele.
Pergunta: Os nossos inimigos desenvolverão isso?
Não no mesmo grau que os Estados Unidos.
Quero falar acerca dos discos voadores. Dentro de alguns meses uma vasta quantidade deles será avistada. Eles vão manter olho no progresso desta guerra que está a ocorrer -- tenho que admitir sentir-me afortunado por não me encontrar no corpo físico.
Pergunta: Talvez não leve muito tempo que nos juntemos a vós, professor Luntz!
Bom, não gostaria de assistir a isso, embora ficasse muito feliz por os rever do meu lado; mas devo dizer que espero que todos permaneçam no plano físico por tanto tempo quanto puderem, porque quanto mais tempo permanecerem, melhor será o estado em que se encontrarão quando para aqui vierem. Precisam tentar ensinar as pessoas tudo quanto puderem àqueles com quem entrarem em contacto, de que existe muito mais do que a vida material; de que nada há a temer com a morte física, e que cada um encontrará os entes queridos fora do corpo físico. Isso são coisas a ensinar. A consciência é consciência, independentemente do corpo em que se encontrarem.
O lar original do homem foi no Etérico Superior - "superior" que significa pleno e perfeito de consciência, e não “acima do que quer que seja.” A humanidade está toda a lutar para voltar a esse estado. E a morte não é o caminho.
Pergunta: Quer dizer que precisamos em vez disso aprender a dominar o corpo físico?
Sim, precisam primeiro dominar o material, por ser feito da substância da mente, por ser energia, e por vocês, o indivíduo, estarem deliberadamente – não de forma significativa, mas deliberadamente a afastar essa energia quando submetem o corpo à morte e ao sepultamento. Ele precisa aprender a ser capaz de se desintegrar e a reduzir-se e a levar consigo a substância de que o corpo é feito. Não foi dito que o corpo de Cristo nunca foi encontrado? “Os anjos vieram e fizeram rolar a pedra,” pois, os “anjos” da mente virão e “rolarão” a pedra da ignorância.
Por que razão esses discos e fenómenos semelhantes lhes parecem tão incríveis e fantásticos? Toda a matéria veio dessa condição, do estado de espírito. A matéria pode ser levada a assumir a forma no que vocês designam por forma espontânea, espontânea no que concerne ao tempo. Embora não passe de uma fracção de segundo, ainda representará tempo. E se alguém vier a ter um milhão de dólares, precisará começar com uma moeda. Assim, se se tratar de uma acção que envolva um tique de tempo, um mero tique de eternidade, será infinito.
Pergunta: Virão os discos a ajudar-nos?
Sim, os discos encontram-se aqui. As democracias reservam a única luz da terra; e asseguro-lhes que, se desaparecerem, tornar-se-á num longa e triste noite para a terra. Isso ocorreu em Yu, na Atlântida, e em Mu, e em todas as grandes civilizações. Assim que o homem constrói uma grande civilização conduz o semelhante à escravidão. Uns quantos detêm o poder e o resto é mantido na escravidão. Isso deve-se em larga escala por a taxa de natalidade aumentar enormemente. Quando uma cidade ou civilização produz mais do que o necessário, padecerá enormemente. A Bíblia não dirá que: "Em tempos de fartura, reinará a fome”?
Pergunta: Não terão essas almas sobrelotado devido à necessidade de reincarnação?
Essa é uma boa questão. Mas, porque deveria a porta da matéria fisico-química ser deixada aberta para aqueles do astral inferior que ainda nada aprenderam da vida, e passam a enxameá-la? E serão esses que virão, por o desejo que têm da vida física ser o maior.

Mark Probert
Tradução: Amadeu António